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	<title>Arquivos campanha - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos campanha - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Encontro com o Especialista &#8211; Cuidados com as Crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-cuidados-com-as-criancas-no-verao-janeiro-bronze/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 14:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Gravado]]></category>
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		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[encontro com especialista]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro Bronze]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 30 de janeiro&#160;foi realizado o&#160;Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&#160;Cuidados com as Crianças no Verão, uma ação em prol da campanha Janeiro Bronze. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Dermatologia da SPSP, com o objetivo de promover conscientização a respeito dos danos solares e sobre a importância do exame dermatológico para nevus e suas relações com o sol. O Encontro foi coordenado e moderado por Selma M. F. Hélène,&#160;presidente do DC de Dermatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como participantes as dermatologistas pediátricas Maria Cecília da Matta Rivitti Machado e Silmara da Costa Pereira Cestari, respectivamente membro e secretária do DC de Dermatologia da SPSP. Os temas apresentados no evento foram:&#160;Dermatoses mais frequentes no verão&#160;e&#160;Nevus na infância e suas implicações oncológicas. Após as palestras, houve as considerações finais e as especialistas&#160;responderam perguntas do público. A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível a partir do dia 10/02 no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br). Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa redonda:&#160;Cuidados com as crianças no verão &#8211; Janeiro BronzeCoordenação e moderação: Dra. Selma Hélène 19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura Dra. Selma Hélène 19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Dermatoses mais frequentes no verão Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado 20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Nevus na infância e suas implicações oncológicasDra. Silmara da Costa Pereira Cestari 20h35- 21h30 &#8211; Considerações finais e perguntas &#8211; Dra. Selma HélènePresidente do DC de Dermatologia da SPSPDermatologista Pediátrica do Hospital Albert Einstein Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti MachadoMembro do DC de Dermatologia da SPSPCoordenadora dos Ambulatórios de Dermatologia Pediátrica e Hidradenite Supurativa / Acne / Alopecias do HCFMUSP Dra. Silmara da Costa Pereira CestariSecretária do DC de Dermatologia da SPSPMestre, Doutora e Professora Associada pela UNIFESP- EPM</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-cuidados-com-as-criancas-no-verao-janeiro-bronze/">Encontro com o Especialista &#8211; Cuidados com as Crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 30 de janeiro&nbsp;foi realizado o&nbsp;<em>Encontro com o Especialista</em>, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&nbsp;<em>Cuidados com as Crianças no Verão</em>, uma ação em prol da campanha Janeiro Bronze. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Dermatologia da SPSP, com o objetivo de promover conscientização a respeito dos danos solares e sobre a importância do exame dermatológico para nevus e suas relações com o sol.</p>



<p>O Encontro foi coordenado e moderado por Selma M. F. Hélène,&nbsp;presidente do DC de Dermatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como participantes as dermatologistas pediátricas Maria Cecília da Matta Rivitti Machado e Silmara da Costa Pereira Cestari, respectivamente membro e secretária do DC de Dermatologia da SPSP.</p>



<p>Os temas apresentados no evento foram:&nbsp;<strong>Dermatoses mais frequentes no verão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Nevus na infância e suas implicações oncológicas</strong>. Após as palestras, houve as considerações finais e as especialistas&nbsp;responderam perguntas do público.</p>



<p>A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível a partir do dia 10/02 no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/">www.spspeduca.org.br</a>).</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa redonda:&nbsp;Cuidados com as crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</strong><br><strong>Coordenação e moderação: </strong>Dra. Selma Hélène</td></tr><tr><td><strong>19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura</strong> <br>Dra. Selma Hélène</td></tr><tr><td><strong>19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Dermatoses mais frequentes no verão</strong> <br>Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado</td></tr><tr><td><strong>20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Nevus na infância e suas implicações oncológicas<br></strong>Dra. Silmara da Costa Pereira Cestari</td></tr><tr><td><strong>20h35- 21h30 &#8211; Considerações finais e perguntas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dra. Selma Hélène</strong><br>Presidente do DC de Dermatologia da SPSP<br>Dermatologista Pediátrica do Hospital Albert Einstein</p>



<p><strong>Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado</strong><br>Membro do DC de Dermatologia da SPSP<br>Coordenadora dos Ambulatórios de Dermatologia Pediátrica e Hidradenite Supurativa / Acne / Alopecias do HCFMUSP</p>



<p>Dra. Silmara da Costa Pereira Cestari<br>Secretária do DC de Dermatologia da SPSP<br>Mestre, Doutora e Professora Associada pela UNIFESP- EPM</p>


