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	<title>Arquivos Engatinhar - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Engatinhar - SPSP</title>
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		<title>Como ajudar os pequenos a andar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Aug 2016 10:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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<p>Os primeiros passos do bebê representam um marco importante em seu desenvolvimento e, por isso, são acompanhados de muita expectativa por parte dos pais e familiares. De acordo com a psicanalista Vera Ferrari, presidente do Departamento Científico de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo, é importante considerar que este é um grande desafio para os pequenos. “A posição ereta, necessária para o deslocamento, exige coordenação motora e equilíbrio que eles ainda não têm. Só vão alcançar a estabilidade com a prática, por isso é importante permitir que eles se desloquem, mesmo sem coordenação, o que implica em passos sem ritmo inicialmente”, afirma Vera. O desejo de ver a criança andando gera ansiedade, principalmente em meio à pressão de familiares e amigos com relação ao seu desempenho. “Talvez uma das perguntas mais comuns dirigidas aos pais é justamente sobre o ato de andar. Assim, começam as comparações, o que deve sempre ser evitado. Esse comportamento só intensifica a tensão quanto ao momento em que finalmente o filho andará com firmeza”, comenta a psicanalista. Por não conseguirem estimular da maneira que imaginam ser a mais adequada, os pais podem se sentir fracassados, o que pode ser transmitido ao pequeno. A possibilidade de quedas também causa aflição, uma vez que os acidentes acontecem de forma repentina, mesmo com a observação atenta dos pais. “Se houver um excesso de preocupação e uma necessidade muito grande de controlar os ensaios, limitando seus movimentos sob o intuito de protegê-lo, o que pode ocorrer é o bebê entender que andar é algo muito perigoso”, pondera. O importante é refletir sobre a motivação por trás do cuidado desmedido com o bebê e considerar que, quando os adultos se assustam, o que se evidencia é a falha e a frustração com sua performance. Assim, o receio em experimentar e aprender só aumenta. Andar requer o desenvolvimento de uma serie de competências que as crianças adquirem ao brincar. Então estimule o bebê a brincar, a se movimentar, a rolar no chão, a se interessar por pessoas, objetos, cores e sons do ambiente, os quais serão estímulos para o desejo de explorar o que está a sua volta. “Esta é uma das orientações que indicamos para incentivar a conquista do andar, sem necessidade de forçar o bebê. Ser paciente é entender que cada criança tem seu tempo para andar, dentro do que é esperado para o seu desenvolvimento”, conclui Vera. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 30/08/2016. photo credit: dagon &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1351" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2016/08/family-822555_640-300x225.jpg" alt="family-822555_640" width="300" height="225" />Os primeiros passos do bebê representam um marco importante em seu desenvolvimento e, por isso, são acompanhados de muita expectativa por parte dos pais e familiares. De acordo com a psicanalista Vera Ferrari, presidente do Departamento Científico de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo, é importante considerar que este é um grande desafio para os pequenos. “A posição ereta, necessária para o deslocamento, exige coordenação motora e equilíbrio que eles ainda não têm. Só vão alcançar a estabilidade com a prática, por isso é importante permitir que eles se desloquem, mesmo sem coordenação, o que implica em passos sem ritmo inicialmente”, afirma Vera.</p>
<p>O desejo de ver a criança andando gera ansiedade, principalmente em meio à pressão de familiares e amigos com relação ao seu desempenho. “Talvez uma das perguntas mais comuns dirigidas aos pais é justamente sobre o ato de andar. Assim, começam as comparações, o que deve sempre ser evitado. Esse comportamento só intensifica a tensão quanto ao momento em que finalmente o filho andará com firmeza”, comenta a psicanalista.</p>
<p>Por não conseguirem estimular da maneira que imaginam ser a mais adequada, os pais podem se sentir fracassados, o que pode ser transmitido ao pequeno. A possibilidade de quedas também causa aflição, uma vez que os acidentes acontecem de forma repentina, mesmo com a observação atenta dos pais. “Se houver um excesso de preocupação e uma necessidade muito grande de controlar os ensaios, limitando seus movimentos sob o intuito de protegê-lo, o que pode ocorrer é o bebê entender que andar é algo muito perigoso”, pondera. O importante é refletir sobre a motivação por trás do cuidado desmedido com o bebê e considerar que, quando os adultos se assustam, o que se evidencia é a falha e a frustração com sua performance. Assim, o receio em experimentar e aprender só aumenta.</p>
<p>Andar requer o desenvolvimento de uma serie de competências que as crianças adquirem ao brincar. Então estimule o bebê a brincar, a se movimentar, a rolar no chão, a se interessar por pessoas, objetos, cores e sons do ambiente, os quais serão estímulos para o desejo de explorar o que está a sua volta. “Esta é uma das orientações que indicamos para incentivar a conquista do andar, sem necessidade de forçar o bebê. Ser paciente é entender que cada criança tem seu tempo para andar, dentro do que é esperado para o seu desenvolvimento”, conclui Vera.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 30/08/2016.<br />
photo credit: dagon | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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