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	<title>Arquivos Crianças e tecnologia - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Crianças e tecnologia - SPSP</title>
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		<title>As tecnologias e o desenvolvimento das crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/as-tecnologias-e-o-desenvolvimento-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2019 18:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Uma das coisas mais fascinantes na Pediatria é acompanhar o desenvolvimento de uma criança. E quando se trata dos primeiros três anos de vida, o que chama mais atenção é a velocidade com que as mudanças ocorrem e o impacto que isso gera na própria criança e na família. Sorrir, segurar objetos, sentar, engatinhar, andar, falar, reconhecer animais e cores são apenas alguns exemplos de conquistas que representam que as coisas estão indo bem. Mas, de todas as habilidades que uma criança desenvolve, as que mais deixam marcas, as inesquecíveis, são aquelas que envolvem interação: ganhar um sorriso, trocar olhares, falar por “infinitos” minutos com um bebê, conseguir acalmá-lo, fazê-lo aceitar novos alimentos (sim, isso representa um grande passo do desenvolvimento), ganhar beijo, ouvir pela primeira vez “mama” ou “papa”, superar medos&#8230; Entre estimulação e interação, via de regra, fique sempre com a segunda opção Aí que entra a questão dos aparelhos tecnológicos. Na grande maioria das vezes, quando são oferecidos aos bebês, é para distraí-los para podermos fazer alguma coisa. Assim, liga-se alguma coisa para desligar alguém. E, se tem algo que vai contra a natureza do desenvolvimento de bebês, é deixá-los quietinhos, parados, “imobilizados”. Enquanto uma criança está atenta a uma tela, por exemplo, sua atividade motora está em stand by. Nos primeiros dois anos de vida ocorre grande parte do desenvolvimento sensorial, responsável pela comunicação entre os sentidos: olfato, visão, tato, paladar e audição. Ativa-se, dessa forma, uma série de “redes” neuronais que serão usadas durante a vida da criança. Isso servirá de base para o desenvolvimento da linguagem e cognição que irão se expressar mais adiante. Quando não ocorre essa ativação, acredita-se gerar uma limitação para capacidades futuras. Ensinando pelo exemplo Outro ponto fundamental nessa discussão é o exemplo. Crianças aprendem muito por imitação. Se queremos que nossos filhos e filhas se interessem em se relacionar, em brincar, não podemos chegar em casa, após um dia inteiro de trabalho, e passar boa parte do tempo na frente de nossas telas, pois as crianças vão crescer com esse referencial. Em alguns momentos, quando estamos em casa, temos que nos “desligar” do mundo virtual, fazer refeições sem celulares (isso serve para adultos e crianças), permanecer em off quando colocamos nossos filhos e filhas para dormir; enfim, ensinar por meio do exemplo. Sei que é difícil e que é um dos desafios dos novos (nossos) tempos. Mas, querer que crianças tenham um bom desenvolvimento, enquanto crescem na frente de celulares e tablets desde bebês, com familiares fazendo o mesmo e delegando a terceiros sua “estimulação”, uma coisa eu posso garantir: essa conta não fecha! ___Relator:Dr. Fernando LamanoGrupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP Publicado em 3/10/2019</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/as-tecnologias-e-o-desenvolvimento-das-criancas/">As tecnologias e o desenvolvimento das crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>Uma das coisas mais fascinantes na Pediatria é acompanhar o desenvolvimento de uma criança. E quando se trata dos primeiros três anos de vida, o que chama mais atenção é a velocidade com que as mudanças ocorrem e o impacto que isso gera na própria criança e na família. Sorrir, segurar objetos, sentar, engatinhar, andar, falar, reconhecer animais e cores são apenas alguns exemplos de conquistas que representam que as coisas estão indo bem. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/10/Depositphotos_192399190_Syda_Productions-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-2940"/><figcaption>syda productions | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>Mas, de todas as
habilidades que uma criança desenvolve, as que mais deixam marcas, as
inesquecíveis, são aquelas que envolvem interação:
ganhar um sorriso, trocar olhares, falar por “infinitos” minutos com um bebê,
conseguir acalmá-lo, fazê-lo aceitar novos alimentos (sim, isso representa um
grande passo do desenvolvimento), ganhar beijo, ouvir pela primeira vez “mama”
ou “papa”, superar medos&#8230; </p>



<h4 class="wp-block-heading">Entre estimulação e interação, via de regra, fique sempre com a segunda opção</h4>



<p>Aí que entra a questão dos aparelhos tecnológicos. Na grande maioria das vezes, quando são oferecidos aos bebês, é para distraí-los para podermos fazer alguma coisa. Assim, liga-se alguma coisa para desligar alguém.</p>



