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	<title>Arquivos Acidente doméstico - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Acidente doméstico - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Um segundo muda uma história: alerta sobre quedas de bebês (video)</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/um-segundo-muda-uma-historia-alerta-sobre-quedas-de-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2021 20:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_217069770_Rawpixel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_217069770_Rawpixel-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_217069770_Rawpixel-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>As quedas constituem a maior causa de internação de crianças menores de 1 ano, sendo responsáveis por 50% delas no Brasil.  Elas ocorrem principalmente no ambiente doméstico, muitas vezes por descuido do cuidador.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_217069770_Rawpixel-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_217069770_Rawpixel-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_217069770_Rawpixel-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 24/06/2021</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p>As quedas constituem a maior causa de internação de crianças menores de 1 ano de idade, sendo responsáveis por 50% delas no Brasil. Elas ocorrem principalmente no ambiente doméstico, muitas vezes por descuido do cuidador. No caso de bebês, supondo que eles sejam incapazes de se mexer ou se virar, frequentemente o cuidador os deixa &#8211; mesmo que por “um segundo” &#8211; sozinhos na cama, sofá ou trocador, o que pode resultar em acidentes graves.</p>



<p>Tania Maria Russo Zamataro<br>Presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP</p>



<p>Ilustrações e texto: Regina Carnaúba<br>Membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP</p>



