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	<title>SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>SPSP</title>
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	<item>
		<title>5ª Jornada de Nutrição Pediátrica da SPSP</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/5a-jornada-de-nutricao-pediatrica-da-spsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 19:35:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[- Evento Realização]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Data: 25 de julho de 2026 &#8211; sábado &#8211; 08h30 às 17h00 Local: Hotel Radisson &#8211; Auditório Europa &#8211; Alameda Santos, 85 – Paraíso &#8211; São Paulo &#8211; SP Evento Presencial, não haverá transmissão Realização: SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Objetivo: Atualização em nutrição sobre temas da atualidade Organização: Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Nutrição da SPSP Coordenação: Dr. Mauro Fisberg Público-alvo: Pediatras, Médicos Residentes, Acadêmicos, Nutricionistas e Profissionais de Saúde Vagas: 140 Inscrições online até 23/07/2026 &#8211; Clique aqui *Necessário fazer cadastro no site www.spspeduca.org.br para se inscrever &#8211; Categoria Valor até 15/06/2026 Valor até 23/07/2026 Valor no Local * Pediatra Associado da SPSP R$ 150,00 &#160; R$ 200,00 R$ 250,00 Pediatra não associado da SPSP R$ 250,00 &#160; R$ 300,00 R$ 350,00 Residente, Acadêmico, Nutricionista e Profissional de saúde (Necessário apresentar comprovação) R$ 100,00 R$ 150,00 R$ 200,00 * Inscrições no local na dependência de vagas Haverá taxa de serviços administrativos referente aos valores cobrados pela PagSeguro para a emissão de boletos bancários ou para pagamentos por cartões de crédito. &#8211; Programação 08h30 &#8211; 09h00 &#8211; Boas-vindas e credenciamento 09h00 &#8211; 10h15 &#8211; Mesa Redonda: “Bióticos na pediatria” 09h00 &#8211; 09h25 &#8211; Indicação pediátrica de probióticos 09h25 &#8211; 09h50 &#8211; Terapia com probióticos nas infecções respiratórias de repetição 09h50 &#8211; 10h15 &#8211; Perguntas e debate 10h15 &#8211; 10h45 &#8211; Coffee break 10h45 &#8211; 12h00 &#8211; Mesa Redonda: “Riscos de desnutrição crônica” 10h45 &#8211; 11h10 &#8211; Fome oculta 11h10 &#8211; 11h35 &#8211; Baixa estatura nutricional 11h35 &#8211; 12h00 &#8211; Perguntas e debate 12h00 &#8211; 14h00 &#8211; Intervalo para almoço 14h00 &#8211; 15h40 &#8211; Mesa Redonda: “Dificuldade Alimentar” 14h00 &#8211; 14h25 &#8211; Diagnóstico 14h25 &#8211; 14h50 &#8211; Terapia Comportamental 14h50 &#8211; 15h15 &#8211; Terapia Alimentar 15h15 &#8211; 15h40 &#8211; Perguntas e debate 15h40 &#8211; 16h10 &#8211; Coffee break 16h10 &#8211; 17h00 &#8211; Conferência 16h10 &#8211; 16h50 &#8211; Terapia Suplementar na Dificuldade Alimentar 16h50 &#8211; 17h00 &#8211; Perguntas e debate Os participantes terão a oportunidade de interagir com os professores e discutir os temas abordados &#8211;                                              Realização:                                                                                           Apoio:                                                                                   Este evento recebeu patrocínio de empresas privadas, em conformidade com a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006”. “Compete de forma prioritária aos profissionais e ao pessoal de saúde em geral estimular a prática do aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuando até dois anos de idade ou mais“. Portaria nº 2.051 de 08/11/2001 – MS e Resolução nº 222 de 05/08/2002 – ANVISA</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/5a-jornada-de-nutricao-pediatrica-da-spsp/">5ª Jornada de Nutrição Pediátrica da SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data:</strong> 25 de julho de 2026 &#8211; sábado &#8211; 08h30 às 17h00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local</strong>: Hotel Radisson &#8211; Auditório Europa &#8211; Alameda Santos, 85 – Paraíso &#8211; São Paulo &#8211; SP</p>



<p class="wp-block-paragraph">Evento Presencial, não haverá transmissão</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realização:</strong> SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Objetivo:</strong> Atualização em nutrição sobre temas da atualidade</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização:</strong> Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Nutrição da SPSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordenação:</strong> Dr. Mauro Fisberg</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Público-alvo: </strong>Pediatras,<strong> </strong>Médicos<strong> </strong>Residentes, Acadêmicos, Nutricionistas e Profissionais de Saúde</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vagas: </strong>140<strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inscrições online até 23/07/2026 &#8211; </strong><a href="https://www.spspeduca.org.br/inscricoes"><strong>Clique aqui</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">*Necessário fazer cadastro no site www.spspeduca.org.br para se inscrever</p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2 wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Categoria</strong></th><th><strong>Valor até 15/06/2026</strong></th><th><strong>Valor até 23/07/2026</strong></th><th><strong>Valor no Local</strong> *</th></tr></thead><tbody><tr><td>Pediatra Associado da SPSP</td><td><strong>R$ 150,00</strong> <strong>&nbsp;</strong></td><td><strong>R$ 200,00</strong></td><td><strong>R$ 250,00</strong></td></tr><tr><td>Pediatra não associado da SPSP</td><td><strong>R$ 250,00</strong> <strong>&nbsp;</strong></td><td><strong>R$ 300,00</strong></td><td><strong>R$ 350,00</strong></td></tr><tr><td>Residente, Acadêmico, Nutricionista e Profissional de saúde (<em>Necessário apresentar comprovação</em>)</td><td><strong>R$ 100,00</strong></td><td><strong>R$ 150,00</strong></td><td><strong>R$ 200,00</strong></td></tr><tr><td colspan="4"><strong>* Inscrições no local na dependência de vagas</strong></td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Haverá taxa de serviços administrativos referente aos valores cobrados pela PagSeguro para a emissão de boletos bancários ou para pagamentos por cartões de crédito.