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	<title>Arquivos Amor - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Amor - SPSP</title>
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		<title>“Todas as mães se parecem, só muda o endereço.”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 May 2025 11:52:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-das-Maes-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-das-Maes-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-das-Maes-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Parafraseando essa frase conhecida, parabenizo todas as mulheres que exercem essa difícil e gratificante missão – a de cuidar de um novo ser. Tanto o desejo de ser mãe, quanto</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-das-Maes-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-das-Maes-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/05/Imagem-Dia-das-Maes-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Parafraseando essa frase conhecida, parabenizo todas as mulheres que exercem essa difícil e gratificante missão – a de cuidar de um novo ser.</p>
<p style="text-align: justify;">Tanto o desejo de ser mãe, quanto o amor incondicional de uma mãe para com o filho(a), sabe-se hoje, que não são tão naturais quanto se julgava antes. A maternagem é aprendida, tem que ser cultivada para florescer.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste mundo globalizado e interconectado, em boa parte das sociedades modernas, a mulher enfrenta um desafio maior do que antigamente, para o exercício do modo de ser mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje é mais desafiador para a mulher conciliar os diversos papéis a desempenhar: de mulher – inescapável e fundamental; de mãe – a cuidadora de um novo ser e promotora do seu desenvolvimento e crescimento; a de profissional – estar apta para o mercado de trabalho. Há um outro fenômeno que impacta nessa equação: o “encolhimento” da família, que hoje está cada vez mais restrita ao núcleo primário (pai, mãe e filhos). A família estendida (avós, tios e primos) convive cada vez menos e por pouco tempo com esse novo núcleo familiar. A maternagem (conjunto de práticas e cuidados da mãe para o filho, para garantir seu bem-estar físico, emocional e social), nesta nova realidade, pode recair com mais intensidade sobre a figura materna.</p>
<p style="text-align: justify;">Quero homenagear todas as mulheres que optaram pelo exercício da maternagem – tanto aquelas que geraram pela gravidez quanto aquelas que geraram pelo amor, em seus corações, uma nova criatura. Quero, através da ‘mãe pediatra’, minhas colegas de profissão, fazer essa justa homenagem. Tive a oportunidade de conviver no ambiente de trabalho com algumas colegas em seus diversos momentos de maternagem. Percebi as suas dores e angústias, suas preocupações, o cansaço físico e mental.</p>
<p style="text-align: justify;">Pude acompanhar diversas separações da mãe em relação a seu filho(a): a primeira delas, grande e marcante, é a volta ao trabalho, após a licença-maternidade; distância que pode ser mitigada pela tecnologia maravilhosa do ‘big brother’ eletrônico – poder ver e falar com a criança por áudio e vídeo. Serve, também, para suavizar a saudade. A segunda separação, a ida para a escola, pode deixar a impressão de que o filho ou a filha estão ficando independentes. Esse é um dos paradoxos de ser mãe: “devo soltar, mas não quero soltar”. Acaba sendo uma contradição: o objetivo principal de toda maternagem é criar filhos para a vida e que sejam plenamente desenvolvidos, capazes e independentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fernando MF Oliveira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>




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		<title>Um olhar atento e humano para a vida</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/um-olhar-atento-e-humano-para-a-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Oct 2024 12:13:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-cuidados-paliativos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-cuidados-paliativos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-cuidados-paliativos-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O dia 12 de outubro marca o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, uma data crucial para destacarmos a importância de um cuidado de saúde integral e humanizado, especialmente</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-cuidados-paliativos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-cuidados-paliativos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-cuidados-paliativos-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O dia 12 de outubro marca o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, uma data crucial para destacarmos a importância de um cuidado de saúde integral e humanizado, especialmente para aqueles que enfrentam doenças ameaçadoras ou que limitam o curso da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso desmistificar a ideia de que os cuidados paliativos se resumem aos momentos finais da vida. Eles representam muito mais que isso: são um acolhimento atencioso e individualizado às necessidades físicas, emocionais, sociais e espirituais do paciente e de sua família, desde o diagnóstico de uma doença grave até o fim da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aliviando o sofrimento, celebrando a vida</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Imagine um cuidado que vai além do combate à doença, que busca o alívio da dor, do medo e da angústia, proporcionando conforto e bem-estar. Os cuidados paliativos atuam dessa forma, oferecendo:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Controle de sintomas:</strong> Alívio da dor, náuseas, falta de ar e outros sintomas angustiantes, permitindo que o paciente viva com o máximo de conforto possível.</li>
