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	<title>Arquivos Alimentação complementar - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Alimentação complementar - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Desenvolvimento dos hábitos alimentares na primeira infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/desenvolvimento-dos-habitos-alimentares-na-primeira-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 18:58:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A prevenção de doenças cardiovasculares, anemia e obesidade começa na vida intrauterina. Uma alimentação cuidadosa durante a gestação, amamentação e primeira infância possibilita o crescimento e desenvolvimento adequados do bebê e contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis para toda a vida. Nos primeiros seis meses de vida, o leite materno é o alimento mais completo e indicado para os bebês. O aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês e mantido até os dois anos de idade ou mais, desde que tenha a função nutritiva e respeite a vontade da criança e da mãe. Após o sexto mês de vida, a alimentação complementar deve ser introduzida. A alimentação é uma atividade que envolve muitas estruturas do corpo humano e a coordenação de todo o sistema neuromuscular. O aleitamento materno estimula a respiração nasal e correta sucção, favorecendo o crescimento harmônico da boca e da face, importante para a mastigação. Ele ainda expõe a criança a uma ampla experiência sensorial, facilitando a aceitação da alimentação complementar. Ao completar seis meses, a criança apresenta maturidade para receber novos alimentos, em diferentes apresentações e texturas, na forma de alimentação complementar. Nessa idade, essa passa a preencher as necessidades nutricionais, até então supridas integralmente pelo aleitamento materno ou artificial, garantindo a manutenção do crescimento adequado e permitindo que a criança alcance o padrão alimentar da família a partir dos 12 meses. A mastigação é uma função aprendida e o alimento oferecido em diferentes texturas é o responsável pelo seu desenvolvimento. Mesmo sem a presença dos dentes, a criança amassa e tritura os alimentos com a ajuda da gengiva, que já se encontra rígida pela proximidade da erupção dos dentes. No começo, ela apresenta movimentos irregulares em resposta a oferta de alimentos na forma de papas e pequenos pedaços, que evoluem para movimentos em ciclos com a oferta de alimentos mais consistentes, em pedaços maiores, crus, com casca ou bagaço (foto). Os alimentos devem ser ofertados de maneira lenta e progressiva, respeitando os hábitos culturais e regionais. A criança pode apresentar resistência as novas texturas, odores, sabores e utensílios. É fundamental que a família tenha conhecimento das dificuldades e apresente um cardápio saudável, variado, saboroso, rico em alimentos “in natura”, com o mínimo de alimentos processados e conservantes (corantes, estabilizantes, adoçantes e outros ingredientes industriais) e com baixo teor de sal e gorduras. Vale lembrar que a criança não deve ser exposta ao açúcar até os dois anos de idade e que a água deve ser a fonte de hidratação. Sucos naturais não devem ser ofertados no primeiro ano de vida e a partir de então, consumidos com moderação. Sucos artificiais, refrescos e refrigerantes devem ser sempre evitados, pois além de atrapalharem o apetite, não são saudáveis. A oferta dos alimentos nos dois primeiros anos de vida merece uma atenção especial e deve ser feita com cautela. A família desempenha o papel de “modelo alimentar” das crianças em relação ao que comer (qualidade, variedade e quantidade) e como comer (local, número e duração das refeições, ambiente tranquilo, companhia, etc.). Nessa fase, é essencial identificar e respeitar os sinais de fome e saciedade. A criança pode parar de comer quando está saciada, por estar distraída com o ambiente ou por querer descansar, voltando a comer em seguida. O importante é não forçá-la a comer, associar prêmios ao raspar o prato, ceder a chantagens ou trocar refeições por lanches ou guloseimas. Hábitos estabelecidos na infância serão o alicerce da alimentação saudável ao longo da vida. ___Relatora:Vera Regina Mello DishchekenianGrupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/desenvolvimento-dos-habitos-alimentares-na-primeira-infancia/">Desenvolvimento dos hábitos alimentares na primeira infância</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>A prevenção de doenças cardiovasculares, anemia e obesidade começa na vida intrauterina. Uma alimentação cuidadosa durante a gestação, amamentação e primeira infância possibilita o crescimento e desenvolvimento adequados do bebê e contribui para a formação de hábitos alimentares saudáveis para toda a vida. </p>



<p>Nos primeiros seis meses de vida, o leite materno é o alimento mais completo e indicado para os bebês. O aleitamento materno deve ser exclusivo até o sexto mês e mantido até os dois anos de idade ou mais, desde que tenha a função nutritiva e respeite a vontade da criança e da mãe. Após o sexto<sup> </sup>mês de vida, a alimentação complementar deve ser introduzida. </p>



<p>A
alimentação é uma atividade que envolve muitas estruturas do corpo humano e a
coordenação de todo o sistema neuromuscular. O aleitamento materno estimula
a respiração nasal e correta sucção, favorecendo o crescimento harmônico da
boca e da face, importante para a mastigação. Ele ainda expõe
a criança a uma ampla experiência sensorial, facilitando a aceitação da
alimentação complementar.</p>



<p>Ao completar seis meses, a criança apresenta maturidade para receber novos alimentos, em diferentes apresentações e texturas, na forma de <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/alimentacao-complementar-da-crianca-e-fundamental-para-o-bom-desenvolvimento/">alimentação complementar</a>. Nessa idade, essa passa a preencher as necessidades nutricionais, até então supridas integralmente pelo aleitamento materno ou artificial, garantindo a manutenção do crescimento adequado e permitindo que a criança alcance o padrão alimentar da família a partir dos 12 meses.</p>



<p>A mastigação é uma função aprendida e o alimento oferecido em diferentes texturas é o responsável pelo seu desenvolvimento. Mesmo sem a presença dos dentes, a criança amassa e tritura os alimentos com a ajuda da gengiva, que já se encontra rígida pela proximidade da erupção dos dentes. No começo, ela apresenta movimentos irregulares em resposta a oferta de alimentos na forma de papas e pequenos pedaços, que evoluem para movimentos em ciclos com a oferta de alimentos mais consistentes, em pedaços maiores, crus, com casca ou bagaço (foto).</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/02/HabitosAlimentares-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3018"/></figure>



<p>Os alimentos devem ser ofertados de maneira lenta e progressiva, respeitando os hábitos culturais e regionais. A criança pode apresentar resistência as novas texturas, odores, sabores e utensílios. É fundamental que a família tenha conhecimento das dificuldades e apresente um cardápio saudável, variado, saboroso, rico em alimentos “<em>in natura</em>”, com o mínimo de alimentos processados e conservantes (corantes, estabilizantes, adoçantes e outros ingredientes industriais) e com baixo teor de sal e gorduras. Vale lembrar que a criança não deve ser exposta ao açúcar até os dois anos de idade e que a água deve ser a fonte de hidratação. Sucos naturais não devem ser ofertados no primeiro ano de vida e a partir de então, consumidos com moderação. Sucos artificiais, refrescos e refrigerantes devem ser sempre evitados, pois além de atrapalharem o apetite, não são saudáveis.</p>



