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	<title>Arquivos Avós - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Avós - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Onde a infância permanece viva</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/onde-a-infancia-permanece-viva/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Abrigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Hoje, 26 de julho, é dia de homenagear as avós e os avôs, guardiões do tempo, do afeto e da memória. Celebramos, nesta data, uma presença que molda gerações, com paciência, fé e doçura. Lembrança sempre gostosa é a “casa dos avós”. Esse lugar mágico onde a vida tem outro ritmo e o coração encontra abrigo – é uma extensão do colo. “Casa da vó e do vô” tem cheiro de comidinha saborosa e sempre a predileta de cada neto. É onde o sofá nos acolhe inteiro e o cuidado se sente em cada gesto, como um cobertor dobrado, uma oração sussurrada no fim da noite. Na “casa da vó e do vô” o relógio marca o tempo de maneira diferente: lá a infância permanece viva, mesmo quando o corpo já é adulto; é onde tudo pode ser ressignificado &#8211; um tropeço vira aprendizado, um choro vira consolo. Nesse lugar os netos são sempre pequenos, os erros, sempre perdoáveis, e as pequenas conquistas, celebradas. A vocês, avós queridos, nosso obrigado. Por serem abrigo, consolo, elo entre o passado e o futuro. Por nos ensinarem que ser família é nunca desistir uns dos outros. Feliz Dia dos Avós.   Relator: Fernando MF OliveiraCoordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/onde-a-infancia-permanece-viva/">Onde a infância permanece viva</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Dia-dos-Avos-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje, 26 de julho, é dia de homenagear as avós e os avôs, guardiões do tempo, do afeto e da memória. Celebramos, nesta data, uma presença que molda gerações, com paciência, fé e doçura.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrança sempre gostosa é a “casa dos avós”. Esse lugar mágico onde a vida tem outro ritmo e o coração encontra abrigo – é uma extensão do colo. “Casa da vó e do vô” tem cheiro de comidinha saborosa e sempre a predileta de cada neto. É onde o sofá nos acolhe inteiro e o cuidado se sente em cada gesto, como um cobertor dobrado, uma oração sussurrada no fim da noite.</p>
<p style="text-align: justify;">Na “casa da vó e do vô” o relógio marca o tempo de maneira diferente: lá a infância permanece viva, mesmo quando o corpo já é adulto; é onde tudo pode ser ressignificado &#8211; um tropeço vira aprendizado, um choro vira consolo. Nesse lugar os netos são sempre pequenos, os erros, sempre perdoáveis, e as pequenas conquistas, celebradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A vocês, avós queridos, nosso obrigado. Por serem abrigo, consolo, elo entre o passado e o futuro. Por nos ensinarem que ser família é nunca desistir uns dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Feliz Dia dos Avós.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fernando MF Oliveira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Dia dos Avós</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-dos-avos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 16:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-dia-dos-avos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-dia-dos-avos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-dia-dos-avos-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O “Dia dos Avós”, celebrado em 26 de julho, é o dia das avós e dos avôs. Explico: o plural de avó é avós. A palavra avós designa o casal formado pelo avô e pela avó. Avós, em geral, fazem parte da memória afetiva de cada um de nós, porque todos fomos crianças um dia. Avós dão com alegria o que toda criança adora – tempo, presença e mimos. Entre os mimos estão os inúmeros beijos – estalados e repetidos nas bochechas; os abraços mais quentinhos; as comidas com seus aromas e sabores que só as avós têm o segredo para fazê-los aparecer à hora das refeições; contam histórias que enchem de fantasia e atiçam a imaginação; inventam viagens legais e divertidas. O tempo mistura as gerações num determinado período, fazendo