<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo Anais do congresso - SPSP</title>
	<atom:link href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/</link>
	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivo Anais do congresso - SPSP</title>
	<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS EXANTEMÁTICAS EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS NO BRASIL (2019-2022): IMPACTO REGIONAL E NECESSIDADE DE INTERVENÇÕES EM SAÚDE</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-epidemiologica-das-doencas-exantematicas-em-criancas-de-1-a-4-anos-no-brasil-2019-2022-impacto-regional-e-necessidade-de-intervencoes-em-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45817</guid>

					<description><![CDATA[<p>Introdução: As doenças exantemáticas configuram-se como tema em destaque no universo da pediatria, sendo estas muito presentes na primeira infância, fase caracterizada por um intenso desenvolvimento do sistema imune. Objetivo: Esse estudo tem como objetivo relacionar o número de casos de sarampo e rubéola dos anos de 2019-2022, conforme as regiões do país em crianças de 1 a 4 anos. Metodologia: trata-se de um estudo do tipo ecológico, os dados sobre os casos foram extraídos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).Resultados: Nota-se que o ano de maior número de casos foi o de 2019 com predominância na região sudeste, mais especificamente no estado de São Paulo, em 2020 e 2021 nota-se maior evidência dos estados da região norte do país, concentrando maior número de casos com relevância nos estados do Pará e Amapá , o que não acontece no ano de 2022, já que a região nordeste se mostra predominante nas notificações de casos com uma alta de casos em Pernambuco. Conclusão: observa-se que as regiões com maior dificuldade ao acesso à saúde são aquelas mais incidentes no número de casos, sendo assim torna-se necessário maior acompanhamento primário de saúde, sendo que essas doenças são evitáveis mediante a vacinação.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-epidemiologica-das-doencas-exantematicas-em-criancas-de-1-a-4-anos-no-brasil-2019-2022-impacto-regional-e-necessidade-de-intervencoes-em-saude/">ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS EXANTEMÁTICAS EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS NO BRASIL (2019-2022): IMPACTO REGIONAL E NECESSIDADE DE INTERVENÇÕES EM SAÚDE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Introdução: As doenças exantemáticas configuram-se como tema em destaque no universo da pediatria, sendo estas muito presentes na primeira infância, fase caracterizada por um intenso desenvolvimento do sistema imune. Objetivo: Esse estudo tem como objetivo relacionar o número de casos de sarampo e rubéola dos anos de 2019-2022, conforme as regiões do país em crianças de 1 a 4 anos. Metodologia: trata-se de um estudo do tipo ecológico, os dados sobre os casos foram extraídos do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS).Resultados: Nota-se que o ano de maior número de casos foi o de 2019 com predominância na região sudeste, mais especificamente no estado de São Paulo, em 2020 e 2021 nota-se maior evidência dos estados da região norte do país, concentrando maior número de casos com relevância nos estados do Pará e Amapá , o que não acontece no ano de 2022, já que a região nordeste se mostra predominante nas notificações de casos com uma alta de casos em Pernambuco. Conclusão: observa-se que as regiões com maior dificuldade ao acesso à saúde são aquelas mais incidentes no número de casos, sendo assim torna-se necessário maior acompanhamento primário de saúde, sendo que essas doenças são evitáveis mediante a vacinação.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-epidemiologica-das-doencas-exantematicas-em-criancas-de-1-a-4-anos-no-brasil-2019-2022-impacto-regional-e-necessidade-de-intervencoes-em-saude/">ANÁLISE EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS EXANTEMÁTICAS EM CRIANÇAS DE 1 A 4 ANOS NO BRASIL (2019-2022): IMPACTO REGIONAL E NECESSIDADE DE INTERVENÇÕES EM SAÚDE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GASTROENTERITE AGUDA E CHOQUE COMO APRESENTAÇÃO INICIAL DA SIM-P : A IMPORTÂNCIA DE SE MANTER ALTA SUSPEIÇÃO DIAGNÓSTICA NO CENÁRIO PÓS PANDÊMICO</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/gastroenterite-aguda-e-choque-como-apresentacao-inicial-da-sim-p-a-importancia-de-se-manter-alta-suspeicao-diagnostica-no-cenario-pos-pandemico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45812</guid>

					<description><![CDATA[<p>Introdução: A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) é uma resposta inflamatória exacerbada e tardia que ocorre, em média, no período de duas a seis semanas após o contato com o SARS-CoV-2. Descrição de dois casos: Feminino, 3 anos, com vômitos, diarreia e febre há 4 dias, evoluiu com choque hipotensivo, anemia, leucocitose, acidose lática, insuficiência respiratória e lesão renal aguda com necessidade de hemodiafiltração contínua. Após dez dias, já afebril, apresentou descamação periungueal palmar e plantar bilateral. Feito diagnóstico tardio de SIM-P e recebeu alta com prescrição de AAS 3 mg/kg/dia. Feminino, 12 anos, com febre, vômitos e diarreia há 3 dias. Evoluiu com insuficiência respiratória aguda, com necessidade de intubação orotraqueal e choque. Após um dia, apresentou rash difuso. Os exames laboratoriais evidenciaram acidose metabólica, troponina elevada, plaquetopenia e lesão renal aguda sendo iniciada hemodiafiltração contínua. Ecocardiograma revelou comprometimento miocárdico e dilatação de ventrículo esquerdo. Recebeu imunoglobulina EV 2g/kg, evoluindo com melhora clínica. Apresentou tardiamente descamação periungueal, palmar e plantar bilateral. Recebeu alta com AAS 3mg/kg/dia. Discussão A SIM-P envolve com maior frequência os sistemas gastrointestinal, cardiovascular, hematológico e mucocutâneo. Relatamos aqui dois casos ocorridos no último ano em que a apresentação inicial simulou uma gastroenterite, evoluindo com choque. Ambos os casos, apesar da gravidade inicial, tiveram boa evolução. Conclusão A atenção pronta e o tratamento adequado com imunoglobulina intravenosa e corticosteroides, podem controlar a inflamação e evitar danos permanentes. Ressaltamos a importância de manter a vigilância para este diagnóstico, mesmo em um contexto pós-pandêmico. Referências Lee PI, Hsueh PR. Multisystem inflammatory syndrome in children: A dysregulated autoimmune disorder following COVID-19. J Microbiol Immunol Infect. 