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	<title>Arquivos Caxumba - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Caxumba - SPSP</title>
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		<title>Caxumba: tratamento, sintomas e prevenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2016 18:23:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A caxumba, também chamada de papeira ou parotidite, é uma doença viral aguda, causada pelo vírus Paramyxovirus, o qual tem o homem como reservatório. Ela é geralmente benigna, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares, geralmente a glândula parótida, e acomete mais frequentemente crianças em idade escolar e adolescentes. A caxumba é uma doença que ocorre no mundo todo, aparecendo sob a forma endêmica ou surtos, geralmente no inverno e na primavera. Como acontece a transmissão? A transmissão acontece pela saliva e por gotículas de saliva contaminadas com o vírus que ficam em suspensão no ar, por isso deve-se evitar compartilhar talheres, pratos, copos ou respirar muito perto de quem está com caxumba. Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento (inchaço) das glândulas salivares, próximo as orelhas, cerca de um dia após o início do quadro. O inchaço pode acometer um lado só ou os dois ao mesmo tempo e tem como característica elevar o lobo da orelha. Os gânglios do pescoço em geral também aumentam de tamanho e a pessoa tem dor nesta região, principalmente para mastigar. Isso ocorre porque a parótida está inflamada e dói quando tem que produzir saliva. Assim, alimentos ácidos, que provocam muita salivação, são contraindicados para quem está com caxumba, pois vão causar mais desconforto. Raramente a caxumba pode evoluir para quadros graves, causando surdez, meningite, pancreatite e neurite. Além disso, é possível que ocorra também inflamação e inchaço doloroso dos testículos (orquite) ou dos ovários (ooforite), mas dificilmente leva à esterilidade. Por isso, é importante ter acompanhamento médico. Qual o tratamento? Não há tratamento específico para caxumba. O mais importante é uma boa alimentação, hidratação e principalmente repouso. Além disso, a pessoa doente deve ficar em casa e evitar o contato com outros durante nove dias após o início da doença. Como se prevenir e quais são as vacinas? A prevenção é feita através da higiene de objetos contaminados como brinquedos, talheres, etc.; além do isolamento do doente e, principalmente, através da vacinação. Existem duas vacinas disponíveis no Brasil: uma que vem junto com a do sarampo e subéola (SCR ou MMR), chamada de tríplice viral, que pode ser encontrada nos postos de saúde e sua aplicação é obrigatória no Brasil. A outra, que vem junto com a do sarampo, rubéola e catapora (SCRV) é chamada de tetra viral. Ambas são eficientes e devem ser aplicadas nas crianças numa dose aos 12 meses com reforço aos 15 meses de vida. Sendo assim, os adultos não vacinados – ou que não souberem se foram ou não vacinados – devem tomar duas doses, com intervalo de um mês entre elas. Com o tempo, a imunidade diminui, por isso a dose de reforço é muito importante. ___ Relatores: Dra. Adriana Monteiro Barros Pires Dr. José Gabel Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da SPSP Publicado em 1/12/2016. photo credit: White77 &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1413" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2016/12/boys-286789_640-300x200.jpg" alt="boys-286789_640" width="300" height="200" />A caxumba, também chamada de papeira ou parotidite, é uma doença viral aguda, causada pelo vírus Paramyxovirus, o qual tem o homem como reservatório. Ela é geralmente benigna, caracterizada por febre e aumento de volume de uma ou mais glândulas salivares, geralmente a glândula parótida, e acomete mais frequentemente crianças em idade escolar e adolescentes.</p>
<p>A caxumba é uma doença que ocorre no mundo todo, aparecendo sob a forma endêmica ou surtos, geralmente no inverno e na primavera.</p>
<p><strong>Como acontece a transmissão?</strong><br />
A transmissão acontece pela saliva e por gotículas de saliva contaminadas com o vírus que ficam em suspensão no ar, por isso deve-se evitar compartilhar talheres, pratos, copos ou respirar muito perto de quem está com caxumba.</p>
<p>Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento (inchaço) das glândulas salivares, próximo as orelhas, cerca de um dia após o início do quadro. O inchaço pode acometer um lado só ou os dois ao mesmo tempo e tem como característica elevar o lobo da orelha.</p>
<p>Os gânglios do pescoço em geral também aumentam de tamanho e a pessoa tem dor nesta região, principalmente para mastigar. Isso ocorre porque a parótida está inflamada e dói quando tem que produzir saliva. Assim, alimentos ácidos, que provocam muita salivação, são contraindicados para quem está com caxumba, pois vão causar mais desconforto.</p>
<p>Raramente a caxumba pode evoluir para quadros graves, causando surdez, meningite, pancreatite e neurite. Além disso, é possível que ocorra também inflamação e inchaço doloroso dos testículos (orquite) ou dos ovários (ooforite), mas dificilmente leva à esterilidade. Por isso, é importante ter acompanhamento médico.</p>
<p><strong>Qual o tratamento?</strong><br />
Não há tratamento específico para caxumba. O mais importante é uma boa alimentação, hidratação e principalmente repouso. Além disso, a pessoa doente deve ficar em casa e evitar o contato com outros durante nove dias após o início da doença.</p>
<p><strong>Como se prevenir e quais são as vacinas?</strong><br />
A prevenção é feita através da higiene de objetos contaminados como brinquedos, talheres, etc.; além do isolamento do doente e, principalmente, através da vacinação.</p>
<p>Existem duas vacinas disponíveis no Brasil: uma que vem junto com a do sarampo e subéola (SCR ou MMR), chamada de tríplice viral, que pode ser encontrada nos postos de saúde e sua aplicação é obrigatória no Brasil. A outra, que vem junto com a do sarampo, rubéola e catapora (SCRV) é chamada de tetra viral. Ambas são eficientes e devem ser aplicadas nas crianças numa dose aos 12 meses com reforço aos 15 meses de vida.</p>
<p>Sendo assim, os adultos não vacinados – ou que não souberem se foram ou não vacinados – devem tomar duas doses, com intervalo de um mês entre elas. Com o tempo, a imunidade diminui, por isso a dose de reforço é muito importante.</p>
<p>___<br />
<strong>Relatores:<br />
Dra. Adriana Monteiro Barros Pires<br />
Dr. José Gabel</strong><br />
Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da SPSP</p>
<p>Publicado em 1/12/2016.<br />
photo credit: White77 | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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