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	<title>Arquivos adolescentes - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos adolescentes - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Lúpus eritematoso sistêmico juvenil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/lupus-eritematoso-sistemico-juvenil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Lupus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Lupus-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Lupus-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 10 de maio celebramos o Dia Mundial do Lúpus. Apesar de o lúpus ser mais frequente em indivíduos adultos, em cerca de 20% dos casos essa doença autoimune já se manifesta na faixa etária pediátrica, iniciando-se habitualmente no começo da adolescência. A doença acomete principalmente crianças e adolescentes do sexo feminino, numa proporção aproximada de sete meninas para cada menino afetado. O lúpus juvenil costuma ser mais sintomático do que em pacientes adultos com a doença. Sintomas gerais, como febre intermitente, perda de peso e dores articulares são as manifestações mais frequentemente observadas. Comprometimento de pele também é comum. O característico eritema em asa de borboleta, com manchas vermelhas nas regiões malares (nas bochechas, abaixo dos olhos) e no nariz, é observado em menos de 30% dos casos, mas outras lesões cutâneas e de mucosas, como vasculites (manchas violáceas), nódulos subcutâneos e úlceras, podem ser encontradas em qualquer parte do corpo. Diferentemente da população adulta, crianças e adolescentes com lúpus costumam apresentar maior comprometimento renal, hematológico e neurológico. Desta forma, sinais como inchaço nos olhos ao acordar ou nas pernas no final de dia, assim como aumento da pressão arterial, podem ser indicativos de inflamação renal. Um simples exame de urina com presença de sangue ou proteínas pode auxiliar na suspeita dessa doença. Do ponto de vista hematológico, o lúpus se caracteriza por presença de anemia ou diminuição de outras células sanguíneas, como leucócitos, linfócitos e plaquetas. O exame do fator antinuclear, também conhecido como FAN, é positivo em praticamente todos os casos. No entanto, esse exame não é específico de lúpus, podendo estar presente em diversas outras doenças reumáticas e autoimunes, assim como em processos infecciosos, oncológicos e inclusive pode ser detectado em cerca de 12% de crianças e adolescentes saudáveis. Existem diferentes critérios para auxiliar no diagnóstico do lúpus na faixa etária pediátrica, tendo sido o mais recente deles desenvolvido em 2019. Ele compreende diversas manifestações clínicas e laboratoriais, que, caso presentes, recebem uma pontuação específica e que, quando somadas, serão mais ou menos sugestivas dessa doença. O tratamento do lúpus se baseia no uso de corticosteroides, hidroxicloroquina e medicamentos imunossupressores, visando inibir a produção exacerbada de autoanticorpos. O médico responsável vai estabelecer o tratamento mais indicado para cada caso, com base no quadro clínico do paciente. Além do tratamento medicamentoso, medidas complementares como dieta balanceada, prática de atividade física, suplementos vitamínicos e proteção solar são de grande importância, colaborando para o melhor controle da doença. A adesão ao tratamento é fundamental para se obter o melhor resultado. Lembrem-se que paciente, família e profissional de saúde se tornam um time, com base na confiança mútua, em que cada um deve fazer sua parte para que a doença seja controlada da melhor forma possível e com o menor risco de complicações a curto e longo prazos. O objetivo primordial é que o paciente mantenha uma boa qualidade de vida, que se torne gradualmente responsável pelos seus próprios cuidados e que conquiste sua autonomia, traçando planos pessoais e profissionais para o seu futuro. A melhor forma de celebrar o Dia Mundial do Lúpus é com a divulgação de suas características, provendo ferramentas que permitam seu reconhecimento e tratamento mais precoces e com o que há de mais eficaz, promovendo assim a saúde de nossos pacientes. Essa é a nossa missão. Relatora: Lúcia Maria de Arruda CamposProfessora Livre-Docente da FMUSPMembro do Departamento Científico de Reumatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/lupus-eritematoso-sistemico-juvenil/">Lúpus eritematoso sistêmico juvenil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Lupus-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Lupus-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Lupus-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 10 de maio celebramos o Dia Mundial do Lúpus.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de o lúpus ser mais frequente em indivíduos adultos, em cerca de 20% dos casos essa doença autoimune já se manifesta na faixa etária pediátrica, iniciando-se habitualmente no começo da adolescência. A doença acomete principalmente crianças e adolescentes do sexo feminino, numa proporção aproximada de sete meninas para cada menino afetado.</p>
<p style="text-align: justify;">O lúpus juvenil costuma ser mais sintomático do que em pacientes adultos com a doença. Sintomas gerais, como febre intermitente, perda de peso e dores articulares são as manifestações mais frequentemente observadas. Comprometimento de pele também é comum. O característico eritema em asa de borboleta, com manchas vermelhas nas regiões malares (nas bochechas, abaixo dos olhos) e no nariz, é observado em menos de 30% dos casos, mas outras lesões cutâneas e de mucosas, como vasculites (manchas violáceas), nódulos subcutâneos e úlceras, podem ser encontradas em qualquer parte do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente da população adulta, crianças e adolescentes com lúpus costumam apresentar maior comprometimento renal, hematológico e neurológico. Desta forma, sinais como inchaço nos olhos ao acordar ou nas pernas no final de dia, assim como aumento da pressão arterial, podem ser indicativos de inflamação renal. Um simples exame de urina com presença de sangue ou proteínas pode auxiliar na suspeita dessa doença. Do ponto de vista hematológico, o lúpus se caracteriza por presença de anemia ou diminuição de outras células sanguíneas, como leucócitos, linfócitos e plaquetas.</p>
<p style="text-align: justify;">O exame do fator antinuclear, também conhecido como FAN, é positivo em praticamente todos os casos. No entanto, esse exame não é específico de lúpus, podendo estar presente em diversas outras doenças reumáticas e autoimunes, assim como em processos infecciosos, oncológicos e inclusive pode ser detectado em cerca de 12% de crianças e adolescentes saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem diferentes critérios para auxiliar no diagnóstico do lúpus na faixa etária pediátrica, tendo sido o mais recente deles desenvolvido em 2019. Ele compreende diversas manifestações clínicas e laboratoriais, que, caso presentes, recebem uma pontuação específica e que, quando somadas, serão mais ou menos sugestivas dessa doença.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento do lúpus se baseia no uso de corticosteroides, hidroxicloroquina e medicamentos imunossupressores, visando inibir a produção exacerbada de autoanticorpos. O médico responsável vai estabelecer o tratamento mais indicado para cada caso, com base no quadro clínico do paciente. Além do tratamento medicamentoso, medidas complementares como dieta balanceada, prática de atividade física, suplementos vitamínicos e proteção solar são de grande importância, colaborando para o melhor controle da doença.</p>
<p style="text-align: justify;">A adesão ao tratamento é fundamental para se obter o melhor resultado. Lembrem-se que paciente, família e profissional de saúde se tornam um time, com base na confiança mútua, em que cada um deve fazer sua parte para que a doença seja controlada da melhor forma possível e com o menor risco de complicações a curto e longo prazos.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo primordial é que o paciente mantenha uma boa qualidade de vida, que se torne gradualmente responsável pelos seus próprios cuidados e que conquiste sua autonomia, traçando planos pessoais e profissionais para o seu futuro.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor forma de celebrar o Dia Mundial do Lúpus é com a divulgação de suas características, provendo ferramentas que permitam seu reconhecimento e tratamento mais precoces e com o que há de mais eficaz, promovendo assim a saúde de nossos pacientes. Essa é a nossa missão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lúcia Maria de Arruda Campos<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Professora Livre-Docente da FMUSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Reumatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<item>
		<title>Combater a violência contra crianças e adolescentes &#8211; um dever de todos nós</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/combater-a-violencia-contra-criancas-e-adolescentes-um-dever-de-todos-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 18:43:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Combate-a-Violencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Combate-a-Violencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Combate-a-Violencia-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O dia 25 de abril marca o Dia Internacional contra os Maus-Tratos Infantis, data instituída pelo UNICEF (Fundo das Nações Unidas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Combate-a-Violencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Combate-a-Violencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Combate-a-Violencia-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O dia 25 de abril marca o Dia Internacional contra os Maus-Tratos Infantis, data instituída pelo UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância) para conscientizar a sociedade sobre a necessidade de erradicar todas as formas de violência contra crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A violência pode acontecer a qualquer criança ou adolescente, em qualquer família, em qualquer lugar ou online, e pode resultar em traumas para toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das violências ocorre dentro de casa; mais de 60% dos casos são cometidos pelos próprios pais e mães e as meninas sofrem mais com os maus-tratos do que os meninos. Outras formas de violência são o trabalho infantil, exploração, tráfico e tortura.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com os dados do DATASUS (sigla para Departamento de Informação e Informática do Sistema Único de Saúde, órgão do Ministério da Saúde responsável por coletar e analisar informações sobre saúde), em 2024 foram feitas 608.724 notificações de violências contra crianças e adolescentes com idades entre zero e 19 anos incompletos, sendo que quase 70% delas ocorreram em meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">A violência raramente é mencionada como um grave problema das crianças e dos jovens e a atitude geral é de que este tema não deve ser discutido em público e muitas pessoas resistem em aceitar que acontece dentro de casa e é causada por aquele(s) que deveriam proteger, cuidar e dar afeto. E deve ser reconhecida como doença que é transmitida de geração para geração.</p>
<p style="text-align: justify;">Os maus-tratos deixam grandes sequelas ao longo de toda a vida, como a depressão, agressividade, abuso de drogas, problemas de saúde e infelicidade, mesmo anos depois que acabam. As consequências mentais e emocionais são as piores e duram mais tempo. Daí ser tão importante suspeitar e interromper a violência o mais cedo possível.</p>
<p style="text-align: justify;">Trata-se, portanto, de compreender, como sociedade, a responsabilidade compartilhada que temos e o que podemos fazer para mudar essa realidade. Em termos de cuidado e defesa dos direitos das crianças, todos devem assumir o papel de proteger as crianças e adolescentes: conhecer seus direitos, apoiar organizações da sociedade civil, suspeitar, denunciar e notificar.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos adotar todas as medidas necessárias e efetivas para erradicar a violência contra crianças e adolescentes, ajudando a cumprir a Meta 16.2 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que é um plano global adotado pelas Nações Unidas, que inclui pôr fim aos maus-tratos, exploração, tráfico e todas as formas de violência e tortura contra este público.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos que assegurar o cumprimento efetivo dos diversos protocolos de atenção às crianças e adolescentes vítimas de violência, que garantam a restituição imediata dos seus direitos, o acompanhamento psicossocial de qualidade e o fortalecimento do meio familiar, escolar e comunitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Necessitamos trabalhar com as famílias, como espaços primários de proteção das crianças, permitindo que assumam uma relação afetiva, educativa e protetora; para isto o apoio a programas e os serviços de prevenção são fundamentais para contribuir em fortalecer as capacidades parentais e modificar normas sociais ou padrões culturais que fomentem a violência contra crianças e adolescentes como forma de educar e dar limites.</p>
<p style="text-align: justify;">E sem esquecer do papel fundamental que as áreas da saúde, educação, segurança e justiça representam na prevenção e combate deste flagelo que atinge os seres mais vulneráveis e que devem ser protegidos, para que alcancem uma vida adulta plena de felicidade, saúde e bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; UNICEF, 2005. Perceptions of and Opinions on Child Abuse. Qualitative research in 7 municipalities with 10-19 year-old children and young people. Disponível em: https://www.unicef.org/serbia/media/7596/file/Perceptions%20of%20and%20opinions%20on%20child%20abuse.pdf</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dia Internacional de Luta contra os Maus-Tratos Infantis: uma luta de todos os dias. Disponível em: https://portal.tjpe.jus.br/-/dia-internacional-de-luta-contra-os-maus-tratos-infantis-uma-luta-de-todos-os-dias</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Vozes da Infância. 25 de abril, Dia Internacional Contra o Abuso Infantil. Disponível em: https://www.vocesdelainfancia.com/post/25-de-abril-d%C3%ADa-internacional-de-la-lucha-contra-el-maltrato-infantil</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Renata D. Waksman<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>