<p>A oferta dos alimentos nos dois primeiros anos de
vida merece uma atenção especial e deve ser feita com cautela. A família desempenha
o papel de “modelo alimentar” das crianças em relação ao que comer (qualidade,
variedade e quantidade) e como comer (local, número e duração das refeições,
ambiente tranquilo, companhia, etc.). Nessa fase, é essencial identificar e
respeitar os sinais de fome e saciedade. A criança pode parar de comer quando
está saciada, por estar distraída com o ambiente ou por querer descansar,
voltando a comer em seguida. O importante é não forçá-la a comer, associar
prêmios ao raspar o prato, ceder a chantagens ou trocar refeições por lanches
ou guloseimas. </p>



<p>Hábitos estabelecidos na infância serão o alicerce
da alimentação saudável ao longo da vida.</p>



<p>___<br><strong>Relatora</strong>:<br><strong>Vera Regina Mello Dishchekenian</strong><br><strong>Grupo de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Alimentação da criança e a gordura do bem: o DHA</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alimentacao-da-crianca-e-a-gordura-do-bem-o-dha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:30:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>As gorduras (ou lipídios) fazem parte da alimentação humana como fonte e “depósito” de energia. Calcula-se que 30 a 40% da ingestão calórica diária provém de gorduras. Mas não é somente isso! Gorduras também possuem função estrutural na formação das células do organismo e são importantes componentes no metabolismo – como núcleo de alguns hormônios – e na regulação da atividade inflamatória. O organismo humano necessita receber gordura pela alimentação, pois assim terá acesso aos chamados ácidos graxos, que são considerados essenciais, ou seja, não conseguimos produzi-los, mas sim transformá-los através do metabolismo em compostos estruturais e bioativos. As gorduras do bem favorecem a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta As gorduras são classificadas como saturadas (por exemplo, as do leite e derivados ou da capa de gordura das carnes) e as insaturadas, que são de maior importância para o organismo, pois ajudam a elevar os níveis de HDL no sangue, conhecido como “colesterol bom”. Elas ainda podem ser sub classificadas entre as da classe ômega-6, que provém principalmente dos óleos vegetais como de soja e milho; ômega-9, encontrada no azeite de oliva; e ômega-3, encontrada em menor quantidade nos óleos vegetais, germe de trigo e peixes. A importância do DHA O processo de metabolismo dos ácidos graxos em nosso corpo dá origem ao DHA (ácido docosahexaenoico) , que auxilia na “fluidez” dos impulsos elétricos da rede de neurônios, de vital importância no desenvolvimento cerebral e cognitivo. Ele também é importante na saúde cardiovascular de crianças e adultos. Além disso, durante os “Primeiros Mil Dias” – soma dos nove meses da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida (730 dias) – que é um período de crescimento acelerado, tanto fisicamente quanto do sistema nervoso, e no qual cerca de 80% do cérebro se desenvolve – a oferta adequada dos nutrientes, em especial do DHA, associado aos estímulos ambientais adequados, favorece a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta. Durante a gestação, ocorre passagem do DHA através da placenta e, após o nascimento, ele está presente no leite humano, em conjunto com outros tipos de ácidos graxos necessários para o crescimento e desenvolvimento da criança. O leite humano é muito rico em DHA e é constituído por diversos ácidos graxos que proveem energia para o crescimento e para metabolismo da criança. Na introdução da alimentação complementar é de grande importância o preparo das refeições com óleo vegetais e consumo de peixes marinhos ricos em DHA. Por esses motivos indica-se o DHA, verdadeira “gordura do bem”, na alimentação da gestante, lactantes, de crianças e adolescentes e também de adultos, para quem se recomenda pelo menos duas porções semanais de peixes marinhos. No caso de baixa ingestão do DHA e/ou quando não se atinge as recomendações nutricionais diárias, deve-se considerar a suplementação, preferencialmente através da fortificação dos alimentos, visando obter seus efeitos benéficos à saúde e desenvolvimento mental e cognitivo ao longo da vida. ___Relator:Dr. Rubens FeferbaumDepartamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicado em 25/06/2019</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/alimentacao-da-crianca-e-a-gordura-do-bem-o-dha/">Alimentação da criança e a gordura do bem: o DHA</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>As gorduras (ou lipídios) fazem parte da <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/importancia-de-uma-alimentacao-saudavel-para-o-desenvolvimento-infantil/">alimentação</a> humana como fonte e “depósito” de energia. Calcula-se que 30 a 40% da ingestão calórica diária provém de gorduras. Mas não é somente isso! Gorduras também possuem função estrutural na formação das células do organismo e são importantes componentes no metabolismo – como núcleo de alguns hormônios – e na regulação da atividade inflamatória.</p>



<p>O organismo humano necessita receber gordura pela alimentação, pois assim terá acesso aos chamados ácidos graxos, que são considerados essenciais, ou seja, não conseguimos produzi-los, mas sim transformá-los através do metabolismo em compostos estruturais e bioativos.</p>



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<p style="font-size:22px"><em>As gorduras do bem favorecem a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta</em></p>



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<p>As gorduras são classificadas como saturadas (por exemplo, as do leite e derivados ou da capa de gordura das carnes) e as insaturadas, que são de maior importância para o organismo, pois ajudam a elevar os níveis de HDL no sangue, conhecido como “colesterol bom”. Elas ainda podem ser sub classificadas entre as da classe ômega-6, que provém principalmente dos óleos vegetais como de soja e milho; ômega-9, encontrada no azeite de oliva; e ômega-3, encontrada em menor quantidade nos óleos vegetais, germe de trigo e peixes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><g class="gr_ gr_11 gr-alert gr_gramm gr_inline_cards gr_run_anim Grammar multiReplace" id="11" data-gr-id="11">A importância</g> do DHA</h4>



<p>O processo de metabolismo dos ácidos graxos em nosso corpo dá origem ao DHA (ácido docosahexaenoico) , que auxilia na “fluidez” dos impulsos elétricos da rede de neurônios, de vital importância no desenvolvimento cerebral e cognitivo. Ele também é importante na saúde cardiovascular de crianças e adultos.</p>



