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	<title>Arquivos Educação - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Educação - SPSP</title>
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		<title>Aos mestres com carinho</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/aos-mestres-com-carinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 15:45:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O título deste artigo faz alusão ao filme “Ao Mestre com Carinho&#8221; (To Sir, with Love), de 1967. Foi intencional. É um clássico sobre educação e o poder transformador do vínculo entre mestre e aluno. Uma breve sinopse dessa película: “O engenheiro Mark Thackeray (interpretado por Sidney Poitier) aceita temporariamente um emprego como professor em uma escola pública de Londres, localizada em um bairro operário marcado por desigualdades sociais. Ao chegar, encontra uma turma de adolescentes rebeldes, indisciplinados e desacreditados do futuro, que não respeitam professores nem regras. Ele enfrenta resistência e provocações, mas aos poucos conquista o respeito dos alunos, ao adotar um método de ensino diferente: em vez de focar apenas nos conteúdos tradicionais, passa a tratar os jovens como adultos em formação, discutindo valores, comportamento, responsabilidade e dignidade. Com resiliência e humanidade, ele transforma a relação com a classe, despertando neles confiança, respeito mútuo e uma nova visão de futuro. No processo, Thackeray também se redescobre como educador, percebendo a importância de sua missão”. O mestre pode ser comparado com alguém que sopra brasas. Não cria o fogo – apenas o desperta. O professor aviva o fogo ensinando a perguntar, a duvidar. Ao atiçar a curiosidade, ao repartir conhecimento, capacita o aluno a sonhar outros mundos possíveis. O professor semeia pacientemente algo que, muitas vezes, só floresce anos depois. Essa é uma dimensão invisível e demorada do ofício. Como dizia Rubem Alves: “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra.” Paulo Freire acrescentou: “Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo.” Quem ensina deve estar sempre se reinventando: o professor é, antes de tudo, alguém que não deixou de aprender, pois sabe que o conhecimento não se esgota no hoje, mas se renova continuamente. Há sempre muitíssimas coisas que não sabemos. E o que pensamos ser definitivo, verificamos, mais tarde, que era provisório. Na sala de aula, mais do que conhecimento, o professor constrói encontros. E encontros podem mudar destinos. Esses encontros acontecem quando o professor se torna uma fonte de inspiração para cada pessoa que passa por sua sala. São encontros que lançam pontes para futuros mais livres, justos e transformadores. Aos nossos mestres, com carinho, nossa eterna gratidão. Aos que hoje estão na docência, nosso respeito e admiração.   Relator:Fernando MF OliveiraCoordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-do-Professor-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O título deste artigo faz alusão ao filme “Ao Mestre com Carinho&#8221; (<em>To Sir, with Love</em>), de 1967. Foi intencional. É um clássico sobre educação e o poder transformador do vínculo entre mestre e aluno. Uma breve sinopse dessa película:</p>
<p style="text-align: justify;">“O engenheiro Mark Thackeray (interpretado por Sidney Poitier) aceita temporariamente um emprego como professor em uma escola pública de Londres, localizada em um bairro operário marcado por desigualdades sociais. Ao chegar, encontra uma turma de adolescentes rebeldes, indisciplinados e desacreditados do futuro, que não respeitam professores nem regras. Ele enfrenta resistência e provocações, mas aos poucos conquista o respeito dos alunos, ao adotar um método de ensino diferente: em vez de focar apenas nos conteúdos tradicionais, passa a tratar os jovens como adultos em formação, discutindo valores, comportamento, responsabilidade e dignidade. Com resiliência e humanidade, ele transforma a relação com a classe, despertando neles confiança, respeito mútuo e uma nova visão de futuro. No processo, Thackeray também se redescobre como educador, percebendo a importância de sua missão”.</p>
<p style="text-align: justify;">O mestre pode ser comparado com alguém que sopra brasas. Não cria o fogo – apenas o desperta. O professor aviva o fogo ensinando a perguntar, a duvidar. Ao atiçar a curiosidade, ao repartir conhecimento, capacita o aluno a sonhar outros mundos possíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor semeia pacientemente algo que, muitas vezes, só floresce anos depois. Essa é uma dimensão invisível e demorada do ofício. Como dizia Rubem Alves: <em>“Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra.” </em>Paulo Freire acrescentou: “<em>Educação não transforma o mundo. Educação muda pessoas. Pessoas transformam o mundo</em>.”</p>
<p style="text-align: justify;">Quem ensina deve estar sempre se reinventando: o professor é, antes de tudo, alguém que não deixou de aprender, pois sabe que o conhecimento não se esgota no hoje, mas se renova continuamente. Há sempre muitíssimas coisas que não sabemos. E o que pensamos ser definitivo, verificamos, mais tarde, que era provisório.</p>
<p style="text-align: justify;">Na sala de aula, mais do que conhecimento, o professor constrói encontros. E encontros podem mudar destinos. Esses encontros acontecem quando o professor se torna uma fonte de inspiração para cada pessoa que passa por sua sala. São encontros que lançam pontes para futuros mais livres, justos e transformadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos nossos mestres, com carinho, nossa eterna gratidão. Aos que hoje estão na docência, nosso respeito e admiração.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fernando MF Oliveira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<title>O que significa “deficiência” para você?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-que-significa-deficiencia-para-voce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Hoje, 21 de setembro, é o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A data é comemorativa, mas o verbo é de trabalho: lutar. Avançamos nas últimas décadas – leis, políticas, narrativa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Pessoa-com-Deficiencia-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Hoje, 21 de setembro, é o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência. A data é comemorativa, mas o verbo é de trabalho: lutar. Avançamos nas últimas décadas – leis, políticas, narrativas –, porém a trilha da inclusão continua diária e árdua. Para incluir, é necessário registrar e compreender: de quantas pessoas estamos falando, onde estão e que barreiras encontram. Ao mesmo tempo, a deficiência – como toda condição humana – é diversa. Entender as singularidades de cada criança e de sua família requer escuta, tempo e respostas ajustadas. Não há solução única: há adaptações e apoios que respeitam diferentes modos de funcionar.</p>