com que haja o convívio abençoado de netos e avós, pais e filhos. Tudo junto e misturado. A vida que aprende com a vida. Nem todos os avós são velhos. Nem todos os velhos têm rugas. O tempo parece transparecer em alguns de forma mais nítida, em outros, de maneira mais benevolente. Mas todos os avós querem conservar o tempo. O tempo de suas vidas, de suas experiências, de suas recordações, de seus amores, de suas alegrias, da família. Há palavra para descrever a ação de ser pai – paternagem, de ser mãe – maternagem –, mas não há palavra para descrever a ação de ser avô ou avó. Pedindo licença aos estudiosos da nossa língua, propomos este neologismo – avonagem, para descrever esse tempo privilegiado. Particularidades da avonagem: #avonagem Relator:Fernando MF OliveiraCoordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-dia-dos-avos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-dia-dos-avos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-dia-dos-avos-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p class="wp-block-paragraph">O “Dia dos Avós”, celebrado em 26 de julho, é o dia das avós e dos avôs. Explico: o plural de avó é avós. A palavra avós designa o casal formado pelo avô e pela avó.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Avós, em geral, fazem parte da memória afetiva de cada um de nós, porque todos fomos crianças um dia. Avós dão com alegria o que toda criança adora – tempo, presença e mimos. Entre os mimos estão os inúmeros beijos – estalados e repetidos nas bochechas; os abraços mais quentinhos; as comidas com seus aromas e sabores que só as avós têm o segredo para fazê-los aparecer à hora das refeições; contam histórias que enchem de fantasia e atiçam a imaginação; inventam viagens legais e divertidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo mistura as gerações num determinado período, fazendo com que haja o convívio abençoado de netos e avós, pais e filhos. Tudo junto e misturado. A vida que aprende com a vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todos os avós são velhos. Nem todos os velhos têm rugas. O tempo parece transparecer em alguns de forma mais nítida, em outros, de maneira mais benevolente. Mas todos os avós querem conservar o tempo. O tempo de suas vidas, de suas experiências, de suas recordações, de seus amores, de suas alegrias, da família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há palavra para descrever a ação de ser pai – paternagem, de ser mãe – maternagem –, mas não há palavra para descrever a ação de ser avô ou avó. Pedindo licença aos estudiosos da nossa língua, propomos este neologismo – <em>avonagem, </em>para descrever esse tempo privilegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Particularidades da avonagem</em>:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li>Ser avó ou avô não nos torna mais velhos do que somos;</li>



<li>Avós não se aposentam, só os trabalhadores idosos;</li>



<li>Na <em>avonagem </em>o ponteiro dos relógios anda mais devagar;</li>



<li>Avós têm tesouros escondidos que só os netos conseguem encontrar;</li>



<li>Os filhos nos introduzem compulsoriamente na avonagem, mas somos nós que qualificamos, tanto para os netos quanto para nós mesmos, esse período da existência.</li>
</ol>



<p class="wp-block-paragraph">#avonagem</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relator:<br>Fernando MF Oliveira<br>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Avós são livros vivos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/avos-sao-livros-vivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2023 20:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Avos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Avos-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Avos-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Antigamente, antes do Google, dizia-se a respeito de alguém que tinha amplo conhecimento de assuntos gerais e diversos que o mesmo era uma “biblioteca ambulante”, ou seja, era fonte de</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Avos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Avos-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/07/Avos-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Antigamente, antes