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	<title>Arquivos Exames - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Exames - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Importância do pré-natal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/importancia-do-pre-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 18:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, é imprescindível abordarmos a importância do pré-natal para a mãe e seu bebê. Durante a gestação, a mulher passa por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que podem influenciar o seu bem-estar e o desenvolvimento do bebê. O pré-natal é uma oportunidade valiosa para monitorar a saúde da gestante, detectar precocemente possíveis complicações e promover hábitos saudáveis em benefício tanto da mãe quanto da criança. Nas consultas periódicas, o obstetra avalia o progresso da gravidez, solicita e analisa o resultado de exames laboratoriais e de imagem e oferece orientações sobre nutrição, atividade física e bem-estar emocional, entre outros. A detecção precoce de condições como anemia, diabetes gestacional, hipertensão arterial ou infecções pode ser decisiva para a saúde do binômio mãe-bebê, pois muitos problemas podem ser tratados de forma eficaz se identificados a tempo. O pré-natal também tem papel educativo. Durante as consultas, as gestantes devem ser informadas sobre as mudanças que ocorrem em seus corpos, os cuidados necessários para uma gestação saudável e os sinais de alerta a serem observados. Isso contribui para as mães se sentirem mais seguras e preparadas para enfrentar os desafios da gravidez e do parto. A orientação sobre a importância da alimentação equilibrada, do repouso adequado e da prática de atividades físicas seguras é essencial para a manutenção da saúde. A gravidez é um período repleto de ansiedades e preocupações, e o apoio psicológico é fundamental para ajudar a gestante a lidar com essas questões. Profissionais de saúde podem oferecer suporte emocional, abordando temas como o medo do parto e a adaptação à nova vida. Isso é particularmente importante, pois a saúde mental da mãe está diretamente relacionada ao desenvolvimento do bebê. Durante o pré-natal, é importante que seja elaborado um “plano de parto”, uma ferramenta importante que permite que a gestante expresse suas preferências sobre o trabalho de parto e o nascimento. Durante as consultas de pré-natal, as gestantes podem discutir suas expectativas e preocupações com o obstetra, incluindo opções de alívio da dor, preferências sobre intervenções, ambiente do parto, cuidados imediatos com o bebê, como o contato pele a pele e a amamentação logo após o nascimento. Ter um plano de parto ajuda a gestante a se sentir mais segura e preparada, além de facilitar a comunicação com a equipe da maternidade. Por outro lado, é importantíssimo que a grávida siga as recomendações médicas. Isso inclui não apenas comparecer às consultas de pré-natal, mas também seguir as orientações sobre medicamentos, vacinas e hábitos de vida saudáveis. A automedicação, por exemplo, pode representar riscos sérios tanto para a mãe quanto para a criança em desenvolvimento. As gestantes devem consultar seus médicos antes de tomar qualquer medicação ou suplemento, por mais comum que seja. Do mesmo modo, a gestante deve ser informada sobre os malefícios do consumo de álcool, por menor que seja, para si mesma e, principalmente, para o bebê em desenvolvimento, e orientada a abster-se de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante toda a gestação e a lactação. A adesão às orientações médicas também se estende ao cuidado com a saúde bucal e à realização de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografias. A saúde bucal, em particular, tem sido correlacionada com a saúde geral da gestante, e cuidados adequados nessa área podem prevenir problemas que afetam tanto a mãe quanto o bebê. Esses exames ajudam a monitorar o desenvolvimento do feto, permitindo que os profissionais identifiquem possíveis anomalias ou complicações. Também é imprescindível que a gestante receba apoio da família e da comunidade. A participação do parceiro e de outros membros da família no processo de pré-natal pode promover um ambiente mais seguro e acolhedor, além de ajudar a mãe a sentir-se mais amparada. O envolvimento da família nas consultas e no aprendizado sobre o que esperar durante a gravidez e após o nascimento do bebê é fundamental para o sucesso dessa experiência. Finalmente, lembramos a consulta pré-natal com o pediatra, que deve ocorrer por volta da 32ª semana de gestação. Ela é um complemento importante à atuação do obstetra, pois permite que os pais recebam informações essenciais sobre cuidados com o bebê, vacinas e sinais de alerta de problemas de saúde. Essa consulta ajuda a identificar riscos, proporciona orientações sobre amamentação e desenvolvimento, e estabelece um relacionamento de confiança entre os pais e o pediatra, facilitando o acompanhamento da saúde da criança desde o nascimento. Além disso, preparar os pais para os desafios iniciais da paternidade pode garantir um ambiente mais saudável e seguro para o recém-nascido. Em outras palavras, o pré-natal e o cumprimento das recomendações médicas são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. Esses cuidados não apenas promovem um desenvolvimento saudável durante a gestação, mas também preparam a mãe para a maternidade e ajudam a estabelecer um vínculo afetivo com o recém-nascido. O pré-natal é, portanto, um investimento no futuro, pois uma gestação saudável resulta em um bebê mais forte e em melhores condições para enfrentar os desafios da vida. Assim, é fundamental que todas as gestantes tenham acesso a esses cuidados e sejam encorajadas a buscar e seguir as orientações médicas ao longo de toda a gravidez.   