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	<title>Arquivos Família - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Família - SPSP</title>
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	<item>
		<title>O que a sua família precisa saber para proteger o futuro das crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-que-a-sua-familia-precisa-saber-para-proteger-o-futuro-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 12:49:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 7 de abril, celebramos o Dia Mundial da Saúde. Para nós, pediatras da Sociedade de Pediatria de São Paulo, essa data é um convite para olhar além das consultas de rotina. É o momento</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-que-a-sua-familia-precisa-saber-para-proteger-o-futuro-das-criancas/">O que a sua família precisa saber para proteger o futuro das crianças</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/04/Imagem-Dia-Mundial-da-Saude-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 7 de abril, celebramos o <strong>Dia Mundial da Saúde</strong>. Para nós, pediatras da Sociedade de Pediatria de São Paulo, essa data é um convite para olhar além das consultas de rotina. É o momento de lembrarmos que a saúde de uma criança não é apenas a ausência de febre ou tosse, mas um estado de equilíbrio que envolve o corpo, a mente e o ambiente em que ela vive.</p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar da saúde infantil em 2026 traz novos desafios. O mundo mudou, e as necessidades dos nossos filhos também. A seguir, destacamos os pilares fundamentais que toda família deve observar para garantir um desenvolvimento saudável e feliz.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> A vacinação: o escudo invisível</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Não há ferramenta de saúde pública mais eficaz do que a vacina. Ela é a prova de amor mais concreta que podemos oferecer. Manter a caderneta de vacinação em dia protege não apenas o seu filho, mas toda a comunidade, impedindo que doenças que considerávamos &#8220;vencidas&#8221; retornem. Em caso de dúvidas sobre novas vacinas ou reforços, o seu pediatra é a fonte mais segura de informação.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> O equilíbrio no mundo digital</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Vivemos em uma era hiperconectada. Se por um lado a tecnologia ajuda no aprendizado, o excesso de telas pode prejudicar o sono, o desenvolvimento da fala e a socialização.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Dica prática:</strong> Estabeleça &#8220;zonas livres de telas&#8221; (como a mesa de jantar e o quarto antes de dormir) e priorize o brincar ao ar livre. O contato com a natureza é um &#8220;santo remédio&#8221; para a saúde mental e física.</li>
</ul>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Alimentação e movimento</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A base da saúde do adulto é construída na infância. Estimular o consumo de alimentos naturais – frutas, legumes e verduras – e evitar os ultraprocessados (aqueles cheios de corantes e conservantes) é um investimento a longo prazo. Além disso, o corpo da criança foi feito para se mexer. O sedentarismo infantil é um risco real para a obesidade e doenças cardiovasculares precoces.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Saúde mental e afeto</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Criança saudável é criança que se sente segura. O estresse tóxico, causado por ambientes instáveis ou violência, pode deixar marcas profundas no desenvolvimento cerebral. O diálogo, o acolhimento das emoções e o tempo de qualidade em família são tão importantes quanto as vitaminas. Esteja atento a mudanças bruscas de comportamento, isolamento ou queda no rendimento escolar; a saúde emocional merece a mesma atenção que a física.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Prevenção de acidentes e violência</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A maior parte dos acidentes domésticos pode ser evitada com medidas simples de segurança. Além disso, a proteção contra qualquer forma de violência – física, sexual, psicológica ou digital – é um direito inalienável da criança. Como sociedade, precisamos estar vigilantes. Se algo parece errado no comportamento do seu filho ou no ambiente ao redor dele, não hesite em buscar orientação profissional.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong> A ética no cuidado</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Como pais e cuidadores, vocês são os principais defensores dos direitos dos seus filhos. Na relação com o médico, exijam sempre clareza, respeito e humanidade. A bioética na pediatria nada mais é do que garantir que cada decisão médica seja tomada pensando no melhor interesse da criança, respeitando sua dignidade em todas as etapas da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão: um olhar atento hoje, um adulto saudável amanhã</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Mundial da Saúde, nosso desejo é que cada família veja o pediatra como um parceiro de jornada. Mais do que tratar doenças, nosso objetivo comum é cultivar a saúde. Que possamos, juntos, construir um ambiente onde cada criança tenha a oportunidade de crescer com alegria, segurança e plenitude.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Pediatria: A arte de cuidar do futuro.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mario Roberto Hirschheimer<br />2º Secretário da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Celebrando o espaço onde o cuidado e o aprendizado se encontram</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/celebrando-o-espaco-onde-o-cuidado-e-o-aprendizado-se-encontram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-500x500.png 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia da Escola, celebrado em 15 de março, é mais do que uma data no calendário. É um convite a reconhecer a importância desse espaço na forma</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-da-Escola-500x500.png 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia da Escola, celebrado em 15 de março, é mais do que uma data no calendário. É um convite a reconhecer a importância desse espaço na formação de crianças e adolescentes, não apenas como local de ensino formal, mas como ambiente essencial de desenvolvimento humano.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola é um dos principais cenários da infância e da adolescência. É ali que se constroem conhecimentos acadêmicos, habilidades sociais, emocionais e cognitivas, que acompanham o indivíduo por toda a vida. Aprender a ler e escrever é fundamental. Aprender a conviver, cooperar, argumentar, respeitar diferenças, construir autonomia e lidar com frustrações é igualmente transformador. Esses aprendizados não estão apenas no currículo, estão nas interações diárias, nas regras compartilhadas, nos combinados coletivos.</p>
<p style="text-align: justify;">Sob a perspectiva da saúde e do desenvolvimento infantil, a escola ocupa papel estratégico. Ambientes estruturados, com rotina previsível e adultos de referência, favorecem segurança emocional e autorregulação. A convivência com pares estimula empatia, comunicação e senso de pertencimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo das diferentes fases do crescimento, a escola assume funções específicas. Na infância, o brincar e a descoberta estruturam a aprendizagem e estimulam o desenvolvimento neurológico. No ensino fundamental, consolidam-se competências acadêmicas e habilidades sociais mais complexas. Na adolescência, a escola se torna espaço de construção de identidade, valores, autonomia e projeto de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que transmitir conteúdos, a escola desenvolve o pensamento crítico, a capacidade de resolução de problemas, responsabilidade e consciência social. Forma cidadãos.</p>
