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	<title>Arquivos Fisioterapia - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Fisioterapia - SPSP</title>
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		<title>Word Day 2026 &#8211; Mais que um diagnóstico, uma jornada de cuidado</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/word-day-2026-mais-que-um-diagnostico-uma-jornada-de-cuidado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:17:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 18 de março, unimos forças pelo WORD Day (World Young Rheumatic Diseases Day) – Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 18 de março, unimos forças pelo WORD Day (World Young Rheumatic Diseases Day) &#8211; Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens. Assim como acontece em outros países, no Brasil, diferentes entidades médicas, entre elas a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), se reúnem para difundir o conhecimento sobre as doenças reumáticas em crianças e adolescentes, com o objetivo de auxiliar no diagnóstico precoce e realizar encaminhamento aos reumatologistas pediátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma data no calendário, é o momento para dar visibilidade aos desafios enfrentados pelos pais e pacientes com doenças reumáticas, além de conscientizar a sociedade sobre condições que, apesar de muitas vezes estarem associadas ao envelhecimento, também atingem pessoas jovens, podendo causar dor, limitações físicas e impacto emocional significativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembrar esse dia é fundamental para combater o preconceito, incentivar o diagnóstico precoce e garantir acesso ao tratamento adequado, promovendo mais qualidade de vida e oportunidades para os jovens viverem plenamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desmistificando as doenças reumáticas: conhecer para acolher</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente o medo surge do que não conhecemos. Ao ouvir o termo &#8220;reumatismo&#8221;, muitas pessoas imaginam um idoso com mobilidade limitada, mas, na prática, o “reumatismo” não tem idade: crianças, adolescentes e jovens adultos também podem ser afetados, com impactos na vida escolar, profissional e social.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas das doenças reumáticas em crianças podem ser confundidos com outras condições mais comuns, o que leva a atrasos no tratamento e agrava o quadro do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Entender melhor essas doenças – seus sintomas, desafios e possibilidades de tratamento – é fundamental para combater preconceitos, reduzir o estigma e cultivar empatia. Informação de qualidade gera compreensão, e compreender é o primeiro passo para acolher, apoiar e garantir que quem vive com uma doença reumática receba respeito, acesso ao cuidado adequado e oportunidades de uma vida plena. Isso é especialmente importante para que crianças não percam momentos essenciais de brincar, estudar, praticar esportes e participar de atividades sociais devido à falta de conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao compartilhar histórias de jovens que superam as dificuldades das doenças reumáticas, esse Dia ajuda a mostrar que é possível viver bem com essas condições, desde que se tenha o tratamento adequado e o suporte necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Derrubando os mitos mais comuns:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Vai passar quando crescer&#8221;:</strong> Muitas vezes, elas são confundidas com “dores de crescimento” ou vistas como algo que simplesmente vai passar com o tempo. No entanto, essas condições são doenças reais, que podem ser crônicas e exigir acompanhamento médico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;É só por causa do frio&#8221;:</strong> embora o frio possa aumentar a sensação de dor, ele não é a causa de doenças reumáticas. Essas condições têm origens mais complexas, envolvendo fatores genéticos, ambientais e imunológicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;É doença de idosos&#8221;:</strong> este é, talvez, o mito mais comum. Crianças, jovens e adultos em idade produtiva também podem receber um diagnóstico de doença reumática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Não tem o que fazer&#8221;:</strong> no passado, receber um diagnóstico de doença reumática era encarado como um caminho sem retorno, já que essas condições não têm cura. Hoje, a medicina avançou significativamente, e graças a novos tratamentos e pesquisas de ponta, alcançar a “remissão” – quando a doença fica silenciosa e sem sintomas – tornou-se uma realidade possível para muitos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que o corpo está tentando dizer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas não afetam apenas as articulações; elas englobam várias condições inflamatórias e autoimunes que podem atingir outros tecidos do corpo. Condições como a <strong>artrite idiopática juvenil, o lúpus eritematoso sistêmico juvenil,</strong> <strong>a dermatomiosite juvenil, vasculites e a esclerodermia sistêmica </strong>podem causar dor, inchaço nas articulações, limitações de movimento, fraqueza muscular e fadiga, afetando diretamente a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhecer esses nomes não é rotular o paciente, mas sim oferecer um mapa