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	<title>Arquivos Aprendizagem - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Aprendizagem - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Celebrando o espaço onde o cuidado e o aprendizado se encontram</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/celebrando-o-espaco-onde-o-cuidado-e-o-aprendizado-se-encontram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-500x500.png 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia da Escola, celebrado em 15 de março, é mais do que uma data no calendário. É um convite a reconhecer a importância desse espaço na forma</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-500x500.png 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia da Escola, celebrado em 15 de março, é mais do que uma data no calendário. É um convite a reconhecer a importância desse espaço na formação de crianças e adolescentes, não apenas como local de ensino formal, mas como ambiente essencial de desenvolvimento humano.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola é um dos principais cenários da infância e da adolescência. É ali que se constroem conhecimentos acadêmicos, habilidades sociais, emocionais e cognitivas, que acompanham o indivíduo por toda a vida. Aprender a ler e escrever é fundamental. Aprender a conviver, cooperar, argumentar, respeitar diferenças, construir autonomia e lidar com frustrações é igualmente transformador. Esses aprendizados não estão apenas no currículo, estão nas interações diárias, nas regras compartilhadas, nos combinados coletivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a perspectiva da saúde e do desenvolvimento infantil, a escola ocupa papel estratégico. Ambientes estruturados, com rotina previsível e adultos de referência, favorecem segurança emocional e autorregulação. A convivência com pares estimula empatia, comunicação e senso de pertencimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo das diferentes fases do crescimento, a escola assume funções específicas. Na infância, o brincar e a descoberta estruturam a aprendizagem e estimulam o desenvolvimento neurológico. No ensino fundamental, consolidam-se competências acadêmicas e habilidades sociais mais complexas. Na adolescência, a escola se torna espaço de construção de identidade, valores, autonomia e projeto de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que transmitir conteúdos, a escola desenvolve o pensamento crítico, a capacidade de resolução de problemas, responsabilidade e consciência social. Forma cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração entre família e escola é uma parceria essencial para o desenvolvimento saudável. Comunicação aberta, alinhamento de expectativas e escuta ativa contribuem para que crianças e adolescentes se sintam seguros e apoiados. Também é na escola que, muitas vezes, se identificam precocemente dificuldades de aprendizagem, alterações comportamentais ou sinais de sofrimento emocional. Quando integrada a uma rede de cuidado, que inclui família e profissionais de saúde, a escola atua como potente fator de proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhar o cotidiano escolar não se resume a avaliar notas. Envolve observar bem-estar emocional, relações interpessoais e adaptação às demandas de cada fase.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No Dia da Escola, um convite à reflexão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Celebrar o Dia da Escola é reconhecer o valor dos educadores, das equipes pedagógicas e de todos os profissionais que sustentam esse ambiente diariamente. É também lembrar que a experiência escolar impacta profundamente a autoestima, a saúde emocional e a trajetória de vida das crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">É, sobretudo, reafirmar que educação e desenvolvimento caminham juntos. Investir na escola é investir na saúde, na cidadania e nas oportunidades das próximas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste 15 de março, que a escola seja celebrada como aquilo que verdadeiramente é: um dos pilares mais importantes na formação integral de crianças e adolescentes. Um espaço de crescimento, descobertas e construção de futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Betina Lahterman<br />Presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP</strong></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Orientação aos pais sobre dislexia: entendendo e apoiando seu filho</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/orientacao-aos-pais-sobre-dislexia-entendendo-e-apoiando-seu-filho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 16:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[Visuais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Dislexia-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A dislexia é um transtorno de aprendizagem que afeta a habilidade de ler e processar a linguagem escrita. De acordo com as diretrizes da Classificação Internacional</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Dislexia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-Dislexia-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A dislexia é um transtorno de aprendizagem que afeta a habilidade de ler e processar a linguagem escrita. De acordo com as diretrizes da Classificação Internacional de Doenças (CID-11), é categorizada como um transtorno específico de aprendizagem, caracterizando-se por dificuldades significativas na leitura e na ortografia, que não são atribuíveis a outros fatores.</p>