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			</item>
		<item>
		<title>Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-combate-a-sifilis-congenita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas Home Site]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Combate]]></category>
		<category><![CDATA[outubro verde]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis congênita]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 30/09/2024 A sífilis congênita representa um enorme desafio aos médicos pediatras, devido ao aumento progressivo das taxas de transmissão vertical (da mãe para o bebê) da doença. Por isso, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) criou a campanha Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita, que tem por objetivo chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido. “A campanha Outubro Verde tem sido muito importante para alertar a população, uma vez que os números de sífilis congênita no país e no mundo são alarmantes. Esse aumento na incidência de uma doença que é facilmente prevenível e tratada, desde que seja feito o diagnóstico, é realmente preocupante, já que a falta de tratamento pode levar desde sequelas irreversíveis até a morte do bebê, tanto intraútero quanto após o seu nascimento. Devido à alta prevalência da doença, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 1993, um projeto de redução/eliminação da sífilis congênita, entretanto, a despeito desta iniciativa, observou-se um recrudescimento da doença e, além de não se conseguir erradicá-la, houve um aumento no número de casos. Pretendemos, dessa forma, chamar a atenção de todos para a importância do acompanhamento adequado do pré-natal da gestante e, assim, realizar o diagnóstico e o tratamento da sífilis o mais cedo possível. Ao se prevenir a transmissão da doença ao bebê, graves complicações que a criança poderá apresentar posteriormente serão evitadas, bem como o risco de óbito.” Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) “A sífilis congênita é uma doença evitável, causada pela disseminação pelo sangue da bactéria Treponema pallidum, com alto risco de transmissão ao feto quando a gestante contaminada não é testada durante o pré-natal ou na ausência de tratamento adequado. A doença é transmitida através da placenta (transmissão vertical) e, em casos mais raros, durante o nascimento, por contato direto com lesões de sífilis no canal de parto. O diagnóstico e o tratamento da mãe são essenciais, uma vez que a doença pode resultar em aborto, nascimento prematuro e bebês com baixo peso. O prognóstico da sífilis congênita está ligado à gravidade da infecção intrauterina e à época em que o tratamento foi instituído. Entre os sintomas da sífilis congênita precoce estão anemia, aumento do fígado ou do baço, icterícia, lesões de pele nas palmas das mãos e plantas dos pés, meningite e alterações radiológicas, como por exemplo lesões ósseas. Já na sífilis congênita tardia, as manifestações incluem, entre diversas outras, distúrbio auditivo, alterações oftalmológicas e dificuldade de desenvolvimento e aprendizado.  Portanto, quanto mais precocemente tratar, menor será o prejuízo para a criança. Lilian dos Santos R. Sadeck, coordenadora do Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita e da Campanha Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita da SPSP Organização: Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-combate-a-sifilis-congenita/">Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Texto divulgado em 30/09/2024</p>
<hr />
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A sífilis congênita representa um enorme desafio aos médicos pediatras, devido ao aumento progressivo das taxas de transmissão vertical (da mãe para o bebê) da doença. Por isso, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) criou a campanha <em>Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita</em>, que tem por objetivo chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">“A campanha Outubro Verde tem sido muito importante para alertar a população, uma vez que os números de sífilis congênita no país e no mundo são alarmantes. Esse aumento na incidência de uma doença que é facilmente prevenível e tratada, desde que seja feito o diagnóstico, é realmente preocupante, já que a falta de tratamento pode levar desde sequelas irreversíveis até a morte do bebê, tanto intraútero quanto após o seu nascimento. Devido à alta prevalência da doença, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 1993, um projeto de redução/eliminação da sífilis congênita, entretanto, a despeito desta iniciativa, observou-se um recrudescimento da doença e, além de não se conseguir erradicá-la, houve um aumento no número de casos. Pretendemos, dessa forma, chamar a atenção de todos para a importância do acompanhamento adequado do pré-natal da gestante e, assim, realizar o diagnóstico e o tratamento da sífilis o mais cedo possível. Ao se prevenir a transmissão da doença ao bebê, graves complicações que a criança poderá apresentar posteriormente serão evitadas, bem como o risco de óbito.”</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><em>Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)</em></p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">“A sífilis congênita é uma doença evitável, causada pela disseminação pelo sangue da bactéria <em>Treponema pallidum</em>, com alto risco de transmissão ao feto quando a gestante contaminada não é testada durante o pré-natal ou na ausência de tratamento adequado. A doença é transmitida através da placenta (transmissão vertical) e, em casos mais raros, durante o nascimento, por contato direto com lesões de sífilis no canal de parto. O diagnóstico e o tratamento da mãe são essenciais, uma vez que a doença pode resultar em aborto, nascimento prematuro e bebês com baixo peso. O prognóstico da sífilis congênita está ligado à gravidade da infecção intrauterina e à época em que o tratamento foi instituído. Entre os sintomas da sífilis congênita precoce estão anemia, aumento do fígado ou do baço, icterícia, lesões de pele nas palmas das mãos e plantas dos pés, meningite e alterações radiológicas, como por exemplo lesões ósseas. Já na sífilis congênita tardia, as manifestações incluem, entre diversas outras, distúrbio auditivo, alterações oftalmológicas e dificuldade de desenvolvimento e aprendizado.  Portanto, quanto mais precocemente tratar, menor será o prejuízo para a criança.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><em>Lilian dos Santos R. Sadeck, coordenadora do Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita e da Campanha Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita da SPSP</em></p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><strong>Organização:</strong> <strong>Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP</strong></p>





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<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-combate-a-sifilis-congenita/">Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agosto Dourado &#8211; Juntos Pela Amamentação</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-agosto-dourado-juntos-pela-amamentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas Home Site]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto]]></category>
		<category><![CDATA[Agosto Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[Amamentação]]></category>
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		<category><![CDATA[dourado]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/campanha_agosto_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/campanha_agosto_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/campanha_agosto_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em&#160;01/08/2024 A campanha&#160;Agosto Dourado: juntos pela amamentação&#160;tem por objetivo sensibilizar profissionais de saúde e população em geral para a importância do aleitamento materno. Esta é mais uma ação da SPSP a fim de promover e apoiar esse ato de amor e saúde para que a amamentação seja reconhecida como fundamental para o desenvolvimento infantil. “Entre as campanhas da SPSP, certamente não poderíamos deixar de contemplar o tema amamentação, tendo em vista os inúmeros benefícios que o aleitamento materno proporciona às crianças, não somente na primeira fase da vida, mas também para a saúde futura, uma vez que muitas doenças crônicas, alergias ou alterações orgânicas podem ser evitadas ou terem seus riscos reduzidos graças ao ato de amamentar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) traçou como meta alcançar o ano de 2025 com pelo menos 50% de aleitamento exclusivo até os seis meses de vida e a SPSP abraça esse propósito, visando, inclusive, contribuir para que essa meta seja superada. Além disso, anualmente a WABA (World Alliance for Breastfeeding Action) define o slogan da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que em 2024 é&#160;“Closing the gap: breastfeeding support for all”&#160;(na tradução livre “Amamentação: Apoio em todas as situações”). Dessa forma, a&#160;campanha&#160;Agosto&#160;Dourado procurará alinhar sua programação com o tema escolhido para a SMAM em prol do incentivo à prática do aleitamento materno.” Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) “A campanha Agosto Dourado é uma ação que visa divulgar a importância do aleitamento materno, prática que traz inúmeras vantagens para a saúde tanto do bebê como da mãe. A WABA (Word Alliance for Breastfeeding Action) é uma rede global de indivíduos e organizações dedicadas à proteção, promoção e apoio à amamentação em todo o mundo, e a IBFAN Brasil luta por um mundo sem pressões comerciais, para que as mulheres possam tomar decisões informadas quanto à alimentação infantil de forma adequada; estas duas organizações trazem como tema deste ano, no Agosto Dourado, o Apoio da amamentação em todas as situações, no intuito de reduzir as desigualdades. Inúmeras são as situações em que as mães e os bebês precisam de apoio, como por exemplo as mulheres em trabalho formal e informal na volta ao trabalho, as mães de prematuros, nas crises climáticas, nas diferenças de gênero e raça, entre várias outras. Ao intervirmos no prolongamento da amamentação, fortalecemos a saúde e aumentamos a sobrevivência de mães e crianças, além de promovermos uma melhora do meio ambiente, que ficará mais livre de resíduos e substâncias tóxicas.” Rosângela Gomes dos Santos, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP e coordenadora da Campanha Agosto Dourado: juntos pela amamentação Organização: Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/campanha_agosto_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/campanha_agosto_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/campanha_agosto_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em&nbsp;01/08/2024</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>A campanha&nbsp;<em>Agosto Dourado: juntos pela amamentação</em>&nbsp;tem por objetivo sensibilizar profissionais de saúde e população em geral para a importância do aleitamento materno. Esta é mais uma ação da SPSP a fim de promover e apoiar esse ato de amor e saúde para que a amamentação seja reconhecida como fundamental para o desenvolvimento infantil.</p>