para que ele possa navegar com mais segurança. Quando o paciente compreende como a doença afeta o seu organismo, ele passa a assumir um papel ativo no próprio cuidado. Esse entendimento fortalece sua autonomia e contribui para escolhas mais conscientes ao longo do tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O impacto do diagnóstico precoce</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas doenças reumáticas, a janela de oportunidade entre os primeiros sintomas e o início do tratamento pode mudar completamente o rumo de uma vida. O diagnóstico precoce é fundamental, pois permite que a inflamação seja controlada o quanto antes. Quando tratadas a tempo, essas doenças podem ser controladas com medicamentos, fisioterapia e terapias específicas. No entanto, o diagnóstico tardio pode resultar em danos irreversíveis, como deformidades nas articulações ou problemas em órgãos internos, como rins, coração e pulmão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estilo de vida e adaptação: como viver bem além das limitações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Receber um diagnóstico não representa o fim do caminho, mas o começo de uma nova etapa. Ajustar o estilo de vida pode ser um dos maiores desafios nesse processo, porém também se torna uma oportunidade de transformação e cuidado consigo mesmo.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>O movimento como remédio</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer contraditório recomendar exercícios a quem convive com dor, porém o movimento é um componente fundamental do tratamento. Atividades de baixo impacto, como natação, pilates ou caminhadas leves – sempre respeitando os limites do corpo e com orientação profissional – contribuem para manter as articulações ativas e a musculatura fortalecida. Nesse contexto, o exercício não tem como objetivo o desempenho, mas a manutenção da mobilidade e do bem-estar.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Alimentação e repouso: repondo as energias</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Uma alimentação equilibrada, com foco em alimentos de ação anti-inflamatória, pode atuar como um importante aliado ao tratamento medicamentoso. Da mesma forma, reconhecer a importância do sono e respeitar os momentos de cansaço fazem parte do cuidado com o corpo. Quando o organismo sinaliza a necessidade de pausa, descansar não significa parar, mas permitir a recuperação necessária para seguir adiante com mais equilíbrio.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>A adaptação mental</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Conviver de forma equilibrada com uma doença reumática exige, antes de tudo, uma adaptação mental. Ajustes simples no dia a dia – seja em casa, na escola ou no trabalho – não apenas facilitam a rotina, mas também fortalecem a sensação de controle e autonomia. Ao reconfigurar nossa forma de pensar sobre limites e possibilidades, mostramos que a doença pode estar presente, mas nunca define quem somos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A rede de apoio: família, amigos e sociedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O impacto das doenças reumáticas vai além do paciente, alcançando toda a família. Ninguém percorre essa jornada sozinho. No caso das doenças reumáticas na infância, o suporte emocional é tão essencial quanto o tratamento medicamentoso. O papel de familiares e amigos não é supervisionar ou sentir pena, mas oferecer um ambiente seguro, onde a vulnerabilidade possa ser expressa sem julgamentos. Pais e responsáveis tornam-se cuidadores fundamentais, garantindo que a criança ou adolescente sigam o tratamento corretamente e participem dos acompanhamentos médicos necessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem acompanha, o acolhimento começa com a escuta atenta. A dor reumática muitas vezes não é vista: por fora, a pessoa pode parecer bem, enquanto internamente enfrenta cansaço e desconforto constantes. Reconhecer essa dor e oferecer apoio em pequenas tarefas – abrir um pote, carregar uma mochila, auxiliar na lição de casa ou simplesmente caminhar em um ritmo mais tranquilo – é uma das formas mais sinceras de cuidado e afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade também precisa ser preparada para oferecer apoio. Promover escolas mais inclusivas e implementar políticas públicas que garantam acesso à saúde são formas coletivas de cuidado. Quando o ambiente entende a natureza flutuante das doenças reumáticas – com dias melhores e outros de crise – o paciente se sente protegido para participar da vida social e, futuramente, contribuir de forma produtiva, sem o peso do estigma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avanços e esperança: novos horizontes no cuidado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto há alguns anos o diagnóstico de uma doença reumática era encarado com preocupação, atualmente há um otimismo crescente: vivemos a era da medicina de precisão, em que os tratamentos se tornam cada vez mais individualizados e eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">A ciência avançou além dos anti-inflamatórios tradicionais e corticoides. Hoje, os imunobiológicos atuam diretamente nas moléculas responsáveis pela inflamação, possibilitando que muitos pacientes atinjam a remissão completa dos sintomas. Esses avanços vão além do controle da dor: eles têm como objetivo restaurar a rotina e a qualidade de vida – permitindo que uma criança vá à escola e brinque com os amigos, que um adolescente pratique esportes ou que um adulto siga com sua carreira sem limitações.