2023 Apr,56(2):236-245. doi: 10.1016/j.jmii.2023.01.001. Epub 2023 Jan 16. PMID: 36720670, PMCID: PMC9841678. Hoste L, Van Paemel R, Haerynck F. Multisystem inflammatory syndrome in children related to COVID-19: a systematic review. Eur J Pediatr. 2021 Jul,180(7):2019-2034. doi: 10.1007/s00431-021-03993-5. Epub 2021 Feb 18. PMID: 33599835,</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/gastroenterite-aguda-e-choque-como-apresentacao-inicial-da-sim-p-a-importancia-de-se-manter-alta-suspeicao-diagnostica-no-cenario-pos-pandemico/">GASTROENTERITE AGUDA E CHOQUE COMO APRESENTAÇÃO INICIAL DA SIM-P : A IMPORTÂNCIA DE SE MANTER ALTA SUSPEIÇÃO DIAGNÓSTICA NO CENÁRIO PÓS PANDÊMICO</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Introdução:<br />
A Síndrome Inflamatória Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) é uma resposta inflamatória exacerbada e tardia que ocorre, em média, no período de duas a seis semanas após o contato com o SARS-CoV-2. </p>
<p>Descrição de dois casos:<br />
Feminino, 3 anos, com vômitos, diarreia e febre há 4 dias, evoluiu com choque hipotensivo, anemia, leucocitose, acidose lática, insuficiência respiratória e lesão renal aguda com necessidade de hemodiafiltração contínua. Após dez dias, já afebril, apresentou descamação periungueal palmar e plantar bilateral. Feito diagnóstico tardio de SIM-P e recebeu alta com prescrição de AAS 3 mg/kg/dia.</p>
<p>Feminino, 12 anos, com febre, vômitos e diarreia há 3 dias. Evoluiu com insuficiência respiratória aguda, com necessidade de intubação orotraqueal e choque. Após um dia, apresentou rash difuso. Os exames laboratoriais evidenciaram acidose metabólica, troponina elevada, plaquetopenia e lesão renal aguda sendo iniciada hemodiafiltração contínua. Ecocardiograma revelou comprometimento miocárdico e dilatação de ventrículo esquerdo. Recebeu imunoglobulina EV 2g/kg, evoluindo com melhora clínica. Apresentou tardiamente descamação periungueal, palmar e plantar bilateral. Recebeu alta com AAS 3mg/kg/dia.</p>
<p>Discussão<br />
A SIM-P envolve com maior frequência os sistemas gastrointestinal, cardiovascular, hematológico e mucocutâneo. Relatamos aqui dois casos ocorridos no último ano em que a apresentação inicial simulou uma gastroenterite, evoluindo com choque.  Ambos os casos, apesar da gravidade inicial, tiveram boa evolução. </p>
<p>Conclusão<br />
A atenção pronta e o tratamento adequado com imunoglobulina intravenosa e corticosteroides, podem controlar a inflamação e evitar danos permanentes. Ressaltamos a importância de manter a vigilância para este diagnóstico, mesmo em um contexto pós-pandêmico.</p>
<p>Referências</p>
<p>Lee PI, Hsueh PR. Multisystem inflammatory syndrome in children: A dysregulated autoimmune disorder following COVID-19. J Microbiol Immunol Infect. 2023 Apr,56(2):236-245. doi: 10.1016/j.jmii.2023.01.001. Epub 2023 Jan 16. PMID: 36720670, PMCID: PMC9841678.</p>
<p>Hoste L, Van Paemel R, Haerynck F. Multisystem inflammatory syndrome in children related to COVID-19: a systematic review. Eur J Pediatr. 2021 Jul,180(7):2019-2034. doi: 10.1007/s00431-021-03993-5. Epub 2021 Feb 18. PMID: 33599835,</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/gastroenterite-aguda-e-choque-como-apresentacao-inicial-da-sim-p-a-importancia-de-se-manter-alta-suspeicao-diagnostica-no-cenario-pos-pandemico/">GASTROENTERITE AGUDA E CHOQUE COMO APRESENTAÇÃO INICIAL DA SIM-P : A IMPORTÂNCIA DE SE MANTER ALTA SUSPEIÇÃO DIAGNÓSTICA NO CENÁRIO PÓS PANDÊMICO</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TUBERCULOSE NA ADOLESCÊNCIA: PREVALÊNCIA DE CASOS DE 2013 A 2022</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/tuberculose-na-adolescencia-prevalencia-de-casos-de-2013-a-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45980</guid>

					<description><![CDATA[<p>A tuberculose é uma patologia associada às mudanças socioeconômicas ocorridas na Revolução Industrial, a qual foi responsável pela migração massiva e a consequente aglomeração de pessoas. Essa doença, ainda permanente na sociedade, caracteriza-se por se apresentar em diferentes faixas etárias e em distintas formas. A respeito disso, no adolescente, quando comparado ao público infantil, a incidência é significativamente maior devido a fatores como a maior exposição a indivíduos bacilíferos e as alterações endócrino-metabólicas desse período. Acerca das apresentações clínicas na forma pulmonar, assemelham-se com a dos adultos, de forma a revelar infiltrados nos terços superiores de um ou ambos os pulmões, enquanto a pleural é mais frequente em adolescentes do que em crianças. Nesse contexto, mesmo através de toda a atenção da saúde voltada à tuberculose, observa-se ainda uma fragilidade na percepção dos adolescentes como sujeitos à contaminação, disseminação e necessidade de intervenção terapêutica, visto que o número de casos revela uma problemática à saúde pública. Sob esse viés, o objetivo desse trabalho é pesquisar a prevalência de casos entre os adolescentes através de uma metodologia pautada em dados encontrados no sistema DATASUS de 2013 a 2022. Nesse sentido, baseando-se nos números encontrados é possível observar predominância de casos nos anos de 2018 e 2019, com 1.139 e 1.137, respectivamente. Nos outros períodos, a quantidade de infectados foi aproximadamente igual, tendo em 2013 e 2017, numerações maiores, confirmando 1.091 e 1.088. Em relação ao valor mais baixo, pode-se contar com o ano de 2020 com 908 casos. Dessa maneira, percebe-se uma média de 1.050,8, com uma constância, sem grandes aumentos ou reduções. Nessa ótica, é possível concluir que a relativa invariabilidade desses dados revela um déficit no combate contra essa doença e a necessidade de investimentos em prevenção primária contra a tuberculose entre adolescentes.