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	<title>Arquivos Dirigir - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Dirigir - SPSP</title>
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		<title>Cuidados no transporte da gestante e de seu bebê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2013 11:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito &#8211; CONTRAN e o Departamento Nacional de Trânsito – DETRAN, não existe nenhuma legislação específica sobre gestantes. Muitas mulheres mudam significativamente seu estilo de vida quando estão grávidas, a fim de assegurarem a saúde de seu bebê. Entretanto, algumas gestantes recusam-se a usar cintos de segurança, porque pensam que em uma colisão ele poderá machucá-las e ao seu filho. O cinto de segurança é, comprovadamente, a melhor proteção para o binômio mãe-filho! Recomendações básicas à gestante que dirige: Quando é inevitável dirigir, deve ser orientada a atenuar os riscos. A responsabilidade como condutora de veículos e obediência às leis do tráfego são idênticas em gestantes e não gestantes. Deverá usar SEMPRE o cinto de segurança tipo três pontos, mantendo a faixa sub-abdominal tão baixa e ajustada quanto possível. A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas, nunca sobre o útero. Quando dirigir, deve afastar o seu banco para trás, o mais longe possível da direção sem comprometer a segurança. A distância entre o abdome e o volante deve ter, no mínimo, 15 cm. Quando possível, inclinar a direção para cima ou para longe do abdome. Não há estudos conclusivos se o air-bag é perigoso para a gestante. Qualquer desconforto poderá afetar o bom desempenho na direção do veículo. Tonturas, inchaços, inflamação, dor, alterações da pressão arterial (subida ou queda), assim como aumento do volume do abdome podem impedi-la temporariamente de dirigir. A gestante deve ter cuidado com as medicações ingeridas, dirigir enquanto estiver bem e parar caso sinta qualquer desconforto ou mal estar e evitar longas distâncias, jejum, calor ou frio excessivo e estradas ruins. 1º e 2º trimestres da gravidez ­ NÃO dirigir: Após longos períodos de jejum, devido ao risco de hipoglicemia (tontura, desatenção, sonolência e desmaio) Em época de calor forte que pode diminuir a pressão. Se ocorrer inchaço importante das pernas, impossibilitando o uso de calçados fixos – é melhor dirigir descalça do que com calçado que saia do pé. Intercorrências como: náuseas, vômitos, câimbras e ameaça de abortamento. 3º Trimestre da gravidez NÃO dirigir: 36ª semana em diante, devido a proximidade do abdome com a direção. Em uma colisão com choque frontal há risco de descolamento prematuro de placenta, rotura uterina, parto prematuro, hemorragia feto-materna, e até morte do feto e da mãe. O ideal é ser conduzida no assento traseiro, com o uso obrigatório do cinto de 3 pontos Atenção: O trauma é a causa de morte mais importante de etiologia não obstétrica na grávida (cerca de 22%). A incidência de trauma em gestantes é estimada em 6 a 7%. A mortalidade do feto é alta, atingindo cifras de 70%. Falta do cinto: ocorre compressão do abdome pela direção, rotura uterina e morte fetal. Mais da metade dos acidentes ocorre no último trimestre &#8211; a mulher, sustentando um útero volumoso, perde muito da sua agilidade física, além de apresentar uma sobrecarga psicológica decorrente da ansiedade natural pela proximidade do parto, afetando seu julgamento frente a situações de perigo iminente. Leia mais em: O uso de cinto de segurança durante a gravidez no portal da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego &#8211; ABRAMET ___ Relatora: Dra. Renata Dejtiar Waksman Vice-presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (gestão 2007-2009). Coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da SPSP. Publicado no site da SPSP em 05/11/2008. photo credit: © David Davis &#124; Dreamstime.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/257/">Cuidados no transporte da gestante e de seu bebê</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2013/10/dreamstime_xs_13268591.jpg" rel="prettyphoto[26813]"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-259" alt="dreamstime_xs_13268591" src="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2013/10/dreamstime_xs_13268591.jpg?w=300" width="300" height="200" /></a>De acordo com o <a href="http://www.denatran.gov.br/contran.htm" target="_blank" rel="noopener">Conselho Nacional de Trânsito </a>&#8211; CONTRAN e o <a href="http://www.denatran.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">Departamento Nacional de Trânsito</a> – DETRAN, não existe nenhuma legislação específica sobre gestantes.</p>
