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	<title>Arquivos Nutrição - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Nutrição - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Revista Crescer &#8211; Bebês podem comer bacalhau?, com Mauro Fisberg</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/revista-crescer-bebes-podem-comer-bacalhau-com-mauro-fisberg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:36:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: Revista Crescer Data: 31/03/2026 A revista Crescer entrevistou o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, em que ele esclareceu se bebês podem comer bacalhau. De acordo com o médico, desde que sejam tomados alguns cuidados importantes, as crianças pequenas podem sim comer bacalhau &#8211; peixes, de forma geral, podem entrar na alimentação a partir dos 6 meses e trazem benefícios importantes, como proteínas de qualidade e ômega-3, que ajudam no desenvolvimento da criança. Ele explica que o ideal é utilizar o bacalhau fresco, pois o tradicional, que é salgado, só deve ser oferecido depois de um ano de idade e sempre muito bem dessalgado. Leia mais: https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/festas/pascoa/noticia/2026/03/bacalhau-para-bebes-veja-como-preparar-a-receita-tradicional-da-pascoa-para-toda-a-familia.ghtml</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Revista Crescer</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 31/03/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A revista Crescer entrevistou o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, em que ele esclareceu se bebês podem comer bacalhau. De acordo com o médico, desde que sejam tomados alguns cuidados importantes, as crianças pequenas podem sim comer bacalhau &#8211; peixes, de forma geral, podem entrar na alimentação a partir dos 6 meses e trazem benefícios importantes, como proteínas de qualidade e ômega-3, que ajudam no desenvolvimento da criança. Ele explica que o ideal é utilizar o bacalhau fresco, pois o tradicional, que é salgado, só deve ser oferecido depois de um ano de idade e sempre muito bem dessalgado.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais: </strong><a href="https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/festas/pascoa/noticia/2026/03/bacalhau-para-bebes-veja-como-preparar-a-receita-tradicional-da-pascoa-para-toda-a-familia.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/festas/pascoa/noticia/2026/03/bacalhau-para-bebes-veja-como-preparar-a-receita-tradicional-da-pascoa-para-toda-a-familia.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1776166706310000&amp;usg=AOvVaw2JzeE3djX2gk7Ut58z8Ugh">https://revistacrescer.globo.com/entretenimento/festas/pascoa/noticia/2026/03/bacalhau-para-bebes-veja-como-preparar-a-receita-tradicional-da-pascoa-para-toda-a-familia.ghtml</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Obesidade: um importante problema de saúde pública</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/obesidade-um-importante-problema-de-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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<p>O Dia Mundial da Obesidade foi criado em 2015 pela Federação Mundial da Obesidade para unir esforços de países, profissionais de saúde e da sociedade no enfrentamento da obesidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Obesidade foi criado em 2015 pela Federação Mundial da Obesidade para unir esforços de países, profissionais de saúde e da sociedade no enfrentamento da obesidade. Desde 2020, a data é celebrada todos os anos em <strong>4 de março</strong>, servindo como um momento global de reflexão, informação e mobilização.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal objetivo da data é <strong>chamar a atenção para a obesidade como um importante problema de saúde pública</strong>, incentivar a prevenção e ampliar o acesso ao tratamento. Também busca reduzir o preconceito contra pessoas que vivem com obesidade e estimular governos e instituições a adotarem políticas que promovam ambientes mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversas organizações internacionais participam dessa iniciativa, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Em muitos países, sociedades científicas, universidades e associações de profissionais de saúde organizam campanhas educativas, eventos e ações de conscientização.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada ano, o Dia Mundial da Obesidade apresenta um tema específico para ampliar o debate. As campanhas procuram informar a população sobre os riscos da obesidade, incentivar hábitos saudáveis e mostrar que o problema é complexo, envolvendo fatores biológicos, sociais e ambientais – e não apenas escolhas individuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desafios para prevenir a obesidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de décadas de campanhas de saúde pública, ainda existem lacunas importantes no conhecimento da população sobre obesidade, suas consequências e formas de tratamento. Estudos mostram que muitas pessoas <strong>não reconhecem corretamente seu próprio peso</strong> ou subestimam o impacto de hábitos como atividade física regular na manutenção da saúde. Além disso, nem sempre os profissionais de saúde abordam o tema de forma ativa nas consultas, o que pode atrasar a identificação do problema e o início de estratégias de controle do peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro desafio importante é o <strong>estigma associado à obesidade</strong>. Preconceito, discriminação e mensagens negativas podem causar sofrimento psicológico, isolamento social e até dificultar que as pessoas busquem ajuda ou adotem hábitos saudáveis. Por isso, campanhas de saúde precisam informar sobre os riscos da obesidade sem reforçar estereótipos ou culpabilizar indivíduos, reconhecendo que se trata de uma condição complexa, influenciada por fatores biológicos, sociais e ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é fundamental considerar o papel dos chamados <strong>“ambientes obesogênicos”</strong> – contextos que favorecem o ganho de peso. Em muitas cidades, há grande oferta de alimentos ultraprocessados e calóricos, porções cada vez maiores, intensa publicidade de produtos pouco saudáveis e poucas oportunidades para atividade física segura. Esse cenário mostra que a prevenção da obesidade não depende apenas de decisões individuais, mas também de <strong>políticas públicas e mudanças no ambiente</strong> que facilitem escolhas mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o Dia Mundial da