<p>Além disso, durante os “<a href="http://www.pediatraorienta.org.br/mil-dias-a-janela-de-oportunidades-da-saude-da-crianca-e-suas-repercussoes-na-vida-adulta/">Primeiros Mil Dias</a>” – soma dos nove meses da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida (730 dias) – que é um período de crescimento acelerado, tanto fisicamente quanto do sistema nervoso, e no qual cerca de 80% do cérebro se desenvolve – a oferta adequada dos nutrientes, em especial do DHA, associado aos estímulos ambientais adequados, favorece a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta.</p>



<p>Durante a gestação, ocorre passagem do DHA através da placenta e, após o nascimento, ele está presente no <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/voce-sabe-por-que-o-leite-materno-e-o-ideal-para-o-seu-bebe/">leite humano</a>, em conjunto com outros tipos de ácidos graxos necessários para o crescimento e desenvolvimento da criança. O leite humano é muito rico em DHA e é constituído por diversos ácidos graxos que proveem energia para o crescimento e para metabolismo da criança.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Depositphotos_71209131_didesign-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-2848"/><figcaption>didesign | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>Na introdução da alimentação complementar é de grande importância o preparo das refeições com óleo vegetais e consumo de peixes marinhos ricos em DHA. Por esses motivos indica-se o DHA, verdadeira “gordura do bem”, na alimentação da gestante, lactantes, de crianças e adolescentes e também de adultos, para quem se recomenda pelo menos duas porções semanais de peixes marinhos.</p>



<p>No caso de baixa ingestão do DHA e/ou quando não se atinge as recomendações nutricionais diárias, deve-se considerar a suplementação, preferencialmente através da fortificação dos alimentos, visando obter seus efeitos benéficos à saúde e desenvolvimento mental e cognitivo ao longo da vida.</p>