<p style="text-align: justify;">Crianças e famílias seguem enfrentando barreiras de acesso à saúde, à educação e à proteção. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 240 milhões de crianças no mundo – uma em cada dez – vivem com alguma deficiência e, em média, apresentam os piores indicadores nesses três campos. Em 2021, a UNICEF reforçou o alerta com um retrato que não podemos ignorar: crianças com deficiência têm 24% menos probabilidade de receber estimulação precoce e cuidados responsivos, 42% menos chances de alcançar habilidades fundamentais de leitura e matemática e 49% mais probabilidade de nunca frequentar a escola. Em saúde, há 25% mais chances de desnutrição, 34% mais de prejuízos no crescimento e ganho de peso e 53% mais de sintomas de infecção respiratória aguda. No bem-estar e na proteção, há 51% mais probabilidade de se sentirem infelizes no dia a dia, 41% mais de sofrer discriminação e 32% mais de punição corporal severa.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses números não definem pessoas: expõem barreiras. Crianças que precisam de mais apoio para comunicação e autocuidado estão entre as que mais ficam fora da escola. Quando há múltiplas deficiências, a evasão cresce ainda mais. A resposta pública e institucional, portanto, precisa sair da lógica do “padrão” e assumir o desenho universal, com acessibilidade arquitetônica, comunicacional, atitudinal e pedagógica, além de ajustes razoáveis que tornem ambientes e serviços utilizáveis por todas as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Educação inclusiva não é utopia – é base de cidadania. Atenção integral à saúde não é favor – é direito. E direitos reais pedem orçamento, formação continuada, protocolos intersetoriais e monitoramento. Também pedem humildade institucional para aprender com as famílias e com as próprias crianças o que funciona, quando e como. Na prática, isso significa registrar adequadamente, mapear necessidades com participação das famílias, garantir acessibilidade e recursos de apoio, ajustar fluxos de cuidado e formar equipes para acolher sem infantilização nem estigma. E, sobretudo, sustentar políticas com continuidade e avaliação de impacto, em corresponsabilidade entre saúde, educação e assistência – porque a vida não cabe em uma secretaria só.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando perguntamos “o que significa deficiência para você?”, não buscamos uma definição de dicionário, mas um compromisso: reconhecer a pluralidade humana e, diante dela, escolher práticas que não deixem ninguém para trás. Hoje – e todos os dias – que a nossa resposta seja concreta: olhar, contar e cuidar. O resto é discurso. E discurso, sem acesso real, segue produzindo aquilo contra o que diz lutar: invisibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Organização Mundial da Saúde (OMS). Global report on children with disabilities. Geneva: World Health Organization, 2021.</li>
<li>Seen, Counted, Included: Using data to shed light on the well-being of children with disabilities. New York: United Nations Children’s Fund, 2021.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Anna Dominguez Bohn<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Carolina Videira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos sobre a Criança e o Adolescente com Deficiência da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comentários sobre IA e violência infantil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/comentarios-sobre-ia-e-violencia-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 18:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No 18º Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes e Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes, compartilhei os resultados da minha pesquisa e o conteúdo do livro recém-lançado</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-IA-e-violencia-infantil-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No 18º Fórum Paulista de Prevenção de Acidentes e Combate à Violência contra Crianças e Adolescentes, compartilhei os resultados da minha pesquisa e o conteúdo do livro recém-lançado, intitulado <em>A Influência das Mídias Digitais na Cultura da Infância</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os direitos digitais de crianças e adolescentes também estiveram no centro das discussões, voltadas à garantia da proteção integral dessa população no Brasil. Dando continuidade aos debates do Fórum, destaco a preocupação com o uso de tecnologias sem supervisão durante a infância e adolescência, o que motivou, entre outras ações, a discussão sobre a proibição do uso de celulares em escolas como medida protetiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 5 de dezembro de 2024, foi aprovado o projeto de lei que proíbe o uso de aparelhos celulares por estudantes em escolas públicas e privadas no Estado de São Paulo. Posteriormente, em 20 de fevereiro de 2025, o Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou novas diretrizes operacionais sobre o uso de dispositivos digitais em espaços escolares e a integração curricular do componente &#8220;Educação Digital e Midiática&#8221;. Em março, é lançado pelo Governo Federal o documento que traz orientações baseadas em evidências científicas para a criação de um espaço virtual mais saudável e seguro para crianças e adolescentes. As novas diretrizes, válidas para toda a educação básica – da educação infantil ao ensino médio –, entraram em vigor no ano letivo de 2025. O uso de telas está permitido em dois casos específicos: para fins pedagógicos e para estudantes com deficiência ou condições de saúde que demandem suporte tecnológico.</p>
<p style="text-align: justify;">Essas regulamentações representam avanços importantes na ampliação do debate sobre o uso de celulares por crianças e adolescentes, tanto nas escolas quanto em contextos familiares e comunitários. Entendo que tais medidas podem oferecer apoio significativo não só às escolas, mas às famílias e sociedade, e trazem novos desafios para a sua implementação.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Ambiente virtual inseguro:</strong> As redes sociais têm se tornado espaços marcados por graves riscos, como a coleta de dados comportamentais para fins publicitários, racismo, misoginia, incitação à violência e discurso de ódio, abuso sexual, automutilação, <em>cyberbullying</em>, jogos de azar e conteúdos relacionados ao suicídio. Esses fatores tornam o ambiente digital extremamente nocivo, especialmente para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, sem a maturidade e sem os recursos necessários para lidar com tais exposições de forma segura.</li>
