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	<title>Arquivos acidente - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos acidente - SPSP</title>
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		<title>Anjo da guarda existe!!!! Mas podemos ajudá-lo, não?!!!!!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 17:29:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No início deste mês, uma paciente que atendo, de 10 anos, que corre de kart, sofreu um acidente na segunda corrida da SP Light – um piloto “rodou” na frente dela, houve uma batida, o kart </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No início deste mês, uma paciente que atendo, de 10 anos, que corre de <em>kart</em>, sofreu um acidente na segunda corrida da SP Light – um piloto “rodou” na frente dela, houve uma batida, o <em>kart</em> dela “empinou”, atirando-a ao chão (o <em>kart</em> ainda caiu por cima dela). O “anjo da guarda” estava atento, pois nenhum outro carro passou em cima da menina caída na pista!* Resultado<em>: </em>fratura de clavícula, lesão parcial em uns ligamentos da região do pescoço e algumas escoriações.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estar com o braço imobilizado, em uso de colar cervical e frustrada por não poder participar do campeonato brasileiro, ELA ESTÁ VIVA, sem nenhuma lesão que deixará sequelas e está assim devido ao uso de alguns itens de segurança que deveriam ser obrigatórios em todas as corridas de <em>kart</em>, mesmo nas <em>indoors</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos um impasse aqui: se por um lado há um esporte que cada vez mais atrai adeptos de todas as idades, onde grandes nomes do automobilismo iniciaram suas carreiras, por outro temos que considerar que há muita energia cinética envolvida e que, havendo um acidente, esta será absorvida por corpos mais frágeis, ainda em formação. Como pediatra, não consigo tirar da cabeça a imagem da pequena pilota sendo atirada do <em>kart</em>, com o mesmo caindo sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Vai totalmente de encontro ao que se entende como segurança automobilística. Sabemos por que o piloto não deve estar preso ao banco (com o cinto de segurança) nesse modelo de <em>kart</em>. Por mais incrível que possa parecer, provoca menos danos ser lançado! Dessa forma, os equipamentos de segurança que o piloto usa são vitais, assim como a qualidade dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Torna-se fundamental pensar e elaborar uma Campanha pela “SEGURANÇA NO <em>KART</em>”, tanto de corridas como <em>indoor</em>, na faixa etária pediátrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve existir a obrigatoriedade no uso de determinados equipamentos de segurança que sejam certificados e homologados, assim como a instalação de equipamentos de segurança no próprio <em>kart.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Saiba mais:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vídeo do acidente: </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Por uma fração de segundos a piloto Marcela sofreu esse acidente. #shortvideo #kart" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/pAKx04oLoRU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relatora:</strong><br><strong>Tania Zamataro</strong><br><strong>Presidente do Departamento de Segurança Infantil da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong><br><strong>Coordenadora do Blog da SPSP</strong></p>
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		<title>Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-de-combate-e-prevencao-ao-escalpelamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 18:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Blog]]></category>
		<category><![CDATA[acidente]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção ao Escalpelamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/imgs-1024x683-02-01-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/imgs-1024x683-02-01-2-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/imgs-1024x683-02-01-2-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No ano de  2010, a Lei nº 12.199 instituiu o dia 28 de agosto como o Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento, cujo objetivo é conscientizar os brasileiros sobre</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/imgs-1024x683-02-01-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/imgs-1024x683-02-01-2-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/imgs-1024x683-02-01-2-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div><p style="text-align: justify;">No ano de  2010, a Lei nº 12.199 instituiu o dia 28 de agosto como o Dia Nacional de Combate e Prevenção ao Escalpelamento, cujo objetivo é conscientizar os brasileiros sobre esse grave problema e dar visibilidade à situação de exclusão que as vítimas enfrentam. É muito importante fortalecer a prevenção desse tipo de acidente e garantir os direitos das vítimas, especialmente educação e proteção social.