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	<title>Arquivos Segurança Blog - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Segurança Blog - SPSP</title>
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		<title>Prevenção de acidentes com veículos em condomínios residenciais &#8211; o que vale observar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-de-acidentes-com-veiculos-em-condominios-residenciais-o-que-vale-observar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Oct 2025 14:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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<p style="text-align: justify;">Em geral, quando os pais escolhem um condomínio residencial para morar, o que mais vêm à mente é a possibilidade de se ter espaços abertos para as crianças brincarem com segurança. Muitos estudos hoje nos mostram que brincar em ambientes abertos, em contato com a natureza, tem efeitos muito positivos no desenvolvimento neuropsicomotor das crianças. </p>
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira, é muito importante pensarmos na prevenção de acidentes e na promoção de uma vida segura dentro destes espaços – adequação da velocidade ao tamanho das vias, segurança e sinalização adequadas nos locais de parquinhos e quadras, entre outras medidas.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de velocidade não coloca em risco apenas as nossas crianças, mas também os idosos, indivíduos com mobilidade reduzida ou com déficits auditivos (os veículos atuais são cada vez mais silenciosos, especialmente os elétricos e, cada vez mais, crianças e adolescentes andam com fones ou dispositivos do tipo “airpods”, o que atrapalha na identificação de sons externos). Cuidar destes fatores protege a todos nós, além de proteger, também, animais selvagens e de estimação.</p>
<p style="text-align: justify;">O Código de Trânsito Brasileiro &#8211; CTB (Lei 9.503/1997) define que as normas de circulação se aplicam em vias terrestres abertas à circulação pública. Entretanto, os condomínios têm autonomia para criar e aplicar regras internas de trânsito em seus regimentos ou convenções (ex.: limite de velocidade, proibição de buzinas, locais de estacionamento). Essas regras têm força legal, porque estão amparadas pelo Código Civil (art. 1.333 e seguintes), o que garante ao condomínio o direito de estabelecer normas para a segurança e boa convivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada regra de circulação e sinalização foi criada para proteger motoristas, passageiros, pedestres e ciclistas. Respeitá-las não é apenas uma obrigação legal, mas um ato de responsabilidade social e de cuidado com a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso do celular durante a condução é uma das principais causas de acidentes de trânsito no mundo. Ele compromete a atenção do motorista em três dimensões (visual, motora e cognitiva), reduzindo, entre outras coisas, a capacidade de reação do motorista em situações de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">Se dentro do condomínio ocorrer um acidente grave (como atropelamento de pessoa ou animal), podem existir responsabilizações cíveis e criminais com base no CTB e no Código Penal, mesmo sendo área privada. O motorista pode responder por imprudência, negligência ou imperícia. O condomínio também pode ser responsabilizado se ficar comprovado que não adota medidas mínimas de segurança (ex.: ausência de sinalização, falta de controle de velocidade).</p>
<p style="text-align: justify;">Cada morador deve refletir: vale a pressa de alguns segundos diante da possibilidade de uma tragédia?</p>
<p style="text-align: justify;">Todos, especialmente os moradores, devem pensar que quando entram no condomínio, estão entrando em um ambiente de paz – proteger a si próprio e aos outros é um direito e um dever. Uma vida nunca poderá ser substituída; a mudança de hábitos para uma vida saudável e protegida é possível sempre!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Paula Antunes P. Bertozzi<br />Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Dia do Cabelo Maluco: diversão com segurança</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-do-cabelo-maluco-diversao-com-seguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 11:01:00 +0000</pubDate>
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<p>O Dia do Cabelo Maluco é uma oportunidade muito aguardada pelas crianças nas escolas, que permite que expressem sua imaginação com penteados coloridos, acessórios </p>
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<p style="text-align: justify;">O <em>Dia do Cabelo Maluco</em> é uma oportunidade muito aguardada pelas crianças nas escolas, que permite que expressem sua imaginação com penteados coloridos, acessórios e estilos divertidos. Entretanto, é fundamental reforçar que a diversão deve sempre vir acompanhada de cuidados para evitar riscos à saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem algumas dicas de segurança:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Utilizar apenas sprays, géis e tintas infantis ou cosméticos devidamente testados e aprovados pela Anvisa. Produtos improvisados, como tinta guache, cola ou purpurina industrial podem causar alergias, irritação no couro cabeludo e até intoxicações. Evitar ainda peróxidos e amônia.</li>
<li>Preferir opções laváveis e atóxicas, que possam ser removidas com água e xampu neutro.</li>
<li>Grampos, presilhas e tiaras devem ser de material leve, sem pontas metálicas expostas que possam arranhar ou machucar o couro cabeludo.</li>
<li>Evitar objetos rígidos ou pesados, que podem se soltar durante as brincadeiras e causar ferimentos.</li>
<li>Atenção especial às crianças pequenas: peças pequenas devem ser evitadas, pois podem representar risco de engasgo.</li>
<li>Aplicar sempre sprays em áreas ventiladas, para evitar que a criança respire partículas em excesso.</li>
<li>Proteger sempre os olhos, nariz e boca durante a aplicação.</li>
<li>Após a atividade, lavar bem os cabelos para evitar resíduos que possam causar coceira ou irritação.</li>
<li>As crianças devem ser sempre supervisionadas por um adulto durante a brincadeira.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">             O <em>Dia do Cabelo Maluco</em> pode ser uma experiência muito divertida, desde que aliado a boas práticas de segurança.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sarah Saul<br />Presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vez ou outra, alguns modismos voltam… infelizmente!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/vez-ou-outra-alguns-modismos-voltam-infelizmente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 18:55:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Há uns oito anos, mais ou menos, houve na Europa e nos EUA uma “febre do uso dos <em>babies neck floats</em>”, ou boias de pescoço, anéis de plástico infláveis usados ao redor do pescoço do bebê, que permitiam que o mesmo flutuasse livremente na água. Algumas dessas boias eram comercializadas para bebês a partir de duas semanas de vida ou prematuros. Eram usadas durante o banho, na piscina ou como uma ferramenta de fisioterapia (intervenção de terapia aquática) para bebês com atrasos ou deficiências no desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses produtos prometiam aumento do tônus muscular, maior flexibilidade e amplitude de movimento, aumento da capacidade pulmonar, melhor qualidade do sono e aumento da estimulação do cérebro e do sistema nervoso. Entretanto, a segurança e a eficácia das boias de pescoço para desenvolver força, promover o desenvolvimento motor ou como uma ferramenta de fisioterapia não foram estabelecidas. Além do mais, houve relatos de agravamento de lesões motoras, além de acidentes (que serão melhor explicados a seguir), o que fez com que o FDA (<em>Food and Drug Administration</em>) emitisse um alerta em 2022, contra o uso desses dispositivos em fisioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo para uso “recreacional”, os flutuadores de pescoço acabaram se mostrando perigosos, com risco de morte por afogamento e sufocamento, distensão e lesão no pescoço do bebê. Várias entidades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Pediatria, manifestaram repúdio ao uso.</p>
