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	<title>Arquivos Carnaval - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Carnaval - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Cuidados com as crianças no Carnaval</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cuidados-com-as-criancas-no-carnaval-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Feb 2023 13:57:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Imagem-Carnaval-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Imagem-Carnaval-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Imagem-Carnaval-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Depois de três anos de pandemia, o Carnaval volta com tudo no ano de 2023, incluindo blocos, festas e outras atividades voltadas para o público infantil. É uma das festas mais alegres e diverti</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Imagem-Carnaval-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Imagem-Carnaval-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/02/Imagem-Carnaval-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Depois de três anos de pandemia, o Carnaval volta com tudo no ano de 2023, incluindo blocos, festas e outras atividades voltadas para o público infantil. É uma das festas mais alegres e divertidas, estimulando a imaginação e a criatividade das crianças, além de ser um momento importante para a socialização. O principal cuidado que se deve ter é escolher eventos direcionados para o público infantil. Devem ocorrer em locais arejados, claros, limpos e seguros. Recomenda-se que as crianças permaneçam a uma distância mínima de 15 metros das caixas de som, evitando-se ambientes com sons muito altos, para que não prejudiquem a audição.</p>
<p style="text-align: justify;">As crianças devem estar SEMPRE acompanhadas pelos pais ou responsáveis, que não devem perdê-las de vista. Devem usar pulseira de identificação, com o nome completo da criança e dos responsáveis e telefones de contato, podendo-se improvisar costurando um papel com as informações na roupa da criança. Também é importante estabelecer pontos de encontro, caso a família se separe.</p>
<p style="text-align: justify;">O carnaval ocorre em pleno verão brasileiro, com dias quentes, que aumentam a sudorese e o risco de desidratação. Escolha roupas ou fantasias de algodão, leves, de cores claras, folgadas no corpo e que permitam a circulação de ar. Tecidos sintéticos e apertados que, juntamente com o excesso de suor, podem provocar irritações e alergias na pele, não devem ser usados. Evite fantasias longas, cheias de babados, para que as crianças não tropecem e caiam na hora da folia.</p>
<p style="text-align: justify;">Lantejoulas e brilhos que se soltam facilmente da roupa também devem ser evitados, pois podem machucar os olhos ou ir à boca das crianças, da mesma forma que cordões e correntes no pescoço. Dê preferência para calçados que não apertem os pés, pois as crianças terão muito mais segurança para correr e pular, evitando possíveis cortes ou machucados, além de ser muito mais confortável para elas. Evite sandálias com salto, pois, além de cansativas, podem causar, entre outras coisas, torção de tornozelos. Da mesma forma, evite deixar as crianças descalças: além do risco de queda, as crianças podem se machucar com vidros ou algum objeto no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o calor e agitação é essencial beber muito líquido, devendo-se oferecer água, sucos naturais ou água de coco frescos. A alimentação deve ser leve e nutritiva, devendo-se evitar alimentos de procedência duvidosa nas ruas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em locais abertos, deve-se aplicar protetores solares em todas as crianças, a partir dos seis meses, mesmo em dias nublados, devendo-se reaplicar a cada duas horas, recomendando-se também colocar um boné ou chapéus para maior proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembrem-se também de que estamos em época de dengue e outras doenças transmitidas pelo mosquito <em>Aedes aegypti</em>: o repelente também não pode faltar no arsenal do folião atento com a saúde, devendo ser aplicado por cima do protetor solar.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuidado com máscaras que, quando deslocadas, podem dificultar a respiração das crianças. Os cosméticos adultos podem provocar alergias nas crianças, por conterem substâncias químicas para maior fixação. Pinturas devem ser feitas com tintas com base aquosa e maquiagens hipoalergênicas, específicas para crianças, de fácil eliminação, evitando-se regiões próximas aos olhos e à boca. Procure sempre produtos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Caso a criança apresente qualquer sinal de sensibilidade, a pele deve ser lavada imediatamente com água e sabão neutro.