Saiba mais: &#8211; Ministério da Saúde do Brasil. (2021). Cuidado pré-natal: manual de orientações. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sogirgs.org.br/pdfs/manual_assistencia_gestante_2021.pdf (atualização do Manual de 2016, publicado durante a pandemia: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf) &#8211; Organização Mundial da Saúde (OMS). (2016). Diretrizes sobre cuidados durante a gravidez e o parto. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250800/WHO-RHR-16.12-por.pdf?sequence=2&#38;isAllowed=y Do original em inglês: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250796/9789241549912-eng.pdf?sequence=1   Relator: Corintio Mariani NetoMembro do Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo  </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, é imprescindível abordarmos a importância do pré-natal para a mãe e seu bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a gestação, a mulher passa por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que podem influenciar o seu bem-estar e o desenvolvimento do bebê. O pré-natal é uma oportunidade valiosa para monitorar a saúde da gestante, detectar precocemente possíveis complicações e promover hábitos saudáveis em benefício tanto da mãe quanto da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas consultas periódicas, o obstetra avalia o progresso da gravidez, solicita e analisa o resultado de exames laboratoriais e de imagem e oferece orientações sobre nutrição, atividade física e bem-estar emocional, entre outros. A detecção precoce de condições como anemia, diabetes gestacional, hipertensão arterial ou infecções pode ser decisiva para a saúde do binômio mãe-bebê, pois muitos problemas podem ser tratados de forma eficaz se identificados a tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O pré-natal também tem papel educativo. Durante as consultas, as gestantes devem ser informadas sobre as mudanças que ocorrem em seus corpos, os cuidados necessários para uma gestação saudável e os sinais de alerta a serem observados. Isso contribui para as mães se sentirem mais seguras e preparadas para enfrentar os desafios da gravidez e do parto. A orientação sobre a importância da alimentação equilibrada, do repouso adequado e da prática de atividades físicas seguras é essencial para a manutenção da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A gravidez é um período repleto de ansiedades e preocupações, e o apoio psicológico é fundamental para ajudar a gestante a lidar com essas questões. Profissionais de saúde podem oferecer suporte emocional, abordando temas como o medo do parto e a adaptação à nova vida. Isso é particularmente importante, pois a saúde mental da mãe está diretamente relacionada ao desenvolvimento do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o pré-natal, é importante que seja elaborado um “plano de parto”, uma ferramenta importante que permite que a gestante expresse suas preferências sobre o trabalho de parto e o nascimento. Durante as consultas de pré-natal, as gestantes podem discutir suas expectativas e preocupações com o obstetra, incluindo opções de alívio da dor, preferências sobre intervenções, ambiente do parto, cuidados imediatos com o bebê, como o contato pele a pele e a amamentação logo após o nascimento. Ter um plano de parto ajuda a gestante a se sentir mais segura e preparada, além de facilitar a comunicação com a equipe da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, é importantíssimo que a grávida siga as recomendações médicas. Isso inclui não apenas comparecer às consultas de pré-natal, mas também seguir as orientações sobre medicamentos, vacinas e hábitos de vida saudáveis. A automedicação, por exemplo, pode representar riscos sérios tanto para a mãe quanto para a criança em desenvolvimento. As gestantes devem consultar seus médicos antes de tomar qualquer medicação ou suplemento, por mais comum que seja. Do mesmo modo, a gestante deve ser informada sobre os malefícios do consumo de álcool, por menor que seja, para si mesma e, principalmente, para o bebê em desenvolvimento, e orientada a abster-se de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante toda a gestação e a lactação.</p>
<p style="text-align: justify;">A adesão às orientações médicas também se estende ao cuidado com a saúde bucal e à realização de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografias. A saúde bucal, em particular, tem sido correlacionada com a saúde geral da gestante, e cuidados adequados nessa área podem prevenir problemas que afetam tanto a mãe quanto o bebê. Esses exames ajudam a monitorar o desenvolvimento do feto, permitindo que os profissionais identifiquem possíveis anomalias ou complicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é imprescindível que a gestante receba apoio da família e da comunidade. A participação do parceiro e de outros membros da família no processo de pré-natal pode promover um ambiente mais seguro e acolhedor, além de ajudar a mãe a sentir-se mais amparada. O envolvimento da família nas consultas e no