<p style="text-align: justify;">A integração entre família e escola é uma parceria essencial para o desenvolvimento saudável. Comunicação aberta, alinhamento de expectativas e escuta ativa contribuem para que crianças e adolescentes se sintam seguros e apoiados. Também é na escola que, muitas vezes, se identificam precocemente dificuldades de aprendizagem, alterações comportamentais ou sinais de sofrimento emocional. Quando integrada a uma rede de cuidado, que inclui família e profissionais de saúde, a escola atua como potente fator de proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhar o cotidiano escolar não se resume a avaliar notas. Envolve observar bem-estar emocional, relações interpessoais e adaptação às demandas de cada fase.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>No Dia da Escola, um convite à reflexão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Celebrar o Dia da Escola é reconhecer o valor dos educadores, das equipes pedagógicas e de todos os profissionais que sustentam esse ambiente diariamente. É também lembrar que a experiência escolar impacta profundamente a autoestima, a saúde emocional e a trajetória de vida das crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">É, sobretudo, reafirmar que educação e desenvolvimento caminham juntos. Investir na escola é investir na saúde, na cidadania e nas oportunidades das próximas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste 15 de março, que a escola seja celebrada como aquilo que verdadeiramente é: um dos pilares mais importantes na formação integral de crianças e adolescentes. Um espaço de crescimento, descobertas e construção de futuro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Betina Lahterman<br />Presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Doenças raras em pediatria</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/doencas-raras-em-pediatria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 19:27:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 28 de fevereiro, ou 29 em anos bissextos, não por acaso, temos o Dia Mundial das Doenças Raras. Esse grupo de doenças contempla majoritariamente doenças genéticas, mas ainda inclui também doenças infecciosas, inflamatórias e autoimunes. De maneira operacional, a lei brasileira as categoriza em malformações congênitas, deficiência intelectual e erros inatos de metabolismo.  Falar sobre elas torna-se uma missão cada vez mais complexa, dados os avanços de bioquímica e sobretudo da genética molecular. O ganho de escala no sequenciamento de nova geração trouxe um imenso número de novas doenças até então não conhecidas. O sequenciamento do genoma certamente irá contribuir para elucidar um outro sem-número de doenças. Acredita-se que existam entre 6.000 e 8.000 doenças distintas, que afetam cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, e cerca de 13 milhões, ou seja, 5% da população brasileira, sendo que existem pouco mais de 300 geneticistas no país. Isso promove um desafio gigantesco. Proporcional ao número de doentes e inversamente proporcional ao número de centros capacitados para diagnóstico e acompanhamento desses pacientes. Após a suspeita clínica, vem o encaminhamento para algum centro capacitado para reconhecer a doença. A partir daí, cai-se na capacidade de realizar (ou autorizar) os exames complementares mais sofisticados. Vencida essa etapa, por vezes conseguimos chegar ou não a um diagnóstico, que pode ser raro ou não. Esse trajeto pode ser ainda mais sinuoso, já que muitos centros de referência em doenças raras não fazem testes diagnósticos e tanto o setor público quanto a saúde suplementar carecem de linhas de cuidado bem estabelecidas. No outro extremo da cadeia, existem vários laboratórios farmacêuticos envolvidos no desenvolvimento de novas drogas para tratamentos dessas doenças. São as chamadas terapias gênicas, de uso restrito, por vezes com limitações de idade ou peso para serem usadas, ou até mesmo com limitações por tipos de mutações genéticas que causam a doença, ou seja, pacientes com a mesma doença, mas causadas por mutações distintas, podem ser candidatos ou não a receber o tratamento. Não podemos nos esquecer que existem dois outros aspectos muito relevantes quando se aborda doenças raras: aconselhamento genético, dado o risco de recorrência daquela doença na família. Preocupa ainda a existência de “kits” de ancestralidade vendidos em sites de internet. Como lidar com informações sensíveis? Apesar do nome, Doenças Raras, são raras quando estudadas individualmente, mas no conjunto são muito comuns e exigirão capacitação cada vez maior da área da saúde. Por outro lado, o tempo para o diagnóstico deve diminuir, para reduzir a ansiedade da família e do paciente, para poder permitir alguma possibilidade de tratamento (quando for possível), minimizar a morbidade e pensar no impacto financeiro e social das famílias. Outro ponto polêmico é o impacto em saúde pública, sobretudo num país onde o acesso à saúde é universal pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Como financiar esses diagnósticos e tratamentos? Indo um pouco mais além, quem (médicos e hospitais) está capacitado a interpretar os achados laboratoriais corretamente e a cuidar de eventuais complicações desses tratamentos?   Relator:Carlos TakeuchiVice-Presidente do Departamento Científico de Neurologia e Neurocirurgia da SPSP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/02/Imagem-Doencas-Raras-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 28 de fevereiro, ou 29 em anos bissextos, não por acaso, temos o Dia Mundial das Doenças Raras. Esse grupo de doenças contempla majoritariamente doenças genéticas, mas ainda inclui também doenças infecciosas, inflamatórias e autoimunes. De maneira operacional, a lei brasileira as categoriza em malformações congênitas, deficiência intelectual e erros inatos de metabolismo. </p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre elas torna-se uma missão cada vez mais complexa, dados os avanços de bioquímica e sobretudo da genética molecular. O ganho de escala no sequenciamento de nova geração trouxe um imenso número de novas doenças até então não conhecidas. O sequenciamento do genoma certamente irá contribuir para elucidar um outro sem-número de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Acredita-se que existam entre 6.000 e 8.000 doenças distintas, que afetam cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, e cerca de 13 milhões, ou seja, 5% da população brasileira, sendo que existem pouco mais de 300 geneticistas no país.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso promove um desafio gigantesco. Proporcional ao número de doentes e inversamente proporcional ao número de centros capacitados para diagnóstico e acompanhamento desses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a suspeita clínica, vem o encaminhamento para algum centro capacitado para reconhecer a doença. A partir daí, cai-se na capacidade de realizar (ou autorizar) os exames complementares mais sofisticados. Vencida essa etapa, por vezes conseguimos chegar ou não a um diagnóstico, que pode ser raro ou não. Esse trajeto pode ser ainda mais sinuoso, já que muitos centros de referência em doenças raras não fazem testes diagnósticos e tanto o setor público quanto a saúde suplementar carecem de linhas de cuidado bem estabelecidas.</p>