<li><strong>Suporte emocional e espiritual:</strong> Acolhimento e apoio psicológico para lidar com as emoções difíceis que acompanham a doença, além de suporte para que o paciente possa explorar suas crenças e encontrar significado em sua experiência.</li>
<li><strong>Comunicação clara e honesta:</strong> Diálogos abertos e respeitosos entre a equipe médica, o paciente e sua família, garantindo que decisões importantes sejam tomadas em conjunto e de forma consciente.</li>
<li><strong>Auxílio na tomada de decisões:</strong> Orientação e apoio para que o paciente e sua família possam tomar decisões difíceis sobre o tratamento e o futuro, sempre respeitando seus valores e vontades.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuidando de quem cuida</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A importância dos cuidados paliativos se estende também à família e aos cuidadores. Através do suporte e orientação adequados, eles se sentem mais seguros e preparados para lidar com os desafios da doença, proporcionando um ambiente de amor e apoio para o paciente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A necessidade na pediatria: um abraço de ternura</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em se tratando de crianças e adolescentes, os cuidados paliativos assumem um significado ainda mais especial. A fragilidade da infância e o impacto da doença no desenvolvimento exigem uma abordagem singular, que respeite a individualidade de cada criança e proporcione:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Alívio da dor e de outros sintomas, adaptado às necessidades específicas da criança.</strong></li>
<li><strong>Suporte para que a criança compreenda sua condição de saúde de forma lúdica e adequada à sua idade.</strong></li>
<li><strong>Auxílio para que a criança possa ter o máximo de qualidade de vida possível, participando de atividades prazerosas e significativas.</strong></li>
<li><strong>Apoio psicológico e emocional para a criança e sua família, ajudando-os a lidar com as emoções desafiadoras da doença.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuidar para que a vida seja vivida com dignidade e amor, em todas as suas fases, é o princípio fundamental dos cuidados paliativos.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, reforcemos a importância de um olhar humano e compassivo para aqueles que enfrentam a fragilidade da vida. Que a data seja um chamado para a conscientização, para que cada vez mais pessoas tenham acesso a esse cuidado essencial.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Silvia Maria de M. Barbosa<br />Presidente do Núcleo de Estudos de Cuidados Paliativos e Dor da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Contos de fadas &#8211; uma dádiva de amor</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/contos-de-fadas-uma-dadiva-de-amor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Sep 2024 15:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vovó dizia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-conto-de-fadas-5-09-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-conto-de-fadas-5-09-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-conto-de-fadas-5-09-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Muitos contos de fadas começam com a famosa expressão “Era uma vez&#8230;”, acrescida de alguma outra qualificação: “num certo país distante&#8230;”, ou “numa época em que os animais falavam&#8230;”. “Esses começos sugerem que o que se segue não pertence ao aqui e agora que conhecemos (&#8230;) simboliza que estamos deixando o mundo concreto da realidade comum”. A lógica e a causalidade normais estão suspensas. É exatamente por essa peculiaridade que os contos de fadas nos levam, sem nos apercebermos, ao universo do nosso inconsciente, que é igualmente estranho, distante. O conto de fadas leva a criança “para dentro” da história e, através da identificação com algum dos personagens e/ou situações, ocorrem crescimento e amadurecimento. “Quando todos os anseios da criança passam a ser corporificados numa fada boa; seus desejos destrutivos, numa bruxa má; seus medos, num lobo voraz; as exigências de sua consciência, num homem sábio encontrado numa aventura; sua raiva ciumenta, em algum animal que ataca seus rivais – então ela pode começar a organizar suas tendências contraditórias.” (pg. 95). O fundador da Psicanálise – Freud, diz “que só o homem consegue extrair um sentido da sua existência”. Isso pressupõe que o mundo real seja reconhecido e identificado, com suas dores e alegrias. Isso vale para crianças, também; entretanto, uma crença prevalente entre os pais é que a criança deve ser poupada, sempre, de situações que lhe tragam desagrado ou dificuldades – é querer que uma criança viva numa bolha de proteção absoluta. É um engano. “&#8230; a mensagem que os contos de fadas transmitem à criança de forma variada é que a luta contra dificuldades na vida é inevitável, é parte intrínseca