<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Desenvolvimento e Aprendizagem - SPSP</title>
	<atom:link href="https://www.spsp.org.br/category/nucleo-de-estudos/desenvolvimento-aprendizagem/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.spsp.org.br/category/nucleo-de-estudos/desenvolvimento-aprendizagem/</link>
	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Mar 2026 14:18:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0</generator>

<image>
	<url>https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Desenvolvimento e Aprendizagem - SPSP</title>
	<link>https://www.spsp.org.br/category/nucleo-de-estudos/desenvolvimento-aprendizagem/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Meu filho está gaguejando &#8211; e agora?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueios]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos Estressantes]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Persistente]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão]]></category>
		<category><![CDATA[Sons]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=55207</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O que é gagueira? é uma alteração da fluência da fala, caracterizada por repetições (por exemplo, “-pa-pa-papai”), prolongamentos de sons (“ssssala”) ou bloqueios (pausas em</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/">Meu filho está gaguejando &#8211; e agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O que é gagueira? é uma alteração da fluência da fala, caracterizada por repetições (por exemplo, “-pa-pa-papai”), prolongamentos de sons (“ssssala”) ou bloqueios (pausas em que a palavra não sai). É comum em crianças pequenas, enquanto a fala e o controle da linguagem estão em desenvolvimento. Nem toda gagueira na infância vira gagueira persistente (aquela que acompanha a pessoa por mais tempo).</p>
<p style="text-align: justify;">As causas prováveis, baseadas em evidências, incluem</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Alteração ou imaturidade do desenvolvimento neurológico: algumas crianças têm um padrão de desenvolvimento da fala mais sensível; há diferenças na forma como o cérebro processa a linguagem e a coordenação motora da fala.</li>
<li>Genética: estudos mostram maior risco em famílias com histórico de gagueira.</li>
<li>Fatores linguísticos e do ambiente: períodos de rápido ganho de linguagem, falar muito rápido ou frases complexas podem sobrecarregar a criança. Não é culpa dos pais, mas o ambiente pode influenciar a expressão.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Fatores emocionais e de temperamento, ansiedade e frustração, eventos estressantes podem agravar a gagueira, mas não são a causa dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Eventos estressantes: grandes modificações na vida da criança (mudança, chegada de irmão) podem coincidir com o início, mas também não são a causa da gagueira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como agir quando a criança começa a gaguejar</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Manter a calma: reações de nervosismo ou correção imediata aumentam a pressão sobre a criança.</li>
<li>Escutar com atenção e paciência: oferecer tempo para que termine, manter contato visual e não completar as palavras.</li>
<li>Reduzir a pressa: falar de forma lenta e relaxada com a criança; usar frases curtas e pausas para modelar o ritmo natural.</li>
<li>Evitar cobrar falando: “diga certo” ou corrigir a fala durante a conversa. Elogiar tentativas de comunicação, não a fluência.</li>
<li>Criar momentos de interação tranquila: leitura conjunta, brincadeiras que valorizem a comunicação sem pressão.</li>
<li>Procurar orientação profissional se houver dúvida: foniatras e fonoaudiólogos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando se preocupar (procurar avaliação em curto prazo)</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Início após os 4–5 anos sem sinais de melhora em 3–6 meses.</li>
<li>A criança evita falar em situações sociais, demonstra angústia significativa, ou a gagueira aumenta em frequência/intensidade.</li>
<li>Há bloqueios longos, esforço evidente, sons cortados ou tremores na fala.</li>
<li>Histórico familiar de gagueira persistente.</li>
<li>Desenvolvimento da linguagem atrasado, problemas auditivos ou outras condições neurológicas/psicológicas associadas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando é razoável aguardar (observação ativa)</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Início entre 18 meses e 4 anos, especialmente durante um período de rápido desenvolvimento da linguagem.</li>
<li>Gagueira intermitente, com intensidade baixa e sem sinais de angústia ou evitação.</li>
<li>Melhora observada em semanas a poucos meses. Nesses casos, acompanhamento cuidadoso (monitoramento por pais e, se possível, por fonoaudiólogo) é apropriado. Manter estratégias de comunicação calmas e apoio emocional costumam ajudar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A gagueira na infância é comum e muitas vezes melhora com apoio e tempo. Agir com calma, oferecer um ambiente de fala seguro e buscar avaliação profissional quando houver sinais de risco são as melhores atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sulene Pirana</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Médica Otorrinolaringologista com Área de Atuação em Foniatria e Medicina do Sono</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Membro do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vice-Presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP </strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/">Meu filho está gaguejando &#8211; e agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conhecer, identificar e tratar a dislexia o mais precocemente possível é fundamental para se obter melhores resultados</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/conhecer-identificar-e-tratar-a-dislexia-o-mais-precocemente-possivel-e-fundamental-para-se-obter-melhores-resultados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Dificuldades]]></category>
		<category><![CDATA[Dislexia]]></category>
