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	<title>Arquivos Adolescencia - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Adolescencia - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Informação que protege o futuro</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/informacao-que-protege-o-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A gravidez na adolescência ainda é um tema de grande relevância, tanto pelos impactos na vida dos adolescentes e de suas famílias, quanto pelos possíveis riscos à saúde do bebê e da própria adolescente. Apesar da redução observada nos últimos anos, os índices continuam elevados: estima-se uma média de 43,6 nascimentos por mil adolescentes entre 15 e 19 anos, número quase duas vezes maior que o observado em países de renda média-alta. A adolescência é um período marcado por intensas transformações físicas, emocionais e sociais. Quando a gravidez ocorre nessa fase, surgem desafios importantes, como a interrupção dos estudos, o afastamento do convívio social, dificuldades financeiras e responsabilidades precoces relacionadas à criação e aos cuidados com uma criança. Assumir a maternidade ou a paternidade exige tempo, apoio emocional e condições adequadas para garantir o desenvolvimento saudável do bebê. Além disso, o adolescente precisa lidar com mudanças significativas na rotina, nos projetos de vida e nas relações sociais. Por isso, a prevenção é fundamental. O acesso à informação correta e de qualidade sobre sexualidade, métodos contraceptivos e prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) contribuem para que os jovens façam escolhas mais conscientes e responsáveis. A orientação para a prevenção da gravidez precoce na adolescência começa na infância. Familiares que dialogam com os filhos sobre o exercício da sexualidade – prevenção de abuso, primeiras impressões sobre namoro ou sobre o gostar, os primeiros contatos com a intenção de paquera ou “crush”, intimidade com responsabilidade – tendem a lidar melhor com o que chamamos de primeiras experiências no exercício da sexualidade humana. E elas são precoces em alguns adolescentes. A temática da criação de filhos com escuta e autocuidado está relacionada a maior responsabilidade afetiva de meninos e meninas no início da adolescência. Dessa maneira, a prevenção da gravidez envolve o cuidado e a responsabilidade de meninos e meninas na jornada do adolescer com saúde. O convívio familiar e a parentalidade consciente traduzem todo o caminho que o jovem irá trilhar de sua sexualidade, inclusive para aqueles que pretendem não exercer a sexualidade em sua vida. Um aspecto importante da prevenção é a dupla proteção, que consiste no uso do preservativo associado a outro método contraceptivo. Essa estratégia é eficaz tanto na prevenção da gravidez não planejada quanto das ISTs, promovendo maior segurança e cuidado com a saúde. Também é essencial que o diálogo sobre sexualidade aconteça em diferentes ambientes sociais – escola, nos serviços de saúde e na comunidade – de forma clara, responsável e acolhedora. Falar sobre o tema sem preconceito e sem pudor excessivo fortalece a confiança, estimula o autocuidado e favorece decisões mais seguras. Durante a Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência, que acontece de 1º a 8 de fevereiro, reforçamos a importância da educação em saúde, do diálogo aberto entre adolescentes, famílias, escolas e serviços de saúde, além do apoio àqueles que já vivenciam essa realidade. Prevenir é cuidar do presente e investir no futuro dos nossos jovens e das próximas gerações.   Relatoras:Mariana Telles de CastroCarolina Maria Soares CresciuloDepartamento Científico de Adolescência da SPSP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/01/Imagem-Gravidez-na-Adolescencia-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A gravidez na adolescência ainda é um tema de grande relevância, tanto pelos impactos na vida dos adolescentes e de suas famílias, quanto pelos possíveis riscos à saúde do bebê e da própria adolescente. Apesar da redução observada nos últimos anos, os índices continuam elevados: estima-se uma média de <strong>43,6 nascimentos por mil adolescentes entre 15 e 19 anos</strong>, número quase duas vezes maior que o observado em países de renda média-alta.</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é um período marcado por intensas transformações físicas, emocionais e sociais. Quando a gravidez ocorre nessa fase, surgem desafios importantes, como a interrupção dos estudos, o afastamento do convívio social, dificuldades financeiras e responsabilidades precoces relacionadas à criação e aos cuidados com uma criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Assumir a maternidade ou a paternidade exige tempo, apoio emocional e condições adequadas para garantir o desenvolvimento saudável do bebê. Além disso, o adolescente precisa lidar com mudanças significativas na rotina, nos projetos de vida e nas relações sociais. Por isso, a prevenção é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">O acesso à informação correta e de qualidade sobre sexualidade, métodos contraceptivos e prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) contribuem para que os jovens façam escolhas mais conscientes e responsáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A orientação para a prevenção da gravidez precoce na adolescência começa na infância. Familiares que dialogam com os filhos sobre o exercício da sexualidade – prevenção de abuso, primeiras impressões sobre namoro ou sobre o gostar, os primeiros contatos com a intenção de paquera ou “crush”, intimidade com responsabilidade – tendem a lidar melhor com o que chamamos de primeiras experiências no exercício da sexualidade humana.</p>