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			</item>
		<item>
		<title>Comentários sobre IA e violência infantil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/comentarios-sobre-ia-e-violencia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 18:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No 18º Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes e Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes, compartilhei os resultados da minha pesquisa e o conteúdo do livro recém-lançado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No 18º Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes e Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes, compartilhei os resultados da minha pesquisa e o conteúdo do livro recém-lançado, intitulado <em>A Influência das Mídias Digitais na Cultura da Infância</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os direitos digitais de crianças e adolescentes também estiveram no centro das discussões, voltadas à garantia da proteção integral dessa população no Brasil. Dando continuidade aos debates do Fórum, destaco a preocupação com o uso de tecnologias sem supervisão durante a infância e adolescência, o que motivou, entre outras ações, a discussão sobre a proibição do uso de celulares em escolas como medida protetiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 5 de dezembro de 2024, foi aprovado o projeto de lei que proíbe o uso de aparelhos celulares por estudantes em escolas públicas e privadas no Estado de São Paulo. Posteriormente, em 20 de fevereiro de 2025, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou novas diretrizes operacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e a integração curricular do componente &#8220;Educação Digital e Midiática&#8221;. Em março, é lançado pelo Governo Federal o documento que traz orientações baseadas em evidências científicas para a criação de um espaço virtual mais saudável e seguro para crianças e adolescentes. As novas diretrizes, válidas para toda a educação básica – da educação infantil ao ensino médio –, entraram em vigor no ano letivo de 2025. O uso de telas está permitido em dois casos específicos: para fins pedagógicos e para estudantes com deficiência ou condições de saúde que demandem suporte tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas regulamentações representam avanços importantes na ampliação do debate sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes, tanto nas escolas quanto em contextos familiares e comunitários. Entendo que tais medidas podem oferecer apoio significativo não só às escolas, mas às famílias e sociedade, e trazem novos desafios para a sua implementação.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Ambiente virtual inseguro:</strong> As redes sociais têm se tornado espaços marcados por graves riscos, como a coleta de dados comportamentais para fins publicitários, racismo, misoginia, incitação à violência e discurso de ódio, abuso sexual, automutilação, <em>cyberbullying</em>, jogos de azar e conteúdos relacionados ao suicídio. Esses fatores tornam o ambiente digital extremamente nocivo, especialmente para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, sem a maturidade e sem os recursos necessários para lidar com tais exposições de forma segura.</li>
<li><strong> Necessidade de regulamentação:</strong> É urgente demandar das plataformas digitais a implementação de diretrizes éticas que assegurem ambientes virtuais saudáveis e protegidos. Enquanto projetos de lei seguem em tramitação no Senado, é imperativo proteger crianças e adolescentes de interações indevidas, sobretudo nos períodos de não supervisão, como recreios e intervalos escolares. O fácil acesso a conteúdos violentos, apostas ilegais e a possibilidade de manipulação de imagens sem o acompanhamento de adultos representam grande risco ao desenvolvimento de nossas crianças e jovens.</li>
<li><strong> Uso pedagógico mediado:</strong> As legislações em vigor reconhecem a importância da mediação adulta no uso pedagógico das tecnologias, por meio da atuação de professores e educadores, em consonância com os projetos político-pedagógicos das instituições escolares.</li>
<li><strong>Educação especial e tecnologias assistivas:</strong> As diretrizes garantem o uso de recursos tecnológicos no contexto do Atendimento Educacional Especializado (AEE), assegurando a inclusão de estudantes com deficiência ou outras necessidades específicas.</li>
<li><strong>Educação midiática como eixo formativo:</strong> Diante da centralidade das redes sociais, da coleta de dados e da disseminação da inteligência artificial, é fundamental inserir a educação midiática nos currículos escolares e na formação docente. É por meio dela que se promove o uso ético e consciente das tecnologias e se constrói uma cultura de responsabilidade digital. Essa abordagem favorece o desenvolvimento de projetos educativos consistentes e exerce pressão sobre as <em>big techs</em>, como já ocorre em outros países. O controle parental, nesse contexto, deve ser tratado como parte integrante da formação de toda a comunidade escolar.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Enquanto essas políticas públicas não forem plenamente implementadas, é essencial evitar a exposição de crianças e adolescentes a riscos que possam comprometer sua segurança, bem-estar e desenvolvimento. Os danos decorrentes do uso desregulado da tecnologia podem ser irreversíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante ressaltar que a responsabilização direta de estudantes, como punições ou confisco de aparelhos por parte de professores, inspetores ou diretores, não deve ser o foco das ações escolares. A formação crítica de crianças e adolescentes começa pela leitura do mundo – inclusive do mundo digital. A escola deve ser um espaço educativo que promova interações significativas, brincadeiras, jogos e diálogos “olhos nos olhos”, e não “olhos nas telas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe, portanto, cuidar do nosso tempo de tela como adultos também e olhar para a qualidade da relação que estamos construindo. Assim, a escola, as famílias e o poder público podem promover, conjuntamente, a reconstrução de ambientes escolares saudáveis, por meio do planejamento coletivo, da intencionalidade educativa e do cuidado contínuo, convidando todos a se integrarem a essa Rede de Proteção à Infância.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Sandra Cavaletti Toquetão<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Pesquisadora do Grupo Políticas Públicas da Infância (CRIANDO-PUC/SP) e Linguagem em Atividade no Contexto Escolar (LACE-PUC/SP)<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Atua na formação de educadores da infância, ministrando cursos e palestras</strong></p>


