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	<title>Fabio Teófilo, Autor em SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Fabio Teófilo, Autor em SPSP</title>
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	<item>
		<title>Evolução nos cuidados e tratamentos da hemofilia</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/evolucao-nos-cuidados-e-tratamentos-da-hemofilia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Aproveitamos o Dia Internacional da Hemofilia, que acontece no dia 17 de abril, para falar um pouco sobre essa doença, como identificá-la e dar algumas dicas aos pais e cuidadores de crianças e adolescentes. A hemofilia é uma doença genética que afeta a capacidade do sangue de coagular corretamente. Isso acontece porque a pessoa nasce com falta ou deficiência de algumas proteínas, chamadas “fatores de coagulação”, que são essenciais para estancar sangramentos. Quando há falta do fator VIII, chamamos de hemofilia A, e do fator IX, de hemofilia B. Por causa dessa deficiência de fator, pequenos machucados podem sangrar por mais tempo que o normal e podem ocorrer sangramentos internos e espontâneos, especialmente nas articulações e músculos, mesmo sem trauma evidente. Para quem convive com a hemofilia, alguns cuidados no dia a dia ajudam a prevenir complicações e dar mais segurança ao paciente. É importante manter acompanhamento regular com um serviço especializado e seguir corretamente o tratamento prescrito. Em casa, vale adaptar o ambiente para reduzir riscos de quedas e traumas, principalmente para crianças pequenas, como a colocação de tapetes antiderrapantes e criar proteção em cantos, além de incentivar o uso de equipamentos de proteção em atividades físicas, como capacete, joelheira e cotoveleira, entre outros. Pais e cuidadores devem estar sempre atentos a sinais de sangramento. Deve-se seguir o plano previamente combinado com seu hematologista e procurar atendimento precoce em casos de inchaço, dor ou limitação de movimento nas articulações. Em casos de traumas mais graves ou na cabeça, sempre é necessário ser avaliado por um médico. É fundamental informar a escola e outros responsáveis sobre a condição da criança e como agir em caso de sangramento, tendo um plano de ação para emergências e acesso rápido ao fator de coagulação. Deve-se evitar medicamentos que aumentam o risco de sangramento, como anti-inflamatórios (por exemplo, o ibuprofeno) e antiagregantes (como o AAS), e manter as vacinas em dia (realizar preferencialmente por via subcutânea em centro de referência). Ao longo dos últimos 100 anos, o tratamento da hemofilia evoluiu de forma extraordinária, transformando uma condição frequentemente fatal na infância em uma doença crônica com boa qualidade de vida. No Brasil, desde o início e até hoje, todos os cuidados e tratamentos necessários são fornecidos pelo SUS. No início do século XX, as opções eram limitadas a transfusões de sangue total ou plasma, com eficácia restrita e muitas complicações. A partir da década de 1960, a introdução dos concentrados de fator de coagulação revolucionou o manejo, permitindo tratamento mais direcionado, embora tenha sido marcada, nas décadas seguintes, por complicações graves, como a transmissão de vírus (principalmente HIV e hepatites) através dos hemoderivados. Com o avanço das técnicas de purificação e o desenvolvimento de fatores recombinantes nas décadas de 1980 e 1990, a segurança aumentou significativamente. Atualmente, seu tratamento é feito principalmente com a reposição do fator de coagulação que falta, aplicado na veia, seja para tratar sangramentos ou para preveni-los de forma regular &#8211; a profilaxia regular tornou-se padrão de cuidado, prevenindo sangramentos e sequelas articulares. Mais recentemente, no início de 2026, uma nova medicação foi incorporada para uso em crianças abaixo de seis anos com hemofilia A grave: o emicizumabe, que é um medicamento aplicado de forma subcutânea, com menor frequência e que ajuda a “substituir” a função do fator VIII. Ele tem se mostrado muito eficaz na prevenção de sangramentos, inclusive em pacientes com formas mais complexas da doença, tornando o tratamento mais prático e melhorando a qualidade de vida dessas crianças. Ainda há espaço para avanços no tratamento, principalmente para os pacientes com hemofilia B. A área continua evoluindo rapidamente, com perspectivas promissoras de novos tratamentos, como as terapias de reequilíbrio da coagulação e a terapia gênica, que podem transformar ainda mais o tratamento no futuro. Relatora: Julia L. SionHematologista Pediátrica do Hospital Infantil Sabará e do Hemocentro do Hospital das Clínicas da FMUSP-SPMembro do Departamento Científico de Hematologia e Hemoterapia da SPSP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/evolucao-nos-cuidados-e-tratamentos-da-hemofilia/">Evolução nos cuidados e tratamentos da hemofilia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-da-Hemofilia-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Aproveitamos o Dia Internacional da Hemofilia, que acontece no dia 17 de abril, para falar um pouco sobre essa doença, como identificá-la e dar algumas dicas aos pais e cuidadores de crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A hemofilia é uma doença genética que afeta a capacidade do sangue de coagular corretamente. Isso acontece porque a pessoa nasce com falta ou deficiência de algumas proteínas, chamadas “fatores de coagulação”, que são essenciais para estancar sangramentos. Quando há falta do fator VIII, chamamos de hemofilia A, e do fator IX, de hemofilia B. Por causa dessa deficiência de fator, pequenos machucados podem sangrar por mais tempo que o normal e podem ocorrer sangramentos internos e espontâneos, especialmente nas articulações e músculos, mesmo sem trauma evidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem convive com a hemofilia, alguns cuidados no dia a dia ajudam a prevenir complicações e dar mais segurança ao paciente. É importante manter acompanhamento regular com um serviço especializado e seguir corretamente o tratamento prescrito.