<p style="text-align: justify;">E elas são precoces em alguns adolescentes. A temática da criação de filhos com escuta e autocuidado está relacionada a maior responsabilidade afetiva de meninos e meninas no início da adolescência.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa maneira, a prevenção da gravidez envolve o cuidado e a responsabilidade de meninos e meninas na jornada do adolescer com saúde. O convívio familiar e a parentalidade consciente traduzem todo o caminho que o jovem irá trilhar de sua sexualidade, inclusive para aqueles que pretendem não exercer a sexualidade em sua vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto importante da prevenção é a <strong>dupla proteção</strong>, que consiste no uso do preservativo associado a outro método contraceptivo. Essa estratégia é eficaz tanto na prevenção da gravidez não planejada quanto das ISTs, promovendo maior segurança e cuidado com a saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é essencial que o diálogo sobre sexualidade aconteça em diferentes ambientes sociais – escola, nos serviços de saúde e na comunidade – de forma clara, responsável e acolhedora.</p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre o tema <strong>sem preconceito e sem pudor excessivo</strong> fortalece a confiança, estimula o autocuidado e favorece decisões mais seguras.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a Semana de Prevenção da Gravidez na Adolescência, que acontece de 1º a 8 de fevereiro, reforçamos a importância da educação em saúde, do diálogo aberto entre adolescentes, famílias, escolas e serviços de saúde, além do apoio àqueles que já vivenciam essa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Prevenir é cuidar do presente e investir no futuro dos nossos jovens e das próximas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Mariana Telles de Castro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Carolina Maria Soares Cresciulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Futuro da Saúde &#8211; Desafios nos cuidados da nova geração de adolescentes, com Maíra Terra</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/futuro-da-saude-desafios-nos-cuidados-da-nova-geracao-de-adolescentes-com-maira-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 11:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: Futuro da Saúde Data: 28/01/2026 A hebiatra Maíra Terra, secretária do Departamento Científico de Adolescência da SPSP, participou do programa Pensando no Futuro (Futuro da Saúde) para falar sobre as questões fisiológicas e comportamentais da fase da adolescência. A especialista ressaltou que a hebiatria vem ganhando cada vez mais espaço desde o término da pandemia da Covid-19, quando houve um foco maior em relação aos desafios nos cuidados da nova geração de adolescentes, em que temas a respeito de obesidade, saúde mental, uso das mídias digitais etc. ocuparam os veículos de imprensa e os consultórios pediátricos. Entre diversas explicações, a médica falou sobre as redes sociais e o impacto do ambiente virtual na vida dos adolescentes. Assista à entrevista: </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Futuro da Saúde</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 28/01/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A hebiatra Maíra Terra, secretária do Departamento Científico de Adolescência da SPSP, participou do programa Pensando no Futuro (Futuro da Saúde)<strong> </strong>para falar sobre as questões fisiológicas e comportamentais da fase da adolescência. A especialista ressaltou que a hebiatria vem ganhando cada vez mais espaço desde o término da pandemia da Covid-19, quando houve um foco maior em relação aos desafios nos cuidados da nova geração de adolescentes, em que temas a respeito de obesidade, saúde mental, uso das mídias digitais etc. ocuparam os veículos de imprensa e os consultórios pediátricos. Entre diversas explicações, a médica falou sobre as redes sociais e o impacto do ambiente virtual na vida dos adolescentes.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista:</strong> </p>
<p><iframe title="SPSP na mídia: Programa Pensando no Futuro - adolescência" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/yM2A4ySTC5I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TV Cultura &#8211; Músicas da adolescência moldam lembranças emocionais ao longo da vida, com Maíra Terra</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/tv-cultura-musicas-da-adolescencia-moldam-lembrancas-emocionais-ao-longo-da-vida-com-maira-terra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jan 2026 15:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: Jornal da Tarde (TV Cultura) Data: 21/01/2026 Um estudo internacional realizado em 84 países, incluindo o Brasil, aponta que as músicas que ouvimos na adolescência embalam nossas principais lembranças afetivas ao longo da vida. Para falar sobre este tema, o Jornal da Tarde, da TV Cultura, entrevistou a hebiatra e psicanalista Maíra Terra, secretária do Departamento Científico de Adolescência da SPSP. Segundo a especialista, os hormônios sexuais agem, principalmente, no desenvolvimento das regiões emocionais, mais do que as racionais, e a música vai ao encontro dessa região, que está muito ativa no cérebro, aumentando a sensação de bem-estar. Assista à entrevista: </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tv-cultura-musicas-da-adolescencia-moldam-lembrancas-emocionais-ao-longo-da-vida-com-maira-terra/">TV Cultura &#8211; Músicas da adolescência moldam lembranças emocionais ao longo da vida, com Maíra Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[