Obesidade reforça que enfrentar esse problema exige <strong>informação, empatia e ação coletiva</strong>, envolvendo indivíduos, profissionais de saúde, governos e toda a sociedade na construção de ambientes mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caminhos para o futuro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas destacam que o enfrentamento da obesidade exige <strong>ações contínuas ao longo de todo o ano</strong>, e não apenas campanhas pontuais. O Dia Mundial da Obesidade deve servir como um ponto de partida para programas permanentes de prevenção, educação e cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é essencial reduzir desigualdades. A obesidade atinge de forma mais intensa populações socialmente vulneráveis, que muitas vezes vivem em ambientes com menos acesso a alimentação saudável e oportunidades de atividade física. Políticas públicas devem buscar garantir <strong>acesso equitativo à prevenção e ao tratamento</strong> para toda a população.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante é avaliar melhor as iniciativas de prevenção. Muitos países realizam campanhas e programas criativos, mas ainda há pouca evidência sobre o impacto real dessas ações no comportamento, no conhecimento das pessoas e nos resultados de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de <strong>combater o estigma e promover abordagens mais humanas e respeitosas</strong>, tratando a obesidade como uma condição de saúde complexa que exige cuidado, apoio e informação – e não julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a cooperação entre países e instituições é fundamental para compartilhar experiências e estratégias eficazes. Trocar conhecimentos e aprender com diferentes realidades pode ajudar a fortalecer ações de prevenção e tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma responsabilidade de todos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A obesidade está associada a diversas doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, além de representar um grande impacto para os sistemas de saúde e para a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Dia Mundial da Obesidade</strong> reforça que enfrentar esse desafio exige <strong>informação, empatia e ação coletiva</strong>. Mais do que uma data no calendário, ele é um convite para que governos, profissionais de saúde, escolas, famílias e comunidades trabalhem juntos na construção de ambientes mais saudáveis e de um futuro com melhor qualidade de vida para todos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mauro Fisberg<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Centro de Excelência em Nutrição e Dificuldades Alimentares – CENDA – Instituto Pensi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Professor Associado (SR) do Departamento de Pediatria EPM-UNIFESP Presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>TV Cultura &#8211; Aumento da obesidade entre gestantes é causado, principalmente, pelo consumo de ultraprocessados, com Mauro Fisberg</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/tv-cultura-aumento-da-obesidade-entre-gestantes-e-causado-principalmente-pelo-consumo-de-ultraprocessados-com-mauro-fisberg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2025 11:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: TV Cultura (Jornal da Tarde) Data: 15/12/2025 Um estudo das Universidades de Fortaleza e Federal do Ceará apontou que quase 90% das gestantes consomem alimentos ultraprocessados em comparação à média de 18% da população brasileira. Para falar sobre o tema, o Jornal da Tarde, da TV Cultura, entrevistou Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, que falou sobre a importância do período dos mil dias, que vai do pré-natal até o segundo ano de vida da criança e que é essencial para o crescimento, desenvolvimento e para as condições imunológicas do bebê. Os itens mais citados no estudo consumidos pelas gestantes foram biscoitos recheados, salgadinhos e bebidas açucaradas. Assista à entrevista:   </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tv-cultura-aumento-da-obesidade-entre-gestantes-e-causado-principalmente-pelo-consumo-de-ultraprocessados-com-mauro-fisberg/">TV Cultura &#8211; Aumento da obesidade entre gestantes é causado, principalmente, pelo consumo de ultraprocessados, com Mauro Fisberg</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> TV Cultura (Jornal da Tarde)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 15/12/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Um estudo das Universidades de Fortaleza e Federal do Ceará apontou que quase 90% das gestantes consomem alimentos ultraprocessados em comparação à média de 18% da população brasileira. Para falar sobre o tema, o Jornal da Tarde, da TV Cultura, entrevistou Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, que falou sobre a importância do período dos mil dias, que vai do pré-natal até o segundo ano de vida da criança e que é essencial para o crescimento, desenvolvimento e para as condições imunológicas do bebê. Os itens mais citados no estudo consumidos pelas gestantes foram biscoitos recheados, salgadinhos e bebidas açucaradas.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista: </strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/bBpjk1Od46g" width="720" height="404" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tv-cultura-aumento-da-obesidade-entre-gestantes-e-causado-principalmente-pelo-consumo-de-ultraprocessados-com-mauro-fisberg/">TV Cultura &#8211; Aumento da obesidade entre gestantes é causado, principalmente, pelo consumo de ultraprocessados, com Mauro Fisberg</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segurança em relação a dietas com baixo teor de carboidratos para controlar o diabetes em crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/seguranca-em-relacao-a-dietas-com-baixo-teor-de-carboidratos-para-controlar-o-diabetes-em-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 12:28:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Uma das grandes preocupações de pais de crianças com diabetes tipo 1 (DM1) é buscar um equilíbrio dos níveis de glicose diariamente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dietas-de-Baixo-Teor-de-Carbo-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Uma das grandes preocupações de pais de crianças com diabetes tipo 1 (DM1) é buscar um equilíbrio dos níveis de glicose diariamente e a longo prazo, com o objetivo de evitar as complicações agudas e crônicas da doença. Ao mesmo tempo, há o sentimento de reduzir o sofrimento dos filhos por conta das famosas “picadas” – seja para monitorizar os níveis de glicose, seja para a aplicação da insulina. A dieta desempenha papel importante no tratamento do DM1; abordaremos, neste espaço, alguns aspectos relativos à utilização dos carboidratos.</p>