do Google, dizia-se a respeito de alguém que tinha amplo conhecimento de assuntos gerais e diversos que o mesmo era uma “biblioteca ambulante”, ou seja, era fonte de informação disponível, qual um livro ou muitos. As famílias, em geral, podem desfrutar do convívio com “livros vivos”, prontos para serem “lidos” – os avós, que são fonte de sabedoria, bons conselhos e depositários de valores e de muitas histórias familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">Os avós têm um papel singular na família. Destacamos alguns pontos em que podem atuar diferenciadamente, como:</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>mediadores de conflitos entre pais e filhos &#8211;</strong> sendo facilitadores da comunicação, oferecendo uma nova perspectiva de olhar para uma determinada situação;</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>apoio emocional para os filhos e para os netos &#8211;</strong> o apoio e os conselhos dos mais experientes podem tranquilizar e direcionar os ânimos em uma família, especialmente quando os pais forem iniciantes na tarefa de cuidar de filhos, ou estiverem sobrecarregados e assustados;</li>
<li><strong>fontes de</strong> amor, carinho, paciência, humor, tolerância, conforto;</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>ponto de união da família &#8211;</strong> através dos avós, os descendentes podem conhecer mais sobre a história da própria família, gerando uma noção de identidade e pertencimento, que ajuda a saber quem somos;</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>cuidadores emocionais</strong> <strong>&#8211;</strong> os avós transmitem às crianças da família um sentimento natural de simpatia e gentileza. Crianças enraivecidas e furiosas com os pais podem se tranquilizar na presença de um de seus avós; ou atender a um pedido dos avós, quando a ordem dos pais foi, simplesmente, ignorada.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Indiretamente, a figura dos avós (mais idosos e com limitações eventuais) ajuda a desenvolver nos netos sentimentos de empatia e o instinto natural do cuidado. A interação entre netos e avós traz benefícios mútuos. Os netos rejuvenescem os avós e os aproximam das novidades tecnológicas e do progresso do mundo moderno.</p>
<p style="text-align: justify;">Netos adoram avós disponíveis, dispostos a brincar, que compram um doce ou um brinquedo fora das datas fixas de aniversário, Páscoa, Dia da Criança e Natal, por exemplo. Quem não gosta de surpresa e de afeto?</p>
<p style="text-align: justify;">A realidade é que essa “superproteção” dos avós não deve levar as crianças a desobedecerem seus pais, mas é importante que pais e avós conversem francamente, pactuando as diretrizes estabelecidas para a educação das crianças. Pais e avós têm que ser aliados nesse processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Avós permissivos, que deixam que os netos façam tudo e comam tudo que quiserem, passam, indiretamente, a mensagem de que os pais são os “monstros malvados” que os privam “do melhor da vida”. A ideia de que “pais educam e os avós estragam” numa sociedade mais complexa e desafiante como a atual, não é mais cabível.</p>
<p style="text-align: justify;">O dia 26 de julho foi escolhido para a celebração do Dia dos Avós porque a data corresponde ao dia em que a Igreja Católica estabeleceu para a comemoração da festa de São Joaquim e Sant’Ana que, segundo a tradição, seriam os pais de Maria, portanto avós de Jesus.</p>
<p style="text-align: justify;">Dia para lembrar e honrar a vida dos avós.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:</strong><br /><span style="font-size: revert; color: initial;"><strong>Fernando MF Oliveira </strong>     <br /></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<item>
		<title>O “umbigo” caiu! O que eu faço agora, doutor?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-umbigo-caiu-o-que-eu-faco-agora-doutor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 20:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vovó dizia]]></category>
		<category><![CDATA[Avós]]></category>
