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	<title>Arquivos Boias de Pescoço - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Boias de Pescoço - SPSP</title>
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		<title>Vez ou outra, alguns modismos voltam… infelizmente!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 18:55:48 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Há uns oito anos, mais ou menos, houve na Europa e nos EUA uma “febre do uso dos <em>babies neck floats</em>”, ou boias de pescoço, anéis de plástico infláveis usados ao redor do pescoço do bebê, que permitiam que o mesmo flutuasse livremente na água. Algumas dessas boias eram comercializadas para bebês a partir de duas semanas de vida ou prematuros. Eram usadas durante o banho, na piscina ou como uma ferramenta de fisioterapia (intervenção de terapia aquática) para bebês com atrasos ou deficiências no desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses produtos prometiam aumento do tônus muscular, maior flexibilidade e amplitude de movimento, aumento da capacidade pulmonar, melhor qualidade do sono e aumento da estimulação do cérebro e do sistema nervoso. Entretanto, a segurança e a eficácia das boias de pescoço para desenvolver força, promover o desenvolvimento motor ou como uma ferramenta de fisioterapia não foram estabelecidas. Além do mais, houve relatos de agravamento de lesões motoras, além de acidentes (que serão melhor explicados a seguir), o que fez com que o FDA (<em>Food and Drug Administration</em>) emitisse um alerta em 2022, contra o uso desses dispositivos em fisioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo para uso “recreacional”, os flutuadores de pescoço acabaram se mostrando perigosos, com risco de morte por afogamento e sufocamento, distensão e lesão no pescoço do bebê. Várias entidades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Pediatria, manifestaram repúdio ao uso.</p>
<p style="text-align: justify;">Como foi dito no início, infelizmente, alguns modismos retornam&#8230; e parece ser o caso dessas boias. Alguns vídeos de bebês flutuando com o dispositivo retornaram às mídias sociais. Por isso, o Departamento de Segurança da SPSP achou por bem retomar as explicações dos malefícios do uso:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de afogamento </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo em banheiras ou piscinas rasas, o bebê pode deslizar para dentro do dispositivo ou virar, ficando com o rosto submerso. Bebês tiveram a boca, o nariz ou a cabeça inteira escorregando pelas aberturas e caindo na água quando as boias não estavam infladas o suficiente, quando apresentavam vazamentos por ficarem escorregadias com sabão ou por razões desconhecidas. O adulto pode ter uma falsa sensação de segurança e diminuir a supervisão, aumentando o risco de acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de lesões no pescoço e coluna cervical</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pescoço do bebê é frágil e o peso da cabeça é desproporcional nessa idade. A boia exerce pressão inadequada na região do pescoço, podendo causar torcicolos, microlesões ou agravar problemas neurológicos e ortopédicos em crianças com doenças preexistentes. O uso frequente pode levar a alterações no desenvolvimento da coluna do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de asfixia e estrangulamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Se o dispositivo esvaziar, furar ou não estiver bem ajustado, pode comprimir vias aéreas, dificultar respiração ou machucar o bebê, além de propiciar o afogamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas no desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O uso de <em>neck floats</em> restringe movimentos naturais e não contribui para aprendizado motor saudável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ausência de regulação e normas de segurança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esses flutuadores são vendidos como “brinquedos” ou “dispositivos terapêuticos”, mas sem estudos clínicos ou testes de segurança confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, mediante vários relatos de acidentes no mundo e algumas mortes, as sociedades médicas e órgãos de saúde, entre outros, <strong>desencorajam completamente</strong> o uso dos “<em>babies neck floats”</em>, reforçando que a forma segura de estimular bebês na água é através de contato próximo e direto com os pais/cuidadores, em atividades supervisionadas e sempre com atenção total.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Babies neck floats”</em> (boias de pescoço) não protegem: aumentam o risco de afogamento e lesões – mantenha seu bebê sempre nos seus braços, nunca dentro delas. Tire essa ideia da cabeça (e do pescoço)!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tania Zamataro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP<br /><b>Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</b><br /></strong></p>
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