<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Fala - SPSP</title>
	<atom:link href="https://www.spsp.org.br/tag/fala/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.spsp.org.br/tag/fala/</link>
	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Mar 2026 14:18:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Fala - SPSP</title>
	<link>https://www.spsp.org.br/tag/fala/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Meu filho está gaguejando &#8211; e agora?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 14:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Bloqueios]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos Estressantes]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Persistente]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão]]></category>
		<category><![CDATA[Sons]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=55207</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O que é gagueira? é uma alteração da fluência da fala, caracterizada por repetições (por exemplo, “-pa-pa-papai”), prolongamentos de sons (“ssssala”) ou bloqueios (pausas em</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/">Meu filho está gaguejando &#8211; e agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Gagueira-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O que é gagueira? é uma alteração da fluência da fala, caracterizada por repetições (por exemplo, “-pa-pa-papai”), prolongamentos de sons (“ssssala”) ou bloqueios (pausas em que a palavra não sai). É comum em crianças pequenas, enquanto a fala e o controle da linguagem estão em desenvolvimento. Nem toda gagueira na infância vira gagueira persistente (aquela que acompanha a pessoa por mais tempo).</p>
<p style="text-align: justify;">As causas prováveis, baseadas em evidências, incluem</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Alteração ou imaturidade do desenvolvimento neurológico: algumas crianças têm um padrão de desenvolvimento da fala mais sensível; há diferenças na forma como o cérebro processa a linguagem e a coordenação motora da fala.</li>
<li>Genética: estudos mostram maior risco em famílias com histórico de gagueira.</li>
<li>Fatores linguísticos e do ambiente: períodos de rápido ganho de linguagem, falar muito rápido ou frases complexas podem sobrecarregar a criança. Não é culpa dos pais, mas o ambiente pode influenciar a expressão.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Fatores emocionais e de temperamento, ansiedade e frustração, eventos estressantes podem agravar a gagueira, mas não são a causa dela.</p>
<p style="text-align: justify;">Eventos estressantes: grandes modificações na vida da criança (mudança, chegada de irmão) podem coincidir com o início, mas também não são a causa da gagueira.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como agir quando a criança começa a gaguejar</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Manter a calma: reações de nervosismo ou correção imediata aumentam a pressão sobre a criança.</li>
<li>Escutar com atenção e paciência: oferecer tempo para que termine, manter contato visual e não completar as palavras.</li>
<li>Reduzir a pressa: falar de forma lenta e relaxada com a criança; usar frases curtas e pausas para modelar o ritmo natural.</li>
<li>Evitar cobrar falando: “diga certo” ou corrigir a fala durante a conversa. Elogiar tentativas de comunicação, não a fluência.</li>
<li>Criar momentos de interação tranquila: leitura conjunta, brincadeiras que valorizem a comunicação sem pressão.</li>
<li>Procurar orientação profissional se houver dúvida: foniatras e fonoaudiólogos.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando se preocupar (procurar avaliação em curto prazo)</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Início após os 4–5 anos sem sinais de melhora em 3–6 meses.</li>
<li>A criança evita falar em situações sociais, demonstra angústia significativa, ou a gagueira aumenta em frequência/intensidade.</li>
<li>Há bloqueios longos, esforço evidente, sons cortados ou tremores na fala.</li>
<li>Histórico familiar de gagueira persistente.</li>
<li>Desenvolvimento da linguagem atrasado, problemas auditivos ou outras condições neurológicas/psicológicas associadas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quando é razoável aguardar (observação ativa)</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Início entre 18 meses e 4 anos, especialmente durante um período de rápido desenvolvimento da linguagem.</li>
<li>Gagueira intermitente, com intensidade baixa e sem sinais de angústia ou evitação.</li>
<li>Melhora observada em semanas a poucos meses. Nesses casos, acompanhamento cuidadoso (monitoramento por pais e, se possível, por fonoaudiólogo) é apropriado. Manter estratégias de comunicação calmas e apoio emocional costumam ajudar.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">A gagueira na infância é comum e muitas vezes melhora com apoio e tempo. Agir com calma, oferecer um ambiente de fala seguro e buscar avaliação profissional quando houver sinais de risco são as melhores atitudes.