<p>E, se tem algo que vai contra a natureza do desenvolvimento de bebês, é deixá-los quietinhos, parados, “imobilizados”. Enquanto uma criança está atenta a uma tela, por exemplo, sua atividade motora está em <em>stand by.</em> Nos primeiros dois anos de vida ocorre grande parte do desenvolvimento sensorial, responsável pela comunicação entre os sentidos: olfato, visão, tato, paladar e audição. Ativa-se, dessa forma, uma série de “redes” neuronais que serão usadas durante a vida da criança. Isso servirá de base para o desenvolvimento da linguagem e cognição que irão se expressar mais adiante. Quando não ocorre essa ativação, acredita-se gerar uma limitação para capacidades futuras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Ensinando pelo exemplo</h4>



<p>Outro ponto fundamental nessa discussão é o <strong>exemplo</strong>. Crianças aprendem muito por imitação. Se queremos que nossos filhos e filhas se interessem em se relacionar, em brincar, não podemos chegar em casa, após um dia inteiro de trabalho, e passar boa parte do tempo na frente de nossas telas, pois as crianças vão crescer com esse referencial. Em alguns momentos, quando estamos em casa, temos que nos “desligar” do mundo virtual, fazer refeições sem celulares (isso serve para adultos e crianças), permanecer em <em>off</em> quando colocamos nossos filhos e filhas para dormir; enfim, ensinar por meio do exemplo.</p>



<p>Sei que é difícil e que é um dos desafios dos novos (nossos) tempos. Mas, querer que crianças tenham um bom desenvolvimento, enquanto crescem na frente de celulares e <em>tablets</em> desde bebês, com familiares fazendo o mesmo e delegando a terceiros sua “estimulação”, uma coisa eu posso garantir: essa conta não fecha!</p>



<p>___<br><strong>Relator:</strong><br><strong>Dr. Fernando Lamano</strong><br>Grupo de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP</p>



