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	<title>Arquivos Doenças Graves - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Doenças Graves - SPSP</title>
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		<title>Um gesto que transforma a vida!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Sep 2025 10:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 27 de setembro celebramos o Dia Nacional da Doação de Órgãos, uma data criada para reforçar a importância desse ato de solidariedade e amor ao próximo. Quando falamos em transplante, pensamos com frequência em adultos, mas é fundamental lembrar que crianças e adolescentes também podem ser doadores e receptores. Para muitos deles, o transplante representa a única chance de viver, crescer e se desenvolver plenamente. A lista de espera por órgãos no Brasil é longa, e, entre os milhares de pacientes cadastrados, há meninos e meninas em idade escolar, bebês e adolescentes que convivem diariamente com doenças graves do coração, fígado, pulmões ou rins. No caso da nefrologia pediátrica, por exemplo, o transplante renal é o tratamento de escolha para crianças com doença renal crônica em estágio terminal, permitindo uma vida mais próxima do normal do que a terapia dialítica poderia oferecer. Ao contrário do que muitos pensam, no Brasil a doação de órgãos por crianças e adolescentes de qualquer idade é possível, com a autorização da família após a morte do menor. Isso significa que não basta expressar em vida o desejo de ser doador, mas que também é fundamental conversar abertamente sobre o assunto com os familiares. Esse diálogo pode ser transformador, especialmente quando envolve pais e filhos. Crianças e adolescentes aprendem desde cedo sobre empatia, solidariedade e cidadania quando presenciam seus responsáveis tratando desse tema com clareza e sensibilidade. No contexto pediátrico, há uma particularidade: pais podem autorizar a doação de órgãos dos filhos menores em situações de morte encefálica confirmada. Trata-se de uma decisão extremamente delicada, mas que pode significar esperança para várias outras crianças e adolescentes. Muitas famílias que aceitaram a doação relatam que esse gesto trouxe conforto diante da dor da perda, por saberem que parte de seu filho continua vivendo em outra criança. O transplante de órgãos na infância não significa apenas salvar uma vida. Ele representa a possibilidade de ir à escola, brincar, praticar esportes, fazer planos para o futuro. É devolver à infância aquilo que a doença havia limitado. Para os adolescentes, significa retomar o caminho para a vida adulta com maior independência e qualidade de vida. Na nefrologia pediátrica, acompanhamos de perto histórias de crianças que dependiam de sessões frequentes de diálise, com restrições severas na alimentação e no cotidiano. Após o transplante, essas mesmas crianças conseguem brincar, viajar com a família e planejar uma vida mais livre. É difícil imaginar um contraste mais nítido entre a limitação e a possibilidade. O pediatra, que acompanha a criança desde os primeiros dias de vida, tem um papel fundamental na educação em saúde sobre doação de órgãos. Ele pode orientar pais e responsáveis, esclarecer dúvidas, desmistificar medos e reforçar que a doação é um ato seguro, ético e cercado de critérios médicos rigorosos. Além disso, o pediatra pode ser um elo entre famílias e equipes de transplante, ajudando na identificação precoce de doenças graves que podem evoluir para necessidade de transplante. Como falar sobre doação de órgãos com crianças e adolescentes? A maneira de abordar o tema deve respeitar a idade e o grau de compreensão da criança: Para os pequenos, podemos falar em linguagem simples, destacando a ideia de que doar é ajudar outra pessoa a ficar bem. Já com os adolescentes, é possível discutir de forma mais direta, incluindo informações sobre cidadania, empatia e responsabilidade social. Essas conversas abrem espaço para formar uma geração mais consciente e solidária. O Dia Nacional da Doação de Órgãos é uma oportunidade para refletirmos sobre como cada um de nós pode fazer a diferença. Declarar-se doador é um gesto simples, mas com impacto imensurável. No caso das crianças e adolescentes que aguardam na fila, cada doação significa a chance de uma vida inteira pela frente. Como médicos e cidadãos, temos a responsabilidade de difundir essa mensagem. A doação de órgãos não é apenas um ato de generosidade: é a concretização da esperança. Que possamos, juntos, transformar essa esperança em realidade para milhares de crianças e adolescentes.   Relator: Flavio de Oliveira IharaSecretário do Departamento Científico de Nefrologia da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Doacao-de-Orgaos-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 27 de setembro celebramos o Dia Nacional da Doação de Órgãos, uma data criada para reforçar a importância desse ato de solidariedade e amor ao próximo. Quando falamos em transplante, pensamos com frequência em adultos, mas é fundamental lembrar que crianças e adolescentes também podem ser doadores e receptores. Para muitos deles, o transplante representa a única chance de viver, crescer e se desenvolver plenamente.</p>