da existência humana – mas que, se a pessoa não se intimida e se defronta com as provações, pode conseguir dominar os obstáculos e, ao fim, poderá emergir vitoriosa”. (pg.15) Por essa razão, Lewis Carrol chamou os contos de fadas de uma “dádiva de amor”. Ler ou ouvir um conto de fadas tem o poder de incentivar a imaginação da criança. Não é necessário nenhum livro supercolorido, com paisagens em 3D, ou desenhos e mais desenhos. Essa sofisticação pode até roubar aquilo que a própria história poderia suscitar na imaginação da criança. Siga o gênio!!! “Se você quer que crianças sejam inteligentes, leia contos de fadas para elas. Se você quer que elas sejam mais inteligentes, leia mais contos de fadas para elas”. Albert Einstein   Saiba mais: As páginas assinaladas no corpo deste texto se referem ao livro, que recomendo fortemente a leitura: A psicanálise dos contos de fadas. Bruno Bettelheim; tradução Arlene Caetano. 44ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2023.   Relator: Fernando MF Oliveira Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-conto-de-fadas-5-09-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-conto-de-fadas-5-09-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-conto-de-fadas-5-09-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Muitos contos de fadas começam com a famosa expressão “Era uma vez&#8230;”, acrescida de alguma outra qualificação: “num certo país distante&#8230;”, ou “numa época em que os animais falavam&#8230;”. “Esses começos sugerem que o que se segue não pertence ao aqui e agora que conhecemos (&#8230;) simboliza que estamos deixando o mundo concreto da realidade comum”. A lógica e a causalidade normais estão suspensas. É exatamente por essa peculiaridade que os contos de fadas nos levam, sem nos apercebermos, ao universo do nosso inconsciente, que é igualmente estranho, distante. O conto de fadas leva a criança “para dentro” da história e, através da identificação com algum dos personagens e/ou situações, ocorrem crescimento e amadurecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando todos os anseios da criança passam a ser corporificados numa fada boa; seus desejos destrutivos, numa bruxa má; seus medos, num lobo voraz; as exigências de sua consciência, num homem sábio encontrado numa aventura; sua raiva ciumenta, em algum animal que ataca seus rivais – então ela pode começar a organizar suas tendências contraditórias.” (pg. 95).</p>
<p style="text-align: justify;">O fundador da Psicanálise – Freud, diz “que só o homem consegue extrair um sentido da sua existência”. Isso pressupõe que o mundo real seja reconhecido e identificado, com suas dores e alegrias. Isso vale para crianças, também; entretanto, uma crença prevalente entre os pais é que a criança deve ser poupada, sempre, de situações que lhe tragam desagrado ou dificuldades – é querer que uma criança viva numa bolha de proteção absoluta. É um engano.</p>
<p style="text-align: justify;">“&#8230; a mensagem que os contos de fadas transmitem à criança de forma variada é que a luta contra dificuldades na vida é inevitável, é parte intrínseca da existência humana – mas que, se a pessoa não se intimida e se defronta com as provações, pode conseguir dominar os obstáculos e, ao fim, poderá emergir vitoriosa”. (pg.15)</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa razão, Lewis Carrol chamou os contos de fadas de uma “dádiva de amor”.</p>
<p style="text-align: justify;">Ler ou ouvir um conto de fadas tem o poder de incentivar a imaginação da criança. Não é necessário nenhum livro supercolorido, com paisagens em 3D, ou desenhos e mais desenhos. Essa sofisticação pode até roubar aquilo que a própria história poderia suscitar na imaginação da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Siga o gênio!!!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Se você quer que crianças sejam inteligentes, leia contos de fadas para elas. Se você quer que elas sejam mais inteligentes, leia mais contos de fadas para elas”</strong>. Albert Einstein</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">As páginas assinaladas no corpo deste texto se referem ao livro, que recomendo fortemente a leitura<strong>: </strong>A psicanálise dos contos de fadas. Bruno Bettelheim; tradução Arlene Caetano. 44ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2023.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fernando MF Oliveira</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP </strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/contos-de-fadas-uma-dadiva-de-amor/">Contos de fadas &#8211; uma dádiva de amor</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Nacional da Adoção</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-da-adocao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 May 2022 13:47:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Datas comemorativas]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Abandono]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