<p>“Entre as campanhas da SPSP, certamente não poderíamos deixar de contemplar o tema amamentação, tendo em vista os inúmeros benefícios que o aleitamento materno proporciona às crianças, não somente na primeira fase da vida, mas também para a saúde futura, uma vez que muitas doenças crônicas, alergias ou alterações orgânicas podem ser evitadas ou terem seus riscos reduzidos graças ao ato de amamentar. A Organização Mundial da Saúde (OMS) traçou como meta alcançar o ano de 2025 com pelo menos 50% de aleitamento exclusivo até os seis meses de vida e a SPSP abraça esse propósito, visando, inclusive, contribuir para que essa meta seja superada. Além disso, anualmente a WABA (<em>World Alliance for Breastfeeding Action</em>) define o slogan da Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que em 2024 é&nbsp;<em>“Closing the gap: breastfeeding support for all”</em>&nbsp;(na tradução livre “Amamentação: Apoio em todas as situações”). Dessa forma, a&nbsp;campanha&nbsp;Agosto&nbsp;Dourado procurará alinhar sua programação com o tema escolhido para a SMAM em prol do incentivo à prática do aleitamento materno.”</p>



<p><em>Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)</em></p>



<p>“A campanha Agosto Dourado é uma ação que visa divulgar a importância do aleitamento materno, prática que traz inúmeras vantagens para a saúde tanto do bebê como da mãe. A WABA (<em>Word Alliance for Breastfeeding Action</em>) é uma rede global de indivíduos e organizações dedicadas à proteção, promoção e apoio à amamentação em todo o mundo, e a IBFAN Brasil luta por um mundo sem pressões comerciais, para que as mulheres possam tomar decisões informadas quanto à alimentação infantil de forma adequada; estas duas organizações trazem como tema deste ano, no Agosto Dourado, o Apoio da amamentação em todas as situações, no intuito de reduzir as desigualdades. Inúmeras são as situações em que as mães e os bebês precisam de apoio, como por exemplo as mulheres em trabalho formal e informal na volta ao trabalho, as mães de prematuros, nas crises climáticas, nas diferenças de gênero e raça, entre várias outras. Ao intervirmos no prolongamento da amamentação, fortalecemos a saúde e aumentamos a sobrevivência de mães e crianças, além de promovermos uma melhora do meio ambiente, que ficará mais livre de resíduos e substâncias tóxicas.”</p>



<p><em>Rosângela Gomes dos Santos, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP e coordenadora da Campanha Agosto Dourado: juntos pela amamentação</em></p>



<p><strong>Organização: Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Campanha Agosto Dourado, Juntos pela Amamentação" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/2XgNG5h6tGc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-fevereiro-safira-primeiros-mil-dias-pelo-futuro-das-criancas-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 14:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas Home Site]]></category>
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		<category><![CDATA[Campanha SPSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 30/01/2024 A campanha Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças! tem por objetivo conscientizar os médicos e a população geral sobre a importância dos cuidados com o bebê nessa fase. O termo ‘mil dias’ faz referência às 40 semanas de gestação (270 dias) somadas aos dois primeiros anos de vida (730 dias). A campanha visa, ainda, colaborar com os gestores de saúde pública e sociedade civil na implementação de ações que possam contribuir na qualidade de vida futura das crianças. “A campanha Fevereiro Safira é de extrema importância para a sociedade, uma vez que as intervenções básicas propostas no período dos primeiros mil dias são essenciais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento. Em primeiro lugar, é preciso assegurar às grávidas uma boa saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a sua gestação e lactação. O leite materno é importante para garantir a boa nutrição dos bebês, atendendo às necessidades nutricionais dos lactentes. Após o nascimento, é fundamental levar a criança às consultas de rotina com o pediatra para acompanhar o seu crescimento e estimular a amamentação exclusiva até o sexto mês de vida, continuando até os dois anos, juntamente com a alimentação complementar indicada, na busca de se evitar tanto a desnutrição quanto a obesidade, tão prejudiciais ao futuro dos pequenos. Todos estes cuidados impactam na redução da mortalidade e danos ao crescimento e ao neurodesenvolvimento da criança, e diminuem o risco de desenvolvimento de algumas doenças crônicas, como por exemplo diabetes e hipertensão arterial durante a vida adulta. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) &#8220;A escolha desse período da vida (mil dias) se deve ao crescimento acelerado, tanto físico quanto do sistema nervoso (cerca de 80% do cérebro se desenvolve nesta fase), e aos nutrientes e estímulos adequados que favoreçam a saúde e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança para a fase adulta. Além disso, os cuidados durante o pré-natal são imprescindíveis. A gestante deve ser orientada com atenção, pois o déficit em nutrientes pode ocasionar bebês com baixo peso ao nascer e prematuridade e, em excesso, recém-nascidos com sobrepeso. Nessa abordagem, contemplam-se diversos aspectos: além da nutrição, estímulos familiares e ambientais e preparo da parentalidade, visando o desenvolvimento mental e a prevenção de distúrbios emocionais dos pequenos, até cuidados com a saúde e vacinação da grávida e da criança são medidas essenciais. Ainda, recomendações sobre o estilo de vida da gestante, evitando o fumo e também o álcool, para prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), são igualmente importantes. Por fim, a orientação dos  diversos profissionais de saúde e o acolhimento familiar e social são primordiais na promoção da saúde materno-infantil que terão repercussões em todo o ciclo de vida. Rubens Feferbaum, presidente do Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP e coordenador da Campanha Fevereiro Safira – Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!   Organização: Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 30/01/2024</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">A campanha <em>Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!</em> tem por objetivo conscientizar os médicos e a população geral sobre a importância dos cuidados com o bebê nessa fase. O termo ‘mil dias’ faz referência às 40 semanas de gestação (270 dias) somadas aos dois primeiros anos de vida (730 dias). A campanha visa, ainda, colaborar com os gestores de saúde pública e sociedade civil na implementação de ações que possam contribuir na qualidade de vida futura das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">“A campanha Fevereiro Safira é de extrema importância para a sociedade, uma vez que as intervenções básicas propostas no período dos primeiros mil dias são essenciais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento. Em primeiro lugar, é preciso assegurar às grávidas uma boa saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a sua gestação e lactação. O leite materno é importante para garantir a boa nutrição dos bebês, atendendo às necessidades nutricionais dos lactentes. Após o nascimento, é fundamental levar a criança às consultas de rotina com o pediatra para acompanhar o seu crescimento e estimular a amamentação exclusiva até o sexto mês de vida, continuando até os dois anos, juntamente com a alimentação complementar indicada, na busca de se evitar tanto a desnutrição quanto a obesidade, tão prejudiciais ao futuro dos pequenos. Todos estes cuidados impactam na redução da mortalidade e danos ao crescimento e ao neurodesenvolvimento da criança, e diminuem o risco de desenvolvimento de algumas doenças crônicas, como por exemplo diabetes e hipertensão arterial durante a vida adulta.</p>
<p><em>Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)</em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A escolha desse período da vida (mil dias) se deve ao crescimento acelerado, tanto físico quanto do sistema nervoso (cerca de 80% do cérebro se desenvolve nesta fase), e aos nutrientes e estímulos adequados que favoreçam a saúde e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança para a fase adulta. Além disso, os cuidados durante o pré-natal são imprescindíveis. A gestante deve ser orientada com atenção, pois o déficit em nutrientes pode ocasionar bebês com baixo peso ao nascer e prematuridade e, em excesso, recém-nascidos com sobrepeso. Nessa abordagem, contemplam-se diversos aspectos: além da nutrição, estímulos familiares e ambientais e preparo da parentalidade, visando o desenvolvimento mental e a prevenção de distúrbios emocionais dos pequenos, até cuidados com a saúde e vacinação da grávida e da criança são medidas essenciais. Ainda, recomendações sobre o estilo de vida da gestante, evitando o fumo e também o álcool, para prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), são igualmente importantes. Por fim, a orientação dos  diversos profissionais de saúde e o acolhimento familiar e social são primordiais na promoção da saúde materno-infantil que terão repercussões em todo o ciclo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Rubens Feferbaum, presidente do Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP e coordenador da Campanha Fevereiro Safira – Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!  </em></p>
<p><strong>Organização: Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP</strong></p>
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		<title>Álcool, cigarro eletrônico, maconha? Que droga!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alcool-cigarro-eletronico-maconha-que-droga/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 19:52:47 +0000</pubDate>
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<p>Neste mês, um pecuarista e seu filho morreram em um acidente aéreo em Rondônia. Um vídeo que circulou dois dias antes nas redes sociais mostra este</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-drogas-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-drogas-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-drogas-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>