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/tuberculose-na-adolescencia-prevalencia-de-casos-de-2013-a-2022/">TUBERCULOSE NA ADOLESCÊNCIA: PREVALÊNCIA DE CASOS DE 2013 A 2022</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A tuberculose é uma patologia associada às mudanças socioeconômicas ocorridas na Revolução Industrial, a qual foi responsável pela migração massiva e a consequente aglomeração de pessoas. Essa doença, ainda permanente na sociedade, caracteriza-se por se apresentar em diferentes faixas etárias e em distintas formas. A respeito disso, no adolescente, quando comparado ao público infantil, a incidência é significativamente maior devido a fatores como a maior exposição a indivíduos bacilíferos e as alterações endócrino-metabólicas desse período. Acerca das apresentações clínicas na forma pulmonar, assemelham-se com a dos adultos, de forma a revelar infiltrados nos terços superiores de um ou ambos os pulmões, enquanto a pleural é mais frequente em adolescentes do que em crianças. Nesse contexto, mesmo através de toda a atenção da saúde voltada à tuberculose, observa-se ainda uma fragilidade na percepção dos adolescentes como sujeitos à contaminação, disseminação e necessidade de intervenção terapêutica, visto que o número de casos revela uma problemática à saúde pública. Sob esse viés, o objetivo desse trabalho é pesquisar a prevalência de casos entre os adolescentes através de uma metodologia pautada em dados encontrados no sistema DATASUS de 2013 a 2022. Nesse sentido, baseando-se nos números encontrados é possível observar predominância de casos nos anos de 2018 e 2019, com 1.139 e 1.137, respectivamente. Nos outros períodos, a quantidade de infectados foi aproximadamente igual, tendo em 2013 e 2017, numerações maiores, confirmando 1.091 e 1.088. Em relação ao valor mais baixo, pode-se contar com o ano de 2020 com 908 casos. Dessa maneira, percebe-se uma média de 1.050,8, com uma constância, sem grandes aumentos ou reduções. Nessa ótica, é possível concluir que a relativa invariabilidade desses dados revela um déficit no combate contra essa doença e a necessidade de investimentos em prevenção primária contra a tuberculose entre adolescentes.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/tuberculose-na-adolescencia-prevalencia-de-casos-de-2013-a-2022/">TUBERCULOSE NA ADOLESCÊNCIA: PREVALÊNCIA DE CASOS DE 2013 A 2022</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EOSINOFILIA E A GRAVIDADE DA ASMA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/eosinofilia-e-a-gravidade-da-asma-em-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45818</guid>

					<description><![CDATA[<p>A eosinofilia é preditiva de respostas terapêuticas positivas na intervenção da asma grave, entretanto apenas a presença de eosinófilos no sangue não reflete atividade da doença. Objetivo: avaliar a associação entre a eosinofilia e a gravidade da asma em crianças e adolescentes. Metodologia: Seleção de pacientes, em ambulatórios de Janeiro a dezembro de 2023, critérios de inclusão &#8211; pacientes de 6 anos a 18 anos asmáticos leves e moderados a grave, exclusão -pacientes sindrômicos, com cardiopatias, pneumopatas, portadores de doenças degenerativas ou com medicamento afetando o sistema nervoso central. Todos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e o assentimento. Foram avaliados Peso, Estatura, IMC, hemograma, IgE específicas a aeroalergenos, função pulmonar (espiro770,metro Minispir® e programa WinspiroPro). Consideramos Eutrófico: 15th < IMC 8804,85th, Sobrepeso : 85th < IMC 8804, 95th,Obesidade: IMC >95th,Obesidade Grave: IMC >97th. Asma leve  step 1 a 2 do GINA 2023, de acordo com a idade, Asma moderada /grave &#8211; Step 3 ou acima do GINA 2023, de acordo com a idade. Childhood Asthma Control Test (c-ACT), Função pulmonar alterada &#8211; VEF1% ou FEF25-75% abaixo de 80% do valor previsto para sexo e altura. Contagem de eosinófilos no sangue periferico abaixo de 300 / mm3, de 300 a 600 / mm3 e acima de 600 / mm3. Resultado: asmáticos leves (29/50), asmáticos de moderado a grave (21/50). A regressão logística multivariada mostrou eosinofilia > 600/ mm3 (odds ratio [OR] 6,75, 95% intervalo de confiança [IC], 1,39-42,03 p=0,06. A presença de eosinófilos no sangue periférico acima de 600/ mm3 aumentou em mais de seis vezes o risco de asma moderada a grave. Conclusão: A presença de eosinófilos no sangue periférico acima de 600/mm3 associou-se à gravidade da asma em crianças e adolescentes.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/eosinofilia-e-a-gravidade-da-asma-em-criancas-e-adolescentes/">EOSINOFILIA E A GRAVIDADE DA ASMA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A eosinofilia é preditiva de respostas terapêuticas positivas na intervenção da asma grave, entretanto apenas a presença de eosinófilos no sangue não reflete atividade da doença.<br />
Objetivo: avaliar a associação entre a eosinofilia e a gravidade da asma em crianças e adolescentes.<br />
Metodologia: Seleção de pacientes, em ambulatórios de Janeiro a dezembro de 2023, critérios de inclusão &#8211; pacientes de 6 anos a 18 anos asmáticos leves e moderados a grave, exclusão -pacientes sindrômicos, com cardiopatias, pneumopatas, portadores de doenças degenerativas ou com medicamento afetando o sistema nervoso central. Todos assinaram o termo de consentimento livre e esclarecido e o assentimento. Foram avaliados Peso, Estatura, IMC,  hemograma,  IgE específicas a aeroalergenos, função pulmonar (espiro770,metro Minispir® e programa WinspiroPro). Consideramos Eutrófico: 15th < IMC 8804,85th, Sobrepeso : 85th < IMC 8804, 95th,Obesidade: IMC >95th,Obesidade Grave: IMC >97th. Asma leve  step 1 a 2 do GINA 2023, de acordo com a idade, Asma moderada /grave &#8211; Step 3 ou acima do GINA 2023, de acordo com a idade. Childhood Asthma Control Test (c-ACT), Função pulmonar alterada &#8211; VEF1% ou FEF25-75% abaixo de 80% do valor previsto para sexo e altura. Contagem de eosinófilos no sangue periferico abaixo de 300 / mm3, de 300 a 600 / mm3 e acima de 600 / mm3.<br />