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuidado com as tradicionais “guerras de confetes”! Elas acabam sendo perigosas, pois podem levar a engasgos ou aspiração do material. O mesmo cuidado deve se ter com os sprays de espuma e de serpentina, que contêm na sua composição elementos que podem causar irritação na pele e nos olhos, intoxicação quando inalados ou ingeridos, além de serem inflamáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Respeite o limite da criança, até mesmo para a diversão, pois chega um momento em que a energia se esgota, ou, como dizem, a “bateria acaba”, necessitando de descanso.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Alexandre Massashi Hirata<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Secretário do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segurança do adolescente no Carnaval</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/seguranca-do-adolescente-no-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 17:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O Carnaval está chegando com muita folia, desfiles, blocos de ruas e festas de salão. Também podem aparecer abuso de bebidas alcoólicas e drogas, aumentando o número de acidentes, roubos, violência, inclusive sexual. Para você que tem filho adolescente, aqui vão dicas para que o feriado seja bem aproveitado e seguro: 1. Alimentação leve e hidratação para curtir essa época quente. Todos se esquecem da hidratação! 2. Roupas leves, fantasias seguras e arejadas. Muito cuidado com pinturas no corpo: só com tintas apropriadas 3. Evite levar bolsas e mochilas em locais de grande aglomeração. Todos devem estar com o documento de identificação em local seguro, como pochetes, ”doleiras”, bolso da frente, etc. 4. Não beba se for dirigir! E se não for dirigir beba com moderação. Lembre-se: você é exemplo para seu filho/filha. 4. Converse com seu filho/filha sobre os problemas que o início precoce do consumo de bebidas alcoólicas pode causar, entre eles dependência. Lembre-o também que, se ele for menor de 18 anos, o consumo de bebida alcoólica é ilegal. 6. Drogas nem pensar! Reforce os malefícios das drogas em si e do risco que a alteração da consciência pode trazer: drogas alucinógenas aumentam, entre outras coisas, acidentes; drogas sedativas podem ser usadas com intenção de abuso sexual, etc. 7. Por falar em intenção de abuso sexual, lembre seu filho/filha que as chamadas “drogas de estupro” mais comuns (GHB, Rohypnol &#8211; boa noite Cinderela e a quetamina) não têm cor, cheiro ou sabor e podem, facilmente, ser ingeridas com, por exemplo, um refrigerante, sem que se perceba. Por isso, fale para seu filho/filha não beber nada oferecido por outras pessoas e tomar cuidado com o próprio copo, para que ninguém adicione nada. 8. Não finja que seu filho/filha não está crescendo! Sim, ele/ela pode ter curiosidade ou até já ter vida sexual ativa. Converse abertamente sobre o tema reforçando a importância do sexo protegido, seguro. Se seu filho/filha já tem idade para ir a alguma folia, desfile ou bloco de rua sem você aqui vão alguns cuidados a mais: • Saiba exatamente onde ele/ela estará e estabeleça horários. Combine de trocar mensagens ou telefonemas uma ou outra vez (não exagere também!) para saber se está tudo bem. • Dê dinheiro para que compre sua própria comida ou bebida (se menor que 18 anos, bebidas não alcoólicas), e um extra para pegar um taxi, por exemplo, caso perceba que o condutor (amigo, pai de amigo, etc.) tenha bebido. • Aconselhe a levar o celular no bolso da frente, ou pochete, com documento de identificação. E também a não “exibir” demais o celular para evitar que seja roubado. • E, claro, aconselhe a evitar se separar do grupo, não aceitar nada de estranhos e muito menos, sair com estranhos. BOM CARNAVAL! ___ Relatora: Dra. Tania Zamataro Departamento Científico de Segurança da SPSP. Publicado em 8/02/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>O Carnaval está chegando com muita folia, desfiles, blocos de ruas e festas de salão. Também podem aparecer abuso de bebidas alcoólicas e drogas, aumentando o número de acidentes, roubos, violência, inclusive sexual. Para você que tem filho adolescente, aqui vão dicas para que o feriado seja bem aproveitado e seguro:</p>
<p><div id="attachment_1952" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1952" class="wp-image-1952 size-large" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/02/drinking_water_1518106958-e1518108870283-1024x463.jpg" alt="" width="838" height="379" /><p id="caption-attachment-1952" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/paulwaqakalou/">paulwaqakalou</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>1. Alimentação leve e hidratação para curtir essa época quente. Todos se esquecem da hidratação!<br />
2. Roupas leves, fantasias seguras e arejadas. Muito cuidado com pinturas no corpo: só com tintas apropriadas<br />
3. Evite levar bolsas e mochilas em locais de grande aglomeração. Todos devem estar com o documento de identificação em local seguro, como pochetes, ”doleiras”, bolso da frente, etc.<br />
4. Não beba se for dirigir! E se não for dirigir beba com moderação. Lembre-se: você é exemplo para seu filho/filha.<br />