<p style="text-align: justify;">Neste mês, um pecuarista e seu filho morreram em um acidente aéreo em Rondônia. Um vídeo que circulou dois dias antes nas redes sociais mostra este senhor de 42 anos bebendo cerveja e instruindo seu filho, de apenas 12 anos, a pilotar um avião bimotor. No vídeo, o pai está bebendo uma cerveja e coloca a garrafa entre suas pernas para instruir seu filho a pilotar o avião (é bom destacar que é proibido pilotar qualquer tipo de avião sem a devida autorização, instrução e formação para tal e que, no Brasil, a pilotagem só é permitida a partir dos 16 anos). Ainda no vídeo, é possível ver o pai usando a mão para esconder a matrícula do avião, para que não fosse identificado pelas autoridades. Os dois morreram no último sábado, 29, após um acidente aéreo no interior de Rondônia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma jovem de 22 anos foi abandonada, desacordada, por um motorista de aplicativo na porta de casa no Bairro Santo André, na Região Noroeste de Belo Horizonte, na madrugada de domingo (30/7). Foi estuprada em seguida. O crime chama a atenção pela sucessão de erros que culminaram no estupro da jovem, como apontam os investigadores do caso. Conforme o boletim de ocorrência, no sábado (29/7), a vítima estava em um evento de pagode que aconteceu no Mineirão, na Região da Pampulha, quando, por volta das 2h decidiu ir embora. Ela teria ingerido grande quantidade de bebida alcoólica e, na volta do show, seus amigos a colocaram, sozinha, em um carro de aplicativo e compartilharam a localização da viagem com o irmão dela. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) afirmou que, além do agressor, outras pessoas serão investigadas e podem ser responsabilizadas pelo caso. Entre elas estão o motorista de aplicativo, o motociclista que passou pelo local e ajudou a retirar a vítima do carro e deixá-la no meio-fio, e o amigo que a colocou no carro, sozinha. Por tê-la deixado nessa situação, o motorista pode responder pela omissão de socorro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na minha opinião, nos dois casos há um agravante que não foi discutido ou responsabilizado: a ingestão de bebida alcoólica, que colocou ambos em situação de vulnerabilidade.</p>
<p>Não se omite a responsabilidade de um pai que permite um filho menor de idade ter o controle de um avião em voo, tapando o número de série da aeronave e usando bebida alcoólica, ridicularizando a legislação em questão. Não se omite a responsabilidade dos amigos da outra jovem, do motorista que a abandonou na rua, mas pouco se discute a regulamentação da bebida alcoólica, ou responsabilização dos que vendem ou fornecem bebida alcoólica em excesso para outros. Não somos contra a bebida alcoólica, mas sim somos contra a falta de regulamentação do seu uso no Brasil, como é feito em outros países. A impunidade característica do nosso meio estimula excessos, que levam a situações de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">O exemplo dos pais é um fator importantíssimo na orientação das crianças e dos jovens. Se o pai não cumpre as normas legais da sociedade, haverá muita chance dos filhos também não seguirem. Isto vale não só em relação às drogas, mas a toda a educação dos nossos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">O cigarro eletrônico está tomando um vulto grande demais para que não nos coloquemos na prevenção de algo que faz mal à saúde, tanto ou mais do que o cigarro normal, porque ele está sendo utilizado pela juventude, que acredita que não vicia e desconhece o efeito maléfico que pode produzir. É a mesma situação dos nossos avós com o cigarro normal!</p>
<p style="text-align: justify;">Em relação à liberação do porte de maconha, acho incrível que não se faça ao mesmo tempo uma ampla campanha sobre o possível malefício que ela pode trazer, com os mesmos problemas pulmonares do cigarro e a possível lesão cerebral irreversível que pode produzir.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossos políticos tentam tapar o sol com a peneira, retardando ou engavetando qualquer possibilidade de regulamentação do uso de álcool no Brasil, fechando os olhos para a proibição do cigarro eletrônico, proibido no país, mas não fiscalizado, e aprovando a descriminalização do porte de maconha sem ampla campanha de orientação.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos não faltam: Amsterdã tem zonas livres do álcool, do tabaco e da maconha; nos EUA não se consome bebida alcoólica na rua e antes dos 21 anos e nós continuamos vendendo bebida na rua, onde o menor de idade a compra sem pudores.</p>
<p>O uso das drogas começa dentro de casa. Abramos os olhos. Prevenção é tudo!</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">João Paulo Lotufo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Núcleo de Estudos de Combate ao Uso de Drogas por Crianças e Adolescentes da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>Você sabia que existe uma Semana Mundial de Aleitamento Materno?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/voce-sabia-que-existe-uma-semana-mundial-de-aleitamento-materno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2023 19:16:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-amamentacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-amamentacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-amamentacao-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 2023 celebramos a 32ª Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que acontece entre os dias 1º e 7 de agosto e tem como tema: “APOIE</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-amamentacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-amamentacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Imagem-amamentacao-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Em 2023 celebramos a 32ª Semana Mundial de Aleitamento Materno (SMAM), que acontece entre os dias 1º e 7 de agosto e tem como tema: <strong>“APOIE A AMAMENTAÇÃO. FAÇA A DIFERENÇA PARA MÃES E PAIS QUE TRABALHAM”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a lei federal nº 13.435/17 institui o mês de agosto como o Mês do Aleitamento Materno, criando assim o <strong>AGOSTO DOURADO </strong>(o leite materno é considerado o <strong><em>padrão ouro</em></strong> da alimentação infantil), desde 2017.</p>
<p style="text-align: justify;">O ponto de partida para a criação da SMAM foi uma reunião (&#8220;<em>Amamentação na década de 1990: uma Iniciativa Global</em>&#8220;), realizada em Florença, na Itália, de 30 de julho a 1º de agosto de 1990, no <em>Spedale degli Innocenti </em>(Hospital dos Inocentes), com a presença de formuladores de políticas da OMS/UNICEF, copatrocinada pela Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (A.I.D.) e a Autoridade Internacional de Desenvolvimento da Suécia (SIDA), com uma proposta de ações até 1995.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado desse encontro foi a Declaração de Innocenti, assinada por 40 representantes de 30 países, do UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância), OMS, FAO (Organização para Alimentação e Agricultura), do Banco Mundial e outras instituições.</p>