<p>Foto: rawpixel |&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://depositphotos.com/" target="_blank">depositphotos.com</a></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Luta contra queimaduras: deve ser diária!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/luta-contra-queimaduras-deve-ser-diaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jun 2021 20:51:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Datas comemorativas]]></category>
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		<category><![CDATA[Acidente doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção de acidentes na infância e adolescência]]></category>
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		<category><![CDATA[Queimaduras]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_202210728_Goodluz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_202210728_Goodluz-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_202210728_Goodluz-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 06 de junho, Dia Nacional de Luta contra Queimaduras, lembramos a importância da prevenção e dos cuidados ao paciente queimado. Em 2019, 21.023 crianças de zero a 14 anos foram hospitalizadas por queimaduras.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_202210728_Goodluz-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_202210728_Goodluz-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Depositphotos_202210728_Goodluz-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 06 de junho, Dia Nacional de Luta contra Queimaduras<strong>, </strong>lembramos a importância da prevenção e dos cuidados ao paciente queimado. Segundo o Ministério da Saúde, somente em 2019, 21.023 crianças e adolescentes de zero a 14 anos foram hospitalizadas por queimaduras. Muitas delas ocorrem em casa, sendo as mais comuns as escaldantes (água ou vapor quente) e as térmicas (contato direto com fogo ou objetos quentes).</p>
<p>Crianças menores têm maior risco de queimaduras, por não terem a capacidade de reconhecer os perigos e, também, por terem a pele mais fina e sensível. Dos 200 óbitos por queimaduras em crianças no ano de 2018, 73 ocorreram em menores de 4 anos.</p>
<p><strong>Dicas de prevenção:</strong></p>
<ul>
<li>Mantenha as crianças longe da cozinha e do fogão, principalmente quando estiver preparando alimentos;</li>
<li>Não carregue bebês e crianças pequenas no colo enquanto cozinha ou manipula líquidos quentes;</li>
<li>Coloque líquidos e alimentos quentes no centro da mesa;</li>
<li>Cuidado ao passar roupas perto de crianças. Sempre tire da tomada após o uso;</li>
<li>Cheque com cuidado a temperatura da água do banho;</li>
<li>Não brinque com fogos de artifício, nem solte balões;</li>
<li>Mantenha velas, isqueiros, álcool e demais inflamáveis longe do alcance das crianças;</li>
<li>Não deixe que crianças cheguem perto de churrasqueiras, lareiras e fogueiras;</li>
<li>Verifique sempre as instalações elétricas da casa e use protetores de tomadas;</li>
<li>Oriente crianças a empinarem pipa longe da rede elétrica, reforce que não usem cerol.</li>
</ul>
<p>Caso ocorra um incêndio ou um acidente com fogo é preciso que a família tenha um plano de ação:</p>
<ul>
<li>Se possível, instale detectores de fumaça;</li>
<li>Se uma porta estiver muito quente, use saída alternativa;</li>
<li>Ensine as crianças a se arrastarem na presença de fumaça;</li>
<li>Saiba onde ficam os extintores;</li>
<li>Nunca volte a um cômodo ou prédio em chamas.</li>
</ul>
<p><strong>Como cuidar das queimaduras? </strong></p>
<p>Em caso de queimaduras leves, esfrie a região com água corrente fresca por pelo menos 5 minutos e cubra com um curativo não aderente. Só aplique pomadas se orientado pelo seu pediatra.</p>
<p>Qualquer queimadura elétrica, com lesão extensa da pele (especialmente se aspecto carbonizado) ou com perda de sensibilidade, deve receber atenção médica imediata. Assim como queimaduras em mãos, pés, face, genitais ou que cubram uma área maior do que a mão da criança devem ser avaliadas pelo pediatra.</p>
<p>As lesões por queimaduras, mesmo quando não fatais, podem ser incapacitantes e trazem grande sofrimento. Todos queremos manter as crianças seguras, ajudá-las a viver a vida em todo seu potencial. Ter o conhecimento da prevenção de acidentes, como queimaduras, é um passo fundamental para que essa meta seja alcançada.  </p>
<p><strong>Relatora: </strong></p>
<p><strong>Luciana Issa</strong></p>
<p><strong>Departamento Científico de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Orientações para evitar intoxicações</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/orientacoes-para-evitar-intoxicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2020 22:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Dezembro Vermelho – prevenção de acidentes na infância e adolescência. Recentemente, a Anvisa notificou um crescimento dos casos de intoxicações por produtos de limpeza e desinfetantes em residências. Nos últimos meses, estivemos mais restritos ao lar, e aumentamos nossos cuidados com higienização e desinfecção a fim de evitar a disseminação da Covid-19. Pensando nisso, resolvemos trazer um alerta sobre o assunto, pois as crianças pequenas são as principais vítimas desse tipo de acidente.Intoxicações são frequentes na infância, principalmente nos pequenos entre 1 e 4 anos de idade, época em que são curiosos, já têm alguma autonomia para explorar o ambiente, mas não têm discernimento dos perigos. Os principais causadores de intoxicações são os medicamentos, seguidos de produtos sanitários e de limpeza. Em seguida, temos os acidentes com animais peçonhentos (como escorpiões) e cosméticos. Para protegermos nossas crianças, além de sempre as deixarmos sob a supervisão de um adulto responsável, podemos tomar algumas atitudes que são muito importantes, pois bastam alguns minutinhos de distração para que um acidente potencialmente fatal aconteça: 1- Lavar as mãos das crianças com água e sabonete é a forma de higienização mais recomendada e equivale ao uso de álcool a 70%. Restrinja a utilização do álcool às situações em que a lavagem das mãos não for possível. Mantenha o álcool gel fora do alcance das crianças, longe do fogo e do calor.2- Guarde produtos de limpeza e inseticidas longe de alimentos e de medicamentos, e fora do alcance das crianças3- Mantenha os produtos em suas embalagens originais. Nunca coloque produtos de limpeza, querosene, gasolina ou alvejantes em embalagens de refrigerante ou suco.4- Com relação aos remédios, os cuidados são vários: *Mantenha-os em lugar seguro e trancado, fora do alcance das crianças. Lembre-se que pílulas coloridas, embalagens e garrafas bonitas, com odor e sabor adocicados, são muito atraentes para elas. *Prefira medicamentos em embalagens com trava de segurança (aquela que torna difícil a abertura para uma criança de até 5 anos, mas é fácil para um adulto). *Leia sempre o rótulo ou a bula antes de administrar medicamentos.*Evite tomar remédios na frente das crianças e deixe claro que não se trata de uma bala.*Não dê remédios no escuro, a fim de evitar administração indevida*Não utilize medicamentos sem orientação médica e mantenha-os nas embalagens originais com a bula*Cuidado com remédios de uso infantil e adulto com embalagens parecidas. Erro de identificação pode causar intoxicação grave*Nunca jogue a embalagem com o seu conteúdo na lixeira*Nunca use medicamento com prazo de validade vencido E por fim, não podemos deixar de falar sobre as plantas tóxicas, pois muitas delas estão em nossos jardins, vasos e já foram encontradas até em creches (por exemplo: aroeira, antúrio, espada de São Jorge, alamanda, azaleia e comigo-ninguém-pode). Ensine sempre as crianças a não colocar plantas na boca e conheça a vegetação de sua casa e arredores. Em caso de acidente, retire da boca da criança o que resta da planta, guardando para identificação, e enxague com água corrente. Ligue para o Centro de Controle de Intoxicações da sua região. Ah, e não faça remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica. Com esses cuidados em mente e aplicando essas orientações em sua casa, protegeremos as crianças e vamos ajudar a diminuir esses tristes acidentes com intoxicação. Você sabia? Geralmente as intoxicações acontecem nos horários que antecedem as refeições (entre 10:00h-12:00h e 17:00h-20:00h), ou quando há alteração na rotina da casa (mudança, comemorações e festas, ou quando recebemos visitas)&#160; ___RelatoraRegina CarnaúbaDepartamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Campanha Dezembro Vermelho – prevenção de acidentes na infância e adolescência.</strong></h4>