		<category><![CDATA[Emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=54208</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>16 de novembro é o Dia Nacional de Atenção à Dislexia, uma condição relacionada ao desenvolvimento </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/conhecer-identificar-e-tratar-a-dislexia-o-mais-precocemente-possivel-e-fundamental-para-se-obter-melhores-resultados/">Conhecer, identificar e tratar a dislexia o mais precocemente possível é fundamental para se obter melhores resultados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-Dislexia-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">16 de novembro é o Dia Nacional de Atenção à Dislexia, uma condição relacionada ao desenvolvimento do cérebro que torna a leitura mais difícil do que o esperado, mesmo para crianças que têm inteligência normal, motivação e uma boa escolaridade. Na prática, ela causa dificuldades na hora de reconhecer palavras rapidamente, soletrar corretamente e entender o que se está lendo, o que pode ser frustrante, tanto para os pequenos quanto para os adultos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que isso acontece? A dislexia tem uma origem neurológica, ou seja, ela está relacionada a diferenças na estrutura e funcionamento de algumas áreas do cérebro que lidam com a linguagem escrita. Além disso, ela costuma ser herdada, com uma chance de até 70% de passar de geração em geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos mostram que a dislexia afeta cerca de 5% a 10% das crianças em idade escolar, podendo chegar a 17,5%, dependendo do grupo estudado. Acomete meninos e meninas, embora meninos sejam mais frequentemente encaminhados para avaliação, devido a outras dificuldades comportamentais que podem estar presentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto da dislexia vai além da escola. Crianças e adultos com esse transtorno podem ter mais dificuldades na autoestima, sofrer de ansiedade ou até depressão, e encontrar dificuldades para manter boas relações com colegas, amigos e familiares. Quando o diagnóstico e o início do apoio chegam tarde, essas dificuldades podem se ampliar, levando a desigualdades na educação, problemas emocionais e maior estresse na família.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, conhecer e identificar a dislexia cedo é fundamental. Quanto mais cedo ela for reconhecida, maiores as chances de se oferecer o suporte adequado, ajudando a pessoa a superar essas dificuldades e a desenvolver todo seu potencial, com mais confiança e bem-estar, na escola e na vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para entender como se identifica e se trata a dislexia, é importante saber que o diagnóstico envolve uma avaliação detalhada, realizada por uma equipe especializada. Essa avaliação inclui conversar com os pais e professores, observar o histórico escolar da criança e aplicar testes padronizados, que avaliam habilidades de leitura, escrita, linguagem e raciocínio. O objetivo é detectar dificuldades específicas na leitura e na escrita, que não sejam apenas decorrentes de questões sensoriais, neurológicas ou falta de oportuna instrução. A equipe recomendada é composta por educadores, psicólogos, fonoaudiólogos e médicos (pediatras, foniatras e neurologistas), trabalhando juntos para uma avaliação que permita identificar a dislexia cedo, oferecendo apoio antes que as dificuldades afetem seu desempenho escolar de forma mais grave.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento da dislexia é baseado em métodos educacionais desenvolvidos especialmente para cada pessoa. Essas intervenções focam na conscientização fonológica, no entendimento do princípio alfabético, na prática da fonética, na decodificação, na leitura fluente, no fortalecimento do vocabulário e na compreensão do texto. É fundamental que esse trabalho seja feito por profissionais treinados, com prática constante e feedbacks que ajudem a criança a evoluir. Quanto mais cedo a intervenção começar, melhores os resultados. A adaptação escolar também é importante: podem ser necessários tempo extra para provas, uso de tecnologia assistiva e materiais adaptados, tudo com o objetivo de garantir o aprendizado e a inclusão do aluno.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando a criança também apresenta dificuldades emocionais, como ansiedade ou depressão, o apoio psicológico pode ser necessário. Além disso, programas de exercícios visuais, atenção e recursos digitais vêm mostrando benefícios no desenvolvimento da fluência de leitura e na compreensão do texto. Vale destacar que, atualmente, não há evidências de que medicamentos ou terapias alternativas sejam eficazes para tratar a dislexia, recomendando-se a combinação de estratégias educativas e apoio terapêutico individualizado.Parte superior do formulário</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sulene Pirana<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Médica Otorrinolaringologista e Foniatra<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/conhecer-identificar-e-tratar-a-dislexia-o-mais-precocemente-possivel-e-fundamental-para-se-obter-melhores-resultados/">Conhecer, identificar e tratar a dislexia o mais precocemente possível é fundamental para se obter melhores resultados</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual o papel do geneticista no diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/qual-o-papel-do-geneticista-no-diagnostico-do-transtorno-do-espectro-autista-tea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Aug 2025 19:34:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Avaliação]]></category>
		<category><![CDATA[Benefícios e Limitações]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[Exames Genéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Fatores Genéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Geneticista]]></category>
		<category><![CDATA[Histórico Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Irmãos]]></category>
		<category><![CDATA[Paciente]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno do espectro autista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=52598</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O diagnóstico do TEA é essencialmente clínico e comportamental. Ainda não existem marcadores bioquímicos ou moleculares que auxiliem </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/qual-o-papel-do-geneticista-no-diagnostico-do-transtorno-do-espectro-autista-tea/">Qual o papel do geneticista no diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Autismo-e-Genetica-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico do TEA é essencialmente clínico e comportamental. Ainda não existem marcadores bioquímicos ou moleculares que auxiliem no diagnóstico da condição.</p>