<p style="text-align: justify;">Em fevereiro de 1991 foi criada a WABA (<em>World Alliance for Breastfeeding Action</em>), em uma reunião de ONGs (IBFAN, La Leche League, ILCA, ABM, entre outras), com a ideia inicial de celebrar um dia (1º de agosto, pela data da assinatura da Declaração de Innocenti), para reforçar a importância do aleitamento materno e discutir formas de implementar a sua prática de forma ampla. Assim, o que começou com um dia (1º de agosto), passou a uma semana em 1992 e, no Brasil, desde 2017, tem um mês (agosto) dedicado à proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada ano, a WABA estabelece um tema a ser trabalhado mundialmente, cria um slogan e uma proposta de ações para que cada país aplique dentro de sua cultura, suas características sociais e econômicas, mas sempre com a intenção de proteger, promover e apoiar a amamentação. Assim, a 1ª SMAM foi oficializada em 1992, com o tema: “Iniciativa Hospitais Amigos da Criança”.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito se fala sobre a Declaração de Innocenti, mas a imensa maioria dos profissionais de saúde materno-infantil desconhece o seu teor. Esse documento de 1990 traz, já na sua essência, grande parte das propostas que se discutem ano após ano, incluindo a de 2023 sobre as condições de trabalho para as mães, especialmente quando voltam de sua licença-maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos foram os temas das Semanas Mundiais definidos pela WABA, desde a Iniciativa Hospital Amigo da Criança (1992 e 2010), passando pelos direitos da mulher no trabalho (1993, 2015 e agora em 2023), pelo Código Internacional de Substitutos do Leite Materno (1994 e 2006) e por questões a respeito da era da informação, rede de apoio, saúde materno-infantil, aleitamento materno na primeira hora de vida, exclusivo até o sexto mês e a introdução de novos alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim, ano a ano, se levanta uma nova frente de resistência e de luta, mas sem que se deixem de lado as temáticas anteriores. Vale ressaltar que o aleitamento materno aparece como coadjuvante e parceiro em outras datas representativas durante o ano, como no OUTUBRO ROSA, de prevenção ao câncer de mama, pela proteção conferida através do leite humano. O NOVEMBRO ROXO, mês dedicado à prematuridade, também reforça a importância do leite humano como melhor forma de nutrição para diminuir os quadros de doenças e oferecer maior chance de alta mais precoce para as díades mães-bebês. Em 19 de maio celebra-se o Dia Nacional e Mundial de Doação de Leite Humano, destacando a importância da nossa Rede de Bancos de Leite Humano, a maior do mundo, que inclusive exporta tecnologia para muitos países. “<em>Um pequeno gesto pode alimentar um grande sonho: Doe leite materno</em>”. Esse foi o tema oficial da campanha deste ano.</p>
<p style="text-align: justify;">O Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo lançou um e-book: “30 anos de história da Semana Mundial de Aleitamento Materno”. Nesse documento, estão os temas de cada ano, com uma explicação sobre as ações propostas pela WABA e aplicadas no Brasil desde 1991, sobre o início da caminhada, até 2021, com a 30ª SMAM.</p>
<p>“<em>A amamentação é um processo único que:</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><em> fornece nutrição ideal para bebês e contribui para seu crescimento e desenvolvimento saudáveis;</em></li>
<li><em> reduz a incidência e gravidade de doenças infecciosas, diminuindo assim a morbimortalidade infantil;</em></li>
<li style="text-align: justify;"><em> contribui para a saúde da mulher, ao reduzir o risco de câncer de mama e ovário, ao aumentar o espaçamento entre as gestações;</em></li>
<li><em> fornece benefícios sociais e econômicos para a família e a nação;</em></li>
<li><em> proporciona à maioria das mulheres uma sensação de satisfação quando realizada com sucesso.</em></li>
</ul>
<p><em> </em></p>
<p><em>Pesquisas recentes descobriram que:</em></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><em> esses benefícios aumentam com o aumento da exclusividade da amamentação durante os primeiros seis meses de vida e, posteriormente, com o aumento da duração da amamentação com alimentos complementares; </em></li>
<li style="text-align: justify;"><em> as intervenções do programa podem resultar em mudanças positivas no comportamento da amamentação. </em></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><em>Como meta global para a saúde e nutrição materno-infantil ideais, todas as mulheres devem poder praticar a amamentação exclusiva e todos os bebês devem ser alimentados exclusivamente com leite materno desde o nascimento até os 4-6 meses de idade. Depois disso, as crianças devem continuar a ser amamentadas, até dois anos de idade ou mais, e receber alimentos complementares apropriados e adequados. Esse ideal de alimentação infantil deve ser alcançado criando um ambiente apropriado de conscientização e apoio para que as mulheres possam amamentar dessa maneira</em>.”</p>
<p style="text-align: justify;">Esses são alguns trechos da Declaração de Innocenti sobre a proteção, promoção e apoio à amamentação (vale a leitura na íntegra), que trazem informações interessantes sobre o aleitamento materno, o leite humano e as propostas para a compreensão dos desafios que as mães superam quando querem amamentar seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">E essa é uma responsabilidade de todos nós, governo e suas políticas públicas; empresas e licenças maternidade e paternidade, com salas de apoio à amamentação; da sociedade, sem preconceitos; das mídias e das redes sociais, com informação científica ética, atualizada e sem <em>fake news</em>; das escolas, desde o fundamental até as universidades, com educação continuada sobre o tema; dos profissionais de saúde materno-infantil, com estudos constantes, prática ética, sem conflitos de interesse; da família e redes de apoio, permitindo que a díade mãe-bebê se beneficie do padrão ouro da alimentação infantil.</p>
<p><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Moises Chencinski<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p> </p>
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		<title>Novembro Roxo &#8211; Separação zero: aja agora! Mantenha pais e bebês prematuros juntos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/novembro-roxo-separacao-zero-aja-agora-mantenha-pais-e-bebes-prematuros-juntos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 16:39:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 2020, fomos todos atingidos pela pandemia da Covid-19. Por um ano, medidas restritivas foram necessárias e hospitais precisaram rever seus fluxos de entrada e saída de pacientes. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 25/11/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Em 2020, fomos todos atingidos pela pandemia da Covid-19. Por um ano, medidas restritivas foram necessárias e hospitais precisaram rever seus fluxos de entrada e saída de pacientes e acompanhantes. Inúmeras medidas foram tomadas para permitir a presença dos pais, sobretudo nas unidades de terapia intensiva neonatais, mas nem sempre foram suficientes. As gestantes acometidas pela doença que tiveram recém-nascidos prematuros não podiam circular durante o isolamento preconizado. Seus parceiros muitas vezes estavam doentes ou ainda cumprindo a quarentena necessária. As mães que desenvolveram formas mais graves da doença e necessitaram, elas mesmas, de UTI foram separadas de seus filhos por falta de condições clínicas. 2020 foi um ano de ruptura.</p>