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casa, vale adaptar o ambiente para reduzir riscos de quedas e traumas, principalmente para crianças pequenas, como a colocação de tapetes antiderrapantes e criar proteção em cantos, além de incentivar o uso de equipamentos de proteção em atividades físicas, como capacete, joelheira e cotoveleira, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Pais e cuidadores devem estar sempre atentos a sinais de sangramento. Deve-se seguir o plano previamente combinado com seu hematologista e procurar atendimento precoce em casos de inchaço, dor ou limitação de movimento nas articulações. Em casos de traumas mais graves ou na cabeça, sempre é necessário ser avaliado por um médico.</p>
<p style="text-align: justify;">É fundamental informar a escola e outros responsáveis sobre a condição da criança e como agir em caso de sangramento, tendo um plano de ação para emergências e acesso rápido ao fator de coagulação.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se evitar medicamentos que aumentam o risco de sangramento, como anti-inflamatórios (por exemplo, o ibuprofeno) e antiagregantes (como o AAS), e manter as vacinas em dia (realizar preferencialmente por via subcutânea em centro de referência).</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos últimos 100 anos, o tratamento da hemofilia evoluiu de forma extraordinária, transformando uma condição frequentemente fatal na infância em uma doença crônica com boa qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, desde o início e até hoje, todos os cuidados e tratamentos necessários são fornecidos pelo SUS. No início do século XX, as opções eram limitadas a transfusões de sangue total ou plasma, com eficácia restrita e muitas complicações. A partir da década de 1960, a introdução dos concentrados de fator de coagulação revolucionou o manejo, permitindo tratamento mais direcionado, embora tenha sido marcada, nas décadas seguintes, por complicações graves, como a transmissão de vírus (principalmente HIV e hepatites) através dos hemoderivados. Com o avanço das técnicas de purificação e o desenvolvimento de fatores recombinantes nas décadas de 1980 e 1990, a segurança aumentou significativamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, seu tratamento é feito principalmente com a reposição do fator de coagulação que falta, aplicado na veia, seja para tratar sangramentos ou para preveni-los de forma regular &#8211; a profilaxia regular tornou-se padrão de cuidado, prevenindo sangramentos e sequelas articulares.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais recentemente, no início de 2026, uma nova medicação foi incorporada para uso em crianças abaixo de seis anos com hemofilia A grave: o emicizumabe, que é um medicamento aplicado de forma subcutânea, com menor frequência e que ajuda a “substituir” a função do fator VIII. Ele tem se mostrado muito eficaz na prevenção de sangramentos, inclusive em pacientes com formas mais complexas da doença, tornando o tratamento mais prático e melhorando a qualidade de vida dessas crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda há espaço para avanços no tratamento, principalmente para os pacientes com hemofilia B. A área continua evoluindo rapidamente, com perspectivas promissoras de novos tratamentos, como as terapias de reequilíbrio da coagulação e a terapia gênica, que podem transformar ainda mais o tratamento no futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Julia L. Sion<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Hematologista Pediátrica do Hospital Infantil Sabará e do Hemocentro do Hospital das Clínicas da FMUSP-SP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Hematologia e Hemoterapia da SPSP</strong></p>
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		<item>
		<title>PODCAST: Engasgo &#8211; cuidados importantes, com Marina Buarque de Almeida</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/podcast-engasgo-cuidados-importantes-com-marina-buarque-de-almeida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 14:23:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 17/04/26 Com a participação de Marina Buarque de Almeida, do Departamento Científico de Pneumologia da SPSP, este podcast fala sobre alimentos perigosos para crianças com menos de 3 anos de idade.  Clique no play e ouça:</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/podcast-engasgo-cuidados-importantes-com-marina-buarque-de-almeida/">PODCAST: Engasgo &#8211; cuidados importantes, com Marina Buarque de Almeida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<p>Texto divulgado em 17/04/26</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Com a participação de Marina Buarque de Almeida, do Departamento Científico de Pneumologia da SPSP, este podcast fala sobre alimentos perigosos para crianças com menos de 3 anos de idade. </p>
<p><strong>Clique no play e ouça:</strong></p>