<p style="text-align: justify;">O carboidrato é um macronutriente que compõe a nossa pirâmide alimentar, sendo a base dela – ou seja, a maioria da nossa caloria consumida por dia é por conta dos carboidratos (pelo menos 50% a 55% das calorias diárias). Ao mesmo tempo, o carboidrato é a principal fonte que aumenta de forma imediata os níveis de glicose após seu consumo nos pacientes DM1. Por conta deste impacto, pelo receio de aumentos exorbitantes das glicemias após as refeições e, ao mesmo tempo, tentando buscar uma forma para aplicação de uma menor quantidade de insulinas bolus, algumas famílias buscam utilizar uma dieta com uma menor quantidade de carboidratos para as crianças DM1 – as famosas dietas low-carb (LC), very low-carb (VLC) e dieta cetogênica (DC).</p>
<p style="text-align: justify;">Pensando-se na proposta e resultado dela, realmente pode haver um impacto positivo, tanto na redução dos níveis de glicose com estas dietas. No entanto, qual a segurança na realização delas em crianças DM1?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois atenção: toda criança, independentemente se apresenta doenças ou não, necessita de forma obrigatória dos carboidratos. Devemos lembrar que eles são a fonte imediata de energia para nossas células do corpo, e a redução drástica do seu consumo pode afetar o desenvolvimento e o rendimento da criança, podendo causar, por exemplo, apatia, sonolência, queda do rendimento escolar, entre outros comportamentos. Ao mesmo tempo, o carboidrato tem efeito direto na proliferação celular e, por isso, gera uma consequência direta no crescimento do indivíduo. Ou seja, uma redução além do normal no consumo de carboidratos em crianças pode afetar o crescimento e desenvolvimento delas a curto e longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão que deve ser considerada: pelo fato de o carboidrato ser uma fonte imediata de energia, a redução do consumo nem sempre é tolerada na população pediátrica, gerando sintomas como fraqueza, tonturas, vômitos, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um aspecto a ser discutido: com a redução do consumo de carboidratos, a tendência é que a dieta seja reforçada por um maior nível de proteínas e gorduras. Estes, apesar de em menor proporção, possuem conversão e podem impactar também em aumento dos níveis de glicose após horas do seu consumo; além disso, o consumo aumentado de proteínas e gorduras pode gerar impactos nos níveis de colesterol, aumentar risco de obesidade, gerar impactos na saúde hepática e renal, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">As dietas VLC e DC, pela redução considerável do consumo de carboidratos, podem gerar um aumento da quebra do tecido adiposo corporal para fornecimento de glicose para fornecimento de energia – entretanto, este mecanismo pode causar a redução do pH sanguíneo (acidose) e aumentar a formação de corpos cetônicos – e a junção destes dois mecanismos pode levar a uma cetoacidose diabética mesmo com níveis normais de glicose, chamada cetoacidose diabética euglicêmica, que é uma emergência médica e deve ser tratada imediatamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Em resumo: crianças com DM1 devem ter uma dieta individualizada, com aporte calórico adequado e consumo correto de carboidratos, proteínas e gorduras. A redução do consumo de carboidratos na dieta não possui, a princípio, estudos que demonstrem segurança para o seu uso de forma indiscriminada. A alimentação do paciente DM1 deve ser acompanhada de forma rigorosa por um nutricionista, de tal forma que haja ajustes adequados para otimizar o crescimento, desenvolvimento e níveis adequados de glicose nas crianças DM1.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Thiago Santos Hirose<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Endocrinologista Pediátrico<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Endocrinologia da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Diretor da Regional de Ribeirão Preto da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/seguranca-em-relacao-a-dietas-com-baixo-teor-de-carboidratos-para-controlar-o-diabetes-em-criancas/">Segurança em relação a dietas com baixo teor de carboidratos para controlar o diabetes em crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Revista Crescer &#8211; Regra dos 5 segundos para alimentos que caem no chão não evita contaminação, com Mauro Fisberg</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/revista-crescer-regra-dos-5-segundos-para-alimentos-que-caem-no-chao-nao-evita-contaminacao-com-mauro-fisberg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 14:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: Revista Crescer Data: 29/10/2025 A revista Crescer entrevistou o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, para comentar se realmente funciona dar uma sopradinha ou usar a regra dos 5 segundos para consumir um alimento que caiu no chão. O médico explica que essas atitudes fazem parte do imaginário popular e não eliminam a possibilidade de a sujeira, vírus ou bactéria se alojarem na comida. Ele afirma que o único alimento que, se cair no chão, é seguro pegar e comer, é aquele que está embrulhado ou empacotado, os demais devem ser descartados. Leia mais: https://revistacrescer.globo.com/saude/noticia/2025/10/alimento-que-caiu-no-chao-vale-assoprar-ou-pegar-em-ate-5-segundos.ghtml  </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Revista Crescer</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 29/10/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A revista Crescer entrevistou o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, para comentar se realmente funciona dar uma sopradinha ou usar a regra dos 5 segundos para consumir um alimento que caiu no chão. O médico explica que essas atitudes fazem parte do imaginário popular e não eliminam a possibilidade de a sujeira, vírus ou bactéria se alojarem na comida. Ele afirma que o único alimento que, se cair no chão, é seguro pegar e comer, é aquele que está embrulhado ou empacotado, os demais devem ser descartados.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://revistacrescer.globo.com/saude/noticia/2025/10/alimento-que-caiu-no-chao-vale-assoprar-ou-pegar-em-ate-5-segundos.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://revistacrescer.globo.com/saude/noticia/2025/10/alimento-que-caiu-no-chao-vale-assoprar-ou-pegar-em-ate-5-segundos.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1763211075689000&amp;usg=AOvVaw1WRXNmXHeDM8Y54nLJleCB">https://revistacrescer.globo.com/saude/noticia/2025/10/alimento-que-caiu-no-chao-vale-assoprar-ou-pegar-em-ate-5-segundos.ghtml</a></p>