<li><strong> Necessidade de regulamentação:</strong> É urgente demandar das plataformas digitais a implementação de diretrizes éticas que assegurem ambientes virtuais saudáveis e protegidos. Enquanto projetos de lei seguem em tramitação no Senado, é imperativo proteger crianças e adolescentes de interações indevidas, sobretudo nos períodos de não supervisão, como recreios e intervalos escolares. O fácil acesso a conteúdos violentos, apostas ilegais e a possibilidade de manipulação de imagens sem o acompanhamento de adultos representam grande risco ao desenvolvimento de nossas crianças e jovens.</li>
<li><strong> Uso pedagógico mediado:</strong> As legislações em vigor reconhecem a importância da mediação adulta no uso pedagógico das tecnologias, por meio da atuação de professores e educadores, em consonância com os projetos político-pedagógicos das instituições escolares.</li>
<li><strong>Educação especial e tecnologias assistivas:</strong> As diretrizes garantem o uso de recursos tecnológicos no contexto do Atendimento Educacional Especializado (AEE), assegurando a inclusão de estudantes com deficiência ou outras necessidades específicas.</li>
<li><strong>Educação midiática como eixo formativo:</strong> Diante da centralidade das redes sociais, da coleta de dados e da disseminação da inteligência artificial, é fundamental inserir a educação midiática nos currículos escolares e na formação docente. É por meio dela que se promove o uso ético e consciente das tecnologias e se constrói uma cultura de responsabilidade digital. Essa abordagem favorece o desenvolvimento de projetos educativos consistentes e exerce pressão sobre as <em>big techs</em>, como já ocorre em outros países. O controle parental, nesse contexto, deve ser tratado como parte integrante da formação de toda a comunidade escolar.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Enquanto essas políticas públicas não forem plenamente implementadas, é essencial evitar a exposição de crianças e adolescentes a riscos que possam comprometer sua segurança, bem-estar e desenvolvimento. Os danos decorrentes do uso desregulado da tecnologia podem ser irreversíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é importante ressaltar que a responsabilização direta de estudantes, como punições ou confisco de aparelhos por parte de professores, inspetores ou diretores, não deve ser o foco das ações escolares. A formação crítica de crianças e adolescentes começa pela leitura do mundo – inclusive do mundo digital. A escola deve ser um espaço educativo que promova interações significativas, brincadeiras, jogos e diálogos “olhos nos olhos”, e não “olhos nas telas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe, portanto, cuidar do nosso tempo de tela como adultos também e olhar para a qualidade da relação que estamos construindo. Assim, a escola, as famílias e o poder público podem promover, conjuntamente, a reconstrução de ambientes escolares saudáveis, por meio do planejamento coletivo, da intencionalidade educativa e do cuidado contínuo, convidando todos a se integrarem a essa Rede de Proteção à Infância.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Sandra Cavaletti Toquetão<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Pesquisadora do Grupo Políticas Públicas da Infância (CRIANDO-PUC/SP) e Linguagem em Atividade no Contexto Escolar (LACE-PUC/SP)<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Atua na formação de educadores da infância, ministrando cursos e palestras</strong></p>


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			</item>
		<item>
		<title>Tecnologias na Educação &#8211; Expectativas e frustrações</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/tecnologias-na-educacao-expectativas-e-frustracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vovó dizia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-Tecnologias-na-Educacao-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-Tecnologias-na-Educacao-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Imagem-Tecnologias-na-Educacao-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A vovó tirou do seu ‘fundo do baú’ histórias interessantes e que parecem, hoje, inacreditáveis. Vejam estas: -Thomas Edison, industrial americano e inventor da lâmpada elétrica</p>
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<p style="text-align: justify;">A vovó tirou do seu ‘fundo do baú’ histórias interessantes e que parecem, hoje, inacreditáveis. Vejam estas:</p>
<p style="text-align: justify;">-Thomas Edison, industrial americano e inventor da lâmpada elétrica, disse em 1913: “<strong>livros logo se tornarão obsoletos nas escolas (&#8230;) Nosso sistema escolar mudará completamente dentro de dez anos”.</strong> Parece até atual! O deslumbramento demonstrado por ele dizia respeito às várias potencialidades pedagógicas do cinema, opinião corroborada por muita gente naquela época, que até diziam: “o cinema está destinado a revolucionar nosso sistema educacional e, graças a ele, será possível ensinar todas as ramificações do conhecimento humano”.</p>
<p style="text-align: justify;">-Em 1930, a tecnologia revolucionária foi o rádio e dizia-se sobre ele:  “o rádio está destinado a <strong>levar o mundo para a sala de aula, a fim de tornar universalmente disponíveis os serviços dos melhores professores”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">-Em 1960, foi a vez da televisão: “é possível multiplicar nossos melhores instrutores, isto é, selecionar um único professor excelente e oferecer a todos os estudantes os benefícios resultantes de uma instrução de qualidade superior (&#8230;) <strong>A TV transforma todas as salas de estar, de jantar, sótão, etc., numa sala potencial de aula</strong>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebe-se nesse recordatório, que muita expectativa sempre foi projetada em cada nova tecnologia que ia surgindo como esperança para solucionar os problemas educacionais nos países, pelo mundo afora. Hoje, continua se fazendo a mesma coisa: a televisão foi substituída pelas “<strong>tecnologias de informação e de comunicação para o ensino” – as famosas TIC</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2011, um parlamentar alardeou que estas são “como <strong>uma resposta adaptada aos desafios da educação do século XXI</strong>: lutar contra o fracasso na escola, favorecer a igualdade de oportunidades, devolver aos alunos o prazer de ir à escola e aprender, revalorizar a profissão do magistério, que deve retomar seu lugar com esse papel de ‘diretor de cena’ (&#8230;). Pois não será sobre a educação de ontem que edificaremos os talentos de amanhã”.</p>
<p style="text-align: justify;">As muitas expectativas trouxeram muitas frustações. Nem o cinema, nem o rádio ou a televisão resolveram os enormes problemas educacionais na grande maioria dos países. Nem mesmo hoje, a Informatização no ensino, trouxe o ganho tão esperado e propalado.</p>