aprendizado sobre o que esperar durante a gravidez e após o nascimento do bebê é fundamental para o sucesso dessa experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, lembramos a consulta pré-natal com o pediatra, que deve ocorrer por volta da 32ª semana de gestação. Ela é um complemento importante à atuação do obstetra, pois permite que os pais recebam informações essenciais sobre cuidados com o bebê, vacinas e sinais de alerta de problemas de saúde. Essa consulta ajuda a identificar riscos, proporciona orientações sobre amamentação e desenvolvimento, e estabelece um relacionamento de confiança entre os pais e o pediatra, facilitando o acompanhamento da saúde da criança desde o nascimento. Além disso, preparar os pais para os desafios iniciais da paternidade pode garantir um ambiente mais saudável e seguro para o recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, o pré-natal e o cumprimento das recomendações médicas são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. Esses cuidados não apenas promovem um desenvolvimento saudável durante a gestação, mas também preparam a mãe para a maternidade e ajudam a estabelecer um vínculo afetivo com o recém-nascido. O pré-natal é, portanto, um investimento no futuro, pois uma gestação saudável resulta em um bebê mais forte e em melhores condições para enfrentar os desafios da vida. Assim, é fundamental que todas as gestantes tenham acesso a esses cuidados e sejam encorajadas a buscar e seguir as orientações médicas ao longo de toda a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ministério da Saúde do Brasil. (2021). Cuidado pré-natal: manual de orientações. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sogirgs.org.br/pdfs/manual_assistencia_gestante_2021.pdf (atualização do Manual de 2016, publicado durante a pandemia: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Organização Mundial da Saúde (OMS). (2016). Diretrizes sobre cuidados durante a gravidez e o parto. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250800/WHO-RHR-16.12-por.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y</p>
<p style="text-align: justify;">Do original em inglês:</p>
<p style="text-align: justify;">chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250796/9789241549912-eng.pdf?sequence=1</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Corintio Mariani Neto<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Conscientização e prevenção sobre os defeitos do nascimento</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/conscientizacao-e-prevencao-sobre-os-defeitos-do-nascimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 3 de março é celebrado o Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento, uma data criada para conscientização sobre condições que podem afetar a saúde e o desenvolvimento dos</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/02/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 3 de março é celebrado o Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento, uma data criada para conscientização sobre condições que podem afetar a saúde e o desenvolvimento dos bebês. Defeitos do nascimento, também conhecidos como anomalias congênitas, são alterações estruturais ou funcionais presentes desde a gestação, que podem impactar negativamente a qualidade de vida das crianças. Essas malformações são problemas estruturais ou funcionais que ocorrem durante o desenvolvimento do bebê, geralmente no início da gravidez. Elas podem afetar qualquer parte do corpo, incluindo coração, cérebro, pés, entre outros. Alguns exemplos comuns incluem:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Fendas labiopalatais</strong>: Abertura na boca ou no céu da boca.</li>
<li><strong>Cardiopatias congênitas</strong>: Situação de gravidade que ocorre quando a formação do coração se faz de forma anormal.</li>
<li><strong>Espinha bífida</strong>: Problema grave de desenvolvimento da coluna vertebral.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A Sociedade de Pediatria de São Paulo reforça a importância da prevenção e do acompanhamento pré-natal, com consultas regulares e exames durante a gravidez, que colaboram para identificar precocemente possíveis defeitos do nascimento para reduzir as suas consequências. Fatores como a ingestão de ácido fólico antes e durante a gestação, vacinação adequada, controle de doenças crônicas e evitar o consumo de álcool, tabaco e outras substâncias nocivas são essenciais para uma gestação mais saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença. Exames como o teste do pezinho, ultrassonografias e outros procedimentos podem identificar condições que necessitam de cuidados específicos logo nos primeiros momentos de vida, garantindo um melhor prognóstico e qualidade de vida para a criança se a intervenção for também precoce.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento, convidamos todas as famílias a se informarem e se engajarem nessa causa, lembrando que as famílias dessas crianças frequentemente precisam de apoio emocional e financeiro. O conhecimento e a prevenção são os melhores aliados para garantir um início de vida saudável para os bebês.