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		<title>Juventude em movimento: o papel do esporte na saúde física e mental</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/juventude-em-movimento-o-papel-do-esporte-na-saude-fisica-e-mental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 19:27:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Dia-Mundial-da-Juventude-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Dia-Mundial-da-Juventude-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Dia-Mundial-da-Juventude-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial da Juventude, celebrado em 30 de março, convida-nos a refletir sobre a saúde e os desafios enfrentados pelos jovens na atualidade. Entre esses desafios, o sedentarismo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Dia-Mundial-da-Juventude-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Dia-Mundial-da-Juventude-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Dia-Mundial-da-Juventude-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Juventude, celebrado em 30 de março, convida-nos a refletir sobre a saúde e os desafios enfrentados pelos jovens na atualidade. Entre esses desafios, o sedentarismo e os transtornos de saúde mental se destacam, criando um cenário preocupante. O aumento da inatividade física está diretamente relacionado ao crescimento dos índices de obesidade, doenças metabólicas e transtornos emocionais, como ansiedade e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A geração ansiosa e a epidemia do sedentarismo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos em uma era hiperconectada, em que o tempo de tela e a vida digital estão substituindo, cada vez mais, as interações presenciais e a prática de atividades ao ar livre. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 80% dos adolescentes entre 11 e 17 anos não atingem o nível recomendado de atividade física, que é de pelo menos 60 minutos diários de exercícios moderados a intensos. Esse comportamento sedentário compromete não apenas a saúde física, mas também contribui para o aumento dos casos de ansiedade e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo publicado no JAMA Pediatrics revelou que jovens que passam mais de sete horas diárias em dispositivos eletrônicos têm o dobro do risco de desenvolver sintomas ansiosos e depressivos em comparação a aqueles com menos tempo de exposição. No Brasil, a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) apontou que quase 30% dos adolescentes relataram se sentir tristes ou desesperançosos de forma recorrente: um número alarmante!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O poder transformador da atividade física</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se o sedentarismo e a ansiedade são problemas crescentes, a boa notícia é que a solução está ao alcance de todos. A prática esportiva tem um papel essencial na promoção da saúde física e mental, ajudando a juventude a construir um futuro mais equilibrado e cheio de vitalidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A atividade física regular traz inúmeros benefícios, como melhoria do condicionamento físico, fortalecimento dos músculos, aumento da resistência e melhora da circulação sanguínea. Além disso, reduz o risco de obesidade, diabetes, problemas cardíacos e hipertensão, além de proporcionar mais energia e disposição para as atividades diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos impactos no corpo, a atividade física exerce uma influência direta na saúde mental. Estudos demonstram que praticar esportes reduz em até 30% os sintomas de ansiedade e depressão em adolescentes. Isso acontece porque o exercício libera hormônios como endorfina, serotonina e dopamina, neurotransmissores fundamentais para a regulação do humor e do bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática esportiva também melhora a autoestima e a confiança, fortalece os laços sociais e promove valores como disciplina, respeito e cooperação. Outro ponto positivo é o impacto no desempenho acadêmico, pois a atividade física contribui para um cérebro mais ativo e preparado para aprender.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O papel da família e do pediatra: como incentivar o adolescente a se movimentar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é um período de transição, no qual os jovens buscam autonomia e identidade. Por isso, impor regras rígidas pode ser menos eficaz do que estimular o engajamento e a descoberta de uma atividade prazerosa. O incentivo deve vir tanto da família quanto dos pediatras e profissionais de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os pais, ser exemplo é essencial. Crianças e adolescentes que crescem em um ambiente familiar ativo têm mais chances de valorizar o exercício físico. Apresentar diferentes esportes, equilibrar o tempo de telas e transformar a atividade física em um momento de conexão familiar são estratégias fundamentais para que o jovem se envolva no processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os pediatras, a recomendação de atividade física deve fazer parte da rotina de avaliação da saúde dos adolescentes. A cada consulta, é importante questionar sobre o nível de atividade do paciente e reforçar os benefícios do movimento. Além disso, o profissional pode sugerir modalidades esportivas adaptadas ao perfil do jovem, mostrar que a atividade física traz benefícios além da saúde física e incentivar metas realistas para manter o engajamento ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Juntos, podemos transformar o futuro da juventude</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A juventude é uma fase de crescimento, descobertas e aprendizado. E nada melhor do que garantir que essa geração tenha saúde, energia e equilíbrio emocional para enfrentar os desafios da vida. Como pais, educadores e pediatras, temos um papel essencial em incentivar hábitos saudáveis desde cedo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao proporcionar oportunidades para o movimento, estimular o esporte como parte da rotina e apoiar os jovens na escolha de uma atividade física de que gostem, estamos investindo não apenas na saúde presente, mas no futuro deles. Pequenas mudanças no dia a dia podem fazer toda a diferença na prevenção do sedentarismo e na promoção do bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Que tal começar hoje? Incentive, apoie e faça parte dessa mudança. A juventude precisa de movimento, e o primeiro passo pode começar com você. Vamos juntos construir uma geração mais saudável, ativa e equilibrada.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes na Infância e Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong> </p>
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		<title>Combate ao sedentarismo: um alerta para a saúde de crianças e adolescentes</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/combate-ao-sedentarismo-um-alerta-para-a-saude-de-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 18:03:51 +0000</pubDate>
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<p>No dia 10 de março, o Brasil celebra o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo, um momento importante para refletirmos </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-atividade-fisica-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-atividade-fisica-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-atividade-fisica-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 10 de março, o Brasil celebra o Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo, um momento importante para refletirmos sobre o impacto da falta de movimento na vida das crianças e adolescentes. Com o avanço da tecnologia e a rotina cada vez mais conectada, a infância ativa está sendo substituída por longos períodos diante das telas. Brincadeiras ao ar livre, que antes faziam parte do dia a dia, estão dando lugar a horas seguidas no celular, no videogame ou no computador. Mas o que parece inofensivo pode ter consequências sérias para a saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O sedentarismo não se resume apenas à falta de exercício: ele é um dos principais fatores de risco para doenças crônicas, como obesidade, diabetes tipo 2, hipertensão e problemas cardiovasculares. Além disso, a ausência de atividade física compromete a saúde mental, contribuindo para quadros de ansiedade, estresse e depressão. O impacto também é notado na escola, já que crianças que se movimentam pouco podem apresentar dificuldades de concentração, pior rendimento acadêmico e maior propensão à fadiga.</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que crianças e adolescentes pratiquem pelo menos 60 minutos diários de atividade física moderada a intensa. No entanto, estudos apontam que grande parte deles não atinge essa meta. O aumento do tempo de tela, a falta de espaços seguros para brincar e até a rotina acelerada das famílias são alguns dos fatores que levam ao sedentarismo infantil. O problema é sério, mas há uma boa notícia: reverter esse quadro é mais fácil do que parece!</p>
<p style="text-align: justify;">Estimular o movimento desde cedo traz benefícios para a vida toda. Crianças ativas fortalecem músculos e ossos, desenvolvem melhor a coordenação motora e crescem com hábitos mais saudáveis. Além disso, o exercício físico libera hormônios do bem-estar, como a endorfina e a serotonina, ajudando a combater o estresse e promovendo mais alegria e disposição. Outro ponto essencial é a socialização: esportes coletivos e brincadeiras ao ar livre ensinam valores como disciplina, cooperação e respeito, fundamentais para a formação emocional dos pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como incentivar as crianças e adolescentes a se movimentarem mais? Pequenas mudanças na rotina podem fazer uma grande diferença. Atividades simples, como pular corda, brincar de pega-pega, andar de bicicleta e brincar de esconde-esconde são formas eficazes e naturais de combater o sedentarismo. Praticar esportes também é uma excelente alternativa, e há opções para todos os gostos, desde futebol, basquete e vôlei até natação e artes marciais. O importante é encontrar algo que a criança goste, para que o movimento se torne um hábito prazeroso e não uma obrigação.</p>