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<p></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/podcast-engasgo-cuidados-importantes-com-marina-buarque-de-almeida/">PODCAST: Engasgo &#8211; cuidados importantes, com Marina Buarque de Almeida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<title>VÍDEO: Doenças Respiratórias, com Vera Rullo</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/video-doencas-respiratorias-com-vera-rullo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:40:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Videos SPSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/rullo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/rullo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/rullo-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/rullo-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 17/04/26   Com a participação de Vera Rullo, do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da SPSP, este vídeo fala sobre o período do outono e do inverno e as doenças respiratórias.   Assista      </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/video-doencas-respiratorias-com-vera-rullo/">VÍDEO: Doenças Respiratórias, com Vera Rullo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<div>Texto divulgado em 17/04/26<hr /></div>
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<div id="m_-6759208681574215875expanded"><span dir="auto" role="text"><span dir="auto">Com a participação de Vera Rullo, do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da SPSP, este vídeo fala sobre o período do outono e do inverno e as doenças respiratórias.</span></span></div>
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		<item>
		<title>Ação de Mobilização nas Estações da CPTM</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/acao-de-mobilizacao-nas-estacoes-da-cptm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 12:32:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 17/04/26 A SPSP promoverá mais uma ação de conscientização sobre a importância da leitura. No dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro, a SPSP está mobilizando toda a população para doação de livros nas estantes da CPTM. Essa iniciativa faz parte da Campanha Leitura em Família, que foi lançada em 2024 e tem como objetivo principal incentivar a leitura em todas as faixas etárias, com medidas de conscientização sobre o impacto da leitura no desenvolvimento emocional, cognitivo, na linguagem e no fortalecimento de laços e afeto. As estações participantes desta ação, que farão a captação de livros nas suas estantes, são: Luz, Ipiranga, Mooca e Ribeirão Pires. Separe os livros que você não utiliza mais e contribua. Aproveite e escolha um livro e leve para casa para ler em família!</p>
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<p>Texto divulgado em 17/04/26</p>



<p>A SPSP promoverá mais uma ação de conscientização sobre a importância da leitura. No dia 23 de abril, Dia Mundial do Livro, a SPSP está mobilizando toda a população para doação de livros nas estantes da CPTM.</p>



<p>Essa iniciativa faz parte da Campanha Leitura em Família, que foi lançada em 2024 e tem como objetivo principal incentivar a leitura em todas as faixas etárias, com medidas de conscientização sobre o impacto da leitura no desenvolvimento emocional, cognitivo, na linguagem e no fortalecimento de laços e afeto.</p>



<p>As estações participantes desta ação, que farão a captação de livros nas suas estantes, são: Luz, Ipiranga, Mooca e Ribeirão Pires. Separe os livros que você não utiliza mais e contribua. Aproveite e escolha um livro e leve para casa para ler em família!</p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/acao-de-mobilizacao-nas-estacoes-da-cptm/">Ação de Mobilização nas Estações da CPTM</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>RPPED: Neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na infância e descrição de uma nova variante</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/rpped-neoplasia-endocrina-multipla-tipo-1-na-infancia-e-descricao-de-uma-nova-variante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 17:24:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 16/04/26 A Revista Paulista de Pediatria publicou o manuscrito de autoria de Sales MTA et al “Neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na infância e descrição de uma nova variante”. O trabalho descreveu um caso de neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na faixa etária pediátrica e seu diagnóstico molecular. Leia o artigo publicado na RPPED no volume 43, 2025</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/rpped-neoplasia-endocrina-multipla-tipo-1-na-infancia-e-descricao-de-uma-nova-variante/">RPPED: Neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na infância e descrição de uma nova variante</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Texto divulgado em 16/04/26</p>
<hr />
<p><br />A Revista Paulista de Pediatria publicou o manuscrito de autoria de Sales MTA et al “Neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na infância e descrição de uma nova variante”.<br /><br />O trabalho descreveu um caso de neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na faixa etária pediátrica e seu diagnóstico molecular.<br /><br /><strong><a href="https://doi.org/10.1590/1984-0462/2025/43/2024175">Leia o artigo publicado na RPPED no volume 43, 2025</a></strong><br /><br /><br /></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/rpped-neoplasia-endocrina-multipla-tipo-1-na-infancia-e-descricao-de-uma-nova-variante/">RPPED: Neoplasia endócrina múltipla tipo 1 na infância e descrição de uma nova variante</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontro com o Especialista abordou a depressão dos pais e seus impactos na saúde das crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-abordou-a-depressao-dos-pais-e-seus-impactos-na-saude-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:57:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 15/04/2026 Aconteceu, no dia 14 de abril, o Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) de Saúde Mental da SPSP, com o objetivo de auxiliar o pediatra a entender as possíveis implicações na criança e no ambiente familiar nos casos de depressão materna e paterna. O Encontro foi coordenado por Fernando Lamano, presidente do NE de Saúde Mental da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como palestrantes Arianne Angelelli e Cristiane da Silva Geraldo Folino, respectivamente vice-presidente e membro do NE de Saúde Mental da SPSP. Os tópicos discutidos foram: Reconhecendo a depressão paterna e seus impactos e Reconhecendo a depressão materna e seus impactos. Ao final do evento, houve uma sessão de discussão com perguntas do público aos especialistas. A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).  </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;">Texto divulgado em 15/04/2026</p>