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O escalpelamento é o arrancamento brusco do escalpo, o couro cabeludo. Quando cabelos compridos se enrolam, por exemplo, nos eixos e partes móveis dos motores de barcos, esse grave acidente pode ocorrer, arrancando parte ou todo o couro cabeludo, e até pálpebras, orelhas e face. É mais frequente em meninas e mulheres de populações ribeirinhas da Região Amazônica. Muitas vezes, os barcos são os únicos meios de transporte para se ir à escola, ao trabalho ou para a cidade mais próxima.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse tipo de acidente ocorre em embarcações precárias, onde não existe nenhum dispositivo de proteção do eixo dos motores e das hélices. Desta forma, quando o motor é ligado, o eixo gira em alta velocidade. Se o indivíduo se aproxima (por exemplo, é muito comum o barco ficar alagado durante a viagem e os passageiros terem que tirar o excesso de água) sem a devida proteção, cordas, cordões e cabelos podem rapidamente se enroscar no eixo, causando o grave acidente.</p>
<p style="text-align: justify;">Dependendo da região afetada no acidente, as consequências podem variar. Em muitos casos as lesões provocam graves sequelas físicas e emocionais, podendo levar até mesmo à morte. Vários pacientes relatam dores de cabeça ou de pescoço crônicas, dificuldade na audição, na fala e visão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; instale proteção nos motores de barco. A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2009/lei/l11970.htm">Lei 11.970/2.009</a> obriga a instalação de uma cobertura nas partes móveis dos motores das embarcações para proteger os ocupantes. A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos, oferece e instala gratuitamente a proteção do motor.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; nunca sente perto do motor com os cabelos soltos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; prenda os cabelos, coloque um boné ou chapéu.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; evite o uso de colar ou cordões.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; nunca arme rede ou sente com cabelos soltos perto do motor.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; mantenha as crianças sempre sob a supervisão de um adulto.</p>
<p><strong>Relatora:<br />
</strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Sarah Saul<br />
</strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento de Segurança Infantil da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Foto: @<a href="https://br.freepik.com/autor/travnikovstudio">travnikovstudio</a> / br.freepik.com</strong></p>
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		<item>
		<title>Choques elétricos: como proteger nossos pequenos curiosos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/choques-eletricos-como-proteger-nossos-pequenos-curiosos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Sep 2021 17:05:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Depositphotos_111834892_belchonock-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Depositphotos_111834892_belchonock-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Depositphotos_111834892_belchonock-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Neste último ano, com o decorrer da pandemia, houve um aumento considerável de acidentes domésticos. Dados do Ministério da Saúde do Brasil mostraram um aumento de 112% no número de acidentes entre crianças.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Depositphotos_111834892_belchonock-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Depositphotos_111834892_belchonock-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Depositphotos_111834892_belchonock-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p class="wp-block-paragraph">&#8211;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 02/09/2021</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>