Resultado: asmáticos leves (29/50), asmáticos de moderado a grave (21/50). A regressão logística multivariada mostrou eosinofilia > 600/ mm3 (odds ratio [OR] 6,75, 95% intervalo de confiança [IC], 1,39-42,03 p=0,06. A presença de eosinófilos no sangue periférico acima de 600/ mm3 aumentou em mais de seis vezes o risco de asma moderada a grave.<br />
Conclusão: A presença de eosinófilos no sangue periférico acima de 600/mm3 associou-se à gravidade da asma em crianças e adolescentes.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/eosinofilia-e-a-gravidade-da-asma-em-criancas-e-adolescentes/">EOSINOFILIA E A GRAVIDADE DA ASMA EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ANÁLISE DOS ÓBITOS INFANTIS POR CAUSAS EXTERNAS NO PARÁ ENTRE OS ANOS DE 2017 A 2021</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-dos-obitos-infantis-por-causas-externas-no-para-entre-os-anos-de-2017-a-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45816</guid>

					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: Devido a características físicas e psicomotoras, a população pediátrica torna-se mais suscetível a sofrer lesões e acidentes por causas externas, de forma que estas são a segunda principal causa de hospitalização em indivíduos menores de 15 anos de idade. OBJETIVO: Analisar o perfil epidemiológico de óbitos por causas externas em crianças de 0 a 9 anos no estado do Pará entre 2017 e 2021. MÉTODO: Estudo epidemiológico observacional, descritivo e transversal, realizado a partir de dados secundários obtidos online no Departamento de Informática do SUS (DATASUS). Foram selecionadas as opções: Óbitos por causas externas e estado do Pará, além dos campos Grupo CID-10, ano do óbito e faixa etária. RESULTADOS: No período analisado foram registrados 784 óbitos sendo observado discreta redução de 2017 (n=182) a 2021 (n=164). O Grupo CID-10 afogamentos e submersão acidentais (W65-W74) concentrou a maior parte dessas mortes (n=349), o que pode ser justificado pela distribuição hídrica da região &#8211; que possui extensa bacia hidrográfica &#8211; e a fragilidade da vigilância. Acerca da faixa etária, aqueles entre 1 a 4 anos foram os mais afetados (n=396) por quase todos os grupos CID-10 analisados, exceto os outros riscos acidentais à respiração (W75-W84) em que as crianças menores de 1 ano foram as mais atingidas (n=114), isso ocorre devido a aspectos anatômicos e a pouca habilidade de comunicação dessa faixa etária para um pedido de socorro, o que dificulta uma intervenção precoce e aumenta o risco de óbito. CONCLUSÃO: A partir dos dados analisados, evidenciou-se que apesar da discreta redução desses óbitos ao longo dos anos, esses números ainda são elevados, demonstrando a necessidade de investimento em medidas preventivas e de educação em saúde, como orientação aos pais e responsáveis, treinamentos em Suporte Básico de Vida (SBV) e maior fiscalização de rios.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-dos-obitos-infantis-por-causas-externas-no-para-entre-os-anos-de-2017-a-2021/">ANÁLISE DOS ÓBITOS INFANTIS POR CAUSAS EXTERNAS NO PARÁ ENTRE OS ANOS DE 2017 A 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: Devido a características físicas e psicomotoras, a população pediátrica torna-se mais suscetível a sofrer lesões e acidentes por causas externas, de forma que estas são a segunda principal causa de hospitalização em indivíduos menores de 15 anos de idade. OBJETIVO: Analisar o perfil epidemiológico de óbitos por causas externas em crianças de 0 a 9 anos no estado do Pará entre 2017 e 2021. MÉTODO: Estudo epidemiológico observacional, descritivo e transversal, realizado a partir de dados secundários obtidos online no Departamento de Informática do SUS (DATASUS). Foram selecionadas as opções: Óbitos por causas externas e estado do Pará, além dos campos Grupo CID-10, ano do óbito e faixa etária. RESULTADOS: No período analisado foram registrados 784 óbitos sendo observado discreta redução de 2017 (n=182) a 2021 (n=164).  O Grupo CID-10 afogamentos e submersão acidentais (W65-W74) concentrou a maior parte dessas mortes (n=349), o que pode ser justificado pela distribuição hídrica da região &#8211; que possui extensa bacia hidrográfica &#8211; e a fragilidade da vigilância. Acerca da faixa etária, aqueles entre 1 a 4 anos foram os mais afetados (n=396) por quase todos os grupos CID-10 analisados, exceto os outros riscos acidentais à respiração (W75-W84) em que as crianças menores de 1 ano foram as mais atingidas (n=114), isso ocorre devido a aspectos anatômicos e a pouca habilidade de comunicação dessa faixa etária para um pedido de socorro, o que dificulta uma intervenção precoce e aumenta o risco de óbito. CONCLUSÃO: A partir dos dados analisados, evidenciou-se que apesar da discreta redução desses óbitos ao longo dos anos, esses números ainda são elevados, demonstrando a necessidade de investimento em medidas preventivas e de educação em saúde, como orientação aos pais e responsáveis, treinamentos em Suporte Básico de Vida (SBV) e maior fiscalização de rios.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-dos-obitos-infantis-por-causas-externas-no-para-entre-os-anos-de-2017-a-2021/">ANÁLISE DOS ÓBITOS INFANTIS POR CAUSAS EXTERNAS NO PARÁ ENTRE OS ANOS DE 2017 A 2021</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>INFLUÊNCIA DO USO DE TELAS NA ALIMENTAÇÃO DE PRÉ-ESCOLARES: UM PANORAMA DOS ÚLTIMOS 10 ANOS</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/influencia-do-uso-de-telas-na-alimentacao-de-pre-escolares-um-panorama-dos-ultimos-10-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45814</guid>