</figcaption></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2 wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>08h30 &#8211; 09h00 &#8211; <em>Boas-vindas e credenciamento</em></strong></td></tr><tr><td><strong>09h00 &#8211; 10h15 &#8211; Mesa Redonda: “Bióticos na pediatria”</strong> <br>09h00 &#8211; 09h25 &#8211;<strong> Indicação pediátrica de probióticos</strong> <br>09h25 &#8211; 09h50 &#8211;<strong> Terapia com probióticos nas infecções respiratórias de repetição</strong> <br>09h50 &#8211; 10h15 &#8211;<strong> Perguntas e debate</strong></td></tr><tr><td><strong><em>10h15 &#8211; 10h45 &#8211; Coffee break</em></strong><strong><em></em></strong></td></tr><tr><td><strong>10h45 &#8211; 12h00 &#8211; Mesa Redonda: “Riscos de desnutrição crônica”</strong> <br>10h45 &#8211; 11h10 &#8211;<strong> Fome oculta</strong> <br>11h10 &#8211; 11h35 &#8211;<strong> Baixa estatura nutricional</strong> <br>11h35 &#8211; 12h00 &#8211;<strong> Perguntas e debate</strong></td></tr><tr><td><strong><em>12h00 &#8211; 14h00 &#8211; Intervalo para almoço</em></strong></td></tr><tr><td><strong>14h00 &#8211; 15h40 &#8211; Mesa Redonda: “Dificuldade Alimentar”</strong> <br>14h00 &#8211; 14h25 &#8211; <strong>Diagnóstico</strong> <br>14h25 &#8211; 14h50 &#8211; <strong>Terapia Comportamental</strong> <br>14h50 &#8211; 15h15 &#8211; <strong>Terapia Alimentar</strong> <br>15h15 &#8211; 15h40 &#8211; <strong>Perguntas e debate</strong></td></tr><tr><td><strong>15h40 &#8211; 16h10 &#8211; Coffee break</strong></td></tr><tr><td><strong>16h10 &#8211; 17h00 &#8211; Conferência</strong> <br>16h10 &#8211; 16h50 &#8211; <strong>Terapia Suplementar na Dificuldade Alimentar</strong> <br>16h50 &#8211; 17h00 &#8211; <strong>Perguntas e debate</strong></td></tr><tr><td><strong><em>Os participantes terão a oportunidade de interagir com os professores e discutir os temas abordados</em></strong><em> </em><em></em></td></tr></tbody></table></figure>



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<p><strong>                                             Realização:                                                                                           Apoio:</strong></p>
<p><strong>                                  <img decoding="async" class="" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/LOGO_SPSP2020-300-px-Largura.png" alt="" width="156" height="116" />                                                <img decoding="async" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/2026-05-29-16_00_39-WhatsApp.jpg" alt="" /></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este evento recebeu patrocínio de empresas privadas, em conformidade com a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006”. “Compete de forma prioritária aos profissionais e ao pessoal de saúde em geral estimular a prática do aleitamento materno exclusivo até os seis meses e continuando até dois anos de idade ou mais“. Portaria nº 2.051 de 08/11/2001 – MS e Resolução nº 222 de 05/08/2002 – ANVISA</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/5a-jornada-de-nutricao-pediatrica-da-spsp/">5ª Jornada de Nutrição Pediátrica da SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PODCAST: Bullying, com Fausto Flor Carvalho</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/podcast-bullying-com-fausto-flor-carvalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 28/05/26 Com a participação de Fausto Flor Carvalho, do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP, este podcast fala sobre o bullying e o cyberbullying.    Clique no play e ouça: </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/podcast-bullying-com-fausto-flor-carvalho/">PODCAST: Bullying, com Fausto Flor Carvalho</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div>Texto divulgado em 28/05/26<hr />Com a participação de Fausto Flor Carvalho, do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP, este podcast fala sobre o bullying e o cyberbullying. </div>
<div> </div>
<div><strong>Clique no play e ouça:</strong> </div>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/bullying.mp3"></audio></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>VÍDEO: Pneumonias, com Joaquim Carlos Rodrigues </title>
		<link>https://www.spsp.org.br/video-pneumonias-com-joaquim-carlos-rodrigues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 18:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Videos SPSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 28/05/26 Com a participação de Joaquim Carlos Rodrigues, do Departamento Científico de Pneumologia da SPSP, este vídeo fala sobre as pneumonias, sinais e o que fazer. Assista:</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/video-pneumonias-com-joaquim-carlos-rodrigues/">VÍDEO: Pneumonias, com Joaquim Carlos Rodrigues </a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><span style="font-size: 12px;">Texto divulgado em 28/05/26</span></p>
<hr />
<p><span style="font-size: 12px;"><span style="color: initial;">Com a participação de Joaquim Carlos Rodrigues, do Departamento Científico de Pneumologia da SPSP, este vídeo fala sobre as pneumonias, sinais e o que fazer.</span></span></p>
<p><span style="font-size: 12px;">Assista: </span></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/6-x-wk80N4M" width="720" height="404" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Resolução substitui o uso de nitrato de prata na prevenção da Oftalmia neonatal em recém-nascidos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/resolucao-substitui-o-uso-de-nitrato-de-prata-na-prevencao-da-oftalmia-neonatal-em-recem-nascidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 13:21:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=57208</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 28/05/26 O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou no dia 26 de maio de 2026 a Resolução SS n. 100 que dispõe sobre a prevenção de oftalmia neonatal no Estado de São Paulo. Conforme a Resolução, fica substituído o uso de nitrato de prata a 1% na prevenção da oftalmia neonatal em recém-nascidos pela utilização de iodopovidona a 2,5%, eritromicina a 0,5% ou tetraciclina a 1%, ficando o emprego do nitrato de prata a 1% restrito às hipóteses de indisponibilidade dos produtos anteriormente mencionados. Além disso, ficam revogadas todas as orientações anteriores a esta Resolução.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/resolucao-substitui-o-uso-de-nitrato-de-prata-na-prevencao-da-oftalmia-neonatal-em-recem-nascidos/">Resolução substitui o uso de nitrato de prata na prevenção da Oftalmia neonatal em recém-nascidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Texto divulgado em 28/05/26</p>
<hr />
