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	<title>Arquivos cuidados - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos cuidados - SPSP</title>
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		<title>Discriminação: muitos ainda ficam de fora</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/discriminacao-muitos-ainda-ficam-de-fora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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<p>Segundo o dicionário, a palavra “discriminar” significa perceber diferenças ou distinguir. Podemos encontrar também outra definição, que diz que “discriminar é colocar à</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Zero-Discriminacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Zero-Discriminacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Zero-Discriminacao-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Zero-Discriminacao-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Segundo o dicionário, a palavra “discriminar” significa perceber diferenças ou distinguir. Podemos encontrar também outra definição, que diz que “discriminar é colocar à parte por algum critério”. Infelizmente, quando pensamos em diversos aspectos da sociedade, ainda é amplamente presente a segunda definição, que exclui e priva crianças e adultos de direitos básicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial de Zero Discriminação é celebrado no dia 1º de março em todo o mundo, a fim de promover igualdade, inclusão e respeito aos direitos de todos, sem distinção de raça, gênero, idade ou características físicas e cognitivas. Quando a discriminação atinge a infância, colocamos em risco o futuro de toda uma geração, pois comprometemos o direito a aprender, a brincar, à saúde e, consequentemente, ao desenvolvimento em pleno potencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos demonstram que a discriminação está associada a desfechos negativos na saúde infantil. Experiências de racismo, por exemplo,  levam a maior risco de depressão, ansiedade, baixa autoestima, além de problemas comportamentais e pior estado geral de saúde em crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outras evidências recentes também relacionam a discriminação a alterações em biomarcadores inflamatórios, maior índice de massa corporal (IMC), obesidade, aumento da pressão arterial e maiores níveis de cortisol, indicando ativação de vias biológicas relacionadas ao estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos também que o momento e a duração da exposição à discriminação durante a infância e a adolescência são fatores que contribuem em níveis distintos para mudança da arquitetura cerebral. O chamado estresse tóxico, causado pela discriminação sistemática e contínua, está associado a maior tendência a comportamentos de risco e abuso de substâncias. Estudos demonstram efeitos negativos sobre a saúde mental, uma vez que a discriminação aumenta o risco de ansiedade e depressão, que, por sua vez, estão associadas a pior saúde global.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto maior a vulnerabilidade da criança ou do adolescente, as diferentes camadas de discriminação se sobrepõem, aumentando o risco de exclusão e impacto negativo em saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Um estudo publicado na revista Pediatrics em 2025 mostrou que em adultos, a discriminação em saúde leva a perda de confiança, evitação de cuidados e mudança no comportamento de busca por assistência. Dados pediátricos eram escassos, até que em 2025 uma grande análise, usando um banco de dados com mais de 14 milhões de crianças, observou que 1 em cada 10 crianças com necessidades específicas sofre discriminação na saúde. Esse cenário está associado a uma chance duas vezes maior de abandono de cuidados e 45% maior de ida ao pronto-socorro por agravamento de questões que não foram direcionadas. Daqueles que sofrem discriminação constante nos serviços de saúde, 87% referiram impacto funcional significativo nas atividades diárias. Uma em cada cinco crianças com deficiência tem seu cuidado negado ou abandona o seguimento em saúde por mais de 12 meses e praticamente metade das crianças discriminadas eram adolescentes. Com frequência, é quem mais precisa do cuidado coletivo que fica à margem.</p>
<p style="text-align: justify;">São inúmeras as evidências de que quanto maior o investimento na infância, buscando equiparar desigualdades e garantir direitos em saúde, educação e na construção de ambientes livres de violência, menores serão os gastos necessários para frear as consequências dos impactos negativos que a falta desses recursos traz.</p>
<p style="text-align: justify;">Não são apenas as barreiras estruturais, como as dificuldades de acesso físico, as restrições de atendimento ou tratamento e a falta de profissionais preparados, que discriminam determinadas populações. A repercussão do ciclo negativo de cuidado acaba por trazer evitação ativa de cuidados, por parte das crianças e famílias envolvidas, que perdem a confiança no sistema, têm medo de novas experiências ruins que os exponham novamente à discriminação.</p>
<p style="text-align: justify;">No Dia Mundial de Zero Discriminação, que possamos entender que um mundo em que não cabe um, não caberá nenhum de nós eventualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Ames et al. Disability-based discrimination and forgone health care in children with special health care needs. Pediatrics 2025;156(1).</li>
<li>Trent et al. The impact of racism on child and adolescent health. Pediatrics 2019;144(2):e20191765.</li>
<li>Priest et al. Racism and health and wellbeing among children and youth &#8211; An updated systematic review and meta-analysis. <br />Soc Sci Med 2024 Nov:361:117324.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Anna Dominguez Bohn<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Núcleo de Estudos Sobre a Criança e o Adolescente com Deficiência da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Novembrinho Azul &#8211; Cuidados com a saúde masculina começa na infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/novembrinho-azul-cuidados-com-a-saude-masculina-comeca-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 14:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Neste mês de novembro, queremos ressaltar que a saúde do homem começa desde a infância: pediatra orientando higiene pessoal e hábitos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-2-Novembrinho-Azul-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Neste mês de novembro, queremos ressaltar que a saúde do homem começa desde a infância: pediatra orientando higiene pessoal e hábitos saudáveis, como alimentação, sono, esporte. Lembrar que o cuidado desde criança vai fazer com que o adulto se preocupe e continue a cuidar de sua saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso nós pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) também nos engajamos nessa campanha e queremos conversar com os pais, crianças e adolescentes sobre prevenção e cuidados.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda prevenção de agravos à saúde deve ser iniciada na puericultura. O pediatra tem uma ligação de longa data com os pais, e desse modo pode preparar a família a desenvolver o autocuidado e a falar sobre esses temas de forma mais natural com seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">As infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) na adolescência são um problema preocupante, pois muitas vezes não apresentam sintomas, podendo levar a complicações sérias como infertilidade e até câncer, especialmente se não tratadas precocemente. As mais comuns incluem clamídia, gonorreia, sífilis, HPV (Papilomavírus humano) e herpes genitalvírus (Herpes simplex tipo 1 e tipo 2). Além das hepatites B, C e o HIV.</p>
<p style="text-align: justify;">O que torna adolescentes vulneráveis a essas doenças é a falta de informações adequadas, passadas de forma clara e sem julgamentos. Por isso a educação em sexualidade nas escolas e a consulta com o pediatra são tão importantes. Assim como ter acesso a preservativos em locais em que os adolescentes não se sintam expostos ao adquiri-los e manter a carteira de vacinação em dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Como se proteger das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do método mais eficaz de prevenção das ISTs continuar sendo o uso de preservativos, algumas ISTs também devem ser prevenidas por meio de vacinas, disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e/ou nas clínicas particulares. É o caso das vacinas de HPV e da hepatite B.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Vacina contra HPV protege contra quatro ou nove sorotipos do vírus </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O vírus HPV compreende uma família com muitos subtipos, vários dos quais afetam a região genital, incluindo aqueles responsáveis por desencadear cânceres de colo do útero, vagina, ânus, vulva, pênis e câncer de orofaringe, além de verrugas genitais. A vacina de HPV quadrivalente está disponível no SUS e a de HPV nonavalente nas clínicas particulares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Vacina da hepatite B </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A hepatite B é uma infecção viral, silenciosa, que prejudica o funcionamento do fígado e, ao longo do tempo, se não for tratada, lesiona consideravelmente os tecidos do órgão, podendo levar a uma cirrose hepática. Transmitida por meio de sangue e fluidos corporais, é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), uma vez que a transmissão mais comum é a sexual. A vacina de hepatite B encontra-se disponível no SUS e é importante para a proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem outras vacinas superimportantes para os adolescentes, como:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meningite ACWY </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vacina da meningite ACWY previne meningites e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y e está disponível no SUS dos 11 aos 14 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meningite B </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vacina da meningite B previne meningite e infecções generalizadas causadas pela bactéria meningococo do tipo B. Tem em rede privada, sendo feita em duas doses, com intervalo de um a dois meses a partir de três meses de idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vacina DTpa ou DT </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas unidades de saúde é feita a DT (difteria/tétano) como dose de reforço entre 14 e 15 anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto a DTpa (difteria/tétano/coqueluche) tem a mais a coqueluche e é encontrada em rede privada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vacina Qdenga </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A vacina contra a dengue previne a infecção causada pelos quatro sorotipos do vírus: Denv-1, Denv-2, Denv-3 e Denv-4.</p>