<p>Em 2021, a bandeira SEPARAÇÃO ZERO tornou-se uma necessidade: é preciso voltar a falar não só da presença dos pais em tempo integral nas UTIs neonatais, prevista por lei. Além disso, é essencial que as ações para trazê-los de volta para dentro do hospital sejam resgatadas o mais precocemente possível. Cabe aos profissionais de saúde retomar as práticas de estimular e possibilitar o contato dos pais com o seu bêbê desde a primeira ida na UTI&nbsp; neonatal. Nesse ambiente, acolhimento, humanização e contato norteiam a excelência do cuidado e não há espaço para &nbsp;“trabalho remoto” e “ modelo híbrido”.</p>



<p>Estamos em um momento de reconstrução e retomada das boas práticas para muitas unidades. É importante relembrar que a presença dos pais deve ser encorajada. Precisamos fortalecer o papel dos pais como moduladores do bem-estar de seus filhos durante a permanência no hospital; valorizar o papel das mães como capazes de cuidar de seus filhos, esclarecer e evidenciar como elas podem atuar nesse lugar de incubadoras, monitores e alarmes; estimular o aleitamento materno e sua importância, ainda que não seja no modelo convencional de amamentação.&nbsp;</p>



<p>A transparência nas conversas com as famílias permite alinhamento das expectativas em relação ao momento que o bebê poderá começar o contato pele-a-pele, início do treinamento da mamada ao seio. E gradativamente, profissionais de saúde e família criam o sentimento de autoconfiança para a mãe do prematuro e a segurança na programação da alta. A proximidade da equipe de saúde permite a identificação de fragilidades na rede de apoio que possam ser corrigidas, diminuindo eventuais riscos ao bem-estar do recém-nascido.&nbsp;</p>



<p>Separação Zero pelo Prematuro para garantir uma alta feliz para o convívio com sua família.</p>



<p><strong>Relatora</strong><br><strong>Maria Augusta Gibelli</strong><br><strong>Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p>Foto: serrnovik |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depositphotos.com</a></p>
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		<title>Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/semana-latino-americana-de-prevencao-em-afogamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 13:53:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Acidentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_36644901_XiXinXing-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_36644901_XiXinXing-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_36644901_XiXinXing-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Dia 15 de novembro teve início a Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos (15 a 21 de novembro), campanha organizada pelos países membros do Comitê Latino-Americano de Salvamento (CLAS).</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_36644901_XiXinXing-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_36644901_XiXinXing-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_36644901_XiXinXing-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p></p>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br />Texto divulgado em 18/11/2021</p>
<p> </p>
<hr class="wp-block-separator" />
<p> </p>
<p>Dia 15 de novembro teve início a <a href="https://www.sobrasa.org/ano-2021-semana-latino-americana-de-prevencao-em-afogamentos-15-a-21-de-novembro/"><strong>Semana Latino-Americana de Prevenção em Afogamentos (15 a 21 de novembro)</strong></a>, campanha organizada pelos países membros do Comitê Latino-Americano de Salvamento (CLAS).</p>
<p>Com o objetivo de reduzir os casos de afogamento, pelo 4º ano seguido, incentiva-se qualquer instituição, empresa ou indivíduo a gravar ou fotografar uma atividade de prevenção e publicar nos órgãos correspondentes a cada país participante (15 países no total).</p>
<p>No Brasil, a Sociedade Brasileira de Afogamento Aquático (SOBRASA) orienta como as atividades devem ser realizadas e publicadas: na página do Facebook <a href="https://www.facebook.com/groups/122871804457426">SOBRASA</a> (grupo com mais de 6500 membros) ou por meio do Telegram (grupo SOBRASA).</p>
<p>Mais uma iniciativa que visa propagar informações: quanto mais gente conhecer e entender as ações de prevenção do afogamento, menos vidas serão perdidas em um dos tipos de acidentes mais fáceis de serem evitados.</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/banner.png" alt="" /></p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora</strong></p>
<p><strong>Tania Zamataro</strong></p>
<p><strong>Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong>Presidente do Departamento Científico de Segurança Infantil da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>Foto: xi xin xing | <a href="http://depositphotos.com/">depositphotos.com</a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p></p>
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		<title>Dia 24 outubro: Dia Mundial de Combate à Pólio</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-24-outubro-dia-mundial-de-combate-a-polio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Oct 2021 18:46:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[imunização]]></category>
		<category><![CDATA[Poliomielite]]></category>
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		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_54683945_gustavofrazao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_54683945_gustavofrazao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_54683945_gustavofrazao-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O causador da poliomielite é um vírus, conhecido como poliovírus, transmitido de pessoa para pessoa, normalmente por água contaminada. Pode atacar o sistema nervoso e causar paralisia flácida irreversível.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_54683945_gustavofrazao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_54683945_gustavofrazao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_54683945_gustavofrazao-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 25/10/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O causador da poliomielite é um vírus, conhecido como poliovírus, transmitido de pessoa para pessoa, normalmente por água contaminada. Pode atacar o sistema nervoso e causar paralisia flácida irreversível. Existem três cepas (cepa é uma variante que se comporta de maneira diferente em relação ao vírus original) de poliovírus selvagem, nenhuma das quais pode sobreviver por longos períodos fora do corpo humano. Se o vírus não conseguir encontrar uma pessoa não vacinada para infectar, ele morrerá.</p>



