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	<title>Arquivos Aprendizado - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Aprendizado - SPSP</title>
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		<title>Meu filho tem dificuldades na escola: será dislexia?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 18:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As dificuldades fazem parte do processo de aprendizagem da criança, mas é preciso estar atento para identificar um transtorno que exige cuidados específicos Aprender faz parte do nosso dia a dia: desde que nascemos, estamos o tempo todo aprendendo. Entretanto, o aprendizado formal (acadêmico) é envolto em grandes preparativos e expectativas. As famílias se preocupam e tentam contribuir, oferecendo as melhores oportunidades. Mas e quando a criança não consegue aprender? Nesse momento todos os olhares se voltam para os pequenos e começam as buscas pelas causas desse “fracasso”. Muitos são os caminhos que surgem, mas qual deles pode ajudar a reverter esse quadro? Qual profissional, quais terapias, quais metodologias educacionais? Essas escolhas podem determinar o desenvolvimento atual e futuro da criança. Os pré-requisitos para um bom aprendizado são:Saúde físicaSaúde emocionalCognição – que podemos entender como inteligênciaMemória e atençãoVisão: percepção e processamentoAudição: percepção e processamentoDesejo e oportunidadeAmbiente educacional – pedagógicoMotricidade corporal e em especial manualEquilíbrio A ideia de que “cada criança tem seu tempo” é muito banalizada e pode atrasar o atendimento adequado. Então, uma criança pode aprender a ler e escrever aos dois anos e outra aos 10 e ser normal? Precisa ficar claro que esse tempo tem limites que devem ser respeitados. Tanto a introdução muito precoce de atividades para a qual aquele sistema nervoso em desenvolvimento ainda não está preparado, quanto um atraso podem levar a desvios na evolução normal. A idade em que a maturidade neurológica permite o adequado aprendizado da leitura e escrita, base para toda escolaridade, é entre cinco e sete anos de idade. Uma criança pode ter dificuldades por uma série de razões que devem ser investigadas, de acordo com a apresentação clínica, por um profissional médico, pois o diagnóstico correto orientará as terapias e adaptações para que ela, como indivíduo, possa aprender no máximo de sua capacidade. O pediatra será o primeiro a avaliar e orientar a família e fará os encaminhamentos quando, e se necessário, para o foniatra e/ou neurologista. Uma observação necessária: a dislexia Quando as avaliações física, auditiva, visual, emocional, cognitiva e pedagógica encontram-se dentro da normalidade – e mesmo assim ocorrem dificuldades no aprendizado – podemos estar diante de um quadro de dislexia, mais corretamente denominado como Transtorno de Leitura e Escrita. Ele é causado por uma alteração do sistema nervoso central que leva a uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os as letras e seus sons. Pode ocorrer, ainda, um transtorno específico do aprendizado da matemática, em que a criança terá dificuldades com conceitos de quantidade, contagem, grupos e símbolos numéricos. Esses transtornos podem melhorar com tratamento adequado, mas não têm cura, sendo fundamental um atendimento interdisciplinar envolvendo a fonoaudiologia, psicopedagogia e psicologia. ___RelatoraDra. Sulene PiranaGrupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP. Publicado em 18/10/2019</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-filho-tem-dificuldades-na-escola-sera-dislexia/">Meu filho tem dificuldades na escola: será dislexia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center" style="font-size:22px"><em>As dificuldades fazem parte do processo de aprendizagem da criança, mas é preciso estar atento para identificar um transtorno que exige cuidados específicos </em></p>



<p>Aprender faz parte do nosso dia a dia: desde que nascemos, estamos o tempo todo aprendendo. Entretanto, o aprendizado formal (acadêmico) é envolto em grandes preparativos e expectativas. As famílias se preocupam e tentam contribuir, oferecendo as melhores oportunidades. Mas e quando a criança não consegue aprender? Nesse momento todos os olhares se voltam para os pequenos e começam as buscas pelas causas desse “fracasso”.</p>



<p>Muitos são
os caminhos que surgem, mas qual deles pode ajudar a reverter esse quadro? Qual
profissional, quais terapias, quais metodologias educacionais? Essas escolhas
podem determinar o desenvolvimento atual e futuro da criança.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/10/pixabay-1093758_klimkin-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-2951"/><figcaption>klimkin  pixabay.com</figcaption></figure>



<p>Os pré-requisitos para um bom aprendizado são:<br>Saúde física<br>Saúde emocional<br>Cognição – que podemos entender como inteligência<br>Memória e atenção<br>Visão: percepção e processamento<br>Audição: percepção e processamento<br>Desejo e oportunidade<br>Ambiente educacional – pedagógico<br>Motricidade corporal e em especial manual<br>Equilíbrio </p>



<p>A ideia de que “cada criança tem seu tempo” é muito banalizada e pode atrasar o atendimento adequado. Então, uma criança pode aprender a ler e escrever aos dois anos e outra aos 10 e ser normal? Precisa ficar claro que esse tempo tem limites que devem ser respeitados. Tanto a introdução muito precoce de <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/o-estresse-do-excesso-de-atividades-na-crianca/">atividades</a> para a qual aquele sistema nervoso em desenvolvimento ainda não está preparado, quanto um atraso podem levar a desvios na evolução normal.</p>



<p>A idade em
que a maturidade neurológica permite o adequado aprendizado da leitura e
escrita, base para toda escolaridade, é entre cinco e sete anos de idade. Uma
criança pode ter dificuldades por uma série de razões que devem ser
investigadas, de acordo com a apresentação clínica, por um profissional médico,
pois o diagnóstico correto orientará as terapias e adaptações para que ela,
como indivíduo, possa aprender no máximo de sua capacidade. </p>



<p>O pediatra será o primeiro a avaliar e orientar a família e fará os encaminhamentos quando, e se necessário, para o foniatra e/ou neurologista. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma observação necessária: a dislexia</strong></h4>



<p>Quando as avaliações física, auditiva, visual, emocional, cognitiva e pedagógica encontram-se dentro da normalidade – e mesmo assim ocorrem dificuldades no aprendizado – podemos estar diante de um quadro de dislexia, mais corretamente denominado como Transtorno de Leitura e Escrita. Ele é causado por uma alteração do sistema nervoso central que leva a uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os as letras e seus sons.</p>



<p>Pode ocorrer, ainda, um transtorno específico do aprendizado da matemática, em que a criança terá dificuldades com conceitos de quantidade, contagem, grupos e símbolos numéricos. Esses transtornos podem melhorar com tratamento adequado, mas não têm cura, sendo fundamental um atendimento interdisciplinar envolvendo a fonoaudiologia, psicopedagogia e psicologia.</p>



<p>___<br><strong>Relatora</strong><br><strong>Dra. Sulene Pirana</strong><br>Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP.</p>



<p>Publicado em 18/10/2019</p>



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