<p style="text-align: justify;">Indicada para crianças a partir de quatro anos de idade e disponível na rede pública dos 10 aos 14 anos, feita em duas doses com intervalo de três meses.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vacina da gripe (Influenza) </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vacina contra a gripe: Trivalente encontrada no SUS e a quadrivalente em rede privada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância da higiene íntima masculina e saúde genital </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dados do Sistema Único de Saúde &#8211; SUS &#8211; revelam que toda semana, em média, nove homens sofrem amputação de pênis no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Medidas simples como uma higienização adequada evitam a maioria das afecções que acometem os homens.</p>
<p style="text-align: justify;">A limpeza adequada do pênis com água e sabão, puxando o prepúcio para higiene da glande, deve ser realizada todos os dias e após prática sexual para quem já iniciou atividade sexual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como higienizar o pênis? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A lavagem é simples e deve ser feita com água e sabão, na hora do banho. Para limpar o pênis, o adolescente precisa afastar o prepúcio e expor a cabeça do órgão, conhecida como glande. Muitas vezes a urina que fica embaixo da pele (prepúcio) é ácida e pode causar inflamação, caso não tenha uma boa higienização.</p>
<p style="text-align: justify;">A lavagem feita com água e sabão minimiza o risco de se ter um tumor de pênis ou doença mais grave.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outro tópico importante é a saúde dos testículos </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O alerta é: inchaço inexplicável e dor deve ser imediatamente avaliado pelo médico. Existem doenças como a torção de testículo que, se não resolvida em poucas horas, pode levar à perda do órgão.</p>
<p style="text-align: justify;">A avaliação periódica é importante: a avaliação com o médico de adolescentes pode prevenir infertilidade na vida adulta, pois algumas doenças, como a varicocele, causada pelo mau funcionamento das válvulas das veias, podem levar ao acúmulo de sangue e à dilatação local.</p>
<p style="text-align: justify;">A produção de espermatozoides pode ser prejudicada. Na maioria das vezes é indolor e é a principal causa de infertilidade em homens adultos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fimose </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A fimose é uma condição em que o prepúcio (pele que recobre o pênis) não se expõe, ou seja, não pode ser retraído, o que dificulta a exposição da glande (cabeça do pênis).</p>
<p style="text-align: justify;">Ela é uma situação fisiológica que se resolve até a idade de três anos com uma higiene adequada. Até os três anos de idade, metade dos meninos já retraem o prepúcio e na adolescência quase todos já resolvem.</p>
<p style="text-align: justify;">A fimose, se não tratada, pode evoluir para câncer de pênis e outras doenças; o tratamento é cirúrgico.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, essas e muitas outras orientações podem ser dadas pelo médico de adolescente, encaminhando se necessário para o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Carolina Maria Soares Cresciulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Elisiane Elias Mendes Machado<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Elizete Prescinotti Andrade<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Maíra Pieri<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dicas práticas para o uso seguro de medicamentos em domicílio</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dicas-praticas-para-o-uso-seguro-de-medicamentos-em-domicilio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Para algumas crianças, o fim de um período de internação hospitalar marca o início de uma nova etapa de cuidados, que serão realizados em sua própria casa. A necessidade de cuidados</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Uso-de-medicamentos-home-care-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Para algumas crianças, o fim de um período de internação hospitalar marca o início de uma nova etapa de cuidados, que serão realizados em sua própria casa.</p>
<p style="text-align: justify;">A necessidade de cuidados continuados em pediatria ocorre em pacientes com dependência para respiração e/ou alimentação, necessidade de terapias de reabilitação, cuidados especializados; o uso de medicamentos é algo rotineiro neste perfil de paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessas e em tantas outras situações em que o paciente não precisa mais ficar no hospital, mas segue precisando de cuidados em saúde, o serviço de Home Care (Atenção Domiciliar) é uma opção com diversos benefícios. Seja qual for o tipo de tratamento, o uso de medicamentos (orais, enterais e menos frequentemente parenteais) é rotineiro e o papel do pediatra, enfermeiro e do farmacêutico na Atenção Domiciliar é fundamental. São eles que orientam para que os medicamentos sejam administrados de forma correta, segura e eficaz, além de acompanharem o paciente ao longo de todo processo de cuidado em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ver algumas dicas práticas para o uso seguro de medicamentos em domicílio.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Quais são os principais cuidados com medicamentos em domicílio para garantir a segurança e a eficácia do tratamento?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><em>Armazenamento adequado</em>:</p>
<p style="text-align: justify;">o Guarde os medicamentos em locais frescos e secos, longe da luz direta e da umidade.</p>
<p style="text-align: justify;">o Mantenha os medicamentos fora do alcance de crianças e animais de estimação.</p>
<p style="text-align: justify;">o Medicamentos nunca devem ser guardados com produtos de limpeza, de perfumaria ou com alimentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Organização:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Utilize caixas organizadoras ou separadores para manter os medicamentos em ordem.</p>
<p style="text-align: justify;">o Anote datas de validade e descarte de forma segura os medicamentos vencidos (as farmácias costumam ter locais apropriados para receber esse tipo de  descarte).</p>
<p style="text-align: justify;">o Os medicamentos com data de validade mais próxima devem sempre ser usados primeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Administração correta:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Siga as orientações do médico ou farmacêutico quanto a dosagem e horários de administração.</p>
<p style="text-align: justify;">o Não altere a dosagem sem consultar um profissional de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Monitoramento de efeitos colaterais:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Esteja atento a possíveis reações adversas e entre em contato com um profissional de saúde se notar algo incomum.</p>
<p style="text-align: justify;">o Mantenha um registro dos medicamentos tomados e dos efeitos observados.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Comunicação com profissionais de saúde:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Informe sempre os profissionais de saúde sobre todos os medicamentos que a criança está tomando, incluindo os de venda livre e fitoterápicos.</p>
<p style="text-align: justify;">o Certifique-se de entender as prescrições e tire dúvidas sobre o uso.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Descarte seguro:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Não jogue medicamentos no lixo comum ou na pia. Siga as orientações da empresa de Home Care.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cuidado com termolábeis:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Remédios que precisam ficar na geladeira devem ser guardados em recipientes apropriados, como potes plásticos com tampa, e não em caixas de isopor. Também não devem ficar na porta do refrigerador, para evitar oscilações de temperatura.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Quais problemas a luz e umidade podem causar?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A luz e a umidade podem ter um impacto significativo na eficácia dos medicamentos, afetando sua estabilidade e, consequentemente, sua segurança e eficácia. Veja como esses fatores podem influenciar os medicamentos:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Luz:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Degradação química: Alguns medicamentos são fotossensíveis, ou seja, podem se degradar quando expostos à luz. Isso pode levar à formação de compostos inativos ou potencialmente prejudiciais.</p>