<p style="text-align: justify;">“A síntese do último relatório do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), solicitado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, enfatiza: “professores são o mais importante recurso nas escolas de hoje&#8230;”. Essa afirmação foi feita após os especialistas constatarem que os países que mais investiram em tecnologias digitais foram os que viram a <em>performance</em> de seus alunos diminuir, mais severamente, em matemática, leitura e ciências.</p>
<p style="text-align: justify;">Conclusão final:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>“Um Professor qualificado continua sendo uma tecnologia de ensino resiliente e insuperável”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Edison T. In: Saettler P. The evolution of American educacional techonology. (S.I.): IAP, 1990.</li>
<li>Darrow B. In: Cuban L. Teachers and the machines. New York: Teachers College Press, 1986.</li>
<li>Wischener G et al. Some thoughts on television as na educacional tool. American Psychologist. 1955;10.</li>
<li>Fourgous J. Oser la pédagogie numérique!. Le Monde, 2011. Disponível em: lemonde.fr. Acesso em: 27 jul. 2021.</li>
<li>Spitzer M. M-learning? When it comes to learning, smartphones are a liability, not an asset. Trends in Neuroscience and Education. 2015;4.</li>
<li>OECD. Effective teacher policies: insights from PISA. OECD, 2018. Disponível em: oecd.org. Acesso em: 27 jul.2021.</li>
<li>OCDE. Connectés pour appendre? Les élèves et les nouvelles technologies (principaux résultats). OCDE, 2015. Disponível em: oecd.org. Acesso em: 27 jul. 2021.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fernando MF Oliveira</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<title>Crianças com deficiência e a luta por uma sociedade mais inclusiva, diversa e humanitária</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/criancas-com-deficiencia-e-a-luta-por-uma-sociedade-mais-inclusiva-diversa-e-humanitaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 19:08:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Dia-da-crianca-com-deficiencia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Dia-da-crianca-com-deficiencia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Dia-da-crianca-com-deficiencia-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Nacional da Criança com Deficiência é comemorado em 9 de dezembro e foi instituído para trazer os holofotes sobre a necessidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Dia-da-crianca-com-deficiencia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Dia-da-crianca-com-deficiencia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/Dia-da-crianca-com-deficiencia-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional da Criança com Deficiência é comemorado em 9 de dezembro e foi instituído para trazer os holofotes sobre a necessidade do respeito às crianças que apresentam deficiências físicas, sensoriais e/ou intelectuais. Temos, como Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), o objetivo de proporcionar uma melhor qualidade de vida, segurança, saúde e autonomia para essas crianças e suas famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Com essa data queremos sensibilizar a população na luta por uma sociedade mais inclusiva, diversa e humanitária, onde prevaleçam a equidade social e a fraternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas têm algum tipo de deficiência no mundo, e uma em cada dez é criança. Estimativas sugerem que há pelo menos 93 milhões de crianças com deficiência no mundo. De acordo com dados do IBGE de 2010, o Brasil tem cerca de 45 milhões de pessoas com deficiência. Destas, quase 4 milhões são crianças de 0 a 14 anos de idade. É importante ressaltar que esse número vem aumentando progressivamente, tendo em vista fatores ambientais como desnutrição, educação, infecções, acidentes, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Precisamos, como sociedade, cobrar a eficácia das políticas públicas brasileiras, implantar e aprimorar modelos de intervenção baseados em evidências reconhecidas mundialmente, que comprovadamente geram impactos positivos tanto nos âmbitos econômico, social e emocional, não só da pessoa com deficiência, mas também em toda a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos visto avanços das legislações, como por exemplo a Lei Brasileira de Inclusão (LBI), estabelecida pela Lei nº 13.146/2015, busca garantir direitos fundamentais às pessoas com deficiência, incluindo o direito ao trabalho, à educação e à autonomia e a reestruturação do Programa de Triagem Neonatal, com resultados extremamente positivos, principalmente quanto à saúde e à educação inclusiva, mas sempre estamos prontos para novos desafios em se tratando do futuro da nossa humanidade, nossas crianças. Essa premissa sempre foi e será um dos pilares da SPSP, trazendo ao alcance dessas crianças e adolescentes o pleno acesso ao atendimento transdisciplinar, contemplando suas necessidades sociais, culturais, econômicas, políticas e espirituais como prioridade.</p>
<p style="text-align: justify;">O acesso à saúde, inclusão social e inclusão econômica de pessoas com deficiência é um assunto relevante e emergente, refletido em políticas públicas e iniciativas privadas voltadas para promover a acessibilidade e a igualdade de oportunidades.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo maior deve ser respeitar os direitos humanos como sociedade, sobretudo o direito das crianças, diminuindo assim os estereótipos, discriminação e construindo um futuro com mais equidade para nossa nação. Essa é a mensagem da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Patrícia Salmona<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Pediatra e Geneticista Clínica<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Secretária do Departamento Científico de Genética da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>






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		<title>Dia Mundial da Prevenção do Suicídio</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-da-prevencao-do-suicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Sep 2024 17:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Prevencao-do-Suicidio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Prevencao-do-Suicidio-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Prevencao-do-Suicidio-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial da Prevenção do Suicídio ocorre no dia 10 de setembro e visa ampliar a conscientização da população acerca do tema. Esse debate é cada vez mais importante, sendo essa</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Prevencao-do-Suicidio-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Prevencao-do-Suicidio-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Prevencao-do-Suicidio-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Prevenção do Suicídio ocorre no dia 10 de setembro e visa ampliar a conscientização da população acerca do tema. Esse debate é cada vez mais importante, sendo essa a percepção da Sociedade de Pediatria de São Paulo, pois o suicídio, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), é uma das principais causas de morte em todo o mundo e, entre jovens de 15 a 29 anos, a quarta causa de morte.</p>