<p style="text-align: justify;">Por se tratar de um distúrbio complexo, seu diagnóstico pode implicar numa jornada trabalhosa, realizado por profissionais especializados, que envolve anamnese, avaliação clínica, estudo do histórico familiar, observação do comportamento da criança, avaliação por médico especializado, psicólogo, entrevistas com os pais, terapeutas e a aplicação de instrumentos específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O TEA é causado pela combinação de múltiplos fatores genéticos e ambientais. Os fatores de risco genéticos para TEA se sobrepõem a outros diversos transtornos do desenvolvimento e psiquiátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos científicos com pacientes gêmeos estimam que a herdabilidade do TEA gira em torno de 50% a 90% e que o diagnóstico em irmãos de crianças diagnosticadas seja de 6,1% a 18,7%. É relevante lembrar que a recorrência em irmãos do sexo masculino é mais alta.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de claramente importantes, os fatores genéticos não atuam sozinhos, sendo sua ação influenciada pelos fatores ambientais e epigenéticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Levando todo esse contexto em consideração, o componente genético no TEA pode variar, desde ser a única causa associada à condição (ocorre mais raramente, apenas 1% dos casos), como estar associado em menor grau a uma das causas, conferindo apenas um aumento da suscetibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É exatamente nesse ponto que o médico geneticista, em parceria com a equipe multidisciplinar, atua na investigação do TEA. O médico geneticista avaliará o paciente e procurará sinais clínicos que indiquem situações em que possíveis causas genéticas possam estar presentes e solicitar os exames genéticos, quando forem aplicáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas situações em que é possível estabelecer uma causa genética, pode-se calcular a chance de recorrência na família, diferenciar se a alteração é exclusiva do paciente, ou vem herdada dos pais, e com isso programar próximas gestações e, inclusive, a programação de filhos do próprio paciente quando chegar o momento. Em algumas situações, quando há outros indivíduos descritos com a mesma alteração, é possível estabelecer um paralelo de como é o histórico do transtorno para essas pessoas e prever alguns eventos clínicos para o paciente diretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Somente o médico, com base no histórico pessoal e familiar do paciente, pode avaliar os benefícios e limitações da realização de um teste genético para o Transtorno do Espectro Autista.</p>
<p style="text-align: justify;">O que os exames genéticos podem indicar sobre o futuro?</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando todas as ferramentas de investigação genética disponíveis atualmente, é possível, hoje em dia, identificar alterações genéticas que expliquem a etiologia do TEA em aproximadamente 25% dos indivíduos. Esse número tende a aumentar conforme os testes genéticos forem mais utilizados, uma vez que os bancos de dados para interpretação dos resultados vão sendo progressivamente alimentados.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos dias atuais muitas pesquisas pelo mundo estão dedicadas a entender as bases genéticas dos TEA. Consórcios de bancos de dados genéticos para investigação do autismo funcionam como plataformas colaborativas que reúnem informações genômicas de indivíduos com autismo, visando identificar padrões genéticos associados ao transtorno. Esses consórcios facilitam o compartilhamento de dados entre pesquisadores, promovendo estudos mais amplos e robustos sobre a genética do autismo e acelerando o desenvolvimento de testes diagnósticos e terapias mais eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Só para citar alguns exemplos de consórcios:</p>
<p style="text-align: justify;">1. <em>Autism Sequencing Consortium</em> (ASC)</p>
<p style="text-align: justify;">2. EU-AIMS (<em>European Autism Interventions – A Multicentre Study for Developing New Medications</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">3. SPARK (<em>Simons Foundation Powering Autism Research for Knowledge</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">4. IBIS <em>Network</em> (<em>Infant Brain Imaging Study</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">Embora os exames genéticos apresentem limitações, existem muitos benefícios importantes a serem levados em consideração, especialmente nos casos de pacientes com o diagnóstico de TEA e mais outras situações, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Associação com outras condições neurológicas, especialmente epilepsia de difícil controle</li>
<li>Histórico familiar de TEA e/ou histórico familiar de síndrome genética</li>
<li>Regressão no desenvolvimento</li>
<li>Sinais clínicos de dismorfismos, que são alterações físicas atípicas. Destacamos a medida do perímetro cefálico. Entre 20% e 30% das crianças com TEA apresentam circunferência da cabeça maior que o percentil 97 (macrocefalia). A microcefalia também pode ser um sinal de alerta.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Novamente vale citar que somente o médico, com base no histórico pessoal e familiar do paciente, pode avaliar os benefícios e limitações da realização de um teste genético para o Transtorno do Espectro Autista.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante que as famílias entendam que um resultado negativo em um exame genético não exclui a possibilidade de autismo. O transtorno é complexo e multifatorial, e muitos fatores ambientais e genéticos ainda não são totalmente compreendidos. E devem sempre procurar o pediatra de seu filho, para que oriente e faça os encaminhamentos necessários.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Patrícia Salmona<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Médica Pediatra e Geneticista<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Genética da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/qual-o-papel-do-geneticista-no-diagnostico-do-transtorno-do-espectro-autista-tea/">Qual o papel do geneticista no diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA)?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Jornal de Araraquara &#8211; Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, com SPSP</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-com-spsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 19:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=51854</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo:&#160;Jornal de Araraquara Data:&#160;12/06/2025 A campanha Junho Púrpura – Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo, foi divulgada pelo Jornal de Araraquara. Renata Di Francesco, presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP e coordenadora da campanha, ressalta que a ação é de grande importância para a sociedade como um todo, uma vez que é imprescindível que a população seja esclarecida quanto aos distúrbios de aprendizagem no grupo pediátrico. Para Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, quanto mais cedo são realizadas as intervenções necessárias para que as crianças e adolescentes possam ter o diagnóstico e encaminhamentos adequados, melhores são os resultados do tratamento.  Leia mais: https://jornaldeararaquara.com.br/disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-com-spsp/">Jornal de Araraquara &#8211; Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, com SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veículo:</strong>&nbsp;Jornal de Araraquara</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:</strong>&nbsp;12/06/2025</p>