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O Diário Oficial do Estado de São Paulo publicou no dia 26 de maio de 2026 a Resolução SS n. 100 que dispõe sobre a prevenção de oftalmia neonatal no Estado de São Paulo.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Conforme a Resolução, fica substituído o uso de nitrato de prata a 1% na prevenção da oftalmia neonatal em recém-nascidos pela utilização de iodopovidona a 2,5%, eritromicina a 0,5% ou tetraciclina a 1%, ficando o emprego do nitrato de prata a 1% restrito às hipóteses de indisponibilidade dos produtos anteriormente mencionados. Além disso, ficam revogadas todas as orientações anteriores a esta Resolução.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/resolucao-substitui-o-uso-de-nitrato-de-prata-na-prevencao-da-oftalmia-neonatal-em-recem-nascidos/">Resolução substitui o uso de nitrato de prata na prevenção da Oftalmia neonatal em recém-nascidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Encontro com o Especialista abordou os dilemas éticos e a bioética no atendimento a pacientes em uso de medicações “off label”</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-abordou-os-dilemas-eticos-e-a-bioetica-no-atendimento-a-pacientes-em-uso-de-medicacoes-off-label/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 13:25:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=57214</guid>

					<description><![CDATA[<p>Texto divulgado em 27/05/2026 Aconteceu, no dia 26 de maio, o Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema Dilemas Éticos e Bioética no Atendimento a Pacientes com Genitália Atípica, Crescimento e Puberdade com Uso de Medicações “Off Label”. O evento, que teve como público-alvo pediatras, endocrinologistas pediátricos e cirurgiões pediátricos, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Endocrinologia da SPSP, tendo por objetivo fortalecer conceitos de ética e bioética frente a pacientes com genitália ambígua, crescimento e puberdade com uso de medicações “off label”.O Encontro foi coordenado e moderado por Albertina Gomes Rodrigues, presidente do DC de Endocrinologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e contou com a participação de Mario Roberto Hirschheimer, membro doNúcleo de Estudos (NE) de Bioética e do DC de Endocrinologia da SPSP, que foi o palestrante sobre o tema do evento. Ao final, aconteceu uma sessão de discussão e os especialistas responderam perguntas dos espectadores.A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br).</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-abordou-os-dilemas-eticos-e-a-bioetica-no-atendimento-a-pacientes-em-uso-de-medicacoes-off-label/">Encontro com o Especialista abordou os dilemas éticos e a bioética no atendimento a pacientes em uso de medicações “off label”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div style="text-align: justify;">Texto divulgado em 27/05/2026<hr />Aconteceu, no dia 26 de maio, o Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema Dilemas Éticos e Bioética no Atendimento a Pacientes com Genitália Atípica, Crescimento e Puberdade com Uso de Medicações “Off Label”. O evento, que teve como público-alvo pediatras, endocrinologistas pediátricos e cirurgiões pediátricos, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Endocrinologia da SPSP, tendo por objetivo fortalecer conceitos de ética e bioética frente a pacientes com genitália ambígua, crescimento e puberdade com uso de medicações “off label”.<br />O Encontro foi coordenado e moderado por Albertina Gomes Rodrigues, presidente do DC de Endocrinologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e contou com a participação de Mario Roberto Hirschheimer, membro do<br />Núcleo de Estudos (NE) de Bioética e do DC de Endocrinologia da SPSP, que foi o palestrante sobre o tema do evento. Ao final, aconteceu uma sessão de discussão e os especialistas responderam perguntas dos espectadores.<br />A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível em até 10 dias depois do evento no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.spspeduca.org.br&amp;source=gmail&amp;ust=1780055345800000&amp;usg=AOvVaw1roq-lhHLCF0goVjaRBC4G">www.spspeduca.org.br</a>).</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Café da Manhã com o Professor &#8211; Cuidados Paliativos Pediátricos na Atenção Domiciliar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cafe-da-manha-com-o-professor-cuidados-paliativos-pediatricos-na-atencao-domiciliar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 12:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Banner]]></category>
		<category><![CDATA[- Evento Realização]]></category>
		<category><![CDATA[Cursos]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Cafe_CuidadosPaliativos_27jun26_BannerFull-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Cafe_CuidadosPaliativos_27jun26_BannerFull-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Cafe_CuidadosPaliativos_27jun26_BannerFull-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Cafe_CuidadosPaliativos_27jun26_BannerFull-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Data: 27 de junho de 2026 &#8211; sábado &#8211; 09h00 às 12h00 Local: Ao vivo com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP Realização:&#160;SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo Organização: Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Atenção Domiciliar e DC de Cuidados Paliativos e Dor da SPSP Coordenação: Dr.Cláudio Flauzino de Oliveira e Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari Público-alvo: Pediatras, equipe multiprofissional, profissionais que atuam com cuidados paliativos Objetivos: Discutir a integração entre os cuidados paliativos pediátricos e a atenção domiciliar, abordando aspectos clínicos, assistenciais e comunicacionais envolvidos no cuidado de crianças com doenças graves e complexas, com foco na continuidade do cuidado, no controle de sintomas, no planejamento avançado e na atuação da equipe multiprofissional no ambiente domiciliar Inscrições online Prazo geral:&#160;até&#160;26/06/2026 às 16h00 –&#160;Clique aqui Para se inscrever é necessário cadastro prévio no site&#160;www.spspeduca.org.br &#8211; Inscrição Valor Taxa Total Associados da SPSP Gratuito Gratuito Gratuito Não Associado da SPSP R$ 80,00 R$ 4,00 R$ 84,00 Taxa de serviços administrativos referem-se aos valores cobrados pela PagSeguro para a emissão de boletos bancários ou para pagamentos por cartões de crédito. &#8211; Programação 09h00 &#8211; 12h00 &#8211; Mesa redonda: Cuidados Paliativos Pediátricos na Atenção DomiciliarCoordenadoras e moderadoras da mesa:&#160;Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari e Dra. Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves 09h00 &#8211; 09h05 &#8211; AberturaDra. Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves e Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari 09h05 &#8211; 09h35 &#8211; Cuidado paliativo e atenção domiciliar – onde existe esta intersecção?Dr. Cláudio Flauzino de Oliveira 09h35 &#8211; 10h05 &#8211; Cuidar em casa – controle de sintomas físicosDra. Aline Maria de Oliveira Rocha 10h05 &#8211; 10h35 &#8211; Comunicação no domicílio – desafios e perspectivasPsicóloga Yasmin Dias 10h35 &#8211; 11h05 &#8211; Planejamento avançado de cuidado – como integrar os diversos níveis de cuidadoDr. Gustavo Marquezani Spolador 11h05 &#8211; 12h00 &#8211; Discussão e perguntas &#8211; Dra. Poliana Cristina Carmona MolinariPresidente do NE de Cuidados Paliativos e Dor da SPSPPaliativista Pediátrica no Hospital da Criança do Grendacc e do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí Dra. Heloísa Amaral Gaspar GonçalvesSecretaria do DC de Atenção Domiciliar da SPSPMédica Intensivista Pediátrica, Doutora em Ciências pela FMUSP Dr. Cláudio Flauzino de OliveiraPresidente do DC de Atenção Domiciliar da SPSPMédico Intensivista Pediátrico, Doutor em Ciências pela FMUSP Dr. Aline Maria de Oliveira RochaMembro do NE de Cuidados Paliativos e Dor da SPSPMédica da Enfermaria de Transição Pediátrica do Instituto Perdizes do HCFMUSP Psicóloga Yasmin DiasPsicóloga formada pela PUC Minas com Residência em Cuidados Paliativos pela USPPsicóloga do Programa Paliar da Home Doctor Dr. Gustavo Marquezani SpoladorMembro do NE de Cuidados Paliativos e Dor da SPSPMédico Assistente da Unidade de Dor e Cuidados Paliativos do Instituto da Criança e do Adolescente da Faculdade de Medicina da USP</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data: </strong>27 de junho de 2026 &#8211; sábado &#8211; 09h00 às 12h00</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Local: </strong>Ao vivo com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Realização:&nbsp;</strong>SPSP – Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização: </strong>Diretoria de Cursos e Eventos e DC de Atenção Domiciliar e DC de Cuidados Paliativos e Dor da SPSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Coordenação: </strong>Dr.Cláudio Flauzino de Oliveira e Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Público-alvo: </strong>Pediatras, equipe multiprofissional, profissionais que atuam com cuidados paliativos</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Objetivos: </strong>Discutir a integração entre os cuidados paliativos pediátricos e a atenção domiciliar, abordando aspectos clínicos, assistenciais e comunicacionais envolvidos no cuidado de crianças com doenças graves e complexas, com foco na continuidade do cuidado, no controle de sintomas, no planejamento avançado e na atuação da equipe multiprofissional no ambiente domiciliar</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inscrições online</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prazo geral:&nbsp;</strong>até<strong>&nbsp;26/06/2026 às 16h00 </strong><strong>–&nbsp;</strong><a href="http://www.spspeduca.org.br/"><strong>Clique aqui</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para se inscrever é necessário cadastro prévio no site&nbsp;</strong><a href="https://www.spspeduca.org.br/"><strong>www.spspeduca.org.br</strong></a></p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2 wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Inscrição</strong></td><td><strong>Valor</strong></td><td><strong>Taxa</strong></td><td><strong>Total</strong></td></tr><tr><td><strong>Associados da SPSP</strong></td><td><strong>Gratuito</strong></td><td><strong>Gratuito</strong></td><td><strong>Gratuito</strong></td></tr><tr><td>Não Associado da SPSP</td><td>R$ 80,00</td><td>R$ 4,00</td><td>R$ 84,00</td></tr></tbody></table><figcaption class="wp-element-caption">Taxa de serviços administrativos referem-se aos valores cobrados pela PagSeguro para a emissão de boletos bancários ou para pagamentos por cartões de crédito.</figcaption></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2 wp-block-paragraph">&#8211;</p>



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<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-c645e628e62f8fbab9d9726851472d16 wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>09h00 &#8211; 12h00 &#8211; Mesa redonda: Cuidados Paliativos Pediátricos na Atenção Domiciliar</strong><br><strong>Coordenadoras e moderadoras da mesa:&nbsp;</strong>Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari e Dra. Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves</td></tr><tr><td><strong>09h00 &#8211; 09h05 &#8211; Abertura<br></strong>Dra. Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves e Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari</td></tr><tr><td><strong>09h05 &#8211; 09h35 &#8211; Cuidado paliativo e atenção domiciliar – onde existe esta intersecção?</strong><br>Dr. Cláudio Flauzino de Oliveira</td></tr><tr><td><strong>09h35 &#8211; 10h05 &#8211; Cuidar em casa – controle de sintomas físicos</strong><br>Dra. Aline Maria de Oliveira Rocha</td></tr><tr><td><strong>10h05 &#8211; 10h35 &#8211; Comunicação no domicílio – desafios e perspectivas</strong><br>Psicóloga Yasmin Dias</td></tr><tr><td><strong>10h35 &#8211; 11h05 &#8211; Planejamento avançado de cuidado – como integrar os diversos níveis de cuidado</strong><br>Dr. Gustavo Marquezani Spolador</td></tr><tr><td><strong>11h05 &#8211; 12h00 &#8211; Discussão e perguntas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2 wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Poliana Cristina Carmona Molinari<br></strong>Presidente do NE de Cuidados Paliativos e Dor da SPSP<br>Paliativista Pediátrica no Hospital da Criança do Grendacc e do Hospital Universitário da Faculdade de Medicina de Jundiaí</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves<br></strong>Secretaria do DC de Atenção Domiciliar da SPSP<br>Médica Intensivista Pediátrica, Doutora em Ciências pela FMUSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Cláudio Flauzino de Oliveira<br></strong>Presidente do DC de Atenção Domiciliar da SPSP<br>Médico Intensivista Pediátrico, Doutor em Ciências pela FMUSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Aline Maria de Oliveira Rocha<br></strong>Membro do NE de Cuidados Paliativos e Dor da SPSP<br>Médica da Enfermaria de Transição Pediátrica do Instituto Perdizes do HCFMUSP</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Psicóloga Yasmin Dias<br></strong>Psicóloga formada pela PUC Minas com Residência em Cuidados Paliativos pela USP<br>Psicóloga do Programa Paliar da Home Doctor</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dr. Gustavo Marquezani Spolador<br></strong>Membro do NE de Cuidados Paliativos e Dor da SPSP<br>Médico Assistente