<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Jornal da Tarde (TV Cultura)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 21/01/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Um estudo internacional realizado em 84 países, incluindo o Brasil, aponta que as músicas que ouvimos na adolescência embalam nossas principais lembranças afetivas ao longo da vida. Para falar sobre este tema, o Jornal da Tarde, da TV Cultura, entrevistou a hebiatra e psicanalista Maíra Terra, secretária do Departamento Científico de Adolescência da SPSP. Segundo a especialista, os hormônios sexuais agem, principalmente, no desenvolvimento das regiões emocionais, mais do que as racionais, e a música vai ao encontro dessa região, que está muito ativa no cérebro, aumentando a sensação de bem-estar.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista: <br /><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/GjsBlf6TjFw" width="720" height="404" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe><br /></strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tv-cultura-musicas-da-adolescencia-moldam-lembrancas-emocionais-ao-longo-da-vida-com-maira-terra/">TV Cultura &#8211; Músicas da adolescência moldam lembranças emocionais ao longo da vida, com Maíra Terra</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TV Cultura &#8211; Bebês de até um ano estão cada vez mais expostos ao calor extremo, com Sarah Saul</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/tv-cultura-bebes-de-ate-um-ano-estao-cada-vez-mais-expostos-ao-calor-extremo-com-sarah-saul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 17:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: TV Cultura (Jornal da Tarde) Data: 06/11/2025 Um relatório internacional concluiu que bebês de até um ano estão cada vez mais expostos a temperaturas extremas. Estudo realizado em países da América Latina, incluindo o Brasil, apontou que a exposição aumentou 450% na última década na América Latina. Sarah Saul, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, foi entrevistada pela Jornal da Tarde, da TV Cultura, para falar sobre o assunto, em que comentou que bebês e crianças pequenas são mais suscetíveis ao calor, por ter um mecanismo de regulação menos desenvolvido. Ela ressaltou que o calor excessivo pode levar à hipertermia, desidratação e estresse térmico &#8211; complicações que podem levar à perda da consciência, convulsões e até mesmo ao óbito. Assista à entrevista: </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tv-cultura-bebes-de-ate-um-ano-estao-cada-vez-mais-expostos-ao-calor-extremo-com-sarah-saul/">TV Cultura &#8211; Bebês de até um ano estão cada vez mais expostos ao calor extremo, com Sarah Saul</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> TV Cultura (Jornal da Tarde)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 06/11/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Um relatório internacional concluiu que bebês de até um ano estão cada vez mais expostos a temperaturas extremas. Estudo realizado em países da América Latina, incluindo o Brasil, apontou que a exposição aumentou 450% na última década na América Latina. Sarah Saul, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, foi entrevistada pela Jornal da Tarde, da TV Cultura, para falar sobre o assunto, em que comentou que bebês e crianças pequenas são mais suscetíveis ao calor, por ter um mecanismo de regulação menos desenvolvido. Ela ressaltou que o calor excessivo pode levar à hipertermia, desidratação e estresse térmico &#8211; complicações que podem levar à perda da consciência, convulsões e até mesmo ao óbito.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista:</strong> <br /><iframe loading="lazy" src="//www.youtube.com/embed/rxBTOA1WfGc" width="720" height="404" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novembrinho Azul &#8211; Cuidados com a saúde masculina começa na infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/novembrinho-azul-cuidados-com-a-saude-masculina-comeca-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 14:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Neste mês de novembro, queremos ressaltar que a saúde do homem começa desde a infância: pediatra orientando higiene pessoal e hábitos</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Neste mês de novembro, queremos ressaltar que a saúde do homem começa desde a infância: pediatra orientando higiene pessoal e hábitos saudáveis, como alimentação, sono, esporte. Lembrar que o cuidado desde criança vai fazer com que o adulto se preocupe e continue a cuidar de sua saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso nós pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) também nos engajamos nessa campanha e queremos conversar com os pais, crianças e adolescentes sobre prevenção e cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda prevenção de agravos à saúde deve ser iniciada na puericultura. O pediatra tem uma ligação de longa data com os pais, e desse modo pode preparar a família a desenvolver o autocuidado e a falar sobre esses temas de forma mais natural com seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) na adolescência são um problema preocupante, pois muitas vezes não apresentam sintomas, podendo levar a complicações sérias como infertilidade e até câncer, especialmente se não tratadas precocemente. As mais comuns incluem clamídia, gonorreia, sífilis, HPV (Papilomavírus humano) e herpes genitalvírus (Herpes simplex tipo 1 e tipo 2). Além das hepatites B, C e o HIV.</p>
<p style="text-align: justify;">O que torna adolescentes vulneráveis a essas doenças é a falta de informações adequadas, passadas de forma clara e sem julgamentos. Por isso a educação em sexualidade nas escolas e a consulta com o pediatra são tão importantes. Assim como ter acesso a preservativos em locais em que os adolescentes não se sintam expostos ao adquiri-los e manter a carteira de vacinação em dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Como se proteger das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do método mais eficaz de prevenção das ISTs continuar sendo o uso de preservativos, algumas ISTs também devem ser prevenidas por meio de vacinas, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e/ou nas clínicas particulares. É o caso das vacinas de HPV e da hepatite B.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Vacina contra HPV protege contra quatro ou nove sorotipos do vírus </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O vírus HPV compreende uma família com muitos subtipos, vários dos quais afetam a região genital, incluindo aqueles responsáveis por desencadear cânceres de colo do útero, vagina, ânus, vulva, pênis e câncer de orofaringe, além de verrugas genitais. A vacina de HPV quadrivalente está disponível no SUS e a de HPV nonavalente nas clínicas particulares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Vacina da hepatite B </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A hepatite B é uma infecção viral, silenciosa, que prejudica o funcionamento do fígado e, ao longo do tempo, se não for tratada, lesiona consideravelmente os tecidos do órgão, podendo levar a uma cirrose hepática. Transmitida por meio de sangue e fluidos corporais, é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), uma vez que a transmissão mais comum é a sexual. A vacina de hepatite B encontra-se disponível no SUS e é importante para a proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outras vacinas superimportantes para os adolescentes, como:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meningite ACWY </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vacina da meningite ACWY previne meningites e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y e está disponível no SUS dos 11 aos 14 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meningite B </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vacina da meningite B previne meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B. Tem em rede privada, sendo feita em duas doses, com intervalo de um a dois meses a partir de três meses de idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vacina DTpa ou DT </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas unidades de saúde é feita a DT (difteria/tétano) como dose de reforço entre 14 e 15 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a DTpa (difteria/tétano/coqueluche) tem a mais a coqueluche e é encontrada em rede privada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vacina Qdenga </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vacina contra a dengue previne a infecção causada pelos quatro sorotipos do vírus: Denv-1, Denv-2, Denv-3 e Denv-4.</p>
<p style="text-align: justify;">Indicada para crianças a partir de quatro anos de idade e disponível na rede pública dos 10 aos 14 anos, feita em duas doses com intervalo de três meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vacina da gripe (Influenza) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vacina contra a gripe: Trivalente encontrada no SUS e a quadrivalente em rede privada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância da higiene íntima masculina e saúde genital </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dados do Sistema Único de Saúde &#8211; SUS &#8211; revelam que toda semana, em média, nove homens sofrem amputação de pênis no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Medidas simples como uma higienização adequada evitam a maioria das afecções que acometem os homens.</p>
<p style="text-align: justify;">A limpeza adequada do pênis com água e sabão, puxando o prepúcio para higiene da glande, deve ser realizada todos os dias e após prática sexual para quem já iniciou atividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como higienizar o pênis? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A lavagem é simples e deve ser feita com água e sabão, na hora do banho. Para limpar o pênis, o adolescente precisa afastar o prepúcio e expor a cabeça do órgão, conhecida como glande. Muitas vezes a urina que fica embaixo da pele (prepúcio) é ácida e pode causar inflamação, caso não tenha uma boa higienização.</p>