					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: A exposição excessiva e precoce às telas pode levar a problemas de socialização, queda no rendimento escolar e distúrbios do sono e da alimentação. A administração incorreta do tempo de exposição às telas, além de promover uma alimentação inadequada, relaciona-se com o condicionamento psicossocial prejudicado, incluindo o isolamento, uma vez que as refeições são importantes ferramentas de interação social. Dessa forma, essa desregulação alimentar e social proporciona um dano significativo no desenvolvimento e crescimento das crianças. OBJETIVOS: Identificar a relação entre a alimentação e o uso de telas em pré-escolares, com ênfase na influência dos danos causados. MÉTODOS: Trata-se de revisão integrativa de literatura, proveniente de produções científicas entre janeiro de 2014 a janeiro de 2024, utilizando as bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Pubmed, cujos descritores foram: alimentação, smartfone, telefones celulares, crianças pré escolares, pré escolares e atitude frente aos computadores, foram filtrados 4 artigos para a produção dessa pesquisa. RESULTADOS: Os estudos apontam a prevalência de sobrepeso e obesidade associados ao uso excessivo de tecnologias, cujos fatores estão relacionados tanto à alimentação inadequada ( petiscos e ¨fast foods¨) quanto ao sedentarismo influenciado pelo uso das telas. Somado a isso, crianças expostas a mais de duas horas diárias de telas estão suscetíveis a modificações no desenvolvimento nutricional, devido à desregulação da percepção do centro de fome e saciedade. Além disso, destaca-se na faixa etária pré-escolar o prejuízo nos aspectos sociais e emocionais associados ao uso de telas, intensificados pela ausência da família durante as refeições e a dinâmica familiar moderna de consumo exagerado de ultraprocessados. CONCLUSÃO: Portanto, é evidente que o uso exagerado de telas pelas crianças relaciona-se com prejuízos cognitivos, sociais e nutricionais, sendo fundamentais estratégias de saúde pública para mudar essa realidade crescente no Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/influencia-do-uso-de-telas-na-alimentacao-de-pre-escolares-um-panorama-dos-ultimos-10-anos/">INFLUÊNCIA DO USO DE TELAS NA ALIMENTAÇÃO DE PRÉ-ESCOLARES: UM PANORAMA DOS ÚLTIMOS 10 ANOS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: A exposição excessiva e precoce às telas pode levar a problemas de socialização, queda no rendimento escolar e distúrbios do sono e da alimentação. A administração incorreta do tempo de exposição às telas, além de promover uma alimentação inadequada, relaciona-se com o condicionamento psicossocial prejudicado, incluindo o isolamento, uma vez que as refeições são importantes ferramentas de interação social. Dessa forma, essa desregulação alimentar e social proporciona um dano significativo no desenvolvimento e crescimento das crianças. OBJETIVOS: Identificar a relação entre a alimentação e o uso de telas em pré-escolares, com ênfase na influência dos danos causados. MÉTODOS: Trata-se de revisão integrativa de literatura, proveniente de produções científicas entre janeiro de 2014 a janeiro de 2024, utilizando as bases de dados: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SCIELO) e Pubmed, cujos descritores foram: alimentação, smartfone, telefones celulares, crianças pré escolares, pré escolares e atitude frente aos computadores, foram filtrados 4 artigos para a produção dessa pesquisa. RESULTADOS: Os estudos apontam a prevalência de sobrepeso e obesidade associados ao uso excessivo de tecnologias, cujos fatores estão relacionados tanto à alimentação inadequada ( petiscos e ¨fast foods¨) quanto ao sedentarismo influenciado pelo uso das telas. Somado a isso, crianças expostas a mais de duas horas diárias de telas estão suscetíveis a modificações no desenvolvimento nutricional, devido à desregulação da percepção do centro de fome e saciedade. Além disso, destaca-se na faixa etária pré-escolar o prejuízo nos aspectos sociais e emocionais associados ao uso de telas, intensificados pela ausência da família durante as refeições e a dinâmica familiar moderna de consumo exagerado de ultraprocessados. CONCLUSÃO: Portanto, é evidente que o uso exagerado de telas pelas crianças relaciona-se com prejuízos cognitivos, sociais e nutricionais, sendo fundamentais estratégias de saúde pública para mudar essa realidade crescente no Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/influencia-do-uso-de-telas-na-alimentacao-de-pre-escolares-um-panorama-dos-ultimos-10-anos/">INFLUÊNCIA DO USO DE TELAS NA ALIMENTAÇÃO DE PRÉ-ESCOLARES: UM PANORAMA DOS ÚLTIMOS 10 ANOS</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>MENINGOTUBERCULOSE EM PRÉ ESCOLAR: UM RELATO DE CASO</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/meningotuberculose-em-pre-escolar-um-relato-de-caso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45813</guid>

					<description><![CDATA[<p>Introdução: Em 2021, estimou-se 1,2 milhões de casos de tuberculose em menores de 15 anos. A infecção ocorre por contactos familiares doentes. Crianças de 1 a 12 meses têm maior probabilidade de progredir para a doença e apresentam risco aumentado de meningite tuberculosa e tuberculose disseminada. Descrição do caso: E.I.E.M, 3 anos, apresentou hipoatividade e febre por 12 dias. Evoluiu com convulsão e rebaixamento do nível de consciência. Coletado líquor e realizada tomografia de crânio, sugestiva de meningite bacteriana, aventada hipótese de meningite tuberculosa e iniciado esquema tríplice  (Rifampicina, Isoniazida e Pirimetamina), associado à Dexametasona por 6 semanas. Confirmado diagnóstico por lavado gástrico e aspirado traqueal positivo para bacilo álcool-ácido resistente. A tomografia de abdome e torax demostrou tuberculose intestinal e pulmonar miliar. Apresentou movimentos de decorticação e midríase. A ressonância magnética identificou hidrocefalia hipertensiva, sendo realizado derivação ventrículo-peritoneal.Discussão: A meningite tuberculosa e miliar são mais frequentes entre neonatos e lactentes. As manifestações clínicas são insidiosas e progridem em três fases. A fase prodrômica, é inespecífica, com mal-estar, cefaleia e febre. A fase meningítica apresenta meningismo, letargia e confusão. Na fase paralítica há convulsões, estupor e coma. O diagnóstico é realizado correlacionando a tomografia de crânio com os achados do líquor e a positividade de pesquisa de BAAR em escarro, lavado gástrico ou linfonodo de paciente com sintomas neurológicos compatíveis. O tratamento de doze meses consiste no esquema tríplice por dois meses e fase de manutenção esquema duplo por dez meses. Nos casos graves, é preconizado dexametasona por quatro a oito semanas. A hidrocefalia é a principal complicação.Conclusão: Paciente admitido em fase paralítica, com necessidade de suporte ventilatório. Realizado diagnóstico e tratamento preconizado pelo Ministério da Saúde. Evoluiu com a principal complicação da doença e disautonomia neurológica. Após oitenta dias recebeu alta qualificada.