<p class="wp-block-paragraph">Neste último ano, com o decorrer da pandemia, houve um aumento considerável de acidentes domésticos. Dados do Ministério da Saúde do Brasil mostraram um aumento de 112% no número de acidentes entre crianças, adolescentes e idosos no ano de 2020, quando comparado ao ano de 2019. Este aumento ocorreu por termos mais crianças em casa, isoladas, junto aos pais que, na maioria das vezes, não conseguem conciliar adequadamente as atividades do trabalho, os cuidados da casa e a atenção às crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os acidentes domésticos, vale reforçarmos a necessidade de prevenção contra os choques elétricos. Os choques são definidos como a passagem de corrente elétrica pelo corpo, podendo levar a arritmias cardíacas, queimaduras e até morte, por isso a prevenção é tão importante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desta maneira, vale o alerta aos pais e seguem algumas sugestões:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Proteger as tomadas através do uso de protetores de borracha ou colocar os próprios móveis na frente das tomadas.</li><li>Proteger todas as tomadas e interruptores com espelhos, tampas ou placas.</li><li>Desligar aparelhos elétricos da tomada após o uso, não expor as tomadas.</li><li>Proteger fios elétricos, não os deixando expostos (como carregador de celular) ou desencapados. Lembre-se que as crianças pequenas costumam levar tudo à boca.</li><li>Não ligar vários aparelhos em uma única tomada (benjamim).</li><li>Evitar brincadeiras junto à rede elétrica (como empinar pipas ou brincar na laje da casa).</li><li>Evitar manipular eletrodomésticos no momento do banho da criança (como secadores de cabelo). Lembrar que a água é um excelente condutor de eletricidade.</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Caso a criança seja vítima de um choque elétrico, é importante saber que a eletricidade pode propagar de uma pessoa a outra. Desta maneira, é importante que a pessoa que vá socorrer esteja protegida: não esteja descalça (de preferência usando calçado com solado de borracha) e tenha suas mãos também protegidas (luvas ou material isolante disponível).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Seguem algumas orientações:</p>



<ol class="wp-block-list" type="1"><li>Interromper a corrente elétrica (seja desligando o aparelho da tomada ou desligando a chave geral).</li><li>Se houver necessidade de retirar o fio em contato com a criança, use um bastão de madeira (como cabo de vassoura), um tecido bem grosso ou um rolo de jornal, algo “não metálico”, que não conduza a eletricidade.</li><li>Aguarde alguns segundos para mover a criança, evitando a passagem de eletricidade. Tenha muito cuidado!</li><li>Caso a criança não respire ou não apresente pulso, iniciar manobras de reanimação e chamar a emergência: SAMU (192) ou Bombeiros (193).</li></ol>



<p class="wp-block-paragraph">Para mais esclarecimentos, confira o guia de <strong>Prevenção aos Acidentes Domésticos</strong> elaborado pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos em 2020: https://www.gov.br/mdh/pt-br/assuntos/noticias/2020-2/abril/ministerio-publica-guia-de-prevencao-a-acidentes-domesticos-e-primeiros-socorros/SNDCA_PREVENCAO_ACIDENTES_A402.pdf.</p>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relatores:</strong><br><strong>Ana Paula P. Bertozzi</strong><br><strong>Alexandre Hirata</strong><br><strong>Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>


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		<item>
		<title>Dor do crescimento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dor-do-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2020 19:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chamada “dor do crescimento” foi descrita há quase duzentos anos pelo médico francês Marcel Duchamp, sendo hoje considerada a causa mais comum de dor musculoesquelética na infância. Também conhecida como “dor noturna benigna da infância” ou “dores recorrentes dos membros inferiores”, trata-se de uma afecção de caráter benigno e transitório, acometendo mais frequentemente crianças entre os 3 e 10 anos de idade. Sua causa é ainda desconhecida: algumas tentativas de correlacioná-la com variações anatômicas, fadiga ou fatores psicoemocionais não se mostraram conclusivas. Teorias mais recentes tentam relaciona-la à alteração do limiar da dor ou a uma hipermobilidade articular, porém esses conceitos não são universalmente aceitos. Sabemos que, apesar da denominação “dor do crescimento”, esta afecção não tem relação com o período de maior velocidade de crescimento. O quadro clínico é bem típico. A dor surge no final do dia ou à noite, algumas vezes despertando a criança do sono. Tem uma característica intermitente, de intensidade variável sendo pouco precisa, isto é, a criança não localiza um ponto específico