<p style="text-align: justify;">A dislexia é uma condição neurológica que afeta a capacidade de decodificar palavras e compreender textos. Não está relacionada à inteligência. Crianças com dislexia podem ser muito inteligentes e criativas, mas podem encontrar desafios ao lidar com a leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">É essencial que as famílias busquem intervenções educacionais precoces e baseadas em evidências. As terapias e programas educacionais devem incluir instrução específica em decodificação, treinamento de fluência, vocabulário e compreensão. A intervenção precoce e a referência a profissionais qualificados são cruciais para alcançar os melhores resultados possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente familiar e o estilo parental também desempenham um papel significativo. Um ambiente de alfabetização em casa deve incluir atividades de leitura regulares e de qualidade entre pais e filhos. Estilos parentais que demonstram calor emocional e evitam superproteção e criação ansiosa estão associados a melhores resultados em aprendizagem acadêmica.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos indicam que a dislexia está frequentemente associada a dificuldades no processamento auditivo básico, especialmente na percepção de sons da fala. A integração audiovisual, que envolve a combinação de informações auditivas e visuais, também é prejudicada em indivíduos com dislexia. Esses déficits auditivos podem ser melhorados com treinamento audiovisual, o que sugere uma plasticidade do sistema auditivo em resposta a intervenções específicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, enquanto a dislexia não é causada por problemas visuais, há evidências de que alterações no processamento auditivo desempenham um papel significativo na manifestação dos sintomas da dislexia. Intervenções educacionais baseadas em evidências que abordam essas dificuldades auditivas podem ser benéficas para indivíduos com dislexia.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, é importante desmistificar a relação entre dislexia e problemas de visão. Embora problemas de visão possam coexistir com a dislexia, eles não são mais prevalentes do que na população geral e não são a causa da dislexia. Terapias visuais, como exercícios oculares, não têm eficácia comprovada no tratamento da dislexia e podem atrasar a aplicação de intervenções eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais de dislexia podem aparecer na infância, mas muitas vezes são reconhecidos mais tarde, quando as demandas escolares aumentam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinais comuns de dislexia:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Dificuldade em associar sons às letras.</li>
<li>Dificuldade em reconhecer letras e palavras.</li>
<li>Leitura lenta e com muitos erros.</li>
<li>Problemas para compreender o que é lido ou escrito.</li>
<li>Dificuldades na soletração e na escrita.</li>
<li>Frustrações quando se trata de atividades relacionadas à leitura.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como apoiar seu filho:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Informe-se:</strong> Conheça mais sobre a dislexia, suas causas e como ela se manifesta. O entendimento é fundamental para lidar com a situação de forma adequada.</li>
<li><strong>Busque avaliação profissional:</strong> Caso você perceba dificuldades de aprendizagem, é essencial procurar avaliação com um profissional qualificado, converse com seu pediatra, ele pode orientar e encaminhar para uma avaliação foniátrica. Descartar outras causas de transtorno de aprendizagem, como alterações visuais, auditivas e intelectuais é muito importante, pois o diagnóstico preciso ajudará na escolha das melhores intervenções.</li>
<li><strong>Comunique-se com a escola:</strong> É importante manter um diálogo aberto com os professores e a escola. Informe-os sobre o diagnóstico e discuta a implementação de estratégias de ensino adaptativas, como o uso de leituras em voz alta ou a utilização de tecnologias assistivas.</li>
<li><strong>Crie um ambiente positivo:</strong> Incentive a leitura em casa, oferecendo livros que sejam interessantes para seu filho e tornando a leitura uma atividade agradável. Valorize os esforços e conquistas dele, por menores que sejam.</li>