<p style="text-align: justify;">Como foi dito no início, infelizmente, alguns modismos retornam&#8230; e parece ser o caso dessas boias. Alguns vídeos de bebês flutuando com o dispositivo retornaram às mídias sociais. Por isso, o Departamento de Segurança da SPSP achou por bem retomar as explicações dos malefícios do uso:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de afogamento </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo em banheiras ou piscinas rasas, o bebê pode deslizar para dentro do dispositivo ou virar, ficando com o rosto submerso. Bebês tiveram a boca, o nariz ou a cabeça inteira escorregando pelas aberturas e caindo na água quando as boias não estavam infladas o suficiente, quando apresentavam vazamentos por ficarem escorregadias com sabão ou por razões desconhecidas. O adulto pode ter uma falsa sensação de segurança e diminuir a supervisão, aumentando o risco de acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de lesões no pescoço e coluna cervical</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pescoço do bebê é frágil e o peso da cabeça é desproporcional nessa idade. A boia exerce pressão inadequada na região do pescoço, podendo causar torcicolos, microlesões ou agravar problemas neurológicos e ortopédicos em crianças com doenças preexistentes. O uso frequente pode levar a alterações no desenvolvimento da coluna do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de asfixia e estrangulamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Se o dispositivo esvaziar, furar ou não estiver bem ajustado, pode comprimir vias aéreas, dificultar respiração ou machucar o bebê, além de propiciar o afogamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas no desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O uso de <em>neck floats</em> restringe movimentos naturais e não contribui para aprendizado motor saudável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ausência de regulação e normas de segurança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esses flutuadores são vendidos como “brinquedos” ou “dispositivos terapêuticos”, mas sem estudos clínicos ou testes de segurança confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, mediante vários relatos de acidentes no mundo e algumas mortes, as sociedades médicas e órgãos de saúde, entre outros, <strong>desencorajam completamente</strong> o uso dos “<em>babies neck floats”</em>, reforçando que a forma segura de estimular bebês na água é através de contato próximo e direto com os pais/cuidadores, em atividades supervisionadas e sempre com atenção total.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Babies neck floats”</em> (boias de pescoço) não protegem: aumentam o risco de afogamento e lesões – mantenha seu bebê sempre nos seus braços, nunca dentro delas. Tire essa ideia da cabeça (e do pescoço)!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tania Zamataro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP<br /><b>Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</b><br /></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Salvando vidas através da informação e mobilização coletiva</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/salvando-vidas-atraves-da-informacao-e-mobilizacao-coletiva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 11:26:08 +0000</pubDate>
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<p>25 de julho é o Dia Mundial da Prevenção do Afogamento, instituído pela Assembleia Geral da ONU e OMS em 2021, não apenas uma data simbólica, mas sim uma oport</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Afogamento-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Afogamento-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Afogamento-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Afogamento-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">25 de julho é o Dia Mundial da Prevenção do Afogamento, instituído pela Assembleia Geral da ONU e OMS em 2021, não apenas uma data simbólica, mas sim uma oportunidade para salvar vidas por meio da informação, da prevenção e da mobilização coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">O afogamento continua sendo um grave problema de saúde pública mundial, matando principalmente crianças e jovens. Em contrapartida, é considerado uma das principais causas evitáveis de morte no mundo. Desde a publicação do “Global Report on Drowning” (2014, atualizado em 2021), a OMS recomenda intervenções preventivas eficazes, baseadas em evidência, sendo seis as principais:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Instalar barreiras físicas que controlem o acesso à água (ex.: cercas em piscinas, poços, tanques).</li>
<li>Prover supervisão próxima e constante de crianças em ambientes aquáticos.</li>
<li>Ensinar habilidades de natação, flutuação e segurança na água para crianças em idade escolar.</li>
<li>Ensinar reanimação cardiopulmonar (RCP) a cuidadores, professores e socorristas.</li>
<li>Criar áreas seguras longe da água para crianças pequenas.</li>
<li>Fornecer equipamentos de segurança para atividades aquáticas, como coletes salva-vidas certificados.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Além dessas medidas, também recomenda que haja elaboração de planos nacionais de prevenção ao afogamento, com cooperação intersetorial, sistemas de vigilância epidemiológica e campanhas de conscientização pública regulares nos países.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, o Brasil não possui uma política pública nacional exclusiva e consolidada para a prevenção de afogamentos. Porém, ações isoladas integram programas de segurança, saúde e educação: algumas escolas incluem noções básicas de primeiros-socorros e prevenção de acidentes em projetos pedagógicos, mas isso não é obrigatório no currículo nacional; há propostas para integrar a prevenção de afogamento à Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</p>
<p style="text-align: justify;">Diante das falhas ou limitações das políticas públicas brasileiras fragmentadas para a prevenção de afogamentos, diversas entidades civis e organizações não governamentais assumem papel central.</p>
<p style="text-align: justify;">A SOBRASA – Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático – é a principal organização civil brasileira dedicada exclusivamente à prevenção de afogamentos. Sua atuação é essencial ao promover educação, capacitação, estatísticas e campanhas nacionais voltadas à redução de mortes evitáveis por afogamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Cruz Vermelha Brasileira atua na capacitação em primeiros socorros e RCP, incluindo manobras específicas em caso de afogamento; realiza projetos em escolas e comunidades sobre segurança aquática e resgate básico, trabalhando especialmente com populações vulneráveis em regiões ribeirinhas, áreas alagadas e periferias.</p>
<p style="text-align: justify;">A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) desempenha também um papel ativo e relevante na prevenção do afogamento infantil, em especial através das ações do seu Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente. Em julho de 2024, para o Dia Mundial da Prevenção do Afogamento (25 de julho), a SPSP divulgou a campanha “Não se Afogue”, com orientações baseadas em práticas simples e aplicáveis, como: instalação de barreiras físicas, supervisão próxima, uso de coletes salva-vidas certificados e treinamentos em RCP. Essa campanha é permanente e será veiculada até atingir o objetivo tão sonhado, de diminuir agressivamente as taxas de mortalidade e de sequelas que o afogamento traz para crianças e jovens brasileiros.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-dentro-do-texto-campanha-nao-se-afogue.png" alt="" width="715" height="371" /></p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre o afogamento infantil é o primeiro passo para evitá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Informe-se.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">1) <a href="https://www.spsp.org.br/hoje-o-dia-mundial-da-prevencao-do-afogamento-2/">https://www.spsp.org.br/hoje-o-dia-mundial-da-prevencao-do-afogamento-2/</a></p>