<p style="text-align: justify;">No outro extremo da cadeia, existem vários laboratórios farmacêuticos envolvidos no desenvolvimento de novas drogas para tratamentos dessas doenças. São as chamadas terapias gênicas, de uso restrito, por vezes com limitações de idade ou peso para serem usadas, ou até mesmo com limitações por tipos de mutações genéticas que causam a doença, ou seja, pacientes com a mesma doença, mas causadas por mutações distintas, podem ser candidatos ou não a receber o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Não podemos nos esquecer que existem dois outros aspectos muito relevantes quando se aborda doenças raras: aconselhamento genético, dado o risco de recorrência daquela doença na família. Preocupa ainda a existência de “kits” de ancestralidade vendidos em sites de internet. Como lidar com informações sensíveis?</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do nome, Doenças Raras, são raras quando estudadas individualmente, mas no conjunto são muito comuns e exigirão capacitação cada vez maior da área da saúde. Por outro lado, o tempo para o diagnóstico deve diminuir, para reduzir a ansiedade da família e do paciente, para poder permitir alguma possibilidade de tratamento (quando for possível), minimizar a morbidade e pensar no impacto financeiro e social das famílias.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto polêmico é o impacto em saúde pública, sobretudo num país onde o acesso à saúde é universal pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Como financiar esses diagnósticos e tratamentos? Indo um pouco mais além, quem (médicos e hospitais) está capacitado a interpretar os achados laboratoriais corretamente e a cuidar de eventuais complicações desses tratamentos?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Carlos Takeuchi<br />Vice-Presidente do Departamento Científico de Neurologia e Neurocirurgia da SPSP</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/doencas-raras-em-pediatria/">Doenças raras em pediatria</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Um convite ao cuidado, ao diálogo e à prevenção</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/um-convite-ao-cuidado-ao-dialogo-e-a-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Feb 2026 12:09:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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<p>O Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado em 20 de fevereiro, é mais do que uma data no calendário: é um alerta para famílias, escolas e toda a sociedade sobre</p>
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<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado em 20 de fevereiro, é mais do que uma data no calendário: é um alerta para famílias, escolas e toda a sociedade sobre um tema que começa cada vez mais cedo e pode impactar profundamente o desenvolvimento de crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por que falar sobre isso desde cedo?</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de álcool e outras drogas na adolescência traz riscos severos e muitas vezes irreversíveis, pois ocorre em uma fase crítica de maturação cerebral. O cérebro humano continua em desenvolvimento até cerca dos 25 anos. Durante a infância e a adolescência, áreas fundamentais para tomada de decisões, controle dos impulsos, planejamento e avaliação de riscos ainda estão amadurecendo. O uso precoce de álcool e outras drogas pode interferir nesse processo e aumentar o risco de desenvolver problemas de memória e atenção, ansiedade e depressão, psicose – incluindo esquizofrenia, comportamentos de risco e dependência química na vida adulta (quanto mais cedo o início de uso de drogas, maior o risco de dependência, do desenvolvimento de transtornos mentais associados e de alterações de comportamento).</p>
<p style="text-align: justify;">Álcool também é droga e das mais perigosas para adolescentes. Existe uma falsa ideia de que o álcool é “menos grave” por ser legalizado. Seu uso está associado a maior impulsividade, redução da capacidade de julgamento, exposição a acidentes, violências, relações sexuais desprotegidas e a maior chance de experimentar outras substâncias. Nenhuma quantidade é segura para adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O maior fator de proteção ainda mora dentro de casa: o vínculo familiar é uma das mais poderosas medidas de segurança. O adolescente que se sente ouvido, que tem espaço para conversar sem medo, apresenta menor risco de uso de álcool e drogas. O exemplo fala ainda mais alto. Crianças aprendem muito mais pelo que observam do que pelo que escutam. Portanto, vale a reflexão: como o álcool aparece na rotina da família? Ele está associado à diversão obrigatória? Existe consumo exagerado em frente aos filhos? A família é um espaço de proteção, quando os pais se preocupam com as atitudes dos filhos e os desencorajam a atitudes consideradas de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Prevenir o uso de drogas não significa criar uma redoma, mas formar jovens capazes de fazer escolhas seguras mesmo quando os pais não estão por perto. Muitos pais têm receio de abordar o assunto por medo de “dar ideias”. A ciência mostra exatamente o oposto: crianças e adolescentes que conversam abertamente com seus pais têm menor risco de uso precoce de álcool e drogas. A disponibilidade de informações, adquiridas por diálogos e observação acerca do consumo de drogas e suas complicações, e os laços afetivos entre pais e filhos são importantes para a redução das possibilidades do uso das drogas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para você que é adolescente e está lendo este texto:</p>
<p style="text-align: justify;">Ser independente não é fazer tudo que os outros fazem: é ter coragem de dizer não e de fazer o que é melhor para você. Você tem uma vida inteira pela frente. Não arrisque!!!</p>
<p style="text-align: justify;">No Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, transforme o silêncio em conversa, o medo em orientação e a informação em proteção.</p>
<p style="text-align: justify;">De olho no vício!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Alcohol e-cigarettes, cannabis: concerning trends in adolescent substance use, shows new WHO/Europe report. Disponível em: <a href="https://www.who.int/europe/news/item/25-04-2024-alcohol--e-cigarettes--cannabis--concerning-trends-in-adolescent-substance-use--shows-new-who-europe-report">https://www.who.int/europe/news/item/25-04-2024-alcohol&#8211;e-cigarettes&#8211;cannabis&#8211;concerning-trends-in-adolescent-substance-use&#8211;shows-new-who-europe-report</a></li>
<li>Monteiro MG. Alcohol and public health in the Americas: a case for action. Washington, D.C: PAHO, © 2007. Disponível em -https://www.who.int/docs/default-source/substance-use/alcohol-public-health-americas.pdf?sfvrsn=9227a4f_2</li>
<li>WHO: Neurociencia del consumo y dependencia de sustancias psicoactivas. Washington, D.C: OPS© 2005. Disponível em: https://www.who.int/docs/default-source/substance-use/neuroscience-spanish.pdf</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tania Zamataro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Núcleo de Estudos do Combate ao Uso de Drogas da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<item>
		<title>Dia Nacional da Família: honrando os laços que nos unem e nos formam</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-da-familia-honrando-os-lacos-que-nos-unem-e-nos-formam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Dec 2025 18:25:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Nacional da Família é celebrado em 8 de dezembro, conforme instituído pelo Decreto nº 52.748 de 1963, de 24 de outubro de 1963.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/Imagem-Dia-Nacional-da-Familia-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional da Família é celebrado em 8 de dezembro, conforme instituído pelo Decreto nº 52.748 de 1963, de 24 de outubro de 1963.</p>