<hr />
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Aconteceu, no dia 14 de abril, o Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema <em>Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança</em>. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) de Saúde Mental da SPSP, com o objetivo de auxiliar o pediatra a entender as possíveis implicações na criança e no ambiente familiar nos casos de depressão materna e paterna.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O Encontro foi coordenado por Fernando Lamano, presidente do NE de Saúde Mental da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como palestrantes Arianne Angelelli e Cristiane da Silva Geraldo Folino, respectivamente vice-presidente e membro do NE de Saúde Mental da SPSP.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Os tópicos discutidos foram: <strong>Reconhecendo a depressão paterna e seus impactos</strong> e <strong>Reconhecendo a depressão materna e seus impactos</strong>. Ao final do evento, houve uma sessão de discussão com perguntas do público aos especialistas.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.spspeduca.org.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1776358035550000&amp;usg=AOvVaw050g8gKpS_-7_7GalqTPIJ">www.spspeduca.org.br</a>).  </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-abordou-a-depressao-dos-pais-e-seus-impactos-na-saude-das-criancas/">Encontro com o Especialista abordou a depressão dos pais e seus impactos na saúde das crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dia do “Desarmamento Infantil”</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-do-desarmamento-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 16:22:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adultos]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Armas de Fogo]]></category>
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		<category><![CDATA[supervisão]]></category>
		<category><![CDATA[Violentos]]></category>
		<category><![CDATA[Virtuais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-500x500.png 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Desde 2001, no dia 15 de abril é comemorado o Dia do Desarmamento Infantil, data criada com o objetivo principal de debater as consequências que o uso de armas por crianças (incluindo as de brinquedo e as virtuais) pode causar em relação ao aumento da violência. As armas de fogo são a principal causa de morte entre crianças e adolescentes nos EUA e em vários países do mundo. A maioria dos ferimentos, em crianças, está relacionada ao armazenamento inadequado das mesmas em casa. Muito se fala a respeito de segurança com arma de fogo. O que se tem bem estabelecido é que a forma mais segura de proteger uma criança/adolescente de lesões é não ter armas em casa. Crianças pequenas são curiosas, exploram e diante de uma arma não têm capacidade de entender o perigo. Adolescentes, por outro lado, vivem fases de impulsividade, conflitos emocionais e busca por identidade. Nesse contexto, o acesso a uma arma pode transformar um momento passageiro em uma tragédia irreversível. Se houver arma em casa, ela deverá estar armazenada adequadamente – em cofre com chave ou segredo (que a criança/adolescente desconheçam) e estar descarregada (a munição deverá ser guardada separadamente). Portanto, nem crianças nem adolescentes devem ter acesso a armas de fogo. Devem ser ensinados a não mexer caso encontrem uma arma, sair da área e avisar um adulto. Mas e quanto à premissa de que crianças e adolescentes que brincam com armas de brinquedo ou virtuais podem se tornar adultos violentos? Não há estudos consistentes mostrando que crianças que brincam com armas de brinquedo (revólveres, espingardas, espadas etc.) serão adultos mais violentos ou terão comportamento criminoso na vida adulta. Elas aprendem educando o imaginário, ao representar papéis como herói, polícia, vilão. Exploram conceitos de certo e errado, de justiça, poder e proteção. Brincar dessa forma pode ajudar a controlar impulsos agressivos e a aprender a autorregulação em um ambiente controlado. A expressão de agressividade depende de uma série de fatores ambientais durante o desenvolvimento do indivíduo. Essa é a base da psicologia do desenvolvimento: o comportamento agressivo não nasce de um único fator, mas sim da interação entre a criança e o ambiente em que ela cresce. O modelo dos adultos com quem ela convive (pais, cuidadores, responsáveis), seu ambiente emocional (seguro x instável), a exposição à violência real (doméstica, comunitária), suas relações sociais (acolhimento x rejeição), cultura e valores familiares, essa interação de fatores, ensinam a criança como expressar emoções (inclusive raiva). Portanto, não é a arma de brinquedo que ensina violência – é o contexto que molda o significado da brincadeira. Contudo, a segurança física é indispensável. Responsáveis devem garantir que os brinquedos sejam adequados à faixa etária e não se assemelhem excessivamente a armas reais. Equipamentos que disparam projéteis não devem ser utilizados em crianças de qualquer idade – e exigem dispositivos de proteção e supervisão, pois podem causar ferimentos graves. O Dia do “Desarmamento Infantil” deve focar na prevenção de acidentes com armas de fogo, através da premissa bem estabelecida de que crianças não têm maturidade para lidar com armas reais A prevenção deve estar em: reduzir acesso a armas reais, ensinar diferença entre fantasia e realidade e supervisão ativa.   