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		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<category><![CDATA[Dia Nacional da Adoção]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Depositphotos_204157986_EdZbarzhyvetsky-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Depositphotos_204157986_EdZbarzhyvetsky-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Depositphotos_204157986_EdZbarzhyvetsky-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O abandono de crianças e adolescentes resulta de vários fatores que precisam ser debatidos: gestações indesejadas e não planejadas, falta de estrutura familiar, condições precárias de sobrevivência, uso e abuso de drogas, entre outros.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Depositphotos_204157986_EdZbarzhyvetsky-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Depositphotos_204157986_EdZbarzhyvetsky-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/05/Depositphotos_204157986_EdZbarzhyvetsky-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 25/05/2022</p>
<hr>
<p style="text-align: justify;">Vinte e cinco de maio é o Dia Nacional da Adoção. Mais do que um dia qualquer do calendário, ele nos chama a atenção para um evento cheio de amor e carinho que pode transformar a vida de adultos e crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos que hoje, no Brasil, temos mais pessoas cadastradas na lista de adoção do que crianças e adolescentes a espera de serem adotados. Porém, isto não significa que o problema está resolvido; pelo contrário, temos muito a caminhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, o abandono de crianças e adolescentes existe ainda em nosso país e resulta de vários fatores que precisam ser debatidos: gestações indesejadas e não planejadas, falta de estrutura familiar, condições precárias de sobrevivência, exclusão de parte da população do mercado de trabalho, uso e abuso de drogas, entre outras mazelas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em segundo lugar, a busca de casais por crianças a serem adotadas em geral segue um padrão idealizado, procurando-se um bebê com características físicas semelhantes ao da família adotante. Isto normalmente traz problemas, pois as crianças e adolescentes em situação de adoção não são aquelas idealizadas.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento psicológico tanto das crianças e adolescentes, quanto das famílias a receberem o adotado deve ser realizado. A aproximação deve ser feita sempre com acompanhamento de autoridades e avalições periódicas de assistentes sociais e psicólogos, para uma adaptação adequada.</p>
<p style="text-align: justify;">Como pediatras, que tratam sempre do bem-estar da criança e do adolescente, incentivamos a adoção, feita com muita responsabilidade e amor. Orientamos que o processo seja acompanhado por profissionais e que, desde o início a verdade seja comunicada à criança, na forma mais adequada a sua faixa etária. Quanto mais verdadeira a comunicação, melhor o elo entre pais e filhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fausto F de Carvalho<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong>Foto:</strong> ed zbarzhyvetsky | depositphotos.com</p>
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		<title>Toda criança tem direito a um futuro!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/toda-crianca-tem-direito-a-um-futuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 17:58:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Depositphotos_301421956_HayDmitriy-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Depositphotos_301421956_HayDmitriy-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Depositphotos_301421956_HayDmitriy-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O nascimento de uma criança é antes de tudo um sopro de esperança para a humanidade. Mais uma oportunidade de renovação e criatividade. Cada criança traz em si um vir-a-ser de novidades. Na diversidade é que há renovação.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 06/12/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">O nascimento de uma criança é antes de tudo um sopro de esperança para a humanidade. Mais uma oportunidade de renovação e criatividade. Cada criança traz em si um vir-a-ser de novidades. Na diversidade é que há renovação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, toda criança tem direito a um futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Que futuro? Aquele que lhe é possível, dado pelo potencial inato que carrega em si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do que depende esse futuro? Do desenvolvimento pleno de cada etapa do seu crescimento e de sua maturação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quais os determinantes dessa construção de futuro? Acolhimento, amor, cuidado, oportunidades, educação, proteção, saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na dependência de quem este futuro está?&nbsp; Da cota de responsabilidades partilhada pela família original, pelo Estado, pela Sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada uma no seu papel: singular e intransferível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como essas tarefas podem ser perceptíveis no dia a dia? Em um pré-natal efetivo, numa atenção ao parto adequada, em um acompanhamento médico periódico, na prevenção de doenças pela vacinação, na escola acolhedora, desafiadora e estimulante, na oportunidade de emprego, na justiça social, na distribuição das riquezas e oportunidades, na inclusão, no tratamento equânime dos recursos, num arcabouço jurídico protetor de direitos, num ambiente natural sustentável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Qual o papel dos pediatras nessa construção? Ser um dos guardiões desse futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos num limiar, quase transpondo a demarcação de um novo mundo pós-pandêmico. Há um futuro pela frente. Nossas crianças necessitam que as capacitemos com um “kit” mínimo de habilidades pessoais: elas precisam de confiança, da sensação de proteção e cuidado, de metas para alcançar que valham à pena perseguir&#8230; Crianças precisam de sonhos, de utopias. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Precisamos contar mais histórias fantásticas nas quais o possível não é contido pelo real imanente, mas pelo desejo, pelos afetos, pela beleza, pela arte, pela poesia, pela exuberância da natureza, pela simplicidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">#Esperançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esperançar é verbo. Não é atitude passiva de esperar, antes é ação que busca promover a realização do que se espera alcançar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bora!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relator</strong><br><strong>Fernando M F Oliveira</strong><br><strong>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: hay dmitriy |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depositphotos.com</a></p>
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		<title>Dia Internacional da Mulher &#8211; Homenagem do Grupo de Trabalho dos Efeitos do Álcool na Gestante no Feto e no Recém-Nascido</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-internacional-da-mulher-homenagem-do-grupo-de-trabalho-dos-efeitos-do-alcool-na-gestante-no-feto-e-no-recem-nascido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 14:49:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_167491442_IgorTishenko-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_167491442_IgorTishenko-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_167491442_IgorTishenko-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, foi criado pelas Nações Unidas em 1975 com a finalidade de lembrar as várias conquistas das mulheres</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 11/03/2021</p>



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<p class="wp-block-paragraph">Dia 8 de março, o Dia Internacional da Mulher, foi criado pelas Nações Unidas em 1975 com a finalidade de lembrar as várias conquistas das mulheres nos campos social, político e econômico, independentemente de aspectos de nacionalidade, étnicos, linguísticos e culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, pode-se dizer que a mulher é enaltecida e tem seu papel muito mais forte e presente na sociedade. Por inúmeras vezes são as principais fontes de manutenção de seus lares, são mais valorizadas por seus talentos e habilidades e sofrem menos preconceitos a cada dia. No Brasil, apesar de tudo, continua ainda hoje a luta pela erradicação da violência doméstica, maior representatividade política da mulher e o fim de uma cultura que coloca a mulher submissa ao homem. O Dia Internacional da Mulher vem, portanto, trazer à tona esse papel inegável da mulher como pilar na construção do nosso país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Conceição Ap. Mattos Segre</strong><br><strong>Grupo de Trabalho dos Efeitos do Álcool na Gestante no Feto e no Recém-Nascido da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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		<item>
		<title>Dia Internacional da Mulher &#8211; Homenagem dos Departamentos de Pediatria Ambulatorial e de Desenvolvimento e Aprendizagem</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-internacional-da-mulher-homenagem-dos-departamentos-de-pediatria-ambulatorial-e-de-desenvolvimento-e-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 13:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_211043200_-Y-Boychenko--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_211043200_-Y-Boychenko--150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_211043200_-Y-Boychenko--75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Dia Internacional da Mulher, parabéns a você, mulher-esposa, mulher-filha, mulher-irmã, mulher-trabalhadora capaz de conjugar tão bem razão e sentimento</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_211043200_-Y-Boychenko--150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_211043200_-Y-Boychenko--150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Depositphotos_211043200_-Y-Boychenko--75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p class="wp-block-paragraph">Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 09/03/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p class="wp-block-paragraph">Na semana do Dia Internacional da Mulher, parabéns a você, mulher-esposa, mulher-filha, mulher-irmã, mulher-trabalhadora capaz de conjugar tão bem razão e sentimento. Parabéns a você, mulher-mãe, afinal, como não agradecer a um ser humano capaz de gerar uma vida e que, a cada dia, se reinventa para dar o seu melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobretudo obrigado a você pelo simples fato de ser mulher. Com a percepção que é própria da sua sensibilidade, enriquece a compreensão do mundo e contribui para melhores relações humanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da </strong><strong>Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong><strong></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacientes, filhos, famílias&#8230;cuidados com o mesmo carinho e paixão todos os dias. Mulheres são multitarefas!