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos avanços nos medicamentos, a biotecnologia tem fornecido ferramentas de monitoramento que auxiliam médicos, familiares e pacientes a prever possíveis crises. Esses progressos resultam de pesquisas clínicas rigorosas e do trabalho constante de equipes de cientistas, dedicadas a criar estratégias cada vez mais eficazes para controlar a inflamação e restaurar a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão: você não está sozinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>WORD Day</strong> é uma ocasião fundamental para ampliar a conscientização sobre as doenças reumáticas. Porém, não se trata de “comemorar a doença”, e sim de valorizar a resiliência humana e a rede de apoio que nos envolve. Seja pelo cuidado de um familiar, pelo progresso de um novo tratamento ou pelo suporte científico de instituições como sociedades médicas e organizações de pacientes e pais, a mensagem central é de solidariedade e união.</p>
<p style="text-align: justify;">Para pais e familiares, é fundamental se informar sobre a doença, oferecer suporte emocional às crianças e adolescentes, assegurar o tratamento correto e incentivar a inclusão. Com essa rede de apoio, jovens com doenças reumáticas podem levar uma vida plena e ativa, superando os obstáculos impostos pela condição.</p>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas podem trazer desafios, mas não determinam o futuro de uma criança. Com apoio, informação adequada e acompanhamento especializado, a jornada se torna mais tranquila. Que este Dia nos aponte que, mesmo diante da incerteza, é a empatia e o conhecimento que aquecem e fortalecem o caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Orientações para os pais e familiares</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar de uma criança ou adolescente com doença reumática é um desafio, mas com as orientações corretas, é possível proporcionar um ambiente saudável e acolhedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estão algumas dicas úteis para pais e familiares:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Saiba mais sobre as doenças reumáticas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento sobre doença é essencial. Ao entender um pouco sobre as condições e os tratamentos, você poderá tomar decisões mais assertivas e apoiar o seu filho da melhor maneira. Participe de eventos educativos, e em caso de dúvida, consulte especialistas e leia sobre as doenças reumáticas em fontes confiáveis.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Sempre apoie seu filho</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas não afetam apenas o corpo, mas também o bem-estar psicológico. É importante estar atento às necessidades emocionais do seu filho, oferecendo apoio e criando um ambiente seguro e acolhedor. Incentive uma comunicação aberta sobre como ele se sente, seus medos e suas dúvidas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Mantenha a rotina de tratamento sempre que possível</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Siga o plano de tratamento indicado pelos médicos, que pode incluir medicamentos, fisioterapia, consultas regulares e acompanhamento de outros profissionais da área da saúde, como psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais. A adesão rigorosa ao tratamento é fundamental para o controle da doença e para evitar complicações.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Promova um ambiente escolar e social de inclusão</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É essencial que o jovem se sinta incluído nas atividades sociais e escolares. Trabalhe junto com as escolas para garantir que ele tenha as adaptações e o apoio de outros profissionais, se for o caso. Incentivar a participação em atividades recreativas também é importante para o desenvolvimento físico e emocional.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Busque grupos de apoio</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Participar de grupos de apoio de pais e pacientes com as mesmas doenças reumáticas ou com profissionais especializados é de grande importância para compartilhar experiências e obter orientações. Esses grupos oferecem um espaço seguro para discutir e compartilhar as dificuldades enfrentadas e encontrar soluções em conjunto e mobilizar o poder público na defesa por acesso ao diagnóstico precoce, tratamento adequado e inclusão social; atuando como importantes agentes de informação, combatendo o preconceito e ampliando a conscientização sobre as doenças reumáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais: https://www.spsp.org.br/wordday-brasil-2026-por-que-falar-sobre-as-doencas-reumaticas-na-infancia/</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora: </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Paula Sakamoto</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Presidente do Departamento Científico de Reumatologia da SPSP </strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Vez ou outra, alguns modismos voltam… infelizmente!