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<p></p>
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		<item>
		<title>Dia de prevenir a obesidade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-de-prevenir-a-obesidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Oct 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Já escrevi várias vezes sobre o tema obesidade e excesso de peso. Infelizmente passam os anos e o problema aumenta em vez de diminuir. As taxas globais mostram que uma em cada 10 pessoas do mundo está com obesidade e se calcula que aproximadamente 30% a 50% estão com excesso de peso. A obesidade é uma doença genética e metabólica, que sofre interferências do estilo de vida, como o padrão de alimentação e a atividade física do indivíduo. De uma forma primária sempre se discutiu o modelo da balança, em que uma pessoa com pouca atividade física ou excessos na ingestão calórica estaria predisposta a um aumento de peso, enquanto pessoas mais ativas e com menor ingestão apresentariam peso adequado (baixo, alto?). Esse modelo obviamente não explica todas as formas de obesidade, e já na infância temos aspectos diferentes, que vão desde o período pré-natal, com o aumento de peso excessivo na gestação, ao tamanho grande ao nascimento, assim como crianças com baixo peso, que são recuperadas de forma intempestiva, levando a um superávit de energia. No período de lactação, sabemos que o leite materno, exclusivo e prolongado, protege o bebê do peso excessivo, por inúmeras características da composição do leite, como aspectos de manutenção da saciedade, o que não ocorreria no leite de vaca ou fórmulas, que são dadas de forma homogênea em uma mamadeira. A introdução da alimentação, usualmente aos seis meses de idade, pode ocasionar riscos com o uso de alimentos inadequados para a idade; o uso de açúcar, sal em excesso e alimentos ricos em gorduras saturadas, são fatores de risco. Claro que na idade do lactente não há praticamente atividade física, que começa a ser determinante na idade pré-escolar, e não necessariamente ligada a esportes, e sim ao tipo de movimentação e jogo da criança. Famílias sedentárias têm maior chance de terem menor atividade intensa e risco de crianças com excesso de peso. Outro período importante para a pediatria é a fase da pré-adolescência, em que ocorre maior ganho de gordura corporal, especialmente em meninas (mas ocorre também nos meninos, em menor quantidade). O ganho de gordura, que é fisiológico, pode se somar a um corpo já anteriormente com excesso de peso e o processo pode levar a um adolescente com obesidade. Há uma ideia tradicional de que adolescentes cheinhos, com o crescimento puberal emagreceriam e o corpo se adequaria. No entanto, hoje o processo não é sempre assim, especialmente se o adolescente chegar ao período do estirão com excesso de peso. O crescimento não será suficiente para acomodar o excesso de gordura e o peso aumentará. Portanto, uma das maiores preocupações na área pediátrica é de que uma criança com excesso de peso ou obesidade seja um adulto obeso, com todos os riscos associados. No entanto, já na idade pediátrica aparecem aspectos importantes, associados ao excesso de peso. Muitas vezes a criança sofre bullying em casa, por parte dos próprios familiares, que caçoam ou brigam com a criança por comer demais, por ser preguiçosa&#8230; O assédio pode se estender ao ambiente, aos cuidadores, na escola e na rua. Outros problemas são a chance de baixa autoestima, depressão, ansiedade e problemas escolares. Estes podem ser agravados por problemas de pele, maior chance de infecção cutânea, problemas na postura, nos pés e joelhos. Há uma maior probabilidade de aumento das gorduras corporais, do colesterol, dos triglicérides, da insulina e da resistência insulínica. Mais de 20% das crianças obesas apresentam hipertensão arterial. Mas talvez o mais complexo dos problemas seja a falta de diagnóstico precoce do aumento de peso, da obesidade e dos problemas associados. Famílias demoram a levar ao pediatra, e infelizmente muitos deixam de fazer o diagnóstico, por interpretação equivocada das curvas de crescimento. No dia 11 de outubro, determinamos o Dia Nacional da Prevenção da Obesidade, e mais do que nunca, todos, famílias e comunidade, pediatras e educadores, precisamos estar atentos ao diagnóstico e à avaliação dos fatores de risco ligados ao ganho de peso excessivo, e à consequência final, a obesidade. Muitos hospitais públicos e privados possuem serviços de acompanhamento de obesidade infantil e adolescente e estão capacitados a desenvolver ações para a prevenção dos maiores riscos do problema. Busque ajuda e procure informações confiáveis. As sociedades de Pediatria, Endocrinologia, Cardiologia e outras possuem sites, publicações e programas de apoio. Não permita que a obesidade cobre seu preço.   Relator: Mauro FisbergPediatra e NutrólogoCoordenador do CENDA – Centro de Nutrição e Dificuldades Alimentares do Instituto PENSIProfessor Associado SR do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina – UNIFESPPresidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Obesidade-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Já escrevi várias vezes sobre o tema obesidade e excesso de peso. Infelizmente passam os anos e o problema aumenta em vez de diminuir. As taxas globais mostram que uma em cada 10 pessoas do mundo está com obesidade e se calcula que aproximadamente 30% a 50% estão com excesso de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">A obesidade é uma doença genética e metabólica, que sofre interferências do estilo de vida, como o padrão de alimentação e a atividade física do indivíduo. De uma forma primária sempre se discutiu o modelo da balança, em que uma pessoa com pouca atividade física ou excessos na ingestão calórica estaria predisposta a um aumento de peso, enquanto pessoas mais ativas e com menor ingestão apresentariam peso adequado (baixo, alto?).</p>
<p style="text-align: justify;">Esse modelo obviamente não explica todas as formas de obesidade, e já na infância temos aspectos diferentes, que vão desde o período pré-natal, com o aumento de peso excessivo na gestação, ao tamanho grande ao nascimento, assim como crianças com baixo peso, que são recuperadas de forma intempestiva, levando a um superávit de energia.</p>