<p>___<br><strong>Relator:<br>Dr. Rubens Feferbaum</strong><br>Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p>Publicado em 25/06/2019</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: quando não se tratar da clássica cólica do lactente</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-quando-nao-se-tratar-da-classica-colica-do-lactente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 May 2018 18:25:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Agora vamos tratar de: cólicas no primeiro ano de vida &#160; Quando não se tratar da clássica cólica do lactente Fora dessa faixa etária, principalmente após o sexto mês de vida, quando há a introdução da alimentação complementar, as cólicas ainda podem ocorrer com intensidade e frequência diferentes, dependendo da causa. A introdução da alimentação complementar por si só pode causar cólicas devido a adaptação do organismo a esses novos alimentos apresentados. Além disso, a ingestão excessiva de alimentos, bem como de alimentos impróprios para essa fase, como salgadinhos e guloseimas, pode provocar desconforto tanto intestinal quanto gástrico. Verminoses, incomuns nessa idade, podem ocorrer por falta de higiene no preparo dos alimentos e na falta de fervura da água oferecida à criança. Infecções, tanto por vírus quanto por bactérias, também podem acometer o bebê, porém costumam estar associadas a outros sintomas (vômitos, diarreia, febre). A constipação intestinal, ou intestino preso, pode ter a cólica como sintoma importante, associada a dificuldade para evacuar. Pode ser causada por uma dieta pobre em verduras, legumes e frutas, além da baixa ingestão de água. Todos os casos devem ser avaliados e orientados individualmente pelo pediatra, o melhor profissional para acompanhar as crianças em todas as fases da vida. ___ Relatoras: Dra. Cátia R. B. Fonseca Dra. Cristina Delambert Bizzotto Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP. Publicado em 9/05/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-quando-nao-se-tratar-da-classica-colica-do-lactente/">Momento Saúde: quando não se tratar da clássica cólica do lactente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-2039 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/04/MomentoAmbulatorial-300x200.png" alt="momento saúde" width="300" height="200" />A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Agora vamos tratar de:<br />
<strong>cólicas no primeiro ano de vida</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Quando não se tratar da clássica cólica do lactente</strong></h1>
<p>Fora dessa faixa etária, principalmente após o sexto mês de vida, quando há a introdução da alimentação complementar, as cólicas ainda podem ocorrer com intensidade e frequência diferentes, dependendo da causa.</p>
<p>A introdução da alimentação complementar por si só pode causar cólicas devido a adaptação do organismo a esses novos alimentos apresentados. Além disso, a ingestão excessiva de alimentos, bem como de alimentos impróprios para essa fase, como salgadinhos e guloseimas, pode provocar desconforto tanto intestinal quanto gástrico. Verminoses, incomuns nessa idade, podem ocorrer por falta de higiene no preparo dos alimentos e na falta de fervura da água oferecida à criança. Infecções, tanto por vírus quanto por bactérias, também podem acometer o bebê, porém costumam estar associadas a outros sintomas (vômitos, diarreia, febre).</p>
<p>A constipação intestinal, ou intestino preso, pode ter a cólica como sintoma importante, associada a dificuldade para evacuar. Pode ser causada por uma dieta pobre em verduras, legumes e frutas, além da baixa ingestão de água.</p>
<p>Todos os casos devem ser avaliados e orientados individualmente pelo pediatra, o melhor profissional para acompanhar as crianças em todas as fases da vida.</p>
<p><div id="attachment_2053" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2053" class="size-large wp-image-2053" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/04/baby_eating_1524065291-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2053" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/yalehealth/">yalehealth</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>___<br />
<strong>Relatoras:</strong><br />
<strong>Dra. Cátia R. B. Fonseca<br />
Dra. Cristina Delambert Bizzotto</strong><br />
Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP.</p>
<p>Publicado em 9/05/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-quando-nao-se-tratar-da-classica-colica-do-lactente/">Momento Saúde: quando não se tratar da clássica cólica do lactente</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A transição entre aleitamento materno e dieta sólida</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-transicao-entre-aleitamento-materno-e-dieta-solida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 18:10:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Pediatras explicam quando e como deve ser feita a introdução de alimentos na pequena infância. Por Dra. Cátia R.B Fonseca e Dr. Yechiel Moises Chencinski A recomendação da Organização Mundial de Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e do Ministério da Saúde é que o aleitamento materno seja exclusivo e em livre demanda desde a sala de parto até o sexto mês de idade, estendido até 2 anos ou mais. E, mesmo que a criança esteja em aleitamento misto ou só recebendo fórmula, se mantém a introdução de alimentos aos 6 meses de vida, devido a alguns fatores importantes ligados ao desenvolvimento do pequeno que só acontecem nessa fase, como: Perder o reflexo de colocar a língua para fora (a protrusão de língua) Já começar a se sentar, ao menos com apoio Ter condições de mastigar, mesmo sem os dentes A oferta adequada da alimentação complementar, também chamada de alimentação de transição, é definida como a introdução de alimentos sólidos em adição ao leite materno. A transição entre “beber” (mamar) e “comer” a comida não requer pressa, deve ser feita paulatinamente, mas se mostra imprescindível para as crianças aos 6 meses. O seu início antes ou muito após essa idade pode gerar carências ou excessos alimentares, contribuindo tanto para deficiência de nutrientes e desnutrição como para sobrepeso e obesidade infantil. É importante lembrar que, mesmo após os 6 meses de idade, o leite materno ainda é um alimento importante para a criança e portanto deve ser mantido até o desmame natural. Não é recomendado o uso de liquidificador, mixer ou peneira para facilitar a aceitação de papas e das frutas, uma vez que o nenê já está preparado para mastigar, engolir e fazer a digestão dos alimentos que serão introduzidos cozidos e amassados ou desfiados (as carnes), ou crus, raspados e amassados (alguns legumes e frutas). A alimentação da criança vai garantir aporte suficiente de energia (calorias), proteínas e também de micronutrientes (vitaminas, ferro e minerais). As quantidades de açúcar e sal também precisam ser observadas, já que os hábitos alimentares adquiridos nessa fase normalmente se mantêm e poderão levar a problemas futuros. O açúcar não deve fazer parte da alimentação da criança no primeiro ano de vida, bem como alimentos com corantes e conservantes. O sal, por sua vez, deve ser usado com muita moderação. Todos esses cuidados levarão a um excelente crescimento e desenvolvimento da criança, além de atuar numa formação adequada dos dentes, da musculatura da face (e a capacidade de mastigar), bem como evitar problemas como as cáries. É importante alertar os pais que hoje em dia não é considerada adequada a oferta de frutas na forma de sucos, mas sim o consumo in natura, pois a bebida terá uma concentração muito maior de calorias e também não irá auxiliar no desenvolvimento da mastigação e deglutição da criança. ___ Texto produzido por Dra. Cátia R.B Fonseca e Dr. Yechiel Moises Chencinski para o site SAÚDE. Link original: http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/a-transicao-entre-aleitamento-materno-e-dieta-solida/ Dra. Cátia R.B. Fonseca é presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Dr. Yechiel Moises Chencinski é presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP e membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP. Publicado em 7/02/2017. photo credit: PublicDomainPictures &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-transicao-entre-aleitamento-materno-e-dieta-solida/">A transição entre aleitamento materno e dieta sólida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1513" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/03/baby-84686_1280-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />Pediatras explicam quando e como deve ser feita a introdução de alimentos na pequena infância.<br />
