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	<title>Arquivos Desejo - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Desejo - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Três desejos</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/tres-desejos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 19:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vovó dizia]]></category>
		<category><![CDATA[Autoconhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Tres-Desejos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Tres-Desejos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Tres-Desejos-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>“Ah, seu eu tivesse o &#8230;”. Nesses três pontinhos – as famosas reticências, se encaixam uma profusão de anelos (desejos intensos) humanos. São tantos e tão diferentes, que o conto de fadas faz uma condição: são apenas três desejos que serão atendidos. O conto original escocês “Três Desejos” talvez seja uma das mais conhecidas histórias sobre desejos. Se lhe fosse concedido o direito de satisfazer três desejos, quais seriam eles? Pense bem e não desperdice essa oportunidade rara. Nesse conto,” um homem recebe esse favor”, só que ele faz pouco caso dele. De volta ao lar, a esposa lhe serve a sopa de todo dia no jantar. “Sopa de novo! Queria um pudim”, diz ele, e prontamente o pudim aparece. A mulher exige saber como isso aconteceu, ele narra sua aventura. Furiosa por ele ter desperdiçado um dos desejos com tal ninharia, ela exclama: “Queria que o pudim estivesse sobre sua cabeça!”, um desejo que é imediatamente satisfeito. “Lá se vão dois desejos! Queria que o pudim não estivesse sobre a minha cabeça”, diz o homem. E lá se foram os três desejos”. Está implícito, neste conto, que desejar é uma atitude que necessita ser encarada com responsabilidade: afinal, o desejo pode vir a ser realizado. Seja por vias naturais, de esforço pessoal, por dádiva de alguém ou por um poder sobrenatural, como nos contos de fadas. A vontade de transformar a realidade de maneira súbita, sem esforço, por meio de uma estratégia sobrenatural, está no imaginário das pessoas, movendo-as a apostar na loteria ou participar de programas como o “Big Brother”. O problema é que a felicidade pode não estar na realização de tais desejos. Podemos pedir mal. Afinal o que é essa tal “felicidade”? Os contos de fadas podem transmitir algumas lições valiosas para as crianças e para todos nós: Cuidado com o que deseja. Este conto, em particular, destaca a importância de ser cuidadoso ao pedir algo. As consequências podem ser negativas, devido à forma como o desejo foi expressado. Gratidão e contentamento. O conto pode ensinar às crianças serem gratas pelo que têm, em vez de sempre desejar mais. Mostra como a ganância e o desejo constante por mais podem levar a problemas. Responsabilidade. Ao ver os resultados dos desejos dos personagens, as crianças podem aprender sobre responsabilidade e pensar nas possíveis ramificações de suas próprias ações antes de agir. Valorização das relações. Em alguns contos de fadas os personagens podem desejar riquezas ou poder, mas, eventualmente, percebem que o verdadeiro tesouro está nas relações e nas coisas simples da vida. Isso pode ensinar às crianças a importância da amizade, família e amor. Autoconhecimento. Às vezes, os personagens descobrem que o que realmente desejam está dentro de si mesmos, como coragem, bondade ou sabedoria. Isso pode inspirar as crianças a buscar autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Consequências das ações. Os contos de fadas muitas vezes mostram repercussões e impactos tanto para nós mesmos quanto para os outros ao nosso redor.   Relator:Fernando MF OliveiraCoordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/tres-desejos/">Três desejos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Tres-Desejos-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Tres-Desejos-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Tres-Desejos-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">“Ah, seu eu tivesse o &#8230;”. Nesses três pontinhos – as famosas reticências, se encaixam uma profusão de anelos (desejos intensos) humanos. São tantos e tão diferentes, que o conto de fadas faz uma condição: são apenas três desejos que serão atendidos. O conto original escocês “Três Desejos” talvez seja uma das mais conhecidas histórias sobre desejos.</p>
<p style="text-align: justify;">Se lhe fosse concedido o direito de satisfazer três desejos, quais seriam eles?</p>
<p style="text-align: justify;">Pense bem e não desperdice essa oportunidade rara.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse conto,” um homem recebe esse favor”, só que ele faz pouco caso dele. De volta ao lar, a esposa lhe serve a sopa de todo dia no jantar. “Sopa de novo! Queria um pudim”, diz ele, e prontamente o pudim aparece. A mulher exige saber como isso aconteceu, ele narra sua aventura. Furiosa por ele ter desperdiçado um dos desejos com tal ninharia, ela exclama: “Queria que o pudim estivesse sobre sua cabeça!”, um desejo que é imediatamente satisfeito. “Lá se vão dois desejos! Queria que o pudim não estivesse sobre a minha cabeça”, diz o homem. E lá se foram os três desejos”.</p>