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/vez-ou-outra-alguns-modismos-voltam-infelizmente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 18:55:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/imagem-no-padrao-correto-de-boia-de-pescoco-para-bebe-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Há uns oito anos, mais ou menos, houve na Europa e nos EUA uma “febre do uso dos <em>babies neck floats</em>”, ou boias de pescoço, anéis de plástico infláveis usados ao redor do pescoço do bebê, que permitiam que o mesmo flutuasse livremente na água. Algumas dessas boias eram comercializadas para bebês a partir de duas semanas de vida ou prematuros. Eram usadas durante o banho, na piscina ou como uma ferramenta de fisioterapia (intervenção de terapia aquática) para bebês com atrasos ou deficiências no desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses produtos prometiam aumento do tônus muscular, maior flexibilidade e amplitude de movimento, aumento da capacidade pulmonar, melhor qualidade do sono e aumento da estimulação do cérebro e do sistema nervoso. Entretanto, a segurança e a eficácia das boias de pescoço para desenvolver força, promover o desenvolvimento motor ou como uma ferramenta de fisioterapia não foram estabelecidas. Além do mais, houve relatos de agravamento de lesões motoras, além de acidentes (que serão melhor explicados a seguir), o que fez com que o FDA (<em>Food and Drug Administration</em>) emitisse um alerta em 2022, contra o uso desses dispositivos em fisioterapia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo para uso “recreacional”, os flutuadores de pescoço acabaram se mostrando perigosos, com risco de morte por afogamento e sufocamento, distensão e lesão no pescoço do bebê. Várias entidades médicas, incluindo a Sociedade Brasileira de Pediatria, manifestaram repúdio ao uso.</p>
<p style="text-align: justify;">Como foi dito no início, infelizmente, alguns modismos retornam&#8230; e parece ser o caso dessas boias. Alguns vídeos de bebês flutuando com o dispositivo retornaram às mídias sociais. Por isso, o Departamento de Segurança da SPSP achou por bem retomar as explicações dos malefícios do uso:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de afogamento </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo em banheiras ou piscinas rasas, o bebê pode deslizar para dentro do dispositivo ou virar, ficando com o rosto submerso. Bebês tiveram a boca, o nariz ou a cabeça inteira escorregando pelas aberturas e caindo na água quando as boias não estavam infladas o suficiente, quando apresentavam vazamentos por ficarem escorregadias com sabão ou por razões desconhecidas. O adulto pode ter uma falsa sensação de segurança e diminuir a supervisão, aumentando o risco de acidentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de lesões no pescoço e coluna cervical</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pescoço do bebê é frágil e o peso da cabeça é desproporcional nessa idade. A boia exerce pressão inadequada na região do pescoço, podendo causar torcicolos, microlesões ou agravar problemas neurológicos e ortopédicos em crianças com doenças preexistentes. O uso frequente pode levar a alterações no desenvolvimento da coluna do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Risco de asfixia e estrangulamento</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Se o dispositivo esvaziar, furar ou não estiver bem ajustado, pode comprimir vias aéreas, dificultar respiração ou machucar o bebê, além de propiciar o afogamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas no desenvolvimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O uso de <em>neck floats</em> restringe movimentos naturais e não contribui para aprendizado motor saudável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ausência de regulação e normas de segurança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Esses flutuadores são vendidos como “brinquedos” ou “dispositivos terapêuticos”, mas sem estudos clínicos ou testes de segurança confiáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, mediante vários relatos de acidentes no mundo e algumas mortes, as sociedades médicas e órgãos de saúde, entre outros, <strong>desencorajam completamente</strong> o uso dos “<em>babies neck floats”</em>, reforçando que a forma segura de estimular bebês na água é através de contato próximo e direto com os pais/cuidadores, em atividades supervisionadas e sempre com atenção total.</p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Babies neck floats”</em> (boias de pescoço) não protegem: aumentam o risco de afogamento e lesões – mantenha seu bebê sempre nos seus braços, nunca dentro delas. Tire essa ideia da cabeça (e do pescoço)!