<p style="text-align: justify;">2) <a href="https://sobrasa.org/afogamento-boletim-epidemiologico-no-brasil-ano-2025-ano-base-de-dados-2023">https://sobrasa.org/afogamento-boletim-epidemiologico-no-brasil-ano-2025-ano-base-de-dados-2023</a></p>
<p style="text-align: justify;">3) <a href="https://cruzvermelha.org.br/pb/campanhas/primeiros-socorros/">https://cruzvermelha.org.br/pb/campanhas/primeiros-socorros/</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tania Zamataro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/salvando-vidas-atraves-da-informacao-e-mobilizacao-coletiva/">Salvando vidas através da informação e mobilização coletiva</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Queimaduras &#8211; como preveni-las?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/queimaduras-como-preveni-las/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Festa-Junina-Queimaduras-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Festa-Junina-Queimaduras-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Festa-Junina-Queimaduras-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>As festas juninas estão chegando e, junto com elas, o risco de queimaduras aumenta com fogueiras, fogos de artifício e os balões. As queimaduras em crianças são um problema de saúde de grande impacto em todo o mundo, pela mortalidade, consequências físicas e psicológicas à criança e à família. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco de morte por queimaduras na infância é alto, principalmente em menores de cinco anos. Dessa maneira, é muito importante cuidarmos dos nossos pequenos, a fim de prevenirmos os riscos de um acidente tão indesejado. Em primeiro lugar, deve-se manter as crianças sempre sob supervisão de um adulto, escolhendo qual local a criança poderá frequentar. As festas juninas são geralmente improvisadas em escolas, igrejas, condomínios e quase na sua totalidade as instalações elétricas não seguem regras de segurança. Fique atento a fios no chão ou que passem em partes metálicas. Sempre manter distância segura de fogueiras e, se possível, não chegar a esses locais com as crianças (inalação de fumaça vinda das fogueiras, que podem ser um gatilho para alergias respiratórias). Deixe materiais inflamáveis longe do fogo e longe das crianças. No caso de fogos de artifício, deve-se impedir a criança de manipulá-los e, além disso, manter uma distância segura da criança (não é infrequente a queimadura por pequenos estilhaços, que podem atingir partes expostas do corpo, inclusive os olhos). No caso de a criança brincar com estalinhos, nunca deve ser sem supervisão, eles não devem ser carregados pela criança e não devem ser jogados perto de outras pessoas ou próximos ao fogo ou material inflamável. Lave a mão da criança após o uso. Durante muitos anos, soltar balão era uma prática comum nessa época do ano. E os incêndios causados por essa prática também. Hoje é considerado crime ambiental, passível de retenção. Não deixe crianças soltarem balões, nem se aproximarem de um balão que esteja descendo. Se vir alguém soltando balão, denuncie. Por fim, deve-se tomar cuidado com o risco de acidentes com bebidas quentes &#8211; lembrem-se que os pequenos muitas vezes saem correndo, pulam, e neste cenário, o risco de um acidente com um líquido quente pode ocorrer, especialmente na face, tronco e mãos.  Lembre-se que no caso de um acidente com queimadura, a primeira coisa a fazer é lavar a região com água abundante e pedir socorro, para que a criança seja levada a um serviço de emergência, a fim de receber tratamento de suporte adequado. “Pula fogueira iaiá; pula fogueira&#8230;” NÃO PULEM FOGUEIRAS!!!   Saiba mais: Flaherty MR, Sheridan R. Fire pit-related burn injuries in children and adolescents. J Burn Care Res. 2019 Oct 16;40(6):943-946. doi: 10.1093/jbcr/irz127 Trotter Z, Foster K, Khetarpal S, Sinha M. Age-based characteristics of pediatric burn injuries from outdoor recreational fires. J Burn Care Res. 2020 Nov 30;41(6):1198-1201. doi: 10.1093/jbcr/iraa064. PMID: 32364606. https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias-new/seguranca-e-prevencao/queimaduras/   Relatora:Ana Paula BertozziMembro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP  </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Festa-Junina-Queimaduras-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Festa-Junina-Queimaduras-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Festa-Junina-Queimaduras-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">As festas juninas estão chegando e, junto com elas, o risco de queimaduras aumenta com fogueiras, fogos de artifício e os balões.</p>
<p style="text-align: justify;">As queimaduras em crianças são um problema de saúde de grande impacto em todo o mundo, pela mortalidade, consequências físicas e psicológicas à criança e à família. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o risco de morte por queimaduras na infância é alto, principalmente em menores de cinco anos. Dessa maneira, é muito importante cuidarmos dos nossos pequenos, a fim de prevenirmos os riscos de um acidente tão indesejado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, deve-se manter as crianças sempre sob supervisão de um adulto, escolhendo qual local a criança poderá frequentar. As festas juninas são geralmente improvisadas em escolas, igrejas, condomínios e quase na sua totalidade as instalações elétricas não seguem regras de segurança. Fique atento a fios no chão ou que passem em partes metálicas. Sempre manter distância segura de fogueiras e, se possível, não chegar a esses locais com as crianças (inalação de fumaça vinda das fogueiras, que podem ser um gatilho para alergias respiratórias). Deixe materiais inflamáveis longe do fogo e longe das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de fogos de artifício, deve-se impedir a criança de manipulá-los e, além disso, manter uma distância segura da criança (não é infrequente a queimadura por pequenos estilhaços, que podem atingir partes expostas do corpo, inclusive os olhos). No caso de a criança brincar com estalinhos, nunca deve ser sem supervisão, eles não devem ser carregados pela criança e não devem ser jogados perto de outras pessoas ou próximos ao fogo ou material inflamável. Lave a mão da criança após o uso.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante muitos anos, soltar balão era uma prática comum nessa época do ano. E os incêndios causados por essa prática também. Hoje é considerado crime ambiental, passível de retenção. Não deixe crianças soltarem balões, nem se aproximarem de um balão que esteja descendo. Se vir alguém soltando balão, denuncie.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, deve-se tomar cuidado com o risco de acidentes com bebidas quentes &#8211; lembrem-se que os pequenos muitas vezes saem correndo, pulam, e neste cenário, o risco de um acidente com um líquido quente pode ocorrer, especialmente na face, tronco e mãos.</p>
<p style="text-align: justify;"> Lembre-se que no caso de um acidente com queimadura, a primeira coisa a fazer é lavar a região com água abundante e pedir socorro, para que a criança seja levada a um serviço de emergência, a fim de receber tratamento de suporte adequado.</p>
<p style="text-align: justify;">“Pula fogueira iaiá; pula fogueira&#8230;” NÃO PULEM FOGUEIRAS!!!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">Flaherty MR, Sheridan R. Fire pit-related burn injuries in children and adolescents. J Burn Care Res. 2019 Oct 16;40(6):943-946. doi: 10.1093/jbcr/irz127</p>