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, a Sociedade de Pediatria de São Paulo segue comprometida em promover a saúde das nossas crianças e em apoiar as famílias nesse percurso, e através de campanhas, eventos educativos e orientações, buscamos proporcionar melhor qualidade de vida e inclusão para todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Junte-se a nós neste Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Celso Moura Rebello<br />Presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sífilis congênita: um desafio à saúde pública</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-um-desafio-a-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, causada pela bactéria Treponema pallidum. Essa transmissão pode ocorrer </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Essa transmissão pode ocorrer em qualquer período da gravidez e se não tratada de forma correta pode levar a sérias complicações, incluindo aborto, morte fetal, nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e problemas de saúde em longo prazo, como surdez, alterações visuais e atraso no desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita é considerada um grave problema de saúde pública por todas essas complicações que ela pode ocasionar à criança, e por ser uma doença evitável, mas que infelizmente vem num aumento crescente do número de casos no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato alerta para a necessidade de estratégias contínuas de prevenção, e neste sentido, desde 2016, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), em parceria com o Programa Estadual de IST/Aids de São Paulo, promove a Campanha do “Outubro Verde &#8211; <em>Mês do Combate à Sífilis Congênita</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, foi sancionada a Lei nº 13.430, de 31 de março, instituindo o “Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita”, comemorado no terceiro sábado do mês de outubro. Essas iniciativas têm por objetivo alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais desafios no combate à sífilis congênita é a falta de acesso a serviços de saúde adequados. Muitas gestantes não realizam o pré-natal, ou não fazem os testes necessários para detectar a sífilis, ou quando fazem o teste, acabam demorando para receber o resultado e consequentemente atrasando o tratamento. O diagnóstico precoce da sífilis na gestante é crucial, pois quando a infecção é identificada e tratada no início da gestação, o risco de transmissão ao bebê é drasticamente reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso a testagem para sífilis deve ser realizada no início do pré-natal, no meio da gestação e no momento do parto. O tratamento da gestante é realizado com a administração de penicilina, que é altamente eficaz e pode evitar a transmissão da infecção ao feto. Entretanto, é importante a gestante saber que se ela tratar, mas não houver o tratamento das suas parcerias sexuais, ela pode se reinfectar e transmitir a doença para o bebê. É vital que as mulheres em idade fértil e as gestantes sejam informadas sobre a importância do pré-natal, dos exames de sífilis e do tratamento correto da doença para protegerem seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é necessário que o bebê da mãe que apresentou sífilis na gestação seja testado ao nascer, para ver se ele tem a doença ou não, pois muitas vezes a doença é traiçoeira e o bebê pode nascer inicialmente sem sinais ou sintomas e vir a desenvolver a doença e suas complicações mais tardiamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento do bebê também é feito com penicilina; o tipo da penicilina a ser utilizada vai depender da clínica do bebê e dos resultados dos exames realizados, que podem incluir hemograma, raio X de ossos longos, exame do liquor, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a alta da maternidade, todos os bebês de mães que tiveram sífilis na gravidez, independente de terem recebido ou não o tratamento, precisam de seguimento pediátrico, para as mães acompanharem o desenvolvimento da criança, repetirem a testagem para sífilis para ter certeza de que estão protegidos da doença e para fazerem outros exames sempre que necessário, incluindo a avaliação da visão e da audição.</p>
<p style="text-align: justify;">A eliminação da sífilis congênita é um desafio porque requer um trabalho conjunto, que vai desde a conscientização das mulheres em idade fértil e gestantes, das suas parcerias sexuais, da realização de um pré-natal de fato adequado, da qualificação constante de profissionais de saúde, da participação ativa da rede de atenção básica no seguimento da gestante e da criança, da atuação das sociedades de classe, da participação de gestores no sentido de priorizarem políticas públicas e linhas de cuidado. Somente desta forma, integrada e consciente, é que conseguiremos modificar o cenário da sífilis congênita no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Maria Regina Bentlin<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>










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		<title>Revista Crescer &#8211; Prevenção de acidentes domésticos, com Luciana Issa</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/revista-crescer-prevencao-de-acidentes-domesticos-com-luciana-issa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 12:57:17 +0000</pubDate>
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<p>Veículo:&#160;Revista Crescer Data:&#160;Set/2023 Luciana Issa, membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, concedeu entrevista à revista Crescer, em que deu dicas de como evitar acidentes domésticos com as crianças. Entre outras recomendações, a médica falou sobre a importância de instalação de redes ou telas de proteção nas janelas da casa, inclusive nas do banheiro e da cozinha; de manter longe do alcance dos pequenos remédios, cosméticos, objetos cortantes e elétricos; e de colocar panelas nas bocas de trás do fogão, com os cabos virados para dentro e para trás.&#160;&#160; Leia mais:&#160;PDF</p>