<p style="text-align: justify;">O exemplo dos pais e responsáveis é fundamental. Crianças que veem seus familiares se exercitando têm maior tendência a seguir o mesmo caminho. Se a família caminha junta, passeia de bicicleta ou aproveita parques e praças nos momentos de lazer, as chances de a criança crescer ativa aumentam consideravelmente. Além disso, é essencial estabelecer limites para o tempo de tela. Definir horários para o uso de dispositivos eletrônicos e incentivar atividades físicas no tempo livre são atitudes que ajudam a equilibrar a rotina.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional de Combate ao Sedentarismo é um convite para refletirmos sobre os hábitos das novas gerações. Crianças precisam correr, brincar, gastar energia e explorar o mundo além das telas. Estimular a prática de atividades físicas não é apenas um conselho médico, mas uma necessidade real para garantir um futuro mais saudável e equilibrado. Pequenos gestos podem transformar a qualidade de vida dos jovens e prepará-los para a vida adulta com mais disposição e bem-estar. Afinal, o movimento não é só importante para o corpo – ele também faz bem para a mente e para o coração.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos da Prática de Atividade Física e Esportes na Infância e Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> </span></p>
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		<item>
		<title>Obesidade em crianças e adolescentes: orientação atualizada para prevenir e cuidar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/obesidade-em-criancas-e-adolescentes-orientacao-atualizada-para-prevenir-e-cuidar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:36:05 +0000</pubDate>
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<p>O Dia Mundial da Obesidade é celebrado em 4 de março, uma data que tem como objetivo aumentar a conscientização sobre os riscos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Obesidade-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Obesidade-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Obesidade-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Obesidade é celebrado em 4 de março, uma data que tem como objetivo aumentar a conscientização sobre os riscos dessa condição e promover ações que ajudem a prevenir e combater a obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O excesso de peso afeta milhões de pessoas em todo o mundo e pode levar a uma série de problemas de saúde e pode se instalar já na infância.</p>
<p style="text-align: justify;">A educação e a prevenção são fundamentais para garantir uma vida mais saudável para as futuras gerações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Repercussões negativas da obesidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A obesidade é caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, que pode prejudicar o funcionamento normal do organismo, podendo afetar a saúde de diversas formas. Entre os principais problemas que a obesidade pode causar, estão:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Doenças cardiovasculares</strong>: O excesso de peso aumenta o risco de hipertensão, colesterol elevado e mau funcionamento do coração;</li>
<li><strong>Diabetes tipo 2</strong>: A obesidade é uma das principais causas do diabetes tipo 2, uma condição que afeta a forma como o corpo metaboliza o açúcar do sangue e pode levar a complicações graves;</li>
<li><strong>Problemas nas articulações</strong>: O peso excessivo acarreta maior pressão sobre as articulações, o que pode resultar em dor, inflamação e, eventualmente, em problemas permanentes, como a osteoartrite do joelho;</li>
<li><strong>Distúrbios respiratórios</strong>: A obesidade pode dificultar a respiração e aumentar o risco de apneia do sono e asma;</li>
<li><strong>Impactos psicológicos</strong>: O excesso de peso pode comprometer a autoestima e a saúde mental de crianças e adolescentes, levando a quadros de estresse, depressão e ansiedade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>O papel dos pais e responsáveis na prevenção da obesidade em crianças e adolescentes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora a genética tenha um papel na predisposição ao ganho de peso, os hábitos alimentares inadequados e a ausência da prática de atividade física são fatores determinantes para o desenvolvimento da obesidade. Medidas de prevenção devem começar em casa, com a participação de pais e familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estão <strong>sete dicas práticas</strong> para ajudar a prevenir a obesidade em crianças e adolescentes e, consequentemente, reduzir o risco da ocorrência de suas consequências negativas.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Oferecer uma alimentação equilibrada</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A alimentação saudável é fundamental para manter o peso adequado. Priorize alimentos naturais e frescos, como frutas, legumes, verduras e proteínas magras. Evite o consumo excessivo de alimentos ultraprocessados, como <em>fast food</em>, refrigerantes, doces e frituras. Incentive o consumo de água e evite bebidas açucaradas, como sucos processados.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Estabelecer horários para as refeições</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Ter horários regulares para as refeições ajuda a evitar o consumo excessivo de alimentos, pois contribui com o funcionamento normal do centro da fome e saciedade, ou seja, comer com calma e de forma consciente permite que o corpo perceba quando está satisfeito, evitando excessos.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Incentivar a atividade física regular</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">De forma geral, recomenda-se que crianças e adolescentes tenham, pelo menos, 1 hora de atividade física todos os dias. Pode ser uma caminhada, andar de bicicleta, nadar, jogar futebol, ou até mesmo brincar ao ar livre, principalmente para crianças menores. O importante é que a atividade seja prazerosa, para que se torne parte da rotina diária.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Reduzir o tempo de tela</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A exposição excessiva a telas (televisão, computadores, tablets, celulares e videogames) tem sido um dos principais fatores que contribuem para o sedentarismo. Limite o tempo em frente às telas e incentive brincadeiras ativas, como correr, dançar ou praticar esportes. O cuidado é a conotação que se deve dar a esta prática; limitar e criar rotinas saudáveis não deve beirar a proibição.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Estabelecer um exemplo positivo</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adolescentes tendem a imitar os comportamentos dos adultos da família. Portanto, se você adotar um estilo de vida saudável, com uma alimentação balanceada e atividade física regular, seu filho ou filha terá maior probabilidade de seguir o mesmo caminho.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Promover o sono de qualidade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O sono tem grande influência no metabolismo e no controle do peso. Procure garantir que a criança/adolescente durma entre 8 e 10 horas por noite. Isso é essencial para o equilíbrio do corpo. A falta de sono pode desregular os hormônios que controlam o crescimento físico e o apetite, contribuindo para o aumento de peso.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Evitar pressões excessivas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A preocupação excessiva com o peso pode gerar desde ansiedade até transtornos alimentares graves. Em vez de focar no peso, incentive comportamentos saudáveis e a prática de atividades físicas de forma positiva, sem criar pressão ou alcançar um padrão estético específico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A obesidade é uma doença muito importante da sociedade atual, que pode trazer consequências graves para a saúde física e mental de crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do aumento da sua prevalência entre crianças e adolescentes, ela pode ser evitada com ações simples, especialmente no ambiente familiar. Pais e responsáveis desempenham um papel fundamental nesse processo, ao oferecerem alimentos saudáveis, incentivarem a prática de atividades físicas e, acima de tudo, serem modelos de comportamentos positivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos lembrar que a prevenção começa cedo, e pequenas mudanças no dia a dia podem fazer uma grande diferença na saúde e bem-estar das próximas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Mundial da Obesidade, reflita sobre a importância de manter um estilo de vida saudável e ajudar os mais jovens a crescer e se desenvolver de forma equilibrada e feliz.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Tulio Konstantyner<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente do Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prevenção da Violência na Primeira Infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-da-violencia-na-primeira-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Violencia-na-1o-Infancia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Violencia-na-1o-Infancia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Violencia-na-1o-Infancia-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância acontece entre os dias 12 e 18 de outubro. A violência doméstica, que ocorre na esfera privada, perpetrada por pess</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Violencia-na-1o-Infancia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Violencia-na-1o-Infancia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Violencia-na-1o-Infancia-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância acontece entre os dias 12 e 18 de outubro.<strong> </strong>A violência doméstica, que ocorre na esfera privada, perpetrada por pessoas que deveriam apoiar e proteger crianças e adolescentes, é difícil de ser desvendada, por ser resguardada pela lei do silêncio, pelo medo e pela impunidade de seus agentes.</p>