<p style="text-align: justify;">o Alteração de cor e aparência: A exposição à luz pode causar mudanças na cor e na aparência dos medicamentos, o que pode ser um sinal de que eles não estão mais seguros para uso.</p>
<p style="text-align: justify;">o Perda de potência: A eficácia do medicamento pode ser reduzida devido à degradação causada pela luz, resultando em doses que não são adequadas para o tratamento pretendido.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Umidade:</em></p>
<p style="text-align: justify;">o Hidrólise: A umidade pode causar reações químicas de hidrólise, levando à degradação do princípio ativo do medicamento. Isso é comum em comprimidos ou pós que não estão devidamente protegidos.</p>
<p style="text-align: justify;">o Mudanças na forma física: A umidade pode causar a aglomeração de comprimidos ou a formação de grumos em pós, dificultando a dosagem correta.</p>
<p style="text-align: justify;">o Contaminação microbiana: Ambientes úmidos podem favorecer o crescimento de fungos e bactérias, contaminando os medicamentos e tornando-os inseguros para uso.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Como funciona a supervisão dos cuidados com prescrição e administração de remédios por uma empresa de Home Care?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">No serviço de Home Care, uma equipe farmacêutica supervisiona o processo desde a compra, a separação, até a entrega na casa do paciente e a sua administração. Essa equipe define protocolos relacionados ao uso de medicamento, o que previne erros, interações adversas, e garante a rastreabilidade dos produtos e dos processos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas farmácias das empresas de Home Care, os medicamentos são identificados,</p>
<p style="text-align: justify;">armazenados e enviados de forma individualizada para o tratamento de cada paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa é uma forma de auxiliar os pacientes, seus familiares e cuidadores a administrar os medicamentos segundo dose, via e horário certo.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Como posso organizar o uso de medicamentos se não tenho equipe de Home Care em casa 24 horas por dia?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Para os pacientes nos quais a administração dos medicamentos fica sob responsabilidade da família, a rotina e organização para administração de medicamentos é crucial. Um importante ponto de sucesso pode ser a elaboração de uma tabela de medicações para sua casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter uma tabela de horário de medicação é fundamental para organizar a rotina de medicamentos de um paciente. A depender da quantidade de medicamentos que o paciente precisa ingerir, é muito importante criar um calendário customizado, uma tabela de horários de medicação. Uma planilha dessas organiza anotações de tipo de medicamento, quantidades e horários.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse registro ajuda a evitar, ainda, a superdosagem, que ocorre quando se erra a quantidade para mais, tomando duas vezes no mesmo período por engano ou</p>
<p style="text-align: justify;">a subdosagem, quando não se toma o medicamento por confusão ou esquecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode imprimir a tabela e colocá-la em um local de fácil acesso, para que todas as pessoas envolvidas no cuidado do paciente possam vê-la e, eventualmente, fazer uma marcação a cada vez em que o remédio é ingerido.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Como montar uma tabela de horário de medicação?</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Para montar uma tabela de horário de medicação, você pode contar com programas de computador, como o Google Sheets e o Microsoft Excel, e personalizar o layout de acordo com as suas necessidades – adicionando colunas e linhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode colocar o nome de cada medicação em uma linha, uma embaixo da outra, e nas colunas, lado a lado, registrar o período do dia/a hora, a quantidade a ser administrada, as observações extras.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode usar tamanhos de fontes diferentes, cores e até imagens das caixinhas, dos períodos do dia (como sol para manhã, pratos para o almoço, lua para noite) ou comprimidos para deixar a visualização da planilha mais agradável e eficaz. Veja um modelo de tabela de medicamentos.</p>
<p><img decoding="async" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/PLANNER-PACIENTES.pdf" alt="" /><img decoding="async" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/2025-04-09-10_04_59-PLANNER-PACIENTES.pdf-Foxit-PDF-Reader.png" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">O uso seguro de medicamentos é uma responsabilidade compartilhada entre profissionais de saúde, pacientes e familiares. A adesão às orientações de armazenamento, a administração correta e a comunicação aberta com a equipe assistencial são fundamentais para garantir a eficácia e a segurança do tratamento. Além disso, estar atento a possíveis reações adversas e ao descarte de medicamentos de maneira adequada são práticas essenciais para a saúde e o bem-estar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao adotarmos essas medidas, contribuímos para um tratamento mais seguro e eficaz, promovendo uma melhor qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se: a saúde é um bem precioso e cuidar dela é um compromisso de todos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Heloísa Amaral Gaspar Gonçalves<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Secretária do Departamento Científico de Atenção Domiciliar da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/dicas-praticas-para-o-uso-seguro-de-medicamentos-em-domicilio/">Dicas práticas para o uso seguro de medicamentos em domicílio</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontro com o Especialista &#8211; Cuidados com as Crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-cuidados-com-as-criancas-no-verao-janeiro-bronze/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 14:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Gravado]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[encontro com especialista]]></category>
		<category><![CDATA[janeiro Bronze]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=49485</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 30 de janeiro&#160;foi realizado o&#160;Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&#160;Cuidados com as Crianças no Verão, uma ação em prol da campanha Janeiro Bronze. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Dermatologia da SPSP, com o objetivo de promover conscientização a respeito dos danos solares e sobre a importância do exame dermatológico para nevus e suas relações com o sol. O Encontro foi coordenado e moderado por Selma M. F. Hélène,&#160;presidente do DC de Dermatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como participantes as dermatologistas pediátricas Maria Cecília da Matta Rivitti Machado e Silmara da Costa Pereira Cestari, respectivamente membro e secretária do DC de Dermatologia da SPSP. Os temas apresentados no evento foram:&#160;Dermatoses mais frequentes no verão&#160;e&#160;Nevus na infância e suas implicações oncológicas. Após as palestras, houve as considerações finais e as especialistas&#160;responderam perguntas do público. A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível a partir do dia 10/02 no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br). Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa redonda:&#160;Cuidados com as crianças no verão &#8211; Janeiro BronzeCoordenação e moderação: Dra. Selma Hélène 19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura Dra. Selma Hélène 19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Dermatoses mais frequentes no verão Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado 20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Nevus na infância e suas implicações oncológicasDra. Silmara da Costa Pereira Cestari 20h35- 21h30 &#8211; Considerações finais e perguntas &#8211; Dra. Selma HélènePresidente do DC de Dermatologia da SPSPDermatologista Pediátrica do Hospital Albert Einstein Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti MachadoMembro do DC de Dermatologia da SPSPCoordenadora dos Ambulatórios de Dermatologia Pediátrica e Hidradenite Supurativa / Acne / Alopecias do HCFMUSP Dra. Silmara da Costa Pereira CestariSecretária do DC de Dermatologia da SPSPMestre, Doutora e Professora Associada pela UNIFESP- EPM</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 30 de janeiro&nbsp;foi realizado o&nbsp;<em>Encontro com o Especialista</em>, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&nbsp;<em>Cuidados com as Crianças no Verão</em>, uma ação em prol da campanha Janeiro Bronze. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Dermatologia da SPSP, com o objetivo de promover conscientização a respeito dos danos solares e sobre a importância do exame dermatológico para nevus e suas relações com o sol.</p>