<p style="text-align: justify;">As relações familiares, conforme suas características e qualidades, podem proteger ou vulnerabilizar os indivíduos, moldar os estilos de autoestima, habilidades sociais, vínculos e apego; influenciar a saúde mental, o desempenho escolar, a longevidade e servir como rede de apoio prática e emocional nas transições da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A família é um dos principais contextos de socialização e apoio ao longo de toda a vida, embora suas funções mudem conforme os ciclos; sua influência pode permanecer significativa em termos de bem-estar e desenvolvimento emocional, cognitivo e social.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na primeira infância: nesta fase – dos 0 aos 6 anos – a família é a base de tudo. O apoio dos pais e o ambiente familiar positivo são essenciais para o crescimento saudável e para trazer segurança, afeto, linguagem, hábitos e limites. Deve favorecer vínculos seguros, autoconfiança, autoestima, curiosidade e autonomia. Nesse período, o cérebro precisa de muita estimulação para aprender e formar novas conexões e o resultado será ainda maior se for acompanhado de um elo afetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na idade escolar (6-10 anos): época de ampliar seu mundo (escola, amigos) e, ao ter convivência familiar saudável, haverá redução da ansiedade e melhora das habilidades sociais. A família deve continuar sendo estruturante, continuar presente e atenta, fornecer apoio acadêmico e emocional, estabelecer limites claros e consistentes e incentivar a autonomia.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na adolescência: começa aos 10 anos (segundo a Organização Mundial da Saúde &#8211; OMS) e aos 12 anos (de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente &#8211; ECA) e é etapa marcada por busca da identidade e de maior independência. É fundamental nesta fase mostrar modelos parentais coerentes na tomada de decisões, valores e limites, manter diálogo e comunicação abertos, dar apoio emocional e suporte (sem controle excessivo), fornecer apoio, orientação e compreensão durante essa fase desafiadora, transmitir valores e orientações sobre escolhas de vida, educação e carreira.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Na fase de adulto jovem e vida adulta (19–35 anos): relações familiares equilibradas, padrões aprendidos e heranças emocionais devem estar introjetados, para que ocorra transição fácil para a independência, início da vida profissional e formação de sua própria família. Nesta época, mesmo que haja afastamento, a fonte de apoio emocional e social deve continuar a existir em todos os momentos: responsabilidades, sensos de pertencimento e conexão, além de laços familiares fortes, para que seus membros compartilhem experiências, conquistas e desafios.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fazer? Criando laços familiares mais fortes, reunir a família, dedicar tempo de qualidade, compartilhar histórias, todos procurarem se comunicar, criar novas tradições, estabelecer limites que sejam saudáveis, ensinar valores éticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta data oferece excelente espaço para enfrentar desafios e conflitos, superar obstáculos, manter comunicação aberta, apoio mútuo e perdoar. E para agradecer por todo o suporte, dedicação e ensinamentos que recebemos ao longo da vida.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Renata D Waksman<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Vice-Presidente da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
<p> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>O álbum de fotografias da vovó &#8211; Seriedade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-album-de-fotografias-da-vovo-seriedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:07:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>É um momento de muita alegria para a vovó quando o(a) netinho(a) chega daescola, afoito, para perguntar suplicando: – vovó, você me ajuda a fazer a árvore da família?</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-album-de-fotografias-da-vovo-seriedade/">O álbum de fotografias da vovó &#8211; Seriedade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-O-album-de-fotografias-da-vovo-Texto-2-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">É um momento de muita alegria para a vovó quando o(a) netinho(a) chega daescola, afoito, para perguntar suplicando: – vovó, você me ajuda a fazer a árvore da família? Preciso de muitas fotos. Ele(a) bem que tentou falar a palavra complicada – genealógica, mas saiu tropeçando nas letras.</p>
<p style="text-align: justify;">Os diversos álbuns de família são retirados do armário. Parecem muitos aos olhos da avó, mas o(a) netinho(a) comenta: – só tem esses? Eu tenho mais fotos do que você.</p>
<p style="text-align: justify;">Ah! Que delícia para a vovó ir explicando (esse “gerundismo” aqui vai bem!), foto a foto, quem são aqueles personagens exóticos. Tudo parece muito estranho para o(a) netinho(a), mas a vovó pensa e não fala: – “agora, até pra mim parece muito esquisito”.</p>
<p style="text-align: justify;">A vovó aproveita a ocasião e filosofa para o(a) netinho(a): “quando você chegar na mesma idade que eu tenho agora, com certeza você vai rir muito com as suas próprias fotos&#8230; elas parecerão tiradas em outro mundo e você parecerá um alienígena”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conversa vai, conversa vem&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">– Vó, por que todos nessas fotos estão paradinhos e olhando pra frente, sem ninguém dar uma risadinha?</p>
<p style="text-align: justify;">– Você é muito observador(a). É verdade&#8230; naquele tempo, para se tirar uma foto tinha que se pensar muito – escolher um local, um cenário de fundo, uma roupa adequada e ficar como estátua, para nada sair errado. Naquela época,</p>
<p style="text-align: justify;">os filmes de fotografia eram muito caros. Os filmes coloridos eram mais caros ainda. Cada rolo de filme dava para 12, 24 ou até 36 fotografias.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de tiradas, tinham que ser levadas para uma loja especializada para revelar o filme: aí é que você via o que saiu. Às vezes, a constatação era muito triste – o filme queimou, ou a fotografia saiu tremida, enfim, ela não servia para nada. A grande maioria dessas fotos carece então de uma coisa</p>
<p style="text-align: justify;">fundamental: a espontaneidade. O riso brota da espontaneidade, dessa liberdade em ser do jeito que se é ou está e de agir como quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">– Nossa vó, que chato.</p>
<p style="text-align: justify;">– É, meu neto(a), por isso você tem mais fotos que a vovó. Hoje, as novas tecnologias tornaram esse aspecto da vida muito mais fácil. Todo mundo quer registar tudo em foto. Além disso, querem divulgar por aí nas redes sociais, não é mesmo?</p>
<p style="text-align: justify;">– Claro, vó! Senão, qual é a graça?</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:<br />Fernando MF Oliveira<br />Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
<p> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cuidados e proteção da primeira infância: prioridade nacional!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cuidados-e-protecao-da-primeira-infancia-prioridade-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 18:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[6 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância (12 a 18 de outubro) foi instituída pela Lei nº 11.523/2007, com o objetivo de mobilizar a sociedade para </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Violencia-na-Primeira-Infancia-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A Semana Nacional de Prevenção da Violência na Primeira Infância (12 a 18 de outubro) foi instituída pela Lei nº 11.523/2007, com o objetivo de mobilizar a sociedade para proteger crianças de 0 a 6 anos (fase que vai da concepção aos 6 anos de idade) contra todas as formas de violência e conscientizar a população sobre a importância desse período na formação de um cidadão voltado para a convivência social e a cultura da paz.</p>