<p style="text-align: justify;">No período de lactação, sabemos que o leite materno, exclusivo e prolongado, protege o bebê do peso excessivo, por inúmeras características da composição do leite, como aspectos de manutenção da saciedade, o que não ocorreria no leite de vaca ou fórmulas, que são dadas de forma homogênea em uma mamadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">A introdução da alimentação, usualmente aos seis meses de idade, pode ocasionar riscos com o uso de alimentos inadequados para a idade; o uso de açúcar, sal em excesso e alimentos ricos em gorduras saturadas, são fatores de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que na idade do lactente não há praticamente atividade física, que começa a ser determinante na idade pré-escolar, e não necessariamente ligada a esportes, e sim ao tipo de movimentação e jogo da criança. Famílias sedentárias têm maior chance de terem menor atividade intensa e risco de crianças com excesso de peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro período importante para a pediatria é a fase da pré-adolescência, em que ocorre maior ganho de gordura corporal, especialmente em meninas (mas ocorre também nos meninos, em menor quantidade). O ganho de gordura, que é fisiológico, pode se somar a um corpo já anteriormente com excesso de peso e o processo pode levar a um adolescente com obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma ideia tradicional de que adolescentes cheinhos, com o crescimento puberal emagreceriam e o corpo se adequaria. No entanto, hoje o processo não é sempre assim, especialmente se o adolescente chegar ao período do estirão com excesso de peso. O crescimento não será suficiente para acomodar o excesso de gordura e o peso aumentará.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, uma das maiores preocupações na área pediátrica é de que uma criança com excesso de peso ou obesidade seja um adulto obeso, com todos os riscos associados.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, já na idade pediátrica aparecem aspectos importantes, associados ao excesso de peso. Muitas vezes a criança sofre bullying em casa, por parte dos próprios familiares, que caçoam ou brigam com a criança por comer demais, por ser preguiçosa&#8230; O assédio pode se estender ao ambiente, aos cuidadores, na escola e na rua.</p>
<p style="text-align: justify;">Outros problemas são a chance de baixa autoestima, depressão, ansiedade e problemas escolares. Estes podem ser agravados por problemas de pele, maior chance de infecção cutânea, problemas na postura, nos pés e joelhos. Há uma maior probabilidade de aumento das gorduras corporais, do colesterol, dos triglicérides, da insulina e da resistência insulínica. Mais de 20% das crianças obesas apresentam hipertensão arterial.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas talvez o mais complexo dos problemas seja a falta de diagnóstico precoce do aumento de peso, da obesidade e dos problemas associados. Famílias demoram a levar ao pediatra, e infelizmente muitos deixam de fazer o diagnóstico, por interpretação equivocada das curvas de crescimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 11 de outubro, determinamos o Dia Nacional da Prevenção da Obesidade, e mais do que nunca, todos, famílias e comunidade, pediatras e educadores, precisamos estar atentos ao diagnóstico e à avaliação dos fatores de risco ligados ao ganho de peso excessivo, e à consequência final, a obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos hospitais públicos e privados possuem serviços de acompanhamento de obesidade infantil e adolescente e estão capacitados a desenvolver ações para a prevenção dos maiores riscos do problema. Busque ajuda e procure informações confiáveis. As sociedades de Pediatria, Endocrinologia, Cardiologia e outras possuem sites, publicações e programas de apoio. Não permita que a obesidade cobre seu preço.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mauro Fisberg<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Pediatra e Nutrólogo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do CENDA – Centro de Nutrição e Dificuldades Alimentares do Instituto PENSI<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Professor Associado SR do Departamento de Pediatria da Escola Paulista de Medicina – UNIFESP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dia-de-prevenir-a-obesidade/">Dia de prevenir a obesidade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Encontro com Especialista &#8211; Tratamento das Consequências Clínicas da Obesidade &#8211; Setembro Laranja</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-tratamento-das-consequencias-clinicas-da-obesidade-setembro-laranja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Realizado: 23 de setembro de 2025 Realização:&#160;SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização:&#160;Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Nutrição da SPSP Coordenação:&#160;Dr. Mauro Fisberg Público-alvo:&#160;Médicos Pediatras e profissionais da saúde com interesse no tema. Objetivo:&#160;Conhecer os aspectos nutricionais clínicos dos espectros de alimentação e afetividade, mostrando as controvérsias e a condução destas desordens alimentares. &#8211; Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa Redonda &#8211; Tratamento das consequências clínicas da obesidadeCoordenação e Moderação: Dr. Mauro Fisberg Palestrantes: Dr. Carlos Alberto Nogueira de AlmeidaDra. Daniela França Gomes Discussão e responder perguntas do chat &#8211; Dr. Mauro FisbergPresidente do DC de Nutrição da SPSPCoordenador do Centro de Excelência em Nutrição e Dificuldades Alimentares (CENDA) do Instituto PENSI &#8211; Sabará Hospital InfantilProfessor Associado Doutor do Setor de Medicina do Adolescente – Departamento de Pediatria da EPM– UNIFESP Dr. Carlos Alberto Nogueira de AlmeidaVice-presidente do DC de Nutrição da SPSPDiretor do Departamento de Nutrologia Pediátrica da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN Dra. Daniela França GomesMembro do DC de Nutrição da SPSPPediatra e Nutróloga. Responsável pelo Ambulatório de Obesidade da Disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria &#8211; EPM/UNIFESP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-tratamento-das-consequencias-clinicas-da-obesidade-setembro-laranja/">Encontro com Especialista &#8211; Tratamento das Consequências Clínicas da Obesidade &#8211; Setembro Laranja</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/ESPECIALISTA_SETEMBROLARANJA_BANNERGG-36-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p><strong>Realizado:</strong> 23 de setembro de 2025</p>