<p>O Encontro foi coordenado e moderado por Selma M. F. Hélène,&nbsp;presidente do DC de Dermatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como participantes as dermatologistas pediátricas Maria Cecília da Matta Rivitti Machado e Silmara da Costa Pereira Cestari, respectivamente membro e secretária do DC de Dermatologia da SPSP.</p>



<p>Os temas apresentados no evento foram:&nbsp;<strong>Dermatoses mais frequentes no verão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Nevus na infância e suas implicações oncológicas</strong>. Após as palestras, houve as considerações finais e as especialistas&nbsp;responderam perguntas do público.</p>



<p>A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível a partir do dia 10/02 no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/">www.spspeduca.org.br</a>).</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa redonda:&nbsp;Cuidados com as crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</strong><br><strong>Coordenação e moderação: </strong>Dra. Selma Hélène</td></tr><tr><td><strong>19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura</strong> <br>Dra. Selma Hélène</td></tr><tr><td><strong>19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Dermatoses mais frequentes no verão</strong> <br>Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado</td></tr><tr><td><strong>20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Nevus na infância e suas implicações oncológicas<br></strong>Dra. Silmara da Costa Pereira Cestari</td></tr><tr><td><strong>20h35- 21h30 &#8211; Considerações finais e perguntas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dra. Selma Hélène</strong><br>Presidente do DC de Dermatologia da SPSP<br>Dermatologista Pediátrica do Hospital Albert Einstein</p>



<p><strong>Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado</strong><br>Membro do DC de Dermatologia da SPSP<br>Coordenadora dos Ambulatórios de Dermatologia Pediátrica e Hidradenite Supurativa / Acne / Alopecias do HCFMUSP</p>



<p>Dra. Silmara da Costa Pereira Cestari<br>Secretária do DC de Dermatologia da SPSP<br>Mestre, Doutora e Professora Associada pela UNIFESP- EPM</p>


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			</item>
		<item>
		<title>Por uma maior conscientização sobre a prematuridade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/orientacao-aos-pais-sobre-dislexia-entendendo-e-apoiando-seu-filho-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-prematuridade-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-prematuridade-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-prematuridade-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O dia 17 de novembro, considerado o Dia Internacional de Conscientização Sobre Prematuridade, foi criado por organizações de mães na Europa e pela European Foundation for the Care</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-prematuridade-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-prematuridade-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Imagem-prematuridade-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O dia 17 de novembro, considerado o Dia Internacional de Conscientização Sobre Prematuridade, foi criado por organizações de mães na Europa e pela European Foundation for the Care of Newborn Infants (EFCNI) em 2008. Em 2010, a organização norte-americana <a href="https://www.marchofdimes.org/index.aspx">March of Dimes</a>, a organização africana <a href="http://littlebigsoulsghana.com/">LittleBigSouls,</a> a Australian National Preemie Foundation e a EFCNI se juntaram para celebrar esse dia especial.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde 2011 é designado o Dia Mundial da Prematuridade e, desde então, vem abarcando mais e mais países no mundo. Em 2013 eram 60 e em 2019 já tinham mais 100 países, em que grupos de pais, famílias, profissionais de saúde, políticos, hospitais, organizações e outras partes interessadas envolvidas no nascimento prematuro realizam campanhas de mídia, eventos locais e outras atividades em níveis local, regional, nacional ou internacional para conscientizar o público.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>O</em> dia foi ampliado para todo o mês de novembro, sendo escolhido o roxo, por simbolizar sensibilidade e individualidade, características que são muito peculiares aos recém-nascidos pré-termos. O roxo também significa transmutação, ou seja, mudança, transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">O número de bebês prematuros no mundo ainda é muito elevado, segundo a Organização Mundial da Saúde. Em 2020, aproximadamente 13,4 milhões de bebês nasceram prematuros no mundo, representando mais de 10% de todos os nascimentos. No Brasil, em 2023, a ocorrência desses nascimentos chegou a cerca de 301.718 (11,9% dos nascidos vivos), sendo equivalente a 840 por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">O Novembro Roxo é o mês dedicado às ações de sensibilização voltadas para prevenir ou minimizar o nascimento prematuro, já que é atualmente uma das principais causas de óbito no período neonatal e entre crianças menores de cinco anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante esse mês são realizadas atividades e mobilizações direcionadas ao enfrentamento do parto prematuro, com foco na prevenção do nascimento antecipado e na conscientização sobre os riscos envolvidos, bem como na assistência, proteção e promoção dos direitos dos bebês prematuros e suas famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">O parto prematuro pode, em grande parte, ser prevenido com um pré-natal adequado e iniciado precocemente. A detecção de problemas maternos, que podem desencadear o parto prematuro, deve ser feita durante as consultas de pré-natal, incluindo avaliação de exames clínico-laboratoriais, que estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde. Um atendimento adequado no pré-natal já irá diminuir o número de bebês que nascem antes de 37 semanas de idade gestacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, mesmo realizando um pré-natal adequado, o bebê pode nascer prematuro, seja por doenças maternas graves ou por problemas do próprio bebê. Nesses casos eles deverão nascer em hospitais que tenham Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN), possibilitando o cuidado adequado para esses pequenos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os problemas da prematuridade vão além do baixo peso, um prematuro precisa de cuidados especiais na UTI, o que aumenta em três vezes o risco de morte e sequelas futuras para sua vida adulta. Observa-se que com os avanços tecnológicos dos últimos anos está aumentando a sobrevida de recém-nascidos cada vez mais prematuros, com possibilidade de sobrevida de bebês que nascem a partir de 24-25 semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas crianças permanecem por um longo tempo internadas e, durante esse período, seus pais passam por vários graus de ansiedade e de medos. Medo da perda, de sequelas e depois, próximo da alta, o medo de cuidar em casa. Portanto, além da equipe da UTIN cuidar do recém-nascido, deve cuidar também da família, que irá necessitar de muito apoio e acolhimento. E progressivamente, de acordo com a evolução do bebê, ir estimulando os pais a participarem dos cuidados do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Sociedade de Pediatria de São Paulo e o Dia Mundial de Defeitos do Nascimento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-sociedade-de-pediatria-de-sao-paulo-e-o-dia-mundial-de-defeitos-do-nascimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 Mar 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Anomalias Congênitas]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
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		<category><![CDATA[defeitos do nascimento]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=42855</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-defeitos-do-nascimento-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-defeitos-do-nascimento-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-defeitos-do-nascimento-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial de Defeitos do Nascimento foi criado em 2016 para aumentar a conscientização sobre as questões</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-sociedade-de-pediatria-de-sao-paulo-e-o-dia-mundial-de-defeitos-do-nascimento/">A Sociedade de Pediatria de São Paulo e o Dia Mundial de Defeitos do Nascimento</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-defeitos-do-nascimento-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-defeitos-do-nascimento-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-defeitos-do-nascimento-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial de Defeitos do Nascimento foi criado em 2016 para aumentar a conscientização sobre as questões relacionadas a defeitos congênitos e promover ações não apenas para preveni-los, mas também para aumentar a taxa de diagnóstico precoce e melhorar o cuidado e o suporte para as crianças afetadas por essas condições. Esse dia, celebrado em 3 de março, foi criado para destacar a importância da educação, da pesquisa e do tratamento das anomalias congênitas no campo da saúde materno-infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">Os defeitos congênitos, também conhecidos pelo termo anomalias congênitas, são condições médicas presentes ao nascimento que alteram a estrutura física e/ou a função de uma ou mais partes do corpo. Podem variar de leves a graves e afetar diferentes sistemas na mesma criança, incluindo o sistema cardiovascular, nervoso, esquelético e geniturinário. Essas condições podem resultar de uma variedade de fatores, incluindo alterações genéticas, exposição a substâncias teratogênicas durante a gravidez, infecções maternas, como a rubéola congênita e fatores ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">A conscientização sobre os defeitos do nascimento é muito importante, pois atualmente eles são responsáveis por uma parcela significativa da mortalidade infantil no nosso país e no mundo, particularmente entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento, onde as outras causas de mortalidade, particularmente as causas infecciosas, estão sob melhor controle.</p>
<p style="text-align: justify;">De modo geral, estima-se que aproximadamente 3% das crianças nascidas em todo o mundo apresentem algum tipo de defeito congênito. Além disso, essas condições podem ter um impacto significativo na qualidade de vida das pessoas afetadas, bem como em suas famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">A conscientização é importante para a promoção de iniciativas de prevenção na ocorrência de defeitos congênitos. Isso pode envolver medidas como a promoção de estilos de vida saudáveis antes e durante a gravidez, através de uma dieta balanceada, abstenção de álcool, tabagismo e drogas ilícitas, além de evitar a exposição a medicamentos e produtos químicos prejudiciais. O aconselhamento genético também desempenha um papel importante na identificação de riscos hereditários e na tomada de decisões informadas sobre a reprodução, particularmente quando há o histórico da ocorrência de defeitos congênitos na família.</p>
<p style="text-align: justify;">Além da prevenção, o diagnóstico precoce e o acesso a cuidados médicos precoces e adequados são importantes para garantir o melhor resultado possível para crianças afetadas. Isso inclui exames pré-natais, como ultrassonografia morfológica fetal e triagem genética, para identificar anomalias antes do nascimento. Uma vez diagnosticadas, intervenções médicas precoces, cirurgias corretivas e terapias de reabilitação podem ajudar a minimizar as complicações associadas aos defeitos do nascimento e melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante garantir que essas crianças tenham acesso a serviços de saúde, independentemente de seu status socioeconômico, o que no nosso país é garantido por lei, através do Sistema Único de Saúde (SUS), que é um exemplo de universalidade de acesso à saúde para outros países. Dentro do SUS e na medicina complementar há a necessidade de promover a capacitação de profissionais de saúde e o desenvolvimento de políticas que fortaleçam esta inclusão aos cuidados de saúde das crianças portadoras de malformações congênitas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial de Defeitos do Nascimento é uma oportunidade para unir esforços de vários setores da sociedade, no Brasil e no exterior, para enfrentar os desafios impostos a essas crianças e às suas famílias. A Sociedade de Pediatria de São Paulo, ao promover a conscientização, a prevenção e o acesso equitativo a cuidados de saúde de qualidade, está contribuindo para reduzir o impacto dos defeitos congênitos nas nossas crianças, buscando um futuro mais saudável e inclusivo para todos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:</strong><strong><br />Celso Moura Rebello<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>Novembro Roxo &#8211; Separação zero: aja agora! Mantenha pais e bebês prematuros juntos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/novembro-roxo-separacao-zero-aja-agora-mantenha-pais-e-bebes-prematuros-juntos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Nov 2021 16:39:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 2020, fomos todos atingidos pela pandemia da Covid-19. Por um ano, medidas restritivas foram necessárias e hospitais precisaram rever seus fluxos de entrada e saída de pacientes. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_293536948_serrnovik-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 25/11/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Em 2020, fomos todos atingidos pela pandemia da Covid-19. Por um ano, medidas restritivas foram necessárias e hospitais precisaram rever seus fluxos de entrada e saída de pacientes e acompanhantes. Inúmeras medidas foram tomadas para permitir a presença dos pais, sobretudo nas unidades de terapia intensiva neonatais, mas nem sempre foram suficientes. As gestantes acometidas pela doença que tiveram recém-nascidos prematuros não podiam circular durante o isolamento preconizado. Seus parceiros muitas vezes estavam doentes ou ainda cumprindo a quarentena necessária. As mães que desenvolveram formas mais graves da doença e necessitaram, elas mesmas, de UTI foram separadas de seus filhos por falta de condições clínicas. 2020 foi um ano de ruptura.</p>