<p style="text-align: justify;">A primeira infância é um período de rápido e intenso processo de formação das conexões neurais, durante o qual fatores genéticos e ambientais interagem de forma contínua para o desenvolvimento do cérebro e de todo o sistema nervoso central.</p>
<p style="text-align: justify;">Consequentemente, as experiências vivenciadas durante a primeira infância determinam a estrutura neural para o desenvolvimento das habilidades físicas, cognitivas e socioemocionais necessárias para garantir a saúde física e mental dos indivíduos durante toda a vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Nessa fase, se ocorrem experiências adversas — como algumas formas de violência: negligência, maus-tratos físicos ou psicológicos — pode-se gerar consequências permanentes na saúde, aprendizagem e comportamento, além de aumentar o risco de doenças crônicas e transtornos mentais na vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">O chamado estresse tóxico na primeira infância (0 a 6 anos) pode, então, comprometer de forma permanente o desenvolvimento cerebral e afetar o sistema nervoso. A exposição contínua à violência está associada a comportamentos agressivos, uso de substâncias, práticas sexuais de risco e envolvimento em atividades ilícitas. No âmbito familiar, a violência frequentemente se relaciona à violência doméstica, perpetuando ciclos que atravessam gerações e afetam todos os membros da família.</p>
<p style="text-align: justify;">Daí ser extremamente importante que as crianças estejam inseridas em um ambiente enriquecedor, onde os fatores de proteção se sobressaiam aos fatores de risco ao desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A Declaração Universal dos Direitos da Criança em 1959, a Convenção dos Direitos da Criança em 1989 e o nosso Estatuto da Criança e do Adolescente de 1990 são contra a violência e a favor da dignidade, do respeito e da proteção social da criança, na Família, na Sociedade e no Estado. Isso significa que “bater” na criança não é permitido em nenhuma circunstância e sempre é injustificável: “maltratar” significa prejudicar alguém e “maus-tratos” são todos os tipos de abuso, negligência, abandono ou exploração.</p>
<p style="text-align: justify;">Promover ambientes seguros, vínculos afetivos saudáveis e políticas públicas integradas é essencial para garantir que todas as crianças tenham a oportunidade de crescer com dignidade, saúde e amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma infância que seja segura e acolhedora fortalece vínculos familiares e investe no futuro de toda a sociedade, que será mais justa, saudável e resiliente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Renata D Waksman<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Núcleo de Estudos da Violência contra a Criança e o Adolescente da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por que ter um dia para chamar a atenção sobre a saúde de adolescentes e jovens?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/por-que-ter-um-dia-para-chamar-a-atencao-sobre-a-saude-de-adolescentes-e-jovens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 11:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens, comemorado em 22 de setembro, serve para reforçar a necessidade de atenção especial</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Saude-de-Jovens-e-Adolescentes-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional da Saúde de Adolescentes e Jovens, comemorado em 22 de setembro, serve para reforçar a necessidade de atenção especial às pessoas desse grupo populacional, que engloba a adolescência (10 a 19 anos e 11 meses) e juventude (15 a 24 anos).</p>
<p style="text-align: justify;">A adolescência é uma fase marcada por intensas transformações físicas, cognitivas, emocionais e sociais. É um período delicado da vida, em que mudanças hormonais, busca por identidade, influências de amigos e descobertas de novas responsabilidades podem gerar inseguranças, afetando a saúde mental e aumentando a exposição a situações de risco. Além disso, é uma oportunidade para orientar e corrigir hábitos adquiridos na infância, como padrões alimentares inadequados, sedentarismo, excesso de tempo diante de telas, dificuldades relacionadas ao sono e habilidades sociais. É na juventude que se inicia a prática de todo aprendizado dos anos anteriores, o exercício da autonomia e do autocuidado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como ensinar adolescentes e jovens a cuidarem de sua saúde?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para formar adultos saudáveis e autônomos é preciso que exista uma rede de apoio, composta por famílias, escolas e profissionais de saúde. Quando essa rede atua de forma articulada, o adolescente encontra suporte para enfrentar dilemas, buscar ajuda diante de dificuldades e adotar hábitos que favoreçam um futuro mais saudável. Quando se sentem ouvidos e apoiados, os adolescentes tornam-se capazes de tomar boas decisões e construir projetos de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Crescer em ambiente com diálogo aberto, escuta e ausência de julgamentos facilita ao adolescente tirar dúvidas e falar sobre medos e dificuldades. Conversas sobre autocuidado, respeito ao corpo, privacidade e sexualidade contribuem para escolhas mais seguras. O convívio familiar abre oportunidades de conversas, fortalece vínculos e exerce um fator protetor para o envolvimento em comportamentos de risco. Pais e responsáveis precisam ficar atentos a mudanças bruscas de condutas, como isolamento social, queda no rendimento escolar, alterações no sono ou alimentação, entre outras, pois são sinais que podem indicar sofrimento emocional e, quando percebidos, eles devem buscar ajuda profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">As escolas, além de serem locais para o aprendizado acadêmico, podem ser espaços de promoção de saúde e bem-estar. Incentivar rodas de conversa sobre saúde física e mental, sexualidade, prevenção de violência e projetos de vida permite aos alunos acesso à informação de qualidade e esclarece mitos. A instituição deve oferecer um ambiente acolhedor, onde estudantes sintam-se seguros para fazer perguntas, expressar sentimentos e procurar apoio sem medo de julgamento ou punição. É fundamental que exista um posicionamento <em>antibullying</em>, com políticas que incluam normas explícitas de convivência, com canais de escuta e denúncia, acompanhamento psicológico quando necessário e ações educativas contínuas. Quando a escola assume postura firme e transmite a mensagem de que violência e discriminação não são permitidas, fortalece vínculos e previne problemas de saúde emocional que poderiam causar impactos até a vida adulta.</p>