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		<category><![CDATA[Recém-nascido]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=27965</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Mãe e filha entraram no consultório para tirar uma dúvida crucial.<br />
No caso, a filha era a mãe do paciente - um lindo recém-nascido de 8 dias de vida, que estava no colo da avó (a mãe da mãe). </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Episódio 5: O “umbigo” caiu! O que eu faço agora, doutor?</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Mãe e filha entraram no consultório para tirar uma dúvida crucial. No caso, a filha era a mãe do paciente &#8211; um lindo recém-nascido de 8 dias de vida, que estava no colo da avó (a mãe da mãe).<br>A mais importante e angustiante das dúvidas, para aquela avó, foi a pergunta que deu início à nossa conversa: &#8211; Doutor, eu até trouxe comigo, neste vidrinho aqui (e mostrou o recipiente). O umbigo do meu netinho caiu hoje&#8230; ele estava por um fio e depois do banho, ao colocar a fralda, ele caiu.<br>Interajo, naturalmente, dizendo: &#8211; Caiu no tempo habitual&#8230;<br>Não houve oportunidade para mais comentários, logo, a avó emendou:<br>&#8211; E, agora, doutor, o que vamos fazer? Minha filha queria jogar o “coitadinho” no lixo. Eu não deixei.<br>&#8211; A senhora está se referindo ao coitadinho do coto umbilical, é claro! Tentei fazer uma brincadeira para descontrair, mas fui malsucedido.<br>&#8211; Claro, doutor!&nbsp; Como é que se joga no lixo uma “coisa viva” que é do meu neto?!<br>Nós pediatras costumamos vivenciar episódios assim. A preocupação quanto ao que fazer com o coto umbilical reflete o que está no imaginário popular, em especial, das gerações mais velhas.<br>O rol de simpatias é variado: o&nbsp;“umbigo”&nbsp;deveria ser enterrado nos pés de uma roseira para que a criança cresça bonita e saudável; deveria ser enterrado junto a uma bananeira para que o bebê tenha muito dinheiro no futuro; se enterrar junto a uma porteira de fazenda, será fazendeiro; se jogar no mar, serámarinheiro; se guardar com você, o seu filho ficará sempre por perto; se jogar no lixo, um rato pode pegar o “umbigo” e vai se tornar ladrão quando crescer.<br>Os mais novos já se desvencilham das crenças e buscam razões baseadas na ciência e no seu contínuo progresso, para justificar a guarda do cordão umbilical, pois pensam que nele estão células que no futuro poderão ajudar o próprio indivíduo em alguma enfermidade.<br>O “umbigo” simboliza a dependência do bebê à sua mãe &#8211; pelo cordão umbilical recebe alimento, oxigênio, enfim, tudo que necessita. Há uma sensação de controle, de segurança. O corte do cordão rompe esse mundo idealizado, como se agora o filho ficasse desprotegido e entregue a sua própria sorte, aqui fora. É a primeira de muitas outras separações necessárias para o desenvolvimento desse outro ser, que é único, que só vai ganhar alteridade e maturidade, exatamente nesse processo de individuação.<br>O “umbigo”, que na verdade é a cicatriz restante do corte do cordão umbilical, é a ferida dessa separação; ele lembra os pais, de forma mais intensa as mães, dessa impotência de controle. Anuncia de forma estridente que aquele bebê não será mais deles, mas do mundo. Pode ser por isso que pareça ser tão difícil lidar com o umbigo, pois ele reflete a complexidade que envolve o cuidar de uma vida.<br>Ao final, quem caiu não foi o “umbigo”, ele é o que fica. Quem caiu foi o resquício do cordão umbilical que fora cortado ao nascimento – o coto umbilical mumificado, um tecido já morto.<br>O “universo umbilical” é cheio de mitos, medos e histórias (como a do “mal dos sete dias”) e de polêmicas, até teológicas, como a que envolve a pintura de Adão feita por Michelangelo na Capela Sistina. Nesta arte, Adão tem umbigo, o que foi criticado pelos teólogos, pois, pela narrativa bíblica, ele não foi gerado em ventre de mulher, portanto não houve placenta.<br>Essa cicatriz no corpo humano e na de todos os mamíferos (com exceção do ornitorrinco e do canguru), por estar na parte central do corpo, remete à ideia de centralidade. Embora a palavra signifique protuberância, ele pode ser fundo, representando uma concavidade. Apenas 10% dos umbigos são proeminentes, o restante é mais fundo – o que é esteticamente mais aceito.