<p style="text-align: justify;">Está implícito, neste conto, que desejar é uma atitude que necessita ser encarada com responsabilidade: afinal, o desejo pode vir a ser realizado. Seja por vias naturais, de esforço pessoal, por dádiva de alguém ou por um poder sobrenatural, como nos contos de fadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A vontade de transformar a realidade de maneira súbita, sem esforço, por meio de uma estratégia sobrenatural, está no imaginário das pessoas, movendo-as a apostar na loteria ou participar de programas como o “Big Brother”. O problema é que a felicidade pode não estar na realização de tais desejos. Podemos pedir mal.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal o que é essa tal “felicidade”?</p>
<p style="text-align: justify;">Os contos de fadas podem transmitir algumas lições valiosas para as crianças e para todos nós:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Cuidado com o que deseja</strong>. Este conto, em particular, destaca a importância de ser cuidadoso ao pedir algo. As consequências podem ser negativas, devido à forma como o desejo foi expressado.</li>
<li><strong>Gratidão e contentamento</strong>. O conto pode ensinar às crianças serem gratas pelo que têm, em vez de sempre desejar mais. Mostra como a ganância e o desejo constante por mais podem levar a problemas.</li>
</ol>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Responsabilidade</strong>. Ao ver os resultados dos desejos dos personagens, as crianças podem aprender sobre responsabilidade e pensar nas possíveis ramificações de suas próprias ações antes de agir.</li>
<li><strong>Valorização das relações</strong>. Em alguns contos de fadas os personagens podem desejar riquezas ou poder, mas, eventualmente, percebem que o verdadeiro tesouro está nas relações e nas coisas simples da vida. Isso pode ensinar às crianças a importância da amizade, família e amor.</li>
<li><strong>Autoconhecimento</strong>. Às vezes, os personagens descobrem que o que realmente desejam está dentro de si mesmos, como coragem, bondade ou sabedoria. Isso pode inspirar as crianças a buscar autoconhecimento e desenvolvimento pessoal.</li>
<li><strong>Consequências das ações</strong>. Os contos de fadas muitas vezes mostram repercussões e impactos tanto para nós mesmos quanto para os outros ao nosso redor.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fernando MF Oliveira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<title>Dia Mundial do Sonho</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-do-sonho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Sep 2022 11:23:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sonho-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sonho-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sonho-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 25 de setembro é comemorado o Dia Mundial do Sonho. A data foi criada em 2002, com o objetivo de refletirmos sobre os nossos sonhos e pensarmos como atingi-los. Mas o que o sonho (desejo) tem a ver com os sonhos (do sono)? Muita coisa!   Sonhos &#8211; desejoPara sonharmos no sentido de desejar, precisamos pensar e projetar o futuro. Partir do ponto de onde estamos, traçar um ponto de chegada e planejar como chegar até lá. Mas de nada adianta ter um excelente plano e não o colocar em execução. Para tudo isso, precisamos integrar várias partes do nosso cérebro: planejamento, foco e execução. Sonhos &#8211; sonoA fase do sono mais relacionada ao aparecimento dos sonhos é o sono REM (do inglês rapid eye movement – movimento rápido dos olhos). Mas eles também podem acontecer em outras fases do sono. Durante o sono, liberamos nosso pensamento lógico e tudo é possível – o passado se mistura com o presente e com o futuro. Podemos fazer coisas nos sonhos que não poderíamos fazer na vida real, ou porque seguimos as regras da sociedade, ou porque não é possível ir contra as regras da natureza. Psiquiatras e psicanalistas já usaram o estudo dos sonhos para terem acesso aos nossos desejos inconscientes.   A ponte entre os dois sonhos Para além da análise psiquiátrica do sonho, sabemos que eles servem para ativar áreas cerebrais específicas – quando eu vejo algo no meu sonho, eu ativo a porção do cérebro responsável pela visão; quando eu ando, eu ativo as mesmas áreas responsáveis pelo movimento, que são ativadas quando eu realmente estou andando. Os sonhos mais intensos acontecem durante o sono REM, quando temos uma paralisia da musculatura. Por isso não saímos por aí atuando em nossos sonhos. Já durante o sonambulismo, parte do cérebro se encontra acordada e parte está dormindo. A parte que está dormindo está em sono profundo (sono N3, de ondas lentas) e temos atividades de sonho misturadas à realidade. Atuamos nesses sonhos porque nessa fase não temos a paralisia da musculatura. Muito tem se discutido sobre a função dos sonhos durante o sono. Ao ativar áreas cerebrais diferentes, aumentamos o fluxo de sangue para essas regiões. Aumentamos e diminuímos nossa pressão arterial, batimentos cardíacos e frequência respiratória. Essas alterações para baixo e para cima ajudam a “recalibrar” nosso organismo, processo chamado de homeostase. Ao longo do dia, nossa pressão arterial vai aumentando e é esse processo homeostático, que acontece durante o sono, que faz com ela fique estável ao longo do tempo. Durante o sono, relembramos tudo o que aconteceu durante o dia. Separamos as memórias importantes das não importantes e armazenamos as importantes. Mas não basta armazenar, é necessário organizar as memórias para que se consiga acessá-las quando necessário. Curiosamente, o processo de organização acontece durante o sono REM, o mesmo em que a maioria dos sonhos acontece. O sono descansa nossa mente e nosso corpo, renovando nossas energias para o dia seguinte. Organiza nossas memórias e ajuda no nosso aprendizado. Para realizarmos qualquer sonho – aqueles dos desejos – precisamos planejar, aprender e executar. E o sono – e os sonhos que nele acontecem – podem ajudar a realizar os sonhos que temos acordados. O que você vai sonhar hoje? Como você vai realizar? Um sono de boa qualidade vai ajudar você a realizar esses sonhos.   