<li><strong>Mantenha paciência e apoio:</strong> O aprendizado pode ser mais desafiador, e pode levar tempo para que seu filho desenvolva habilidades de leitura. Esteja ao lado dele, oferecendo apoio emocional e ajudando-o a lidar com a frustração que pode surgir.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A dislexia é parte da jornada de aprendizado do seu filho, e com as intervenções corretas e o ambiente de apoio, ele pode alcançar seu potencial pleno durante o processo educativo. O amor, a compreensão e a paciência são essenciais enquanto vocês navegam por esse processo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Sulene Pirana </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Secretária do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância da data e da leitura em Braille</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-importancia-da-data-e-da-leitura-em-braille/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial do Braille, comemorado em 4 de janeiro, é um dia importante, que destaca a grande importância do sistema Braille</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial do Braille, comemorado em 4 de janeiro, é um dia importante, que destaca a grande importância do sistema Braille e da leitura tátil, especialmente na área da Pediatria. A data não só homenageia Louis Braille, que desenvolveu esse sistema inovador no século XIX, mas também revela como o Braille continua a ser uma ferramenta importante na educação e inclusão de crianças com deficiência visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos três anos de idade, enquanto brincava com uma ferramenta de lâmina longa e afiada, Louis Braille escorregou e a ferramenta perfurou seu olho direito. Alguns meses depois, o olho esquerdo ficou inflamado, provavelmente por causa da oftalmia simpática (inflamação do trato uveal – uveíte &#8211; que ocorre em um olho após lesão ou cirurgia no outro olho). Louis ficou totalmente cego aos 5 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">A relevância do Braille é ainda mais evidente para a Pediatria. As crianças que perderam a visão desde a infância enfrentam desafios únicos na aprendizagem. O Braille torna-se uma ponte importante, que permite a estas crianças desenvolverem competências de leitura e escrita que são fundamentais para o crescimento intelectual e social.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao proporcionar uma forma tangível de comunicação, o Braille não só permite que essas crianças participem ativamente no ambiente educativo, mas também promove a autonomia. A capacidade de ler e escrever Braille lhes dá a liberdade de explorar de forma independente um mundo de conhecimento, estimulando o desenvolvimento cognitivo e a confiança. </p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial do Braille é uma oportunidade para reafirmar o compromisso global com a igualdade de acesso à educação. Apela à sociedade, aos educadores e às instituições para que garantam que todas as crianças, independentemente das suas capacidades visuais, tenham as ferramentas necessárias para prosperar em todos os ambientes que frequentarem. Investir na difusão do Braille significa investir no potencial ilimitado das crianças com deficiência visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, esta data serve como um lembrete de que a inovação e a adaptação ainda são necessárias no domínio da educação inclusiva. À medida que avançamos, é vital explorar formas de integrar ainda mais a leitura do Braille nos métodos de ensino, garantindo que as crianças tenham acesso a materiais e tecnologias que melhorem ou facilitem a sua aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o Dia Mundial do Braille celebra o poder transformador da educação inclusiva, que capacita às crianças cegas e de baixa visão a criar os seus próprios caminhos para a educação e a realização pessoal. Esperamos que este dia inspire a inovação para continuar a iluminar o caminho para um futuro mais acessível e relevante da educação Braille.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p>Massof RW. The role of Braille in the literacy of blind and visually impaired children. Arch Ophthalmol. 2009;127(11):1530–1531. doi:10.1001/archophthalmol.2009.295.</p>
<p>Jiménez J, Olea J, Torres T, Alonso I, Harder D, Fischer K. Biography of Louis Braille and invention of the Braille alphabet. 2009;54(1):0–149. doi:10.1016/j.survophthal.2008.10.006 </p>
<p>Bullock JD, Galst JM. The story of Louis Braille. Arch Ophthalmol. 2009;127(11):1532–1533. doi:10.1001/archophthalmol.2009.286</p>
<p><strong>Relator:<br />Marcelo Alexandre A. C. Costa<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Internacional da Alfabetização</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-internacional-da-alfabetizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Sep 2022 19:46:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Alfabetização]]></category>