Saiba mais: . Smith S, Ferguson CJ, Beaver KM. Learning to blast a way into crime, or just good clean fun? Examining aggressive play with toy weapons and its relation with crime. Crim Behav Ment Health. 2018;28:313–323. https://doi.org/10.1002/cbm.2070 . Ferguson CJ. Does media violence predict societal violence? It depends on what you look at and when. Journal of Communication, November 2014. https://doi.org/10.1111/jcom.12129 . AAP &#8211; Pediatric patient education. A parent&#8217;s guide to toy safety. Apr 03 2025 Disponível em: https://www.pediatrust.com/safety/a-parents-guide-to-toy-safety   Relatora: Tania ZamataroMembro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSPCoordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP    </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dia-do-desarmamento-infantil/">Dia do “Desarmamento Infantil”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-do-Desarmamento-Infantil-500x500.png 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Desde 2001, no dia 15 de abril é comemorado o Dia do Desarmamento Infantil, data criada com o objetivo principal de debater as consequências que o uso de armas por crianças (incluindo as de brinquedo e as virtuais) pode causar em relação ao aumento da violência.</p>
<p style="text-align: justify;">As armas de fogo são a principal causa de morte entre crianças e adolescentes nos EUA e em vários países do mundo. A maioria dos ferimentos, em crianças, está relacionada ao armazenamento inadequado das mesmas em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito se fala a respeito de segurança com arma de fogo. O que se tem bem estabelecido é que a forma mais segura de proteger uma criança/adolescente de lesões é <strong>não ter armas em casa.</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Crianças pequenas são curiosas, exploram e diante de uma arma não têm capacidade de entender o perigo.</li>
<li>Adolescentes, por outro lado, vivem fases de impulsividade, conflitos emocionais e busca por identidade. Nesse contexto, o acesso a uma arma pode transformar um momento passageiro em uma tragédia irreversível.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se houver arma em casa, ela deverá estar armazenada adequadamente –</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>em cofre com chave ou segredo (que a criança/adolescente desconheçam) e estar descarregada (a munição deverá ser guardada separadamente).</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Portanto, nem crianças nem adolescentes devem ter acesso a armas de fogo. Devem ser ensinados a não mexer caso encontrem uma arma, sair da área e avisar um adulto.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mas e quanto à premissa de que crianças e adolescentes que brincam com armas de brinquedo ou virtuais podem se tornar adultos violentos?</p>
<p style="text-align: justify;">Não há estudos consistentes mostrando que crianças que brincam com armas de brinquedo (revólveres, espingardas, espadas etc.) serão adultos mais violentos ou terão comportamento criminoso na vida adulta. Elas aprendem educando o imaginário, ao representar papéis como herói, polícia, vilão. Exploram conceitos de certo e errado, de justiça, poder e proteção. Brincar dessa forma pode ajudar a controlar impulsos agressivos e a aprender a autorregulação em um ambiente controlado.</p>
<p style="text-align: justify;">A expressão de agressividade depende de uma série de fatores ambientais durante o desenvolvimento do indivíduo. Essa é a base da psicologia do desenvolvimento: o comportamento agressivo não nasce de um único fator, mas sim da interação entre a criança e o ambiente em que ela cresce. O modelo dos adultos com quem ela convive (pais, cuidadores, responsáveis), seu ambiente emocional (seguro x instável), a exposição à violência real (doméstica, comunitária), suas relações sociais (acolhimento x rejeição), cultura e valores familiares, essa interação de fatores, ensinam a criança como expressar emoções (inclusive raiva). Portanto, não é a arma de brinquedo que ensina violência – é o contexto que molda o significado da brincadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a segurança física é indispensável. Responsáveis devem garantir que os brinquedos sejam adequados à faixa etária e não se assemelhem excessivamente a armas reais. Equipamentos que disparam projéteis não devem ser utilizados em crianças de qualquer idade – e exigem dispositivos de proteção e supervisão, pois podem causar ferimentos graves.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia do “Desarmamento Infantil” deve focar na prevenção de acidentes com armas de fogo, através da premissa bem estabelecida de que <strong>crianças não têm maturidade para lidar com armas reais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção deve estar em: reduzir acesso a armas reais, ensinar diferença entre fantasia e realidade e supervisão ativa.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">. Smith S, Ferguson CJ, Beaver KM. Learning to blast a way into crime, or just good clean fun? Examining aggressive play with toy weapons and its relation with crime. Crim Behav Ment Health. 2018;28:313–323. <a href="https://doi.org/10.1002/cbm.2070">https://doi.org/10.1002/cbm.2070</a></p>