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sulene Pirana</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Médica Otorrinolaringologista com Área de Atuação em Foniatria e Medicina do Sono</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Membro do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vice-Presidente do Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da SPSP </strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-filho-esta-gaguejando-e-agora/">Meu filho está gaguejando &#8211; e agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Entendendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA): sinais, causas e a importância da intervenção precoce</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/entendendo-o-transtorno-do-espectro-autista-tea-sinais-causas-e-a-importancia-da-intervencao-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 14:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[Autismo]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Conscientização]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Emocional]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Habilidades]]></category>
		<category><![CDATA[Psíquico]]></category>
		<category><![CDATA[Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[TEA]]></category>
		<category><![CDATA[Transtorno do espectro autista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=50823</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 2 de abril celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data estabelecida</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/entendendo-o-transtorno-do-espectro-autista-tea-sinais-causas-e-a-importancia-da-intervencao-precoce/">Entendendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA): sinais, causas e a importância da intervenção precoce</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/04/Imagem-Dia-Mundial-do-Autismo-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 2 de abril celebra-se o Dia Mundial de Conscientização do Autismo, uma data estabelecida pela ONU em 2007. A iniciativa busca promover a compreensão e a empatia em relação às pessoas no espectro autista, além de incentivar a criação de políticas públicas que garantam a inclusão e a proteção desses indivíduos. O símbolo da conscientização, representado por um laço colorido, reflete a diversidade e a importância de apoiar a causa.</p>
<p style="text-align: justify;">O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição que aparece de várias maneiras, podendo afetar a fala, o comportamento e as habilidades sociais da criança. A partir dos dois anos, os pais começam a notar alguns comportamentos que podem ser sinais do transtorno, como dificuldades para falar, repetir ações constantemente, ter hipersensibilidade a certos estímulos e dificuldades em interagir socialmente. Alguns sinais comuns incluem atraso na fala ou até uma fala muito repetitiva ou sem intenção comunicativa; não manter contato visual; inquietação motora, como balanceio do corpo para frente e para trás, <em><u>flappings</u></em> (chacoalhar as mãos ritmicamente). Além disso, é comum a criança rodar objetos, andar na ponta dos pés e a busca por objetos rígidos e aleatórios e brincadeiras que não envolvem um faz de conta.</p>
<p>Muitos desses comportamentos já haviam sido descritos e nomeados de <em>autismo infantil precoce</em>, em 1943, por Leo Kanner, psiquiatra austríaco naturalizado norte-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">O autismo se apresenta de formas variadas: pode-se dizer que são vários autismos, ainda que algumas características se apresentem em todos eles. Entendemos que todos os indivíduos são únicos, por isso há uma multiplicidade de fenômenos e várias formas e intensidade em que esses comportamentos se apresentam em cada criança. Assim, faz sentido falar em espectro.</p>
<p style="text-align: justify;">As últimas pesquisas apontam para causas multifatoriais, em que há uma interação de causas orgânicas, genéticas, emocionais e ambientais. E as novas descobertas da Epigenética demonstram uma interação importante entre elementos genéticos e ambientais, chamando a atenção para os fatores que interferem na expressividade genética, sem que haja alterações no DNA. Além disso, a plasticidade neuronal, nos primeiros anos de vida, pode ajudar a modificar padrões neuronais.</p>
<p style="text-align: justify;">Vários estudos já apontam para falhas precoces no desenvolvimento dos bebês, que seriam consideradas “portas abertas” para os TEAs. Assim, se pudermos intervir a tempo, em sessões conjuntas pais-bebê, muitas conquistas significativas podem ser alcançadas, fortalecendo os vínculos afetivos e, desta forma, propiciando um desenvolvimento mais satisfatório das funções psíquicas.</p>
<p>Existem cada vez mais estudos e investigações sobre o desenvolvimento dos bebês e as possíveis falhas nesse processo, se detectadas precocemente e trabalhadas, incidirão positivamente na saúde psíquica, muitas vezes desviando essas crianças de um caminho que as levaria ao autismo, ou ao menos amenizando um quadro que poderia vir a ser mais grave.</p>