		<category><![CDATA[Aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
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		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-alfabetizacao-1024x683-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-alfabetizacao-1024x683-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-alfabetizacao-1024x683-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Dia 8 de setembro é o Dia Internacional da Alfabetização, pois foi nessa data que, em 1967, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), que faz parte da ONU (Organização das Nações Unidas), destacou esse dia no calendário mundial, a fim de chamar a atenção para a importância da alfabetização para o desenvolvimento da cidadania. A palavra alfabeto vem das duas primeiras letras do grego (alfa e beta), resumindo o conjunto de letras que constroem as palavras de uma língua. Alfabetizar, porém, mais do que demonstrar estas letras, significa criar condições para que as pessoas vejam os caracteres e entendam as palavras construídas pelas letras. No entanto, não basta apenas a leitura e a escrita das palavras, é importante a codificação das mesmas, através do entendimento e compreensão dos sentidos que as palavras têm. Quem consegue entender as letras e ler as palavras, mas não consegue extrair o significado delas, é chamado de analfabeto funcional. No Brasil, temos registrado uma crescente melhora em termos de escolarização, porém com muitos alunos avançando no ensino fundamental e até mesmo no médio ainda como analfabetos funcionais. É preciso garantir o acesso de todos com condições adequadas, ambientes escolares que sejam acolhedores, sem distinção de qualquer espécie, em um processo de ensino e aprendizagem que seja ativo, inclusivo, voltado às necessidades pessoais e coletivas, muito além do letramento. É importante que todos tenham acesso ao ensino infantil e fundamental de qualidade, com vagas para todos. Respeitar o desenvolvimento da criança e seus passos, como acolher e ter na família um apoio para o desenvolvimento intelectual da criança, é parte fundamental da construção de uma sociedade com mais condições de desenvolvimento econômico, social e de uma vida mais saudável.   Relator: Fausto Flor CarvalhoPresidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da Sociedade de Pediatria de São PauloCoordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo   Foto: @veresproduction / br.freepik.com</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dia-internacional-da-alfabetizacao/">Dia Internacional da Alfabetização</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-alfabetizacao-1024x683-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-alfabetizacao-1024x683-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-alfabetizacao-1024x683-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Dia 8 de setembro é o Dia Internacional da Alfabetização, pois foi nessa data que, em 1967, a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), que faz parte da ONU (Organização das Nações Unidas), destacou esse dia no calendário mundial, a fim de chamar a atenção para a importância da alfabetização para o desenvolvimento da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">A palavra alfabeto vem das duas primeiras letras do grego (alfa e beta), resumindo o conjunto de letras que constroem as palavras de uma língua. Alfabetizar, porém, mais do que demonstrar estas letras, significa criar condições para que as pessoas vejam os caracteres e entendam as palavras construídas pelas letras.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, não basta apenas a leitura e a escrita das palavras, é importante a codificação das mesmas, através do entendimento e compreensão dos sentidos que as palavras têm. Quem consegue entender as letras e ler as palavras, mas não consegue extrair o significado delas, é chamado de analfabeto funcional.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, temos registrado uma crescente melhora em termos de escolarização, porém com muitos alunos avançando no ensino fundamental e até mesmo no médio ainda como analfabetos funcionais. É preciso garantir o acesso de todos com condições adequadas, ambientes escolares que sejam acolhedores, sem distinção de qualquer espécie, em um processo de ensino e aprendizagem que seja ativo, inclusivo, voltado às necessidades pessoais e coletivas, muito além do letramento.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que todos tenham acesso ao ensino infantil e fundamental de qualidade, com vagas para todos. Respeitar o desenvolvimento da criança e seus passos, como acolher e ter na família um apoio para o desenvolvimento intelectual da criança, é parte fundamental da construção de uma sociedade com mais condições de desenvolvimento econômico, social e de uma vida mais saudável.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Relator: </strong><strong><br />Fausto Flor Carvalho<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Foto: </strong><strong>@<a href="https://br.freepik.com/autor/veresproduction">veresproduction</a> / br.freepik.com</strong></p>