<p style="text-align: justify;">De partida, é fundamental reforçar que o suicídio tem causa multifatorial, em que interferem elementos psicológicos, sociais e culturais. Entre os fatores de risco para o suicídio mais conhecidos estão: transtornos mentais, dependências químicas, abusos, traumas, perdas econômicas e tentativas anteriores.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desse cenário, é inevitável nos perguntarmos se é possível falar em efetivas medidas de prevenção. Cuidar da saúde mental, não só da criança, mas de todos que a cercam, é o primeiro passo desse caminho. A saúde mental precisa estar ligada aos cuidados cotidianos, onde a presença do cuidador demanda ser além da presença física, uma presença implicada, emocionalmente presente. Esse primeiro cuidado pode contribuir para que mais tarde, na adolescência, mesmo diante de tantos desafios para crescer e construir sua subjetividade, o jovem encontre amparo psíquico que lhe permita fazer escolhas e suportar as adversidades. Não é incomum que casos de <em>bullying</em> estejam conectados e façam parte do cenário de agravamento da saúde mental de um adolescente. O enfrentamento a essas situações sem dúvida é necessário. Para uma criança ou adolescente que experimenta maior dificuldade no enfrentamento de situações de angústia psíquica, o <em>bullying</em> pode se tornar um excesso impossível de ser suportado.</p>
<p style="text-align: justify;">Vivemos em um país marcado por diferenças sociais e econômicas drásticas, no qual o acesso aos recursos de saúde, educação e moradia são muito desiguais, sendo possível assim imaginar o quão desafiador pode ser para muitas famílias administrarem suas exigentes jornadas de trabalhos e ainda assim cuidarem da saúde e bem-estar de seus vínculos familiares. É um enorme desafio!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando assistimos entristecidos os casos de suicídio em jovens, surgem as inúmeras perguntas e apontamentos automáticos, culpas e recomendações. Todo cuidado é pouco ao abordarmos tema tão delicado e complexo. Ao observarmos os fatores de risco para o suicídio, surge a recomendação para que jovens que estejam em evidente sofrimento sejam acompanhados e recebam auxílio psicológico. Porém, quando levamos em consideração a adolescência e a velocidade de transformações que ela imprime no indivíduo, podemos considerar que mesmo um jovem aparentemente ‘’bem-sucedido’’ do ponto de vista dos anseios sociais pode estar sofrendo grande pressão. Somadas a isso temos as crescentes exigências dos mercados de trabalho, os apelos estéticos e de consumo (impulsionados e veiculados pelas redes sociais), encaixando o jovem num ‘‘padrão’’: um aluno de alta performance, por exemplo, mas em franco sofrimento, ainda que não aparente. É importante, nesse sentido, nos atentarmos enquanto pais, profissionais de saúde e de educação, para outras formas de adoecimento menos evidentes, mas com grande potencial de risco. Estas situações descritas já são potencialmente deletérias e vêm moldando a forma de ser e sofrer dos jovens e dos adultos na atualidade. Também observamos, com certa frequência, que tanto os pais quanto os profissionais de saúde e de educação se veem perdidos frente aos seus impactos. Há um esgarçamento social em curso, no qual há carência de recursos de amparo no meio social mais amplo. E no desamparo procuramos e precisamos de amparo.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante considerar que o desenvolvimento, desde a infância, não se processa de forma linear e que ao longo da vida crianças e adolescentes podem evoluir ou regredir em função do modo como são cuidados e das adversidades que encontram pelo caminho. Crescimento não significa apenas ganhos e é preciso estar atento, porque eles podem dar sinais sutis de que não estão conseguindo elaborar os desafios e as perdas que o crescimento também implica.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma dessas vias de expressão de sofrimento é o corpo, que o adolescente utiliza para várias coisas e que está no cerne de sua relação com o mundo, o que podemos constatar não apenas no modo como a imagem é cultuada, mas também nos comportamentos de autolesão, e em última instância, no suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;">Na autolesão, o corpo se torna o cenário de expressão dos conflitos internos e de descarga das experiências emocionais dolorosas, o que propicia um alívio momentâneo, frente a vivência de um caos emocional e da dificuldade de transformá-lo em palavras. Com isso, o jovem continua conseguindo se manter agarrado à vida, à realidade que o circunda e ao grupo ao qual pertence. Mas, como o alívio é transitório, o ato tende se repetir, agravando o sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O suicídio é o desfecho mais grave da junção entre um excesso de dor, de perturbação e de pressão emocional, de falta de sentido no viver, e revela um enfraquecimento dos vínculos reais do jovem com as pessoas que lhe são significativas e que poderiam lhe proporcionar os recursos de proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Os recursos de proteção são construídos no meio familiar e social e estão intimamente relacionados com os vínculos afetivos na família, na escola e na comunidade na qual o jovem se insere, mas também estão atrelados às percepções e senso de si que ele constrói desde a infância: os sentimentos de autoestima, autoconfiança, as perspectivas de futuro e as habilidades afetivas, sociais e cognitivas.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal fator de proteção é o sentimento de estar conectado, numa relação de intimidade e confiança, bem-estar e apoio, de referência para as escolhas e enfrentamento dos desafios que a vida coloca. Em suma, saber que pode contar com alguém, ao longo do percurso da vida e não apenas nos momentos de crise ou de enorme sofrimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter um sentido para a vida previne e protege do suicídio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Cristiane da Silva Geraldo Folino<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Flávia Schimith Escrivão<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vera da Penha M. Ferrari Rego Barros<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>Uma sociedade saudável cuida de seus filhos </title>