<br><br>___<br><strong>Renata Di Francesco</strong><br><strong>Grupo de Trabalho de Desenvolvimento e Aprendizagem da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>O uso do ninho no cuidado do bebê prematuro na unidade neonatal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-uso-do-ninho-no-cuidado-do-bebe-prematuro-na-unidade-neonatal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2020 13:21:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bebê, antes do nascimento, está protegido pelo útero materno que o acolhe, regula sua temperatura, fornece sua alimentação, permitindo seu crescimento físico e mental e protegendo-o das agitações do meio ambiente externo. Quando ocorre o nascimento prematuro, esse bebê perde a proteção do útero e se depara com condições muito desfavoráveis para o seu desenvolvimento. Muitas vezes ele irá precisar de ajuda para coisas simples como controlar sua temperatura, respirar e se alimentar. Os profissionais de saúde que cuidam desses pequenos guerreiros, assim como seus pais, precisam ajudá-los a se adaptarem à vida fora do útero e a se organizarem para todas as novas etapas de crescimento e desenvolvimento que estarão por vir. Uma dessas formas que ajuda na adaptação, organização, segurança e proteção do prematuro é a utilização do ninho. Ele precisa ser feito de forma adequada, por profissionais habilitados e ser usado apenas na unidade neonatal, no período em que o prematuro vai precisar de toda ajuda para o seu crescimento e desenvolvimento, que deveriam ocorrer dentro do útero, mas que por algum motivo, foi interrompido. O ninho fica em volta do bebê, desde a cabeça até os pés, como se fosse as paredes do útero. Permite que o bebê fique posicionado com os membros flexionados, na mesma posição que estava dentro do útero, com as mãos juntas no centro do corpo. Essas condições favorecem seu período de sono e seu desenvolvimento. O bebê fica mais tranquilo e organizado no ninho, pronto para enfrentar melhor seus desafios do dia a dia na UTI. Se o bebê ficar na incubadora sem o ninho poderá sentir dores, ficar mal acomodado, frequentemente com os membros estendidos, sem nenhum apoio, o que vai contra sua posição dentro do útero e faz com que ele gaste mais energia. Isto pode dificultar o seu crescimento, deixá-lo mais irritado, comprometer o seu período de sono e alterar o seu comportamento e até seu desenvolvimento. Entretanto, é importante saber que o ninho só pode ser utilizado no ambiente controlado do hospital e da maternidade. Em casa, a recomendação de maior segurança é de um berço limpo, sem nenhum apetrecho (ninho, pano, fralda, travesseiro, protetor ou cobertor) que coloque a vida do bebê em risco. Esses objetos podem levar ao sufocamento, asfixia e até mesmo à morte do bebê. Vocês agora já sabem que o ninho é bom, seguro e ajuda a deixar o bebê mais tranquilo, mas é fundamental que só possa ser usado durante o período de internação, para auxiliá-lo a vencer os desafios iniciais de vida fora do útero. ___Relator:Dr. Sergio Tadeu Martins MarbaDepartamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O bebê, antes do nascimento, está protegido pelo útero materno que o acolhe, regula sua temperatura, fornece sua alimentação, permitindo seu crescimento físico e mental e protegendo-o das agitações do meio ambiente externo. Quando ocorre o nascimento prematuro, esse bebê perde a proteção do útero e se depara com condições muito desfavoráveis para o seu desenvolvimento. Muitas vezes ele irá precisar de ajuda para coisas simples como controlar sua temperatura, respirar e se alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde que cuidam desses pequenos guerreiros, assim como seus pais, precisam ajudá-los a se adaptarem à vida fora do útero e a se organizarem para todas as novas etapas de crescimento e desenvolvimento que estarão por vir.</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/10/Ninho-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-3491"/><figcaption>Arquivo pessoal da Dra Maria Regina Bentlin</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dessas formas que ajuda na adaptação, organização, segurança e proteção do prematuro é a utilização do ninho. Ele precisa ser feito de forma adequada, por profissionais habilitados e ser usado <strong>apenas na unidade neonatal</strong>, no período em que o prematuro vai precisar de toda ajuda para o seu crescimento e desenvolvimento, que deveriam ocorrer dentro do útero, mas que por algum motivo, foi interrompido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ninho fica em volta do bebê, desde a cabeça até os pés, como se fosse as paredes do útero. Permite que o bebê fique posicionado com os membros flexionados, na mesma posição que estava dentro do útero, com as mãos juntas no centro do corpo. Essas condições favorecem seu período de sono e seu desenvolvimento. O bebê fica mais tranquilo e organizado no ninho, pronto para enfrentar melhor seus desafios do dia a dia na UTI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o bebê ficar na incubadora sem o ninho poderá sentir dores, ficar mal acomodado, frequentemente com os membros estendidos, sem nenhum apoio, o que vai contra sua posição dentro do útero e faz com que ele gaste mais energia. Isto pode dificultar o seu crescimento, deixá-lo mais irritado, comprometer o seu período de sono e alterar o seu comportamento e até seu desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, é importante saber que o ninho só pode ser utilizado no ambiente controlado do hospital e da maternidade. Em casa, a recomendação de maior segurança é de um berço limpo, sem nenhum apetrecho (ninho, pano, fralda, travesseiro, protetor ou cobertor) que coloque a vida do bebê em risco. Esses objetos podem levar ao sufocamento, asfixia e até mesmo à morte do bebê.