</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tania Zamataro<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da SPSP<br /><b>Coordenadora do Blog Pediatra Orienta da SPSP</b><br /></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do Word Day e da atenção às doenças reumáticas em crianças e adolescentes</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-importancia-do-word-day-e-da-atencao-as-doencas-reumaticas-em-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 17:36:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Word-Day-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Word-Day-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Word-Day-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O WORD Day (World Young Rheumatic Diseases Day) – Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens, realizado no dia 18 de março, é</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-importancia-do-word-day-e-da-atencao-as-doencas-reumaticas-em-criancas-e-adolescentes/">A importância do Word Day e da atenção às doenças reumáticas em crianças e adolescentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Word-Day-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Word-Day-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-Word-Day-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O WORD Day (<strong>W</strong>orld Y<strong>o</strong>ung <strong>R</strong>heumatic <strong>D</strong>iseases <strong>Day</strong>) &#8211; <strong>Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens</strong>, realizado no dia<strong> 18 de março,</strong> é uma data para conscientizar a sociedade sobre as condições reumáticas que afetam crianças e adolescentes. Essas doenças, que muitas vezes são vistas como problemas de saúde em adultos, também podem atingir crianças e adolescentes, impactando gravemente sua qualidade de vida. Esse dia serve para aumentar a visibilidade das doenças reumáticas na população juvenil, melhorar o diagnóstico e promover melhores tratamentos e suporte para esses pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que são as doenças reumáticas juvenis?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas englobam várias condições inflamatórias e autoimunes que afetam as articulações e outros tecidos do corpo. Entre as mais comuns, estão a <strong>artrite idiopática juvenil</strong> (AIJ), o <strong>lúpus eritematoso sistêmico</strong> (LES) e a <strong>dermatomiosite juvenil </strong>(DMJ), entre outras. Essas condições podem causar dor, inchaço nas articulações, limitações de movimento, fraqueza muscular e fadiga, afetando diretamente a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico precoce é fundamental, pois, quando tratadas a tempo, essas doenças podem ser controladas com medicamentos e terapias específicas. No entanto, o diagnóstico tardio pode resultar em danos irreversíveis, como deformidades nas articulações ou problemas em órgãos internos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que o Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens é importante?</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Aumento da Conscientização</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O <strong>WORD Day</strong> tem como objetivo informar a população sobre essas condições e alertar para a importância do diagnóstico precoce. Muitas vezes, os sintomas das doenças reumáticas em crianças são confundidos com outras condições mais comuns, o que leva a atrasos no tratamento e agrava o quadro do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao promover a conscientização, a data também estimula profissionais de saúde a estarem mais atentos aos sinais das doenças reumáticas em crianças e adolescentes, promovendo diagnósticos mais rápidos e encaminhando esses pacientes para médicos especializados.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Diagnóstico Precoce e Tratamento Adequado</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico e tratamento precoce de doenças reumáticas é crucial para evitar complicações. Quando diagnosticadas cedo, as doenças podem ser controladas por meio de medicamentos, fisioterapia e terapias biológicas, que têm mostrado grande eficácia no tratamento dessas condições. O <strong>WORD Day</strong> chama atenção para a necessidade de diagnóstico rápido e de um acompanhamento médico adequado, para que os jovens possam levar uma vida ativa e sem grandes limitações.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Apoio às Famílias e Cuidadores</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O impacto das doenças reumáticas nas famílias é profundo. Os pais e familiares se tornam os principais cuidadores, sendo responsáveis por garantir que o jovem siga o tratamento e faça o acompanhamento médico necessário. Esse processo pode ser desafiador, principalmente devido ao impacto emocional e físico que as doenças causam nas crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>WORD Day</strong> busca também oferecer orientações e criar redes de apoio para as famílias. Além disso, muitas sociedades médicas e grupos de pais oferecem informações que ajudam os pais a entenderem melhor as condições de seus filhos e a lidar com os aspectos emocionais e práticos do cuidado.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Combate ao Estigma e Isolamento Social</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas podem causar limitações nas atividades diárias dos jovens, como dificuldades para ir à escola, praticar esportes ou participar de outras atividades sociais. Isso pode resultar em sentimentos de exclusão e isolamento. O <strong>WORD Day</strong> é uma oportunidade para combater esse estigma, promovendo a inclusão social e escolar desses jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao compartilhar histórias de jovens que superam as dificuldades das doenças reumáticas, esse Dia ajuda a mostrar que é possível viver bem com essas condições, desde que se tenha o tratamento adequado e o suporte necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Orientações Úteis para Pais e Familiares</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar de um jovem com doença reumática pode ser desafiador, mas com as orientações corretas é possível proporcionar um ambiente de cuidado e apoio. Aqui estão algumas dicas úteis para pais e familiares:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Eduque-se sobre a condição</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A compreensão da doença é essencial. Ao entender as condições e os tratamentos, você poderá tomar decisões informadas e apoiar seu filho da melhor maneira possível. Participe de eventos educativos, consulte especialistas e leia sobre as doenças reumáticas em fontes confiáveis.