<p>Recentemente, a Anvisa notificou um crescimento dos casos de intoxicações por produtos de limpeza e desinfetantes em residências. Nos últimos meses, estivemos mais restritos ao lar, e aumentamos nossos cuidados com higienização e desinfecção a fim de evitar a disseminação da Covid-19. Pensando nisso, resolvemos trazer um alerta sobre o assunto, pois as crianças pequenas são as principais vítimas desse tipo de acidente.<br>Intoxicações são frequentes na infância, principalmente nos pequenos entre 1 e 4 anos de idade, época em que são curiosos, já têm alguma autonomia para explorar o ambiente, mas não têm discernimento dos perigos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/12/Depositphotos_216784280_serkucher-1024x823.jpg" alt="" class="wp-image-3522"/><figcaption>serkucher | depositphotos.com  </figcaption></figure>



<p>Os principais causadores de intoxicações são os medicamentos, seguidos de produtos sanitários e de limpeza. Em seguida, temos os acidentes com animais peçonhentos (como escorpiões) e cosméticos. Para protegermos nossas crianças, além de sempre as deixarmos sob a supervisão de um adulto responsável, podemos tomar algumas atitudes que são muito importantes, pois bastam alguns minutinhos de distração para que um acidente potencialmente fatal aconteça:</p>



<p>1- Lavar as mãos das crianças com água e sabonete é a forma de higienização mais recomendada e equivale ao uso de álcool a 70%. Restrinja a utilização do álcool às situações em que a lavagem das mãos não for possível. Mantenha o álcool gel fora do alcance das crianças, longe do fogo e do calor.<br>2- Guarde produtos de limpeza e inseticidas longe de alimentos e de medicamentos, e fora do alcance das crianças<br>3- Mantenha os produtos em suas embalagens originais. Nunca coloque produtos de limpeza, querosene, gasolina ou alvejantes em embalagens de refrigerante ou suco.<br>4- Com relação aos remédios, os cuidados são vários:</p>



<p>*Mantenha-os em lugar seguro e trancado, fora do alcance das crianças. Lembre-se que pílulas coloridas, embalagens e garrafas bonitas, com odor e sabor adocicados, são muito atraentes para elas.</p>



<p>*Prefira medicamentos em embalagens com trava de segurança (aquela que torna difícil a abertura para uma criança de até 5 anos, mas é fácil para um adulto).</p>



<p>*Leia sempre o rótulo ou a bula antes de administrar medicamentos.<br>*Evite tomar remédios na frente das crianças e deixe claro que não se trata de uma bala.<br>*Não dê remédios no escuro, a fim de evitar administração indevida<br>*Não utilize medicamentos sem orientação médica e mantenha-os nas embalagens originais com a bula<br>*Cuidado com remédios de uso infantil e adulto com embalagens parecidas. Erro de identificação pode causar intoxicação grave<br>*Nunca jogue a embalagem com o seu conteúdo na lixeira<br>*Nunca use medicamento com prazo de validade vencido</p>



<p>E por fim, não podemos deixar de falar sobre as plantas tóxicas, pois muitas delas estão em nossos jardins, vasos e já foram encontradas até em creches (por exemplo: aroeira, antúrio, espada de São Jorge, alamanda, azaleia e comigo-ninguém-pode).</p>



<p>Ensine sempre as crianças a não colocar plantas na boca e conheça a vegetação de sua casa e arredores. Em caso de acidente, retire da boca da criança o que resta da planta, guardando para identificação, e enxague com água corrente. Ligue para o Centro de Controle de Intoxicações da sua região. Ah, e não faça remédios ou chás caseiros com plantas sem orientação médica.</p>