4. Converse com seu filho/filha sobre os problemas que o início precoce do consumo de bebidas alcoólicas pode causar, entre eles dependência. Lembre-o também que, se ele for menor de 18 anos, o consumo de bebida alcoólica é ilegal.<br />
6. Drogas nem pensar! Reforce os malefícios das drogas em si e do risco que a alteração da consciência pode trazer: drogas alucinógenas aumentam, entre outras coisas, acidentes; drogas sedativas podem ser usadas com intenção de abuso sexual, etc.<br />
7. Por falar em intenção de abuso sexual, lembre seu filho/filha que as chamadas “drogas de estupro” mais comuns (GHB, Rohypnol &#8211; boa noite Cinderela e a quetamina) não têm cor, cheiro ou sabor e podem, facilmente, ser ingeridas com, por exemplo, um refrigerante, sem que se perceba. Por isso, fale para seu filho/filha não beber nada oferecido por outras pessoas e tomar cuidado com o próprio copo, para que ninguém adicione nada.<br />
8. Não finja que seu filho/filha não está crescendo! Sim, ele/ela pode ter curiosidade ou até já ter vida sexual ativa. Converse abertamente sobre o tema reforçando a importância do sexo protegido, seguro.</p>
<p>Se seu filho/filha já tem idade para ir a alguma folia, desfile ou bloco de rua sem você aqui vão alguns cuidados a mais:<br />
• Saiba exatamente onde ele/ela estará e estabeleça horários. Combine de trocar mensagens ou telefonemas uma ou outra vez (não exagere também!) para saber se está tudo bem.<br />
• Dê dinheiro para que compre sua própria comida ou bebida (se menor que 18 anos, bebidas não alcoólicas), e um extra para pegar um taxi, por exemplo, caso perceba que o condutor (amigo, pai de amigo, etc.) tenha bebido.<br />
• Aconselhe a levar o celular no bolso da frente, ou pochete, com documento de identificação. E também a não “exibir” demais o celular para evitar que seja roubado.<br />
• E, claro, aconselhe a evitar se separar do grupo, não aceitar nada de estranhos e muito menos, sair com estranhos.</p>
<p>BOM CARNAVAL!</p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong> Dra. Tania Zamataro</strong><br />
Departamento Científico de Segurança da SPSP.</p>
<p>Publicado em 8/02/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dicas para o Carnaval</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dicas-para-o-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 18:05:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Carnaval, no Brasil, é sinônimo de feriado prolongado e muita festa. Grandes aglomerados, muita bebida alcoólica, drogas e imprudência tornam esse período suscetível a diversos acidentes. Por isso, para evitar problemas e ter uma festa tranquila, siga sempre as orientações de segurança preconizadas, por exemplo, pela Sociedade de Pediatria de São Paulo. Confira: • Em locais com aglomeração, mantenha-se próximo à criança, de preferência ande de mãos dada com ela. Não leve crianças pequenas a lugares em que haja muita gente (carnaval de rua, por exemplo). Coloque identificação &#8211; uma pulseira, por exemplo &#8211; com nome do responsável, endereço e telefone de contato, para facilitar a recuperação da criança, caso ela se perca. • Fantasias devem ser leves, confortáveis e arejadas, sem peças pequenas que possam ser engolidas ou aspiradas, ou objetos pontiagudos que possam cortar ou ferir. Evite as que têm cordões, cintos ou faixas soltas, principalmente em crianças menores de 3 anos, pelo risco de sufocamento. Nas fantasias com capas, essa não deve ultrapassar a altura do quadril da criança, para evitar que tropece na mesma e caia. Máscaras, principalmente as que cobrem todo o rosto, podem se deslocar com a folia e sufocar a criança. Cuidado! • Pinturas no rosto e corpo devem ser feitas com tinta específica, atóxica, hipoalergênica e que saia com facilidade. Deve ser aplicada preferencialmente longe de olhos e boca. Ao primeiro sinal de reação alérgica, lave abundantemente o local, retirando completamente a tinta. • Confete, serpentinas &#8211; que devem ser de papel &#8211; e spray de espuma também podem ser prejudiciais. Há relatos de serpentina de metal que, ao atingir fios de alta tensão, eletrocutou a criança. Guerras de confetes podem levar a engasgo e/ou aspiração dos mesmos. Spray de espuma, além do risco de explosão e asfixia pela presença de gás butano, pode causar alergia na pele e olhos. Lave abundantemente o local com água, caso isso ocorra. • Quanto menor a criança, maiores os efeitos da exposição aos ruídos altos. Evite locais próximos a caixas de som. Respeite os limites de seu filho. • Oriente seu filho a não aceitar nada de estranhos. • Reforce ao adolescente a importância de não consumir álcool e drogas. Carnaval é festa e deve ser curtido com responsabilidade. Bom Carnaval!!! ___ Relatora: Dra Tania Zamataro Presidente do Departamento de Segurança da SPSP Publicado em 24/02/2017. photo credit: Evgeniya Tiplyashina &#124; Dreamstime.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1500" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/02/dreamstime_xs_18656677-249x300.jpg" alt="" width="249" height="300" />Carnaval, no Brasil, é sinônimo de feriado prolongado e muita festa. Grandes aglomerados, muita bebida alcoólica, drogas e imprudência tornam esse período suscetível a diversos acidentes. Por isso, para evitar problemas e ter uma festa tranquila, siga sempre as orientações de segurança preconizadas, por exemplo, pela Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Confira:<br />