<em>Por Dra. Cátia R.B Fonseca e Dr. Yechiel Moises Chencinski</em></p>
<p>A recomendação da Organização Mundial de Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e do Ministério da Saúde é que o aleitamento materno seja exclusivo e em livre demanda desde a sala de parto até o sexto mês de idade, estendido até 2 anos ou mais. E, mesmo que a criança esteja em aleitamento misto ou só recebendo fórmula, se mantém a introdução de alimentos aos 6 meses de vida, devido a alguns fatores importantes ligados ao desenvolvimento do pequeno que só acontecem nessa fase, como:</p>
<ul>
<li>Perder o reflexo de colocar a língua para fora (a protrusão de língua)</li>
<li>Já começar a se sentar, ao menos com apoio</li>
<li>Ter condições de mastigar, mesmo sem os dentes</li>
</ul>
<p>A oferta adequada da alimentação complementar, também chamada de alimentação de transição, é definida como a introdução de alimentos sólidos em adição ao leite materno.</p>
<p>A transição entre “beber” (mamar) e “comer” a comida não requer pressa, deve ser feita paulatinamente, mas se mostra imprescindível para as crianças aos 6 meses. O seu início antes ou muito após essa idade pode gerar carências ou excessos alimentares, contribuindo tanto para deficiência de nutrientes e desnutrição como para sobrepeso e obesidade infantil. É importante lembrar que, mesmo após os 6 meses de idade, o leite materno ainda é um alimento importante para a criança e portanto deve ser mantido até o desmame natural.</p>
<p>Não é recomendado o uso de liquidificador, mixer ou peneira para facilitar a aceitação de papas e das frutas, uma vez que o nenê já está preparado para mastigar, engolir e fazer a digestão dos alimentos que serão introduzidos cozidos e amassados ou desfiados (as carnes), ou crus, raspados e amassados (alguns legumes e frutas).</p>
<p>A alimentação da criança vai garantir aporte suficiente de energia (calorias), proteínas e também de micronutrientes (vitaminas, ferro e minerais). As quantidades de açúcar e sal também precisam ser observadas, já que os hábitos alimentares adquiridos nessa fase normalmente se mantêm e poderão levar a problemas futuros. O açúcar não deve fazer parte da alimentação da criança no primeiro ano de vida, bem como alimentos com corantes e conservantes. O sal, por sua vez, deve ser usado com muita moderação.</p>
<p>Todos esses cuidados levarão a um excelente crescimento e desenvolvimento da criança, além de atuar numa formação adequada dos dentes, da musculatura da face (e a capacidade de mastigar), bem como evitar problemas como as cáries.</p>
<p>É importante alertar os pais que hoje em dia não é considerada adequada a oferta de frutas na forma de sucos, mas sim o consumo in natura, pois a bebida terá uma concentração muito maior de calorias e também não irá auxiliar no desenvolvimento da mastigação e deglutição da criança.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido por Dra. Cátia R.B Fonseca e Dr. Yechiel Moises Chencinski para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/a-transicao-entre-aleitamento-materno-e-dieta-solida/">http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/a-transicao-entre-aleitamento-materno-e-dieta-solida/</a></p>
<p>Dra. Cátia R.B. Fonseca é presidente do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Dr. Yechiel Moises Chencinski é presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP e membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP.</p>
<p>Publicado em 7/02/2017.<br />
photo credit: PublicDomainPictures | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-transicao-entre-aleitamento-materno-e-dieta-solida/">A transição entre aleitamento materno e dieta sólida</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
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		<title>Alimentação complementar da criança é fundamental para o bom desenvolvimento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alimentacao-complementar-da-crianca-e-fundamental-para-o-bom-desenvolvimento-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2015 10:16:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
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		<category><![CDATA[Primeiros mil dias de vida]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A recomendação da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde é a oferta de aleitamento materno exclusivo durante os seis primeiros meses de vida da criança. Após esse período, inicia-se a alimentação complementar, implementando nutrientes necessários para o bom desenvolvimento infantil, como ferro, zinco e vitaminas. Dr. Rubens Feferbaum, vice-presidente do Departamento de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), destaca a relevância da escolha dos alimentos para o bebê, desde a hora das compras até o modo de preparo. “Prefira sempre os mais frescos possíveis, observando, no momento da compra, como estão armazenados”. O pediatra ressalta ainda que a higienização em casa deve ser cuidadosa, lavando tudo o que oferecer para a criança, mesmo se cozido posteriormente. Em relação aos temperos, optar pelos naturais, como salsinha, cebolinha e um pouco de óleo vegetal. O sal, se usar, em doses mínimas. O ideal é aproveitar o sabor natural de cada item. Uma criança com uma alimentação variada, balanceada em proteínas, gordura e carboidratos, rica em micronutrientes, vitaminas e minerais se desenvolve melhor. “Nos primeiros meses de vida, é essencial a manutenção de uma oferta balanceada, para a criança &#8212; e também para a mãe! &#8212; para o crescimento e desenvolvimento cognitivo adequados”, explica Feferbaum. A boa dieta do bebê auxilia na formação da resistência a doenças, uma vez que possui interação com o intestino e estimula a instalação de uma microbiota saudável. Além disso, as vitaminas que a criança adquire pela comida têm relação direta com a imunidade. “Chamamos de alimentação complementar aquela realizada em conjunto com a amamentação, normalmente após os seis meses de vida. No entanto, é importante destacar a alimentação nos primeiros 1.000 dias de vida, que é o período compreendido entre a gestação (280 dias) e os 2 primeiros anos (720). Por essa razão, a nutrição e alimentação da gestante também merecem atenção, assim como o preparo para o aleitamento. O acompanhamento com o pediatra para orientação da nutrição adequada da criança em todas as fases da vida é outro fator fundamental”, destaca. A seguir, confira como as dicas de introdução alimentar de acordo com cada faixa etária da criança: De seis a nove meses Com o amadurecimento do intestino e do organismo, aos poucos é possível introduzir as comidas, sempre respeitando o tempo de aceitação de cada bebê. Geralmente, papa de legumes e grutas amassadas em forma natural são as primeiras novidades. Aos poucos, o paladar se acostuma aos novos sabores. Entretanto, é importante apresentar um alimento por vez e aguardar alguns dias para algo novo ou até para misturar. Dessa forma, é possível verificar a aceitação do organismo, reações alérgicas, dores de barriga ou diarreia. Os legumes, as verduras e as carnes são acrescentadas a partir do 6º mês somente no almoço, já no “jantar” somente a partir do 7º mês. A consistência dos alimentos deve evoluir, para incentivar os movimentos de