<p>Com esses cuidados em mente e aplicando essas orientações em sua casa, protegeremos as crianças e vamos ajudar a diminuir esses tristes acidentes com intoxicação.</p>



<p><strong><em>Você sabia? Geralmente as intoxicações acontecem nos horários que antecedem as refeições (entre 10:00h-12:00h e 17:00h-20:00h), ou quando há alteração na rotina da casa (mudança, comemorações e festas, ou quando recebemos visitas)&nbsp;</em></strong></p>



<p>___<br><strong>Relatora</strong><br><strong>Regina Carnaúba</strong><br><strong>Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>ALERTA: O álcool pode causar queimadura química na superfície ocular</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alerta-o-alcool-pode-causar-queimadura-quimica-na-superficie-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 18:26:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o uso constante do álcool gel para antissepsia em todos os locais – por causa da pandemia de Covid-19 -, temos visto crianças que, ao acionar o display ou mesmo ao coçar os olhos com a substância, acabam ferindo o olho. O álcool gel pode causar uma queimadura química na superfície ocular. A conduta nesses casos é lavar imediatamente com água corrente para retirar o máximo da substância química, depois ocluir o olho com gaze&#160;e levar ao pronto-socorro de Oftalmologia, onde será feito um exame biomicroscópico para saber se houve lesão na córnea. Caso não seja possível o exame com oftalmologista, manter o curativo oclusivo por no mínimo 12 horas. ___Relatora:Marcia Keiko Uyeno TabusePresidente do Departamento Científico de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o uso constante do álcool gel para antissepsia em todos os locais – por causa da pandemia de Covid-19 -, temos visto crianças que, ao acionar o display ou mesmo ao coçar os olhos com a substância, acabam ferindo o olho. O álcool gel pode causar uma queimadura química na superfície ocular.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Depositphotos_96584328_weerapat-1024x774.jpg" alt="" class="wp-image-3411"/><figcaption>weerapat |&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://depositphotos.com/" target="_blank">depositphotos.com</a></figcaption></figure>



<p>A conduta nesses casos é lavar imediatamente com água corrente para retirar o máximo da substância química, depois ocluir o olho com gaze&nbsp;e levar ao pronto-socorro de Oftalmologia, onde será feito um exame biomicroscópico para saber se houve lesão na córnea.</p>



<p><br>Caso não seja possível o exame com oftalmologista, manter o curativo oclusivo por no mínimo 12 horas.<br></p>



<p>___<br><strong>Relatora:</strong><br><strong>Marcia Keiko Uyeno Tabuse</strong><br>Presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lá vamos nós de novo&#8230; Outra moda perigosa chegou!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/la-vamos-nos-de-novo-outra-moda-perigosa-chegou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2020 13:49:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3395</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nova rede social (TikTok), novas fontes de vídeos entre a garotada, algumas “ideias de jerico” que são perpetuadas por outras crianças/adolescentes. E assim, surge o “Desafio do Benadryl®”. Benadryl® é um antialérgico que não é vendido com esse nome no Brasil. No desafio, a garotada toma uma dose “cavalar” da medicação (até 10 vezes a dose recomendada) e filma os efeitos que essa insensatez causa, como delírios e alucinações. Parece tão óbvio que é difícil ter que escrever sobre os riscos que quem faz isso corre! Mas, vamos lá&#8230; Efeitos colaterais são sintomas que, mesmo usando a medicação de forma correta, podem ocorrer em maior ou menor frequência. Os efeitos colaterais descritos em dose normal (dose recomendada) do Benadryl® incluem: sedação, tontura, alteração psicomotora e cognitiva, boca seca, visão turva, constipação, retenção urinária e ganho de peso. No desafio, a ideia (maluca e super arriscada!) seria aumentar a dose para intensificar os efeitos. Só que o excesso do medicamento pode causar: ataque cardíaco, derrame cerebral, parada respiratória, lesão cerebral e até morte!! Que brincadeira é essa que pode matar ou deixar sequelas???? Para TODOS os medicamentos valem as normas abaixo: 1. Não use remédios sem indicação médica.2. Respeite a prescrição: dose da medicação e intervalos de tomadas certos.3. Pais, tenham as medicações em casa em local bem guardado, seguro, de difícil acesso às crianças. Apenas adultos responsáveis devem ministrar as medicações.4. Façam uma lista de todas as medicações que há em casa. Guardem as bulas que orientam o que fazer em caso de reação à medicação ou hiperdosagem.5. E para quem gosta das brincadeiras online: não seja “Maria vai com as outras”. Nem todas as brincadeiras que aparecem são seguras, por isso não copie tudo que vê. Esse desafio surgiu fora do Brasil e já causou mortes. Não brinquem com isso!!! ___Relatora:Dra. Tania ZamataroPresidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade de Pediatria de São PauloCoordenadora do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/la-vamos-nos-de-novo-outra-moda-perigosa-chegou/">Lá vamos nós de novo&#8230; Outra moda perigosa chegou!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nova rede social (TikTok), novas fontes de vídeos entre a garotada, algumas “ideias de jerico” que são perpetuadas por outras crianças/adolescentes. E assim, surge o “Desafio do Benadryl®”.</p>