da Unidade de Dor e Cuidados Paliativos do Instituto da Criança e do Adolescente da Faculdade de Medicina da USP</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Glaucoma também afeta crianças e muitas vezes começa sem aviso</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/glaucoma-tambem-afeta-criancas-e-muitas-vezes-comeca-sem-aviso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O glaucoma é uma doença que pode comprometer a visão de forma silenciosa. Na maioria das vezes, não causa dor, não dá sinais no começo e evolui lentamente. Quando a pessoa percebe, parte da visão já pode ter sido perdida de forma definitiva. Por isso, o glaucoma é conhecido como o “ladrão silencioso da visão”. No Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, lembrado em 26 de maio, o principal alerta é simples: não espere sintomas para cuidar da saúde dos olhos. O que é o glaucoma? O glaucoma é uma doença que afeta o nervo óptico, responsável por levar as imagens dos olhos até o cérebro. Quando esse nervo sofre danos, a visão vai sendo comprometida, geralmente começando pelas laterais (visão periférica). Na maioria dos casos, está associado ao aumento da pressão dentro do olho. Mas nem sempre. Algumas pessoas desenvolvem glaucoma mesmo com pressão normal, o que reforça a importância da avaliação oftalmológica completa e periódica. Por que ele é tão perigoso? Porque evolui sem dar sinais claros. A perda visual acontece aos poucos, e o cérebro consegue compensar essa falha por um tempo. Isso faz com que muitas pessoas só percebam o problema em fases mais avançadas. O mais importante é lembrar que a visão que se perde por causa do glaucoma não volta. Quem tem mais risco? Idade acima de 40 anos; histórico familiar de glaucoma; miopia elevada; uso prolongado de corticoides; doenças como diabetes e hipertensão. Mas qualquer pessoa pode ter glaucoma, mesmo sem fatores de risco aparentes. E nas crianças? Embora seja mais raro, o glaucoma também pode afetar bebês e crianças, e nesses casos o diagnóstico precoce é ainda mais importante. Fiquem atentos a sinais como olhos maiores que o normal, lacrimejamento frequente, sensibilidade à luz, olho esbranquiçado e irritabilidade sem causa clara. Nas crianças, o tratamento precoce pode preservar o desenvolvimento da visão, mas o dano ao nervo óptico não volta ao normal. Como é feito o diagnóstico? O glaucoma é diagnosticado por exames realizados pelo oftalmologista, que avaliam a pressão do olho, a saúde do nervo óptico, da visão e possíveis alterações no campo visual. Mesmo sem sintomas, é fundamental realizar consultas oftalmológicas regulares. O glaucoma tem tratamento? Sim. Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com colírios ou cirurgia, dependendo do caso. O tratamento só funciona se for seguido corretamente. Um cuidado que não pode esperar. O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. Em muitos casos, o diagnóstico precoce permite controlar a doença e evitar a perda de visão. Cuidar da visão também é fazer prevenção.   Relator:Marcelo Alexandre A. CavalcantePresidente do Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Glaucoma-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O glaucoma é uma doença que pode comprometer a visão de forma silenciosa. Na maioria das vezes, não causa dor, não dá sinais no começo e evolui lentamente. Quando a pessoa percebe, parte da visão já pode ter sido perdida de forma definitiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, o glaucoma é conhecido como o “ladrão silencioso da visão”.</p>
<p style="text-align: justify;">No Dia Nacional de Combate ao Glaucoma, lembrado em 26 de maio, o principal alerta é simples: não espere sintomas para cuidar da saúde dos olhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é o glaucoma?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O glaucoma é uma doença que afeta o nervo óptico, responsável por levar as imagens dos olhos até o cérebro. Quando esse nervo sofre danos, a visão vai sendo comprometida, geralmente começando pelas laterais (visão periférica).</p>
<p style="text-align: justify;">Na maioria dos casos, está associado ao aumento da pressão dentro do olho. Mas nem sempre. Algumas pessoas desenvolvem glaucoma mesmo com pressão normal, o que reforça a importância da avaliação oftalmológica completa e periódica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que ele é tão perigoso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Porque evolui sem dar sinais claros. A perda visual acontece aos poucos, e o cérebro consegue compensar essa falha por um tempo. Isso faz com que muitas pessoas só percebam o problema em fases mais avançadas.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais importante é lembrar que a visão que se perde por causa do glaucoma não volta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem tem mais risco?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Idade acima de 40 anos; histórico familiar de glaucoma; miopia elevada; uso prolongado de corticoides; doenças como diabetes e hipertensão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas qualquer pessoa pode ter glaucoma, mesmo sem fatores de risco aparentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E nas crianças?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora seja mais raro, o glaucoma também pode afetar bebês e crianças, e nesses casos o diagnóstico precoce é ainda mais importante.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquem atentos a sinais como olhos maiores que o normal, lacrimejamento frequente, sensibilidade à luz, olho esbranquiçado e irritabilidade sem causa clara.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas crianças, o tratamento precoce pode preservar o desenvolvimento da visão, mas o dano ao nervo óptico não volta ao normal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O glaucoma é diagnosticado por exames realizados pelo oftalmologista, que avaliam a pressão do olho, a saúde do nervo óptico, da visão e possíveis alterações no campo visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo sem sintomas, é fundamental realizar consultas oftalmológicas regulares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O glaucoma tem tratamento?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Embora não tenha cura, o glaucoma pode ser controlado com colírios ou cirurgia, dependendo do caso. O tratamento só funciona se for seguido corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Um cuidado que não pode esperar. O glaucoma é uma das principais causas de cegueira irreversível no mundo. Em muitos casos, o diagnóstico precoce permite controlar a doença e evitar a perda de visão.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar da visão também é fazer prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Marcelo Alexandre A. Cavalcante<br />Presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da SPSP</strong></p>