mastigação aos alimentos mais sólidos e não apenas líquidos e pastas. É importante explorar a variedadepara uma boa aceitação dos próximos alimentos. O leite ainda é essencial para o bebe, de preferência o materno. A Organização Mundial da Saúde preconiza o aleitamento materno até os dois anos de vida. Caso o bebê tome fórmula infantil, nessa faixa etária a aceitação média é de 500 a 700 ml por dia. Vale ressaltar que só pode introduzir o leite de vaca após 1 ano de idade, desde que haja dificuldades na manutenção de uma formula infantil adequada para a idade. De nove meses a um ano Os alimentos sólidos devem compor uma parcela significativa da dieta nessa idade. Já começam a surgir mais dentes, facilitando a mastigação dos pedaços de comida. Agora o bebê tenta comer sozinho, por volta dos 9 meses e, logo aos 10 meses, pode conseguir acertar a colher na boca. É comum desenvolver o hábito de chupar alguns alimentos. Os pais podem ofertar aos filhos pedaço de carne, frutas, entre outros sólidos. Além de massagear a gengiva, ajuda a desenvolver independência. Evite alimentos redondos e pequenos, como uvas, nessa fase. Próximas de completar um ano, as crianças já não se alimentam uniformemente: alguns dias comem muito, outros praticamente nada. Os pais não devem ficar ansiosos e insistirem. É e natural e não deve ser motivo de ansiedade dos pais. De 1 ano a 1 ano e meio A característica típica dessa idade é a recusa dos alimentos. A inconstância na hora de comer é resultado da diminuição no ritmo de crescimento após o primeiro ano – o corpo muda e segue as tendências genéticas, além dos efeitos das atividades físicas. O mundo é explorado mais intensamente e não sobra muito tempo para se interessar por comida. Por isso é importante a oferta de pequenos lanches nutritivos durante o dia. A comida especial dá lugar ao cardápio normal da família, que deve se ajustar de forma mais saudável, evitando-se o uso de temperos fortes e excesso de sal, açúcar e gordura em algum prato. O consumo de alimentos gordurosos e muito doces deve ser controlado desde cedo para não viciar a criança desde cedo. Como o paladar ainda está em formação, o ideal é introduzir sabores suaves e naturais. A oferta diária de leite em média 500 ml. De 1 ano e meio a 2 anos Os talheres são mais bem manuseados, canudos são utilizados, além do maior número de dentes. Entretanto, surge a inquietação na hora das refeições e demonstrações de independência. É preciso ficar atento para que a criança não enjoe da comida e afunile suas experiências de paladar. Para isso, invista na oferta de alimentos variados e na realização das refeições em família à mesa. A criatividade também é muito importante para despertar o interesse da criança deve desde que é muito importante a apresentação e a cor dos alimentos, além do que comidinha tem que ter variação e ser gostosa. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 26/02/2015. photo credit: © Gewoldi &#124; Dreamstime.com &#8211; Young Child Eating...</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/alimentacao-complementar-da-crianca-e-fundamental-para-o-bom-desenvolvimento-2/">Alimentação complementar da criança é fundamental para o bom desenvolvimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2015/02/dreamstime_xs_24016403.jpg" rel="prettyphoto[26944]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-845" src="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2015/02/dreamstime_xs_24016403.jpg?w=218" alt="" width="218" height="300" /></a>A recomendação da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde é a oferta de aleitamento materno exclusivo durante os seis primeiros meses de vida da criança. Após esse período, inicia-se a alimentação complementar, implementando nutrientes necessários para o bom desenvolvimento infantil, como ferro, zinco e vitaminas.</p>
<p>Dr. Rubens Feferbaum, vice-presidente do Departamento de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), destaca a relevância da escolha dos alimentos para o bebê, desde a hora das compras até o modo de preparo. “Prefira sempre os mais frescos possíveis, observando, no momento da compra, como estão armazenados”.</p>
<p>O pediatra ressalta ainda que a higienização em casa deve ser cuidadosa, lavando tudo o que oferecer para a criança, mesmo se cozido posteriormente. Em relação aos temperos, optar pelos naturais, como salsinha, cebolinha e um pouco de óleo vegetal. O sal, se usar, em doses mínimas. O ideal é aproveitar o sabor natural de cada item.</p>
<p>Uma criança com uma alimentação variada, balanceada em proteínas, gordura e carboidratos, rica em micronutrientes, vitaminas e minerais se desenvolve melhor. “Nos primeiros meses de vida, é essencial a manutenção de uma oferta balanceada, para a criança &#8212; e também para a mãe! &#8212; para o crescimento e desenvolvimento cognitivo adequados”, explica Feferbaum. A boa dieta do bebê auxilia na formação da resistência a doenças, uma vez que possui interação com o intestino e estimula a instalação de uma microbiota saudável. Além disso, as vitaminas que a criança adquire pela comida têm relação direta com a imunidade.</p>
<p>“Chamamos de alimentação complementar aquela realizada em conjunto com a amamentação, normalmente após os seis meses de vida. No entanto, é importante destacar a alimentação nos primeiros 1.000 dias de vida, que é o período compreendido entre a gestação (280 dias) e os 2 primeiros anos (720). Por essa razão, a nutrição e alimentação da gestante também merecem atenção, assim como o preparo para o aleitamento. O acompanhamento com o pediatra para orientação da nutrição adequada da criança em todas as fases da vida é outro fator fundamental”, destaca.</p>
<p>A seguir, confira como as dicas de introdução alimentar de acordo com cada faixa etária da criança:</p>
<p><strong>De seis a nove meses</strong><br />
Com o amadurecimento do intestino e do organismo, aos poucos é possível introduzir as comidas, sempre respeitando o tempo de aceitação de cada bebê. Geralmente, papa de legumes e grutas amassadas em forma natural são as primeiras novidades. Aos poucos, o paladar se acostuma aos novos sabores. Entretanto, é importante apresentar um alimento por vez e aguardar alguns dias para algo novo ou até para misturar. Dessa forma, é possível verificar a aceitação do organismo, reações alérgicas, dores de barriga ou diarreia. Os legumes, as verduras e as carnes são acrescentadas a partir do 6º mês somente no almoço, já no “jantar” somente a partir do 7º mês. A consistência dos alimentos deve evoluir, para incentivar os movimentos de mastigação aos alimentos mais sólidos e não apenas líquidos e pastas. É importante explorar a variedadepara uma boa aceitação dos próximos alimentos. O leite ainda é essencial para o bebe, de preferência o materno. A Organização Mundial da Saúde preconiza o aleitamento materno até os dois anos de vida. Caso o bebê tome fórmula infantil, nessa faixa etária a aceitação média é de 500 a 700 ml por dia. Vale ressaltar que só pode introduzir o leite de vaca após 1 ano de idade, desde que haja dificuldades na manutenção de uma formula infantil adequada para a idade.</p>
<p><strong>De nove meses a um ano</strong><br />
Os alimentos sólidos devem compor uma parcela significativa da dieta nessa idade. Já começam a surgir mais dentes, facilitando a mastigação dos pedaços de comida. Agora o bebê tenta comer sozinho, por volta dos 9 meses e, logo aos 10 meses, pode conseguir acertar a colher na boca. É comum desenvolver o hábito de chupar alguns alimentos. Os pais podem ofertar aos filhos pedaço de carne, frutas, entre outros sólidos. Além de massagear a gengiva, ajuda a desenvolver independência. Evite alimentos redondos e pequenos, como uvas, nessa fase. Próximas de completar um ano, as crianças já não se alimentam uniformemente: alguns dias comem muito, outros praticamente nada. Os pais não devem ficar ansiosos e insistirem. É e natural e não deve ser motivo de ansiedade dos pais.</p>