<p style="text-align: justify;">A campanha <strong>Junho Púrpura – Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</strong>, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo, foi divulgada pelo Jornal de Araraquara. Renata Di Francesco, presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP e coordenadora da campanha, ressalta que a ação é de grande importância para a sociedade como um todo, uma vez que é imprescindível que a população seja esclarecida quanto aos distúrbios de aprendizagem no grupo pediátrico. Para Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, quanto mais cedo são realizadas as intervenções necessárias para que as crianças e adolescentes possam ter o diagnóstico e encaminhamentos adequados, melhores são os resultados do tratamento. </p>
<p><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://jornaldeararaquara.com.br/disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://jornaldeararaquara.com.br/disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/jornal-de-araraquara-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-com-spsp/">Jornal de Araraquara &#8211; Distúrbios de Aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, com SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Café da manhã com o professor &#8211; &#8220;O brincar como Instrumento de Avaliação e Intervenção no Consultório Pediátrico&#8221; &#8211; Campanha Distúrbios de Aprendizagem &#8211; Junho Púrpura</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-o-brincar-como-instrumento-de-avaliacao-e-intervencao-no-consultorio-pediatrico-campanha-disturbios-de-aprendizagem-junho-purpura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Gravado]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=51372</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/CAFE_JUNHOPURPURA_BRINCAR_07jun_BANNERGG-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/CAFE_JUNHOPURPURA_BRINCAR_07jun_BANNERGG-01-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/CAFE_JUNHOPURPURA_BRINCAR_07jun_BANNERGG-01-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Realizado: 07 de junho de 2025 Realização: SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização:&#160;Diretoria de Cursos e Eventos e NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP Coordenação: Dra. Renata C. Di Francesco &#160; Público-alvo:&#160;Pediatras e Profissionais da Saúde e Educação Objetivo: Levar aos profissionais de saúde o conhecimento sobre a importância do brincar no desenvolvimento da criança e como orientar as famílias. Programação 09h00 – 12h00 – Mesa redonda: “O brincar como Instrumento de Avaliação e Intervenção no consultório Pediátrico” Coordenação e Moderação: Dra. Renata C. Di Francesco e Dra. Mariana Facchini Granato 09h00 – 09h10 – AberturaDra. Renata C. Di Francesco e Dra. Mariana Facchini Granato 09h10 – 09h45 – A família e o afeto no brincar e sua importância no desenvolvimento Pedagoga Carmen Silvia Carvalho e Dr. Saul Cypel 09h45 – 10h25 – Brincar no consultório: O que o pediatra pode avaliar? Dra. Sulene Pirana e Dra. Adriana M. de Barros Pires 10h25 – 11h00 – A música e o desenvolvimento Dra. Renata C. Di Francesco e Fonoaudióloga Maria Flavia Bonadia B. de Moraes 11h00 – 11h40 – O brincar como conduta terapêutica Dra. Ana Paula Scoleze Ferrer e Dra. Mariana Facchini Granato 1h40 – 12h00 – Discussão e Perguntas Coordenação: Dra. Rosa Maria Graziano, Dra. Márcia Keiko Uyeno Tabuse Membros do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP &#8211; Dra. Renata C. Di FrancescoPresidente do NE em Desenvolvimento e Aprendizagem SPSPProfessora Livre-docente Disciplina de Otorrinolaringologia FMUSP Dra. Mariana Facchini GranatoVice-Presidente do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPMédica Pediatra do Desenvolvimento Pedagoga &#8211; Carmen Silvia CarvalhoMembro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPPsicopedagoga Dr. Saul CypelMembro do DC de Neurologia e Neurocirurgia da SPSPMédico Neurologista Dra. Sulene PiranaSecretária do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPMédica Otorrinolaringologista e Foniatra Dra. Adriana M. de Barros PiresMembro do NE em Desenvolvimento e Aprendizagem SPSPVice-presidente do DC de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP Fonoaudióloga &#8211; Maria Flavia Bonadia B. de MoraesFonoaudióloga com Áreas de Atuação em Audiologia Clínica, Processamento Auditivo e LinguagemAudiologista Clínica do Ambulatório de Audiologia do HCFMUSP Dra. Ana Paula Scoleze FerrerMembro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPMédica Pediatra do Desenvolvimento Dra. Rosa Maria GrazianoMembro do DC de Oftalmologia da SPSPMédica Oftalmologista Dra. Marcia Keiko Uyeno TabusePresidente do DC de Oftalmologia da SPSPAssistente do setor de Oftalmologia Pediátrica do Depto Oftalmologia da UNIFESP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-o-brincar-como-instrumento-de-avaliacao-e-intervencao-no-consultorio-pediatrico-campanha-disturbios-de-aprendizagem-junho-purpura/">Café da manhã com o professor &#8211; &#8220;O brincar como Instrumento de Avaliação e Intervenção no Consultório Pediátrico&#8221; &#8211; Campanha Distúrbios de Aprendizagem &#8211; Junho Púrpura</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/CAFE_JUNHOPURPURA_BRINCAR_07jun_BANNERGG-01-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/CAFE_JUNHOPURPURA_BRINCAR_07jun_BANNERGG-01-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/CAFE_JUNHOPURPURA_BRINCAR_07jun_BANNERGG-01-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realizado:</strong> 07 de junho de 2025</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realização:</strong> SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização:</strong>&nbsp;Diretoria de Cursos e Eventos e NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordenação: </strong>Dra. Renata C. Di Francesco &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Público-alvo:</strong>&nbsp;Pediatras e Profissionais da Saúde e Educação</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Objetivo:</strong> Levar aos profissionais de saúde o conhecimento sobre a importância do brincar no desenvolvimento da criança e como orientar as famílias.</p>