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		<title>Crianças desaparecidas: histórias interrompidas e famílias na espera</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/criancas-desaparecidas-historias-interrompidas-e-familias-na-espera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Internacional de Crianças Desaparecidas, em 25 de maio, deve ser lembrado constantemente: desaparecimento de crianças não pode ser invisível. Estima-se que mais de 1 milhão de crianças e adolescentes desapareçam anualmente no mundo e cerca de 10% jamais serão encontrados, embora a subnotificação e a ausência de sistemas integrados de registro dificultem a precisão desses dados. No Brasil, o problema também é expressivo: cerca de 20 a 25 mil ocorrências anuais envolvem crianças e adolescentes, o que corresponde a aproximadamente um terço dos desaparecimentos no país. Os principais fatores relacionados aos desaparecimentos são: o sequestro parental, as fugas de casa, o tráfico de pessoas e os conflitos, sendo a maioria dos casos por disputas familiares ou fugas de casa. Dentre os fatores de risco estão vulnerabilidade social, violência doméstica, negligência, uso de substâncias na família, histórico de evasão escolar e exposição a ambientes digitais sem supervisão. Nas crianças menores predominam episódios de perda/desorientação ou falhas na supervisão; nos adolescentes, as “fugas” podem estar associadas a conflitos familiares ou situações de violência. As crianças desaparecidas podem ser categorizadas em sete situações: &#8211; as que fogem e que estão em situação de risco (nacionais ou internacionais); &#8211; as que são sequestradas por familiar(es) – por um dos pais ou familiar sem o consentimento de todos os seus responsáveis legais; &#8211; as sequestradas por parente para o exterior (por um de seus pais ou responsáveis legais, contra a vontade do outro pai ou responsável legal); &#8211; crianças que se perdem, que se ferem ou que desaparecem por razões desconhecidas ou indeterminadas; &#8211; menores que são abandonados – sem um adulto legalmente responsável por elas; &#8211; as que são sequestradas por terceiros (sequestro não familiar) – por indivíduos que não os pais ou responsáveis legais e &#8211; menores migrantes desacompanhados desaparecidos – de um país sem livre circulação de pessoas, que foram separadas de ambos os pais e não têm os cuidados de um adulto responsável. Uma parcela significativa é localizada, especialmente quando a notificação é imediata – o que reforça a importância da resposta rápida. No Brasil, não é necessário aguardar 24 horas para registrar ocorrência; a comunicação precoce às autoridades aumenta significativamente as chances de localização. Deve-se fornecer informações atualizadas (descrição física, roupas, locais frequentados, contatos) e mobilizar redes formais e comunitárias. Sistemas de alerta, integração entre bancos de dados e capacitação das equipes são estratégias reconhecidas para otimizar a busca. A prevenção, por sua vez, depende de ações contínuas e coordenadas. No âmbito familiar, inclui supervisão adequada, fortalecimento de vínculos, educação para segurança (inclusive digital), orientação sobre riscos e estímulo ao diálogo. Nas escolas e serviços de saúde, é fundamental identificar precocemente sinais de vulnerabilidade e violência, com encaminhamento oportuno. Em nível estrutural, políticas públicas devem priorizar proteção social, combate à violência, rastreabilidade de casos, interoperabilidade de sistemas e campanhas de conscientização. Propostas não faltam: um projeto de lei do senador Flávio Arns (PSB-PR) sugere medidas para aperfeiçoar as buscas por pessoas desaparecidas, entre elas, a criação de delegacias especializadas (PL 5952/2025). Outro projeto é o da criação do &#8220;Alerta Pri&#8221; (criado para lembrar a história de Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort), para que empresas de telefonia enviem alertas imediatos para celulares da região sobre o desaparecimento de criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência (PL 3543/2025). Mais do que uma data, este dia é um chamado à responsabilidade coletiva: prevenir, proteger e agir. Que nunca nos falte vigilância, empatia e compromisso para garantir que toda criança tenha seu direito fundamental à segurança e ao cuidado preservado.   Relatora: Renata D WaksmanVice-Presidente da Sociedade de Pediatria de São PauloPresidente do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da SPSPCoordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Criancas-Desaparecidas-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Internacional de Crianças Desaparecidas, em 25 de maio, deve ser lembrado constantemente: desaparecimento de crianças não pode ser invisível. Estima-se que mais de 1 milhão de crianças e adolescentes desapareçam anualmente no mundo e cerca de 10% jamais serão encontrados, embora a subnotificação e a ausência de sistemas integrados de registro dificultem a precisão desses dados.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o problema também é expressivo: cerca de 20 a 25 mil ocorrências anuais envolvem crianças e adolescentes, o que corresponde a aproximadamente um terço dos desaparecimentos no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais fatores relacionados aos desaparecimentos são: o sequestro parental, as fugas de casa, o tráfico de pessoas e os conflitos, sendo a maioria dos casos por disputas familiares ou fugas de casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre os fatores de risco estão vulnerabilidade social, violência doméstica, negligência, uso de substâncias na família, histórico de evasão escolar e exposição a ambientes digitais sem supervisão. Nas crianças menores predominam episódios de perda/desorientação ou falhas na supervisão; nos adolescentes, as “fugas” podem estar associadas a conflitos familiares ou situações de violência.</p>