<p><strong>Realização:</strong>&nbsp;SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p><strong>Organização:</strong>&nbsp;Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Nutrição da SPSP</p>



<p><strong>Coordenação:</strong>&nbsp;Dr. Mauro Fisberg</p>



<p><strong>Público-alvo:</strong>&nbsp;Médicos Pediatras e profissionais da saúde com interesse no tema.</p>



<p><strong>Objetivo:</strong>&nbsp;Conhecer os aspectos nutricionais clínicos dos espectros de alimentação e afetividade, mostrando as controvérsias e a condução destas desordens alimentares.</p>



<p></p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa Redonda &#8211; <em>Tratamento das consequências clínicas da obesidade</em></strong><br><strong><em>Coordenação e Moderação:</em></strong> Dr. Mauro Fisberg</td></tr><tr><td><strong>Palestrantes:</strong> <br>Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida<br>Dra. Daniela França Gomes</td></tr><tr><td><strong>Discussão e responder perguntas do chat</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dr. Mauro Fisberg</strong><br>Presidente do DC de Nutrição da SPSP<br>Coordenador do Centro de Excelência em Nutrição e Dificuldades Alimentares (CENDA) do Instituto PENSI &#8211; Sabará Hospital Infantil<br>Professor Associado Doutor do Setor de Medicina do Adolescente – Departamento de Pediatria da EPM– UNIFESP</p>



<p><strong>Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida</strong><br>Vice-presidente do DC de Nutrição da SPSP<br>Diretor do Departamento de Nutrologia Pediátrica da Associação Brasileira de Nutrologia – ABRAN</p>