de dor. Ela aponta para uma região toda dos membros inferiores, principalmente nas pernas e região posterior dos joelhos; menos frequentemente, a dor aparece nas coxas e raramente é referida nos membros superiores. Sua duração é relativamente curta, não ultrapassando 30 minutos. No dia seguinte, a criança está totalmente normal, sem restrições físicas. O exame clínico local é normal: não se observa aumento de temperatura local, espasmos musculares ou inchaço. Como forma de tratamento no momento das crises álgicas, é indicado massagear o membro doloroso, aquecer o local com bolsas térmicas ou toalhas aquecidas, utilizar pomadas ou cremes analgésicos ou ainda usar analgésicos orais. Em alguns casos, é possível diminuir a frequência ou minimizar a intensidade das crises com uso de palmilhas compensatórias e/ou exercícios musculares. Para isso, deve-se procurar uma avaliação médica especializada. Um sinal de alerta aos pais: quando a dor é persistente ou referida sempre em um local específico; ou ainda, quando ao examinar nota-se vermelhidão local, inchaço ou aumento de temperatura, nesta situação, a avaliação médica não deve ser postergada.&#160; ___Relator:Miguel AkkariPresidente do Departamento Científico de Ortopedia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A chamada “dor do crescimento” foi descrita há quase duzentos anos pelo médico francês Marcel Duchamp, sendo hoje considerada a causa mais comum de dor musculoesquelética na infância.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também conhecida como “dor noturna benigna da infância” ou “dores recorrentes dos membros inferiores”, trata-se de uma afecção de caráter benigno e transitório, acometendo mais frequentemente crianças entre os 3 e 10 anos de idade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/11/Depositphotos_214151390_kwanchaichaiudom-1024x677.jpg" alt="" class="wp-image-3495"/><figcaption>kwanchaichaiudom | depositphotos.com  </figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Sua causa é ainda desconhecida: algumas tentativas de correlacioná-la com variações anatômicas, fadiga ou fatores psicoemocionais não se mostraram conclusivas. Teorias mais recentes tentam relaciona-la à alteração do limiar da dor ou a uma hipermobilidade articular, porém esses conceitos não são universalmente aceitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sabemos que, apesar da denominação “dor do crescimento”, esta afecção não tem relação com o período de maior velocidade de crescimento.<s></s></p>



<p class="wp-block-paragraph">O quadro clínico é bem típico. A dor surge no final do dia ou à noite, algumas vezes despertando a criança do sono. Tem uma característica intermitente, de intensidade variável sendo pouco precisa, isto é, a criança não localiza um ponto específico de dor. Ela aponta para uma região toda dos membros inferiores, principalmente nas pernas e região posterior dos joelhos; menos frequentemente, a dor aparece nas coxas e raramente é referida nos membros superiores. Sua duração é relativamente curta, não ultrapassando 30 minutos. No dia seguinte, a criança está totalmente normal, sem restrições físicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O exame clínico local é normal: não se observa aumento de temperatura local, espasmos musculares ou inchaço.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como forma de tratamento no momento das crises álgicas, é indicado massagear o membro doloroso, aquecer o local com bolsas térmicas ou toalhas aquecidas, utilizar pomadas ou cremes analgésicos ou ainda usar analgésicos orais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, é possível diminuir a frequência ou minimizar a intensidade das crises com uso de palmilhas compensatórias e/ou exercícios musculares. Para isso, deve-se procurar uma avaliação médica especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um sinal de alerta aos pais: quando a dor é persistente ou referida sempre em um local específico; ou ainda, quando ao examinar nota-se vermelhidão local, inchaço ou aumento de temperatura, nesta situação, a avaliação médica não deve ser postergada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relator:</strong><br><strong>Miguel Akkari</strong><br><strong>Presidente do Departamento Científico de Ortopedia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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		<title>Acidentes por animais peçonhentos: como prevenir e o que fazer</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/acidentes-por-animais-peconhentos-como-prevenir-e-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2020 12:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Animais peçonhentos são aqueles que produzem peçonha (veneno) e têm condições naturais para injetá-la em presas ou predadores.Nos últimos anos, foram registrados no Brasil cerca de 140 mil acidentes por animais peçonhentos, dentre serpentes, aranhas, escorpiões, lagartas, abelhas e outros em menor proporção.Esses acidentes são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para sua alimentação. Devido ao alto número de ocorrências, esse tipo de acidente foi incluído na Lista de Notificação Compulsória do Brasil, ou seja, todos os casos devem ser notificados ao Governo Federal imediatamente após a confirmação. Essa medida ajuda a traçar ações para prevenção.O acidente ofídico é aquele causado pela picada de serpentes. Divide-se em quatro tipos, dependendo da serpente (jararaca, cascavel, surucucu e coral verdadeira) e causam diferentes manifestações clínicas: inchaço, vermelhidão, manchas arroxeadas, dor ou dormência no local da picada. Além disso, as vítimas também podem apresentar alterações na urina, pálpebras caídas, vômito, diarreia, dor abdominal e sangramento nas gengivas. Dependendo da quantidade de veneno injetado e do tamanho da cobra, os sintomas podem ser mais ou menos graves. O que fazer em caso de acidente Procure atendimento médico imediatamente. Informe ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como: tipo, cor, tamanho, etc. Se possível &#8211; e caso não atrase a ida do paciente ao atendimento médico &#8211; lave o local da picada com água e sabão, mantenha a vítima em repouso e com o membro acometido elevado até a chegada ao pronto-socorro. Se a picada ou ferroada foi na extremidade do corpo (braço, mão, perna e pé), retire acessórios que possam comprimir e comprometer a circulação de sangue como anéis, fitas e calçados. O que NÃO fazer: NÃO amarrar (torniquete) o membro acometido, NÃO cortar e/ou aplicar qualquer tipo de substância (pó de café, álcool, entre outros) no local da picada; NÃO tentar sugar o veneno (isto apenas aumenta a chance de infecção local).A utilização de antídotos (conhecidos como “soro”) será indicada pelo médico, durante o atendimento da vítima, baseada em protocolos disponíveis no site do Ministério da Saúde e que são constantemente atualizados. Como prevenir O risco de acidentes com animais peçonhentos pode ser reduzido tomando-se algumas medidas gerais: Usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem. Examinar calçados, roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-los. Afastar camas das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários. Não acumular entulhos e materiais de construção. Limpar regularmente móveis, cortinas, quadros, cantos de parede. Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés. Utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos. Manter limpos os locais próximos das casas, jardins, quintais, paióis e celeiros. Evitar plantas tipo trepadeiras e bananeiras junto às casas e manter a grama sempre cortada. Limpar terrenos baldios, pelo menos na faixa de um a dois metros junto ao muro ou cercas. Cuidado ao se aproximar da vegetação, gramados e jardins no amanhecer e entardecer, pois é nesse momento que as serpentes estão em maior atividade. Não acampar próximo a áreas onde há roedores (plantações, pastos ou matos) e, por conseguinte, maior número de serpentes. Evitar piqueniques às margens de rios, lagos ou lagoas e não se encostar em barrancos durante pescarias ou outras atividades. Combater roedores e insetos, principalmente baratas (são alimentos para escorpiões e aranhas). Se encontrar um animal peçonhento, afaste-se com cuidado e evite assustá-lo ou tocá-lo (mesmo que pareça morto!). Procure a autoridade de saúde local para orientações. ___Relatores:Dra. Andréa M. A. FragaDr. Fernando BelluominiDra. Andressa Oliveira PeixotoDepartamento Científico de Emergências da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/acidentes-por-animais-peconhentos-como-prevenir-e-o-que-fazer/">Acidentes por animais peçonhentos: como prevenir e o que fazer</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Animais peçonhentos são aqueles que produzem peçonha (veneno) e têm condições naturais para injetá-la em presas ou predadores.<br>Nos últimos anos, foram registrados no Brasil cerca de 140 mil acidentes por animais peçonhentos, dentre serpentes, aranhas, escorpiões, lagartas, abelhas e outros em menor proporção.