<p>Em 2021, a bandeira SEPARAÇÃO ZERO tornou-se uma necessidade: é preciso voltar a falar não só da presença dos pais em tempo integral nas UTIs neonatais, prevista por lei. Além disso, é essencial que as ações para trazê-los de volta para dentro do hospital sejam resgatadas o mais precocemente possível. Cabe aos profissionais de saúde retomar as práticas de estimular e possibilitar o contato dos pais com o seu bêbê desde a primeira ida na UTI&nbsp; neonatal. Nesse ambiente, acolhimento, humanização e contato norteiam a excelência do cuidado e não há espaço para &nbsp;“trabalho remoto” e “ modelo híbrido”.</p>



<p>Estamos em um momento de reconstrução e retomada das boas práticas para muitas unidades. É importante relembrar que a presença dos pais deve ser encorajada. Precisamos fortalecer o papel dos pais como moduladores do bem-estar de seus filhos durante a permanência no hospital; valorizar o papel das mães como capazes de cuidar de seus filhos, esclarecer e evidenciar como elas podem atuar nesse lugar de incubadoras, monitores e alarmes; estimular o aleitamento materno e sua importância, ainda que não seja no modelo convencional de amamentação.&nbsp;</p>



<p>A transparência nas conversas com as famílias permite alinhamento das expectativas em relação ao momento que o bebê poderá começar o contato pele-a-pele, início do treinamento da mamada ao seio. E gradativamente, profissionais de saúde e família criam o sentimento de autoconfiança para a mãe do prematuro e a segurança na programação da alta. A proximidade da equipe de saúde permite a identificação de fragilidades na rede de apoio que possam ser corrigidas, diminuindo eventuais riscos ao bem-estar do recém-nascido.&nbsp;</p>



<p>Separação Zero pelo Prematuro para garantir uma alta feliz para o convívio com sua família.</p>



<p><strong>Relatora</strong><br><strong>Maria Augusta Gibelli</strong><br><strong>Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p>Foto: serrnovik |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depositphotos.com</a></p>
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		<title>O “umbigo” caiu! O que eu faço agora, doutor?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-umbigo-caiu-o-que-eu-faco-agora-doutor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2021 20:51:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vovó dizia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Mãe e filha entraram no consultório para tirar uma dúvida crucial.<br />
No caso, a filha era a mãe do paciente - um lindo recém-nascido de 8 dias de vida, que estava no colo da avó (a mãe da mãe). </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_58214187_Aynur_sib-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Episódio 5: O “umbigo” caiu! O que eu faço agora, doutor?</strong></h4>