<p>Ela pode ser praticada de formas variadas, não excludentes entre si, didaticamente classificadas em física, sexual, psicológica, negligência, além de formas específicas.</p>



<p>A violência física implica o uso da força física de forma intencional, com o objetivo de ferir, danificar ou destruir a vítima, deixando ou não marcas evidentes.</p>



<p>A violência sexual caracteriza-se pelo uso de criança ou adolescente para gratificação sexual de adulto ou adolescente mais velho, responsável por ele ou com o qual mantém algum vínculo familiar, de convivência ou confiança.</p>



<p>A violência psicológica compreende toda forma de discriminação, desrespeito, rejeição, depreciação, cobrança ou punição exagerada e utilização da criança ou adolescente para atender às necessidades psíquicas dos adultos. Muitas vezes resulta do despreparo dos pais para educar seus filhos, valendo-se de ameaças, humilhações ou desrespeito como formas culturalmente aprendidas de educar.</p>



<p>A negligência caracteriza-se pela omissão, de forma crônica, em prover as necessidades básicas, como higiene, nutrição, saúde, educação, proteção e afeto, apresentando-se em vários aspectos e níveis de gravidade, sendo o abandono o grau máximo.</p>



<p>Exemplo de forma específica de violência é a síndrome de Munchausen, situação na qual o paciente é trazido para cuidados médicos, mas os sintomas e sinais que apresenta são inventados ou provocados, prática que impõe sofrimentos físicos e psíquicos, como exigência de exames desnecessários e internações por falso pretexto.</p>



<p>Ações de promoção e proteção da saúde física e mental e de prevenção de agravos necessitam caminhar em paralelo às de atendimento já no pré-natal e no de rotina de puericultura (de 0 a 6 meses: mensal; de 6 a 12 meses: bimestral; de 12 a 18 meses: trimestral; de 1,5 a 5 anos: semestral e de 5 a 18 anos: anual).</p>



<p>Quando a violência já ocorreu é porque já houve falha no nosso dever constitucional (artigo 227 da Constituição Federal) de proteger integralmente nossas crianças e adolescentes. Nessa esteira, não podemos tolerar novas falhas.</p>



<p>Para que se consiga reduzir a incidência da violência doméstica contra crianças e adolescentes, deve-se começar fornecendo orientações aos pais, já no período da gestação, para ajudá-los a desenvolver uma percepção real de seus filhos. Discussões sobre vinculação entre pais e filhos, desenvolvimento neuropsicomotor normal, maneiras de ensinar e consequências da violência devem ser estimuladas entre os profissionais de saúde e a comunidade em geral.</p>