<p style="text-align: justify;">. Ferguson CJ. Does media violence predict societal violence? It depends on what you look at and when. Journal of Communication, November 2014. <a href="https://doi.org/10.1111/jcom.12129">https://doi.org/10.1111/jcom.12129</a></p>
<p style="text-align: justify;">. AAP &#8211; Pediatric patient education. A parent&#8217;s guide to toy safety. Apr 03 2025 Disponível em: https://www.pediatrust.com/safety/a-parents-guide-to-toy-safety</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tania Zamataro<br />Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP<br />Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dia-do-desarmamento-infantil/">Dia do “Desarmamento Infantil”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Aconteceu: Curso de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco &#8211; Diretrizes SBP</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/aconteceu-curso-de-transporte-do-recem-nascido-de-alto-risco-diretrizes-sbp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=56210</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 14/04/2026 A SPSP promoveu o Curso de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco – Diretrizes SBP, em sua sede, no dia 10 de abril, atividade organizada pela Diretoria de Cursos e Eventos da SPSP e Programa de Reanimação Neonatal SBP/SPSP, com o objetivo de ensinar médicos, residentes em pediatria, neonatologia, emergência pediátrica, medicina intensiva pediátrica, entre outras áreas de atuação em pediatria, além de estudantes de 5º e 6º anos de medicina, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde de nível superior a realizar o transporte intra-hospitalar e inter-hospitalar do recém-nascido de alto risco, de modo eficiente e seguro, incluindo profissionais do SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, com base nas diretrizes da SBP 2024. Sob coordenação de Mandira Daripa Kawakami e Silvia Heloisa M. Loffredo, o curso contou com 6 participantes, que tiveram 1 aula teórica e 4 aulas práticas, versando sobre os requisitos básicos e os problemas mais frequentes relacionados ao transporte de recém-nascidos de alto risco. Nas aulas práticas com incubadora de transporte, bomba perfusora, manequim de intubação e ventilador mecânico manual em T, a instrutora credenciada do PRN-SBP Leticia Sefrin Helzel ministrou o treinamento. Na oportunidade, também foi apresentado um vídeo sobre Funcionamento da Incubadora de Transporte Neonatal (acesso livre em www.sbp.com.br/especiais/reanimacao/). Material didático para leitura prévia ao curso – Manual de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco: Diretrizes SBP 2024, disponível na Secretaria do PRN-SBP (11-3068-8595 ou reanimacao@sbp.com.br)  Clique aqui para obter o Certificado de aprovação com autenticação  (validade até março de 2030). Informações: (11) 3284-9809 com Társis  </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/aconteceu-curso-de-transporte-do-recem-nascido-de-alto-risco-diretrizes-sbp/">Aconteceu: Curso de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco &#8211; Diretrizes SBP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;">Texto divulgado em 14/04/2026</p>
<hr />
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A SPSP promoveu o <em>Curso de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco – Diretrizes SBP</em>, em sua sede, no dia 10 de abril, atividade organizada pela Diretoria de Cursos e Eventos da SPSP e Programa de Reanimação Neonatal SBP/SPSP, com o objetivo de ensinar médicos, residentes em pediatria, neonatologia, emergência pediátrica, medicina intensiva pediátrica, entre outras áreas de atuação em pediatria, além de estudantes de 5º e 6º anos de medicina, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas e outros profissionais de saúde de nível superior a realizar o transporte intra-hospitalar e inter-hospitalar do recém-nascido de alto risco, de modo eficiente e seguro, incluindo profissionais do SAMU – Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, com base nas diretrizes da SBP 2024.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Sob coordenação de Mandira Daripa Kawakami e Silvia Heloisa M. Loffredo, o curso contou com 6 participantes, que tiveram 1 aula teórica e 4 aulas práticas, versando sobre os requisitos básicos e os problemas mais frequentes relacionados ao transporte de recém-nascidos de alto risco. Nas aulas práticas com incubadora de transporte, bomba perfusora, manequim de intubação e ventilador mecânico manual em T, a instrutora credenciada do PRN-SBP Leticia Sefrin Helzel ministrou o treinamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na oportunidade, também foi apresentado um vídeo sobre Funcionamento da Incubadora de Transporte Neonatal (acesso livre em <a href="http://www.sbp.com.br/especiais/reanimacao/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.sbp.com.br/especiais/reanimacao/&amp;source=gmail&amp;ust=1776259509511000&amp;usg=AOvVaw2tcGfUbNzYLOx0SH_ErXwD">www.sbp.com.br/especiais/reanimacao/</a>).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Material didático para leitura prévia ao curso</strong> – Manual de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco: Diretrizes SBP 2024, disponível na Secretaria do PRN-SBP (11-3068-8595 ou <a href="mailto:reanimacao@sbp.com.br">reanimacao@sbp.com.br</a>) </p>