<p>Mãe e filha entraram no consultório para tirar uma dúvida crucial. No caso, a filha era a mãe do paciente &#8211; um lindo recém-nascido de 8 dias de vida, que estava no colo da avó (a mãe da mãe).<br>A mais importante e angustiante das dúvidas, para aquela avó, foi a pergunta que deu início à nossa conversa: &#8211; Doutor, eu até trouxe comigo, neste vidrinho aqui (e mostrou o recipiente). O umbigo do meu netinho caiu hoje&#8230; ele estava por um fio e depois do banho, ao colocar a fralda, ele caiu.<br>Interajo, naturalmente, dizendo: &#8211; Caiu no tempo habitual&#8230;<br>Não houve oportunidade para mais comentários, logo, a avó emendou:<br>&#8211; E, agora, doutor, o que vamos fazer? Minha filha queria jogar o “coitadinho” no lixo. Eu não deixei.<br>&#8211; A senhora está se referindo ao coitadinho do coto umbilical, é claro! Tentei fazer uma brincadeira para descontrair, mas fui malsucedido.<br>&#8211; Claro, doutor!&nbsp; Como é que se joga no lixo uma “coisa viva” que é do meu neto?!<br>Nós pediatras costumamos vivenciar episódios assim. A preocupação quanto ao que fazer com o coto umbilical reflete o que está no imaginário popular, em especial, das gerações mais velhas.<br>O rol de simpatias é variado: o&nbsp;“umbigo”&nbsp;deveria ser enterrado nos pés de uma roseira para que a criança cresça bonita e saudável; deveria ser enterrado junto a uma bananeira para que o bebê tenha muito dinheiro no futuro; se enterrar junto a uma porteira de fazenda, será fazendeiro; se jogar no mar, serámarinheiro; se guardar com você, o seu filho ficará sempre por perto; se jogar no lixo, um rato pode pegar o “umbigo” e vai se tornar ladrão quando crescer.<br>Os mais novos já se desvencilham das crenças e buscam razões baseadas na ciência e no seu contínuo progresso, para justificar a guarda do cordão umbilical, pois pensam que nele estão células que no futuro poderão ajudar o próprio indivíduo em alguma enfermidade.<br>O “umbigo” simboliza a dependência do bebê à sua mãe &#8211; pelo cordão umbilical recebe alimento, oxigênio, enfim, tudo que necessita. Há uma sensação de controle, de segurança. O corte do cordão rompe esse mundo idealizado, como se agora o filho ficasse desprotegido e entregue a sua própria sorte, aqui fora. É a primeira de muitas outras separações necessárias para o desenvolvimento desse outro ser, que é único, que só vai ganhar alteridade e maturidade, exatamente nesse processo de individuação.<br>O “umbigo”, que na verdade é a cicatriz restante do corte do cordão umbilical, é a ferida dessa separação; ele lembra os pais, de forma mais intensa as mães, dessa impotência de controle. Anuncia de forma estridente que aquele bebê não será mais deles, mas do mundo. Pode ser por isso que pareça ser tão difícil lidar com o umbigo, pois ele reflete a complexidade que envolve o cuidar de uma vida.<br>Ao final, quem caiu não foi o “umbigo”, ele é o que fica. Quem caiu foi o resquício do cordão umbilical que fora cortado ao nascimento – o coto umbilical mumificado, um tecido já morto.<br>O “universo umbilical” é cheio de mitos, medos e histórias (como a do “mal dos sete dias”) e de polêmicas, até teológicas, como a que envolve a pintura de Adão feita por Michelangelo na Capela Sistina. Nesta arte, Adão tem umbigo, o que foi criticado pelos teólogos, pois, pela narrativa bíblica, ele não foi gerado em ventre de mulher, portanto não houve placenta.<br>Essa cicatriz no corpo humano e na de todos os mamíferos (com exceção do ornitorrinco e do canguru), por estar na parte central do corpo, remete à ideia de centralidade. Embora a palavra signifique protuberância, ele pode ser fundo, representando uma concavidade. Apenas 10% dos umbigos são proeminentes, o restante é mais fundo – o que é esteticamente mais aceito.<br>A seguir desbravaremos um pouco mais deste universo curioso.</p>



<p><strong>Relator:</strong><br><strong>Fernando Manuel Freitas de Oliveira</strong><br><strong>Membro da Comissão de Ensino e Pesquisa da Sociedade de Pediatria de São Paulo.<br>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</strong></p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A limpeza da região umbilical</strong><strong></strong></h4>



<p>A limpeza da região umbilical é importante para evitar infecção. Logo nos primeiros dias de vida, o cordão é gelatinoso, depois seca progressivamente, mumifica entre o 3º ou 4º dia e cai habitualmente entre o 6º e 15º dia de vida.A utilização de antissépticos no coto umbilical ainda é polêmica na literatura, mas sabe-se que o uso da clorexidina 0,5% é eficaz na redução da colonização e da infecção, mas atrasa a mumificação. Já o uso do álcool 70% acelera a mumificação, mas não interfere na colonização.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde recomenda manter a região do coto sempre seca para facilitar a cicatrização e sempre limpa para evitar infecção. A limpeza do coto deverá ser realizada várias vezes ao dia, principalmente após troca de fraldas, com água e sabonete neutro. Depois de secá-lo bem, o uso de um cotonete com álcool 70% em todo umbigo ajudará na cicatrização.</p>



<p>Importante salientar que o produto deve sempre ser armazenado em frasco de uso individual. Situações de preocupação incluem: o atraso na queda do coto umbilical, após a terceira semana de vida, que pode ser manifestação de outras doenças como o hipotireoidismo congênito e as imunodeficiências primárias; a infecção, caracterizada pela presença de secreção purulenta na região do coto, edema e hiperemia da parede abdominal. Nesses casos a avaliação do pediatra é imprescindível para o diagnóstico e conduta adequados.&nbsp;</p>



