FMUSP realiza evento sobre a Síndrome do Bebê Espancado

SPSP-Sociedade de Pediatria de São Paulo
Texto divulgado em 20/09/2017

 

 

No dia 13 de setembro aconteceu um evento para discussão da Síndrome do Bebê Espancado – SIBE, na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. A conferência foi proferida pelo Dr. Wilmes Roberto Gonçalves, ex-professor titular e livre docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes e um dos pioneiros, no Brasil, na abordagem da síndrome, assim como na sistematização do exame de vítimas de estupro.

O médico é uma referência na área de medicina legal, com pesquisas direcionadas à proteção de bebês e crianças espancadas; vítimas de agressões em geral; e de mulheres violentadas sexualmente, tendo publicações originais nesses campos em nível nacional e internacional.

A Síndrome do Bebê Espancado retrata o espancamento intencional do bebê por pessoas próximas do convívio da criança, de modo repetitivo, levando a um amplo espectro clínico e representando uma condição de risco para a criança.

O Dr. Wilmes Roberto Gonçalves abordará o tema em um dos capítulos do Manual de Atendimento às Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência, elaborado pelo “Núcleo de Estudos da Violência Doméstica contra a Criança e Adolescente” da Sociedade de Pediatria de São Paulo, em parceria com o Conselho Federal de Medicina e o Departamento de Segurança da Sociedade Brasileira Pediatria.

O evento contou com a presença de médicos e estudiosos da área, como a Dra. Renata Waksman, coordenadora do “Grupo de Estudos da Violência doméstica” da SPSP; Dr. Vicente Odone, coordenador do evento e professor titular da FMUSP; e Dr. Roberto Augusto Plaza Teixeira, pediatra do Instituto da Criança de SP.

 

Fotos: SPSP

Dr. Wilmes Roberto Gonçalves na palestra sobre Síndrome do Bebê Espancado – SIBE

 

Da esquerda para direita: Dr. Vicente Odone, coordenador do evento e professor titular da FMUSP; Dr. Wilmes Roberto Gonçalves, livre docente da Faculdade de Medicina da Universidade de Mogi das Cruzes; Dra. Renata Waksman, coordenadora do “Grupo de Estudos da Violência doméstica” da SPSP

 

Dr. Roberto Augusto Plaza Teixeira, pediatra do Instituto da Criança de SP