<p>A prevenção e o diagnóstico de risco são possíveis e devem estar presentes em todos os atendimentos. Identificar sinais de alerta é uma importante estratégia de prevenção.</p>



<p>São exemplos de indicadores de risco:</p>



<p><strong>No atendimento pré-natal:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Gravidez indesejada e não aceita.</li>



<li>Abandono paterno e/ou familiar.</li>



<li>Ocultação de gravidez.</li>



<li>Tentativa de aborto.</li>



<li>Desejo de dar o filho.</li>



<li>Responsável único sem suporte emocional ou financeiro mínimo.</li>



<li>Desajustes sérios entre os genitores; conflitos familiares.</li>



<li>História de doença mental ou distúrbios emocionais.</li>



<li>Abuso de substâncias lícitas e ilícitas.</li>



<li>Antecedentes de comportamentos violentos de um ou ambos os genitores.</li>



<li>Histórico pessoal de vitimização.</li>
</ul>



<p><strong>No atendimento perinatal e puerperal:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Sinais de tristeza, depressão, insegurança extrema ou apatia materna.</li>



<li>Comentários depreciativos acerca do bebê.</li>



<li>Indiferença, frieza e distanciamento do bebê.</li>



<li>Evitar segurar, alimentar ou acariciar o bebê.</li>



<li>Repulsa pelas secreções e excrementos do filho.</li>



<li>Indiferença ou recusa do aleitamento.</li>



<li>Desinteresse pelas orientações sobre o cuidar do bebê e seu desenvolvimento.</li>



<li>Falta de visitas pelos pais e/ou familiares ao recém-nascido hospitalizado.</li>



<li>Criança que não evolui bem apesar de ter condições de nascimento para tal.</li>
</ul>



<p><strong>Fatores familiares:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dificuldade financeira.</li>



<li>Falta de acesso ao atendimento de saúde.</li>



<li>Desorganização e/ou violência familiar.</li>



<li>Falta de consciência ou conhecimento do cuidar.</li>



<li>Descrédito nos profissionais de saúde.</li>



<li>Atitudes e comportamentos normais das crianças que podem ser interpretados como desrespeito, desafio etc.</li>
</ul>



<p>A sociedade precisa entender que os maiores investimentos devem se destinar às crianças e buscar, antes de qualquer coisa, o bem-estar e todas as condições de um bom desenvolvimento para aqueles que as sustentarão. Toda criança deveria ter o direito de nascer de pais que as criassem com satisfação e orgulho, incentivando sua cultura, costumes, modo de viver e força de lutar pela vida.</p>



<p>A criança se desenvolve por meio dos cuidados e estímulos que recebe. Cada faixa etária corresponde a uma série de aquisições evolutivas, tanto na área motora como psíquica e relacional. São aquisições que se sucedem, cada uma na dependência da anterior, e das quais se formarão os alicerces e estruturas que sustentarão não só seu crescimento em peso e altura, mas também o seu desenvolvimento intelectual, cognitivo, social e emocional.</p>



<p>Reconhecendo a possibilidade de omissão do cuidar em famílias de todos os padrões socioculturais é possível planejar uma abordagem adequada para cada situação e lutar por uma melhor qualidade de vida para as gerações atuais e futuras, e por uma sociedade mais justa.</p>



<p><strong>Medidas de prevenção</strong> da violência doméstica incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Implementar programas de sustentação, aconselhamento e treinamento no cuidado às crianças para famílias de risco, antes que seus problemas alcancem um estágio crítico através de rede de serviços bem integrada na comunidade local.</li>



<li>Melhorar o bem-estar econômico das famílias, especialmente as numerosas, através da profissionalização dos adultos e adolescentes e da sua capacitação para funções mais bem remuneradas.</li>



<li>Melhorar as condições da moradia, possibilitando hábitos saudáveis.</li>



<li>Reduzir o encargo do cuidado das crianças, por meio de creches e escolas que as abriguem enquanto os pais trabalham, onde também são desenvolvidos programas de treinamento nos cuidados às crianças para os genitores.</li>



<li>Reduzir o isolamento social e aumentar a disponibilidade de recursos e serviços da comunidade, especialmente para as famílias nas quais há uma criança com necessidades especiais.</li>



<li>Orientar precocemente todos os responsáveis sobre as características das fases do desenvolvimento infantil, suas necessidades e a importância de seu papel no desenvolvimento físico e emocional da criança e do adolescente.</li>



<li>Prevenir a gravidez indesejada, através de orientações e disponibilização de meios de planejamento familiar e contraceptivos.</li>
</ul>



<p><strong>Relator:</strong><br><strong>Mario Roberto Hirschheimer</strong><br><strong>Presidente do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p> </p>
<p> </p>




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		<title>Dia Mundial do Coração</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-do-coracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 15:08:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Dia-do-Coracao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Dia-do-Coracao-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Dia-do-Coracao-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No Dia Mundial do Coração, em 29 de setembro, é fundamental refletir sobre a saúde cardiovascular, especialmente em crianças. A manutenção de um coração saudável é essencial para uma vida ativa e para a prevenção de doenças cardiovasculares futuras. A prevenção deve começar na infância, período em que hábitos alimentares e estilos de vida se consolidam. A importância da prevenção As doenças cardiovasculares, frequentemente vistas na idade adulta, podem ter início na infância. Fatores como obesidade, sedentarismo e má alimentação aumentam a incidência de problemas cardíacos precoces. Dados mostram que 15% das crianças menores de 2 anos, 12% entre 2 e 5 anos e 25% de 5 a 10 anos apresentam excesso de peso. Entre adolescentes, essa prevalência é de 30%, o que é preocupante para a saúde cardiovascular a longo prazo. Alimentação saudável A nutrição é vital para a saúde do coração. Uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras é essencial para o desenvolvimento saudável. A American Heart Association recomenda limitar açúcares adicionados e gorduras saturadas para prevenir obesidade, hipertensão e dislipidemia. Envolver as crianças no preparo das refeições promove hábitos saudáveis e educação nutricional. Atividade física regular A atividade física regular é crucial para a saúde cardiovascular. As diretrizes sugerem que crianças e adolescentes realizem pelo menos 60 minutos de atividade moderada a vigorosa diariamente. Isso fortalece o sistema cardiovascular e melhora a saúde mental e social. Estudos indicam que a atividade física regular reduz o risco de doenças crônicas na adolescência e vida adulta. Monitoramento da saúde O acompanhamento pediátrico regular é essencial para detectar precocemente fatores de risco, como hipertensão e colesterol elevado. Isso possibilita intervenções rápidas e educação contínua sobre saúde. Neste Dia Mundial do Coração, é nossa responsabilidade coletiva cuidar da saúde cardiovascular das crianças. Mudanças simples, como promover uma alimentação saudável e incentivar a prática de atividades físicas, podem ter um impacto significativo na saúde futura dos jovens. A educação e o envolvimento da família são fundamentais para essa transformação.   Relator:Gustavo ForondaPresidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Dia-do-Coracao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Dia-do-Coracao-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Dia-do-Coracao-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No Dia Mundial do Coração, em 29 de setembro, é fundamental refletir sobre a saúde cardiovascular, especialmente em crianças. A manutenção de um coração saudável é essencial para uma vida ativa e para a prevenção de doenças cardiovasculares futuras. A prevenção deve começar na infância, período em que hábitos alimentares e estilos de vida se consolidam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância da prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As doenças cardiovasculares, frequentemente vistas na idade adulta, podem ter início na infância. Fatores como obesidade, sedentarismo e má alimentação aumentam a incidência de problemas cardíacos precoces. Dados mostram que 15% das crianças menores de 2 anos, 12% entre 2 e 5 anos e 25% de 5 a 10 anos apresentam excesso de peso. Entre adolescentes, essa prevalência é de 30%, o que é preocupante para a saúde cardiovascular a longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alimentação saudável</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A nutrição é vital para a saúde do coração. Uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes, grãos integrais e proteínas magras é essencial para o desenvolvimento saudável. A <em>American Heart Association</em> recomenda limitar açúcares adicionados e gorduras saturadas para prevenir obesidade, hipertensão e dislipidemia. Envolver as crianças no preparo das refeições promove hábitos saudáveis e educação nutricional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atividade física regular</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A atividade física regular é crucial para a saúde cardiovascular. As diretrizes sugerem que crianças e adolescentes realizem pelo menos 60 minutos de atividade moderada a vigorosa diariamente. Isso fortalece o sistema cardiovascular e melhora a saúde mental e social. Estudos indicam que a atividade física regular reduz o risco de doenças crônicas na adolescência e vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Monitoramento da saúde</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento pediátrico regular é essencial para detectar precocemente fatores de risco, como hipertensão e colesterol elevado. Isso possibilita intervenções rápidas e educação contínua sobre saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Mundial do Coração, é nossa responsabilidade coletiva cuidar da saúde cardiovascular das crianças. Mudanças simples, como promover uma alimentação saudável e incentivar a prática de atividades físicas, podem ter um impacto significativo na saúde futura dos jovens. A educação e o envolvimento da família são fundamentais para essa transformação.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Gustavo Foronda<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>