<p style="text-align: justify;">Muratori e Apicella, dois pesquisadores do autismo, acreditam que as anormalidades no desenvolvimento motor podem estar relacionadas às atipicidades sociais. Os autores postulam que a presença de habilidades motoras precoces fora do padrão, por exemplo, hipoatividade, repertório motor pobre e assimetria postural, pode ser entendida como possível precursora corporal das dificuldades sociais. Esses pesquisadores também salientaram que as intervenções psicanalíticas nas relações iniciais pais-bebês demonstram ganhos significativos nas funções sociais e cognitivas de crianças autistas, principalmente porque acontecem em um momento de maior plasticidade neuronal.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda que seja importante pensarmos em desenvolvimento cognitivo e nos entraves que possam surgir nesse quesito, é imprescindível atentar ao fato de que o cognitivo se constrói junto ao desenvolvimento psíquico e emocional.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa forma, é cada vez mais necessário o estudo do desenvolvimento psíquico e a maneira como trabalharmos com essas crianças, dentro desse referencial que considera a psique e o emocional. Essa abordagem é mais abrangente do que o mero foco na modificação padronizada de comportamentos sociais não adaptados, pois cada criança é única, tem uma história de desenvolvimento, uma família, um psiquismo que lhe é próprio.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Fátima Maria Vieira Batistelli<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Psicanalista da SBPSP &#8211; Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo. Membro do GPPA &#8211; Grupo de Pesquisa e Psicanálise em Autismo.<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro da Clínica 0 a 3 &#8211; Intervenção nas relações iniciais pais-bebê e criança pequena, da SBPSP.<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Núcleo de Estudos de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>


<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/entendendo-o-transtorno-do-espectro-autista-tea-sinais-causas-e-a-importancia-da-intervencao-precoce/">Entendendo o Transtorno do Espectro Autista (TEA): sinais, causas e a importância da intervenção precoce</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Prevenção da surdez começa no pré-natal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-da-surdez-comeca-no-pre-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 12:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[Perda auditiva]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Reabilitação Auditiva]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[Surdez]]></category>
		<category><![CDATA[Teste da orelhinha]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=48812</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 10 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. A prevenção da surdez começa no período pré-natal – saber se existe na família algum caso de surdez</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/prevencao-da-surdez-comeca-no-pre-natal/">Prevenção da surdez começa no pré-natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Em 10 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. A prevenção da surdez começa no período pré-natal &#8211; saber se existe na família algum caso de surdez presente ao nascimento; se os pais são parentes entre si (parentesco de primeiro e segundo graus). Para estes casos, a orientação do geneticista pode ser muito útil.</p>
<p style="text-align: justify;">No período gestacional é fundamental a realização das consultas pré-natais. O acompanhamento com o obstetra é importante para garantir uma evolução sadia do seu futuro bebê!</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se fazer os testes sorológicos na gestante para afastar o risco de infecções maternas durante a gestação, que podem passar despercebidas. São elas: toxoplasmose, citomegalovirose, rubéola, herpes, Aids, sífilis, zika vírus, chikungunya, Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">O período que envolve o parto e a alta hospitalar do bebê são momentos críticos para a audição. Bebês que nascem prematuros e/ou com baixo peso também podem ter risco para a surdez. Internação em UTI por mais de cinco dias, problemas de oxigenação que necessitam de entubação, aumento da bilirrubina em que existe a necessidade de exsanguinotransfusão, uso de antibióticos ototóxicos, meningite, hemorragia periventricular também são fatores de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve sempre ser solicitada a avaliação audiológica de seu bebê antes da alta hospitalar – o que é conhecido como o “Teste da Orelhinha”. É seu direito e é lei. Os testes são simples, rápidos, não invasivos, não dolorosos e permitem avaliar com muita precisão se o seu bebê “passou” na triagem auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Se existe suspeita de falha no “Teste da Orelhinha”, seu bebê deve ser encaminhado para as unidades de referência para confirmação da surdez e se iniciar de forma precoce o processo da reabilitação auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um diagnóstico e a reabilitação da perda auditiva são feitos de forma precoce, as chances de o recém-nascido desenvolver a fala e a linguagem são muito maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o período pré-escolar e escolar, as infecções de ouvido são mais frequentes e podem causar perda auditiva temporária, que pode afetar o bom desenvolvimento da criança. Por isso o acompanhamento periódico com o pediatra e a realização de avaliações audiológicas seriadas são importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas crianças maiores é importante estar atento ao uso de fones de ouvido em volume aumentado. Mesmo a música alta pode causar perda auditiva irreversível.</p>