<p><strong>Dra. Daniela França Gomes</strong><br>Membro do DC de Nutrição da SPSP<br>Pediatra e Nutróloga. Responsável pelo Ambulatório de Obesidade da Disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria &#8211; EPM/UNIFESP</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TV Rio Sul (RJ1) &#8211; Taxa de obesidade infantil cresce no mundo, com Mauro Fisberg</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/tv-rio-sul-rj1-taxa-de-obesidade-infantil-cresce-no-mundo-com-mauro-fisberg/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Sep 2025 14:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=53294</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: TV Rio Sul (RJ1) Data: 16/09/2025 O RJ1, da TV Rio Sul, entrevistou o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, para falar sobre o aumento da obesidade na população pediátrica não só no Brasil, mas no mundo. Um dos vilões desse aumento, segundo o médico, é o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, que são produtos industrializados de baixo teor nutricional e grande quantidade de açúcares e gorduras. Ele afirma que o tratamento da obesidade é muito complexo e difícil, por isso o ideal é atuar na sua prevenção, e citou ainda a campanha Setembro Laranja – Combate à obesidade infantil, cujo objetivo principal é conscientizar a população sobre o problema do excesso de peso nas crianças e adolescentes. Assista à entrevista: https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/videos-rj1-tv-rio-sul/video/pediatra-comenta-sobre-numero-de-criancas-e-adolescentes-obesos-no-pais-13929903.ghtml</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tv-rio-sul-rj1-taxa-de-obesidade-infantil-cresce-no-mundo-com-mauro-fisberg/">TV Rio Sul (RJ1) &#8211; Taxa de obesidade infantil cresce no mundo, com Mauro Fisberg</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> TV Rio Sul (RJ1)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 16/09/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O RJ1, da TV Rio Sul, entrevistou o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP, para falar sobre o aumento da obesidade na população pediátrica não só no Brasil, mas no mundo. Um dos vilões desse aumento, segundo o médico, é o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, que são produtos industrializados de baixo teor nutricional e grande quantidade de açúcares e gorduras. Ele afirma que o tratamento da obesidade é muito complexo e difícil, por isso o ideal é atuar na sua prevenção, e citou ainda a campanha <strong>Setembro Laranja – Combate à obesidade infantil</strong>, cujo objetivo principal é conscientizar a população sobre o problema do excesso de peso nas crianças e adolescentes.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista:</strong> <a href="https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/videos-rj1-tv-rio-sul/video/pediatra-comenta-sobre-numero-de-criancas-e-adolescentes-obesos-no-pais-13929903.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/videos-rj1-tv-rio-sul/video/pediatra-comenta-sobre-numero-de-criancas-e-adolescentes-obesos-no-pais-13929903.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1758799973081000&amp;usg=AOvVaw1CMXy-na0NBkrAblB2IoIk">https://g1.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/videos-rj1-tv-rio-sul/video/pediatra-comenta-sobre-numero-de-criancas-e-adolescentes-obesos-no-pais-13929903.ghtml</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Café da Manhã com o Professor &#8211; Obesidade (Diagnóstico e Tratamento) &#8211; Setembro Laranja</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-obesidade-diagnostico-e-tratamento-setembro-laranja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=51944</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CAFE_OBESIDADE_13SET_BANNERGG-27-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CAFE_OBESIDADE_13SET_BANNERGG-27-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/CAFE_OBESIDADE_13SET_BANNERGG-27-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Realizado:&#160;13 de setembro de 2025 Realização:&#160;SPSP &#8211; Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização:&#160;Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Nutrição da SPSP Coordenação:&#160;Dr. Mauro Fisberg Público-alvo:&#160;Pediatras e Profissionais da Saúde ligados a Saúde da Criança Objetivo:&#160; Municiar o pediatra quanto aos critérios diagnósticos e formas de tratamento disponíveis do excesso de peso em consultório, baseado em protocolos clínicos, seguimento transdisciplinar e efetividade da prática assistencial. Vagas: 60 Programação 08h30 &#8211; 09h00 &#8211; Recepção com café da manhã 09h00 &#8211; 12h00 &#8211; Mesa redonda: Obesidade &#8211; Diagnóstico e tratamento Coordenação: Dr. Tulio KonstantynerModeração: Dr. Mauro Fisberg 09h00 &#8211; 09h30 &#8211; Abertura – Por que estamos aumentando de peso? Dos mil dias às 1000 semanas. Dr. Mauro Fisberg 09h30 &#8211; 10h00 &#8211; Prevenindo a Obesidade nos “Mil Dias” Dr. Rubens Feferbaum 10h00 &#8211; 10h30 &#8211; A obesidade e a carência de micronutrientes Dr. Tulio Konstantyner 10h30 &#8211; 10h40 &#8211; Intervalo 10h40 &#8211; 11h10 &#8211; Tratamento: dieta, atividade física e medicamentos Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida 11h10 &#8211; 12h00 &#8211; Colóquio &#8211; perguntas do público &#8211; Dr. Mauro FisbergPresidente do DC de Nutrição da SPSPCoordenador do CENDA Instituto PENSI – Sabará Hospital InfantilProfessor Associado Doutor do Setor de Medicina do Adolescente do Depto. Pediatria da EPM/UNIFESP Dr. Tulio KonstantynerSecretário do DC de Nutrição da SPSPChefe da Disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da EPM/UNIFESP Dr. Rubens FeferbaumProfessor Livre Docente em Pediatria da FMUSP/SPPresidente DC Suporte Nutricional da SBP Dr. Carlos A. Nogueira de AlmeidaVice-presidente do DC de Nutrição da SPSPProf. Adjunto III do Departamento de Medicina da UFSCarDocente Orientador do Programa de PG em Clínica Médica da FMRP-USP &#8211;                                               Realização                                                       Apoio                                                   &#8211; “Este evento recebeu patrocínio de empresas privadas, em conformidade com a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006”. “Compete de forma prioritária aos profissionais e ao pessoal de saúde em geral estimular a prática do aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuando até dois anos de idade ou mais“. Portaria nº 2.051 de 08/11/2001 &#8211; MS e Resolução nº 222 de 05/08/2002 &#8211; ANVISA</p>
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<p><strong>Realizado:&nbsp;</strong>13 de setembro de 2025</p>



<p><strong>Realização:</strong>&nbsp;SPSP &#8211; Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p><strong>Organização:</strong>&nbsp;Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Nutrição da SPSP</p>



<p><strong>Coordenação:</strong>&nbsp;Dr. Mauro Fisberg</p>



<p><strong>Público-alvo:&nbsp;</strong>Pediatras e Profissionais da Saúde ligados a Saúde da Criança</p>



<p><strong>Objetivo:&nbsp; </strong>Municiar o pediatra quanto aos critérios diagnósticos e formas de tratamento disponíveis do excesso de peso em consultório, baseado em protocolos clínicos, seguimento transdisciplinar e efetividade da prática assistencial.</p>