<p><strong>Maria Regina Bentlin</strong><br><strong>Presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p><span style="font-family: arial, sans-serif;">Foto:&nbsp;</span>aynur_sib |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com.br/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://depositphotos.com.br&amp;source=gmail&amp;ust=1617973284010000&amp;usg=AFQjCNEv6wyb0bEmcODlC4XUXYOqCVDp9g">depositphotos.com.br</a></p>
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		<title>Meu bebê nasceu prematuro, e agora?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/meu-bebe-nasceu-prematuro-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 17:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nascimento do bebê é um momento muito esperado, idealizado e sonhado. Mas, infelizmente, nem tudo acontece como planejado e algumas vezes precisamos lidar com situações inesperadas, como a chegada de um filho prematuro. Nem todos os bebês prematuros passarão por uma internação em UTI, mas grande parte deles poderá precisar, principalmente se a gestação for menor de 35 semanas (final do oitavo mês). Mesmo os bebês que ficam com as mãe em alojamento conjunto podem apresentar mais dificuldades pela imaturidade de seus sistemas: sucção pode ser mais difícil, por exemplo, e icterícia (aquele amarelinho da pele e olhos do bebê) mais frequente, o que podem determinar um período de internação maior do que os 2 ou 3 dias habituais após o parto. E se o bebê precisar ir para a UTI? É muito difícil prever quando o bebê terá alta; conforme o bebê amadurece, ele passa a respirar sem precisar de ajuda, sugar com mais eficiência e começa a recuperar seu peso e, assim, sua volta para casa fica mais segura. Em geral, para o bebê ter alta, precisa estar respirando sozinho e sem a necessidade de oxigênio, precisa estar se alimentando adequadamente pela boca (e preferencialmente mamando no seio da mãe) e ter um peso mínimo que varia de hospital para hospital, mas em geral esse peso é por volta de dois quilos. Todos os bebês perdem peso após o parto e levam alguns dias para sua recuperação. Nos prematuros esse processo costuma levar mais tempo. A icterícia, que precisa ser controlada e a avaliação de outras situações relativas à imaturidade do recém-nascido podem alterar os critérios e o tempo da alta. Cada caso é um caso e precisa ser analisado individualmente pela equipe do hospital. O que os pais podem fazer? É uma fase e vai passar. Estar junto ao bebê é importante e pode trazer emoções controversas. Assim como você quer levar seu bebê prematuro para casa, existe a consciência de que ele precisa ainda de suporte médico e que o hospital ainda é o lugar mais seguro para ele. Converse com a equipe do hospital para saber como tirar o seu leite para oferecer ao bebê e como o pai pode incentivar a mãe nesse sentido. O leite da própria mãe é o melhor alimento para o bebê, mesmo que ele não possa receber esse leite em um primeiro momento. A presença dos pais, sua voz, seu toque também são muito importantes na recuperação do bebê e fazem toda a diferença no tratamento que ele está recebendo no hospital. A equipe do hospital estará com vocês para compartilhar cuidados do bebê e ajudar na alimentação, na troca de fralda, banho e em outros cuidados. Rede de apoio O cuidado de um bebê, prematuro ou não, requer que a mãe seja acolhida e apoiada. Além da família, a equipe que está com seu bebê no hospital pode fazer parte de uma grande rede de apoio. Aproveite o tempo de internação para esclarecer sempre suas dúvidas. Muitas vezes mães e/ou pais na mesma situação ajudam a lidar com todas os desafios que podem surgir (empatia), mesmo sabendo que seu bebê é único sua evolução não será igual a de outros bebês. &#160; ___Relatora:Daniela Testoni Costa NobreDepartamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O nascimento do bebê é um momento muito esperado, idealizado e sonhado. Mas, infelizmente, nem tudo acontece como planejado e algumas vezes precisamos lidar com situações inesperadas, como a chegada de um filho prematuro.</p>



<p>Nem todos os bebês prematuros passarão por uma internação em UTI, mas grande parte deles poderá precisar, principalmente se a gestação for menor de 35 semanas (final do oitavo mês). Mesmo os bebês que ficam com as mãe em alojamento conjunto podem apresentar mais dificuldades pela imaturidade de seus sistemas: sucção pode ser mais difícil, por exemplo, e icterícia (aquele amarelinho da pele e olhos do bebê) mais frequente, o que podem determinar um período de internação maior do que os 2 ou 3 dias habituais após o parto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pixabay-2717347_AndreasWohlfahrt-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3500"/><figcaption>andreas wohlfahrt | pixabay.com  </figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>E se o bebê precisar ir para a UTI?</strong></h4>



<p>É muito difícil prever quando o bebê terá alta; conforme o bebê amadurece, ele passa a respirar sem precisar de ajuda, sugar com mais eficiência e começa a recuperar seu peso e, assim, sua volta para casa fica mais segura. Em geral, para o bebê ter alta, precisa estar respirando sozinho e sem a necessidade de oxigênio, precisa estar se alimentando adequadamente pela boca (e preferencialmente mamando no seio da mãe) e ter um peso mínimo que varia de hospital para hospital, mas em geral esse peso é por volta de dois quilos. Todos os bebês perdem peso após o parto e levam alguns dias para sua recuperação. Nos prematuros esse processo costuma levar mais tempo. A icterícia, que precisa ser controlada e a avaliação de outras situações relativas à imaturidade do recém-nascido podem alterar os critérios e o tempo da alta. Cada caso é um caso e precisa ser analisado individualmente pela equipe do hospital.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que os pais podem fazer?</strong></h4>



<p>É uma fase e vai passar. Estar junto ao bebê é importante e pode trazer emoções controversas. Assim como você quer levar seu bebê prematuro para casa, existe a consciência de que ele precisa ainda de suporte médico e que o hospital ainda é o lugar mais seguro para ele. Converse com a equipe do hospital para saber como tirar o seu leite para oferecer ao bebê e como o pai pode incentivar a mãe nesse sentido. O leite da própria mãe é o melhor alimento para o bebê, mesmo que ele não possa receber esse leite em um primeiro momento. A presença dos pais, sua voz, seu toque também são muito importantes na recuperação do bebê e fazem toda a diferença no tratamento que ele está recebendo no hospital. A equipe do hospital estará com vocês para compartilhar cuidados do bebê e ajudar na alimentação, na troca de fralda, banho e em outros cuidados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Rede de apoio</strong></h4>



<p>O cuidado de um bebê, prematuro ou não, requer que a mãe seja acolhida e apoiada. Além da família, a equipe que está com seu bebê no hospital pode fazer parte de uma grande rede de apoio. Aproveite o tempo de internação para esclarecer sempre suas dúvidas.</p>



<p>Muitas vezes mães e/ou pais na mesma situação ajudam a lidar com todas os desafios que podem surgir (empatia), mesmo sabendo que seu bebê é único sua evolução não será igual a de outros bebês. &nbsp;</p>