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vocês agora já sabem que o ninho é bom, seguro e ajuda a deixar o bebê mais tranquilo, mas é fundamental que só possa ser usado durante o período de internação, para auxiliá-lo a vencer os desafios iniciais de vida fora do útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relator:</strong><br><strong>Dr. Sergio Tadeu Martins Marba</strong><br><strong>Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Espiritualidade e a Covid-19</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/espiritualidade-e-a-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2020 17:31:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo a Organização Mundial da Saúde, crises humanitárias são “eventos de grandes proporções que afetam populações ou sociedades, causando consequências difíceis e angustiantes, como a perda maciça de vidas, interrupção dos meios de subsistência, colapso da sociedade, deslocamento forçado e ainda graves impactos políticos, econômicos com efeitos sociais, psicológicos e espirituais”. A espiritualidade é a busca e a expressão do significado da vida, do propósito, da transcendência e a relação ou a experiência de conexão consigo mesmo, com a família, com os outros, com a natureza e o significado do sagrado. No momento atual, o mundo inteiro foi invadido pela pandemia da Covid-19 e, consequentemente, foi recomendado que as famílias permaneçam em casa diante do caos instalado. A vulnerabilidade, a insegurança, o receio da doença e as informações veiculadas pelas mídias supervalorizam as notícias negativas e os fatos estressantes e angustiantes, o que colabora para a instalação do pânico e do medo.&#160; A quebra da rotina de vida, com a restrição das famílias dentro dos seus lares, se apresenta como uma situação nova e que exige um exercício de paciência, compreensão, tolerância e muita criatividade para que as horas de convivência sejam agradáveis. É a oportunidade de meditar, ouvir música, cantar, dançar, desenhar, pintar e interagir com as crianças em brincadeiras criativas.&#160; As crianças, com toda sua alegria e energia, são as mais tolhidas dentro do espaço restrito. Foram afastadas também de seus amigos e avós, tendo que lidar com a perda temporária da presença física, que é substituída pelo contato virtual, quando possível.&#160; De forma geral, as crianças refletem o ambiente onde se encontram e sofrem ansiedade, receio e angústia ao perceberem que, aqueles que poderiam confortá-las e acalmá-las nos seus receios, estão descontrolados e inseguros. Elas ficam mais inquietas, ansiosas e irritadiças, o que acaba se transformando num ciclo vicioso que piora a dinâmica do ambiente.&#160; Como os pais podem ajudar Os pais, entendendo que as crianças refletem o ambiente em que estão, podem mudar esse ciclo. Sugerimos utilizar uma música suave e conversas, explicando o porquê de precisamos ficar em casa, numa linguagem simples, acalmando as crianças. Podem também fazer juntos um pensamento positivo desejando que as pessoas doentes se recuperem e que todos se proponham a ficar em casa com a família por um tempo, até que os médicos, que estão cuidando da nossa saúde, informem que é possível retornar às nossas atividades habituais.&#160; Ao criar um momento de paz e tranquilidade, os pais podem incentivar as crianças a expressarem as suas inquietações, explicando-lhes que nem tudo foi tolhido. Dessa forma, enfrentam essa fase de reclusão como uma oportunidade para ficarem mais juntos, transmitir segurança, podendo utilizar, inclusive, o ato de contar histórias de superação como uma ferramenta para passar conteúdo construtivo de força, esperança e coragem.&#160;Ensinar a dar valor a todos os momentos da vida, mostrando que mesmo os difíceis nos mostram ocasiões de superação, também ajuda as crianças a compreender que irão retornar às suas atividades ao ar livre, aos parques e lazer. A verdade sempre é o melhor caminho e o exemplo de conduta; a melhor maneira de educar. É importante mostrar às crianças que estar em casa é uma oportunidade de se ter momentos ricos de aprendizado.&#160; Ficar em casa também é uma forma de se relacionar com os entes mais queridos.&#160; Estabelecer rotinas diárias com as crianças é muito saudável: preparar refeições juntos, arrumar a casa. Assim, a criança aprende a colaborar, a ser solidária e se sente valorizada pelo que consegue fazer. O trabalho conjunto torna o núcleo familiar mais forte, mais unido. A subjetividade, o eu interno, pode ser alimentado com conversas, músicas, jogos, brincadeiras, exercícios físicos, leituras, estudos, filmes em família.&#160; Mudando o indivíduo, a família se modifica, a sociedade se transforma e o mundo pode ser reconstruído tendo como base a solidariedade, a generosidade e o comprometimento.&#160;Esse reencontro com o outro através da prática do amor é a verdadeira essência do sagrado e do significado da vida, constituindo o exercício da espiritualidade diária.&#160; ___Relatoras:Dra. Lelia Cardamone GouveiaDra. Aida de Fatima Thome BarbosaNúcleo de Estudos da Espiritualidade da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Organização Mundial da Saúde, crises humanitárias são “eventos