<p>Publicado em 3/10/2019</p>



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		<title>Exposição precoce às tecnologias pode ser prejudicial</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/exposicao-precoce-as-tecnologias-pode-ser-prejudicial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jun 2017 18:30:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>De acordo com dados do Painel Nacional de Televisão, realizado pelo Ibope, crianças e adolescentes passam cinco horas e trinta e cinco minutos em frente à televisão, em média. Levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil aponta que 82% dos jovens acessam internet pelo celular diariamente. Os números estão na contramão do recomendado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), cuja orientação é de, no máximo, duas horas diárias – aos menores de dois anos, contraindica-se o uso de qualquer tipo de dispositivo eletrônico. Assunto controverso entre pais e médicos, e já existindo uma tendência da AAP para rever suas recomendações em 2016, de forma a mais que limitar o tempo de uso, faz-se importante avaliar o conteúdo e participar destas atividades com a criança, pois a internet hoje apresenta muitos sites e jogos com conteúdo educacional. Os pais devem avaliar com bom senso a forma como as crianças utilizam seu tempo, mesclando atividades ao ar livre e mídias digitais. A Dra. Rosa Maria Graziano, presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), explica que observar objetos em curta distância leva a acomodação (ação do cristalino para fixar algo que está perto) e “existem evidências de que tal postura pode levar as crianças em desenvolvimento visual a evoluírem com tendência à miopia”. “Entretanto, o hábito de permanecer muito próximo ao aparelho ou de livros pode indicar a presença de erros refrativos”, afirma. Dessa forma, os pais devem prestar atenção aos hábitos dos filhos a fim de identificar tais comportamentos que podem indicar alguns problemas, como miopia, astigmatismo ou hipermetropia. A Organização Mundial de Saúde estima que 100 mil crianças brasileiras apresentem alguma deficiência visual; por isso, os exames oftalmológicos preventivos são fundamentais. Questionada sobre a saúde ocular e os danos que este contato frequente com as mídias digitais pode acarretar, a oftalmologista afirma que assistir TV por estar posicionada a distância maior que os celulares e tablets pode ser melhor para assistir vídeos ou jogos, pois necessita menor efeito acomodativo. Cada vez mais cedo Pesquisa do Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação denuncia que o manejo de smatphones e tablets começa cada vez mais precocemente. Aos nove anos, 24% das crianças têm celular; aos seis, 16%; aos cinco, 7%. Dra. Rosa informa que, mundialmente, trabalhos mostram que jovens de cidades grandes apresentam maior porcentagem de erros refrativos do que as que vivem no interior. O uso de dispositivos eletrônicos e a falta de sol podem explicar este cenário. “Atualmente, a criança encontra nesses aparelhos formas de comunicação e lazer, assim, pouco saem para brincar ao ar livre. Desta forma, recomendamos o bom senso para modular esse uso, intercalando com atividades em espaço aberto. Contudo, é importante não demonizar esses estímulos tecnológicos, considerando que são interessantes para o desenvolvimento intelectual e pessoal”, destaca. Piscar Outro aspecto pertinente de ser observado é o piscar, importante mecanismo para lubrificar a córnea e a conjuntiva. “Durante a leitura, a frequência do piscar involuntário diminui, acarretando ressecamento, ardor e desconforto visual. Ao ler, em computador ou não, a pessoa deve piscar voluntariamente, fazer pausas e usar lágrimas artificiais”, recomenda a especialista. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 22/06/2017. photo credit: Ben_Kerckx &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1709" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/06/child-684617_1280-300x201.jpg" alt="" width="300" height="201" />De acordo com dados do Painel Nacional de Televisão, realizado pelo Ibope, crianças e adolescentes passam cinco horas e trinta e cinco minutos em frente à televisão, em média. Levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil aponta que 82% dos jovens acessam internet pelo celular diariamente. Os números estão na contramão do recomendado pela Academia Americana de Pediatria (AAP), cuja orientação é de, no máximo, duas horas diárias – aos menores de dois anos, contraindica-se o uso de qualquer tipo de dispositivo eletrônico.</p>
<p>Assunto controverso entre pais e médicos, e já existindo uma tendência da AAP para rever suas recomendações em 2016, de forma a mais que limitar o tempo de uso, faz-se importante avaliar o conteúdo e participar destas atividades com a criança, pois a internet hoje apresenta muitos sites e jogos com conteúdo educacional. Os pais devem avaliar com bom senso a forma como as crianças utilizam seu tempo, mesclando atividades ao ar livre e mídias digitais.</p>
<p>A Dra. Rosa Maria Graziano, presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), explica que observar objetos em curta distância leva a acomodação (ação do cristalino para fixar algo que está perto) e “existem evidências de que tal postura pode levar as crianças em desenvolvimento visual a evoluírem com tendência à miopia”. “Entretanto, o hábito de permanecer muito próximo ao aparelho ou de livros pode indicar a presença de erros refrativos”, afirma. Dessa forma, os pais devem prestar atenção aos hábitos dos filhos a fim de identificar tais comportamentos que podem indicar alguns problemas, como miopia, astigmatismo ou hipermetropia.</p>
<p>A Organização Mundial de Saúde estima que 100 mil crianças brasileiras apresentem alguma deficiência visual; por isso, os exames oftalmológicos preventivos são fundamentais.</p>
<p>Questionada sobre a saúde ocular e os danos que este contato frequente com as mídias digitais pode acarretar, a oftalmologista afirma que assistir TV por estar posicionada a distância maior que os celulares e tablets pode ser melhor para assistir vídeos ou jogos, pois necessita menor efeito acomodativo.</p>
<p><strong>Cada vez mais cedo</strong><br />
Pesquisa do Centro de Estudos Sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação denuncia que o manejo de smatphones e tablets começa cada vez mais precocemente. Aos nove anos, 24% das crianças têm celular; aos seis, 16%; aos cinco, 7%. Dra. Rosa informa que, mundialmente, trabalhos mostram que jovens de cidades grandes apresentam maior porcentagem de erros refrativos do que as que vivem no interior. O uso de dispositivos eletrônicos e a falta de sol podem explicar este cenário.</p>
<p>“Atualmente, a criança encontra nesses aparelhos formas de comunicação e lazer, assim, pouco saem para brincar ao ar livre. Desta forma, recomendamos o bom senso para modular esse uso, intercalando com atividades em espaço aberto. Contudo, é importante não demonizar esses estímulos tecnológicos, considerando que são interessantes para o desenvolvimento intelectual e pessoal”, destaca.</p>
<p><strong>Piscar</strong><br />
Outro aspecto pertinente de ser observado é o piscar, importante mecanismo para lubrificar a córnea e a conjuntiva. “Durante a leitura, a frequência do piscar involuntário diminui, acarretando ressecamento, ardor e desconforto visual. Ao ler, em computador ou não, a pessoa deve piscar voluntariamente, fazer pausas e usar lágrimas artificiais”, recomenda a especialista.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 22/06/2017.<br />
photo credit: Ben_Kerckx | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/exposicao-precoce-as-tecnologias-pode-ser-prejudicial/">Exposição precoce às tecnologias pode ser prejudicial</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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