<p style="text-align: justify;">A lista de espera por órgãos no Brasil é longa, e, entre os milhares de pacientes cadastrados, há meninos e meninas em idade escolar, bebês e adolescentes que convivem diariamente com doenças graves do coração, fígado, pulmões ou rins. No caso da nefrologia pediátrica, por exemplo, o transplante renal é o tratamento de escolha para crianças com doença renal crônica em estágio terminal, permitindo uma vida mais próxima do normal do que a terapia dialítica poderia oferecer.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao contrário do que muitos pensam, no Brasil a doação de órgãos por crianças e adolescentes de qualquer idade é possível, com a autorização da família após a morte do menor. Isso significa que não basta expressar em vida o desejo de ser doador, mas que também é fundamental conversar abertamente sobre o assunto com os familiares. Esse diálogo pode ser transformador, especialmente quando envolve pais e filhos. Crianças e adolescentes aprendem desde cedo sobre empatia, solidariedade e cidadania quando presenciam seus responsáveis tratando desse tema com clareza e sensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">No contexto pediátrico, há uma particularidade: pais podem autorizar a doação de órgãos dos filhos menores em situações de morte encefálica confirmada. Trata-se de uma decisão extremamente delicada, mas que pode significar esperança para várias outras crianças e adolescentes. Muitas famílias que aceitaram a doação relatam que esse gesto trouxe conforto diante da dor da perda, por saberem que parte de seu filho continua vivendo em outra criança.</p>
<p style="text-align: justify;">O transplante de órgãos na infância não significa apenas salvar uma vida. Ele representa a possibilidade de ir à escola, brincar, praticar esportes, fazer planos para o futuro. É devolver à infância aquilo que a doença havia limitado. Para os adolescentes, significa retomar o caminho para a vida adulta com maior independência e qualidade de vida. Na nefrologia pediátrica, acompanhamos de perto histórias de crianças que dependiam de sessões frequentes de diálise, com restrições severas na alimentação e no cotidiano. Após o transplante, essas mesmas crianças conseguem brincar, viajar com a família e planejar uma vida mais livre. É difícil imaginar um contraste mais nítido entre a limitação e a possibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra, que acompanha a criança desde os primeiros dias de vida, tem um papel fundamental na educação em saúde sobre doação de órgãos. Ele pode orientar pais e responsáveis, esclarecer dúvidas, desmistificar medos e reforçar que a doação é um ato seguro, ético e cercado de critérios médicos rigorosos. Além disso, o pediatra pode ser um elo entre famílias e equipes de transplante, ajudando na identificação precoce de doenças graves que podem evoluir para necessidade de transplante.</p>
<p style="text-align: justify;">Como falar sobre doação de órgãos com crianças e adolescentes? A maneira de abordar o tema deve respeitar a idade e o grau de compreensão da criança: Para os pequenos, podemos falar em linguagem simples, destacando a ideia de que doar é ajudar outra pessoa a ficar bem. Já com os adolescentes, é possível discutir de forma mais direta, incluindo informações sobre cidadania, empatia e responsabilidade social. Essas conversas abrem espaço para formar uma geração mais consciente e solidária.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional da Doação de Órgãos é uma oportunidade para refletirmos sobre como cada um de nós pode fazer a diferença. Declarar-se doador é um gesto simples, mas com impacto imensurável. No caso das crianças e adolescentes que aguardam na fila, cada doação significa a chance de uma vida inteira pela frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Como médicos e cidadãos, temos a responsabilidade de difundir essa mensagem. A doação de órgãos não é apenas um ato de generosidade: é a concretização da esperança. Que possamos, juntos, transformar essa esperança em realidade para milhares de crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Flavio de Oliveira Ihara<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Secretário do Departamento Científico de Nefrologia da SPSP</strong></p>



<p></p>
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