• Em locais com aglomeração, mantenha-se próximo à criança, de preferência ande de mãos dada com ela. Não leve crianças pequenas a lugares em que haja muita gente (carnaval de rua, por exemplo). Coloque identificação &#8211; uma pulseira, por exemplo &#8211; com nome do responsável, endereço e telefone de contato, para facilitar a recuperação da criança, caso ela se perca.<br />
• Fantasias devem ser leves, confortáveis e arejadas, sem peças pequenas que possam ser engolidas ou aspiradas, ou objetos pontiagudos que possam cortar ou ferir. Evite as que têm cordões, cintos ou faixas soltas, principalmente em crianças menores de 3 anos, pelo risco de sufocamento. Nas fantasias com capas, essa não deve ultrapassar a altura do quadril da criança, para evitar que tropece na mesma e caia. Máscaras, principalmente as que cobrem todo o rosto, podem se deslocar com a folia e sufocar a criança. Cuidado!<br />
• Pinturas no rosto e corpo devem ser feitas com tinta específica, atóxica, hipoalergênica e que saia com facilidade. Deve ser aplicada preferencialmente longe de olhos e boca. Ao primeiro sinal de reação alérgica, lave abundantemente o local, retirando completamente a tinta.<br />
• Confete, serpentinas &#8211; que devem ser de papel &#8211; e spray de espuma também podem ser prejudiciais. Há relatos de serpentina de metal que, ao atingir fios de alta tensão, eletrocutou a criança. Guerras de confetes podem levar a engasgo e/ou aspiração dos mesmos. Spray de espuma, além do risco de explosão e asfixia pela presença de gás butano, pode causar alergia na pele e olhos. Lave abundantemente o local com água, caso isso ocorra.<br />
• Quanto menor a criança, maiores os efeitos da exposição aos ruídos altos. Evite locais próximos a caixas de som. Respeite os limites de seu filho.<br />
• Oriente seu filho a não aceitar nada de estranhos.<br />
• Reforce ao adolescente a importância de não consumir álcool e drogas.</p>
<p>Carnaval é festa e deve ser curtido com responsabilidade. Bom Carnaval!!!</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-1499 size-full" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/02/BannerCarnaval2017.png" width="700" height="395" /></p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong> Dra Tania Zamataro</strong><br />
Presidente do Departamento de Segurança da SPSP</p>
<p>Publicado em 24/02/2017.<br />
photo credit: Evgeniya Tiplyashina | Dreamstime.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carnaval: festa e alegria, mas cuidado com as crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/carnaval-festa-e-alegria-mas-cuidado-com-as-criancas-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2015 08:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A palavra carnaval sempre é associada à festa, alegria, algumas extravagâncias, sentimentos de liberdade e liberação, muitas vezes reprimidos durante todo o ano. Homens se vestem de mulheres, mulheres de princesas e crianças de super-heróis e outros personagens lúdicos dessa idade. Entretanto, os pais não podem “baixar a guarda” no item segurança, devem redobrar os cuidados com as crianças durante o carnaval para evitar acidentes, a primeira causa de mortalidade nas crianças acima de um ano de idade. Como já foi dito, nos dias de folia é comum que as pessoas fiquem mais relaxadas, inclusive na vigilância dos pequenos, o que pode facilitar a ocorrência de situações graves. Para evitar transtornos, os pais precisam ter consciência de que a criança não sabe avaliar o risco que corre e também de que situações comuns para os adultos podem ser fatais às crianças. Além da distração, a curiosidade, a inexperiência e o próprio corpo da criança podem causar acidentes. Quedas Aqueles que vão assistir aos desfiles de carnaval, ou passagem de blocos, das sacadas de seus apartamentos ou sobre pontilhões e lugares poucos seguros: cuidado com o costume das crianças de se pendurarem para enxergar melhor, há o risco de queda. A cabeça da criança corresponde, em média, a 25% do seu peso total. Em um adulto, o índice é de 6%. Por isso, facilmente, a criança se desequilibra. Desaparecimento Quem vai participar de carnaval de rua não deve deixar que as crianças se afastem muito, além do risco de se perderem, elas podem sair do trecho indicado de segurança e serem atropeladas. Não basta avisar aos pequenos sobre o perigo, frases como “cuidado filhinho”, “fica perto da mamãe filhinha”, entram por um ouvido, e saem pelo outro. Os pais devem supervisionar as crianças e não delegar o poder. Fantasia