		<link>https://www.spsp.org.br/uma-sociedade-saudavel-cuida-de-seus-filhos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-ECA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-ECA-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-ECA-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No país das muitas siglas, esta é facilmente identificada – ECA. É benquista. Seu mérito é reconhecido. Traduz uma Lei que “pegou”. O  Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-ECA-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-ECA-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-ECA-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No país das muitas siglas, esta é facilmente identificada &#8211; ECA. É benquista. Seu mérito é reconhecido. Traduz uma Lei que “pegou”. O  <strong>Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)</strong>,<strong>  </strong>lei de nº 8.069/1990, promulgada em julho de 1990, tem o objetivo de proteger integralmente a infância e adolescência, ao promover a assistência integral às crianças e adolescentes e a proteção dos seus direitos básicos.</p>
<p style="text-align: justify;">O Brasil tem uma base sólida em termos de legislação e políticas públicas para a proteção de crianças e adolescentes, comparável a muitos países desenvolvidos. No entanto, a eficácia dessas políticas é prejudicada por desafios estruturais, socioeconômicos e de implementação. A redução da desigualdade, o aumento do investimento em saúde e educação e a melhoria na execução das políticas são áreas críticas para que o país possa alcançar níveis de proteção semelhantes aos do mundo desenvolvido.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>ECA</strong> é um dos diversos componentes da Rede de Proteção à Criança e ao Adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, produzido pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, em 2022, entre os crimes não letais contra crianças e adolescentes de zero a 17 anos, foram registrados no Brasil, em 2021, 45.076 casos de estupro, 7.908 casos de abandono de incapaz, 19.136 de maus-tratos e 18.461 de lesões corporais em violência doméstica, entre outras violações de direitos. O registro contabiliza 2.555 crianças ou adolescentes vítimas fatais de violência, sendo que 81% dos crimes dos maus-tratos ocorreram nas residências.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda há muito o que fazer&#8230;..</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><br />Direitos básicos da criança e dos adolescentes:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Não sofrer nenhum tipo de violência, seja ela física ou psicológica;</li>
<li>Poder expressar seus pensamentos, gostos e religião;</li>
<li>Ter acesso a condições dignas de saúde, com assistência médica e odontológica desde a fase de gestação até a adolescência;</li>
<li>Conviver em família e com a comunidade;</li>
<li>Ter acesso à educação de qualidade, cultura, lazer e esporte;</li>
<li>Ser protegido contra o trabalho infantil;</li>
<li>Ter a proteção de uma família, seja ela natural ou adotiva;</li>
<li>Desde o dia em que nascer, ter o direito ao nome e à nacionalidade, tornando-se, assim, um cidadão brasileiro.</li>
<li>São deveres dos pais e responsáveis, dos educadores, do Estado e da sociedade como um todo zelar para que todas as crianças e adolescentes brasileiros tenham seus direitos fundamentais resguardados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fernando MF Oliveira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<title>Dia Nacional do Livro Infantil &#8211; Os “Jetsons” estão chegando!*</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-do-livro-infantil-os-jetsons-estao-chegando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 18:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Jetsons]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Livro Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/04/imagem-Livro-infantil1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/04/imagem-Livro-infantil1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/04/imagem-Livro-infantil1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Muitas histórias infantis, veiculadas em livros, ou, atualmente, nas diversas mídias, embalam e incentivam a imaginação, a criatividade. A ficção que nasce em mentes criativas algum dia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/04/imagem-Livro-infantil1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/04/imagem-Livro-infantil1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/04/imagem-Livro-infantil1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div><p style="text-align: justify;">Muitas histórias infantis, veiculadas em livros, ou, atualmente, nas diversas mídias, embalam e incentivam a imaginação, a criatividade. A ficção que nasce em mentes criativas algum dia sai do papel e se torna realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">“Primeira fábrica do &#8216;carro voador&#8217; da Embraer no Brasil será em Taubaté, no interior de SP. Expectativa é de que os ‘carros voadores’, como são conhecidos os ‘eVTOLs’, entrem em operação em 2026. Anúncio foi feito na data do aniversário de 150 anos do nascimento de Santos Dumont, 20 de julho de 2023” (&#8230;) “Divisão da Embraer focada em mobilidade urbana, Eve quer povoar os céus de grandes cidades com os eVTOLs &#8211; veículos elétricos de pouso e decolagem verticais” (Crédito: Divulgação/Embraer).</p>
<p style="text-align: justify;">Os “Jetsons” é um dentre milhares de personagens do imaginário infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">A literatura infantil desempenha papel importante no desenvolvimento das crianças, pois não só as introduz ao mundo da leitura e da escrita, como também as ajuda a compreender e a lidar com questões emocionais, sociais e morais. Os livros infantis não são apenas fontes de entretenimento; são ferramentas educacionais que podem moldar valores, ensinar lições importantes e estimular a curiosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Um aspecto fascinante da literatura infantil é sua capacidade de transcender barreiras culturais, linguísticas e sociais. Histórias encantadoras podem ser encontradas em todos os cantos do mundo, refletindo a diversidade de culturas, tradições e experiências humanas. Através dos livros, as crianças podem viajar para lugares distantes, conhecer personagens fantásticos e explorar realidades diferentes da sua própria, ampliando assim seus horizontes e desenvolvendo empatia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os livros infantis desempenham um papel fundamental na formação do hábito da leitura. Estabelecer uma relação positiva com os livros desde cedo pode inspirar uma vida inteira de aprendizado e descoberta. Ao tornar a leitura uma parte natural e prazerosa do cotidiano das crianças, estamos preparando o terreno para um futuro mais promissor, onde a educação e o conhecimento são valorizados.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional do Livro Infantil é celebrado no Brasil em 18 de abril. Esta data foi escolhida em homenagem ao escritor Monteiro Lobato, autor de obras clássicas da literatura infantil brasileira, como &#8220;Sítio do Picapau Amarelo&#8221;, que nasceu em 18 de abril de 1882.</p>