<br>Esses acidentes são mais comuns nos meses de verão, devido ao calor, umidade e período de reprodução. Manter a higiene e limpeza é fundamental, uma vez que lixo e entulhos podem servir de abrigo para muitos destes animais, além de funcionarem como chamariz para sua alimentação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Depositphotos_146662883_AndreyBezuglov-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3428"/><figcaption>andrey bezuglov | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Devido ao alto número de ocorrências, esse tipo de acidente foi incluído na Lista de Notificação Compulsória do Brasil, ou seja, todos os casos devem ser notificados ao Governo Federal imediatamente após a confirmação. Essa medida ajuda a traçar ações para prevenção.<br>O acidente ofídico é aquele causado pela picada de serpentes. Divide-se em quatro tipos, dependendo da serpente (jararaca, cascavel, surucucu e coral verdadeira) e causam diferentes manifestações clínicas: inchaço, vermelhidão, manchas arroxeadas, dor ou dormência no local da picada. Além disso, as vítimas também podem apresentar alterações na urina, pálpebras caídas, vômito, diarreia, dor abdominal e sangramento nas gengivas. Dependendo da quantidade de veneno injetado e do tamanho da cobra, os sintomas podem ser mais ou menos graves.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer em caso de acidente</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Procure atendimento médico imediatamente.</li><li>Informe ao profissional de saúde o máximo possível de características do animal, como: tipo, cor, tamanho, etc.</li><li>Se possível &#8211; e caso não atrase a ida do paciente ao atendimento médico &#8211; lave o local da picada com água e sabão, mantenha a vítima em repouso e com o membro acometido elevado até a chegada ao pronto-socorro.</li><li>Se a picada ou ferroada foi na extremidade do corpo (braço, mão, perna e pé), retire acessórios que possam comprimir e comprometer a circulação de sangue como anéis, fitas e calçados.</li><li><strong>O que NÃO fazer: NÃO</strong> amarrar (torniquete) o membro acometido, <strong>NÃO</strong> cortar e/ou aplicar qualquer tipo de substância (pó de café, álcool, entre outros) no local da picada; <strong>NÃO</strong> tentar sugar o veneno (isto apenas aumenta a chance de infecção local).<br>A utilização de antídotos (conhecidos como “soro”) será indicada pelo médico, durante o atendimento da vítima, baseada em protocolos disponíveis no site do Ministério da Saúde e que são constantemente atualizados.</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O risco de acidentes com animais peçonhentos pode ser reduzido tomando-se algumas medidas gerais:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Usar calçados e luvas nas atividades rurais e de jardinagem.</li><li>Examinar calçados, roupas pessoais, de cama e banho, antes de usá-los.</li><li>Afastar camas das paredes e evitar pendurar roupas fora de armários.</li><li>Não acumular entulhos e materiais de construção.</li><li>Limpar regularmente móveis, cortinas, quadros, cantos de parede.</li><li>Vedar frestas e buracos em paredes, assoalhos, forros e rodapés.</li><li>Utilizar telas, vedantes ou sacos de areia em portas, janelas e ralos.</li><li>Manter limpos os locais próximos das casas, jardins, quintais, paióis e celeiros.</li><li>Evitar plantas tipo trepadeiras e bananeiras junto às casas e manter a grama sempre cortada.</li><li>Limpar terrenos baldios, pelo menos na faixa de um a dois metros junto ao muro ou cercas.</li><li>Cuidado ao se aproximar da vegetação, gramados e jardins no amanhecer e entardecer, pois é nesse momento que as serpentes estão em maior atividade.</li><li>Não acampar próximo a áreas onde há roedores (plantações, pastos ou matos) e, por conseguinte, maior número de serpentes.</li><li>Evitar piqueniques às margens de rios, lagos ou lagoas e não se encostar em barrancos durante pescarias ou outras atividades.</li><li>Combater roedores e insetos, principalmente baratas (são alimentos para escorpiões e aranhas).</li><li>Se encontrar um animal peçonhento, afaste-se com cuidado e evite assustá-lo ou tocá-lo (mesmo que pareça morto!). Procure a autoridade de saúde local para orientações.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relatores:</strong><br><strong>Dra. Andréa M. A. Fraga</strong><br><strong>Dr. Fernando Belluomini</strong><br><strong>Dra. Andressa Oliveira Peixoto</strong><br><strong>Departamento Científico de Emergências da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/acidentes-por-animais-peconhentos-como-prevenir-e-o-que-fazer/">Acidentes por animais peçonhentos: como prevenir e o que fazer</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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