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/meningotuberculose-em-pre-escolar-um-relato-de-caso/">MENINGOTUBERCULOSE EM PRÉ ESCOLAR: UM RELATO DE CASO</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Introdução: Em 2021, estimou-se 1,2 milhões de casos de tuberculose em menores de 15 anos. A infecção ocorre por contactos familiares doentes. Crianças de 1 a 12 meses têm maior probabilidade de progredir para a doença e apresentam risco aumentado de meningite tuberculosa e tuberculose disseminada. Descrição do caso: E.I.E.M, 3 anos, apresentou hipoatividade e febre por 12 dias. Evoluiu com convulsão  e rebaixamento do nível de consciência. Coletado líquor e realizada tomografia de crânio,  sugestiva de meningite bacteriana, aventada hipótese de meningite tuberculosa e iniciado esquema tríplice  (Rifampicina, Isoniazida e Pirimetamina), associado à Dexametasona por 6 semanas. Confirmado diagnóstico por lavado gástrico e aspirado traqueal positivo para bacilo álcool-ácido resistente. A tomografia de abdome e torax demostrou tuberculose intestinal e pulmonar miliar. Apresentou movimentos de decorticação e midríase. A ressonância magnética identificou hidrocefalia hipertensiva, sendo realizado derivação ventrículo-peritoneal.Discussão: A meningite tuberculosa e miliar são mais frequentes entre neonatos e lactentes. As manifestações clínicas são insidiosas e progridem em três fases. A fase prodrômica, é inespecífica, com mal-estar, cefaleia e febre. A fase meningítica apresenta meningismo, letargia e confusão. Na fase paralítica há convulsões, estupor e coma. O diagnóstico é realizado correlacionando a tomografia de crânio com os achados do líquor e a positividade de pesquisa de BAAR em escarro, lavado gástrico ou linfonodo de paciente com sintomas neurológicos compatíveis. O tratamento de doze meses consiste no esquema tríplice por dois meses e  fase de manutenção esquema duplo por dez meses. Nos casos graves, é preconizado dexametasona por quatro a oito semanas. A hidrocefalia é a principal complicação.Conclusão: Paciente admitido em fase paralítica, com necessidade de suporte ventilatório. Realizado diagnóstico e tratamento preconizado pelo Ministério da Saúde. Evoluiu com a principal complicação da doença e disautonomia neurológica. Após oitenta dias recebeu alta qualificada.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/meningotuberculose-em-pre-escolar-um-relato-de-caso/">MENINGOTUBERCULOSE EM PRÉ ESCOLAR: UM RELATO DE CASO</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>CRANIOLACUNIA: PERSISTÊNCIA INCOMUM DE ANOMALIA CRANIANA EM ADULTO- RELATO DE CASO</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/craniolacunia-persistencia-incomum-de-anomalia-craniana-em-adulto-relato-de-caso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45815</guid>

					<description><![CDATA[<p>Introdução: Craniolacunia, é uma irregularidade nos ossos membranosos do vértice, causada por displasia do periósteo. Resulta em falhas arredondadas desconformes no crânio, sem arcabouço ósseo, tendo somente periósteo e dura máter. Não é observada na base do crânio devido à matriz cartilaginosa. O diagnóstico é feito por exames de imagem como tomografia e raio-x, que mostram falhas e fusão das suturas cranianas. A anomalia não requer tratamento, pois a ossificação ocorre naturalmente entre o 4º e 6º mês após nascimento, não afetando o desenvolvimento cerebral. É rara em adultos, dificultando o diagnóstico, contudo, exames de imagem podem melhorar os diagnósticos e permitir melhor tratamento. Descrição do caso: Paciente do sexo feminino, 22 anos, deu entrada com queixa de cefaleia intensa sendo realizada TC de Crânio. Na tomografia foi evidenciado abertura óssea em área de ossos frontal e parietal direito. Foi solicitado o requerimento do prontuário de nascimento, para ver-se as condições de gestação e nascimento. Após análise, encontrou-se tais informações: RN, nascido de parto cesáreo, idade gestacional 32 semanas e 3 dias, Apgar 9/10 com peso inicial de 1145kg. Exame físico normal, exceto por fontanela anterior abaulada e disforme na área afetada. Recebeu alta hospitalar após 45 dias de internação em UTI neonatal, com 1845kg, em aleitamento materno misto e exame físico neurológico normal. Ademais, apresenta desenvolvimento cerebral sem comprometimento somático, psíquico ou complicações. Discussão: Sintomas: deformidade craniana e fontanela persistente. Achados do exame físico variam com a gravidade relacionada ao número de fenestras e sua extensão, podendo ser isolada ou associada a outras patologias como mielomeningocele. Geralmente não requer tratamento, exceto em casos persistentes que podem exigir cirurgia por estética e funcionalidade. Conclusão: O diagnóstico de craniolacunia é desafiador, pois os sintomas tendem a se solucionar espontaneamente. A conscientização é essencial para certificar cuidados adequados ao indivíduo acometido.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/craniolacunia-persistencia-incomum-de-anomalia-craniana-em-adulto-relato-de-caso/">CRANIOLACUNIA: PERSISTÊNCIA INCOMUM DE ANOMALIA CRANIANA EM ADULTO- RELATO DE CASO</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Introdução: Craniolacunia, é uma irregularidade nos ossos membranosos do vértice, causada por displasia do periósteo. Resulta em falhas arredondadas desconformes no crânio, sem arcabouço ósseo, tendo somente periósteo e dura máter. Não é observada na base do crânio devido à matriz cartilaginosa. O diagnóstico é feito por exames de imagem como tomografia e raio-x, que mostram falhas e fusão das suturas cranianas. A anomalia não requer tratamento, pois a ossificação ocorre naturalmente entre o 4º e 6º mês após nascimento, não afetando o desenvolvimento cerebral. É rara em adultos, dificultando o diagnóstico, contudo, exames de imagem podem melhorar os diagnósticos e permitir melhor tratamento.<br />