<p style="text-align: justify;">Trotter Z, Foster K, Khetarpal S, Sinha M. Age-based characteristics of pediatric burn injuries from outdoor recreational fires. J Burn Care Res. 2020 Nov 30;41(6):1198-1201. doi: 10.1093/jbcr/iraa064. PMID: 32364606.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias-new/seguranca-e-prevencao/queimaduras/">https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias-new/seguranca-e-prevencao/queimaduras/</a></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Ana Paula Bertozzi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Ambiente de sono seguro: cobertores vestíveis são mais seguros</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/ambiente-de-sono-seguro-cobertores-vestiveis-sao-mais-seguros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 May 2025 16:18:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Cobertor-Vestivel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Cobertor-Vestivel-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Cobertor-Vestivel-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Garantir um ambiente de sono seguro para bebês é essencial para a segurança e bem-estar dos pequenos. Um dos principais cuidados está na escolha </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Cobertor-Vestivel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Cobertor-Vestivel-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Cobertor-Vestivel-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Garantir um ambiente de sono seguro para bebês é essencial para a segurança e bem-estar dos pequenos. Um dos principais cuidados está na escolha do que o bebê vai usar durante o sono, especialmente em relação a cobertores e roupas de cama. Um dos itens mais recomendados é o <strong>cobertor vestível</strong>, também conhecido como &#8220;saco de dormir&#8221;, que pode ser uma alternativa mais segura aos cobertores tradicionais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é um cobertor vestível?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O cobertor vestível é uma peça de roupa que o bebê usa durante o sono, funcionando como um cobertor, mas de forma mais segura. Ele cobre o bebê como um saco, permitindo liberdade para os movimentos das pernas, enquanto mantém o corpo aquecido sem o risco de sufocação, estrangulamento ou superaquecimento, algo que pode acontecer com cobertores comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">Em geral possuem um zíper ou uma série de botões de pressão, normalmente na frente, tornando extremamente fácil vestir. O design do cobertor vestível impede que ele se desloque durante a noite, garantindo que o bebê fique coberto sem o perigo de sufocamento. Os braços devem ser livres para o caso de o bebê rolar, poder voltar para a posição original. Os sacos de dormir podem ser usados desde recém-nascido até os dois anos de idade, sendo importante verificar o tamanho adequado para o bebê.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Cobertor-Vestivel.png" alt="" width="283" height="263" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que os cobertores vestíveis são mais seguros?</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Redução do risco de sufocamento:</strong> Cobertores e edredons soltos podem cobrir o rosto do bebê, aumentando o risco de sufocamento. Com os cobertores vestíveis, o bebê fica sempre coberto de forma segura, sem o risco de se enroscar.</li>
<li><strong>Prevenção do superaquecimento</strong>: Bebês têm maior dificuldade em regular a temperatura do corpo. Cobertores pesados ou roupas de cama excessivas podem causar superaquecimento, o que está associado ao risco de Síndrome da Morte Súbita Infantil (SMSI).</li>
<li><strong>Facilidade de uso:</strong> Ao contrário dos cobertores tradicionais, que podem se deslocar facilmente, o cobertor vestível mantém o bebê aquecido sem que os pais precisem se preocupar em ajustar durante a noite. Além disso, muitos modelos têm fechos que tornam fácil colocar e tirar o bebê de forma rápida, sem interrupções no sono.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outras dicas para um ambiente de sono seguro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além de optar por um cobertor vestível, existem outras práticas recomendadas para garantir um ambiente de sono seguro para o bebê:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Crianças menores de 1 ano devem ser colocadas para dormir de “barriga para cima”:</strong> A posição de dormir é fundamental para reduzir o risco de SMSI. O bebê deve sempre ser colocado para dormir de “barriga para cima“ em qualquer sono.</li>
<li><strong>Usar um colchão firme:</strong> Evite colchões muito macios, que podem aumentar o risco de asfixia. O colchão deve ser firme e bem ajustado ao berço, plano e sem inclinação. O lençol deve ser preso ao colchão com elástico.</li>
<li><strong>Evitar objetos no berço:</strong> Não coloque travesseiros, protetores de berço, brinquedos ou cobertores soltos no berço. Estes itens podem representar um risco de sufocamento ou estrangulamento.</li>
<li><strong>Escolher berço certificado pelo “INMETRO”.</strong> Os berços certificados garantem que passaram por testes de segurança e qualidade.</li>
<li><strong>Manter a temperatura do ambiente confortável:</strong> O quarto do bebê deve ter uma temperatura amena. Evite agasalhar demais o bebê, já que o superaquecimento é um risco para a saúde dele.</li>
<li><strong>Compartilhar o quarto, mas não a mesma cama.</strong> É recomendado que o bebê compartilhe o quarto com os pais até pelo menos 6 meses, mas nunca a mesma cama. O compartilhamento de sofás e poltronas é muito perigoso, aumentando consideravelmente o risco de morte.</li>
<li><strong>O aleitamento materno tem efeito protetor contra a morte súbita. </strong>Quanto maior o tempo de amamentação, maior a proteção contra a morte súbita.</li>
<li><strong>Evitar tabagismo, consumo de álcool ou drogas ilícitas na gestação ou parto. </strong>Estes fatores estão relacionados a mortes de bebês durante o sono.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Ao seguir essas orientações, os pais podem garantir que o ambiente de sono do bebê seja o mais seguro possível, reduzindo os riscos e promovendo uma boa noite de descanso para o pequeno. Lembre-se, a segurança no sono do bebê é uma prioridade e deve ser levada a sério desde os primeiros dias de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sarah Saul<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dicas práticas para o uso seguro de medicamentos em domicílio</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dicas-praticas-para-o-uso-seguro-de-medicamentos-em-domicilio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=50921</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Para algumas crianças, o fim de um período de internação hospitalar marca o início de uma nova etapa de cuidados, que serão realizados em sua própria casa. A necessidade de cuidados</p>
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<p style="text-align: justify;">Para algumas crianças, o fim de um período de internação hospitalar marca o início de uma nova etapa de cuidados, que serão realizados em sua própria casa.</p>
<p style="text-align: justify;">A necessidade de cuidados continuados em pediatria ocorre em pacientes com dependência para respiração e/ou alimentação, necessidade de terapias de reabilitação, cuidados especializados; o uso de medicamentos é algo rotineiro neste perfil de paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessas e em tantas outras situações em que o paciente não precisa mais ficar no hospital, mas segue precisando de cuidados em saúde, o serviço de Home Care (Atenção Domiciliar) é uma opção com diversos benefícios. Seja qual for o tipo de tratamento, o uso de medicamentos (orais, enterais e menos frequentemente parenteais) é rotineiro e o papel do pediatra, enfermeiro e do farmacêutico na Atenção Domiciliar é fundamental. São eles que orientam para que os medicamentos sejam administrados de forma correta, segura e eficaz, além de acompanharem o paciente ao longo de todo processo de cuidado em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ver algumas dicas práticas para o uso seguro de medicamentos em domicílio.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Quais são os principais cuidados com medicamentos em domicílio para garantir a segurança e a eficácia do tratamento?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><em>Armazenamento adequado</em>:</p>