<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Programação</th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>09h00 – 12h00 – Mesa redonda: “O brincar como Instrumento de Avaliação e Intervenção no consultório Pediátrico”</strong> <br><strong>Coordenação e Moderação:</strong> Dra. Renata C. Di Francesco e Dra. Mariana Facchini Granato</td></tr><tr><td><strong>09h00 – 09h10 – Abertura</strong><br>Dra. Renata C. Di Francesco e Dra. Mariana Facchini Granato</td></tr><tr><td><strong>09h10 – 09h45 – A família e o afeto no brincar e sua importância no desenvolvimento</strong> <br>Pedagoga Carmen Silvia Carvalho e Dr. Saul Cypel</td></tr><tr><td><strong>09h45 – 10h25 – Brincar no consultório: O que o pediatra pode avaliar?</strong> <br>Dra. Sulene Pirana e Dra. Adriana M. de Barros Pires</td></tr><tr><td><strong>10h25 – 11h00 – A música e o desenvolvimento</strong> <br>Dra. Renata C. Di Francesco e Fonoaudióloga Maria Flavia Bonadia B. de Moraes</td></tr><tr><td><strong>11h00 – 11h40 – O brincar como conduta terapêutica</strong> <br>Dra. Ana Paula Scoleze Ferrer e Dra. Mariana Facchini Granato</td></tr><tr><td><strong>1h40 – 12h00 – Discussão e Perguntas</strong> <strong>Coordenação:</strong> <br>Dra. Rosa Maria Graziano, Dra. Márcia Keiko Uyeno Tabuse <br>Membros do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2 wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p><br><strong>Dra. Renata C. Di Francesco</strong><br>Presidente do NE em Desenvolvimento e Aprendizagem SPSP<br>Professora Livre-docente Disciplina de Otorrinolaringologia FMUSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Mariana Facchini Granato</strong><br>Vice-Presidente do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Médica Pediatra do Desenvolvimento</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pedagoga &#8211; Carmen Silvia Carvalho</strong><br>Membro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Psicopedagoga</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Saul Cypel</strong><br>Membro do DC de Neurologia e Neurocirurgia da SPSP<br>Médico Neurologista</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Sulene Pirana</strong><br>Secretária do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Médica Otorrinolaringologista e Foniatra</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Adriana M. de Barros Pires</strong><br>Membro do NE em Desenvolvimento e Aprendizagem SPSP<br>Vice-presidente do DC de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonoaudióloga &#8211; Maria Flavia Bonadia B. de Moraes</strong><br>Fonoaudióloga com Áreas de Atuação em Audiologia Clínica, Processamento Auditivo e Linguagem<br>Audiologista Clínica do Ambulatório de Audiologia do HCFMUSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Ana Paula Scoleze Ferrer</strong><br>Membro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Médica Pediatra do Desenvolvimento</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Rosa Maria Graziano</strong><br>Membro do DC de Oftalmologia da SPSP<br>Médica Oftalmologista</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Marcia Keiko Uyeno Tabuse</strong><br>Presidente do DC de Oftalmologia da SPSP<br>Assistente do setor de Oftalmologia Pediátrica do Depto Oftalmologia da UNIFESP</p>


<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-o-brincar-como-instrumento-de-avaliacao-e-intervencao-no-consultorio-pediatrico-campanha-disturbios-de-aprendizagem-junho-purpura/">Café da manhã com o professor &#8211; &#8220;O brincar como Instrumento de Avaliação e Intervenção no Consultório Pediátrico&#8221; &#8211; Campanha Distúrbios de Aprendizagem &#8211; Junho Púrpura</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontro com Especialista &#8211; Poder do Brincar e a Mágica do Aprender &#8211; Junho Púrpura</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-poder-do-brincar-e-a-magica-do-aprender-junho-purpura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Gravado]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=51368</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/ESPECIALISTA_JUNHOPURPURA_05jun_BANNERGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/ESPECIALISTA_JUNHOPURPURA_05jun_BANNERGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/ESPECIALISTA_JUNHOPURPURA_05jun_BANNERGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em ação pela campanha Junho Púrpura, foi realizado, no dia 5 de junho, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, o&#160;Encontro com o Especialista – Poder do Brincar e a Mágica do Aprender. Sob organização da&#160;Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) de&#160;Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, o evento foi direcionado ao público geral, incluindo pediatras&#160;&#160;e profissionais da saúde e educação, tendo por objetivo conhecer a importância das brincadeiras no desenvolvimento infantil. Contando com 35 participantes e coordenado por&#160;Renata C. Di Francesco, presidente do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, o evento teve a presença de Mariana Facchini Granato, vice-presidente do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, que coordenou e moderou a mesa juntamento com Renata Di Francesco. Além das duas, também palestraram Larissa de F. Rezende Mauro e Ana Paula Scoleze Ferrer, membros do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP. Após as apresentações, as especialistas participaram de uma sessão de&#160;&#160;discussão e responderam perguntas do público. A gravação deste Encontro com o Especialista está disponível no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).   &#8211; Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa: Poder do Brincar e a Mágica do AprenderCoordenação e Moderação: Dra. Renata C. Di Francesco e Dra. Mariana Facchini Granato Palestrantes: Dra. Mariana Facchini Granato, Dra. Larissa de F. Rezende Mauro e Dra. Ana Paula Scoleze Ferrer Discussão e perguntasMembros do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP &#8211; Dra. Renata C. Di FrancescoPresidente do NE em Desenvolvimento e Aprendizagem SPSPProfessora Livre-docente Disciplina de Otorrinolaringologia FMUSP Dra. Mariana Facchini GranatoVice-Presidente do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPMédica Pediatra do Desenvolvimento Dra. Larissa de F. Resende MauroMembro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPMédica Pediatra do Desenvolvimento Dra. Ana Paula Scoleze FerrerMembro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSPMédica Pediatra do Desenvolvimento</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-poder-do-brincar-e-a-magica-do-aprender-junho-purpura/">Encontro com Especialista &#8211; Poder do Brincar e a Mágica do Aprender &#8211; Junho Púrpura</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/ESPECIALISTA_JUNHOPURPURA_05jun_BANNERGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/ESPECIALISTA_JUNHOPURPURA_05jun_BANNERGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/ESPECIALISTA_JUNHOPURPURA_05jun_BANNERGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p class="wp-block-paragraph">Em ação pela campanha Junho Púrpura, foi realizado, no dia 5 de junho, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, o&nbsp;<em>Encontro com o Especialista – Poder do Brincar e a Mágica do Aprender</em>. Sob organização da&nbsp;Diretoria de Cursos e Eventos e Núcleo de Estudos (NE) de&nbsp;Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, o evento foi direcionado ao público geral, incluindo pediatras&nbsp;&nbsp;e profissionais da saúde e educação, tendo por objetivo conhecer a importância das brincadeiras no desenvolvimento infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contando com 35 participantes e coordenado por&nbsp;Renata C. Di Francesco, presidente do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, o evento teve a presença de Mariana Facchini Granato, vice-presidente do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, que coordenou e moderou a mesa juntamento com Renata Di Francesco. Além das duas, também palestraram Larissa de F. Rezende Mauro e Ana Paula Scoleze Ferrer, membros do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP. Após as apresentações, as especialistas participaram de uma sessão de&nbsp;&nbsp;discussão e responderam perguntas do público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gravação deste Encontro com o Especialista está disponível no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/">www.spspeduca.org.br</a>).  </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p><span style="color: #ffffff;">&#8211;</span></p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa: Poder do Brincar e a Mágica do Aprender</strong><br><strong>Coordenação e Moderação:</strong> Dra. Renata C. Di Francesco e Dra. Mariana Facchini Granato</td></tr><tr><td><strong>Palestrantes: </strong>Dra. Mariana Facchini Granato<strong>, </strong>Dra. Larissa de F. Rezende Mauro e Dra. Ana Paula Scoleze Ferrer</td></tr><tr><td><strong>Discussão e perguntas</strong><br>Membros do NE de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP</td></tr></tbody></table></figure>



<p><span style="color: #ffffff;">&#8211;</span></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br><strong>Dra. Renata C. Di Francesco</strong><br>Presidente do NE em Desenvolvimento e Aprendizagem SPSP<br>Professora Livre-docente Disciplina de Otorrinolaringologia FMUSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Mariana Facchini Granato</strong><br>Vice-Presidente do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Médica Pediatra do Desenvolvimento</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Larissa de F. Resende Mauro</strong><br>Membro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Médica Pediatra do Desenvolvimento</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Ana Paula Scoleze Ferrer</strong><br>Membro do NE Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP<br>Médica Pediatra do Desenvolvimento</p>




<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-poder-do-brincar-e-a-magica-do-aprender-junho-purpura/">Encontro com Especialista &#8211; Poder do Brincar e a Mágica do Aprender &#8211; Junho Púrpura</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O brincar como essência da infância &#8211; e da vida</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-brincar-como-essencia-da-infancia-e-da-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 11:10:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Brincar]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Piaget]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[Telas]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Vida Adulta]]></category>
		<category><![CDATA[Vygotsky]]></category>
		<category><![CDATA[Winnicott]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=51541</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-Internacional-do-Brincar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-Internacional-do-Brincar-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-Internacional-do-Brincar-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>“A infância é um chão sobre o qual caminharemos o resto de nossos dias” Lya Luft  28 de maio é o Dia Internacional do Brincar. Quando falamos sobre o desenvolvimento</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-brincar-como-essencia-da-infancia-e-da-vida/">O brincar como essência da infância &#8211; e da vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-Internacional-do-Brincar-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-Internacional-do-Brincar-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-Internacional-do-Brincar-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: right;"><em>“A infância é um chão sobre o qual caminharemos o resto de nossos dias”</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Lya Luft</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em> </em>28 de maio é o Dia Internacional do Brincar. Quando falamos sobre o desenvolvimento saudável das crianças, uma palavra se impõe com força e leveza ao mesmo tempo: brincar. Mais do que um passatempo, o brincar é linguagem, é afeto, é descoberta. Ele está presente desde os primeiros dias de vida &#8211; no sorriso que provoca o balbucio do bebê, na exploração das mãos, no esconder e aparecer do rosto etc. Cresce com a criança, transforma-se com ela e a acompanha até a vida adulta, ainda que em novas formas e “roupagens”.</p>
<p style="text-align: justify;">Do ponto de vista da psicologia do desenvolvimento, nomes como Jean Piaget, Lev Vygotsky e Donald Winnicott ajudaram a consolidar a ideia de que o brincar não é apenas reflexo do desenvolvimento, mas também um motor fundamental para que ele aconteça. Piaget via no jogo simbólico uma forma de construção do pensamento. Vygotsky destacava a importância do faz-de-conta como espaço de criação de sentido e mediação cultural. Já Winnicott nos presenteou com a noção de &#8220;espaço potencial&#8221;, um território de transição entre o mundo interno e o mundo real, acessado justamente por meio do brincar.</p>
<p style="text-align: justify;">Do olhar da educação, o brincar é campo de aprendizagem rica e espontânea. Crianças aprendem regras, limites, cooperação, criatividade e resiliência ao brincar &#8211; aspectos que nenhuma tela é capaz de transmitir com a mesma intensidade. Quando uma criança constrói com blocos, negocia papéis em uma brincadeira de faz-de-conta ou se equilibra em um tronco no parque, ela está desafiando a si mesma, desenvolvendo habilidades cognitivas, sociais e motoras. Aprendendo a viver em sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mundo cada vez mais digital, é urgente lembrar que brincar é também um antídoto. O excesso de telas tem se mostrado nocivo ao desenvolvimento infantil, afetando sono, atenção, linguagem e saúde emocional. Ao incentivar o brincar livre &#8211; dentro e fora de casa, com adultos ou com outras crianças &#8211; estamos não apenas resgatando a infância, mas oferecendo uma poderosa alternativa para reduzir o tempo de exposição às telas.</p>
<p style="text-align: justify;">É papel de todos nós &#8211; pais, pediatras, educadores e profissionais da saúde – proteger esse tempo sagrado do brincar. Isso não exige brinquedos caros nem espaços sofisticados. Brincar pode ser inventar uma história com panos e almofadas, pular corda, criar uma cabana com cadeiras e lençóis ou simplesmente correr descalço no quintal. Mais do que o objeto, é o vínculo, o tempo disponível e o ambiente seguro que fazem do brincar uma experiência transformadora.</p>