<p style="text-align: justify;">Profissionais de saúde precisam adotar uma abordagem centrada no indivíduo, considerando suas necessidades, seus direitos e sua autonomia crescente. O atendimento deve ser feito com respeito, sigilo e empatia, favorecendo o vínculo de confiança. Adolescentes têm o direito de serem atendidos desacompanhados, desde que apresentem condições de compreender o que lhes é explicado e, mesmo quando acompanhados, é desejável que tenham um momento de privacidade, para que possam tirar dúvidas e receber orientações baseadas em suas vivências. O desenvolvimento da autonomia nos cuidados em saúde deve começar nessa fase da vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fase de transição para a vida adulta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No fim da adolescência e início da juventude ocorre a finalização da escola, a entrada na faculdade, ingresso no mercado de trabalho e às vezes a saída de casa. É o início da vida adulta, com menos dependência da família. A liberdade adquirida nesse momento de vida é tentadora, sendo comum que se priorizem as festas, relacionamentos amorosos e saídas com amigos, em detrimento dos cuidados em saúde. O preparo para esse momento deve ser construído gradativamente no decorrer da adolescência, focando no desenvolvimento de autonomia com responsabilidade. Aprender a marcar consultas, compreender receitas, gerenciar as medicações, reconhecer sinais de alerta e saber onde buscar ajuda são competências tão importantes quanto aprender a administrar finanças e um lar. Quando esse treinamento não é feito, pode resultar em abandono das visitas médicas e de tratamentos, com grande impacto na saúde, principalmente naqueles com doenças crônicas e que necessitam de cuidados contínuos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a atuação conjunta da família, escola e profissionais de saúde que ofereçam informações de qualidade, acolhimento e oportunidades de desenvolvimento seguro, criam-se condições para que adolescentes e jovens façam escolhas conscientes, enfrentem desafios com resiliência e tornem-se adultos saudáveis, autônomos e preparados para participar plenamente da vida social e profissional.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Andrea Hercowitz<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenadora do Grupo de Trabalho da Fase de Transição para a Vida Adulta da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Adolescência da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Núcleo de Estudos dos Direitos da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>
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			</item>
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		<title>Importância do pré-natal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/importancia-do-pre-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 18:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, é imprescindível abordarmos a importância do pré-natal para a mãe e seu bebê. Durante a gestação, a mulher passa por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que podem influenciar o seu bem-estar e o desenvolvimento do bebê. O pré-natal é uma oportunidade valiosa para monitorar a saúde da gestante, detectar precocemente possíveis complicações e promover hábitos saudáveis em benefício tanto da mãe quanto da criança. Nas consultas periódicas, o obstetra avalia o progresso da gravidez, solicita e analisa o resultado de exames laboratoriais e de imagem e oferece orientações sobre nutrição, atividade física e bem-estar emocional, entre outros. A detecção precoce de condições como anemia, diabetes gestacional, hipertensão arterial ou infecções pode ser decisiva para a saúde do binômio mãe-bebê, pois muitos problemas podem ser tratados de forma eficaz se identificados a tempo. O pré-natal também tem papel educativo. Durante as consultas, as gestantes devem ser informadas sobre as mudanças que ocorrem em seus corpos, os cuidados necessários para uma gestação saudável e os sinais de alerta a serem observados. Isso contribui para as mães se sentirem mais seguras e preparadas para enfrentar os desafios da gravidez e do parto. A orientação sobre a importância da alimentação equilibrada, do repouso adequado e da prática de atividades físicas seguras é essencial para a manutenção da saúde. A gravidez é um período repleto de ansiedades e preocupações, e o apoio psicológico é fundamental para ajudar a gestante a lidar com essas questões. Profissionais de saúde podem oferecer suporte emocional, abordando temas como o medo do parto e a adaptação à nova vida. Isso é particularmente importante, pois a saúde mental da mãe está diretamente relacionada ao desenvolvimento do bebê. Durante o pré-natal, é importante que seja elaborado um “plano de parto”, uma ferramenta importante que permite que a gestante expresse suas preferências sobre o trabalho de parto e o nascimento. Durante as consultas de pré-natal, as gestantes podem discutir suas expectativas e preocupações com o obstetra, incluindo opções de alívio da dor, preferências sobre intervenções, ambiente do parto, cuidados imediatos com o bebê, como o contato pele a pele e a amamentação logo após o nascimento. Ter um plano de parto ajuda a gestante a se sentir mais segura e preparada, além de facilitar a comunicação com a equipe da maternidade. Por outro lado, é importantíssimo que a grávida siga as recomendações médicas. Isso inclui não apenas comparecer às consultas de pré-natal, mas também seguir as orientações sobre medicamentos, vacinas e hábitos de vida saudáveis. A automedicação, por exemplo, pode representar riscos sérios tanto para a mãe quanto para a criança em desenvolvimento. As gestantes devem consultar seus médicos antes de tomar qualquer medicação ou suplemento, por mais comum que seja. Do mesmo modo, a gestante deve ser informada sobre os malefícios do consumo de álcool, por menor que seja, para si mesma e, principalmente, para o bebê em desenvolvimento, e orientada a abster-se de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante toda a gestação e a lactação. A adesão às orientações médicas também se estende ao cuidado com a saúde bucal e à realização de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografias. A saúde bucal, em particular, tem sido correlacionada com a saúde geral da gestante, e cuidados adequados nessa área podem prevenir problemas que afetam tanto a mãe quanto o bebê. Esses exames ajudam a monitorar o desenvolvimento do feto, permitindo que os profissionais identifiquem possíveis anomalias ou complicações. Também é imprescindível que a gestante receba apoio da família e da comunidade. A participação do parceiro e de outros membros da família no processo de pré-natal pode promover um ambiente mais seguro e acolhedor, além de ajudar a mãe a sentir-se mais amparada. O envolvimento da família nas consultas e no aprendizado sobre o que esperar durante a gravidez e após o nascimento do bebê é fundamental para o sucesso dessa experiência. Finalmente, lembramos a consulta pré-natal com o pediatra, que deve ocorrer por volta da 32ª semana de gestação. Ela é um complemento importante à atuação do obstetra, pois permite que os pais recebam informações essenciais sobre cuidados com o bebê, vacinas e sinais de alerta de problemas de saúde. Essa consulta ajuda a identificar riscos, proporciona orientações sobre amamentação e desenvolvimento, e estabelece um relacionamento de confiança entre os pais e o pediatra, facilitando o acompanhamento da saúde da criança desde o nascimento. Além disso, preparar os pais para os desafios iniciais da paternidade pode garantir um ambiente mais saudável e seguro para o recém-nascido. Em outras palavras, o pré-natal e o cumprimento das recomendações médicas são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. Esses cuidados não apenas promovem um desenvolvimento saudável durante a gestação, mas também preparam a mãe para a maternidade e ajudam a estabelecer um vínculo afetivo com o recém-nascido. O pré-natal é, portanto, um investimento no futuro, pois uma gestação saudável resulta em um bebê mais forte e em melhores condições para enfrentar os desafios da vida. Assim, é fundamental que todas as gestantes tenham acesso a esses cuidados e sejam encorajadas a buscar e seguir as orientações médicas ao longo de toda a gravidez.   