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			</item>
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		<title>Meu filho tem dificuldades na escola: será dislexia?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/meu-filho-tem-dificuldades-na-escola-sera-dislexia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 18:30:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As dificuldades fazem parte do processo de aprendizagem da criança, mas é preciso estar atento para identificar um transtorno que exige cuidados específicos Aprender faz parte do nosso dia a dia: desde que nascemos, estamos o tempo todo aprendendo. Entretanto, o aprendizado formal (acadêmico) é envolto em grandes preparativos e expectativas. As famílias se preocupam e tentam contribuir, oferecendo as melhores oportunidades. Mas e quando a criança não consegue aprender? Nesse momento todos os olhares se voltam para os pequenos e começam as buscas pelas causas desse “fracasso”. Muitos são os caminhos que surgem, mas qual deles pode ajudar a reverter esse quadro? Qual profissional, quais terapias, quais metodologias educacionais? Essas escolhas podem determinar o desenvolvimento atual e futuro da criança. Os pré-requisitos para um bom aprendizado são:Saúde físicaSaúde emocionalCognição – que podemos entender como inteligênciaMemória e atençãoVisão: percepção e processamentoAudição: percepção e processamentoDesejo e oportunidadeAmbiente educacional – pedagógicoMotricidade corporal e em especial manualEquilíbrio A ideia de que “cada criança tem seu tempo” é muito banalizada e pode atrasar o atendimento adequado. Então, uma criança pode aprender a ler e escrever aos dois anos e outra aos 10 e ser normal? Precisa ficar claro que esse tempo tem limites que devem ser respeitados. Tanto a introdução muito precoce de atividades para a qual aquele sistema nervoso em desenvolvimento ainda não está preparado, quanto um atraso podem levar a desvios na evolução normal. A idade em que a maturidade neurológica permite o adequado aprendizado da leitura e escrita, base para toda escolaridade, é entre cinco e sete anos de idade. Uma criança pode ter dificuldades por uma série de razões que devem ser investigadas, de acordo com a apresentação clínica, por um profissional médico, pois o diagnóstico correto orientará as terapias e adaptações para que ela, como indivíduo, possa aprender no máximo de sua capacidade. O pediatra será o primeiro a avaliar e orientar a família e fará os encaminhamentos quando, e se necessário, para o foniatra e/ou neurologista. Uma observação necessária: a dislexia Quando as avaliações física, auditiva, visual, emocional, cognitiva e pedagógica encontram-se dentro da normalidade – e mesmo assim ocorrem dificuldades no aprendizado – podemos estar diante de um quadro de dislexia, mais corretamente denominado como Transtorno de Leitura e Escrita. Ele é causado por uma alteração do sistema nervoso central que leva a uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os as letras e seus sons. Pode ocorrer, ainda, um transtorno específico do aprendizado da matemática, em que a criança terá dificuldades com conceitos de quantidade, contagem, grupos e símbolos numéricos. Esses transtornos podem melhorar com tratamento adequado, mas não têm cura, sendo fundamental um atendimento interdisciplinar envolvendo a fonoaudiologia, psicopedagogia e psicologia. ___RelatoraDra. Sulene PiranaGrupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP. Publicado em 18/10/2019</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-filho-tem-dificuldades-na-escola-sera-dislexia/">Meu filho tem dificuldades na escola: será dislexia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center" style="font-size:22px"><em>As dificuldades fazem parte do processo de aprendizagem da criança, mas é preciso estar atento para identificar um transtorno que exige cuidados específicos </em></p>



<p>Aprender faz parte do nosso dia a dia: desde que nascemos, estamos o tempo todo aprendendo. Entretanto, o aprendizado formal (acadêmico) é envolto em grandes preparativos e expectativas. As famílias se preocupam e tentam contribuir, oferecendo as melhores oportunidades. Mas e quando a criança não consegue aprender? Nesse momento todos os olhares se voltam para os pequenos e começam as buscas pelas causas desse “fracasso”.</p>



<p>Muitos são
os caminhos que surgem, mas qual deles pode ajudar a reverter esse quadro? Qual
profissional, quais terapias, quais metodologias educacionais? Essas escolhas
podem determinar o desenvolvimento atual e futuro da criança.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/10/pixabay-1093758_klimkin-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-2951"/><figcaption>klimkin  pixabay.com</figcaption></figure>