<p>O dia 24 de outubro foi estabelecido como o Dia Mundial de Combate à Poliomielite, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com o objetivo de mobilizar e sensibilizar a todos sobre a necessidade de erradicar esta doença trágica.</p>



<p>Em 1988, com o intuito de erradicar a poliomielite até o ano 2000, criou-se a Iniciativa Global de Erradicação da Pólio (IGEP), parceria público-privada abraçada por países de todo o mundo e com seis parceiros principais: OMS, Rotary International, Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos EUA, UNICEF, Bill e Melinda Gates Foundation e Gavi (Vaccine Alliance).</p>



<p>De acordo com a OMS (2015), para a erradicação da poliomielite, 10 fatos devem ser considerados:</p>



<p>1. Continua afetando e paralisando principalmente crianças menores de cinco anos e ainda existe em alguns lugares – 1 em cada 200 infecções causa paralisia (geralmente nas pernas) e, dentre os paralisados, 5 a 10% morrem por falência respiratória (quando atinge os músculos respiratórios);</p>



<p>2. Estamos a 99,9% do caminho para erradicá-la globalmente &#8211; em 1988, atingia mais de 350 mil pessoas por ano e, desde então, o número de casos diminuiu em mais de 99%;</p>



<p>3. Existem apenas três países que nunca pararam de transmiti-la: Afeganistão, Nigéria e Paquistão. Eles enfrentam uma série de desafios, como insegurança, sistemas de saúde fracos e saneamento deficiente. A pólio pode se espalhar a partir desses países &#8220;endêmicos&#8221; para infectar crianças em outros países com vacinação insuficiente;</p>



<p>4. Pode ser completamente erradicada. Não há cura, mas pode ser prevenida com vacinas, como as que foram criadas pelo Dr. Jonas Salk (em 1955, a primeira declarada segura e eficaz) e a oral, produzida em 1960 pelo Dr. Albert Sabin;</p>



<p>5. Vacinas baratas e eficazes estão disponíveis para sua prevenção &#8211; existem duas formas de vacinas disponíveis – a vacina oral (OPV) e a vacina inativada (IPV). A vacina oral pode ser administrada por qualquer pessoa e uma dose pode custar apenas 11 centavos de dólar americano.</p>



<p>6. O esforço global de saúde pública para sua erradicação é composto pela maior parceria público-privada, coordenada internacionalmente e liderada por governos nacionais (IGEP). Existe uma rede de apoio de mais de 20 milhões de voluntários em todo o mundo, que imunizaram coletivamente quase 3 bilhões de crianças nos últimos 20 anos;</p>



<p>7. As campanhas de vacinação em grande escala ajudam a aumentar rapidamente a imunidade – a IGEP auxilia os países a realizar a vigilância da pólio e as rodadas de vacinação em larga escala;</p>



<p>8. Todas as crianças devem ser vacinadas para erradicar a poliomielite, inclusive as que vivem em áreas remotas, em zonas de conflito, em terrenos difíceis e carentes do planeta. Para a vacina chegar para todos em todos os lugares, meios de transporte diversificados são utilizados, como: burros, motocicletas e helicópteros.</p>



<p>9. Funcionários, estratégias e recursos financiados pela pólio também são usados para promover outras iniciativas de saúde: ao mapear crianças, por exemplo, em uma comunidade remota, os vacinadores podem, por um pequeno custo adicional, fornecer outras intervenções de saúde enquanto lá estiverem, por exemplo, administração de vitamina A, que foi feita juntamente com as campanhas da pólio;</p>



<p>10. Até acabarmos com a pólio, todas as crianças estarão em risco. O poliovírus selvagem do tipo 2 foi erradicado em 1999 e o número de casos do poliovírus selvagem do tipo 3 caiu para os níveis mais baixos de todos os tempos. Em 2011, uma menina foi a última vítima da paralisia na Índia. A região da OMS no Sudeste Asiático foi declarada livre da pólio em 2014, marcando um salto significativo na erradicação global, com 80% da população mundial vivendo agora em regiões certificadas como livres da pólio.</p>



<p>Em 10 de junho de 2021, a IGEP lançou de forma virtual a Estratégia de Erradicação da Pólio 2022-2026: cumprindo a promessa de superar os desafios restantes para acabar com a doença, incluindo os contratempos causados pela covid-19.</p>



<p>Embora os casos de poliomielite tenham reduzido muito, a pandemia contribuiu para um aumento nos casos: em 2020, foram registrados 1.226 casos de todas as formas de pólio, em comparação com 138 em 2018 e 175 casos relatados em 2019.</p>



<p>Em 2020, a IGEP interrompeu as campanhas porta-a-porta da pólio por quatro meses para proteger as comunidades da propagação da covid-19.</p>



<p>Atualmente dois países que ainda não interromperam a transmissão da pólio selvagem &#8211; Paquistão e Afeganistão &#8211; pediram solidariedade global, recursos contínuos necessários para erradicá-la e se comprometeram a fortalecer sua parceria com a IGEP para melhorar as campanhas de vacinação e o envolvimento das comunidades com alto risco de pólio.</p>



<p>A Estratégia 2022-2026 ressalta a urgência de retomar os esforços de erradicação e oferece um conjunto abrangente de ações para alcançar um mundo livre da pólio. Essas ações, muitas das quais em andamento em 2021, incluem:</p>



<p>•integração de atividades de combate à pólio com serviços essenciais de saúde e construção de parcerias mais estreitas com comunidades de alto risco, visando imunização e atender melhor suas necessidades de saúde, aplicando uma lente de igualdade de gênero para executar os programas, reconhecendo a importância das trabalhadoras para construir a confiança da comunidade e melhorar a aceitação das vacinas;</p>



<p>•fortalecimento da defesa dos direitos para exigir maior responsabilidade e propriedade do programa em todos os níveis, incluindo avaliação de desempenho e envolvimento com novos parceiros; e</p>