<p>Benadryl® é um antialérgico que não é vendido com esse nome no Brasil. No desafio, a garotada toma uma dose “cavalar” da medicação (até 10 vezes a dose recomendada) e filma os efeitos que essa insensatez causa, como delírios e alucinações.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Depositphotos_35743725_Jeanette.Dietl_-1024x673.jpg" alt="" class="wp-image-3394"/><figcaption>jeanette dietl | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>Parece tão óbvio que é difícil ter que escrever sobre os riscos que quem faz isso corre! Mas, vamos lá&#8230;</p>



<p>Efeitos colaterais são sintomas que, mesmo usando a medicação de forma correta, podem ocorrer em maior ou menor frequência. Os efeitos colaterais descritos em dose normal (dose recomendada) do Benadryl® incluem: sedação, tontura, alteração psicomotora e cognitiva, boca seca, visão turva, constipação, retenção urinária e ganho de peso.</p>



<p>No desafio, a ideia (maluca e super arriscada!) seria aumentar a dose para intensificar os efeitos. Só que o excesso do medicamento pode causar: ataque cardíaco, derrame cerebral, parada respiratória, lesão cerebral e até morte!! Que brincadeira é essa que pode matar ou deixar sequelas????</p>



<p>Para TODOS os medicamentos valem as normas abaixo:</p>



<p>1. Não use remédios sem indicação médica.<br>2. Respeite a prescrição: dose da medicação e intervalos de tomadas certos.<br>3. Pais, tenham as medicações em casa em local bem guardado, seguro, de difícil acesso às crianças. Apenas adultos responsáveis devem ministrar as medicações.<br>4. Façam uma lista de todas as medicações que há em casa. Guardem as bulas que orientam o que fazer em caso de reação à medicação ou hiperdosagem.<br>5. E para quem gosta das brincadeiras <em>online</em>: não seja “Maria vai com as outras”. Nem todas as brincadeiras que aparecem são seguras, por isso não copie tudo que vê.</p>



<p>Esse desafio surgiu fora do Brasil e já causou mortes. Não brinquem com isso!!!</p>



<p>___<br><strong>Relatora:</strong><br><strong>Dra. Tania Zamataro</strong><br><strong>Presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong><br><strong>Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da <strong>Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></strong></p>