<p style="text-align: justify;">Que a audição de seu filho não se restrinja apenas ao dia 10 de novembro. A audição que nos permite estar na “presença intelectual dos homens” (Hellen Keller). É graças a audição que iremos desenvolver a fala, a linguagem, que iremos aprender e ensinar.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:</strong></p>
<p><strong>Manoel de Nóbrega<br />Presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/prevencao-da-surdez-comeca-no-pre-natal/">Prevenção da surdez começa no pré-natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>10/11 &#8211; Dia Nacional de Prevenção e Combate da Surdez</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/10-11-dia-nacional-de-prevencao-e-combate-da-surdez/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 17:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Audição]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Filho]]></category>
		<category><![CDATA[Fones de Ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[Indivíduo]]></category>
		<category><![CDATA[Infecções]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvidos]]></category>
		<category><![CDATA[Ouvir]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção da Surdez]]></category>
		<category><![CDATA[Som]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=40643</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-prevencao-surdez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-prevencao-surdez-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-prevencao-surdez-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Definir o que é ouvir ou escutar é extremamente complexo, pois esta capacidade se adapta a muitas funções banais e importantes do nosso dia a dia.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/10-11-dia-nacional-de-prevencao-e-combate-da-surdez/">10/11 &#8211; Dia Nacional de Prevenção e Combate da Surdez</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-prevencao-surdez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-prevencao-surdez-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/11/Imagem-prevencao-surdez-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Definir o que é ouvir ou escutar é extremamente complexo, pois esta capacidade se adapta a muitas funções banais e importantes do nosso dia a dia. Consultando o dicionário, pode-se observar quantos significados há de ouvir, inclusive com sentidos opostos. O som produzido pela fala carinhosa da mãe pode induzir o sono em seu bebê, enquanto os gritos produzidos por ele podem facilmente tirar a mãe de seu sono tranquilo. O som pode transmitir segurança, medo ou pavor.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouvir, para o ser humano, implica fala; dois indivíduos ouvintes e falantes implicam troca. Pode-se ouvir e aprender, como também ensinar. O indivíduo ouvinte tem acesso ao mundo intelectual dos homens, onde a maioria das informações entre dois indivíduos são trocadas oralmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Já o não ouvir significa banir o indivíduo desse meio, privá-lo dessas trocas, interferindo no seu desenvolvimento e na formulação da sua linguagem interior e exterior. Interfere também de maneira definitiva na estrutura familiar e no meio em que o indivíduo vive, na maioria das vezes de forma negativa, pelas dificuldades e preconceitos que acarreta.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção da surdez em crianças envolve cuidados que pais e cuidadores podem tomar desde o nascimento, para garantir que seus filhos desenvolvam uma audição saudável.</p>
<p>Aqui estão algumas orientações importantes:</p>
<ul>
<li><strong>Pré-natal:</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A realização das consultas de pré-natal é fundamental para acompanhar o bom desenvolvimento do seu bebê. Realizar testes sorológicos, aconselhamento genético nos casos de perda auditiva familiar presentes desde o nascimento ou que acometeram crianças pequenas na família, são fundamentais.</p>
<ul>
<li><strong>Teste da audição ao nascimento: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O teste da orelhinha (triagem auditiva neonatal universal) é um procedimento padrão obrigatório por lei e que deve ser realizado em todos os recém-nascidos, para identificar problemas auditivos precocemente. Certifique-se de que o teste seja realizado e, se algum problema for detectado, siga as orientações dos profissionais de saúde.</p>
<ul>
<li><strong>Amamentação: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A amamentação é benéfica para a saúde geral do bebê, incluindo a audição. O leite materno oferece proteção contra infecções e inflamações que podem afetar os ouvidos.</p>
<ul>
<li><strong>Vacinas e cuidados de saúde: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Manter as crianças saudáveis é fundamental para prevenir infecções que possam afetar a audição (como por exemplo sarampo, rubéola, caxumba, meningite). Certifique-se de que seu filho receba todas as vacinas recomendadas que constam do calendário vacinal proposto pela Sociedade de Pediatria. E faça as consultas médicas regulares de seu filho. Seu pediatra sabe o que é melhor para cada idade de seu filho.</p>
<ul>
<li><strong>Evitar exposição a ruídos altos:</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Proteja os ouvidos de seu filho de ruídos intensos, como música alta, fones de ouvido em volume excessivo, brinquedos e máquinas barulhentas. Use protetores auriculares, se necessário, durante eventos barulhentos, como shows ou festas.</p>