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Apoie emocionalmente seu filho</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas não afetam apenas o corpo, mas também o bem-estar emocional. É importante estar atento às necessidades emocionais do seu filho, oferecendo apoio constante e criando um ambiente seguro e acolhedor. Incentive a comunicação aberta sobre como ele se sente.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Mantenha uma rotina de tratamento</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Siga o plano de tratamento indicado pelos médicos, que pode incluir medicamentos, fisioterapia e consultas regulares. A adesão rigorosa ao tratamento é fundamental para o controle da doença e para evitar complicações.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Promova a inclusão social e escolar</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É essencial que o jovem se sinta incluído em atividades sociais e escolares. Trabalhe junto com as escolas para garantir que ele tenha as adaptações necessárias, se for o caso. Incentivar a participação em atividades recreativas também é importante para o desenvolvimento físico e emocional.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Busque grupos de apoio</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Participar de grupos de apoio, seja com outros pais de crianças com doenças reumáticas ou com profissionais especializados, pode ser fundamental para compartilhar experiências e obter orientações. Esses grupos oferecem um espaço seguro para discutir as dificuldades enfrentadas e encontrar soluções em conjunto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>WORD Day</strong> é uma data importante para aumentar a conscientização sobre as condições reumáticas, promovendo o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e o apoio às famílias. Ao educar a população e os profissionais de saúde, o Dia contribui para um mundo mais consciente e solidário em relação a essas condições.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os pais e familiares, é essencial buscar informações sobre a doença, apoiar o jovem emocionalmente, garantir o tratamento adequado e promover a inclusão. Com o apoio certo, as crianças e adolescentes com doenças reumáticas podem viver de forma plena e ativa, superando as limitações impostas pela doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Com a união de esforços e a sensibilização mundial, podemos proporcionar um futuro mais saudável para os jovens afetados por essas condições.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Ana Paula Sakamoto<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Secretária do Departamento Científico de Reumatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-importancia-do-word-day-e-da-atencao-as-doencas-reumaticas-em-criancas-e-adolescentes/">A importância do Word Day e da atenção às doenças reumáticas em crianças e adolescentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Distrofia Muscular de Duchenne</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/distrofia-muscular-de-duchenne-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 11:45:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Duchenne-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Duchenne-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Duchenne-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>17 de setembro é o Dia Nacional de Conscientização sobre as Distrofias Musculares. Entre elas, a Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é a miopatia mais comum da infância, uma condição que causa fraqueza muscular progressiva com regressão motora em crianças. É causada por alteração no gene da distrofina, o que determina uma produção insuficiente da proteína de mesmo nome, levando à destruição muscular e sua substituição por tecido fibroadiposo. Essa destruição muscular leva a aumento de níveis séricos de enzimas musculares, o que nos traz a ferramenta de podermos usar indicadores laboratoriais antes mesmo do início dos sintomas (aumento de creatina fosfoquinase – CPK – e de enzimas hepáticas, que são bem características). Possui uma incidência aproximada de 1:5.000 meninos nascidos vivos. Por se tratar de uma doença genética, cujo padrão de herança é recessivo e ligado ao X, o acometimento familiar apenas em meninos pode levantar a suspeita diagnóstica. Os sinais de alerta para a DMD podem começar a aparecer em crianças pequenas, geralmente entre dois e cinco anos de idade. Alguns dos sinais mais comuns incluem:1. Atraso no desenvolvimento motor: Crianças com DMD podem demorar mais para atingir marcos motores, como sentar, engatinhar e andar. Dificuldade para correr ou subir escadas: A fraqueza muscular nas pernas pode fazer com que a criança tenha dificuldade em