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		<title>Não deixe criança pequena sem supervisão nem por um segundo!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/nao-deixe-crianca-pequena-sem-supervisao-nem-por-um-segundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 16:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fases (Home Blog - Topo)]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Acidente doméstico]]></category>
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		<category><![CDATA[afogamento]]></category>
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		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[proteção]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vivemos numa sociedade onde a inversão de valores prejudica o ensinamento do “certo” e do “errado”. Há alguns dias, um garoto de 3 anos e 9 meses foi manchete após salvar o amiguinho de 3 anos e 6 meses que estava se afogando. Cena típica: 2 crianças e um brinquedo boiando na piscina. A criança menor se debruça na beirada, tentando alcançar o brinquedo, desequilibra-se e cai. Alguns segundos se passam, quando a outra, ao olhar em volta e ver que não havia ninguém por perto, estica o braço e puxa a criança que estava se afogando para fora da água. A cena foi gravada por câmeras de segurança e o ato do pequeno herói “viralizou”. Uma cena impressionante, sem dúvida nenhuma. Impressionante que uma criança de 3 anos tenha tido a força de tirar a outra da água, sem cair junto. Impressionante que não havia nenhum adulto responsável a “um braço” de distância dessas crianças tão próximas da água. Impressionante que não havia cercas em torno da piscina que impedissem a aproximação das crianças e, impressionante que uma delas estava usando boias de braço, que dão uma falsa sensação de segurança, pois escapam com frequência dos braços.Afogamento é a 2a causa de morte na faixa etária desses meninos. Muitas crianças perdem a vida ou sobrevivem com sequelas, por falha de supervisão.Nós, do Departamento de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo, da Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático), assim como outras entidades que se preocupam com a segurança de nossas crianças, reiteramos as seguintes premissas: A criança pequena de até 5 anos, no mínimo, deve ter a supervisão de um adulto que esteja atento a ela e a um braço de distância, caso esteja na água ou perto dela; Piscinas devem, preferencialmente, estar isoladas por grades de pelo menos 1,5m de altura, com espaço de até 12 cm. Portão com tranca, cadeado, para que não sejam acessadas sem adultos presentes; O modelo de boia ideal é o “colete salva-vidas” e seu uso não descarta a necessidade da supervisão próxima de um adulto. Vivemos numa sociedade onde há uma certa inversão de valores: Louvamos a “responsabilidade” de uma criança e deixamos de condenar a irresponsabilidade de um adulto. Dessa vez, tudo acabou bem&#8230;. ___RelatoraDra. Tânia Zamataro Presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Vivemos numa sociedade onde a inversão de valores prejudica o ensinamento do “certo” e do “errado”. Há alguns dias, um garoto de 3 anos e 9 meses foi manchete após salvar o amiguinho de 3 anos e 6 meses que estava se afogando. Cena típica: 2 crianças e um brinquedo boiando na piscina. A criança menor se debruça na beirada, tentando alcançar o brinquedo, desequilibra-se e cai. Alguns segundos se passam, quando a outra, ao olhar em volta e ver que não havia ninguém por perto, estica o braço e puxa a criança que estava se afogando para fora da água. A cena foi gravada por câmeras de segurança e o ato do pequeno herói “viralizou”.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/09/Depositphotos_7432214_Paha_L-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3391"/><figcaption>Paha L | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>Uma cena impressionante, sem dúvida nenhuma. Impressionante que uma criança de 3 anos tenha tido a força de tirar a outra da água, sem cair junto. Impressionante que não havia nenhum adulto responsável a “um braço” de distância dessas crianças tão próximas da água. Impressionante que não havia cercas em torno da piscina que impedissem a aproximação das crianças e, impressionante que uma delas estava usando boias de braço, que dão uma falsa sensação de segurança, pois escapam com frequência dos braços.<br>Afogamento é a 2<sup>a</sup> causa de morte na faixa etária desses meninos. Muitas crianças perdem a vida ou sobrevivem com sequelas, por falha de supervisão.<br>Nós, do Departamento de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo, da Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático), assim como outras entidades que se preocupam com a segurança de nossas crianças, reiteramos as seguintes premissas:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>A
criança pequena de até 5 anos, no mínimo, deve ter a supervisão de um adulto
que esteja atento a ela e a um braço de distância, caso esteja na água ou perto
dela;</li><li>Piscinas
devem, preferencialmente, estar isoladas por grades de pelo menos 1,5m de
altura, com espaço de até 12 cm. Portão com tranca, cadeado, para que não sejam
acessadas sem adultos presentes;</li><li>O
modelo de boia ideal é o “colete salva-vidas” e seu uso não descarta a
necessidade da supervisão próxima de um adulto. </li></ol>



<p>Vivemos
numa sociedade onde há uma certa inversão de valores: Louvamos a
“responsabilidade” de uma criança e deixamos de condenar a irresponsabilidade de
um adulto. Dessa vez, tudo acabou bem&#8230;.</p>



<p>___<br><strong>Relatora</strong><br>Dra. Tânia Zamataro <br><strong>Presidente do Departamento Científico de Segurança da Sociedade de Pediatria de São Paulo. </strong></p>