<p style="text-align: justify;">o Guarde os medicamentos em locais frescos e secos, longe da luz direta e da umidade.</p>
<p style="text-align: justify;">o Mantenha os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.</p>
<p style="text-align: justify;">o Medicamentos nunca devem ser guardados com produtos de limpeza, de perfumaria ou com alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Organização:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Utilize caixas organizadoras ou separadores para manter os medicamentos em ordem.</p>
<p style="text-align: justify;">o Anote datas de validade e descarte de forma segura os medicamentos vencidos (as farmácias costumam ter locais apropriados para receber esse tipo de  descarte).</p>
<p style="text-align: justify;">o Os medicamentos com data de validade mais próxima devem sempre ser usados primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Administração correta:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Siga as orientações do médico ou farmacêutico quanto a dosagem e horários de administração.</p>
<p style="text-align: justify;">o Não altere a dosagem sem consultar um profissional de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Monitoramento de efeitos colaterais:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Esteja atento a possíveis reações adversas e entre em contato com um profissional de saúde se notar algo incomum.</p>
<p style="text-align: justify;">o Mantenha um registro dos medicamentos tomados e dos efeitos observados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Comunicação com profissionais de saúde:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Informe sempre os profissionais de saúde sobre todos os medicamentos que a criança está tomando, incluindo os de venda livre e fitoterápicos.</p>
<p style="text-align: justify;">o Certifique-se de entender as prescrições e tire dúvidas sobre o uso.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Descarte seguro:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Não jogue medicamentos no lixo comum ou na pia. Siga as orientações da empresa de Home Care.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cuidado com termolábeis:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Remédios que precisam ficar na geladeira devem ser guardados em recipientes apropriados, como potes plásticos com tampa, e não em caixas de isopor. Também não devem ficar na porta do refrigerador, para evitar oscilações de temperatura.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Quais problemas a luz e umidade podem causar?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A luz e a umidade podem ter um impacto significativo na eficácia dos medicamentos, afetando sua estabilidade e, consequentemente, sua segurança e eficácia. Veja como esses fatores podem influenciar os medicamentos:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Luz:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Degradação química: Alguns medicamentos são fotossensíveis, ou seja, podem se degradar quando expostos à luz. Isso pode levar à formação de compostos inativos ou potencialmente prejudiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">o Alteração de cor e aparência: A exposição à luz pode causar mudanças na cor e na aparência dos medicamentos, o que pode ser um sinal de que eles não estão mais seguros para uso.</p>
<p style="text-align: justify;">o Perda de potência: A eficácia do medicamento pode ser reduzida devido à degradação causada pela luz, resultando em doses que não são adequadas para o tratamento pretendido.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Umidade:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Hidrólise: A umidade pode causar reações químicas de hidrólise, levando à degradação do princípio ativo do medicamento. Isso é comum em comprimidos ou pós que não estão devidamente protegidos.</p>
<p style="text-align: justify;">o Mudanças na forma física: A umidade pode causar a aglomeração de comprimidos ou a formação de grumos em pós, dificultando a dosagem correta.</p>
<p style="text-align: justify;">o Contaminação microbiana: Ambientes úmidos podem favorecer o crescimento de fungos e bactérias, contaminando os medicamentos e tornando-os inseguros para uso.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Como funciona a supervisão dos cuidados com prescrição e administração de remédios por uma empresa de Home Care?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">No serviço de Home Care, uma equipe farmacêutica supervisiona o processo desde a compra, a separação, até a entrega na casa do paciente e a sua administração. Essa equipe define protocolos relacionados ao uso de medicamento, o que previne erros, interações adversas, e garante a rastreabilidade dos produtos e dos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas farmácias das empresas de Home Care, os medicamentos são identificados,</p>
<p style="text-align: justify;">armazenados e enviados de forma individualizada para o tratamento de cada paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma forma de auxiliar os pacientes, seus familiares e cuidadores a administrar os medicamentos segundo dose, via e horário certo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Como posso organizar o uso de medicamentos se não tenho equipe de Home Care em casa 24 horas por dia?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Para os pacientes nos quais a administração dos medicamentos fica sob responsabilidade da família, a rotina e organização para administração de medicamentos é crucial. Um importante ponto de sucesso pode ser a elaboração de uma tabela de medicações para sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter uma tabela de horário de medicação é fundamental para organizar a rotina de medicamentos de um paciente. A depender da quantidade de medicamentos que o paciente precisa ingerir, é muito importante criar um calendário customizado, uma tabela de horários de medicação. Uma planilha dessas organiza anotações de tipo de medicamento, quantidades e horários.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse registro ajuda a evitar, ainda, a superdosagem, que ocorre quando se erra a quantidade para mais, tomando duas vezes no mesmo período por engano ou</p>
<p style="text-align: justify;">a subdosagem, quando não se toma o medicamento por confusão ou esquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode imprimir a tabela e colocá-la em um local de fácil acesso, para que todas as pessoas envolvidas no cuidado do paciente possam vê-la e, eventualmente, fazer uma marcação a cada vez em que o remédio é ingerido.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Como montar uma tabela de horário de medicação?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Para montar uma tabela de horário de medicação, você pode contar com programas de computador, como o Google Sheets e o Microsoft Excel, e personalizar o layout de acordo com as suas necessidades – adicionando colunas e linhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode colocar o nome de cada medicação em uma linha, uma embaixo da outra, e nas colunas, lado a lado, registrar o período do dia/a hora, a quantidade a ser administrada, as observações extras.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode usar tamanhos de fontes diferentes, cores e até imagens das caixinhas, dos períodos do dia (como sol para manhã, pratos para o almoço, lua para noite) ou comprimidos para deixar a visualização da planilha mais agradável e eficaz. Veja um modelo de tabela de medicamentos.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/PLANNER-PACIENTES.pdf" alt="" /><img decoding="async" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/2025-04-09-10_04_59-PLANNER-PACIENTES.pdf-Foxit-PDF-Reader.png" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O uso seguro de medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre profissionais de saúde, pacientes e familiares. A adesão às orientações de armazenamento, a administração correta e a comunicação aberta com a equipe assistencial são fundamentais para garantir a eficácia e a segurança do tratamento. Além disso, estar atento a possíveis reações adversas e ao descarte de medicamentos de maneira adequada são práticas essenciais para a saúde e o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao adotarmos essas medidas, contribuímos para um tratamento mais seguro e eficaz, promovendo uma melhor qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se: a saúde é um bem precioso e cuidar dela é um compromisso de todos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Secretária do Departamento Científico de Atenção Domiciliar da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<item>