<ul>
<li><strong>Cuidado com as infecções do ouvido: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Infecções da orelha média podem ser prejudiciais para a audição. Esteja atento a sinais de infecção, como dor no ouvido, febre e irritabilidade, e procure tratamento médico sempre que necessário. Mesmo na ausência de infecções ativas a criança poderá estar com a audição prejudicada. Portanto, faça audiometria todos os anos até seu filho completar os sete anos. A partir daí o número de infecções de ouvido nas crianças diminui drasticamente.</p>
<ul>
<li><strong>Evite o uso de cotonetes: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Não use cotonetes para limpar os ouvidos das crianças, pois isso pode empurrar cera ou objetos estranhos para dentro do canal auditivo, causando danos. A orelha externa não precisa ser limpa – a cera da orelha não é sujeira; é proteção!</p>
<ul>
<li><strong>Educação sobre ruído: </strong></li>
</ul>
<p>Ensine seus filhos sobre os perigos do ruído alto, fones de ouvido em volumes elevados e a importância de proteger a audição. Use jogos e atividades educacionais para tornar o aprendizado divertido.</p>
<ul>
<li><strong>Verificação da audição: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Realize verificações periódicas da audição de seu filho, especialmente se houver histórico de problemas auditivos na família. Isso pode ajudar a identificar problemas precocemente.</p>
<ul>
<li><strong>Desenvolvimento da linguagem: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Estimule o desenvolvimento da linguagem de seu filho, já que a audição desempenha um papel fundamental na aquisição da linguagem. Converse, leia e cante para seu filho desde cedo.</p>
<ul>
<li><strong>Consulta a um especialista: </strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Se você suspeitar de problemas auditivos em seu filho, consulte um otorrinolaringologista e o fonoaudiólogo, parceiros do seu pediatra. Quanto mais cedo os problemas forem identificados, mais eficaz será o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se de que a prevenção da surdez começa na barriga da mãe e é um esforço contínuo. A conscientização e a educação dos pais e cuidadores desempenham um papel crucial na proteção da audição das nossas crianças.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:</strong><strong><br /></strong><strong>Manoel de Nóbrega<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/10-11-dia-nacional-de-prevencao-e-combate-da-surdez/">10/11 &#8211; Dia Nacional de Prevenção e Combate da Surdez</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>22 de outubro: Dia Internacional da Gagueira</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/22-de-outubro-dia-internacional-da-gagueira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Oct 2023 19:57:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[apoio]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Disfluência]]></category>
		<category><![CDATA[Emocionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Fonoaudiólogo]]></category>
		<category><![CDATA[Gagueira]]></category>
		<category><![CDATA[Início]]></category>
		<category><![CDATA[Orientação]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Pressão]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=40356</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-fono-gagueira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-fono-gagueira-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-fono-gagueira-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Falar é externar seu eu – emoções, desejos – mesmo sem ver, apenas escutando a voz, podemos identificar várias características das pessoas.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/22-de-outubro-dia-internacional-da-gagueira/">22 de outubro: Dia Internacional da Gagueira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-fono-gagueira-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-fono-gagueira-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-fono-gagueira-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Falar é externar seu eu &#8211; emoções, desejos &#8211; mesmo sem ver, apenas escutando a voz, podemos identificar várias características das pessoas. A fala deve sair fluente, sem esforço&#8230; o foco principal deve ser na mensagem e não na forma.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando a fala está alterada? Há prejuízo na comunicação, o ouvinte foca mais em como está a fala do que no conteúdo. A gagueira, uma alteração da fluência da fala, com quebras, repetições, pausas, movimentos associados, chama muito a atenção para o interlocutor, gera julgamento&#8230; muitas vezes a pessoa que gagueja é vista como insegura, incapaz, sem controle emocional. Durante muitas décadas supôs-se, sem base científica, que era criada quando os pais chamavam a atenção dos filhos para a disfluência da fala, de que estes supostamente não teriam consciência. Wendel Johnson, que teve grande influência, era defensor da teoria de que “a gagueira começa no ouvido dos pais e não na boca da criança”. Isto fez com que a orientação dada era a de que não se devia chamar a atenção para os momentos de disfluência, deviam ignorar, sendo considerado normal gaguejar até os 5 anos de idade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por muitos anos a gagueira foi considerada uma alteração emocional. Hoje sabemos que não é assim; a gagueira é um transtorno do neurodesenvolvimento, perturbação do funcionamento das áreas cerebrais responsáveis pela temporalização da fala, afetando seu ritmo e coordenação. Sua manifestação é intermitente: pode ficar dias, semanas sem se manifestar e em outros momentos ser muito acentuada.</p>