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		<title>Prevenção de traumas dentários na infância e adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-de-traumas-dentarios-na-infancia-e-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 12:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fases (Home Blog - Topo)]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
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		<category><![CDATA[higiene bucal]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatria]]></category>
		<category><![CDATA[primeiros socorros]]></category>
		<category><![CDATA[saúde bucal]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde oral]]></category>
		<category><![CDATA[Traumatismo dentário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os traumatismos dentários na infância são muito comuns, principalmente quando as crianças estão dando os primeiros passos, vivendo intensamente e, no meio de tanta atividade e diversão, podem cair e bater a boca. Nos jovens, as causas mais comuns são as quedas, acidentes automobilísticos, esportes e agressões físicas (brigas). Esses acidentes nunca devem ser menosprezados. Mesmo que aparentemente não tenha havido dano ao dente, uma avaliação pelo odontopediatra é recomendada assim que possível.&#160; Os traumatismos nos dentes de leite (decíduos) podem provocar alterações tanto neles quanto nos permanentes. As alterações no próprio dente decíduo podem ocorrer até alguns anos após o trauma. Portanto, recomenda-se o acompanhamento clínico e radiográfico até a troca dos dentes. &#160;O objetivo é manter os dentes de leite na boca, em boas condições, até a troca da dentição. Da mesma maneira, traumas em dentes permanentes podem causar alterações anos após o acidente. Os dentes mais comumente afetados por traumatismos são os da frente (anteriores). As fraturas ou perda desses dentes podem afetar a autoestima da criança e do jovem, uma vez que pode prejudicar a fala e a aparência facial, além de influenciar em aspectos emocionais ecomportamentais.&#160; Vale a pena também destacar que traumatismos dentários podem estar associados a maus tratos e abusos físicos. É possível prevenir os traumatismos dentários? Nem sempre é possível, mas devemos evitar situações ou condições que facilitem que a criança caia e bata a boca. Assim, o Grupo de Saúde Oral da SPSP, orientado pelo Grupo de Pesquisa e atendimento de traumatismo em dentes decíduos da Disciplina de Odontopediatria&#160; da Faculdade de Odontologia da USP e pelo&#160; Guia de Prevenção para Traumatismos em Dentes de Leite (Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de&#160; Minas Gerais),&#160; traz algumas orientações para tentar prevenir esses eventos: Não deixe bebês sozinhos, principalmente em cima de camas, sofás, bancos ou cadeiras. Evite deixar objetos ou brinquedos espalhados pelo chão, pois podem favorecer quedas, escorregões ou tropeços. Fique atento ao que a criança coloca na boca; não deixe que ela ande ou corra com objetos pontiagudos nas mãos ou dentro da boca. Acompanhe sempre seu filho em parquinhos e parques, preferindo um ambiente com piso de terra, areia ou grama, ao invés de cimento. Cuidado com escadas e chão molhado. Em locais públicos, atenção redobrada em escadas rodantes. Não compre e NUNCA coloque a criança no andador. A criança deve estar preferencialmente descalça ou com meia com solado de borracha antiderrapante ou usando calçados flexíveis. Vestir a criança com roupas de tamanho adequado. Atenção redobrada quando a criança estiver na cadeira de alimentação infantil (cadeira alta), tipo “cadeirão”. O transporte do bebê e da criança deve ser SEMPRE utilizando assento adequado e com o cinto de segurança afivelado. Preste atenção na criança quando estiver próxima à borda de piscinas, brincando ou praticando qualquer atividade onde estejam muitas crianças juntas em um espaço limitado, como cama elástica e piscinas de bolinhas. Quando a criança for andar de bicicleta, “velotrol”, patins ou patinete, é importante que ela utilize proteções adequadas, como capacete, cotoveleiras e joelheiras. Para a prática de esportes com contato físico, é importante usar protetores bucais esportivos, com orientação do odontopediatra, Com relação à dentição, crianças que têm mordida aberta anterior, com projeção dos dentes superiores e falta de contato entre os lábios, apresentam um risco maior de traumatismo dentário, devido à falta de proteção dos lábios. &#160;Portanto, a prevenção de trauma nos dentes decíduos começa desde o nascimento, com orientações para evitar o desenvolvimento da má oclusão na infância, através do incentivo ao aleitamento materno e suspensão de hábitos orais de sucção.Com esses cuidados no dia a dia, muitos acidentes poderão ser evitados e as crianças e adolescentes sempre mostrarão um belo sorriso. &#160; ___Relatores: Lucia CoutinhoPatrícia Camacho RouletGrupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/prevencao-de-traumas-dentarios-na-infancia-e-adolescencia/">Prevenção de traumas dentários na infância e adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Os traumatismos dentários na infância são muito comuns, principalmente quando as crianças estão dando os primeiros passos, vivendo intensamente e, no meio de tanta atividade e diversão, podem cair e bater a boca. Nos jovens, as causas mais comuns são as quedas, acidentes automobilísticos, esportes e agressões físicas (brigas). <br>Esses acidentes nunca devem ser menosprezados. Mesmo que aparentemente não tenha havido dano ao dente, uma avaliação pelo odontopediatra é recomendada assim que possível.&nbsp; Os traumatismos nos dentes de leite (decíduos) podem provocar alterações tanto neles quanto nos permanentes.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/08/pixabay_1447016_islam102-1024x685.jpg" alt="" class="wp-image-3364"/><figcaption>islam102 | pixabay</figcaption></figure>