<p>___<br><strong>Relatora:</strong><br><strong>Daniela Testoni Costa Nobre<br>Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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		<title>Vai acabar a quarentena. E agora?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/vai-acabar-a-quarentena-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 14:06:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com o vislumbre do final da quarentena, há um relaxamento natural e progressivo das medidas de isolamento social. Em paralelo, a previsão é de que o retorno às aulas presenciais ocorra apenas em agosto, ainda que escalonado (a definir).Sendo assim, como flexibilizar, com segurança, saídas e passeios para as crianças? Com o retorno dos pais ao trabalho, com quem deixar as crianças em casa?Os cuidados com a higiene e a etiqueta respiratória adotados durante o período de quarentena continuam valendo: lavagem das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos (ou, se não for possível, uso de álcool em gel), manter a casa ventilada, tirar os sapatos ao entrar em casa, uso de lenços descartáveis para higiene nasal, cobrir o rosto ao tossir ou espirrar, etc. Cuidados necessários nos passeios Em relação aos passeios, os cuidados devem começar mesmo antes de sair de casa. Crianças acima de dois anos devem usar máscaras, desde que não haja contraindicações (ver quadro abaixo). Deve-se conversar com a criança sobre a importância da máscara e dos cuidados com seu uso antes de sair de casa. Importante que qualquer pessoa sintomática não saia de casa, a não ser que seja para atendimento médico. No caso de uso de elevadores, atender ao cuidado de entrar somente se vazio. Evitar que crianças toquem paredes, botões e portas e todos devem higienizar as mãos ao saírem do elevador, pois pode haver contágio através do toque em superfícies contaminadas. Atenção redobrada ao uso de aparelhos celulares enquanto estiverem fora de casa: eles devem ser mantidos higienizados.Passeios ao ar livre, parques e praças são sempre bem-vindos. Escolher locais onde o distanciamento social seja possível, evitando sempre aglomerações. No momento, não se recomenda que crianças brinquem com outras de famílias diferentes. Parquinhos e playgrounds não são indicados, tanto por ser impossível manter os cuidados com as superfícies, quanto por geralmente estarem mais cheios, impossibilitando o distanciamento social.Manter lactentes e pré-escolares no carrinho (ou cangurus) pode ser uma boa maneira de criar um espaço seguro enquanto passeiam.O uso de piscinas é possível, desde que o distanciamento social seja respeitado, uma vez que não há evidência de contágio através de água tratada. A volta dos pais ao trabalho Algumas famílias terão a necessidade da presença de funcionários em casa para que possam retornar ao trabalho, já que creches e escolas ainda não estarão funcionando. Para diminuir os riscos, tanto para os funcionários quanto para as famílias, é aconselhável o uso de máscaras, além de roupas e calçados separados para uso domiciliar e fora dele. Objetos pessoais como carteiras, bolsas, chaves e celulares devem estar guardados em um local específico. Outra medida para aumentar a segurança nesse processo seria planejar turnos alternativos, que propiciem aos funcionários evitar o transporte público nos horários de maior aglomeração. Havendo a possibilidade, considerar o uso de transporte individual alternativo, como aplicativos de transporte ou táxi.Haverá um período de adaptação na retomada das atividades, inclusive na questão de sociabilização da criança, seja com amigos ou com familiares. Os cuidados no contato com os avós devem ser mantidos e, caso a opção seja visitá-los, as medidas de distanciamento social e o uso de máscaras devem ser reforçados. Os adolescentes devem ser orientados a manter o autocuidado mesmo quando seu grupo tiver conduta diferente da preconizada pela família.Importante que a decisões sejam feitas com cautela e segurança. Dessa maneira, protegemos nossas crianças, nossas famílias e, consequentemente, nossa comunidade. USO DE MÁSCARAS Deve ser usada durante todo o período fora de casa, respeitando os protocolos de higiene e distanciamento social. Uso indicado para maiores de dois anos, sendo que de dois a cinco anos o uso correto dependerá da maturidade de cada criança. Cuidado individualizado no uso em crianças portadoras de deficiências. Não utilizar em crianças com dificuldade respiratória. A máscara caseira deve ser feita com três camadas de tecido, sendo a camada exterior impermeável e a camada próxima ao rosto de tecido tipo algodão. Deve cobrir boca e nariz e estar ajustada ao rosto. Trocar a máscara a cada duas horas e sempre que molhar ou sujar. Lavar a máscara após uso. ___Relatores:&#160;&#160;&#160;&#160; Dra. Luciana IssaDra. Regina Sílvia Costa CarnaúbaDepartamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/vai-acabar-a-quarentena-e-agora/">Vai acabar a quarentena. E agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o vislumbre do final da quarentena, há um relaxamento natural e progressivo das medidas de isolamento social. Em paralelo, a previsão é de que o retorno às aulas presenciais ocorra apenas em agosto, ainda que escalonado (a definir).<br>Sendo assim, como flexibilizar, com segurança, saídas e passeios para as crianças? Com o retorno dos pais ao trabalho, com quem deixar as crianças em casa?<br>Os cuidados com a higiene e a etiqueta respiratória adotados durante o período de quarentena continuam valendo: lavagem das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos (ou, se não for possível, uso de álcool em gel), manter a casa ventilada, tirar os sapatos ao entrar em casa, uso de lenços descartáveis para higiene nasal, cobrir o rosto ao tossir ou espirrar, etc.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Depositphotos_367343248_Intel.nl_-1024x741.jpg" alt="" data-id="3289" data-full-url="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Depositphotos_367343248_Intel.nl_.jpg" data-link="https://www.pediatraorienta.org.br/?attachment_id=3289" class="wp-image-3289"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">ntel.nl | depositphotos.com</figcaption></figure></li></ul></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados
necessários nos passeios</strong></h4>



<p>Em relação aos passeios, os cuidados devem começar mesmo antes de sair de casa. Crianças acima de dois anos devem usar máscaras, desde que não haja contraindicações (ver quadro abaixo). Deve-se conversar com a criança sobre a importância da máscara e dos cuidados com seu uso antes de sair de casa. Importante que qualquer pessoa sintomática não saia de casa, a não ser que seja para atendimento médico. <br>No caso de uso de elevadores, atender ao cuidado de entrar somente se vazio. Evitar que crianças toquem paredes, botões e portas e todos devem higienizar as mãos ao saírem do elevador, pois pode haver contágio através do toque em superfícies contaminadas. Atenção redobrada ao uso de aparelhos celulares enquanto estiverem fora de casa: eles devem ser mantidos higienizados.<br>Passeios ao ar livre, parques e praças são sempre bem-vindos. Escolher locais onde o distanciamento social seja possível, evitando sempre aglomerações. No momento, não se recomenda que crianças brinquem com outras de famílias diferentes. <br>Parquinhos e playgrounds não são indicados, tanto por ser impossível manter os cuidados com as superfícies, quanto por geralmente estarem mais cheios, impossibilitando o distanciamento social.<br>Manter lactentes e pré-escolares no carrinho (ou cangurus) pode ser uma boa maneira de criar um espaço seguro enquanto passeiam.<br>O uso de piscinas é possível, desde que o distanciamento social seja respeitado, uma vez que não há evidência de contágio através de água tratada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A
volta dos pais ao trabalho</strong></h4>



<p>Algumas famílias terão a necessidade da presença de funcionários em casa para que possam retornar ao trabalho, já que creches e escolas ainda não estarão funcionando. <br>Para diminuir os riscos, tanto para os funcionários quanto para as famílias, é aconselhável o uso de máscaras, além de roupas e calçados separados para uso domiciliar e fora dele. Objetos pessoais como carteiras, bolsas, chaves e celulares devem estar guardados em um local específico. Outra medida para aumentar a segurança nesse processo seria planejar turnos alternativos, que propiciem aos funcionários evitar o transporte público nos horários de maior aglomeração. Havendo a possibilidade, considerar o uso de transporte individual alternativo, como aplicativos de transporte ou táxi.<br>Haverá um período de adaptação na retomada das atividades, inclusive na questão de sociabilização da criança, seja com amigos ou com familiares. Os cuidados no contato com os avós devem ser mantidos e, caso a opção seja visitá-los, as medidas de distanciamento social e o uso de máscaras devem ser reforçados. Os adolescentes devem ser orientados a manter o autocuidado mesmo quando seu grupo tiver conduta diferente da preconizada pela família.<br>Importante que a decisões sejam feitas com cautela e segurança. Dessa maneira, protegemos nossas crianças, nossas famílias e, consequentemente, nossa comunidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>USO DE MÁSCARAS</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Deve ser usada durante todo o período fora de
casa, respeitando os protocolos de higiene e distanciamento social. </li><li>Uso indicado para maiores de dois anos, sendo
que de dois a cinco anos o uso correto dependerá da maturidade de cada criança.</li><li>Cuidado individualizado no uso em crianças
portadoras de deficiências.</li><li>Não utilizar em crianças com dificuldade
respiratória. </li><li>A máscara caseira deve ser feita com três
camadas de tecido, sendo a camada exterior impermeável e a camada próxima ao
rosto de tecido tipo algodão.</li><li>Deve cobrir boca e nariz e estar ajustada ao
rosto.</li><li>Trocar a máscara a cada duas horas e sempre
que molhar ou sujar.</li><li>Lavar a máscara após uso.</li></ul>



<p>___<br><strong>Relatores:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><br><strong>Dra. Luciana Issa</strong><br><strong>Dra. Regina Sílvia Costa Carnaúba</strong><br><strong>Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/vai-acabar-a-quarentena-e-agora/">Vai acabar a quarentena. E agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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