<br>A seguir desbravaremos um pouco mais deste universo curioso.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relator:</strong><br><strong>Fernando Manuel Freitas de Oliveira</strong><br><strong>Membro da Comissão de Ensino e Pesquisa da Sociedade de Pediatria de São Paulo.<br>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A limpeza da região umbilical</strong><strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A limpeza da região umbilical é importante para evitar infecção. Logo nos primeiros dias de vida, o cordão é gelatinoso, depois seca progressivamente, mumifica entre o 3º ou 4º dia e cai habitualmente entre o 6º e 15º dia de vida.A utilização de antissépticos no coto umbilical ainda é polêmica na literatura, mas sabe-se que o uso da clorexidina 0,5% é eficaz na redução da colonização e da infecção, mas atrasa a mumificação. Já o uso do álcool 70% acelera a mumificação, mas não interfere na colonização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Organização Mundial da Saúde recomenda manter a região do coto sempre seca para facilitar a cicatrização e sempre limpa para evitar infecção. A limpeza do coto deverá ser realizada várias vezes ao dia, principalmente após troca de fraldas, com água e sabonete neutro. Depois de secá-lo bem, o uso de um cotonete com álcool 70% em todo umbigo ajudará na cicatrização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Importante salientar que o produto deve sempre ser armazenado em frasco de uso individual. Situações de preocupação incluem: o atraso na queda do coto umbilical, após a terceira semana de vida, que pode ser manifestação de outras doenças como o hipotireoidismo congênito e as imunodeficiências primárias; a infecção, caracterizada pela presença de secreção purulenta na região do coto, edema e hiperemia da parede abdominal. Nesses casos a avaliação do pediatra é imprescindível para o diagnóstico e conduta adequados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maria Regina Bentlin</strong><br><strong>Presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Foto:&nbsp;</span>aynur_sib |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://depositphotos.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1617973284010000&amp;usg=AFQjCNEv6wyb0bEmcODlC4XUXYOqCVDp9g">depositphotos.com.br</a></p>
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		<title>Coronavírus: como fica a relação de avós e netos?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/coronavirus-como-fica-a-relacao-de-avos-e-netos-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2020 20:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Coisas inimagináveis e inaceitáveis até pouco tempo estão acontecendo atualmente. Quem iria pensar em evitar o contato entre avós e netos? Ao contrário, essa é uma relação muito recomendada e necessária. Mas, como todos nós sabemos, o mundo enfrenta uma grande e generalizada infecção por um vírus – o coronavírus – com grande capacidade de transmissão. A pandemia Covid-19 exige a modificação do nosso comportamento e do nosso estilo de vida, uma vez que a transmissão pode ocorrer de pessoa para pessoa e, também, por contato da mão com superfícies onde o vírus pode sobreviver por um tempo que varia de minutos a horas. A doença pode atingir todos os grupos etários, de crianças a idosos. Todos os infectados, durante certo tempo, podem contaminar outras pessoas. A infecção resulta em quadros que podem ser assintomáticos (sem manifestação de doença), podem ter manifestações leves e casos graves, inclusive com risco de morte. As crianças, até agora, estão no grupo de assintomáticos ou de casos leves. Os idosos são os principais membros dos casos graves. Dessa forma, durante esses tempos de pandemia, recomenda-se evitar o contato físico dos avós com os netos, uma vez que a criança – mesmo sem sintomas e aparentando boa saúde – pode transmitir o vírus para os avós (e estes, se infectados, também podem passar para os netos). Todos nós precisamos explicar para cada um deles – com palavras de compreensão – essa orientação. Amor maior O pediatra recomenda nesse momento, até nova orientação, não haver contato direto dos netos (e outras crianças) com os avós. O pediatra, também avô ou avó (como é o meu caso), sabe a grande falta que eles, os netos, fazem. É difícil quebrar, mesmo que por um tempo, essa grande relação lúdica, de afeto, respeito, interação e formação, de grande significado para a vida dos netos e dos avós. Mas, compreendemos que, nesses tempos, essa é a recomendação a ser seguida, pela segurança da vida. Entretanto, o sucesso dessa conduta não depende exclusivamente da concordância do afastamento físico, importante para evitar a doença, mas de uma compreensão mais aprofundada do que ele representa como valor inelutável para o futuro de toda a família. É certo que temos que encontrar nossa própria compreensão, nossa própria voz. Essa decisão deve representar nossa prova de amor maior. A emoção de sermos avós, de sermos identificados pelos netos, repete e amplia a emoção que sentimos quando nos tornamos pais. Ela nos transmite um sentimento de amor, de responsabilidade, de cuidados, de desejos de felicidade e de proteção para os nossos netos. Seria desnecessário falar aqui da imensa saudade que todos nós, avós, teremos nesses dias. E que, no fundo do coração, em alguns momentos, poderemos sofrer dessa saudade. Mas, valerá a pena, teremos oportunidade de compensar tudo isso: a alegria voltará! Além do mais, quando possível, usaremos a imagem e o som da internet ou inventaremos outro meio indireto de contato. Nenhuma distância conseguirá diminuir o amor recíproco de avós e netos. Afinal, nós, avós, temos uma imensa capacidade de amar e proteger. ___Relator:Dr. José Hugo de Lins PessoaEx-presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (gestão 2007-2009)Membro da Academia Brasileira de Pediatria</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Coisas inimagináveis e inaceitáveis até
pouco tempo estão acontecendo atualmente. Quem iria pensar em evitar o contato
entre avós e netos? </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário, essa é uma relação muito
recomendada e necessária. Mas, como todos nós sabemos, o mundo enfrenta uma
grande e generalizada infecção por um vírus – o coronavírus – com grande
capacidade de transmissão. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/04/Depositphotos_159813942_wavebreakmedia-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3118"/><figcaption><em>wavebreakmedia | depositphotos.com</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/coronavirus-sem-panico-com-responsabilidade/">pandemia</a> Covid-19 exige a modificação do nosso comportamento e do nosso estilo de vida, uma vez que a transmissão pode ocorrer de pessoa para pessoa e, também, por contato da mão com superfícies onde o vírus pode sobreviver por um tempo que varia de minutos a horas. A doença pode atingir todos os grupos etários, de crianças a idosos. Todos os infectados, durante certo tempo, podem contaminar outras pessoas. A infecção resulta em quadros que podem ser assintomáticos (sem manifestação de doença), podem ter manifestações leves e casos graves, inclusive com risco de morte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">As crianças, até agora, estão no grupo de assintomáticos ou de casos leves. Os idosos são os principais membros dos casos graves. Dessa forma, durante esses tempos de pandemia, recomenda-se evitar o contato físico dos <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/dia-dos-avos-importancia-dos-avos-para-as-familias-e-nos-cuidados-e-desenvolvimento-das-criancas/">avós com os netos</a>, uma vez que a criança – mesmo sem sintomas e aparentando boa saúde – pode transmitir o vírus para os avós (e estes, se infectados, também podem passar para os netos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos nós precisamos explicar para cada
um deles – com palavras de compreensão – essa orientação.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Amor maior</h4>



<p class="wp-block-paragraph">O pediatra
recomenda nesse momento, até nova orientação, não haver contato direto dos
netos (e outras crianças) com os avós. O pediatra, também avô ou avó (como é o
meu caso), sabe a grande falta que eles, os netos, fazem. É difícil quebrar,
mesmo que por um tempo, essa grande relação lúdica, de afeto, respeito,
interação e formação, de grande significado para a vida dos netos e dos avós.