<p style="text-align: justify;">A lavagem feita com água e sabão minimiza o risco de se ter um tumor de pênis ou doença mais grave.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outro tópico importante é a saúde dos testículos </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O alerta é: inchaço inexplicável e dor deve ser imediatamente avaliado pelo médico. Existem doenças como a torção de testículo que, se não resolvida em poucas horas, pode levar à perda do órgão.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação periódica é importante: a avaliação com o médico de adolescentes pode prevenir infertilidade na vida adulta, pois algumas doenças, como a varicocele, causada pelo mau funcionamento das válvulas das veias, podem levar ao acúmulo de sangue e à dilatação local.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção de espermatozoides pode ser prejudicada. Na maioria das vezes é indolor e é a principal causa de infertilidade em homens adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fimose </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fimose é uma condição em que o prepúcio (pele que recobre o pênis) não se expõe, ou seja, não pode ser retraído, o que dificulta a exposição da glande (cabeça do pênis).</p>
<p style="text-align: justify;">Ela é uma situação fisiológica que se resolve até a idade de três anos com uma higiene adequada. Até os três anos de idade, metade dos meninos já retraem o prepúcio e na adolescência quase todos já resolvem.</p>
<p style="text-align: justify;">A fimose, se não tratada, pode evoluir para câncer de pênis e outras doenças; o tratamento é cirúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, essas e muitas outras orientações podem ser dadas pelo médico de adolescente, encaminhando se necessário para o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carolina Maria Soares Cresciulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Elisiane Elias Mendes Machado<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Elizete Prescinotti Andrade<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Maíra Pieri<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/novembrinho-azul-cuidados-com-a-saude-masculina-comeca-na-infancia/">Novembrinho Azul &#8211; Cuidados com a saúde masculina começa na infância</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>VivaBem Uol &#8211; Quais os riscos e o que fazer se uma criança comer ração de cachorro, com Sarah Saul</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/vivabem-uol-quais-os-riscos-e-o-que-fazer-se-uma-crianca-comer-racao-de-cachorro-com-sarah-saul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 16:28:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=53894</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: VivaBem Uol Data: 15/10/2025 Um menino de dois anos foi flagrado pela mãe comendo a ração dos cachorros da família. Para saber quais os riscos disso e o que fazer, o site VivaBem Uol entrevistou a pediatra Sarah Saul, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP. A médica alerta que ração para pets pode causar infecções, desconfortos estomacais e riscos de desidratação nas crianças e que, no caso de ingestão, deve-se observar os sintomas e consultar um pediatra, especialmente se houver sinais de problemas gastrointestinais. Ela recomenda oferecer bastante água à criança e verificar as condições da ração; se ela estiver fora da validade ou mal armazenada, isso aumenta muito o risco de contaminação. Leia mais: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/10/15/mae-flagra-crianca-comendo-racao-do-cachorro-tem-riscos.htm</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/vivabem-uol-quais-os-riscos-e-o-que-fazer-se-uma-crianca-comer-racao-de-cachorro-com-sarah-saul/">VivaBem Uol &#8211; Quais os riscos e o que fazer se uma criança comer ração de cachorro, com Sarah Saul</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> VivaBem Uol</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 15/10/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Um menino de dois anos foi flagrado pela mãe comendo a ração dos cachorros da família. Para saber quais os riscos disso e o que fazer, o site VivaBem Uol entrevistou a pediatra Sarah Saul, presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP. A médica alerta que ração para pets pode causar infecções, desconfortos estomacais e riscos de desidratação nas crianças e que, no caso de ingestão, deve-se observar os sintomas e consultar um pediatra, especialmente se houver sinais de problemas gastrointestinais. Ela recomenda oferecer bastante água à criança e verificar as condições da ração; se ela estiver fora da validade ou mal armazenada, isso aumenta muito o risco de contaminação.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais: </strong><a href="https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/10/15/mae-flagra-crianca-comendo-racao-do-cachorro-tem-riscos.htm" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/10/15/mae-flagra-crianca-comendo-racao-do-cachorro-tem-riscos.htm&amp;source=gmail&amp;ust=1761660180522000&amp;usg=AOvVaw2jFjs6jqRoR6bgraZcNKBl">https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2025/10/15/mae-flagra-crianca-comendo-racao-do-cachorro-tem-riscos.htm</a></p>