<p><strong>De 1 ano a 1 ano e meio</strong><br />
A característica típica dessa idade é a recusa dos alimentos. A inconstância na hora de comer é resultado da diminuição no ritmo de crescimento após o primeiro ano – o corpo muda e segue as tendências genéticas, além dos efeitos das atividades físicas. O mundo é explorado mais intensamente e não sobra muito tempo para se interessar por comida. Por isso é importante a oferta de pequenos lanches nutritivos durante o dia. A comida especial dá lugar ao cardápio normal da família, que deve se ajustar de forma mais saudável, evitando-se o uso de temperos fortes e excesso de sal, açúcar e gordura em algum prato. O consumo de alimentos gordurosos e muito doces deve ser controlado desde cedo para não viciar a criança desde cedo. Como o paladar ainda está em formação, o ideal é introduzir sabores suaves e naturais. A oferta diária de leite em média 500 ml.</p>
<p><strong>De 1 ano e meio a 2 anos</strong><br />
Os talheres são mais bem manuseados, canudos são utilizados, além do maior número de dentes. Entretanto, surge a inquietação na hora das refeições e demonstrações de independência. É preciso ficar atento para que a criança não enjoe da comida e afunile suas experiências de paladar. Para isso, invista na oferta de alimentos variados e na realização das refeições em família à mesa. A criatividade também é muito importante para despertar o interesse da criança deve desde que é muito importante a apresentação e a cor dos alimentos, além do que comidinha tem que ter variação e ser gostosa.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 26/02/2015.<br />
photo credit: © <a href="http://www.dreamstime.com/gewoldi_info#res359525">Gewoldi</a> | <a href="http://www.dreamstime.com/#res359525">Dreamstime.com</a> &#8211; <a href="http://www.dreamstime.com/stock-photos-young-child-eating-high-chair-image24016403#res359525">Young Child Eating In High Chair Photo</a></p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/alimentacao-complementar-da-crianca-e-fundamental-para-o-bom-desenvolvimento-2/">Alimentação complementar da criança é fundamental para o bom desenvolvimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alimentação complementar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alimentacao-complementar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2014 11:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O que é alimentação complementar? Conjunto de outros alimentos, além do leite materno, oferecidos para a criança. Pode ser denominada alimentação de transição e deve ser preparada especialmente para o bebê até que ele possa receber os alimentos consumidos pela família, o que acontece por volta de 10 a 12 meses de idade. Por isso é importante estimular a família a ter uma alimentação saudável. Quando deve ser iniciada? A partir dos seis meses de vida. O aleitamento materno pode ser mantido até dois anos. Aos poucos a criança começa a receber maior quantidade e variedade de alimentos complementares. A consistência também muda, no começo é pastosa e, com o passar dos meses, a comida deve ter pedacinhos maiores para o bebê treinar a mastigação. Qual a sequência de introdução? Aos 6 meses de vida deve-se iniciar com frutas (amassadas, raspadas ou na forma de suco), na semana seguinte com a primeira papa (almoço ou jantar) e aos 7 meses de idade com a segunda papa. Esquema de introdução da alimentação complementar:  Faixa etária  Tipo de alimento  Até 6 meses  Aleitamento materno exclusivo  A partir dos 6 meses Fruta (amassada, raspada ou na forma de suco) Primeira papa (misturas múltiplas)  A partir dos 7 meses  Segunda papa (misturas múltiplas)  A partir dos 9 meses  Aumentar a consistência e variedade dos alimentos oferecidos  Entre 10 e 12 meses  Alimentação da família (orientar práticas saudáveis) Fonte: Manual de Orientação Departamento de Nutrologia da SBP, 2012. http://www.sbp.com.br/pdfs/14617a-PDManualNutrologia-Alimentacao.pdf &#160; Como preparar a papa principal e quais alimentos utilizar? Desde o início a papa deve ter vários grupos de alimentos (cereais e tubérculos, leguminosas, hortaliças e carne). Orientações gerais: • Separe os alimentos que serão utilizados, descasque e pique em pedaços médios ou grandes, pois eles serão amassados. • Utilize temperos naturais (salsinha, cebola, alho, cebolinha). • Não adicione sal e nem refogue os temperos com óleo. • Cozinhe os alimentos junto com os temperos com a menor quantidade de água possível. Lembre-se que alguns alimentos cozinham antes que os outros, coloque os que demoram mais primeiro. • Depois que os alimentos estiverem bem macios, coloque-os em um prato e amasse bem com um garfo. • Depois de amassar os alimentos, coloque duas colheres (bebês de 6-7 meses) e 4 colheres (8-10 meses) de sopa no prato que a criança vai comer. Adicione uma colher das de chá de óleo vegetal (soja ou canola) na papa já separada e misture. • Você pode preparar a papa para o almoço e jantar. Deixe na geladeira no intervalo das refeições. • Também é possível congelar em freezer ou geladeira com portas separadas. Prepare as papas, coloque o conteúdo em potes pequenos e leve imediatamente para o congelador. Não esqueça de colocar uma etiqueta no pote com data e horário da preparação (prazo máximo para consumo: 15 a 21 dias). • Para descongelar, deixe na prateleira da geladeira por 12 horas antes de servir e aqueça em banho-maria ou em panela diretamente no fogo baixo. O que o bebê não comer, despreze e não leve novamente à geladeira ou ao freezer. Componentes das misturas para a composição das papas:  Cereal ou tubérculo  Leguminosa  Proteína animal  Hortaliças Arroz Milho Macarrão Batata Mandioca Inhame Cará Feijão Soja Ervilha Lentilha Grão-de-bico Carne bovina Vísceras Frango Ovos Peixe Carne suína Verduras: Alface Espinafre Couve Almeirão Legumes: Cenoura Chuchu Abóbora Vagem Fonte: Manual de Orientação Departamento de Nutrologia da SBP, 2012. http://www.sbp.com.br/pdfs/14617a-PDManualNutrologia-Alimentacao.pdf &#160; O que fazer se o bebê não aceita as papas? Não se preocupe, isso costuma acontece no começo. Quando a criança faz uma careta para o alimento que está provando pela primeira vez, isso não significa que ela não goste, apenas que não conhecia aquele gosto. Os alimentos devem ser oferecidos 8 a 10 vezes, em dias, preparações e texturas diferentes. Essa exposição repetida faz a criança acostumar com o sabor deles. Atenção: • Não há benefícios em se introduzir alimentos complementares antes e nem de retardar o início, além do preconizado. A introdução precoce (antes dos 4 meses) ou tardia (após os 7 meses) relaciona-se com maior risco para desenvolvimento de diarreia, alergias, obesidade e pressão alta no futuro. • As frutas devem ser introduzidas preferencialmente na forma de papas ou amassadas. Se oferecidas na forma de sucos, deve-se respeitar a quantidade máxima de 100 mL/dia. • A carne, de preferência vermelha, deve ser picada ou desfiada e oferecida todos os dias nas duas papas (almoço e jantar). • O ovo inteiro (clara e gema) pode ser introduzido, sempre bem cozido, a partir dos seis meses de vida. • Os peixes, à semelhança de outras carnes, podem ser introduzidos a partir do sexto mês de vida. • Não refogar os alimentos com óleo na preparação da papa. O óleo vegetal deve ser adicionado ao final da preparação. • Não acrescente sal ou condimentos industrializados na preparação da papa. O sal só deverá ser adicionado na alimentação da criança a partir de 1 ano de idade, quando passará a receber a alimentação da família. • Mesmo bebês pequenos controlam o quanto querem comer. Há dias que estão com mais fome e, outros, com menos. Isso é um treino para que ele aprenda a comer a quantidade que precisa ao longo da vida. Não force a criança a comer, se ela não estiver com fome. ___ Relatora: Dra. Fabíola Isabel Suano de Souza Departamento Científico de Nutrição da SPSP. Publicado em 19/11/2014. photo credit: © Bereta &#124; Dreamstime.com &#8211; Baby Girl Eating Photo Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><strong><a href="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2014/11/dreamstime_xs_39495791.jpg" rel="prettyphoto[26931]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-796" src="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2014/11/dreamstime_xs_39495791.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a>O que é alimentação complementar? </strong><br />