<p><strong>Vagas: </strong>60</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>08h30 &#8211; 09h00 &#8211; Recepção com café da manhã</strong></td></tr><tr><td><strong>09h00 &#8211; 12h00 &#8211; Mesa redonda: Obesidade &#8211; Diagnóstico e tratamento</strong> <br><strong>Coordenação: </strong>Dr. Tulio Konstantyner<br><strong>Moderação:</strong> Dr. Mauro Fisberg</td></tr><tr><td><strong>09h00 &#8211; 09h30 &#8211; Abertura – Por que estamos aumentando de peso? Dos mil dias às 1000 semanas.</strong> <br>Dr. Mauro Fisberg</td></tr><tr><td><strong>09h30 &#8211; 10h00 &#8211; Prevenindo a Obesidade nos “Mil Dias”</strong> <br>Dr. Rubens Feferbaum</td></tr><tr><td><strong>10h00 &#8211; 10h30 &#8211; A obesidade e a carência de micronutrientes</strong> <br>Dr. Tulio Konstantyner</td></tr><tr><td><strong>10h30 &#8211; 10h40</strong><strong> &#8211; Intervalo</strong></td></tr><tr><td><strong>10h40 &#8211; 11h10 &#8211; Tratamento: dieta, atividade física e medicamentos</strong> <br>Dr. Carlos Alberto Nogueira de Almeida</td></tr><tr><td><strong>11h10 &#8211;</strong><strong> 12h00 &#8211; Colóquio &#8211; perguntas do público</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dr. Mauro Fisberg</strong><br>Presidente do DC de Nutrição da SPSP<br>Coordenador do CENDA Instituto PENSI – Sabará Hospital Infantil<br>Professor Associado Doutor do Setor de Medicina do Adolescente do Depto. Pediatria da EPM/UNIFESP<strong></strong></p>



<p><strong>Dr. Tulio Konstantyner</strong><br>Secretário do DC de Nutrição da SPSP<br>Chefe da Disciplina de Nutrologia do Departamento de Pediatria da EPM/UNIFESP</p>



<p><strong>Dr. Rubens Feferbaum</strong><br>Professor Livre Docente em Pediatria da FMUSP/SP<br>Presidente DC Suporte Nutricional da SBP</p>



<p><strong>Dr. Carlos A. Nogueira de Almeida</strong><br>Vice-presidente do DC de Nutrição da SPSP<br>Prof. Adjunto III do Departamento de Medicina da UFSCar<br>Docente Orientador do Programa de PG em Clínica Médica da FMRP-USP</p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>                                              Realização                                                       Apoio</strong></p>
<p>                                   <img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/SPSP_logo800px1.png" alt="" width="142" height="104" />              <img loading="lazy" decoding="async" class="" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/2023-07-21-11_06_39-nestle-logo-azul.png" alt="" width="311" height="67" /></p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p class="has-small-font-size">“Este evento recebeu patrocínio de empresas privadas, em conformidade com a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006”. “Compete de forma prioritária aos profissionais e ao pessoal de saúde em geral estimular a prática do aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuando até dois anos de idade ou mais“. Portaria nº 2.051 de 08/11/2001 &#8211; MS e Resolução nº 222 de 05/08/2002 &#8211; ANVISA</p>



<p></p>
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		<title>Jornal de Araraquara &#8211; Campanha Setembro Laranja: Combate à obesidade infantil, com SPSP</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-campanha-setembro-laranja-combate-a-obesidade-infantil-com-spsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Sep 2025 13:38:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=53041</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: Jornal de Araraquara Data: 02/09/2025 O Jornal de Araraquara publicou matéria sobre a campanha da SPSP Setembro Laranja – Combate à obesidade infantil, cujo objetivo é alertar médicos e população geral sobre a importância de práticas alimentares saudáveis, bem como estimular a prática de atividades físicas entre crianças e adolescentes. Segundo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP e coordenador da campanha, o Setembro Laranja é muito importante, uma vez que se tem observado um aumento significativo da obesidade na faixa etária pediátrica. Para Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, a campanha visa implementar ações que contemplem a necessidade por informação, conhecimento, orientação e condutas para o enfrentamento da obesidade infantil. Leia mais: https://jornaldeararaquara.com.br/campanha-setembro-laranja-spsp-alerta-para-os-riscos-da-obesidade-infantil/</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-campanha-setembro-laranja-combate-a-obesidade-infantil-com-spsp/">Jornal de Araraquara &#8211; Campanha Setembro Laranja: Combate à obesidade infantil, com SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Jornal de Araraquara</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 02/09/2025</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O Jornal de Araraquara<strong> </strong>publicou matéria sobre a campanha da SPSP <strong>Setembro Laranja – Combate à obesidade infantil</strong>, cujo objetivo é alertar médicos e população geral sobre a importância de práticas alimentares saudáveis, bem como estimular a prática de atividades físicas entre crianças e adolescentes. Segundo Mauro Fisberg, presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP e coordenador da campanha, o Setembro Laranja é muito importante, uma vez que se tem observado um aumento significativo da obesidade na faixa etária pediátrica. Para Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, a campanha visa implementar ações que contemplem a necessidade por informação, conhecimento, orientação e condutas para o enfrentamento da obesidade infantil.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://jornaldeararaquara.com.br/campanha-setembro-laranja-spsp-alerta-para-os-riscos-da-obesidade-infantil/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://jornaldeararaquara.com.br/campanha-setembro-laranja-spsp-alerta-para-os-riscos-da-obesidade-infantil/&amp;source=gmail&amp;ust=1757416830011000&amp;usg=AOvVaw1F6Hj7WT-IdC7oc8Q0Na2j">https://jornaldeararaquara.com.br/campanha-setembro-laranja-spsp-alerta-para-os-riscos-da-obesidade-infantil/</a></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-campanha-setembro-laranja-combate-a-obesidade-infantil-com-spsp/">Jornal de Araraquara &#8211; Campanha Setembro Laranja: Combate à obesidade infantil, com SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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