Descrição do caso: Paciente do sexo feminino, 22 anos, deu entrada com queixa de cefaleia intensa sendo realizada TC de Crânio. Na tomografia foi evidenciado abertura óssea em área de ossos frontal e parietal direito. Foi solicitado o requerimento do prontuário de nascimento, para ver-se as condições de gestação e nascimento. Após análise, encontrou-se tais informações:  RN, nascido de parto cesáreo, idade gestacional 32 semanas e 3 dias, Apgar 9/10 com peso inicial de 1145kg. Exame físico normal, exceto  por fontanela anterior abaulada e disforme na área afetada. Recebeu alta hospitalar após 45 dias de internação em UTI neonatal, com 1845kg, em aleitamento materno misto e exame físico neurológico normal. Ademais, apresenta desenvolvimento cerebral sem comprometimento somático, psíquico ou complicações.<br />
Discussão: Sintomas: deformidade craniana e fontanela persistente. Achados do exame físico variam com a gravidade relacionada ao número de fenestras e sua extensão, podendo ser isolada ou associada a outras patologias como mielomeningocele. Geralmente não requer tratamento, exceto em casos persistentes que podem exigir cirurgia por estética e funcionalidade.<br />
Conclusão: O diagnóstico de craniolacunia é desafiador, pois os sintomas tendem a se solucionar espontaneamente. A conscientização é essencial para certificar cuidados adequados ao indivíduo acometido.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/craniolacunia-persistencia-incomum-de-anomalia-craniana-em-adulto-relato-de-caso/">CRANIOLACUNIA: PERSISTÊNCIA INCOMUM DE ANOMALIA CRANIANA EM ADULTO- RELATO DE CASO</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ANÁLISE DOS HÁBITOS ALIMENTARES E CONSUMO ALIMENTAR DE ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DO RECIFE</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-dos-habitos-alimentares-e-consumo-alimentar-de-alunos-de-uma-escola-publica-do-recife/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45809</guid>

					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: Atualmente, questões nutricionais ocupam um lugar de destaque a nível mundial e as deficiências alimentares causam muitos danos, levando a desequilíbrios nutricionais. Dessa forma, a alimentação passa a ser um dos determinantes da saúde e da qualidade de vida de um indivíduo. OBJETIVO: Analisar os hábitos e consumo alimentar dos alunos de uma escola pública do Recife. MÉTODO: O presente trabalho é constituído por uma pesquisa de campo, cuja característica foi a aplicação de questionário, preconizado pelo Ministério da Saúde para análise de hábitos e consumo alimentar dos estudantes do ensino fundamental de uma escola municipal do Recife. Foram incluídas crianças regulamente matriculadas na escola, entre a faixa etária de 4 a 10 anos e que tiveram o termo de assentimento livre esclarecido (TALE) assinado pelos pais. Os dados foram processados e interpretados com auxílio de ferramenta via formulário on-line, Através da construção de tabelas apresentamos a porcentagem relativa às respostas dos participantes. RESULTADOS: Em relação à quantidade de refeições, das 117 crianças participantes da pesquisa, constatou-se que apenas 45,30% realizavam pelo menos 5 refeições diárias. No que se refere ao consumo alimentar, 84% das crianças consumiam feijão, 66% consumiam verduras e legumes, 80% consumiam hambúrguer e/ou embutidos, 90% consumiam bebidas adoçadas, 91% consumiam macarrão instantâneo e 85% consumiam biscoitos recheados, doces ou guloseimas. Tais dados revelam um bom consumo de verduras e legumes, entretanto, o consumo de doces, alimentos industrializados e bebidas adoçadas, os resultados são altos. Além disso, verificou-se que 79% das crianças faziam uso de celular ou assistiam à TV enquanto se alimentam. CONCLUSÃO: Em virtude dos aspectos mencionados, é notória uma inadequação significativa dos hábitos alimentares dos participantes de nosso estudo, sendo observado a elevada frequência de consumo de alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares simples.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-dos-habitos-alimentares-e-consumo-alimentar-de-alunos-de-uma-escola-publica-do-recife/">ANÁLISE DOS HÁBITOS ALIMENTARES E CONSUMO ALIMENTAR DE ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DO RECIFE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: Atualmente, questões nutricionais ocupam um lugar de destaque a nível mundial e as deficiências alimentares causam muitos danos, levando a desequilíbrios nutricionais. Dessa forma, a alimentação passa a ser um dos determinantes da saúde e da qualidade de vida de um indivíduo. OBJETIVO: Analisar os hábitos e consumo alimentar dos alunos de uma escola pública do Recife. MÉTODO: O presente trabalho é constituído por uma pesquisa de campo, cuja característica foi a aplicação de questionário, preconizado pelo Ministério da Saúde para análise de hábitos e consumo alimentar dos estudantes do ensino fundamental de uma escola municipal do Recife. Foram incluídas crianças regulamente matriculadas na escola, entre a faixa etária de 4 a 10 anos e que tiveram o termo de assentimento livre esclarecido (TALE) assinado pelos pais. Os dados foram processados e interpretados com auxílio de ferramenta via formulário on-line, Através da construção de tabelas apresentamos a porcentagem relativa às respostas dos participantes. RESULTADOS: Em relação à quantidade de refeições, das 117 crianças participantes da pesquisa, constatou-se que apenas 45,30% realizavam pelo menos 5 refeições diárias. No que se refere ao consumo alimentar, 84% das crianças consumiam feijão, 66% consumiam verduras e legumes, 80% consumiam hambúrguer e/ou embutidos, 90% consumiam bebidas adoçadas, 91% consumiam macarrão instantâneo e 85% consumiam biscoitos recheados, doces ou guloseimas. Tais dados revelam um bom consumo de verduras e legumes, entretanto, o consumo de doces, alimentos industrializados e bebidas adoçadas, os resultados são altos. Além disso, verificou-se que 79% das crianças faziam uso de celular ou assistiam à TV enquanto se alimentam. CONCLUSÃO: Em virtude dos aspectos mencionados, é notória uma inadequação significativa dos hábitos alimentares dos participantes de nosso estudo, sendo observado a elevada frequência de consumo de alimentos ultraprocessados e ricos em açúcares simples.