Conjunto de outros alimentos, além do leite materno, oferecidos para a criança. Pode ser denominada alimentação de transição e deve ser preparada especialmente para o bebê até que ele possa receber os alimentos consumidos pela família, o que acontece por volta de 10 a 12 meses de idade. Por isso é importante estimular a família a ter uma alimentação saudável.</p>
<p><strong>Quando deve ser iniciada?</strong><br />
A partir dos seis meses de vida. O aleitamento materno pode ser mantido até dois anos. Aos poucos a criança começa a receber maior quantidade e variedade de alimentos complementares. A consistência também muda, no começo é pastosa e, com o passar dos meses, a comida deve ter pedacinhos maiores para o bebê treinar a mastigação.</p>
<p><strong>Qual a sequência de introdução? </strong><br />
Aos 6 meses de vida deve-se iniciar com frutas (amassadas, raspadas ou na forma de suco), na semana seguinte com a primeira papa (almoço ou jantar) e aos 7 meses de idade com a segunda papa.</p>
<p><strong>Esquema de introdução da alimentação complementar:</strong></p>
<table style="height:333px;" width="843">
<tbody>
<tr>
<td width="151"><strong> Faixa etária</strong></td>
<td width="435"> <strong>Tipo de alimento</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="151"> Até 6 meses</td>
<td width="435"> Aleitamento materno exclusivo</td>
</tr>
<tr>
<td width="151"> A partir dos 6 meses</td>
<td width="435">Fruta (amassada, raspada ou na forma de suco)</p>
<p>Primeira papa (misturas múltiplas)</td>
</tr>
<tr>
<td width="151"> A partir dos 7 meses</td>
<td width="435"> Segunda papa (misturas múltiplas)</td>
</tr>
<tr>
<td width="151"> A partir dos 9 meses</td>
<td width="435"> Aumentar a consistência e variedade dos alimentos oferecidos</td>
</tr>
<tr>
<td width="151"> Entre 10 e 12 meses</td>
<td width="435"> Alimentação da família (orientar práticas saudáveis)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: Manual de Orientação Departamento de Nutrologia da SBP, 2012.</em><br />
<a href="http://www.sbp.com.br/pdfs/14617a-PDManualNutrologia-Alimentacao.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.sbp.com.br/pdfs/14617a-PDManualNutrologia-Alimentacao.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como preparar a papa principal e quais alimentos utilizar?</strong><br />
Desde o início a papa deve ter vários grupos de alimentos (cereais e tubérculos, leguminosas, hortaliças e carne).</p>
<p><strong>Orientações gerais:</strong><br />
• Separe os alimentos que serão utilizados, descasque e pique em pedaços médios ou grandes, pois eles serão amassados.<br />
• Utilize temperos naturais (salsinha, cebola, alho, cebolinha).<br />
• Não adicione sal e nem refogue os temperos com óleo.<br />
• Cozinhe os alimentos junto com os temperos com a menor quantidade de água possível. Lembre-se que alguns alimentos cozinham antes que os outros, coloque os que demoram mais primeiro.<br />
• Depois que os alimentos estiverem bem macios, coloque-os em um prato e amasse bem com um garfo.<br />
• Depois de amassar os alimentos, coloque duas colheres (bebês de 6-7 meses) e 4 colheres (8-10 meses) de sopa no prato que a criança vai comer. Adicione uma colher das de chá de óleo vegetal (soja ou canola) na papa já separada e misture.<br />
• Você pode preparar a papa para o almoço e jantar. Deixe na geladeira no intervalo das refeições.<br />
• Também é possível congelar em freezer ou geladeira com portas separadas. Prepare as papas, coloque o conteúdo em potes pequenos e leve imediatamente para o congelador. Não esqueça de colocar uma etiqueta no pote com data e horário da preparação (prazo máximo para consumo: 15 a 21 dias).<br />
• Para descongelar, deixe na prateleira da geladeira por 12 horas antes de servir e aqueça em banho-maria ou em panela diretamente no fogo baixo. O que o bebê não comer, despreze e não leve novamente à geladeira ou ao freezer.</p>
<p><strong>Componentes das misturas para a composição das papas:</strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="146"> <strong>Cereal ou tubérculo</strong></td>
<td width="146"> <strong>Leguminosa</strong></td>
<td width="146"> <strong>Proteína animal</strong></td>
<td width="146"> <strong>Hortaliças</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="146">Arroz</p>
<p>Milho</p>
<p>Macarrão</p>
<p>Batata</p>
<p>Mandioca</p>
<p>Inhame</p>
<p>Cará</td>
<td width="146">Feijão</p>
<p>Soja</p>
<p>Ervilha</p>
<p>Lentilha</p>
<p>Grão-de-bico</td>
<td width="146">Carne bovina</p>
<p>Vísceras</p>
<p>Frango</p>
<p>Ovos</p>
<p>Peixe</p>
<p>Carne suína</td>
<td width="146"><strong>Verduras:</strong></p>
<p>Alface</p>
<p>Espinafre</p>
<p>Couve</p>
<p>Almeirão</p>
<p><strong>Legumes:</strong></p>
<p>Cenoura</p>
<p>Chuchu</p>
<p>Abóbora</p>
<p>Vagem</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: Manual de Orientação Departamento de Nutrologia da SBP, 2012.</em><br />
<a href="http://www.sbp.com.br/pdfs/14617a-PDManualNutrologia-Alimentacao.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">http://www.sbp.com.br/pdfs/14617a-PDManualNutrologia-Alimentacao.pdf</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que fazer se o bebê não aceita as papas?</strong><br />
Não se preocupe, isso costuma acontece no começo. Quando a criança faz uma careta para o alimento que está provando pela primeira vez, isso não significa que ela não goste, apenas que não conhecia aquele gosto. Os alimentos devem ser oferecidos 8 a 10 vezes, em dias, preparações e texturas diferentes. Essa exposição repetida faz a criança acostumar com o sabor deles.</p>
<p><strong>Atenção:</strong><br />
• Não há benefícios em se introduzir alimentos complementares antes e nem de retardar o início, além do preconizado. A introdução precoce (antes dos 4 meses) ou tardia (após os 7 meses) relaciona-se com maior risco para desenvolvimento de diarreia, alergias, obesidade e pressão alta no futuro.<br />
• As frutas devem ser introduzidas preferencialmente na forma de papas ou amassadas. Se oferecidas na forma de sucos, deve-se respeitar a quantidade máxima de 100 mL/dia.<br />
• A carne, de preferência vermelha, deve ser picada ou desfiada e oferecida todos os dias nas duas papas (almoço e jantar).<br />
• O ovo inteiro (clara e gema) pode ser introduzido, sempre bem cozido, a partir dos seis meses de vida.<br />
• Os peixes, à semelhança de outras carnes, podem ser introduzidos a partir do sexto mês de vida.<br />
• Não refogar os alimentos com óleo na preparação da papa. O óleo vegetal deve ser adicionado ao final da preparação.<br />
• Não acrescente sal ou condimentos industrializados na preparação da papa. O sal só deverá ser adicionado na alimentação da criança a partir de 1 ano de idade, quando passará a receber a alimentação da família.<br />
• Mesmo bebês pequenos controlam o quanto querem comer. Há dias que estão com mais fome e, outros, com menos. Isso é um treino para que ele aprenda a comer a quantidade que precisa ao longo da vida. Não force a criança a comer, se ela não estiver com fome.</p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Fabíola Isabel Suano de Souza</strong><br />
Departamento Científico de Nutrição da SPSP.</p>
<p>Publicado em 19/11/2014.<br />
photo credit: © <a href="http://www.dreamstime.com/bereta_info#res359525">Bereta</a> | <a href="http://www.dreamstime.com/#res359525">Dreamstime.com</a> &#8211; <a href="http://www.dreamstime.com/stock-image-baby-girl-eating-image39495791#res359525">Baby Girl Eating Photo</a></p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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