		<title>Os pula-pulas e parques de trampolim são seguros para crianças?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/os-pula-pulas-e-parques-de-trampolim-sao-seguros-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 11:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Gerações de crianças cresceram brincando em pula-pulas no quintal e, hoje, com a popularidade dos parques de trampolim, mais crianças estão</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Gerações de crianças cresceram brincando em pula-pulas no quintal e, hoje, com a popularidade dos parques de trampolim, mais crianças estão se aventurando nessa diversão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que essa é uma maneira segura para as crianças se movimentarem e se divertirem? Há muitos pontos a considerar antes de deixar seu filho pular com os amigos ou participar de uma festa de aniversário em um parque de trampolins.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que os pediatras se preocupam com os pula-pulas e camas elásticas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2009 e 2018, segundo estudo realizado com dados estadunidenses, mais de 800.000 crianças se lesionaram em camas elásticas. Embora lesões como hematomas e arranhões sejam comuns, muitas vezes vemos crianças com fraturas ou entorses devido a quedas no colchão ou fora da cama elástica. Esse estudo ainda identificou risco aumentado em adolescentes e meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil, não temos dados oficiais específicos para pula-pulas, porém somente no Estado de São Paulo, nos últimos 2 anos, houve 363 internações hospitalares de crianças de 1 a 19 anos, por quedas relacionadas a equipamentos de parquinhos ou playgrounds.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum presumir que essas lesões não sejam um grande problema, afinal, a maioria das entorses ou fraturas se resolvem, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, as camas elásticas apresentam riscos extremamente altos de lesões graves. Exemplos incluem fraturas ósseas ou lesões nos ligamentos que exigem cirurgia, paralisia e até lesões que podem ser fatais. Mesmo fraturas podem ter efeitos duradouros, incluindo o risco de lesões nervosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como as crianças se machucam em pula-pulas e camas elásticas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas crianças que se machucam em camas elásticas sofrem apenas pequenos arranhões, hematomas ou cortes. Mas das cerca de 110.000 visitas anuais ao pronto-socorro nos EUA relacionadas a acidentes com camas elásticas, milhares envolvem danos graves aos braços, pernas, clavícula, costas ou pescoço da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Concussões são outro tipo comum de lesão causada por colisões nas camas elásticas. Essas lesões cerebrais podem causar dores de cabeça, tontura, náusea e outros sintomas. As concussões também podem afetar o sono, o pensamento e o desempenho escolar das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">As crianças costumam se machucar nas camas elásticas quando:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>São as menores no espaço de salto.</li>
<li>Colidem ou batem em outras crianças pulando ao mesmo tempo.</li>
<li>Pousam de forma errada no colchão.</li>
<li>Caem sem querer da superfície da cama para o chão.</li>
<li>Se envolvem em um “salto duplo”, onde um saltador aterrissa e impulsiona outro para o ar.</li>
<li>Tentam movimentos arriscados, como saltos mortais e acrobacias.</li>
<li>Caem sobre as molas, ganchos ou a estrutura.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os parques de trampolim são mais seguros do que as camas elásticas em casa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os parques de trampolim são extremamente populares hoje em dia. Em um parque de trampolim espaçoso, as superfícies de salto são maiores e mais elásticas — e muito mais pessoas compartilham as mesmas áreas. Isso aumenta as chances de lesões graves em comparação com as camas elásticas em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os saltadores podem pular de colchão para colchão de maneira imprevisível, o que aumenta as chances de colisões. As superfícies mais elásticas também permitem que os saltadores subam mais alto, o que eleva o risco de lesões, pois eles podem pousar/cair com mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro estudo australiano demonstrou que 11% das crianças e adolescentes que se machucaram em 18 parques de trampolins diferentes, apresentaram lesões significativas.  </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que posso fazer para proteger meu filho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é importante entender o risco associado ao uso da cama elástica. Como bebês e crianças pequenas enfrentam os maiores riscos de lesões em camas elásticas, crianças menores de seis anos NUNCA devem pular. A Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças de todas as idades evitem camas elásticas, mas se você decidir deixar crianças brincarem ou se exercitarem em pula-pulas, certifique-se de que sigam estas regras de bom senso:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apenas uma criança pula por vez.</li>
<li>Sempre haja um adulto supervisionando.</li>
<li>Proibido fazer saltos mortais ou acrobacias, pois essas manobras causam as lesões mais graves no pescoço, cabeça e costas.</li>
<li>Não é permitido pular de telhados ou outros lugares altos para a cama elástica.</li>
<li>A rede de segurança ao redor da superfície de salto deve estar sempre fechada enquanto as crianças pulam.</li>
<li>A escada deve ser retirada quando ninguém estiver pulando, para que crianças pequenas não consigam subir sozinhas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se você decidir comprar uma cama elástica para casa:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Instale a superfície de salto o mais próxima possível do chão.</li>
<li>Posicione-a longe de árvores, paredes, edifícios e outras áreas de lazer.</li>
<li>Cada vez que seus filhos forem pular, verifique as almofadas de proteção ao redor das molas, ganchos, barras de suporte e outras superfícies duras. Inspecione cuidadosamente a rede de segurança em busca de rasgos, furos ou costuras desfeitas.</li>
<li>Substitua redes, almofadas e outros elementos de segurança desgastados antes de permitir que as crianças voltem a pular.</li>
<li>Verifique se o seguro da sua casa cobre lesões relacionadas a camas elásticas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se seu filho quiser tentar um parque de trampolim:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Espere até que ele tenha pelo menos seis anos. Mesmo locais que parecem seguros — como castelos infláveis e fossos de espuma — podem ser perigosos para os menores.</li>
<li>Leia o termo de responsabilidade e entenda os riscos, além das atividades permitidas e não permitidas.</li>
<li>Evite os horários de pico. Vá quando o local estiver menos lotado e houver menos chances de colisões com outras pessoas.</li>
<li>Fique perto do seu filho. Assim, ele terá menos chance de fazer movimentos extremos enquanto você o observa.</li>