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		<title>Gravidez na Adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/gravidez-nas-adolescencias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 13:49:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-prevencao-da-gravidez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-prevencao-da-gravidez-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-prevencao-da-gravidez-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>26 de setembro é o Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência. A gravidez “nas adolescências” é um problema complexo, multifacetado e transgeracional (fenômeno que se refere à transmissão de padrões, valores, expectativas e outros elementos familiares de uma geração para outra), que impacta na estrutura econômica e contribui para a manutenção do ciclo de desigualdade social e pobreza. É uma questão de Saúde Pública que requer uma abordagem multidimensional. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 16 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos engravidam anualmente, das quais 95% são de países de rendimento baixo e médio e 2,5 milhões têm menos de 16 anos. No Brasil, em 2024, a taxa de gravidez na adolescência entre 15 e 19 anos atual é de 53 adolescentes grávidas a cada mil, acima da média mundial, que é de 41 por mil. Essa diminuição começou a ser observada após 2019, com uma queda média de 18% até 2022. No entanto, o número de nascimentos entre adolescentes ainda é significativo e preocupante. As maiores taxas de gravidez “nas adolescências” se concentram em regiões de baixa renda, principalmente em lugares onde o acesso aos serviços de saúde é precário, tanto do ponto de vista quantitativo como qualitativo. A acessibilidade não é só uma questão de falta de rede de apoio, mas principalmente de falta de formação qualificada de profissionais de saúde, em Saúde Sexual e anticoncepção, e que respeitem o adolescente como sujeito autônomo pleno de direitos. Para compreender as causas de gravidez na adolescência além das questões políticas-econômicas-sociais, é preciso adentrar nas motivações, desejos, cultura, grupos e nas oportunidades nas quais cada adolescente está inserido. Qual o lugar daquele adolescente em seu território? Há lugares em que ser “mãe” garante maior segurança e aceitação do que ser “só” uma adolescente? Como a adolescente pode exercer a autonomia e manter sua autoestima frente às possibilidades limitadas de futuro que esse lugar oferece? Diante dessa complexidade, todas as estratégias de prevenção da gravidez devem considerar as questões “das adolescências” de cada lugar. Cabe aos pediatras obterem conhecimento técnico sobre anticoncepção para orientar, acolher os adolescentes, além de cobrar Políticas Públicas que garantam Equidade de gêneros e de oportunidades, que erradiquem lugares políticos-econômicos-psíquico-sociais onde a maternidade na adolescência seja considerada o único projeto de vida.   Relatoras: Maíra TerraLília D’Souza-LiDepartamento Científico de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-prevencao-da-gravidez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-prevencao-da-gravidez-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-prevencao-da-gravidez-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">26 de setembro é o Dia Mundial da Prevenção da Gravidez na Adolescência.</p>
<p style="text-align: justify;">A gravidez “nas adolescências” é um problema complexo, multifacetado e transgeracional (fenômeno que se refere à transmissão de padrões, valores, expectativas e outros elementos familiares de uma geração para outra), que impacta na estrutura econômica e contribui para a manutenção do ciclo de desigualdade social e pobreza. É uma questão de Saúde Pública que requer uma abordagem multidimensional.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 16 milhões de adolescentes de 15 a 19 anos engravidam anualmente, das quais 95% são de países de rendimento baixo e médio e 2,5 milhões têm menos de 16 anos. No Brasil, em 2024, a taxa de gravidez na adolescência entre 15 e 19 anos atual é de 53 adolescentes grávidas a cada mil, acima da média mundial, que é de 41 por mil. Essa diminuição começou a ser observada após 2019, com uma queda média de 18% até 2022. No entanto, o número de nascimentos entre adolescentes ainda é significativo e preocupante.</p>
<p style="text-align: justify;">As maiores taxas de gravidez “nas adolescências” se concentram em regiões de baixa renda, principalmente em lugares onde o acesso aos serviços de saúde é precário, tanto do ponto de vista quantitativo como qualitativo. A acessibilidade não é só uma questão de falta de rede de apoio, mas principalmente de falta de formação qualificada de profissionais de saúde, em Saúde Sexual e anticoncepção, e que respeitem o adolescente como sujeito autônomo pleno de direitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para compreender as causas de gravidez na adolescência além das questões políticas-econômicas-sociais, é preciso adentrar nas motivações, desejos, cultura, grupos e nas oportunidades nas quais cada adolescente está inserido. Qual o lugar daquele adolescente em seu território? Há lugares em que ser “mãe” garante maior segurança e aceitação do que ser “só” uma adolescente? Como a adolescente pode exercer a autonomia e manter sua autoestima frente às possibilidades limitadas de futuro que esse lugar oferece?</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dessa complexidade, todas as estratégias de prevenção da gravidez devem considerar as questões “das adolescências” de cada lugar. Cabe aos pediatras obterem conhecimento técnico sobre anticoncepção para orientar, acolher os adolescentes, além de cobrar Políticas Públicas que garantam Equidade de gêneros e de oportunidades, que erradiquem lugares políticos-econômicos-psíquico-sociais onde a maternidade na adolescência seja considerada o único projeto de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Maíra Terra<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Lília D’Souza-Li<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-da-saude-de-adolescentes-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-saude-de-jovens-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-saude-de-jovens-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-saude-de-jovens-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 22 de setembro comemora-se o Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens. A Organização Mundial da Saúde define a adolescência como a fase da vida entre os 10 e os 19 anos,</p>
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<p style="text-align: justify;">No dia 22 de setembro comemora-se o Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens. A Organização Mundial da Saúde define a adolescência como a fase da vida entre os 10 e os 19 anos, e a juventude, entre os 15 e os 24 anos de idade. São etapas muito peculiares, nas quais ocorrem grandes mudanças físicas, cognitivas, sociais e emocionais, que requerem cuidados de saúde específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ser considerado um período de vida saudável, do ponto de vista biológico, com grande ganho de aptidões físicas, paradoxalmente é uma fase de grande vulnerabilidade, determinada por escolhas e comportamentos sociais que têm potencial para afetar o padrão de saúde imediato, e podem, também, repercutir para a vida toda, o que justifica a importância da atenção integral à saúde dos adolescentes e jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">O médico precisa entender das transformações biológicas e psicológicas, mas também saber que os ambientes sociais e virtuais desempenham papel fundamental nesses agravos. Na consulta do adolescente, o médico tem vários desafios a enfrentar: saber os direitos que adolescentes e jovens têm, tais como privacidade e confidencialidade; criar vínculo com seu paciente; apresentar-se como um modelo de adulto diferente do que o adolescente tem de seus pais; apoiar seu paciente adolescente nas mudanças físicas e também na busca de uma nova identidade para esse corpo em transformação; avaliar comportamentos de risco psicossociais de seus pacientes e quando identificados os riscos, realizar intervenção breve.</p>