<p style="font-weight: 400;">Clique aqui para obter o <a href="http://www.prnsbp.com.br/Sistemas/Reanimacao/CertificadoCPF.aspx" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.prnsbp.com.br/Sistemas/Reanimacao/CertificadoCPF.aspx&amp;source=gmail&amp;ust=1776259509511000&amp;usg=AOvVaw06W1RMl8o8aCX-GHfIqEO0">Certificado de aprovação</a><u> com autenticação</u>  (validade até março de 2030).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Informações:</strong> (11) 3284-9809 com Társis</p>
<p> </p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2.jpeg" rel="prettyphoto[56210]"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="56213" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-56213" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2-1024x768.jpeg 1024w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2-300x225.jpeg 300w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2-768x576.jpeg 768w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2-150x113.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-2.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-1.jpeg" rel="prettyphoto[56210]"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="56214" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-1-768x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-56214" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-1-768x1024.jpeg 768w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-1-225x300.jpeg 225w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-1-113x150.jpeg 113w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Curso-de-Transporte-do-Recem-Nascido-foto-1.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>
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<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/aconteceu-curso-de-transporte-do-recem-nascido-de-alto-risco-diretrizes-sbp/">Aconteceu: Curso de Transporte do Recém-Nascido de Alto Risco &#8211; Diretrizes SBP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Regional Baixada Santista da SPSP promoveu XX Encontro Estadual de Imunizações</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/regional-baixada-santista-da-spsp-promoveu-xx-encontro-estadual-de-imunizacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 14:20:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=56207</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 14/04/2026 No dia 11 de abril foi realizado, de forma presencial, no Anfiteatro da Faculdade de Medicina UNOESTE, no Guarujá, SP, o XX Encontro Estadual de Imunizações. Organizado pela SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações de São Paulo, e realizado pela Regional Baixada Santista da SPSP e pela SBIM, o evento, que teve como público-alvo médicos, enfermeiros, estudantes de medicina e técnicos de enfermagem, objetivou promover uma atualização científica e capacitação em vacinas. A atividade, que teve 167 participantes, contou com a presença de especialistas do Departamento Científico de Imunizações da SPSP e da SBIM, entre os quais Silvia Bardella, Mildred Traldi, Silvia Viesti, Melissa Palmieri, Giuliana Forte, Evelin Placido, Eitan Berezin, Gelvana Barreto e Paulo Falangue. Quem realizou a abertura do evento foram o secretário de Saúde de Guarujá, Carlos Alberto de Castro Soares, o coordenador da Vigilância Sanitária de Guarujá, Marco Chacon, e a coordenadora do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina da UNOESTE. Os temas abordados foram:  Vacinação do Adolescente: HPV/dTpa ou dT/meningite/dengue; Público 50+ – Como se preparar para longevidade; Atualização do calendário da gestante; Vírus sincicial respiratório no lactente: prevenção; ESAVI – Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou Imunização: vigilância e manejo; Enfrentamento da dengue no Guarujá: desafios e êxitos; COVID/VSR/PNEUMO (período da tarde): Ética profissional na prática da imunização e como enfrentar desinformações em vacinas; Técnica correta de aplicação de imunobiológicos: segurança do paciente e do profissional  e Estratégias de comunicação em vacinação. Após as palestras, houve a mesa de encerramento, debate final e mensagens-chave do simpósio.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/regional-baixada-santista-da-spsp-promoveu-xx-encontro-estadual-de-imunizacoes/">Regional Baixada Santista da SPSP promoveu XX Encontro Estadual de Imunizações</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;">Texto divulgado em 14/04/2026</p>
<hr />
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">No dia 11 de abril foi realizado, de forma presencial, no Anfiteatro da Faculdade de Medicina UNOESTE, no Guarujá, SP, o <em>XX Encontro Estadual de Imunizações</em>. Organizado pela SBIM – Sociedade Brasileira de Imunizações de São Paulo, e realizado pela Regional Baixada Santista da SPSP e pela SBIM, o evento, que teve como público-alvo médicos, enfermeiros, estudantes de medicina e técnicos de enfermagem, objetivou promover uma atualização científica e capacitação em vacinas.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A atividade, que teve 167 participantes, contou com a presença de especialistas do Departamento Científico de Imunizações da SPSP e da SBIM, entre os quais Silvia Bardella, Mildred Traldi, Silvia Viesti, Melissa Palmieri, Giuliana Forte, Evelin Placido, Eitan Berezin, Gelvana Barreto e Paulo Falangue. Quem realizou a abertura do evento foram o secretário de Saúde de Guarujá, Carlos Alberto de Castro Soares, o coordenador da Vigilância Sanitária de Guarujá,<strong> </strong>Marco Chacon, e a coordenadora do Curso de Medicina da Faculdade de Medicina da UNOESTE.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Os temas abordados foram:  <strong>Vacinação do Adolescente: HPV/dTpa ou dT/meningite/dengue</strong>; <strong>Público 50+ – Como se preparar para longevidade</strong>; <strong>Atualização do calendário da gestante</strong>; <strong>Vírus sincicial respiratório no lactente: prevenção</strong>; <strong>ESAVI – Eventos Supostamente Atribuíveis à Vacinação ou Imunização: vigilância e manejo</strong>; <strong>Enfrentamento da dengue no Guarujá: desafios e êxitos</strong>; <strong>COVID/VSR/PNEUMO (período da tarde): Ética profissional na prática da imunização e como enfrentar desinformações em vacinas</strong>; <strong>Técnica correta de aplicação de imunobiológicos: segurança do paciente e do profissional</strong>  e <strong>Estratégias de comunicação em vacinação</strong>. Após as palestras, houve a mesa de encerramento, debate final e mensagens-chave do simpósio.</p>