Mas, compreendemos que, nesses tempos, essa é a recomendação a ser seguida, pela segurança da
vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, o sucesso dessa conduta não depende exclusivamente da concordância
do afastamento físico, importante para evitar a doença, mas de uma compreensão
mais aprofundada do que ele representa como valor inelutável para o futuro de
toda a família. É certo que temos que encontrar nossa própria compreensão, nossa própria voz. Essa
decisão deve representar nossa prova de amor maior. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A emoção de sermos avós, de sermos
identificados pelos netos, repete e amplia a emoção que sentimos quando nos
tornamos pais. Ela nos transmite um sentimento de amor, de responsabilidade, de
cuidados, de desejos de felicidade e de proteção para os nossos netos. Seria
desnecessário falar aqui da imensa saudade que todos nós, avós, teremos nesses
dias. E que, no fundo do coração, em alguns momentos, poderemos sofrer dessa
saudade. Mas, valerá a pena, teremos oportunidade de compensar tudo isso: a
alegria voltará! Além do mais, quando possível, usaremos a imagem e o som da
internet ou inventaremos outro meio indireto de contato. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma distância conseguirá diminuir o
amor recíproco de avós e netos. Afinal, nós, avós, temos uma imensa capacidade
de amar e proteger.</p>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relator:<br>Dr. José Hugo de Lins Pessoa<br>Ex-presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (gestão 2007-2009)<br>Membro da Academia Brasileira de Pediatria</strong></p>



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		<title>Dia dos avós: importância dos avós para as famílias e nos cuidados e desenvolvimento das crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-dos-avos-importancia-dos-avos-para-as-familias-e-nos-cuidados-e-desenvolvimento-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 18:35:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>No dia 26 de julho é comemorado o dia dos avós, ocasião em que deveríamos refletir sobre o papel deles em nossos lares. Para o pediatra e nutrólogo, Dr. Fábio Ancona, o Homo Sapiens vive mais que outros primatas, graças aos avós! “Há milhares de anos, as avós passaram a ajudar na criação dos netos, isso liberou as filhas para reproduzirem mais vezes, garantindo a supremacia da raça humana no planeta”, expõe o médico. As avós têm um papel fundamental pelo que podem fazer para tranquilizar a nova mamãe: “conversar sobre o parto, o aleitamento materno e os cuidados com o bebê, por exemplo, é muito importante. Mas quando existirem dúvidas é fundamental procurar auxílio profissional com o obstetra e/ou o pediatra, para que todos fiquem mais tranquilos”, aconselha Dr. Ancona. “O avô, por seu lado, pode ter um papel fundamental como elemento moderador na relação entre as famílias nas quais uma nova criança (neto) vai nascer. Pode cuidar da aproximação entre os grupos familiares, sabendo da importância que um clima de compreensão e afeto proporciona na estabilidade emocional de todos”, recomenda o pediatra. A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) parabeniza todos os avós nesta data tão especial! ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 26/07/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>No dia 26 de julho é comemorado o dia dos avós, ocasião em que deveríamos refletir sobre o papel deles em nossos lares.</p>
<p>Para o pediatra e nutrólogo, Dr. Fábio Ancona, o Homo Sapiens vive mais que outros primatas, graças aos avós! “Há milhares de anos, as avós passaram a ajudar na criação dos netos, isso liberou as filhas para reproduzirem mais vezes, garantindo a supremacia da raça humana no planeta”, expõe o médico.</p>
<p>As avós têm um papel fundamental pelo que podem fazer para tranquilizar a nova mamãe: “conversar sobre o parto, o aleitamento materno e os cuidados com o bebê, por exemplo, é muito importante. Mas quando existirem dúvidas é fundamental procurar auxílio profissional com o obstetra e/ou o pediatra, para que todos fiquem mais tranquilos”, aconselha Dr. Ancona.</p>
<p>“O avô, por seu lado, pode ter um papel fundamental como elemento moderador na relação entre as famílias nas quais uma nova criança (neto) vai nascer. Pode cuidar da aproximação entre os grupos familiares, sabendo da importância que um clima de compreensão e afeto proporciona na estabilidade emocional de todos”, recomenda o pediatra.</p>
<p><strong>A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) parabeniza todos os avós nesta data tão especial!</strong></p>
<p><div id="attachment_2193" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2193" class="size-large wp-image-2193" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/07/grandparents_1532458159-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2193" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/sylviebliss/">sylviebliss</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 26/07/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dia-dos-avos-importancia-dos-avos-para-as-familias-e-nos-cuidados-e-desenvolvimento-das-criancas/">Dia dos avós: importância dos avós para as famílias e nos cuidados e desenvolvimento das crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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