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		<item>
		<title>Revista Crescer &#8211; Novas diretrizes para desengasgo de bebês e crianças, com Tania Zamataro</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/revista-crescer-novas-diretrizes-para-desengasgo-de-bebes-e-criancas-com-tania-zamataro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 15:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=54012</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: Revista Crescer Data: 24/10/2025 A American Heart Association (AHA) — entidade de referência na área de reanimação cardiopulmonar (RCP) — publicou novas diretrizes sobre técnicas de desobstrução das vias aéreas. A pediatra Tania Zamataro, membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, falou sobre o tema para a revista Crescer, em que explicou o que fazer nos casos de bebês que engasgam com líquidos e também quais são os erros a ser evitados, como por exemplo não enfiar o dedo na garganta do bebê ou da criança para retirar o objeto estranho, porque aumenta as chances de empurrar o objeto para baixo, dificultando o desengasgo. Leia mais: https://revistacrescer.globo.com/seguranca/noticia/2025/10/as-orientacoes-sobre-desengasgo-mudaram-veja-como-proteger-seu-filho-da-forma-certa.ghtml     </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/revista-crescer-novas-diretrizes-para-desengasgo-de-bebes-e-criancas-com-tania-zamataro/">Revista Crescer &#8211; Novas diretrizes para desengasgo de bebês e crianças, com Tania Zamataro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Revista Crescer</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 24/10/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A American Heart Association (AHA) — entidade de referência na área de reanimação cardiopulmonar (RCP) — publicou novas diretrizes sobre técnicas de desobstrução das vias aéreas. A pediatra Tania Zamataro, membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, falou sobre o tema para a revista Crescer, em que explicou o que fazer nos casos de bebês que engasgam com líquidos e também quais são os erros a ser evitados, como por exemplo não enfiar o dedo na garganta do bebê ou da criança para retirar o objeto estranho, porque aumenta as chances de empurrar o objeto para baixo, dificultando o desengasgo.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://revistacrescer.globo.com/seguranca/noticia/2025/10/as-orientacoes-sobre-desengasgo-mudaram-veja-como-proteger-seu-filho-da-forma-certa.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://revistacrescer.globo.com/seguranca/noticia/2025/10/as-orientacoes-sobre-desengasgo-mudaram-veja-como-proteger-seu-filho-da-forma-certa.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1761994525847000&amp;usg=AOvVaw1HXNkC0wb3dVnVzpJKO2Mw">https://revistacrescer.globo.com/seguranca/noticia/2025/10/as-orientacoes-sobre-desengasgo-mudaram-veja-como-proteger-seu-filho-da-forma-certa.ghtml</a><strong> </strong></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/revista-crescer-novas-diretrizes-para-desengasgo-de-bebes-e-criancas-com-tania-zamataro/">Revista Crescer &#8211; Novas diretrizes para desengasgo de bebês e crianças, com Tania Zamataro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jornal de Araraquara &#8211; Aumento preocupante no diagnóstico de transtornos alimentares, com Andrea Hercowitz</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-aumento-preocupante-no-diagnostico-de-transtornos-alimentares-com-andrea-hercowitz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 15:55:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=53888</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo:&#160;Jornal de Araraquara Data: 07/10/25 O número de diagnósticos de transtornos alimentares tem crescido de forma preocupante, principalmente entre adolescentes do sexo feminino. A pediatra e hebiatra Andrea Hercowitz, membro do Departamento Científico de Adolescência da SPSP, falou sobre o tema para o Jornal de Araraquara, em que esclareceu que a ideia de que só a magreza está associada à beleza, ao sucesso social e profissional, impacta fortemente a atual geração de adolescentes, aumentando sua vulnerabilidade aos transtornos alimentares. Ela destacou também que, por vezes, não é fácil identificar um transtorno alimentar, porém há sinais de alerta os quais os familiares devem observar. Leia mais:&#160;https://jornaldeararaquara.com.br/aumento-dos-transtornos-alimentares-entre-adolescentes-e-preocupante/</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-aumento-preocupante-no-diagnostico-de-transtornos-alimentares-com-andrea-hercowitz/">Jornal de Araraquara &#8211; Aumento preocupante no diagnóstico de transtornos alimentares, com Andrea Hercowitz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Veículo:</strong>&nbsp;Jornal de Araraquara</p>



<p><strong>Data:</strong> 07/10/25</p>