Relatora:Cristiane Fumo dos SantosDepartamento Científico de Medicina do Sono da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo Foto: @pvproductions / br.freepik.com</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sonho-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sonho-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sonho-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 25 de setembro é comemorado o Dia Mundial do Sonho. A data foi criada em 2002, com o objetivo de refletirmos sobre os nossos sonhos e pensarmos como atingi-los.</p>
<p>Mas o que o sonho (desejo) tem a ver com os sonhos (do sono)? Muita coisa!</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sonhos &#8211; desejo<br /></em><span style="font-size: revert; text-align: justify; color: initial;">Para sonharmos no sentido de desejar, precisamos pensar e projetar o futuro. Partir do ponto de onde estamos, traçar um ponto de chegada e planejar como chegar até lá. Mas de nada adianta ter um excelente plano e não o colocar em execução. Para tudo isso, precisamos integrar várias partes do nosso cérebro: planejamento, foco e execução.<br /><br /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Sonhos &#8211; sono<br /></em><span style="font-size: revert; text-align: justify; color: initial;">A fase do sono mais relacionada ao aparecimento dos sonhos é o sono REM (do inglês </span><em style="font-size: revert; text-align: justify; color: initial;">rapid eye movement</em><span style="font-size: revert; text-align: justify; color: initial;"> – movimento rápido dos olhos). Mas eles também podem acontecer em outras fases do sono. Durante o sono, liberamos nosso pensamento lógico e tudo é possível – o passado se mistura com o presente e com o futuro. Podemos fazer coisas nos sonhos que não poderíamos fazer na vida real, ou porque seguimos as regras da sociedade, ou porque não é possível ir contra as regras da natureza.</span></p>
<p style="text-align: justify;">Psiquiatras e psicanalistas já usaram o estudo dos sonhos para terem acesso aos nossos desejos inconscientes.</p>
<p> </p>
<p><strong>A ponte entre os dois sonhos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para além da análise psiquiátrica do sonho, sabemos que eles servem para ativar áreas cerebrais específicas – quando eu vejo algo no meu sonho, eu ativo a porção do cérebro responsável pela visão; quando eu ando, eu ativo as mesmas áreas responsáveis pelo movimento, que são ativadas quando eu realmente estou andando. Os sonhos mais intensos acontecem durante o sono REM, quando temos uma paralisia da musculatura. Por isso não saímos por aí atuando em nossos sonhos. Já durante o sonambulismo, parte do cérebro se encontra acordada e parte está dormindo. A parte que está dormindo está em sono profundo (sono N3, de ondas lentas) e temos atividades de sonho misturadas à realidade. Atuamos nesses sonhos porque nessa fase não temos a paralisia da musculatura.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito tem se discutido sobre a função dos sonhos durante o sono. Ao ativar áreas cerebrais diferentes, aumentamos o fluxo de sangue para essas regiões. Aumentamos e diminuímos nossa pressão arterial, batimentos cardíacos e frequência respiratória. Essas alterações para baixo e para cima ajudam a “recalibrar” nosso organismo, processo chamado de homeostase. Ao longo do dia, nossa pressão arterial vai aumentando e é esse processo homeostático, que acontece durante o sono, que faz com ela fique estável ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o sono, relembramos tudo o que aconteceu durante o dia. Separamos as memórias importantes das não importantes e armazenamos as importantes. Mas não basta armazenar, é necessário organizar as memórias para que se consiga acessá-las quando necessário. Curiosamente, o processo de organização acontece durante o sono REM, o mesmo em que a maioria dos sonhos acontece.</p>
<p style="text-align: justify;">O sono descansa nossa mente e nosso corpo, renovando nossas energias para o dia seguinte. Organiza nossas memórias e ajuda no nosso aprendizado. Para realizarmos qualquer sonho – aqueles dos desejos – precisamos planejar, aprender e executar. E o sono – e os sonhos que nele acontecem – podem ajudar a realizar os sonhos que temos acordados.</p>
<p style="text-align: justify;">O que você vai sonhar hoje? Como você vai realizar? Um sono de boa qualidade vai ajudar você a realizar esses sonhos.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Cristiane Fumo dos Santos<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Medicina do Sono da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foto: </strong><strong>@</strong><strong><a href="https://br.freepik.com/autor/pvproductions">pvproductions</a> / br.freepik.com</strong></p>
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