<p>Muitas mulheres mudam significativamente seu estilo de vida quando estão grávidas, a fim de assegurarem a saúde de seu bebê. Entretanto, algumas gestantes recusam-se a usar cintos de segurança, porque pensam que em uma colisão ele poderá machucá-las e ao seu filho.</p>
<p><strong>O cinto de segurança é, comprovadamente, a melhor proteção para o binômio mãe-filho!</strong></p>
<p>Recomendações básicas à gestante que dirige:</p>
<ul>
<li>Quando é inevitável dirigir, deve ser orientada a atenuar os riscos.</li>
<li>A responsabilidade como condutora de veículos e obediência às leis do tráfego são idênticas em gestantes e não gestantes.</li>
<li>Deverá usar SEMPRE o cinto de segurança tipo três pontos, mantendo a faixa sub-abdominal tão baixa e ajustada quanto possível.</li>
<li>A faixa diagonal deve cruzar o meio do ombro, passando entre as mamas, nunca sobre o útero.</li>
<li>Quando dirigir, deve afastar o seu banco para trás, o mais longe possível da direção sem comprometer a segurança. A distância entre o abdome e o volante deve ter, no mínimo, 15 cm.</li>
<li>Quando possível, inclinar a direção para cima ou para longe do abdome.</li>
<li>Não há estudos conclusivos se o air-bag é perigoso para a gestante.</li>
<li>Qualquer desconforto poderá afetar o bom desempenho na direção do veículo.</li>
<li>Tonturas, inchaços, inflamação, dor, alterações da pressão arterial (subida ou queda), assim como aumento do volume do abdome podem impedi-la temporariamente de dirigir.</li>
<li>A gestante deve ter cuidado com as medicações ingeridas, dirigir enquanto estiver bem e parar caso sinta qualquer desconforto ou mal estar e evitar longas distâncias, jejum, calor ou frio excessivo e estradas ruins.</li>
</ul>
<p><strong>1º e 2º trimestres da gravidez</strong><br />
­</p>
<p><strong>NÃO dirigir:</strong></p>
<ul>
<li>Após longos períodos de jejum, devido ao risco de hipoglicemia (tontura, desatenção, sonolência e desmaio)</li>
<li>Em época de calor forte que pode diminuir a pressão.</li>
<li>Se ocorrer inchaço importante das pernas, impossibilitando o uso de calçados fixos – é melhor dirigir descalça do que com calçado que saia do pé.</li>
<li>Intercorrências como: náuseas, vômitos, câimbras e ameaça de abortamento.</li>
</ul>
<p><strong>3º Trimestre da gravidez</strong><br />
<strong> </strong></p>
<p><strong>NÃO dirigir:</strong><br />
36ª semana em diante, devido a proximidade do abdome com a direção. Em uma colisão com choque frontal há risco de descolamento prematuro de placenta, rotura uterina, parto prematuro, hemorragia feto-materna, e até morte do feto e da mãe. O ideal é ser conduzida no assento traseiro, com o uso obrigatório do cinto de 3 pontos</p>
<p><strong>Atenção:</strong></p>
<ul>
<li>O trauma é a causa de morte mais importante de etiologia não obstétrica na grávida (cerca de 22%).</li>
<li>A incidência de trauma em gestantes é estimada em 6 a 7%.</li>
<li>A mortalidade do feto é alta, atingindo cifras de 70%.</li>
<li>Falta do cinto: ocorre compressão do abdome pela direção, rotura uterina e morte fetal.</li>
<li>Mais da metade dos acidentes ocorre no último trimestre &#8211; a mulher, sustentando um útero volumoso, perde muito da sua agilidade física, além de apresentar uma sobrecarga psicológica decorrente da ansiedade natural pela proximidade do parto, afetando seu julgamento frente a situações de perigo iminente.</li>
</ul>
<p>Leia mais em:<br />
<a href="http://www.abramet.org.br/informacoes/diretrizes/diretrizesGravidez.asp" target="_blank" rel="noopener">O uso de cinto de segurança durante a gravidez</a> no portal da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego &#8211; ABRAMET</p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong> Dra. Renata Dejtiar Waksman</strong><br />
Vice-presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo (gestão 2007-2009). Coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da SPSP.</p>
<p>Publicado no site da <a href="http://www.spsp.org.br" target="_blank" rel="noopener">SPSP</a> em 05/11/2008.<br />
photo credit: © <a href="http://www.dreamstime.com/dndavis_info">David Davis</a> | <a href="http://www.dreamstime.com/">Dreamstime.com</a></p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" alt="Licença Creative Commons" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/257/">Cuidados no transporte da gestante e de seu bebê</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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