<p style="text-align: justify;">As crianças desaparecidas podem ser categorizadas em sete situações: <br />&#8211; as que fogem e que estão em situação de risco (nacionais ou internacionais);</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; as que são sequestradas por familiar(es) – por um dos pais ou familiar sem o consentimento de todos os seus responsáveis legais;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; as sequestradas por parente para o exterior (por um de seus pais ou responsáveis legais, contra a vontade do outro pai ou responsável legal);</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; crianças que se perdem, que se ferem ou que desaparecem por razões desconhecidas ou indeterminadas;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; menores que são abandonados – sem um adulto legalmente responsável por elas;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; as que são sequestradas por terceiros (sequestro não familiar) – por indivíduos que não os pais ou responsáveis legais e</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; menores migrantes desacompanhados desaparecidos – de um país sem livre circulação de pessoas, que foram separadas de ambos os pais e não têm os cuidados de um adulto responsável.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma parcela significativa é localizada, especialmente quando a notificação é imediata – o que reforça a importância da resposta rápida.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, não é necessário aguardar 24 horas para registrar ocorrência; a comunicação precoce às autoridades aumenta significativamente as chances de localização. Deve-se fornecer informações atualizadas (descrição física, roupas, locais frequentados, contatos) e mobilizar redes formais e comunitárias. Sistemas de alerta, integração entre bancos de dados e capacitação das equipes são estratégias reconhecidas para otimizar a busca.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção, por sua vez, depende de ações contínuas e coordenadas. No âmbito familiar, inclui supervisão adequada, fortalecimento de vínculos, educação para segurança (inclusive digital), orientação sobre riscos e estímulo ao diálogo. Nas escolas e serviços de saúde, é fundamental identificar precocemente sinais de vulnerabilidade e violência, com encaminhamento oportuno. Em nível estrutural, políticas públicas devem priorizar proteção social, combate à violência, rastreabilidade de casos, interoperabilidade de sistemas e campanhas de conscientização.</p>
<p style="text-align: justify;">Propostas não faltam: um projeto de lei do senador Flávio Arns (PSB-PR) sugere medidas para aperfeiçoar as buscas por pessoas desaparecidas, entre elas, a criação de delegacias especializadas (PL 5952/2025). Outro projeto é o da criação do &#8220;Alerta Pri&#8221; (criado para lembrar a história de Priscila Belfort, irmã do lutador Vitor Belfort), para que empresas de telefonia enviem alertas imediatos para celulares da região sobre o desaparecimento de criança, adolescente, idoso ou pessoa com deficiência (PL 3543/2025).</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma data, este dia é um chamado à responsabilidade coletiva: prevenir, proteger e agir. Que nunca nos falte vigilância, empatia e compromisso para garantir que toda criança tenha seu direito fundamental à segurança e ao cuidado preservado.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora: </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Renata D Waksman<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>



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		<title>Desporto escolar: uma ferramenta de saúde e desenvolvimento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/desporto-escolar-uma-ferramenta-de-saude-e-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Tempo de Tela]]></category>
		<category><![CDATA[Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Nacional do Desporto Escolar, celebrado em 25 de maio e instituído pela Lei nº 14.579/2023, reforça um ponto essencial: o esporte na escola não é complemento. É parte da formação. Quando falamos em desporto escolar, não estamos falando de rendimento ou de formar atletas. Estamos falando de um espaço educativo – onde a criança experimenta o movimento, aprende regras, convive, erra, tenta de novo e se desenvolve. É nesse contexto que entra um conceito ainda pouco explorado na prática: a alfabetização física. Alfabetizar fisicamente significa dar à criança as ferramentas básicas para se movimentar com confiança e competência: correr, saltar, arremessar, receber, equilibrar, mudar de direção. Essas habilidades motoras fundamentais têm uma janela de desenvolvimento privilegiada entre os 3 e 8 anos de idade – período em que a plasticidade motora é maior e a base se consolida para toda a vida ativa que virá. E os números mostram por que isso importa. A Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos 60 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. No Brasil, a maioria não chega perto desse alvo e o tempo de tela em pré-escolares, com frequência, ultrapassa três horas diárias – o triplo do limite recomendado para essa faixa etária. Crianças que não desenvolvem competência motora tendem a evitar a atividade física. E esse afastamento não atinge apenas o corpo: impacta a autoestima, a função executiva, gera sintomas ansiosos e depressivos, atrapalha o sono e convivência social. A literatura é consistente em mostrar que crianças mais ativas apresentam melhor desempenho cognitivo e maior bem-estar emocional. O desporto escolar tem papel central nesse cenário. É, muitas vezes, o primeiro – e em alguns casos o único – contato estruturado da criança com o esporte. Quando bem conduzido, ensina a lidar com frustração, respeitar regras, trabalhar em grupo e persistir. Valores que não aparecem em boletins, mas formam comportamento, autonomia e convivência. Diferente do esporte competitivo, aqui o foco não é resultado. É vivência. É processo. O que cada um de nós pode fazer Pediatras: incluir, na puericultura de rotina, perguntas sobre tempo ativo, aulas de Educação Física e tempo de tela – com a mesma naturalidade com que perguntamos sobre alimentação e sono. Famílias: valorizar e priorizar a Educação Física escolar; criar oportunidades diárias de brincar ativo, ao ar livre sempre que possível. Escolas: garantir tempo, espaço e qualidade nas aulas de Educação Física, e formar professores capazes de promover alfabetização física com prazer e segurança. No fim, não é só sobre esporte. É sobre promover saúde e formar crianças mais seguras, confiantes e preparadas para a vida.   Relatora:Brizza Valeria Foianini BiassiMembro do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes na Infância e Adolescência da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/Imagem-Desporto-Escolar1-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional do Desporto Escolar, celebrado em 25 de maio e instituído pela <strong>Lei nº 14.579/2023</strong>, reforça um ponto essencial: o esporte na escola não é complemento. É parte da formação.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando falamos em desporto escolar, não estamos falando de rendimento ou de formar atletas. Estamos falando de um espaço educativo – onde a criança experimenta o movimento, aprende regras, convive, erra, tenta de novo e se desenvolve.</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse contexto que entra um conceito ainda pouco explorado na prática: a <strong>alfabetização física</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Alfabetizar fisicamente significa dar à criança as ferramentas básicas para se movimentar com confiança e competência: correr, saltar, arremessar, receber, equilibrar, mudar de direção. Essas habilidades motoras fundamentais têm uma <strong>janela de desenvolvimento privilegiada entre os 3 e 8 anos de idade</strong> – período em que a plasticidade motora é maior e a base se consolida para toda a vida ativa que virá.</p>