<p>Os pré-requisitos para um bom aprendizado são:<br>Saúde física<br>Saúde emocional<br>Cognição – que podemos entender como inteligência<br>Memória e atenção<br>Visão: percepção e processamento<br>Audição: percepção e processamento<br>Desejo e oportunidade<br>Ambiente educacional – pedagógico<br>Motricidade corporal e em especial manual<br>Equilíbrio </p>



<p>A ideia de que “cada criança tem seu tempo” é muito banalizada e pode atrasar o atendimento adequado. Então, uma criança pode aprender a ler e escrever aos dois anos e outra aos 10 e ser normal? Precisa ficar claro que esse tempo tem limites que devem ser respeitados. Tanto a introdução muito precoce de <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/o-estresse-do-excesso-de-atividades-na-crianca/">atividades</a> para a qual aquele sistema nervoso em desenvolvimento ainda não está preparado, quanto um atraso podem levar a desvios na evolução normal.</p>



<p>A idade em
que a maturidade neurológica permite o adequado aprendizado da leitura e
escrita, base para toda escolaridade, é entre cinco e sete anos de idade. Uma
criança pode ter dificuldades por uma série de razões que devem ser
investigadas, de acordo com a apresentação clínica, por um profissional médico,
pois o diagnóstico correto orientará as terapias e adaptações para que ela,
como indivíduo, possa aprender no máximo de sua capacidade. </p>



<p>O pediatra será o primeiro a avaliar e orientar a família e fará os encaminhamentos quando, e se necessário, para o foniatra e/ou neurologista. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Uma observação necessária: a dislexia</strong></h4>



<p>Quando as avaliações física, auditiva, visual, emocional, cognitiva e pedagógica encontram-se dentro da normalidade – e mesmo assim ocorrem dificuldades no aprendizado – podemos estar diante de um quadro de dislexia, mais corretamente denominado como Transtorno de Leitura e Escrita. Ele é causado por uma alteração do sistema nervoso central que leva a uma perturbação na aprendizagem da leitura pela dificuldade no reconhecimento da correspondência entre os as letras e seus sons.</p>



<p>Pode ocorrer, ainda, um transtorno específico do aprendizado da matemática, em que a criança terá dificuldades com conceitos de quantidade, contagem, grupos e símbolos numéricos. Esses transtornos podem melhorar com tratamento adequado, mas não têm cura, sendo fundamental um atendimento interdisciplinar envolvendo a fonoaudiologia, psicopedagogia e psicologia.</p>



<p>___<br><strong>Relatora</strong><br><strong>Dra. Sulene Pirana</strong><br>Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP.</p>



<p>Publicado em 18/10/2019</p>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/junho-purpura-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 19:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V, 2015), publicação da American Psichiatrc Association, aponta que o distúrbio específico de aprendizagem acomete de 5 a 15% de crianças em idade escolar, em diferentes idiomas e culturas, sendo os específicos em leitura e escrita altamente prevalentes. Alguns estudos apontam 17,5% de acometimento dos estudantes de classes do ensino fundamental (Shaywitz, Morris e Bennett, 2008). Os números são expressivos e, por essa razão, a campanha Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), coloca em debate o assunto. O objetivo da campanha é informar e atualizar pediatras sobre o aprendizado, suas dificuldades e distúrbios. “Precisamos trazer o problema para o consultório e não deixá-lo apenas na escola. Dessa forma, pediatras podem orientar pais e cuidadores, esclarecendo dúvidas e ajudando as famílias na difícil escolha de que especialistas ou profissionais procurar”, alerta a Dra. Renata Di Francesco, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da SPSP e coordenadora da campanha. Outro objetivo é levar informações sobre os distúrbios de aprendizagem para a população, de forma simples e clara. Segundo o coordenador de campanhas da SPSP, Dr. Claudio Barsanti, a conscientização dos profissionais de saúde é fundamental. “O quanto antes a causa desses distúrbios for detectada, melhor. Dessa forma, serão realizadas as intervenções necessárias para que essas crianças possam, o mais cedo possível, ter o diagnóstico e encaminhamentos adequados. Sinais como alterações na percepção, escuta, visão, entre outros, devem ser observados e tratados rapidamente. O tratamento adequado feito precocemente fará toda a diferença”, afirma o pediatra. A campanha está a cargo do Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, formado não só por pediatras, mas médicos de outras especialidades como neurologia, otorrinolaringologia e oftalmologia, entre outros. O grupo pretende escrever artigos voltados para o público leigo que serão publicados aqui no Blog Pediatra Orienta.