A preparação das fantasias também exige atenção. Peças e acessórios pequenos, como lantejoulas, podem se soltar e serem engolidas ou aspiradas. Os pais devem evitar fantasias com cordões, cintos e faixas soltas, para que não haja risco de sufocação e estrangulamento. Tenha cuidado com objetos e acessórios pontiagudos. Se for fazer pintura no rosto, os pais devem procurar tintas específicas para essa parte do corpo e voltadas para o público infantil. Cuidado com as máscaras, principalmente as de material sintético que podem impedir a respiração. Ao estourar bexigas e balões, as crianças podem engolir ou se asfixiar com pedaços pequenos de borracha. Não comprem brinquedos que estimulam a violência, um simples martelinho barulhento de plástico pode machucar o coleguinha. Viagem Muitos vão viajar para a praia ou outra cidade. Por isso cuidado também &#8211; nessa época, por mais que se avise, o consumo de bebidas alcoólicas aumenta infinitamente, aumentando o risco de acidentes no trânsito. Na hora de viajar, a orientação é para que os pais coloquem as crianças sentadas na cadeirinha adequada para a idade, no banco traseiro e sempre com o cinto de segurança. Aproveite seu carnaval, de modo seguro e responsável. As crianças devem sim, nascidas no país do carnaval, brincar, pular, cantar e se fantasiar. Carnaval é antes de tudo um legado cultural, vamos preservar nossa cultura, mas também a saúde e a segurança de nossas crianças. ___ Relator: Tadeu Fernando Fernandes Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP Publicado em 13/02/2015. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/carnaval-festa-e-alegria-mas-cuidado-com-as-criancas-2/">Carnaval: festa e alegria, mas cuidado com as crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2015/02/carnival-250936_640.jpg" rel="prettyphoto[26941]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-834" src="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2015/02/carnival-250936_640.jpg?w=300" alt="carnival-250936_640" width="300" height="200" /></a>A palavra carnaval sempre é associada à festa, alegria, algumas extravagâncias, sentimentos de liberdade e liberação, muitas vezes reprimidos durante todo o ano. Homens se vestem de mulheres, mulheres de princesas e crianças de super-heróis e outros personagens lúdicos dessa idade. Entretanto, os pais não podem “baixar a guarda” no item segurança, devem redobrar os cuidados com as crianças durante o carnaval para evitar acidentes, a primeira causa de mortalidade nas crianças acima de um ano de idade.</p>
<p>Como já foi dito, nos dias de folia é comum que as pessoas fiquem mais relaxadas, inclusive na vigilância dos pequenos, o que pode facilitar a ocorrência de situações graves. Para evitar transtornos, os pais precisam ter consciência de que a criança não sabe avaliar o risco que corre e também de que situações comuns para os adultos podem ser fatais às crianças. Além da distração, a curiosidade, a inexperiência e o próprio corpo da criança podem causar acidentes.</p>
<p><strong>Quedas</strong></p>
<p>Aqueles que vão assistir aos desfiles de carnaval, ou passagem de blocos, das sacadas de seus apartamentos ou sobre pontilhões e lugares poucos seguros: cuidado com o costume das crianças de se pendurarem para enxergar melhor, há o risco de queda. A cabeça da criança corresponde, em média, a 25% do seu peso total. Em um adulto, o índice é de 6%. Por isso, facilmente, a criança se desequilibra.</p>
<p><strong>Desaparecimento</strong></p>
<p>Quem vai participar de carnaval de rua não deve deixar que as crianças se afastem muito, além do risco de se perderem, elas podem sair do trecho indicado de segurança e serem atropeladas. Não basta avisar aos pequenos sobre o perigo, frases como “cuidado filhinho”, “fica perto da mamãe filhinha”, entram por um ouvido, e saem pelo outro. Os pais devem supervisionar as crianças e não delegar o poder.</p>
<p><strong>Fantasia</strong></p>
<p>A preparação das fantasias também exige atenção. Peças e acessórios pequenos, como lantejoulas, podem se soltar e serem engolidas ou aspiradas. Os pais devem evitar fantasias com cordões, cintos e faixas soltas, para que não haja risco de sufocação e estrangulamento. Tenha cuidado com objetos e acessórios pontiagudos. Se for fazer pintura no rosto, os pais devem procurar tintas específicas para essa parte do corpo e voltadas para o público infantil. Cuidado com as máscaras, principalmente as de material sintético que podem impedir a respiração.</p>
<p>Ao estourar bexigas e balões, as crianças podem engolir ou se asfixiar com pedaços pequenos de borracha. Não comprem brinquedos que estimulam a violência, um simples martelinho barulhento de plástico pode machucar o coleguinha.</p>
<p><strong>Viagem</strong></p>
<p>Muitos vão viajar para a praia ou outra cidade. Por isso cuidado também &#8211; nessa época, por mais que se avise, o consumo de bebidas alcoólicas aumenta infinitamente, aumentando o risco de acidentes no trânsito.</p>