<p style="text-align: justify;">Suas causas ainda não são completamente compreendidas, há combinação de fatores genéticos e ambientais, inclusive infecciosos, que podem desencadear as disfluências. É importante notar que não está relacionada à inteligência ou capacidade cognitiva da pessoa. Muitos indivíduos são altamente inteligentes e bem-sucedidos em sua vida pessoal e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem início nos primeiros anos da infância, tanto em meninos quanto em meninas. A maioria vai ter resolução espontânea da gagueira e nenhum tratamento é necessário. Porém devemos ficar atentos aos fatores que aumentam muito a chance de cronificação (persistência dos sintomas): ser menino, instalação gradual da gagueira, história familiar com outras pessoas que gaguejam, especialmente se forem do sexo masculino, outras alterações de fala e linguagem associadas, início após os três anos de idade, história familiar, tensões musculares durante a fala, alterações emocionais, mais de duas repetições por episódio e início da terapia fonoaudiológica após 1 ano do início dos sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos casos com fatores de risco, uma investigação médica e fonoterapia devem ser iniciadas o mais breve possível. Pois o tratamento é benéfico em qualquer idade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Internacional da Gagueira é celebrado em 22 de outubro; tem por objetivo aumentar a conscientização sobre a gagueira e promover a compreensão e aceitação das pessoas que gaguejam.</p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que cada criança é única e o que funciona para uma pode não funcionar para outra. O apoio da família é fundamental para ajudar as crianças a lidar com a gagueira e desenvolver habilidades de fala mais fluentes.</p>
<p>Como os pais, familiares e professores podem apoiar as crianças que gaguejam?</p>
<ul>
<li>Busque orientação profissional: Se você suspeita que seu filho está gaguejando, é importante procurar a orientação de um foniatra ou fonoaudiólogo. Eles podem avaliar a gravidade do problema e criar um plano de tratamento adequado.</li>
<li>Evite pressionar a criança: É fundamental não pressionar a criança a falar mais devagar ou corrigir sua fala constantemente. Isso pode aumentar a ansiedade e agravar a gagueira.</li>
<li>Ouça com paciência: Dê atenção às palavras da criança e demonstre interesse pelo que ela está dizendo. Isso ajuda a reduzir o estresse e a pressão associados à fala.</li>
<li>Fale com calma e devagar: Modelar uma fala tranquila e pausada pode ser útil. Fale naturalmente, mas evite apressar a conversa.</li>
<li>Evite interrupções: Não interrompa a criança enquanto ela está falando. Permita que ela termine suas frases e pense no que quer dizer.</li>
<li>Crie um ambiente de apoio: Incentive a autoestima da criança e seu senso de confiança. Ajude-a a entender que a gagueira não a torna menos valiosa como pessoa.</li>
<li>Pratique a escuta ativa: Faça perguntas abertas e mostre interesse genuíno pelo que seu filho tem a dizer. Isso pode ajudar a reduzir a pressão e a ansiedade associadas à fala.</li>
<li>Estabeleça uma rotina de prática: Se o fonoaudiólogo recomendar exercícios ou técnicas para praticar em casa, siga a orientação e crie uma rotina regular para praticar com seu filho.</li>
<li>Esteja atento a mudanças emocionais: A gagueira pode ser uma fonte de estresse para as crianças. Esteja atento a quaisquer mudanças emocionais ou comportamentais e converse com um profissional de saúde, se necessário.</li>
<li>Mantenha-se informado: Aprenda sobre a gagueira e como melhor apoiar seu filho. Há muitas organizações e recursos disponíveis para pais de crianças que gaguejam.</li>
</ul>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Sulene Pirana<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/22-de-outubro-dia-internacional-da-gagueira/">22 de outubro: Dia Internacional da Gagueira</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meu bebê ainda não fala</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/meu-bebe-ainda-nao-fala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 May 2014 03:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação verbal]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento da fala]]></category>
		<category><![CDATA[Fala]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://comunidadespsp.wordpress.com/?p=620</guid>