<p style="text-align: justify;">E os números mostram por que isso importa. A Organização Mundial da Saúde recomenda <strong>pelo menos 60 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa</strong> para crianças e adolescentes de 5 a 17 anos. No Brasil, a maioria não chega perto desse alvo e o tempo de tela em pré-escolares, com frequência, ultrapassa três horas diárias – o triplo do limite recomendado para essa faixa etária.</p>
<p style="text-align: justify;">Crianças que não desenvolvem competência motora tendem a evitar a atividade física. E esse afastamento não atinge apenas o corpo: impacta a autoestima, a função executiva, gera sintomas ansiosos e depressivos, atrapalha o sono e convivência social. A literatura é consistente em mostrar que crianças mais ativas apresentam melhor desempenho cognitivo e maior bem-estar emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">O desporto escolar tem papel central nesse cenário. É, muitas vezes, o primeiro – e em alguns casos o único – contato estruturado da criança com o esporte. Quando bem conduzido, ensina a lidar com frustração, respeitar regras, trabalhar em grupo e persistir. Valores que não aparecem em boletins, mas formam comportamento, autonomia e convivência.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferente do esporte competitivo, aqui o foco não é resultado. É vivência. É processo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que cada um de nós pode fazer</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Pediatras: </strong>incluir, na puericultura de rotina, perguntas sobre tempo ativo, aulas de Educação Física e tempo de tela – com a mesma naturalidade com que perguntamos sobre alimentação e sono.</li>
<li><strong>Famílias: </strong>valorizar e priorizar a Educação Física escolar; criar oportunidades diárias de brincar ativo, ao ar livre sempre que possível.</li>
<li><strong>Escolas: </strong>garantir tempo, espaço e qualidade nas aulas de Educação Física, e formar professores capazes de promover alfabetização física com prazer e segurança.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">No fim, não é só sobre esporte. É sobre promover saúde e formar crianças mais seguras, confiantes e preparadas para a vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Brizza Valeria Foianini Biassi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes na Infância e Adolescência da SPSP</strong></p>



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		<item>
		<title>RPPED: Validação e comprovação da versão brasileira do questionário PinQ em crianças com disfunção do trato urinário inferior</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/rpped-validacao-e-comprovacao-da-versao-brasileira-do-questionario-pinq-em-criancas-com-disfuncao-do-trato-urinario-inferior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 12:09:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Banner]]></category>
		<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/BannerFull_RPPEDValidacao-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/BannerFull_RPPEDValidacao-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/BannerFull_RPPEDValidacao-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 22/05/26 A Revista Paulista de Pediatria publicou o manuscrito de autoria de Quintino A et al “Validação e comprovação da versão brasileira do questionário PinQ em crianças com disfunção do trato urinário inferior”. O trabalho teve como objetivo validar o questionário Continence Specific Pediatric Quality of Life Measurement Tool (PinQ) para o português e comparar sua eficácia com o questionário Dysfunctional Voiding Symptom Score (DVSS) na avaliação da qualidade de vida de crianças com disfunção do trato urinário inferior. Leia o artigo publicado na RPPED no volume 43, 2025</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/rpped-validacao-e-comprovacao-da-versao-brasileira-do-questionario-pinq-em-criancas-com-disfuncao-do-trato-urinario-inferior/">RPPED: Validação e comprovação da versão brasileira do questionário PinQ em crianças com disfunção do trato urinário inferior</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/BannerFull_RPPEDValidacao-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/BannerFull_RPPEDValidacao-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/05/BannerFull_RPPEDValidacao-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>

<p class="wp-block-paragraph">Texto divulgado em 22/05/26</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">A Revista Paulista de Pediatria publicou o manuscrito de autoria de Quintino A et al “Validação e comprovação da versão brasileira do questionário PinQ em crianças com disfunção do trato urinário inferior”.</span></p>

<p class="wp-block-paragraph" style="text-align: justify;">O trabalho teve como objetivo validar o questionário Continence Specific Pediatric Quality of Life Measurement Tool (PinQ) para o português e comparar sua eficácia com o questionário Dysfunctional Voiding Symptom Score (DVSS) na avaliação da qualidade de vida de crianças com disfunção do trato urinário inferior.</p>

<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://doi.org/10.1590/1984-0462/2025/43/2024322"><strong>Leia o artigo publicado na RPPED no volume 43, 2025</strong></a></p>




<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/rpped-validacao-e-comprovacao-da-versao-brasileira-do-questionario-pinq-em-criancas-com-disfuncao-do-trato-urinario-inferior/">RPPED: Validação e comprovação da versão brasileira do questionário PinQ em crianças com disfunção do trato urinário inferior</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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