<p>Na hora de viajar, a orientação é para que os pais coloquem as crianças sentadas na cadeirinha adequada para a idade, no banco traseiro e sempre com o cinto de segurança.</p>
<p>Aproveite seu carnaval, de modo seguro e responsável. As crianças devem sim, nascidas no país do carnaval, brincar, pular, cantar e se fantasiar. Carnaval é antes de tudo um legado cultural, vamos preservar nossa cultura, mas também a saúde e a segurança de nossas crianças.</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:<br />
Tadeu Fernando Fernandes</strong><br />
Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP</p>
<p>Publicado em 13/02/2015.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dicas em ritmo de Carnaval</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dicas-em-ritmo-de-carnaval-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2014 03:40:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Não há festa que mexa mais com o brasileiro do que o Carnaval. Talvez você não saiba, mas essa não é uma comemoração criada ou inventada aqui. Ela vem da “antiguidade bem antiga” (Grécia, Roma) e existe, ainda hoje, em muitos países. A história do carnaval no Brasil vem do período colonial, iniciada pelos escravos. Cordões, ranchos, corsos, escolas de samba, marchinhas, sambas, afoxés e maracatus foram alguns dos ritmos que marcaram essa festa. A primeira marchinha de Carnaval foi composta em 1899, pela musicista e maestrina brasileira Chiquinha Gonzaga: O Abre-Alas. E é através dessa música que vamos abrir espaço para nossas dicas de saúde, em um passeio por algumas antigas e saudosas marchinhas de Carnaval (que muita gente hoje ainda canta, dança, mas não conhece a origem). Mamãe eu quero! Mamãe eu quero! Mamãe eu quero mamar! Apesar de politicamente incorreto, fazendo a apologia à chupeta e à mamadeira (não indicados pelas recomendações atuais), essa gravação em um filme de 1940, mostra Carmem Miranda e Garoto em uma das marchinhas carnavalescas mais conhecidas de todos os tempos e nos remete à questão da alimentação nessa festividade. Mas nessa época, sempre valem alguns lembretes importantes. Até 6 meses de idade, a recomendação é o aleitamento materno exclusivo, em livre-demanda. Não é necessário oferecer água, ou qualquer outro tipo de líquidos nessa faixa etária. Leite materno: alimenta e hidrata. Em lactentes até um ano de idade, leite materno ainda é fundamental. Hidratação é importante. Sucos, mesmo os naturais, devem ser evitados até um ano de idade, segundo estudos recentes, pelo aumento do risco de diabetes tipo 2. As recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP) são que entre 1 e 6 anos se ofereça entre 120 a 180 ml ao dia e após os 7 anos, cerva de 250 ml ao dia (de sucos naturais). Frutas frescas, legumes e verduras (FLV) com vitaminas, água e fibras, são recomendados também nessa época. Além disso, sempre atentar para a higiene e a conservação dos alimentos consumidos, principalmente fora de casa, nas praias, clubes e hotéis. Maioneses, ovos, molhos e cremes necessitam de preparos cuidadosos e conservação impecável para que não causem reações graves, como intoxicações alimentares, levando a quadros febris, com diarreia, vômito e até a desidratação, podendo requerer desde uma visita forçada a um pronto-socorro até internação hospitalar. Qualidade e também quantidade devem ser bem controladas. Se for ultrapassado um limite individual de tolerância, reações alérgicas graves podem estragar a comemoração (amendoins, corantes, sucos artificiais). Se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não. A hidratação é fundamental. LEITE MATERNO (para os que ainda mamam) e, após o 6º mês de vida, sempre muita ÁGUA. Não à bebida alcoólica O carnaval é uma festividade que costuma ser acompanhada de mais liberdade e menos controle. Some-se a isso a questão cultural de algumas famílias e junte-se o calor do verão brasileiro e o cenário está armado. Independentemente de cultura ou idade, por mais inimaginável que possa parecer, a situação ainda ocorre: é um absurdo se oferecer qualquer quantidade, por menor que seja, de qualquer bebida alcoólica para crianças. Além de ser proibido por lei, é extremamente prejudicial, podendo, até, ser fatal. Quanto antes se oferece o estímulo alcoólico para pessoas com tendência ao vício, mais cedo e mais certamente esse hábito poderá se instalar e levar a sérios prejuízos à saúde futura desse indivíduo. Além disso, crianças são indivíduos em crescimento e desenvolvimento, sendo mais suscetíveis a estímulos, com riscos de quadros graves mesmo com pequenas quantidades de substâncias nocivas, inclusive o álcool. E com relação à fantasia? Quanto riso, oh, quanta alegria! Mais de mil palhaços no salão. Batman, Homem Aranha, Cinderela, Havaiana, Pequena Sereia&#8230; Qual vai ser o personagem do seu pequeno? Na hora de escolher a fantasia preste atenção ao tecido, para que seja leve e arejado, como o algodão, e não aperte a criança. Cuidado também com os adereços e mantenha a criança longe de espadas, lanças e