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/junho-purpura-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-2/">Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V, 2015), publicação da American Psichiatrc Association, aponta que o distúrbio específico de aprendizagem acomete de 5 a 15% de crianças em idade escolar, em diferentes idiomas e culturas, sendo os específicos em leitura e escrita altamente prevalentes. Alguns estudos apontam 17,5% de acometimento dos estudantes de classes do ensino fundamental (Shaywitz, Morris e Bennett, 2008). Os números são expressivos e, por essa razão, a campanha <strong>Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</strong>, da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), coloca em debate o assunto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2768" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/06/JunhoPurpura_logoH-1024x724.jpg" alt="Junho Púrpura" width="493" height="348" /></p>
<p>O objetivo da campanha é informar e atualizar pediatras sobre o aprendizado, suas dificuldades e distúrbios. “Precisamos trazer o problema para o consultório e não deixá-lo apenas na escola. Dessa forma, pediatras podem orientar pais e cuidadores, esclarecendo dúvidas e ajudando as famílias na difícil escolha de que especialistas ou profissionais procurar”, alerta a Dra. Renata Di Francesco, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da SPSP e coordenadora da campanha. Outro objetivo é levar informações sobre os distúrbios de aprendizagem para a população, de forma simples e clara.</p>
<p>Segundo o coordenador de campanhas da SPSP, Dr. Claudio Barsanti, a conscientização dos profissionais de saúde é fundamental. “O quanto antes a causa desses distúrbios for detectada, melhor. Dessa forma, serão realizadas as intervenções necessárias para que essas crianças possam, o mais cedo possível, ter o diagnóstico e encaminhamentos adequados. Sinais como alterações na percepção, escuta, visão, entre outros, devem ser observados e tratados rapidamente. O tratamento adequado feito precocemente fará toda a diferença”, afirma o pediatra.</p>
<p>A campanha está a cargo do Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, formado não só por pediatras, mas médicos de outras especialidades como neurologia, otorrinolaringologia e oftalmologia, entre outros. O grupo pretende escrever artigos voltados para o público leigo que serão publicados aqui no Blog Pediatra Orienta.</p>
<p><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/qAeSzUZ5Z1g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/junho-purpura-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-2/">Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Música alta pode afetar memória e aprendizagem</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/musica-alta-pode-afetar-memoria-e-aprendizagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2014 03:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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		<category><![CDATA[Som alto]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O Portal Terra Notícias divulgou estudo que revela que o som alto pode afetar a memória e os mecanismos de aprendizagem de animais em desenvolvimento. Através de um experimento com ratos, cientistas da Argentina mostraram que a preocupação dos pais com adolescentes que gostam de ouvir música alta não é exagero nem tampouco chateação. O estudo, publicado na revista internacional Brain Research, utilizou camundongos considerados “adolescentes” &#8211; com idade entre 15 e 30 dias &#8211; pois têm um sistema nervoso semelhante aos seres humanos. Eles foram expostos a intensidades de ruído entre 95 e 97 decibéis (dB) mais altos do que o patamar considerado seguro (70-80 dB), porém abaixo da intensidade de som que produz, por exemplo, um show de música (110 dB). Na conclusão, os pesquisadores descobriram que, depois de duas h oras de exposição, os ratos sofreram danos irreversíveis nas células cerebrais, com anormalidades na área do hipocampo, uma região associada com os processos de memória e aprendizagem. Terra Notícias, 29 de julho de 2012 http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6029516-EI8147,00-Musica+alta+pode+afetar+memoria+e+aprendizagem+diz+estudo.html Comentários: Dra Renata C Di Francesco Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP A exposição a sons altos é um problemas em muitas partes do mundo. Não é apenas o ruído ou som desagradável que pode ter consequências desastrosas, a música alta também. Apesar de sentirmos uma sensação de prazer quando ouvimos música em altos volumes, devemos saber que a exposição prolongada ou frequente a sons de alta intensidade pode nos trazer diversas consequências, e não apenas para o ouvido, atingindo também os sistemas cardiovascular, endócrino, imunológicos e psíquico. Podemos observar que próximo a grandes quedas d’água, cataratas, por