Saiba mais: &#8211; Ministério da Saúde do Brasil. (2021). Cuidado pré-natal: manual de orientações. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sogirgs.org.br/pdfs/manual_assistencia_gestante_2021.pdf (atualização do Manual de 2016, publicado durante a pandemia: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf) &#8211; Organização Mundial da Saúde (OMS). (2016). Diretrizes sobre cuidados durante a gravidez e o parto. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250800/WHO-RHR-16.12-por.pdf?sequence=2&#38;isAllowed=y Do original em inglês: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250796/9789241549912-eng.pdf?sequence=1   Relator: Corintio Mariani NetoMembro do Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo  </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, é imprescindível abordarmos a importância do pré-natal para a mãe e seu bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a gestação, a mulher passa por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que podem influenciar o seu bem-estar e o desenvolvimento do bebê. O pré-natal é uma oportunidade valiosa para monitorar a saúde da gestante, detectar precocemente possíveis complicações e promover hábitos saudáveis em benefício tanto da mãe quanto da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas consultas periódicas, o obstetra avalia o progresso da gravidez, solicita e analisa o resultado de exames laboratoriais e de imagem e oferece orientações sobre nutrição, atividade física e bem-estar emocional, entre outros. A detecção precoce de condições como anemia, diabetes gestacional, hipertensão arterial ou infecções pode ser decisiva para a saúde do binômio mãe-bebê, pois muitos problemas podem ser tratados de forma eficaz se identificados a tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O pré-natal também tem papel educativo. Durante as consultas, as gestantes devem ser informadas sobre as mudanças que ocorrem em seus corpos, os cuidados necessários para uma gestação saudável e os sinais de alerta a serem observados. Isso contribui para as mães se sentirem mais seguras e preparadas para enfrentar os desafios da gravidez e do parto. A orientação sobre a importância da alimentação equilibrada, do repouso adequado e da prática de atividades físicas seguras é essencial para a manutenção da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A gravidez é um período repleto de ansiedades e preocupações, e o apoio psicológico é fundamental para ajudar a gestante a lidar com essas questões. Profissionais de saúde podem oferecer suporte emocional, abordando temas como o medo do parto e a adaptação à nova vida. Isso é particularmente importante, pois a saúde mental da mãe está diretamente relacionada ao desenvolvimento do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o pré-natal, é importante que seja elaborado um “plano de parto”, uma ferramenta importante que permite que a gestante expresse suas preferências sobre o trabalho de parto e o nascimento. Durante as consultas de pré-natal, as gestantes podem discutir suas expectativas e preocupações com o obstetra, incluindo opções de alívio da dor, preferências sobre intervenções, ambiente do parto, cuidados imediatos com o bebê, como o contato pele a pele e a amamentação logo após o nascimento. Ter um plano de parto ajuda a gestante a se sentir mais segura e preparada, além de facilitar a comunicação com a equipe da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, é importantíssimo que a grávida siga as recomendações médicas. Isso inclui não apenas comparecer às consultas de pré-natal, mas também seguir as orientações sobre medicamentos, vacinas e hábitos de vida saudáveis. A automedicação, por exemplo, pode representar riscos sérios tanto para a mãe quanto para a criança em desenvolvimento. As gestantes devem consultar seus médicos antes de tomar qualquer medicação ou suplemento, por mais comum que seja. Do mesmo modo, a gestante deve ser informada sobre os malefícios do consumo de álcool, por menor que seja, para si mesma e, principalmente, para o bebê em desenvolvimento, e orientada a abster-se de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante toda a gestação e a lactação.</p>
<p style="text-align: justify;">A adesão às orientações médicas também se estende ao cuidado com a saúde bucal e à realização de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografias. A saúde bucal, em particular, tem sido correlacionada com a saúde geral da gestante, e cuidados adequados nessa área podem prevenir problemas que afetam tanto a mãe quanto o bebê. Esses exames ajudam a monitorar o desenvolvimento do feto, permitindo que os profissionais identifiquem possíveis anomalias ou complicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é imprescindível que a gestante receba apoio da família e da comunidade. A participação do parceiro e de outros membros da família no processo de pré-natal pode promover um ambiente mais seguro e acolhedor, além de ajudar a mãe a sentir-se mais amparada. O envolvimento da família nas consultas e no aprendizado sobre o que esperar durante a gravidez e após o nascimento do bebê é fundamental para o sucesso dessa experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, lembramos a consulta pré-natal com o pediatra, que deve ocorrer por volta da 32ª semana de gestação. Ela é um complemento importante à atuação do obstetra, pois permite que os pais recebam informações essenciais sobre cuidados com o bebê, vacinas e sinais de alerta de problemas de saúde. Essa consulta ajuda a identificar riscos, proporciona orientações sobre amamentação e desenvolvimento, e estabelece um relacionamento de confiança entre os pais e o pediatra, facilitando o acompanhamento da saúde da criança desde o nascimento. Além disso, preparar os pais para os desafios iniciais da paternidade pode garantir um ambiente mais saudável e seguro para o recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, o pré-natal e o cumprimento das recomendações médicas são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. Esses cuidados não apenas promovem um desenvolvimento saudável durante a gestação, mas também preparam a mãe para a maternidade e ajudam a estabelecer um vínculo afetivo com o recém-nascido. O pré-natal é, portanto, um investimento no futuro, pois uma gestação saudável resulta em um bebê mais forte e em melhores condições para enfrentar os desafios da vida. Assim, é fundamental que todas as gestantes tenham acesso a esses cuidados e sejam encorajadas a buscar e seguir as orientações médicas ao longo de toda a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ministério da Saúde do Brasil. (2021). Cuidado pré-natal: manual de orientações. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sogirgs.org.br/pdfs/manual_assistencia_gestante_2021.pdf (atualização do Manual de 2016, publicado durante a pandemia: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Organização Mundial da Saúde (OMS). (2016). Diretrizes sobre cuidados durante a gravidez e o parto. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250800/WHO-RHR-16.12-por.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y</p>
<p style="text-align: justify;">Do original em inglês:</p>