<li>Lembre-o de que as superfícies de salto são mais elásticas e duras do que as camas elásticas de quintal. Incentive-o a testar as coisas antes de se jogar de cabeça. Garanta que ele mantenha os olhos abertos e tente evitar colisões.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>E quanto aos programas supervisionados em academias e escolas com camas elásticas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Toda atividade atlética carrega algum risco de lesão, e os programas com camas elásticas não são exceção. No entanto, pular sob a supervisão de um treinador ou instrutor treinado é muito diferente de pular no quintal ou de brincar em um parque de trampolins.</p>
<p style="text-align: justify;">Os profissionais geralmente trabalham dentro de regras de segurança e inspecionam os equipamentos com frequência. Eles podem usar um arnês especial para ajudar as crianças a aprenderem movimentos específicos (ou simplesmente para protegê-las). Por essas razões, você pode se sentir mais confortável permitindo que seu filho experimente um programa de ginástica, dança ou outro que inclua o uso de camas elásticas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">-Trampoline Park Injury Trends. Disponível em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://publications.aap.org/pediatrics/article/153/1/e2023061659/196177/Trampoline-Park-Injury-Trends">https://publications.aap.org/pediatrics/article/153/1/e2023061659/196177/Trampoline-Park-Injury-Trends</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">-Trampoline Injuries in Children and Adolescents: A Jumping Threat. Disponível em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34339161/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34339161/</a>    </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">-Are Trampolines Safe for Kids? Susannah M. Briskin. American Academy of Pediatrics. Disponível em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><u>https://www.healthychildren.org/English/safety-prevention/at-play/Pages/Trampolines-What-You-Need-to-Know.aspx</u></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Luciana J. Issa<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Internacional de Atenção aos Acidentes Ofídicos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-internacional-de-atencao-aos-acidentes-ofidicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 19:09:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-acidentes-ofidicos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-acidentes-ofidicos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-acidentes-ofidicos-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Você sabia que em 19 de setembro é celebrado o Dia Internacional de Atenção aos Acidentes Ofídicos? Esta data foi criada por uma coalizão de organizações, entre elas a OMS</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dia-internacional-de-atencao-aos-acidentes-ofidicos/">Dia Internacional de Atenção aos Acidentes Ofídicos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-acidentes-ofidicos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-acidentes-ofidicos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-acidentes-ofidicos-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que em 19 de setembro é celebrado o Dia Internacional de Atenção aos Acidentes Ofídicos? Esta data foi criada por uma coalizão de organizações, entre elas a OMS, visando aumentar a conscientização e a visibilidade sobre o impacto mundial das picadas de cobra, com ênfase na promoção de estratégias de prevenção, tratamento e educação na abordagem desses acidentes. O entendimento da dimensão deste agravo em nossa população e a distribuição geográfica das ocorrências em cenário nacional reforçam a necessidade de investimentos em pesquisa, com a descoberta de novos antivenenos e tratamentos mais rápidos e eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Recentemente, após a ocorrência das grandes enchentes no Rio Grande do Sul, houve aumento importante das picadas de jararacas, que foram trazidas pelas águas para o ambiente outrora habitado pelo ser humano.</p>
<p style="text-align: justify;">De importância epidemiológica no Brasil, as mais frequentemente envolvidas com acidentes são as jararacas – serpentes agressivas e habitantes de áreas mais úmidas, paióis, locais com grande quantidade de roedores e de hábito prioritariamente vespertino. As cascavéis são as segundas em termos de número de ocorrências, habitam locais mais secos e arenosos, “podendo avisar” quando vão atacar a presa, com o ruido do chocalho. De menor importância em termos de número, temos os acidentes causados pela surucucu e a coral. A surucucu prevalece nos Estados do Norte e a cobra coral pode causar acidentes muito graves, sendo, porém, menos frequentes no Brasil. O reconhecimento dela se dá pela presença dos anéis coloridos, que podem ser de diversas formas e coloração, não havendo padrão único.</p>
<p style="text-align: justify;">Como estratégias de prevenção, devemos citar:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong> Educação continuada da população:</strong>Informar as comunidades sobre os riscos das serpentes e como se comportar em áreas onde elas são comuns, mapeando a ocorrência das mesmas;</li>
<li><strong> Orientar o uso de calçados adequados:</strong>Incentivar o uso de botas e calças longas ao caminhar em áreas de risco, particularmente em áreas úmidas ou que sofreram enchentes.</li>
<li><strong> Remover potenciais abrigos para serpentes:</strong>Manter os ambientes limpos e livres de entulhos, que possam servir de abrigo para serpentes;</li>
<li><strong> Evitar contato:</strong>Ensinar as pessoas a não tentar capturar ou matar serpentes, pois isso aumenta o risco de picadas. Além disso, orientar que não se deve mexer em buracos no chão ou ocos de árvores, sem a devida proteção;</li>
<li><strong> Outra informação interessante:</strong> nem todas as serpentes possuem veneno (por exemplo, no Brasil, temos as jiboias e sucuris, que não são venenosas) e nem toda picada, ainda que de serpentes venenosas, levará a envenenamento. Isso dependerá do gênero da cobra e da quantidade de veneno aplicada. Mas o leigo não tem como saber isso; portanto, todo paciente picado por serpentes deve ser encaminhado ao hospital o mais rapidamente possível, para tratamento oportuno.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento e manejo dos acidentes ofídicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Caso ocorra acidente com cobras deve-se tomar essa sequência de atitudes:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong> Buscar ajuda médica:</strong>A primeira ação após uma picada deve ser procurar atendimento médico o mais rápido possível. Deve-se acalmar a vítima e afastá-la da serpente. Preferencialmente o atendimento deve ser em locais onde haja soro;</li>
<li><strong> Imobilização do membro afetado:</strong>Manter a área da picada imóvel e abaixo do nível do coração pode ajudar a retardar a propagação do veneno. Deve-se também tirar todos os adereços que podem aumentar a constrição do membro: anéis, pulseiras, cintos, fitas, cordas, ou quaisquer outros adereços que podem comprimir o local picado, piorando a necrose;</li>
<li><strong> Não aplicar torniquetes:</strong>O uso de torniquetes pode causar mais danos do que benefícios e deve ser evitado. O torniquete, além de dificultar a circulação local, pode permitir que o veneno fique muito concentrado na região da picada, acentuando o efeito necrosante, que é frequente, principalmente na picada da jararaca, aumentando a chance de amputação e sequelas locais;</li>
<li><strong> Administração de antiveneno:</strong>O tratamento com antiveneno é a forma mais eficaz de neutralizar os efeitos do veneno, e deve ser administrado por profissionais de saúde. Os tratamentos caseiros, como ervas medicinais, borra de café, garrafadas ou querosene não são eficazes e não devem ser feitos.</li>