exemplo não são encontrados mamíferos superiores, simplesmente porque o som das águas é bastante irritante para eles. Recentemente, estudos mostraram que o som em alto volume também pode interferir na memória, e não apenas por uma falta de concentração, mas sim porque após duas horas de exposição os animais de laboratório apresentaram dano cerebral irreversível, principalmente na área do hipocampo, que é responsável pelos processos de memória e aprendizado. Outros estudos mostram que fetos reagem diferentemente à intensidade da música à que são expostos. Em baixa intensidade (cerca de 60 dB), há uma melhora do níveis de memória e orientação especial. Quando expostos a altos níveis (90a 100 dB), estes animais após a fase fetal apresentam pior memória e orientação especial que seus pares. O som alto interfere no metabolismo da nor-adrenalina e geralmente de forma irreversível. Assim, deve-se, sempre evitar a exposição a sons de alta intensidade, ainda que agradáveis. ___ Publicado em 14/03/2014. photo credit: Wavebreakmedia Ltd &#124; Dreamstime.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/musica-alta-pode-afetar-memoria-e-aprendizagem/">Música alta pode afetar memória e aprendizagem</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/03/dreamstime_xs_14023851.jpg" rel="prettyphoto[26878]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-528" alt="??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????" src="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/03/dreamstime_xs_14023851.jpg?w=300" width="300" height="217" /></a>O Portal Terra Notícias divulgou estudo que revela que o som alto pode afetar a memória e os mecanismos de aprendizagem de animais em desenvolvimento. Através de um experimento com ratos, cientistas da Argentina mostraram que a preocupação dos pais com adolescentes que gostam de ouvir música alta não é exagero nem tampouco chateação. O estudo, publicado na revista internacional Brain Research, utilizou camundongos considerados “adolescentes” &#8211; com idade entre 15 e 30 dias &#8211; pois têm um sistema nervoso semelhante aos seres humanos. Eles foram expostos a intensidades de ruído entre 95 e 97 decibéis (dB) mais altos do que o patamar considerado seguro (70-80 dB), porém abaixo da intensidade de som que produz, por exemplo, um show de música (110 dB). Na conclusão, os pesquisadores descobriram que, depois de duas h oras de exposição, os ratos sofreram danos irreversíveis nas células cerebrais, com anormalidades na área do hipocampo, uma região associada com os processos de memória e aprendizagem.</p>
<p><em>Terra Notícias, 29 de julho de 2012</em><br />
<a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6029516-EI8147,00-Musica+alta+pode+afetar+memoria+e+aprendizagem+diz+estudo.html" target="_blank" rel="noopener">http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6029516-EI8147,00-Musica+alta+pode+afetar+memoria+e+aprendizagem+diz+estudo.html</a></p>
<p><strong>Comentários:</strong><br />
<strong> Dra Renata C Di Francesco</strong><br />
Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP</p>
<p>A exposição a sons altos é um problemas em muitas partes do mundo. Não é apenas o ruído ou som desagradável que pode ter consequências desastrosas, a música alta também. Apesar de sentirmos uma sensação de prazer quando ouvimos música em altos volumes, devemos saber que a exposição prolongada ou frequente a sons de alta intensidade pode nos trazer diversas consequências, e não apenas para o ouvido, atingindo também os sistemas cardiovascular, endócrino, imunológicos e psíquico.</p>
<p>Podemos observar que próximo a grandes quedas d’água, cataratas, por exemplo não são encontrados mamíferos superiores, simplesmente porque o som das águas é bastante irritante para eles. Recentemente, estudos mostraram que o som em alto volume também pode interferir na memória, e não apenas por uma falta de concentração, mas sim porque após duas horas de exposição os animais de laboratório apresentaram dano cerebral irreversível, principalmente na área do hipocampo, que é responsável pelos processos de memória e aprendizado.</p>
<p>Outros estudos mostram que fetos reagem diferentemente à intensidade da música à que são expostos. Em baixa intensidade (cerca de 60 dB), há uma melhora do níveis de memória e orientação especial. Quando expostos a altos níveis (90a 100 dB), estes animais após a fase fetal apresentam pior memória e orientação especial que seus pares. O som alto interfere no metabolismo da nor-adrenalina e geralmente de forma irreversível.</p>
<p>Assim, deve-se, sempre evitar a exposição a sons de alta intensidade, ainda que agradáveis.</p>
<p>___<br />
Publicado em 14/03/2014.<br />
photo credit: Wavebreakmedia Ltd | Dreamstime.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" alt="Licença Creative Commons" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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