de grandes proporções que afetam populações ou sociedades, causando
consequências difíceis e angustiantes, como a perda maciça de vidas,
interrupção dos meios de subsistência, colapso da sociedade, deslocamento
forçado e ainda graves impactos políticos, econômicos com efeitos sociais,
psicológicos e espirituais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A espiritualidade é a busca e a expressão do significado da vida, do propósito, da transcendência e a relação ou a experiência de conexão consigo mesmo, com a família, com os outros, com a natureza e o significado do sagrado.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/05/pixabay_2736254_goodlynx-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3202"/><figcaption><em>goodlynx | pixabay.com</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">No momento atual, o mundo inteiro foi invadido pela pandemia da Covid-19 e, consequentemente, foi recomendado que as famílias permaneçam em casa diante do caos instalado. A vulnerabilidade, a insegurança, o receio da doença e as informações veiculadas pelas mídias supervalorizam as notícias negativas e os fatos estressantes e angustiantes, o que colabora para a instalação do pânico e do medo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A quebra da rotina de vida, com a <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/carta-aos-pais-na-quarentena/">restrição das famílias dentro dos seus lares</a>, se apresenta como uma situação nova e que exige um exercício de paciência, compreensão, tolerância e muita criatividade para que as horas de convivência sejam agradáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a
oportunidade de meditar, ouvir música, cantar, dançar, desenhar, pintar e
interagir com as crianças em brincadeiras criativas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As
crianças, com toda sua alegria e energia, são as mais tolhidas dentro do espaço
restrito. Foram afastadas também de seus amigos e avós, tendo que lidar com a
perda temporária da presença física, que é substituída pelo contato virtual,
quando possível.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma
geral, as crianças refletem o ambiente onde se encontram e sofrem ansiedade,
receio e angústia ao perceberem que, aqueles que poderiam confortá-las e
acalmá-las nos seus receios, estão descontrolados e inseguros. Elas ficam mais
inquietas, ansiosas e irritadiças, o que acaba se transformando num ciclo
vicioso que piora a dinâmica do ambiente.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Como os pais podem ajudar</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Os pais, entendendo que as crianças refletem o ambiente em que estão, podem mudar esse ciclo. Sugerimos utilizar uma música suave e conversas, explicando o porquê de precisamos ficar em casa, numa linguagem simples, acalmando as crianças. Podem também fazer juntos um pensamento positivo desejando que as pessoas doentes se recuperem e que todos se proponham a ficar em casa com a família por um tempo, até que os médicos, que estão cuidando da nossa saúde, informem que é possível retornar às nossas atividades habituais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao criar um momento de paz e tranquilidade, os pais podem incentivar as crianças a expressarem as suas inquietações, explicando-lhes que nem tudo foi tolhido. Dessa forma, enfrentam essa fase de reclusão como uma oportunidade para ficarem mais juntos, transmitir segurança, podendo utilizar, inclusive, o ato de contar histórias de superação como uma ferramenta para passar conteúdo construtivo de força, esperança e coragem.&nbsp;Ensinar a dar valor a todos os momentos da vida, mostrando que mesmo os difíceis nos mostram ocasiões de superação, também ajuda as crianças a compreender que irão retornar às suas atividades ao ar livre, aos parques e lazer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A verdade
sempre é o melhor caminho e o exemplo de conduta; a melhor maneira de educar. É
importante mostrar às crianças que estar em casa é uma oportunidade de se ter
momentos ricos de aprendizado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ficar em
casa também é uma forma de se relacionar com os entes mais queridos.&nbsp;
Estabelecer rotinas diárias com as crianças é muito saudável: preparar
refeições juntos, arrumar a casa. Assim, a criança aprende a colaborar, a ser
solidária e se sente valorizada pelo que consegue fazer. O trabalho conjunto
torna o núcleo familiar mais forte, mais unido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A
subjetividade, o eu interno, pode ser alimentado com conversas, músicas, jogos,
brincadeiras, exercícios físicos, leituras, estudos, filmes em família.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudando o indivíduo, a família se modifica, a sociedade se transforma e
o mundo pode ser reconstruído tendo como base a solidariedade, a generosidade e
o comprometimento.&nbsp;Esse reencontro com o outro através da prática do amor
é a verdadeira essência do sagrado e do significado da vida, constituindo o
exercício da espiritualidade diária.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>___<br>Relatoras:<br>Dra. Lelia Cardamone Gouveia<br>Dra. Aida de Fatima Thome Barbosa<br>Núcleo de Estudos da Espiritualidade da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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