objetos pontiagudos. Há também quem prefira usar a pintura. Essa opção é indicada para maiores de 2 anos, e com tinta adequada e antialérgica para evitar intoxicações. Ainda assim faça um teste antes de aplicar no rosto de seu super-herói ou de sua princesa. Cuidados na multidão Allah-la-ô, mas que calor. Na praia, nos clubes, as festividades para as crianças acontecem de manhã e à tarde. Assim, no calor do clima e na aglomeração que também eleva a temperatura, as crianças precisam de proteção. Em relação ao sol, vale a pena seguir a mesma orientação de qualquer época do ano. Evitar exposição direta entre 10 e 16 horas, sempre usando protetor solar, mesmo fora desse horário. O calor pode aparecer e ser um fator agravante também em salões fechados, com muita gente pulando e se divertindo, especialmente nas crianças fantasiadas que correm e se divertem incansavelmente. Lembre-se da hidratação constante. Não podemos nos esquecer de que muitas crianças não têm noção do perigo, e pela sua curiosidade natural podem se perder distraídas no meio da multidão. Assim, faça uma pulseirinha de identificação para seu filho com nome dele, dos pais, telefone e endereço. Não deixem as crianças sem supervisão, sozinhas, no meio da multidão. Fiquem sempre de olho. Atenção ao mar e piscinas, que costumam atrair as crianças, com riscos de afogamento. Seguindo essas dicas toda a família poderá curtir o clima de alegria e irreverência do Carnaval, com menos riscos e sem sustos. Aproveitando: quer escutar as antigas e saudosas marchinhas de Carnaval? Clique nos links abaixo: O Abre-Alas Mamãe eu quero! Mamãe eu quero! Mamãe eu quero mamar! (Carmem Miranda) Se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não (Carmem Costa &#38; Colé) Quanto riso, oh, quanta alegria! Mais de mil palhaços no salão (Dalva de Oliveira- 1966) Allah-la-ô, mas que calor (Carlos Galhardo &#8211; 1941) ___ Relator: Dr. Moises Chencinski Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 26/02/2014. photo credit:...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/02/dreamstime_xs_18656677.jpg" rel="prettyphoto[26872]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-494" alt="????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????" src="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/02/dreamstime_xs_18656677.jpg?w=248" width="248" height="300" /></a>Não há festa que mexa mais com o brasileiro do que o Carnaval. Talvez você não saiba, mas essa não é uma comemoração criada ou inventada aqui. Ela vem da “antiguidade bem antiga” (Grécia, Roma) e existe, ainda hoje, em muitos países.</p>
<p>A história do carnaval no Brasil vem do período colonial, iniciada pelos escravos. Cordões, ranchos, corsos, escolas de samba, marchinhas, sambas, afoxés e maracatus foram alguns dos ritmos que marcaram essa festa.</p>
<p>A primeira marchinha de Carnaval foi composta em 1899, pela musicista e maestrina brasileira Chiquinha Gonzaga: O Abre-Alas. E é através dessa música que vamos abrir espaço para nossas dicas de saúde, em um passeio por algumas antigas e saudosas marchinhas de Carnaval (que muita gente hoje ainda canta, dança, mas não conhece a origem).</p>
<p><strong>Mamãe eu quero! Mamãe eu quero! Mamãe eu quero mamar!</strong></p>
<p>Apesar de politicamente incorreto, fazendo a apologia à chupeta e à mamadeira (não indicados pelas recomendações atuais), essa gravação em um filme de 1940, mostra Carmem Miranda e Garoto em uma das marchinhas carnavalescas mais conhecidas de todos os tempos e nos remete à questão da alimentação nessa festividade.</p>
<p>Mas nessa época, sempre valem alguns lembretes importantes.</p>
<ul>
<li>Até 6 meses de idade, a recomendação é o <strong>aleitamento materno exclusivo</strong>, em livre-demanda. Não é necessário oferecer água, ou qualquer outro tipo de líquidos nessa faixa etária. Leite materno: alimenta e hidrata.</li>
<li>Em lactentes até um ano de idade, leite materno ainda é fundamental. Hidratação é importante. Sucos, mesmo os naturais, devem ser evitados até um ano de idade, segundo estudos recentes, pelo aumento do risco de diabetes tipo 2. As recomendações da Academia Americana de Pediatria (AAP) são que entre 1 e 6 anos se ofereça entre 120 a 180 ml ao dia e após os 7 anos, cerva de 250 ml ao dia (de sucos naturais).</li>
<li>Frutas frescas, legumes e verduras (FLV) com vitaminas, água e fibras, são recomendados também nessa época.</li>
<li>Além disso, sempre atentar para a higiene e a conservação dos alimentos consumidos, principalmente fora de casa, nas praias, clubes e hotéis. Maioneses, ovos, molhos e cremes necessitam de preparos cuidadosos e conservação impecável para que não causem reações graves, como intoxicações alimentares, levando a quadros febris, com diarreia, vômito e até a desidratação, podendo requerer desde uma visita forçada a um pronto-socorro até internação hospitalar.</li>
<li>Qualidade e também quantidade devem ser bem controladas. Se for ultrapassado um limite individual de tolerância, reações alérgicas graves podem estragar a comemoração (amendoins, corantes, sucos artificiais).</li>