<p style="text-align: justify;">A saúde de adolescentes e jovens é do âmbito da Pediatria, pois geralmente é o pediatra que acompanha esse adolescente desde sua infância, tem o respeito e confiança da família e do paciente, tem a capacitação em desenvolvimento humano. Para atendimento de adolescentes, o médico deve mudar o paradigma da consulta, trazer nova abordagem, centrado mais no paciente do que no(a) cuidador(a) e estar apto para abordar o desenvolvimento sexual, emocional e cognitivo dessa fase da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os principais tópicos a serem avaliados em uma consulta de adolescente estão:</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhamento do crescimento e do desenvolvimento físico e psicossocial; Educação em saúde;<br />Saúde sexual e reprodutiva<br />Saúde mental<br />Prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas<br />Prevenção e controle de agravos<br />Promoção da cultura de paz e prevenção de violências</p>
<p style="text-align: justify;">A educação em saúde é importante para ajudar os adolescentes e os jovens a fazerem as melhores escolhas. O fornecimento de informações ao paciente fundamentadas e isentas de julgamentos, têm papel relevante para essa finalidade.  Os dados apresentados nos quadros abaixo salientam a importância da educação em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas faixas de 15 a 29 anos, que abrange adultos jovens, as mortes são devidas a causas externas e à saúde mental e não a doenças orgânicas. No Brasil, o homicídio ocorre em adolescentes e jovens em sua maioria fora do ensino médio e em ações relacionadas ao crime e confrontos policiais.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" width="566">
<p style="text-align: center;"><strong>Quadro 1</strong>: Principais causas de óbito segundo a faixa etária. Brasil, 2021 *</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p> </p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>5 a 14</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>15 a 19</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>20 a 29</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>1</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Acidentes de transporte</p>
<p>(9,69%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Agressões</p>
<p>(35,37%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Agressões</p>
<p>(29,86%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>2</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Rest. das doenças do sistema nervoso (8,77%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Acidentes de transporte</p>
<p>(13,63%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Acidentes de transporte</p>
<p>(13,86%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>3</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Leucemia</p>
<p>(5,61%</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Lesões autoprovocadas voluntariamente</p>
<p> (6,90%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Rest. algumas doenças infecciosas e parasitárias</p>
<p>(9,89%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>4</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Agressões</p>
<p>(5,54%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Rest. sint, sin e ach anom. Clin. e Laborat. (3,96%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Lesões autoprovocadas voluntariamente (5,56%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>5</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Afogamento e submersões acidentais</p>
<p>(5,01%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Rest. algumas doenças infecciosas e parasitárias (3,63%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Rest. sint, sin e ach anorm. Clin. e Laborat.</p>
<p>(4,23%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>6</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Rest. algumas doenças infecciosas e parasitárias (4,81%%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Intervenções legais e operações de guerra (3,14%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Eventos cuja intenção é indeterminada</p>
<p>(3,07%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>7</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Rest. sint, sin e ach anom. Clin. e Laborat. (4,78%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Eventos cuja intenção é indeterminada (3,04%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Doenças virais</p>
<p>(2,44%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>8</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Neoplasias malignas, meningites, encef. E outras partes do sistema nervoso central (4,58%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Rest. das doenças do sistema Nervoso</p>
<p>(2,95%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Intervenções legais e operações de guerra (2,19%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>9</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Rest. de neoplasias malignas</p>
<p>(4,46%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Afogamento e submersões acidentais</p>
<p>(2,79%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Outras causas externas</p>
<p>(1,77%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>10</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Outras causas externas</p>
<p>(4,27%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Outras causas externas</p>
<p>(1,96%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Outras doenças cardíacas</p>
<p>(1,59%)</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="32">
<p>11</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="175">
<p>Lesões autoprovocadas voluntariamente</p>
<p> (3,41%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="180">
<p>Rest. de neoplasias malignas</p>
<p>(1,86%)</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="179">
<p>Rest. de neoplasias malignas</p>
<p>(1,49%)</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="3" width="567">
<p><strong>Quadro 2:</strong> Percentual de adolescentes de 13 a 17 anos que, alguma vez na vida, experimentaram álcool, cigarro e outras substâncias psicoativas (SPA) **</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="161">
<p> </p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="233">
<p>2015</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="173">
<p>2019</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="161">
<p>Álcool</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="233">
<p>61,4%</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="173">
<p>63,3%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="161">
<p>Cigarro</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="233">
<p>22,9%</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="173">
<p>22,6%</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="161">
<p>Ouras SPA</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="233">
<p>12,0%</p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="173">
<p>13,0%</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Celebrando esse Dia, gostaríamos de alertar pais, professores e gestores da saúde sobre a importância do atendimento especializado de adolescentes e jovens, tanto no consultório privado como no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p style="text-align: justify;">Os médicos que atendem adolescentes devem ser capacitados para o atendimento integral, voltado para as especificidades dessas faixas etárias, com comunicação adequada e assertiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente os adolescentes e jovens são invisíveis no sistema de saúde e suas necessidades são negligenciadas. Os gestores de saúde têm a responsabilidade de estabelecer programas de atendimento à saúde de adolescentes e jovens. Este é um direito estabelecido pela Constituição brasileira e corroborado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto as três principais causas de morte do adolescente e do jovem brasileiro forem causas preveníveis, estamos fracassando como sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">* Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, publicado em 5 de fevereiro de 2024.</p>
<p style="text-align: justify;">** Pesquisa Nacional da Saúde do Escolar (PeNSE), publicado em 2019. </p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:<br />Elizete Prescinotti Andrade<br />Lilia D’ Souza Li<br />Departamento Científico de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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