<li><strong> Tratamento com antiveneno: </strong>estes são encontrados apenas nos hospitais do SUS<strong>.</strong> O antiveneno deve ficar armazenado em temperatura de 2 a 8 graus e deve ser administrado em ambiente hospitalar. A descrição da cobra ou uma foto dela pode ajudar na prescrição de soro específico. Os soros antiofídicos de uso veterinário não devem ser usados em humanos. Não se deve criar serpentes venenosas de outros países, pois o antiveneno provavelmente não estará disponível em nosso país e caso ocorram acidentes, a evolução pode ser dramática.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser terapêutica aplicada em hospitais do SUS, nem todos eles possuem o antiveneno. Assim, as Secretarias de Saúde dos Estados são responsáveis por avaliar e indicar os hospitais mais adequados para administrar os soros antiofídicos. É importante que as pessoas conheçam o hospital mais próximo das suas casas onde eles se encontram.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso encontre uma serpente, você deve afastar-se dela. Se ela tiver aparecido dentro ou próximo da residência, contate a autoridade competente para que seja providenciada a remoção da serpente para um local que não ofereça risco à população.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatores:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Joelma Gonçalves Martin<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Graziela de Almeida Sukys<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">André Pacca Luna Mattar<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Emergências da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>Hoje o Dia Mundial da Prevenção do Afogamento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/hoje-o-dia-mundial-da-prevencao-do-afogamento-2/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 16:08:46 +0000</pubDate>
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<p>Celebrada em 25 de julho, essa data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2021, com o intuito de aumentar a conscientização sobre o alto custo humano, social</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-prevencao-do-afogamento-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-prevencao-do-afogamento-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-prevencao-do-afogamento-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Celebrada em 25 de julho, essa data foi estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2021, com o intuito de aumentar a conscientização sobre o alto custo humano, social e econômico que o afogamento representa no mundo. Considerado uma das principais causas evitáveis de morte e de sequelas, o afogamento ocupa a 3ª colocação no ranking de óbitos por lesões não intencionais no mundo, ceifando a vida de milhares de indivíduos menores de 25 anos, com particular impacto na faixa etária pediátrica. Muitos sobreviventes ficam com danos cerebrais irreversíveis e incapacidades a longo prazo. O afogamento é uma tragédia totalmente evitável e um problema de desenvolvimento, com alguns países perdendo o equivalente a cerca de 3% do seu PIB anual (as comunidades mais pobres em todos os países são as mais atingidas).</p>
<p style="text-align: justify;">Da conscientização da escala do problema ao reconhecimento e promoção de soluções testadas para prevenir o afogamento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) coordena ações baseadas em seis intervenções básicas e de baixo custo. Dentre elas, merecem destaque: a instalação de barreiras físicas para controlar o acesso às águas, a observação infantil direta com cuidadores treinados, e o ensino para crianças em idade escolar das habilidades básicas de natação.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem1.png" alt="" /></p>
<p> </p>
<p>Faça a sua parte:</p>
<ol>
<li style="text-align: justify;">Coloque <strong>cercas de proteção</strong> em torno de reservatórios de água. Em piscinas, coloque cercas de proteção de pelo menos 1,5 m de altura, nos quatro lados da piscina, isolando-a da casa e com um portão que possa ser trancado. Se a cerca for vazada, que não tenha espaços maiores que 12 cm (sua conformação não deve permitir que crianças ou pets passem pelos espaços ou a escalem!). Previnem mais de 50% dos afogamentos.<br /><br /></li>
<li style="text-align: justify;">A <strong style="font-size: revert; color: initial;">supervisão </strong><span style="font-size: revert; color: initial;">deve ser atenta e constante à criança próxima a qualquer reservatório de água, principalmente às menores de 5 anos. O supervisor não deve estar envolvido em outra atividade ou distração (uso de celular, consumo de álcool) e deve saber nadar. A “supervisão de toque” deve ser realizada para crianças menores de 5 anos ou “nadadores inexperientes”, estando o adulto supervisor dentro da água “ao alcance de um braço” da criança </span><strong style="font-size: revert; color: initial;">(como exemplificado na foto de ilustração deste texto)</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">.<br /><br /></span></li>
<li style="text-align: justify;">Use dispositivos de flutuação pessoal tipo “<strong style="font-size: revert; color: initial;">coletes salva-vidas</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">”, certificados de acordo com a NORMAM (Norma de Autoridade Marítima da Marinha do Brasil) e SOLAS (Convenção Internacional para Salvaguarda da Vida Humana no Mar). Devem ser utilizados em todas as formas de transporte ou esporte aquáticos e por crianças pequenas ou por pessoas sem habilidade para nadar quando próximas ou na água. Outros tipos de “boias” não são seguros, podendo desinsuflar ou se desprender do corpo inadvertidamente.<br /><br /></span></li>
<li style="text-align: justify;">Crianças de 4 anos ou mais devem ter <strong style="font-size: revert; color: initial;">aulas de natação</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">. Aprender a nadar deve ser visto como um componente da “competência na água”, que também inclui conhecimento e consciência dos perigos locais e/ou riscos e de suas próprias limitações. Crianças acima de 1 ano conseguem aprender algumas habilidades na água, mas a aquisição de competência na água é um processo demorado, que requer aprendizagem e maturação do desenvolvimento da criança.<br /><br /></span></li>
<li style="text-align: justify;">Procure nadar (piscinas ou mares) onde haja <strong style="font-size: revert; color: initial;">salva-vidas</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> (guarda-vidas) e sempre respeite as placas de advertência dos lugares.<br /><br /></span></li>
<li><strong style="font-size: revert; color: initial;">Treinamento em ressuscitação cardiopulmonar (RCP)</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">: recomenda-se que todas as pessoas saibam realizar as manobras e de forma segura, principalmente pais e cuidadores, uma vez que o início imediato das manobras de RCP demonstrou grande impacto na sobrevida e prognóstico da vítima afogada.<br /><br /></span></li>
<li><span style="font-size: revert; color: initial;">Evite os <strong style="font-size: revert; color: initial;">comportamentos de risco na água</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">: nadar sozinho, hiperventilar, usar álcool ou drogas, brincadeiras como dar caldo, empurrar, pular de cabeça em águas com baixa visibilidade. Coloque dispositivos anti sucção em ralos de piscinas, jacuzzis. Esvazie baldes, banheiras, piscinas portáteis que não estejam em uso e mantenha crianças menores de 5 anos afastadas.</span><br /></span></li>
</ol>
<p><span style="font-size: revert; color: initial;"><br /><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/2024-07-25-12_57_16-Dia-Mundial-da-Prevencao-do-Afogamento-25-de-julho.docx-Word.png" alt="" /></span></p>
<p>Campanha “Não se Afogue”, do Departamento Científico de Segurança da SPSP, que traz as principais condutas e medidas de prevenção baseadas em cada letra do título:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem2.jpg" alt="" width="644" height="275" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Tania Zamataro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/hoje-o-dia-mundial-da-prevencao-do-afogamento-2/">Hoje o Dia Mundial da Prevenção do Afogamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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