</ul>
<p>Se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não. A hidratação é fundamental. LEITE MATERNO (para os que ainda mamam) e, após o 6º mês de vida, sempre muita ÁGUA.</p>
<p><strong>Não à bebida alcoólica</strong></p>
<p>O carnaval é uma festividade que costuma ser acompanhada de mais liberdade e menos controle. Some-se a isso a questão cultural de algumas famílias e junte-se o calor do verão brasileiro e o cenário está armado. Independentemente de cultura ou idade, por mais inimaginável que possa parecer, a situação ainda ocorre: é um absurdo se oferecer qualquer quantidade, por menor que seja, de qualquer bebida alcoólica para crianças.</p>
<p>Além de ser proibido por lei, é extremamente prejudicial, podendo, até, ser fatal. Quanto antes se oferece o estímulo alcoólico para pessoas com tendência ao vício, mais cedo e mais certamente esse hábito poderá se instalar e levar a sérios prejuízos à saúde futura desse indivíduo.</p>
<p>Além disso, crianças são indivíduos em crescimento e desenvolvimento, sendo mais suscetíveis a estímulos, com riscos de quadros graves mesmo com pequenas quantidades de substâncias nocivas, inclusive o álcool.</p>
<p><strong>E com relação à fantasia?</strong></p>
<p>Quanto riso, oh, quanta alegria! Mais de mil palhaços no salão. Batman, Homem Aranha, Cinderela, Havaiana, Pequena Sereia&#8230; Qual vai ser o personagem do seu pequeno? Na hora de escolher a fantasia preste atenção ao tecido, para que seja leve e arejado, como o algodão, e não aperte a criança. Cuidado também com os adereços e mantenha a criança longe de espadas, lanças e objetos pontiagudos.</p>
<p>Há também quem prefira usar a pintura. Essa opção é indicada para maiores de 2 anos, e com tinta adequada e antialérgica para evitar intoxicações. Ainda assim faça um teste antes de aplicar no rosto de seu super-herói ou de sua princesa.</p>
<p><strong>Cuidados na multidão</strong></p>
<p>Allah-la-ô, mas que calor. Na praia, nos clubes, as festividades para as crianças acontecem de manhã e à tarde. Assim, no calor do clima e na aglomeração que também eleva a temperatura, as crianças precisam de proteção.</p>
<p>Em relação ao sol, vale a pena seguir a mesma orientação de qualquer época do ano. Evitar exposição direta entre 10 e 16 horas, sempre usando protetor solar, mesmo fora desse horário.</p>
<p>O calor pode aparecer e ser um fator agravante também em salões fechados, com muita gente pulando e se divertindo, especialmente nas crianças fantasiadas que correm e se divertem incansavelmente. Lembre-se da hidratação constante.</p>
<p>Não podemos nos esquecer de que muitas crianças não têm noção do perigo, e pela sua curiosidade natural podem se perder distraídas no meio da multidão. Assim, faça uma pulseirinha de identificação para seu filho com nome dele, dos pais, telefone e endereço. Não deixem as crianças sem supervisão, sozinhas, no meio da multidão. Fiquem sempre de olho.</p>
<p>Atenção ao mar e piscinas, que costumam atrair as crianças, com riscos de afogamento.</p>
<p>Seguindo essas dicas toda a família poderá curtir o clima de alegria e irreverência do Carnaval, com menos riscos e sem sustos.</p>
<p>Aproveitando: quer escutar as antigas e saudosas marchinhas de Carnaval? Clique nos links abaixo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=QCtE2dyvFgg#t=14" target="_blank" rel="noopener">O Abre-Alas</a><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=Ee0Pw5pDiEM" target="_blank" rel="noopener">Mamãe eu quero! Mamãe eu quero! Mamãe eu quero mamar!</a> (Carmem Miranda)<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=RvtMybpcR0Q" target="_blank" rel="noopener">Se você pensa que cachaça é água, cachaça não é água não</a> (Carmem Costa &amp; Colé)<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=ZiLWGuejfj8" target="_blank" rel="noopener">Quanto riso, oh, quanta alegria! Mais de mil palhaços no salão</a> (Dalva de Oliveira- 1966)<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=6rXzTxcIpOo" target="_blank" rel="noopener">Allah-la-ô, mas que calor</a> (Carlos Galhardo &#8211; 1941)</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
<strong> Dr. Moises Chencinski</strong><br />
Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/02/bannercarnavaportal.png" rel="prettyphoto[26872]"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-495 aligncenter" alt="BannerCarnava(portal)" src="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/02/bannercarnavaportal.png?w=300" width="650" height="274" /></a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Publicado em 26/02/2014.<br />
photo credit: Evgeniya Tiplyashina | Dreamstime.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" alt="Licença Creative Commons" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dicas-em-ritmo-de-carnaval-2/">Dicas em ritmo de Carnaval</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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