<p style="text-align: justify;">O número de diagnósticos de transtornos alimentares tem crescido de forma preocupante, principalmente entre adolescentes do sexo feminino. A pediatra e hebiatra Andrea Hercowitz, membro do Departamento Científico de Adolescência da SPSP, falou sobre o tema para o Jornal de Araraquara, em que esclareceu que a ideia de que só a magreza está associada à beleza, ao sucesso social e profissional, impacta fortemente a atual geração de adolescentes, aumentando sua vulnerabilidade aos transtornos alimentares. Ela destacou também que, por vezes, não é fácil identificar um transtorno alimentar, porém há sinais de alerta os quais os familiares devem observar.</p>



<p><strong>Leia mais:</strong>&nbsp;<a href="https://jornaldeararaquara.com.br/aumento-dos-transtornos-alimentares-entre-adolescentes-e-preocupante/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jornaldeararaquara.com.br/aumento-dos-transtornos-alimentares-entre-adolescentes-e-preocupante/</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-aumento-preocupante-no-diagnostico-de-transtornos-alimentares-com-andrea-hercowitz/">Jornal de Araraquara &#8211; Aumento preocupante no diagnóstico de transtornos alimentares, com Andrea Hercowitz</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que ter um dia para chamar a atenção sobre a saúde de adolescentes e jovens?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/por-que-ter-um-dia-para-chamar-a-atencao-sobre-a-saude-de-adolescentes-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 11:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes e Jovens]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Hábitos]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sono]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=53260</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens, comemorado em 22 de setembro, serve para reforçar a necessidade de atenção especial</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/por-que-ter-um-dia-para-chamar-a-atencao-sobre-a-saude-de-adolescentes-e-jovens/">Por que ter um dia para chamar a atenção sobre a saúde de adolescentes e jovens?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens, comemorado em 22 de setembro, serve para reforçar a necessidade de atenção especial às pessoas desse grupo populacional, que engloba a adolescência (10 a 19 anos e 11 meses) e juventude (15 a 24 anos).</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma fase marcada por intensas transformações físicas, cognitivas, emocionais e sociais. É um período delicado da vida, em que mudanças hormonais, busca por identidade, influências de amigos e descobertas de novas responsabilidades podem gerar inseguranças, afetando a saúde mental e aumentando a exposição a situações de risco. Além disso, é uma oportunidade para orientar e corrigir hábitos adquiridos na infância, como padrões alimentares inadequados, sedentarismo, excesso de tempo diante de telas, dificuldades relacionadas ao sono e habilidades sociais. É na juventude que se inicia a prática de todo aprendizado dos anos anteriores, o exercício da autonomia e do autocuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como ensinar adolescentes e jovens a cuidarem de sua saúde?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para formar adultos saudáveis e autônomos é preciso que exista uma rede de apoio, composta por famílias, escolas e profissionais de saúde. Quando essa rede atua de forma articulada, o adolescente encontra suporte para enfrentar dilemas, buscar ajuda diante de dificuldades e adotar hábitos que favoreçam um futuro mais saudável. Quando se sentem ouvidos e apoiados, os adolescentes tornam-se capazes de tomar boas decisões e construir projetos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Crescer em ambiente com diálogo aberto, escuta e ausência de julgamentos facilita ao adolescente tirar dúvidas e falar sobre medos e dificuldades. Conversas sobre autocuidado, respeito ao corpo, privacidade e sexualidade contribuem para escolhas mais seguras. O convívio familiar abre oportunidades de conversas, fortalece vínculos e exerce um fator protetor para o envolvimento em comportamentos de risco. Pais e responsáveis precisam ficar atentos a mudanças bruscas de condutas, como isolamento social, queda no rendimento escolar, alterações no sono ou alimentação, entre outras, pois são sinais que podem indicar sofrimento emocional e, quando percebidos, eles devem buscar ajuda profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">As escolas, além de serem locais para o aprendizado acadêmico, podem ser espaços de promoção de saúde e bem-estar. Incentivar rodas de conversa sobre saúde física e mental, sexualidade, prevenção de violência e projetos de vida permite aos alunos acesso à informação de qualidade e esclarece mitos. A instituição deve oferecer um ambiente acolhedor, onde estudantes sintam-se seguros para fazer perguntas, expressar sentimentos e procurar apoio sem medo de julgamento ou punição. É fundamental que exista um posicionamento <em>antibullying</em>, com políticas que incluam normas explícitas de convivência, com canais de escuta e denúncia, acompanhamento psicológico quando necessário e ações educativas contínuas. Quando a escola assume postura firme e transmite a mensagem de que violência e discriminação não são permitidas, fortalece vínculos e previne problemas de saúde emocional que poderiam causar impactos até a vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Profissionais de saúde precisam adotar uma abordagem centrada no indivíduo, considerando suas necessidades, seus direitos e sua autonomia crescente. O atendimento