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		<title>Encontro com o Especialista &#8211; Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-depressao-dos-pais-e-impactos-na-saude-da-crianca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:24:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=55537</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Encontro-depressadospais-14ABR-BannerG-69-69-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Encontro-depressadospais-14ABR-BannerG-69-69-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Encontro-depressadospais-14ABR-BannerG-69-69-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Encontro-depressadospais-14ABR-BannerG-69-69-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Aconteceu, no dia 14 de abril, o&#160;Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&#160;Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) de Saúde Mental da SPSP, com o objetivo de auxiliar o pediatra a entender as possíveis implicações na criança e no ambiente familiar nos casos de depressão materna e paterna. O Encontro foi coordenado por Fernando Lamano, presidente do NE de Saúde Mental da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como palestrantes Arianne Angelelli e Cristiane da Silva Geraldo Folino, respectivamente vice-presidente e membro do NE de Saúde Mental da SPSP. Os tópicos discutidos foram:&#160;Reconhecendo a depressão paterna&#160;e seus impactos&#160;e&#160;Reconhecendo a depressão materna e seus impactos. Ao final do evento, houve uma sessão de discussão com perguntas do público aos especialistas. A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).&#160;&#160; &#8211; Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa: Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança 19h30 &#8211; 19h35 &#8211; AberturaDr. Fernando Lamano 19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Reconhecendo a depressão paterna e seus impactosDra. Arianne Angelelli 20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Reconhecendo a depressão materna e seus impactosDra. Cristiane da Silva Geraldo Folino 20h35 &#8211; 21h30 &#8211; Discussão e perguntas &#8211; Dr. Fernando LamanoPresidente do Núcleo de Estudos em Saúde Mental da SPSPMembro do Departamento de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento da SBP Dra. Arianne AngelelliVice-Presidente do NE de Saúde Mental da SPSPPsiquiatra. Autora do livro “Paternidade e Saúde Mental: Parentalidade, Psiquismo e Transformações” Dra. Cristiane da Silva Geraldo FolinoMembro do Núcleo de Saúde Mental da SPSPPsicanalista Doutora pela USP</p>
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<p>Aconteceu, no dia 14 de abril, o&nbsp;Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&nbsp;<em>Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança</em>. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) de Saúde Mental da SPSP, com o objetivo de auxiliar o pediatra a entender as possíveis implicações na criança e no ambiente familiar nos casos de depressão materna e paterna.</p>



<p>O Encontro foi coordenado por Fernando Lamano, presidente do NE de Saúde Mental da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como palestrantes Arianne Angelelli e Cristiane da Silva Geraldo Folino, respectivamente vice-presidente e membro do NE de Saúde Mental da SPSP.</p>



<p>Os tópicos discutidos foram:&nbsp;<strong>Reconhecendo a depressão paterna&nbsp;e seus impactos</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Reconhecendo a depressão materna e seus impactos</strong>. Ao final do evento, houve uma sessão de discussão com perguntas do público aos especialistas.</p>



<p>A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.spspeduca.org.br</a>).&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa: Depressão dos Pais e Impactos na Saúde da Criança</strong></td></tr><tr><td><strong>19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura<br></strong>Dr. Fernando Lamano</td></tr><tr><td><strong>19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Reconhecendo a depressão paterna</strong> <strong>e seus impactos</strong><br>Dra. Arianne Angelelli</td></tr><tr><td><strong>20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Reconhecendo a depressão materna e seus impactos</strong><br>Dra. Cristiane da Silva Geraldo Folino</td></tr><tr><td><strong>20h35 &#8211; 21h30 &#8211; Discussão e perguntas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dr. Fernando Lamano</strong><br>Presidente do Núcleo de Estudos em Saúde Mental da SPSP<br>Membro do Departamento de Pediatria do Desenvolvimento e Comportamento da SBP</p>



<p><strong>Dra. Arianne Angelelli</strong><br>Vice-Presidente do NE de Saúde Mental da SPSP<br>Psiquiatra. Autora do livro “Paternidade e Saúde Mental: Parentalidade, Psiquismo e Transformações”</p>



<p><strong>Dra. Cristiane da Silva Geraldo Folino</strong><br>Membro do Núcleo de Saúde Mental da SPSP<br>Psicanalista Doutora pela USP</p>



<p></p>
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