<p>As alterações no próprio dente decíduo podem ocorrer até alguns anos após o trauma. Portanto, recomenda-se o acompanhamento clínico e radiográfico até a troca dos dentes. &nbsp;O objetivo é manter os dentes de leite na boca, em boas condições, até a troca da dentição. Da mesma maneira, traumas em dentes permanentes podem causar alterações anos após o acidente. <br>Os dentes mais comumente afetados por traumatismos são os da frente (anteriores). As fraturas ou perda desses dentes podem afetar a autoestima da criança e do jovem, uma vez que pode prejudicar a fala e a aparência facial, além de influenciar em aspectos emocionais ecomportamentais.&nbsp; <br>Vale a pena também destacar que traumatismos dentários podem estar associados a maus tratos e abusos físicos. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>É possível prevenir os traumatismos
dentários?</strong></h4>



<p>Nem
sempre é possível, mas devemos evitar situações ou condições que facilitem que
a criança caia e bata a boca. Assim, o Grupo de Saúde Oral da SPSP, orientado
pelo Grupo de Pesquisa e atendimento de traumatismo em dentes decíduos da
Disciplina de Odontopediatria&nbsp; da
Faculdade de Odontologia da USP e pelo&nbsp;
Guia de Prevenção para Traumatismos em Dentes de Leite (Faculdade de
Odontologia da Universidade Federal de&nbsp;
Minas Gerais),&nbsp; traz algumas
orientações para tentar prevenir esses eventos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Não deixe bebês sozinhos,
principalmente em cima de camas, sofás, bancos ou cadeiras.</li><li>Evite deixar objetos ou brinquedos
espalhados pelo chão, pois podem favorecer quedas, escorregões ou tropeços.</li><li>Fique atento ao que a criança coloca na
boca; não deixe que ela ande ou corra com objetos pontiagudos nas mãos ou
dentro da boca.</li><li>Acompanhe sempre seu filho em parquinhos e
parques, preferindo um ambiente com piso de terra, areia ou grama, ao invés de
cimento.</li><li>Cuidado com escadas e chão molhado. Em
locais públicos, atenção redobrada em escadas rodantes.</li><li>Não compre e NUNCA coloque a criança no
andador.</li><li>A criança deve estar preferencialmente descalça
ou com meia com solado de borracha antiderrapante ou usando calçados flexíveis.</li><li>Vestir a criança com roupas de tamanho
adequado. </li><li>Atenção redobrada quando a criança estiver
na cadeira de alimentação infantil (cadeira alta), tipo “cadeirão”.</li><li>O transporte do bebê e da criança
deve ser SEMPRE utilizando assento adequado e com o cinto de segurança
afivelado.</li><li>Preste atenção na criança quando estiver próxima
à borda de piscinas, brincando ou praticando qualquer atividade onde estejam muitas
crianças juntas em um espaço limitado, como cama elástica e piscinas de
bolinhas. Quando a criança for andar de bicicleta, “velotrol”, patins ou
patinete, é importante que ela utilize proteções adequadas, como capacete,
cotoveleiras e joelheiras.</li><li>Para a prática de esportes com contato
físico, é importante usar protetores bucais esportivos, com orientação do odontopediatra,</li></ul>



<p>Com relação à dentição, crianças que têm mordida aberta anterior, com projeção dos dentes superiores e falta de contato entre os lábios, apresentam um risco maior de traumatismo dentário, devido à falta de proteção dos lábios. &nbsp;Portanto, a prevenção de trauma nos dentes decíduos começa desde o nascimento, com orientações para evitar o desenvolvimento da má oclusão na infância, através do incentivo ao aleitamento materno e suspensão de hábitos orais de sucção.<br>Com esses cuidados no dia a dia, muitos acidentes poderão ser evitados e as crianças e adolescentes sempre mostrarão um belo sorriso. &nbsp;</p>



<p>___<br><strong>Relatores: </strong><br><strong>Lucia Coutinho</strong><br><strong>Patrícia Camacho Roulet</strong><br><strong>Grupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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