deve ser feito com respeito, sigilo e empatia, favorecendo o vínculo de confiança. Adolescentes têm o direito de serem atendidos desacompanhados, desde que apresentem condições de compreender o que lhes é explicado e, mesmo quando acompanhados, é desejável que tenham um momento de privacidade, para que possam tirar dúvidas e receber orientações baseadas em suas vivências. O desenvolvimento da autonomia nos cuidados em saúde deve começar nessa fase da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fase de transição para a vida adulta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No fim da adolescência e início da juventude ocorre a finalização da escola, a entrada na faculdade, ingresso no mercado de trabalho e às vezes a saída de casa. É o início da vida adulta, com menos dependência da família. A liberdade adquirida nesse momento de vida é tentadora, sendo comum que se priorizem as festas, relacionamentos amorosos e saídas com amigos, em detrimento dos cuidados em saúde. O preparo para esse momento deve ser construído gradativamente no decorrer da adolescência, focando no desenvolvimento de autonomia com responsabilidade. Aprender a marcar consultas, compreender receitas, gerenciar as medicações, reconhecer sinais de alerta e saber onde buscar ajuda são competências tão importantes quanto aprender a administrar finanças e um lar. Quando esse treinamento não é feito, pode resultar em abandono das visitas médicas e de tratamentos, com grande impacto na saúde, principalmente naqueles com doenças crônicas e que necessitam de cuidados contínuos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a atuação conjunta da família, escola e profissionais de saúde que ofereçam informações de qualidade, acolhimento e oportunidades de desenvolvimento seguro, criam-se condições para que adolescentes e jovens façam escolhas conscientes, enfrentem desafios com resiliência e tornem-se adultos saudáveis, autônomos e preparados para participar plenamente da vida social e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andrea Hercowitz<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Grupo de Trabalho da Fase de Transição para a Vida Adulta da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Adolescência da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Núcleo de Estudos dos Direitos da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>
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		<title>Recomendações: Artigos de Otorrinolaringologia, Adolescência e Oftalmologia</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/recomendacoes-artigos-de-otorrinolaringologia-adolescencia-e-oftalmologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Sep 2025 13:24:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Doc. Científico]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=53097</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/RECOMENDACAO_106_BANNERGG-27-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/RECOMENDACAO_106_BANNERGG-27-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/RECOMENDACAO_106_BANNERGG-27-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/RECOMENDACAO_106_BANNERGG-27-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 10/09/25 O fascículo 106 de Recomendações traz atualizações de condutas em Pediatria. No primeiro artigo, o Departamento Científico de Otorrinolaringologia aborda o tema “Apneia obstrutiva do sono em crianças: diagnóstico e tratamento”. O segundo texto, do Departamento Científico de Adolescência, destaca esportes coletivos na formação de habilidades sociais. Por fim, o Departamento Científico de Oftalmologia discorre sobre o uso de telas e a visão infantil: uma mensagem aos pais e pediatras. Os fascículos Recomendações são coordenados pela Diretoria de Publicações da SPSP. Os artigos são elaborados pelos Departamentos Científicos, Grupos de Trabalhos e Núcleos de Estudo da SPSP e têm por objetivo promover atualização contínua sobre temas específicos nas diversas áreas de atuação da Pediatria.   Clique aqui para acessar todas as edições em PDF  </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/recomendacoes-artigos-de-otorrinolaringologia-adolescencia-e-oftalmologia/">Recomendações: Artigos de Otorrinolaringologia, Adolescência e Oftalmologia</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<p>Texto divulgado em 10/09/25</p>
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<p style="text-align: justify;">O fascículo 106 de Recomendações traz atualizações de condutas em Pediatria. No primeiro artigo, o Departamento Científico de Otorrinolaringologia aborda o tema “Apneia obstrutiva do sono em crianças: diagnóstico e tratamento”. O segundo texto, do Departamento Científico de Adolescência, destaca esportes coletivos na formação de habilidades sociais. Por fim, o Departamento Científico de Oftalmologia discorre sobre o uso de telas e a visão infantil: uma mensagem aos pais e pediatras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os fascículos Recomendações são coordenados pela Diretoria de Publicações da SPSP. Os artigos são elaborados pelos Departamentos Científicos, Grupos de Trabalhos e Núcleos de Estudo da SPSP e têm por objetivo promover atualização contínua sobre temas específicos nas diversas áreas de atuação da Pediatria.</p>
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