<p style="text-align: justify;">chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250796/9789241549912-eng.pdf?sequence=1</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Corintio Mariani Neto<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Qualidade de vida da criança em cuidado domiciliar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/qualidade-de-vida-da-crianca-em-cuidado-domiciliar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Jul 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-crianca-em-cuidado-domiciliar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-crianca-em-cuidado-domiciliar-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-crianca-em-cuidado-domiciliar-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A qualidade de vida em Atenção Domiciliar (Home Care) pode ser melhor do que em ambiente hospitalar. A internação domiciliar é capaz de oferecer um atendimento</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-crianca-em-cuidado-domiciliar-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-crianca-em-cuidado-domiciliar-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-crianca-em-cuidado-domiciliar-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A qualidade de vida em Atenção Domiciliar (Home Care) pode ser melhor do que em ambiente hospitalar. A internação domiciliar é capaz de oferecer um atendimento individualizado e personalizado, adaptado às necessidades específicas do paciente, da família e do ambiente em que vivem, gerando adesão ao cuidado e bons resultados assistenciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que considerar a internação domiciliar?</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Conforto e privacidade:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A criança sente-se mais à vontade em casa, pela familiaridade do ambiente e a possibilidade de manter suas rotinas e hábitos. Este contexto favorável é capaz de diminuir o estresse e a ansiedade e proporcionar sensação de segurança e tranquilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O ambiente acolhedor apoia positivamente no eficaz controle da dor e de sintomas desagradáveis, gerando impactos positivos para a saúde do paciente.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong>Menor risco de infecções:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A internação domiciliar reduz a exposição a germes e bactérias hospitalares, diminuindo o risco de infecções. No ambiente domiciliar existe apenas um paciente, os profissionais cuidam apenas daquele paciente e não circulam de leitos em leitos, de forma que existe uma “barreira física” para transmissão de agentes infecciosos, como vírus e bactérias, fato que ficou bastante evidente na pandemia. Quando se fala em transmissão de infecção não existe dúvida: o lugar mais seguro para o paciente é em casa.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong>Maior autonomia e independência do pequeno paciente:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Estar em casa permite que o paciente tenha autonomia e independência máxima dentro das possibilidades da sua condição de saúde, o que contribui para a saúde mental e desenvolvimento neuropsicomotor da criança.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong>Envolvimento da família:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Os familiares podem participar mais ativamente do cuidado e do tratamento, proporcionando suporte emocional e promovendo um ambiente positivo para a cura que fortalece os laços e contribui para a recuperação do paciente. O vínculo e apoio dos pais têm papel crucial no desenvolvimento de toda criança, e a internação domiciliar potencializa esse vínculo para aqueles que mantêm necessidades contínuas de cuidados de saúde.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong>Acompanhamento individualizado e personalizado:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A Atenção Domiciliar possui uma equipe interdisciplinar, composta por médicos pediatras, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistente social, nutricionista, entre outros. Essa equipe de saúde atua de forma integrada, com foco no paciente, visando construir um plano de cuidado personalizado para as necessidades individuais do paciente, o que pode melhorar a resposta ao tratamento, a recuperação, o desfecho clínico e a satisfação do paciente e família. </p>
<ol style="text-align: justify;" start="6">
<li><strong>Redução do estresse e fadiga: </strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A Atenção Domiciliar reduz a necessidade de deslocamentos frequentes, reduzindo o estresse e a fadiga associados às viagens para hospitais ou clínicas para consultas, exames e terapias. </p>
<ol style="text-align: justify;" start="7">
<li><strong>Humanização do atendimento:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Em domicílio é mantida a interação da criança com os membros da família, amigos, animais de estimação, brinquedos, etc., o que permite um cuidado mais humanizado, que tem como um dos pilares o bem-estar e a qualidade de vida do paciente e seus familiares. </p>
<ol style="text-align: justify;" start="8">
<li><strong>Melhoria na resposta ao tratamento:</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A equipe que atende em domicílio é submetida a capacitação técnica contínua, através de programas de educação continuada. A atuação dessa equipe capacitada de forma interdisciplinar e centrada no paciente, em associação a um ambiente confortável e acolhedor e ao apoio da família, contribui positivamente para uma melhor resposta ao tratamento e uma recuperação mais rápida. </p>
<p style="text-align: justify;">O acompanhamento contínuo das crianças em domicílio, através de múltiplas visitas domiciliares e de monitoramento periódico, ajuda na prevenção de complicações e identificação precoce de descompensações clínicas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem são os pacientes habitualmente atendidos em domicílio no Brasil?</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Crianças com doenças crônicas, que tornam o paciente dependente de cuidado, como:</li>
</ol>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Doenças neurológicas, doenças cardíacas e respiratórias</li>
<li>Doenças neuromusculares: atrofia muscular espinhal (AME), distrofia muscular de Duchenne, entre outras</li>
<li>Sequelas ou complicações de prematuridade</li>
</ul>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Pacientes com doenças agudas como:</li>
</ol>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Bronquiolite</li>
<li>Crise asmática</li>
<li>Infecção urinária, pneumonia e outras infecções</li>
</ul>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Pacientes em cuidados paliativos, oncológicos e não oncológicos:</li>
<li>Pacientes com indicação para administração de medicamentos parenterais ou nutrição parenteral</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quais são os principais recursos disponíveis no Atendimento Domiciliar?</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Equipe multiprofissional – visitas domiciliares de médicos pediatras, enfermeiros, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, assistente social, nutricionista, terapeuta ocupacional;</li>
<li>Técnico de Enfermagem em atendimento pontual ou turnos de plantão de 12 ou 24 h;</li>
<li>Equipamentos: oxímetro, aspirador, ventiladores mecânicos, bomba de infusão, etc.;</li>
<li>Administração de medicação por via oral, por sonda ou gastrostomia, por via subcutânea e endovenosa;</li>
<li>Administração de nutrição parenteral;</li>
<li>Cuidados com a pele e ostomias;</li>
<li>Atendimento de Emergência.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O atendimento domiciliar pediátrico é uma estratégia eficaz para oferecer cuidados de baixa, média e alta complexidade, assegurando intervenções seguras, personalizadas e centradas na criança e família.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Valentina Rinaldi V. D. Estrada<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Atenção Domiciliar da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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