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<p><strong>Veículo:&nbsp;</strong>Revista Crescer</p>
<p><strong>Data:&nbsp;</strong>Set/2023</p>
<p style="text-align: justify;">Luciana Issa, membro do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP, concedeu entrevista à revista Crescer, em que deu dicas de como evitar acidentes domésticos com as crianças. Entre outras recomendações, a médica falou sobre a importância de instalação de redes ou telas de proteção nas janelas da casa, inclusive nas do banheiro e da cozinha; de manter longe do alcance dos pequenos remédios, cosméticos, objetos cortantes e elétricos; e de colocar panelas nas bocas de trás do fogão, com os cabos virados para dentro e para trás.&nbsp;&nbsp;</p>
<p><strong>Leia mais:</strong>&nbsp;<strong><a href="https://www.spsp.org.br/PDF/Crescer_Dra._Luciana_acidentes_domésticos.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PDF</a></strong></p>
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		<title>A importância do teste da orelhinha</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-importancia-do-teste-da-orelhinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 20:09:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Audição]]></category>
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<p>Tão logo ocorre o nascimento do bebê, começam os exames diagnósticos: tipagem sanguínea, teste do pezinho, teste da orelhinha e outros. O objetivo é claro: evitar complicações e intervir</p>
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<p style="text-align: justify;">Tão logo ocorre o nascimento do bebê, começam os exames diagnósticos: tipagem sanguínea, teste do pezinho, teste da orelhinha e outros. O objetivo é claro: evitar complicações e intervir precocemente caso exista alguma doença.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema auditivo começa sua formação durante o período gestacional, mas apenas após o nascimento e com a exposição aos diferentes sons é que seu amadurecimento acontece. As informações recebidas pela cóclea, parte interna da orelha, são enviadas via nervo auditivo para o córtex auditivo, área do cérebro responsável pela audição.</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse local que as bases do sistema sensorial auditivo serão criadas, conferindo à criança a habilidade de compreender e discriminar os sons. Este aprendizado, no entanto, só é possível nos primeiros três anos de vida, período no qual o cérebro infantil possui grande plasticidade e por isso é capaz de formar conexões e caminhos nervosos para o córtex auditivo. Passado esse período, ocorre uma reorganização neural no cérebro e os estímulos sonoros provindos da cóclea não terão meios de atingir o córtex auditivo com a mesma eficiência, deixando o indivíduo incapaz de reconhecer os diferentes sons.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não tratar uma perda auditiva precocemente pode implicar prejuízos irreparáveis na audição, além de outras consequências não menos importantes, como distúrbios no desenvolvimento da fala e da linguagem, impactos sociais e emocionais, bem como baixo rendimento escolar e de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), conhecida popularmente como “Teste da Orelhinha”, não poderia ficar de fora dos exames diagnósticos essenciais ao recém-nascido. Estatísticas mundiais apontam que 1 a 3 em cada 1.000 recém-nascidos são diagnosticados com perda auditiva moderada a severa nas maternidades e que esta prevalência aumenta para 2 a 4 em cada 100 bebês nas Unidades de Terapia Intensiva. Com esses dados confirmamos o grande impacto dos distúrbios de audição na população infantil e sua clara necessidade de investigação ao nascimento. No Brasil, a Triagem Auditiva Neonatal é obrigatória por lei em todos os hospitais desde 2010 (Lei Federal n<sup>o</sup> 12.303).</p>
<p style="text-align: justify;">O Teste da Orelhinha é, na realidade, composto por dois exames diferentes. Para bebês sem fatores de risco para perda auditiva, o teste de escolha é denominado Emissões Otoacústicas (EOA). Já nos recém-nascidos com fatores de risco, como histórico familiar de surdez, infecções gestacionais, alterações genéticas e outros, preconiza-se também a realização do Potencial Evocado de Tronco Encefálico (PEATE ou BERA).</p>
<p style="text-align: justify;">Importante ressaltar que ambos os exames são indolores e gratuitos e devem ser realizados dentro dos primeiros 30 dias de vida do bebê, preferencialmente antes da alta da maternidade. Caso apresente alteração, o teste deve ser repetido e, se confirmado qualquer grau de surdez, é de extrema urgência que investigações e tratamentos sejam prontamente iniciados, não ultrapassando os seis meses de idade. Com a identificação precoce da perda auditiva e uma rápida intervenção, é possível proporcionar não apenas uma melhoria na audição e na linguagem, mas também no desenvolvimento global da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Renata Christofe Garrafa<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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