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/analise-dos-habitos-alimentares-e-consumo-alimentar-de-alunos-de-uma-escola-publica-do-recife/">ANÁLISE DOS HÁBITOS ALIMENTARES E CONSUMO ALIMENTAR DE ALUNOS DE UMA ESCOLA PÚBLICA DO RECIFE</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GLICOGENOSE TIPO I: OS DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL E A ABORDAGEM TERAPÊUTICA</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/glicogenose-tipo-i-os-desafios-do-diagnostico-clinico-e-laboratorial-e-a-abordagem-terapeutica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 19:05:00 +0000</pubDate>
				<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=45811</guid>

					<description><![CDATA[<p>INTRODUÇÃO: A glicogenose tipo I (doença de Von Gierke) é uma doença rara de depósito, causada por deficiência no complexo da glicose-6-fosfatase, ocasionada por uma mutação genética que codifica esta enzima, responsável pela hidrólise da glicose-6-fosfato durante o metabolismo do glicogênio. A clínica inicial é de hipoglicemia (3 a 4 meses de idade), evoluindo com hepatoesplenomegalia, hiperlipidemia, acidose metabólica e comprometimento pôndero-estatural. Diagnósticado por testes genéticos. Tratamento visa manter níveis fisiológicos de glicose. DESCRIÇÃO DO CASO: Lactente, 6 meses, masculino, apresentando febre, dispneia, tosse, evacuações líquidas, hipoatividade e hepatomegalia há 1 dia. Estava em investigação prévia para doença de depósito, aguardando biópsia hepática, ainda sem diagnóstico. Sem antecedentes familiares, pré ou neonatais relevantes. Exames laboratoriais da internação evidenciaram acidose metabólica (PH 7,1, bicarbonato 4,4), hipertrigliceridemia, hipoglicemia e distúrbios de coagulação com hemorragia digestiva alta. Necessitando de cuidados intensivos para estabilização do quadro. Feito diagnostico de glicogenose devido hipoglicemia persistente, acompanhada de acidose metabólica, hipertrigliceridemia ( > 3000 mg/dl) e hepatoesplenomegalia. Iniciado amido de milho cru (14 gramas/dose de 3 em 3 horas),evoluindo com estabilização da glicemia, diminuição da dislipidemia, resolução do distúrbio acido-basico e involução da hepatoesplenomegalia. DISCUSSÃO: A apresentação clínica inicial, o agravamento progressivo do quadro durante a internação (piora da hepatomegalia e aparecimento de esplenomegalia) somados aos achados laboratoriais indicavam doença de deposito do metabolismo do glicogênio: glicogenose tipo I. A complexidade dessa condição requer uma abordagem multidisciplinar e um acompanhamento rigoroso do manejo clínico. CONCLUSÃO: O relato enfatiza a importância do reconhecimento precoce e do manejo adequado da glicogenose tipo I, dada a gravidade das manifestações clínicas e suas complicações potenciais. É importante diagnostico preciso para manejo da terapia e melhor prognóstico desses pacientes.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/glicogenose-tipo-i-os-desafios-do-diagnostico-clinico-e-laboratorial-e-a-abordagem-terapeutica/">GLICOGENOSE TIPO I: OS DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL E A ABORDAGEM TERAPÊUTICA</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> INTRODUÇÃO: A glicogenose tipo I (doença de Von Gierke) é uma doença rara de depósito, causada por deficiência no complexo da glicose-6-fosfatase, ocasionada por uma mutação genética que codifica esta enzima, responsável pela hidrólise da glicose-6-fosfato durante o metabolismo do glicogênio. A clínica inicial é de hipoglicemia (3 a 4 meses de idade), evoluindo com hepatoesplenomegalia, hiperlipidemia, acidose metabólica e comprometimento pôndero-estatural. Diagnósticado por testes genéticos. Tratamento visa manter níveis fisiológicos de glicose. DESCRIÇÃO DO CASO: Lactente, 6 meses, masculino, apresentando febre, dispneia, tosse, evacuações líquidas, hipoatividade e hepatomegalia há 1 dia. Estava em investigação prévia para doença de depósito, aguardando biópsia hepática, ainda sem diagnóstico. Sem antecedentes familiares, pré ou neonatais relevantes. Exames laboratoriais da internação evidenciaram acidose metabólica (PH 7,1, bicarbonato 4,4), hipertrigliceridemia, hipoglicemia e distúrbios de coagulação com hemorragia digestiva alta. Necessitando de cuidados intensivos para estabilização do quadro. Feito diagnostico de glicogenose devido hipoglicemia persistente, acompanhada de acidose metabólica, hipertrigliceridemia ( > 3000 mg/dl) e hepatoesplenomegalia. Iniciado amido de milho cru (14 gramas/dose de 3 em 3 horas),evoluindo com estabilização da glicemia, diminuição da dislipidemia, resolução do distúrbio acido-basico e involução da hepatoesplenomegalia. DISCUSSÃO: A apresentação clínica inicial, o agravamento progressivo do quadro durante a internação (piora da hepatomegalia e aparecimento de esplenomegalia) somados aos achados laboratoriais indicavam doença de deposito do metabolismo do glicogênio: glicogenose tipo I. A complexidade dessa condição requer uma abordagem multidisciplinar e um acompanhamento rigoroso do manejo clínico. CONCLUSÃO: O relato enfatiza a importância do reconhecimento precoce e do manejo adequado da glicogenose tipo I, dada a gravidade das manifestações clínicas e suas complicações potenciais. É importante diagnostico preciso para manejo da terapia e melhor prognóstico desses pacientes.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anais-do-congresso/glicogenose-tipo-i-os-desafios-do-diagnostico-clinico-e-laboratorial-e-a-abordagem-terapeutica/">GLICOGENOSE TIPO I: OS DESAFIOS DO DIAGNÓSTICO CLÍNICO E LABORATORIAL E A ABORDAGEM TERAPÊUTICA</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