<p style="text-align: justify;">O brincar não se esgota na infância. Ele reaparece nas brincadeiras entre adolescentes, nos jogos de tabuleiro em família, no teatro, na música, nas expressões lúdicas da vida adulta. Manter viva essa dimensão do brincar é preservar o que há de mais humano em nós: a capacidade de criar, imaginar e se relacionar de forma genuína.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de pressa, agendas cheias e estímulos digitais por todos os lados, brincar é também um ato de resistência, de permitir-se estar presente, de olhar nos olhos, de rir junto, de aprender com o outro.</p>
<p style="text-align: justify;">E para a criança, isso não é um luxo. É uma necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fernando Lamano Ferreira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Núcleo de Estudos de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>


<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-brincar-como-essencia-da-infancia-e-da-vida/">O brincar como essência da infância &#8211; e da vida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Podcast Pendura O Jaleco &#8211; Atraso de fala e o papel da audição no desenvolvimento infantil, com Sulene Pirana</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/podcast-pendura-o-jaleco-atraso-de-fala-e-o-papel-da-audicao-no-desenvolvimento-infantil-com-sulene-pirana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2025 15:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=51087</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: Podcast Pendura O Jaleco (Penduracast) Data: 03/04/25 A otorrinolaringologista e foniatra Sulene Pirana, secretária do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, participou do Podcast Pendura O Jaleco (Penduracast), em que falou a respeito do atraso de fala e o papel da audição no desenvolvimento infantil. Os tópicos discutidos pela especialista foram: Atraso de fala ou autismo? Como diferenciar; A importância da audição no desenvolvimento da linguagem; Processamento auditivo: o que é e quando investigar; Teste da orelhinha, foniatria e o papel da escola; Diagnóstico precoce: quando procurar ajuda?; Mitos e verdades sobre o atraso de fala. Assista à entrevista: https://www.youtube.com/live/y_OBY8g_oD4  </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/podcast-pendura-o-jaleco-atraso-de-fala-e-o-papel-da-audicao-no-desenvolvimento-infantil-com-sulene-pirana/">Podcast Pendura O Jaleco &#8211; Atraso de fala e o papel da audição no desenvolvimento infantil, com Sulene Pirana</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Podcast Pendura O Jaleco (Penduracast)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 03/04/25</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A otorrinolaringologista e foniatra Sulene Pirana, secretária do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, participou do Podcast Pendura O Jaleco (Penduracast), em que falou a respeito do atraso de fala e o papel da audição no desenvolvimento infantil. Os tópicos discutidos pela especialista foram: Atraso de fala ou autismo? Como diferenciar; A importância da audição no desenvolvimento da linguagem; Processamento auditivo: o que é e quando investigar; Teste da orelhinha, foniatria e o papel da escola; Diagnóstico precoce: quando procurar ajuda?; Mitos e verdades sobre o atraso de fala.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista:</strong> <a href="https://www.youtube.com/live/y_OBY8g_oD4" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/live/y_OBY8g_oD4&amp;source=gmail&amp;ust=1745407187759000&amp;usg=AOvVaw3S8n7ulXOLr5kfWdu7iw8L">https://www.youtube.com/live/y_OBY8g_oD4</a></p>
<p> </p>



<p><video controls="controls" width="300" height="150">
<source src="https://www.youtube.com/live/y_OBY8g_oD4?si=qcD_UqE64Xgc1jm3" /></video></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/podcast-pendura-o-jaleco-atraso-de-fala-e-o-papel-da-audicao-no-desenvolvimento-infantil-com-sulene-pirana/">Podcast Pendura O Jaleco &#8211; Atraso de fala e o papel da audição no desenvolvimento infantil, com Sulene Pirana</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entendendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA): sinais, causas e a importância da intervenção precoce</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/entendendo-o-transtorno-do-espectro-autista-tea-sinais-causas-e-a-importancia-da-intervencao-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Habilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psíquico]]></category>
		<category><![CDATA[Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno do espectro autista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=50823</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 2 de abril celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data estabelecida</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/entendendo-o-transtorno-do-espectro-autista-tea-sinais-causas-e-a-importancia-da-intervencao-precoce/">Entendendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA): sinais, causas e a importância da intervenção precoce</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 2 de abril celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data estabelecida pela ONU em 2007. A iniciativa busca promover a compreensão e a empatia em relação às pessoas no espectro autista, além de incentivar a criação de políticas públicas que garantam a inclusão e a proteção desses indivíduos. O símbolo da conscientização, representado por um laço colorido, reflete a diversidade e a importância de apoiar a causa.</p>
<p style="text-align: justify;">O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição que aparece de várias maneiras, podendo afetar a fala, o comportamento e as habilidades sociais da criança. A partir dos dois anos, os pais começam a notar alguns comportamentos que podem ser sinais do transtorno, como dificuldades para falar, repetir ações constantemente, ter hipersensibilidade a certos estímulos e dificuldades em interagir socialmente. Alguns sinais comuns incluem atraso na fala ou até uma fala muito repetitiva ou sem intenção comunicativa; não manter contato visual; inquietação motora, como balanceio do corpo para frente e para trás, <em><u>flappings</u></em> (chacoalhar as mãos ritmicamente). Além disso, é comum a criança rodar objetos, andar na ponta dos pés e a busca por objetos rígidos e aleatórios e brincadeiras que não envolvem um faz de conta.</p>
<p>Muitos desses comportamentos já haviam sido descritos e nomeados de <em>autismo infantil precoce</em>, em 1943, por Leo Kanner, psiquiatra austríaco naturalizado norte-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">O autismo se apresenta de formas variadas: pode-se dizer que são vários autismos, ainda que algumas características se apresentem em todos eles. Entendemos que todos os indivíduos são únicos, por isso há uma multiplicidade de fenômenos e várias formas e intensidade em que esses comportamentos se apresentam em cada criança. Assim, faz sentido falar em espectro.</p>