<p style="text-align: justify;">* Alusão à <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9rie_de_televis%C3%A3o">série</a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Desenhos_animados">animada</a> de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Televis%C3%A3o">televisão</a> produzida pela <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hanna-Barbera">Hanna-Barbera</a>, exibida originalmente na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/American_Broadcasting_Company">ABC</a> entre 1962 e 1963.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-size: 14px;"><strong>Relator:<br />
</strong><strong>Fernando MF Oliveira<br />
</strong><strong>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></span></p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Prevenção da obesidade infantil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-da-obesidade-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade física]]></category>
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		<category><![CDATA[Obesidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Refeições]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade, com o objetivo de disseminar conhecimentos sobre a doença. Nas últimas décadas, a obesid</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade, com o objetivo de disseminar conhecimentos sobre a doença. Nas últimas décadas, a obesidade tem sido motivo de grandes discussões em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Independentemente de se considerar o desenvolvimento de uma região ou país, a prevalência da obesidade vem aumentando de forma alarmante no mundo todo. Essa tendência reflete a maior disponibilidade de energia nos alimentos, ao lado da inatividade física crescente do homem moderno. Para mudar o rumo dessa epidemia é necessário que as estratégias de prevenção sejam aplicadas, reavaliadas e renovadas de forma constante. Projetos que incluam mudanças na qualidade do preparo e ingestão dos alimentos, estímulo à atividade física, e modificações comportamentais devem obrigatoriamente contar com a participação de toda a família, principalmente quando o indivíduo-alvo for uma criança ou um adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adolescente e, posteriormente, um adulto obeso. A atitude intempestiva de redução drástica da ingestão de energia pode comprometer o seu crescimento e desenvolvimento. Dessa forma, a atenção multidisciplinar faz-se necessária para que a intervenção possa ocorrer sem riscos desnecessários, principalmente nos indivíduos onde o fator genético está presente, favorecendo a maior suscetibilidade à obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção tem custo social imenso e implica o gasto progressivo com a saúde, à medida que a obesidade regrida com o progredir da idade, pois as comorbidades que acompanham sua evolução tornam-se irreversíveis e muitas vezes fatais.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra é&nbsp; profissional de saúde responsável pela orientação para se atingir o melhor crescimento e desenvolvimento, desde o nascimento até atingir a idade adulta. Deve vigiar o crescimento, fazer o diagnóstico nutricional e implementar medidas preventivas&nbsp; e terapêuticas quando necessárias. Ainda mais, o pediatra deve coordenar o atendimento efetuado pelos outros profissionais da equipe multidisciplinar envolvidos no tratamento. Junto à família, deve trabalhar na conscientização do diagnóstico e complicações da obesidade, orientando tanto na prevenção como na estratégia do tratamento.</p>
<p>Embora o fator genético, combinado com a programação intrauterina, possa influenciar, de maneira independente da atuação do médico na evolução do indivíduo para o excesso de peso, os aspectos ambientais, os hábitos alimentares, o estilo de vida e a prática de atividade física precisam ser considerados pela família e pela criança ou adolescente, como os grandes fatores a serem analisados em conjunto, para poder modificá-los. Esse envolvimento familiar, ao lado da escola e comunidade, deve fazer parte dos pilares de qualquer programa preventivo da obesidade infantil.</p>
<p>Sugestões práticas são inúmeras, e podem ser propostas conforme a idade da criança e características do meio em que vive, seja a casa, a escola ou a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra pode ainda ter outro tipo de atuação, por exemplo, quando for chamado a participar de decisões relativas ao uso de recursos públicos destinados a programas de prevenção de doenças, educação da saúde e racionalização do uso de novas tecnologias. Nessas situações, o seu papel será o de assumir a orientação científica que possa contribuir para o sucesso das ações conjuntas propostas pela mídia, indústria e órgãos governamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">No quadro abaixo estão sugestões que poderão ser avaliadas e discutidas nas diversas áreas envolvidas com a prevenção da obesidade infantil. Cada um dos módulos é acompanhado por muitas controvérsias, até aspectos que muitas vezes são aparentemente intocáveis, como é o caso do fator de proteção que o aleitamento materno representaria contra a obesidade infantil. Existem estudos que mostram que a amamentação indisciplinada do leite materno por mães extremamente ansiosas pode ser um fator de desequilíbrio entre oferta e necessidade nutricional, levando à obesidade da criança.</p>



<p class="has-white-color has-text-color">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td>&#8211; GRAVIDEZ &#8211;</td></tr><tr><td>Iniciar a gravidez com IMC normal</td></tr><tr><td>Não fumar</td></tr><tr><td>Fazer atividade física moderada e tolerável</td></tr><tr><td>Ficar atenta ao diabetes gestacional</td></tr><tr><td>&#8211; PÓS-PARTO E INFÂNCIA</td></tr><tr><td>Aleitamento materno exclusivo no mínimo por 3 meses e idealmente por 6 meses</td></tr><tr><td>Retardar a introdução de alimentos sólidos e líquidos doces</td></tr><tr><td>FAMÍLIAS</td></tr><tr><td>Não insistir, não agradar e não forçar a comer. A consequência será sempre a substituição inadequada.