					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A comunicação oral é uma necessidade do homem. A sua exteriorização depende de um processo evolutivo complexo e ao mesmo tempo natural, sem a necessidade de um aprendizado formal. O desenvolvimento da fala e da linguagem faz parte deste processo, que progride com o aperfeiçoamento da expressão oral e escrita até a vida adulta. Depende das estruturas físicas, intelectuais e da estimulação que a criança recebe, tanto por parte das pessoas que a cercam como dos sons ambientais ao seu redor. As primeiras emissões vocais com significado têm início ao redor de 1 ano de idade, seguidas pelas holofrases (frases de um vocábulo), até os 20 meses, sendo que, em geral, as crianças do sexo feminino iniciam o processo mais cedo que as do sexo masculino. Dos 12 aos 18 meses espera-se um vocabulário de 50 palavras isoladas, geralmente com características mais plosivas ou nasais (/p/, /m/) e compostas por sílabas (/papa/, /papá/, /mamã/), além de sons sem significado na língua a que ela está exposta. A expansão continua até os 4 anos de idade, com a aquisição de novos fonemas (sons da língua), o aumento de vocabulário, que deve ter mais de 2.500 palavras, e a estruturação de frases, sendo ainda esperadas algumas substituições e omissões. Dos 4 aos 7 anos há a estabilização deste sistema fonológico, sendo que aos 7 anos a criança terá entre 7.000 a 10.000 palavras. A comunicação verbal pode estar comprometida em virtude de perdas auditivas, transtornos do sistema nervoso central, doenças degenerativas, doenças infecciosas gestacionais, perinatais e pós natais, ou do sistema periférico da audição, como mal das orelhas e alterações motoras musculares ou neuro musculares que envolvam respiração, fonação, ressonância vocal, articulação da palavra e alterações crânio faciais como fissura lábio palatina. Deve-se atentar e diagnosticar precocemente a possibilidade de ocorrerem distúrbios psicológicos, espectro do autismo como fator etiológico. É possível investigar o desenvolvimento da linguagem em qualquer fase de desenvolvimento da criança e sob quaisquer situações, mesmo na ausência de fala, com a finalidade de intervir assim que qualquer desvio ou atraso ocorra. A deficiência auditiva é uma das causas de atraso no desenvolvimento da linguagem oral, devendo, portanto, ser minuciosamente analisada pelo otorrinolaringologista. Os pais, cuidadores e profissionais da saúde devem suspeitar de perda auditiva se, a partir do nascimento, a criança não acordar com sons intensos, não se acalmar com a voz da mãe, não ficar atenta a sons, não procurar por fonte sonora lateralmente (a partir dos 3 meses), cessar balbucio aos 6 meses, não desenvolver linguagem oral e quando apresentar alterações na fala. Torna-se imprescindível o acompanhamento das crianças provenientes dos berçários de risco que apresentam como indicadores de risco para perda auditiva os seguintes fatores: consanguinidade, histórico familiar de perda auditiva, uso de medicação ototóxica na gravidez como alguns antibióticos no primeiro trimestre da gestação, infecções gestacionais como citomegalovirose, herpes, lues, rubéola, anoxia neonatal, baixo peso ao nascimento, necessidade de uso de medicação ototóxica e permanência na UTI Neonatal por mais de 5 dias. O diagnóstico é otorrinolaringológico e a intervenção deve ser imediata. Dependendo do diagnóstico e da idade da criança, as intervenções podem ser clínicas, cirúrgicas, indicação e adaptação de aparelho de amplificação sonora individual (AASI), implante coclear, bone anchored hearing aid (BAHA) ou implante de tronco encefálico (para adolescentes e adultos). Na maioria das vezes são acompanhadas por estimulação auditiva e de linguagem, tendo sempre em vista a redução do tempo de privação sensorial auditiva. Estudos ressaltam que a conversa entre adultos e a criança é determinante para o adequado desenvolvimento da fala e da linguagem, pois, interagindo com adultos, a criança tem a oportunidade de errar e ser corrigida, além de praticar e consolidar o conteúdo recém adquirido. De maneira oposta, a grande exposição da criança à televisão, computador, video games e jogos em tablets está relacionada a atrasos no desenvolvimento da linguagem, pois contribuem para a redução da interação entre ela e o adulto. Assim, orientam-se pais e adultos que conversem com as crianças de maneira simples, correta e adequada, em forma e conteúdo para a idade. É importante, nesta ocasião, que a criança tenha a oportunidade de expressar e manifestar seus desejos. O adulto deve deixá-la falar e perguntar o que quiser, em vez de tentar adivinhar ou falar por ela. Entende-se que os primeiros anos da criança são cruciais para a formação de seus conteúdos linguísticos. A identificação, o correto diagnóstico e a intervenção precoce, multiprofissional e multidisciplinar dos distúrbios da fala e da linguagem são de extrema importância para o desenvolvimento da comunicação. Os profissionais envolvidos (pediatras, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos) e familiares devem estar atentos para os sinais de alerta e os fatores de risco para alterações do desenvolvimento da linguagem. ___ Relator: Dr. Silvio Antonio Monteiro Marone Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP. Publicado em 07/05/2014. photo credit: Andrew Taylor &#124; Dreamstime Stock Photos Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-bebe-ainda-nao-fala/">Meu bebê ainda não fala</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/05/dreamstimefree_983482.jpg" rel="prettyphoto[26903]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-621" src="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/05/dreamstimefree_983482.jpg?w=300" alt="Future Bball Star 2" width="300" height="300" /></a>A comunicação oral é uma necessidade do homem. A sua exteriorização depende de um processo evolutivo complexo e ao mesmo tempo natural, sem a necessidade de um aprendizado formal.</p>