<p style="text-align: justify;">As últimas pesquisas apontam para causas multifatoriais, em que há uma interação de causas orgânicas, genéticas, emocionais e ambientais. E as novas descobertas da Epigenética demonstram uma interação importante entre elementos genéticos e ambientais, chamando a atenção para os fatores que interferem na expressividade genética, sem que haja alterações no DNA. Além disso, a plasticidade neuronal, nos primeiros anos de vida, pode ajudar a modificar padrões neuronais.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários estudos já apontam para falhas precoces no desenvolvimento dos bebês, que seriam consideradas “portas abertas” para os TEAs. Assim, se pudermos intervir a tempo, em sessões conjuntas pais-bebê, muitas conquistas significativas podem ser alcançadas, fortalecendo os vínculos afetivos e, desta forma, propiciando um desenvolvimento mais satisfatório das funções psíquicas.</p>
<p>Existem cada vez mais estudos e investigações sobre o desenvolvimento dos bebês e as possíveis falhas nesse processo, se detectadas precocemente e trabalhadas, incidirão positivamente na saúde psíquica, muitas vezes desviando essas crianças de um caminho que as levaria ao autismo, ou ao menos amenizando um quadro que poderia vir a ser mais grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Muratori e Apicella, dois pesquisadores do autismo, acreditam que as anormalidades no desenvolvimento motor podem estar relacionadas às atipicidades sociais. Os autores postulam que a presença de habilidades motoras precoces fora do padrão, por exemplo, hipoatividade, repertório motor pobre e assimetria postural, pode ser entendida como possível precursora corporal das dificuldades sociais. Esses pesquisadores também salientaram que as intervenções psicanalíticas nas relações iniciais pais-bebês demonstram ganhos significativos nas funções sociais e cognitivas de crianças autistas, principalmente porque acontecem em um momento de maior plasticidade neuronal.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que seja importante pensarmos em desenvolvimento cognitivo e nos entraves que possam surgir nesse quesito, é imprescindível atentar ao fato de que o cognitivo se constrói junto ao desenvolvimento psíquico e emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, é cada vez mais necessário o estudo do desenvolvimento psíquico e a maneira como trabalharmos com essas crianças, dentro desse referencial que considera a psique e o emocional. Essa abordagem é mais abrangente do que o mero foco na modificação padronizada de comportamentos sociais não adaptados, pois cada criança é única, tem uma história de desenvolvimento, uma família, um psiquismo que lhe é próprio.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Fátima Maria Vieira Batistelli<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Psicanalista da SBPSP &#8211; Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Membro do GPPA &#8211; Grupo de Pesquisa e Psicanálise em Autismo.<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro da Clínica 0 a 3 &#8211; Intervenção nas relações iniciais pais-bebê e criança pequena, da SBPSP.<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Núcleo de Estudos de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>


<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/entendendo-o-transtorno-do-espectro-autista-tea-sinais-causas-e-a-importancia-da-intervencao-precoce/">Entendendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA): sinais, causas e a importância da intervenção precoce</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Diário de Assis &#8211; Orientações aos pais sobre dislexia, com Sulene Pirana</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/diario-de-assis-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia-com-sulene-pirana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 14:27:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=50435</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: Portal de Notícias Diário de Assis Data: 21/02/25 O Portal de Notícias Diário de Assis publicou entrevista com Sulene Pirana, secretária do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, para dar orientações aos pais que têm filhos com dislexia. Conforme explica a médica, a dislexia é uma condição neurológica que afeta a capacidade de decodificar palavras e compreender textos, não estando relacionada à inteligência ou criatividade. As crianças com esta condição podem encontrar desafios ao lidar com a leitura, por isso, é essencial que as famílias busquem intervenções educacionais o mais precocemente possível, como terapias e programas que incluam instrução específica em decodificação, treinamento de fluência, vocabulário e compreensão. Leia mais: https://diariodeassis.com.br/sociedade-de-pediatria-oferece-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia/  </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/diario-de-assis-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia-com-sulene-pirana/">Diário de Assis &#8211; Orientações aos pais sobre dislexia, com Sulene Pirana</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Portal de Notícias Diário de Assis</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 21/02/25</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O Portal de Notícias Diário de Assis publicou entrevista com Sulene Pirana, secretária do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, para dar orientações aos pais que têm filhos com dislexia. Conforme explica a médica, a dislexia é uma condição neurológica que afeta a capacidade de decodificar palavras e compreender textos, não estando relacionada à inteligência ou criatividade. As crianças com esta condição podem encontrar desafios ao lidar com a leitura, por isso, é essencial que as famílias busquem intervenções educacionais o mais precocemente possível, como terapias e programas que incluam instrução específica em decodificação, treinamento de fluência, vocabulário e compreensão.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais: </strong><a href="https://diariodeassis.com.br/sociedade-de-pediatria-oferece-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia/" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://diariodeassis.com.br/sociedade-de-pediatria-oferece-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia/&amp;source=gmail&amp;ust=1741260715646000&amp;usg=AOvVaw2jgDMV4zkhngAPBBjwi8Xx">https://diariodeassis.com.br/sociedade-de-pediatria-oferece-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia/</a></p>
<p style="font-weight: 400;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/diario-de-assis-orientacoes-aos-pais-sobre-dislexia-com-sulene-pirana/">Diário de Assis &#8211; Orientações aos pais sobre dislexia, com Sulene Pirana</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