</td></tr><tr><td>Dar sempre preferência às grandes refeições, e não aos lanches</td></tr><tr><td>Fazer refeições em horários e locais fixos</td></tr><tr><td>Não “pular refeições”, especialmente o café da manhã</td></tr><tr><td>Oferecer frutas, fibras e evitar sucos na mamadeira</td></tr><tr><td>Evitar a TV ou celular durante as refeições</td></tr><tr><td>Usar pratos pequenos e travessas pequenas</td></tr><tr><td>Evitar molhos, alimentos gordurosos e refrigerantes</td></tr><tr><td>Educar quanto ao uso de TV e celular</td></tr><tr><td>Vocês são os modelos para os seus filhos (pais e familiares)</td></tr><tr><td>ESCOLAS</td></tr><tr><td>Eliminar lanches com balas e salgadinhos</td></tr><tr><td>Evitar máquinas de alimentos</td></tr><tr><td>Ensinar a professores e responsáveis a relação entre nutrição e atividade física</td></tr><tr><td>Ter sempre água à disposição</td></tr><tr><td>Bons hábitos devem ser sempre ensinados em todas as idades</td></tr><tr><td>Aulas de Educação Física – 30 a 45 minutos de exercícios fortes 2 a 3 vezes por semana</td></tr><tr><td>Ir a pé para a escola</td></tr><tr><td>COMUNIDADES</td></tr><tr><td>Vizinhos e amigos devem andar juntos e patrocinar brincadeiras para as crianças</td></tr><tr><td>Evitar elevadores e vias fáceis para locomoção</td></tr><tr><td>Sempre estar informado sobre onde se compram alimentos saudáveis</td></tr><tr><td>BABÁS</td></tr><tr><td>Elas precisam saber o que é e o que acontece com a obesidade</td></tr><tr><td>Participar com ela do ganho de peso adequado da criança</td></tr><tr><td>Apresentar a obesidade, mostrando que é uma doença a ser tratada</td></tr><tr><td>INDÚSTRIA</td></tr><tr><td>Produtos dirigidos a crianças precisam ter rótulos com informações</td></tr><tr><td>Fabricantes de vídeos devem lançar frases que encorajem a atividade física</td></tr><tr><td>Consumir alimentos saudáveis e subsidiar programas que incentivem estilo de vida saudável</td></tr><tr><td>GOVERNO E ÓRGÃOS REGULADORES</td></tr><tr><td>Explicar que obesidade é doença</td></tr><tr><td>Taxar comidas e bebidas não saudáveis</td></tr><tr><td>Incentivar o desenvolvimento de produtos saudáveis, com informações a esse respeito para o consumidor</td></tr><tr><td>Deduzir impostos dos custos de programas saudáveis</td></tr><tr><td>Fornecer incentivos para escolas que promovam programas relacionados com atividade física e nutrição</td></tr><tr><td>Verbas para construção de ciclovias e pistas para corrida e caminhada</td></tr><tr><td>Anúncios de advertência quanto aos tipos de alimentos, tanto para a pré-escola quanto para os mais velhos</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color">&#8211;</p>



<p>Analisando cada um desses módulos, percebe-se que a prevenção da obesidade tem na disciplina e no estilo de vida saudável, quando exercida por uma família disposta a participar, as principais variáveis a serem consideradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola, os professores e a comunidade, sempre que possível, devem participar dos processos que envolvem medidas positivas em relação ao enfrentamento da epidemia da obesidade infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a tecnologia tenha criado inúmeros entraves para os movimentos das crianças nos últimos anos, tornando as exigências para exercícios cada vez menores, novas brincadeiras e novos métodos precisam ser criados, com mais atividades físicas em escolas e comunidades. Isso implica decisões familiares que obrigatoriamente estarão dirigidas para o estabelecimento de regras mais bem definidas na educação, especialmente nos limites permitidos.</p>



<p><strong>Relator:</strong><br><strong>Ary Lopes Cardoso</strong><br><strong>Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>A importância da data e da leitura em Braille</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-importancia-da-data-e-da-leitura-em-braille/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jan 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial do Braille, comemorado em 4 de janeiro, é um dia importante, que destaca a grande importância do sistema Braille</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-Braille-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial do Braille, comemorado em 4 de janeiro, é um dia importante, que destaca a grande importância do sistema Braille e da leitura tátil, especialmente na área da Pediatria. A data não só homenageia Louis Braille, que desenvolveu esse sistema inovador no século XIX, mas também revela como o Braille continua a ser uma ferramenta importante na educação e inclusão de crianças com deficiência visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos três anos de idade, enquanto brincava com uma ferramenta de lâmina longa e afiada, Louis Braille escorregou e a ferramenta perfurou seu olho direito. Alguns meses depois, o olho esquerdo ficou inflamado, provavelmente por causa da oftalmia simpática (inflamação do trato uveal – uveíte &#8211; que ocorre em um olho após lesão ou cirurgia no outro olho). Louis ficou totalmente cego aos 5 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">A relevância do Braille é ainda mais evidente para a Pediatria. As crianças que perderam a visão desde a infância enfrentam desafios únicos na aprendizagem. O Braille torna-se uma ponte importante, que permite a estas crianças desenvolverem competências de leitura e escrita que são fundamentais para o crescimento intelectual e social.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao proporcionar uma forma tangível de comunicação, o Braille não só permite que essas crianças participem ativamente no ambiente educativo, mas também promove a autonomia. A capacidade de ler e escrever Braille lhes dá a liberdade de explorar de forma independente um mundo de conhecimento, estimulando o desenvolvimento cognitivo e a confiança. </p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial do Braille é uma oportunidade para reafirmar o compromisso global com a igualdade de acesso à educação. Apela à sociedade, aos educadores e às instituições para que garantam que todas as crianças, independentemente das suas capacidades visuais, tenham as ferramentas necessárias para prosperar em todos os ambientes que frequentarem. Investir na difusão do Braille significa investir no potencial ilimitado das crianças com deficiência visual.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, esta data serve como um lembrete de que a inovação e a adaptação ainda são necessárias no domínio da educação inclusiva. À medida que avançamos, é vital explorar formas de integrar ainda mais a leitura do Braille nos métodos de ensino, garantindo que as crianças tenham acesso a materiais e tecnologias que melhorem ou facilitem a sua aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, o Dia Mundial do Braille celebra o poder transformador da educação inclusiva, que capacita às crianças cegas e de baixa visão a criar os seus próprios caminhos para a educação e a realização pessoal. Esperamos que este dia inspire a inovação para continuar a iluminar o caminho para um futuro mais acessível e relevante da educação Braille.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p>Massof RW. The role of Braille in the literacy of blind and visually impaired children. Arch Ophthalmol. 2009;127(11):1530–1531. doi:10.1001/archophthalmol.2009.295.</p>
<p>Jiménez J, Olea J, Torres T, Alonso I, Harder D, Fischer K. Biography of Louis Braille and invention of the Braille alphabet. 2009;54(1):0–149. doi:10.1016/j.survophthal.2008.10.006 </p>
<p>Bullock JD, Galst JM. The story of Louis Braille. Arch Ophthalmol. 2009;127(11):1532–1533. doi:10.1001/archophthalmol.2009.286</p>
<p><strong>Relator:<br />Marcelo Alexandre A. C. Costa<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente do Departamento Científico de Oftalmologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p></p>
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