<p>•colocação em prática de novas ferramentas inovadoras, como pagamentos digitais para profissionais de saúde da linha de frente, para melhorar ainda mais o impacto e a eficiência das campanhas de pólio.</p>



<p>E, de acordo com o Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, Diretor-Geral da OMS e membro do Conselho de Supervisão da Pólio: “com esta nova estratégia, a IGEP descreveu claramente como superar as barreiras finais para garantir um mundo livre da pólio e melhorar a saúde e o bem-estar das comunidades para as gerações futuras. Mas, para ter sucesso, precisamos urgentemente de compromissos políticos e financeiros renovados de governos e doadores. A erradicação da pólio está em um momento crucial. É importante capitalizarmos o ímpeto da nova Estratégia e fazermos história juntos, acabando com esta doença”.</p>



<p>Quanto à pandemia que vivemos desde 2020, vale citar a declaração de Henrietta Fore, Diretora Executiva do UNICEF: “não permitiremos que a luta contra uma doença mortal nos faça perder terreno na luta contra a poliomielite e outras doenças infantis. O apoio renovado do governo e de doadores nos permitirá alcançar e imunizar mais de 400 milhões de crianças contra a pólio todos os anos e garantir que nenhuma família nunca mais tenha que viver com o medo de que seu filho fique paralisado por esta doença mortal”.</p>



<p>A campanha de vacinação chamada <em>End Polio Now</em> está acontecendo em todo o Brasil durante o mês de outubro.</p>



<p>E, segundo citação da OMS: “O mundo pode ser libertado da ameaça da poliomielite &#8211; com o compromisso de todos, desde pais a funcionários do governo e líderes políticos à comunidade internacional”.</p>



<p><strong>Mais informações:</strong></p>



<p>1. WHO: 10 Facts on Polio Eradication. Disponível em: https://theimmunizationpartnership.wordpress.com/2015/04/10/who-10-facts-on-polio-eradication/</p>



<p>2. Countries reaffirm commitment to ending polio at launch of new eradication strategy. Disponível em: https://www.who.int/news/item/10-06-2021-countries-reaffirm-commitment-to-ending-polio-at-launch-of-new-eradication-strategy.</p>



<p>3. WHO Results Report &#8211; Programme Budget 2018-2019. Polio eradication and polio transition. Disponível em:&nbsp; https://www.who.int/about/accountability/results/2018-2019/polio.</p>



<p><strong>Relatora:</strong><br><strong>Renata D Waksman</strong><br><strong>Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p>Foto: gustavo frazao |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depositphotos.com</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/junho-purpura-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2019 19:34:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V, 2015), publicação da American Psichiatrc Association, aponta que o distúrbio específico de aprendizagem acomete de 5 a 15% de crianças em idade escolar, em diferentes idiomas e culturas, sendo os específicos em leitura e escrita altamente prevalentes. Alguns estudos apontam 17,5% de acometimento dos estudantes de classes do ensino fundamental (Shaywitz, Morris e Bennett, 2008). Os números são expressivos e, por essa razão, a campanha Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar, da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), coloca em debate o assunto. O objetivo da campanha é informar e atualizar pediatras sobre o aprendizado, suas dificuldades e distúrbios. “Precisamos trazer o problema para o consultório e não deixá-lo apenas na escola. Dessa forma, pediatras podem orientar pais e cuidadores, esclarecendo dúvidas e ajudando as famílias na difícil escolha de que especialistas ou profissionais procurar”, alerta a Dra. Renata Di Francesco, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da SPSP e coordenadora da campanha. Outro objetivo é levar informações sobre os distúrbios de aprendizagem para a população, de forma simples e clara. Segundo o coordenador de campanhas da SPSP, Dr. Claudio Barsanti, a conscientização dos profissionais de saúde é fundamental. “O quanto antes a causa desses distúrbios for detectada, melhor. Dessa forma, serão realizadas as intervenções necessárias para que essas crianças possam, o mais cedo possível, ter o diagnóstico e encaminhamentos adequados. Sinais como alterações na percepção, escuta, visão, entre outros, devem ser observados e tratados rapidamente. O tratamento adequado feito precocemente fará toda a diferença”, afirma o pediatra. A campanha está a cargo do Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, formado não só por pediatras, mas médicos de outras especialidades como neurologia, otorrinolaringologia e oftalmologia, entre outros. O grupo pretende escrever artigos voltados para o público leigo que serão publicados aqui no Blog Pediatra Orienta.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/junho-purpura-disturbios-de-aprendizagem-conhecer-perceber-enfrentar-2/">Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V, 2015), publicação da American Psichiatrc Association, aponta que o distúrbio específico de aprendizagem acomete de 5 a 15% de crianças em idade escolar, em diferentes idiomas e culturas, sendo os específicos em leitura e escrita altamente prevalentes. Alguns estudos apontam 17,5% de acometimento dos estudantes de classes do ensino fundamental (Shaywitz, Morris e Bennett, 2008). Os números são expressivos e, por essa razão, a campanha <strong>Junho Púrpura &#8211; Distúrbios de aprendizagem: conhecer, perceber, enfrentar</strong>, da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), coloca em debate o assunto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-2768" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/06/JunhoPurpura_logoH-1024x724.jpg" alt="Junho Púrpura" width="493" height="348" /></p>
<p>O objetivo da campanha é informar e atualizar pediatras sobre o aprendizado, suas dificuldades e distúrbios. “Precisamos trazer o problema para o consultório e não deixá-lo apenas na escola. Dessa forma, pediatras podem orientar pais e cuidadores, esclarecendo dúvidas e ajudando as famílias na difícil escolha de que especialistas ou profissionais procurar”, alerta a Dra. Renata Di Francesco, presidente do Departamento de Otorrinolaringologia da SPSP e coordenadora da campanha. Outro objetivo é levar informações sobre os distúrbios de aprendizagem para a população, de forma simples e clara.</p>
<p>Segundo o coordenador de campanhas da SPSP, Dr. Claudio Barsanti, a conscientização dos profissionais de saúde é fundamental. “O quanto antes a causa desses distúrbios for detectada, melhor. Dessa forma, serão realizadas as intervenções necessárias para que essas crianças possam, o mais cedo possível, ter o diagnóstico e encaminhamentos adequados. Sinais como alterações na percepção, escuta, visão, entre outros, devem ser observados e tratados rapidamente. O tratamento adequado feito precocemente fará toda a diferença”, afirma o pediatra.</p>
<p>A campanha está a cargo do Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP, formado não só por pediatras, mas médicos de outras especialidades como neurologia, otorrinolaringologia e oftalmologia, entre outros. O grupo pretende escrever artigos voltados para o público leigo que serão publicados aqui no Blog Pediatra Orienta.</p>
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