<p>O desenvolvimento da fala e da linguagem faz parte deste processo, que progride com o aperfeiçoamento da expressão oral e escrita até a vida adulta. Depende das estruturas físicas, intelectuais e da estimulação que a criança recebe, tanto por parte das pessoas que a cercam como dos sons ambientais ao seu redor.</p>
<p>As primeiras emissões vocais com significado têm início ao redor de 1 ano de idade, seguidas pelas holofrases (frases de um vocábulo), até os 20 meses, sendo que, em geral, as crianças do sexo feminino iniciam o processo mais cedo que as do sexo masculino.</p>
<p>Dos 12 aos 18 meses espera-se um vocabulário de 50 palavras isoladas, geralmente com características mais plosivas ou nasais (/p/, /m/) e compostas por sílabas (/papa/, /papá/, /mamã/), além de sons sem significado na língua a que ela está exposta. A expansão continua até os 4 anos de idade, com a aquisição de novos fonemas (sons da língua), o aumento de vocabulário, que deve ter mais de 2.500 palavras, e a estruturação de frases, sendo ainda esperadas algumas substituições e omissões. Dos 4 aos 7 anos há a estabilização deste sistema fonológico, sendo que aos 7 anos a criança terá entre 7.000 a 10.000 palavras.</p>
<p>A comunicação verbal pode estar comprometida em virtude de perdas auditivas, transtornos do sistema nervoso central, doenças degenerativas, doenças infecciosas gestacionais, perinatais e pós natais, ou do sistema periférico da audição, como mal das orelhas e alterações motoras musculares ou neuro musculares que envolvam respiração, fonação, ressonância vocal, articulação da palavra e alterações crânio faciais como fissura lábio palatina. Deve-se atentar e diagnosticar precocemente a possibilidade de ocorrerem distúrbios psicológicos, espectro do autismo como fator etiológico.</p>
<p>É possível investigar o desenvolvimento da linguagem em qualquer fase de desenvolvimento da criança e sob quaisquer situações, mesmo na ausência de fala, com a finalidade de intervir assim que qualquer desvio ou atraso ocorra.</p>
<p>A deficiência auditiva é uma das causas de atraso no desenvolvimento da linguagem oral, devendo, portanto, ser minuciosamente analisada pelo otorrinolaringologista. Os pais, cuidadores e profissionais da saúde devem suspeitar de perda auditiva se, a partir do nascimento, a criança não acordar com sons intensos, não se acalmar com a voz da mãe, não ficar atenta a sons, não procurar por fonte sonora lateralmente (a partir dos 3 meses), cessar balbucio aos 6 meses, não desenvolver linguagem oral e quando apresentar alterações na fala.</p>
<p>Torna-se imprescindível o acompanhamento das crianças provenientes dos berçários de risco que apresentam como indicadores de risco para perda auditiva os seguintes fatores: consanguinidade, histórico familiar de perda auditiva, uso de medicação ototóxica na gravidez como alguns antibióticos no primeiro trimestre da gestação, infecções gestacionais como citomegalovirose, herpes, lues, rubéola, anoxia neonatal, baixo peso ao nascimento, necessidade de uso de medicação ototóxica e permanência na UTI Neonatal por mais de 5 dias.</p>
<p>O diagnóstico é otorrinolaringológico e a intervenção deve ser imediata. Dependendo do diagnóstico e da idade da criança, as intervenções podem ser clínicas, cirúrgicas, indicação e adaptação de aparelho de amplificação sonora individual (AASI), implante coclear, <em>bone anchored hearing aid</em> (BAHA) ou implante de tronco encefálico (para adolescentes e adultos). Na maioria das vezes são acompanhadas por estimulação auditiva e de linguagem, tendo sempre em vista a redução do tempo de privação sensorial auditiva.</p>
<p>Estudos ressaltam que a conversa entre adultos e a criança é determinante para o adequado desenvolvimento da fala e da linguagem, pois, interagindo com adultos, a criança tem a oportunidade de errar e ser corrigida, além de praticar e consolidar o conteúdo recém adquirido. De maneira oposta, a grande exposição da criança à televisão, computador, video games e jogos em tablets está relacionada a atrasos no desenvolvimento da linguagem, pois contribuem para a redução da interação entre ela e o adulto.</p>
<p>Assim, orientam-se pais e adultos que conversem com as crianças de maneira simples, correta e adequada, em forma e conteúdo para a idade. É importante, nesta ocasião, que a criança tenha a oportunidade de expressar e manifestar seus desejos. O adulto deve deixá-la falar e perguntar o que quiser, em vez de tentar adivinhar ou falar por ela. Entende-se que os primeiros anos da criança são cruciais para a formação de seus conteúdos linguísticos. A identificação, o correto diagnóstico e a intervenção precoce, multiprofissional e multidisciplinar dos distúrbios da fala e da linguagem são de extrema importância para o desenvolvimento da comunicação.</p>
<p>Os profissionais envolvidos (pediatras, otorrinolaringologistas, fonoaudiólogos) e familiares devem estar atentos para os sinais de alerta e os fatores de risco para alterações do desenvolvimento da linguagem.</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
<strong> Dr. Silvio Antonio Monteiro Marone</strong><br />
Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP.</p>
<p>Publicado em 07/05/2014.<br />
photo credit: Andrew Taylor | Dreamstime Stock Photos</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/meu-bebe-ainda-nao-fala/">Meu bebê ainda não fala</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