correr, saltar ou subir escadas. Elas podem cair com frequência. Marcha de pato (marcha anserina): Devido à fraqueza nos músculos da pelve, as crianças podem desenvolver uma marcha característica, em que andam balançando os quadris de um lado para o outro. Sinal de Gowers: Ao tentarem levantar-se do chão, as crianças com DMD frequentemente usam as mãos para &#8220;escalar&#8221; as pernas e apoiar-se, devido à fraqueza muscular dos quadris e das coxas. Pseudo-hipertrofia dos músculos da panturrilha: As panturrilhas podem parecer grandes e fortes devido à substituição do tecido muscular por tecido adiposo, um fenômeno conhecido como pseudo-hipertrofia. Dificuldade para levantar os braços: Fraqueza muscular nos braços pode dificultar levantar os braços acima da cabeça. Fadiga muscular: Crianças com DMD podem se cansar facilmente durante atividades físicas.8. Alterações cognitivas: Algumas crianças com DMD podem apresentar dificuldades de aprendizado e problemas de atenção, embora esses sintomas não sejam universais.Identificar esses sinais precocemente é crucial para o diagnóstico e para o início do tratamento, que pode ajudar a retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida da criança. Nas últimas décadas, houve progressos significativos no diagnóstico e no tratamento da DMD, com aumento da expectativa de vida e com qualidade de vida. Historicamente, a expectativa de vida era de apenas até a adolescência ou início da segunda década de vida. No entanto, com os cuidados atuais, muitos pacientes vivem até os 30 anos ou mais. Fatores que influenciam a expectativa de vida incluem: Cuidados respiratórios: Problemas respiratórios com insuficiência respiratória progressiva são comuns em estágios avançados da DMD devido à fraqueza dos músculos respiratórios. O uso de ventilação não invasiva e outros suportes respiratórios têm sido fundamental para prolongar a vida. Também devemos associar cuidados ortopédicos para evitar desvios como a cifoescoliose, prevenir e combater as infecções respiratórias.2. Cuidados cardiológicos: A cardiomiopatia dilatada, uma condição em que o coração se torna dilatado e incapaz de bombear eficientemente, é uma complicação comum e a principal causa de óbito. O monitoramento regular e o uso de medicamentos cardioprotetores ajudam a gerenciar essa condição. Fisioterapia e mobilidade: Manter a mobilidade pelo maior tempo possível com fisioterapia e, eventualmente, o uso de cadeiras de rodas adequadas impacta a qualidade de vida positivamente e a expectativa de vida. Nutrição e gerenciamento de peso: Manter uma nutrição adequada é crucial, pois a fraqueza muscular pode levar a problemas de deglutição e desnutrição. O gerenciamento do peso também é importante para evitar complicações adicionais. Vacinação: Atualização do calendário vacinal, inclusive com vacinas especiais disponíveis nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) para portadores de doenças neurológicas crônicas. Terapias emergentes: Novos tratamentos promissores, incluindo terapias genéticas e outros medicamentos, estão sendo desenvolvidos e testados, com potencial para melhorar ainda mais a expectativa de vida. Com os cuidados adequados e um plano de tratamento bem gerenciado, muitos pacientes com DMD podem ter uma vida significativamente mais longa e com melhor qualidade do que era possível no passado. O aconselhamento genético é uma parte essencial do manejo da DMD, tanto para famílias afetadas quanto para aquelas com risco potencial de terem um filho com a condição, sendo de relevância central discutir essas chances de recorrência em futuras gestações e as opções disponíveis. Existem muitas diretrizes internacionais publicadas, diretrizes da SBP com recomendações pautadas em evidências científicas, o que vem facilitando o manejo dessa patologia complexa, progressiva e de acompanhamento multidisciplinar. O seguimento da DMD deve acontecer com equipes especializadas em tratamento de crianças com doenças neuromusculares, pois a somatória de todas essas frentes de tratamento é que levará ao sucesso do paciente e seus familiares, com uma vida mais longa e com qualidade de vida.   Relatora:Patrícia SalmonaPediatra e Geneticista ClínicaSecretária do Departamento Científico de Genética da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/distrofia-muscular-de-duchenne-2/">Distrofia Muscular de Duchenne</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Duchenne-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Duchenne-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-Duchenne-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">17 de setembro é o Dia Nacional de Conscientização sobre as Distrofias Musculares. Entre elas, a Distrofia Muscular de Duchenne (DMD) é a miopatia mais comum da infância, uma condição que causa fraqueza muscular progressiva com regressão motora em crianças. É causada por alteração no gene da distrofina, o que determina uma produção insuficiente da proteína de mesmo nome, levando à destruição muscular e sua substituição por tecido fibroadiposo. Essa destruição muscular leva a aumento de níveis séricos de enzimas musculares, o que nos traz a ferramenta de podermos usar indicadores laboratoriais antes mesmo do início dos sintomas (aumento de creatina fosfoquinase – CPK – e de enzimas hepáticas, que são bem características).</p>
<p style="text-align: justify;">Possui uma incidência aproximada de 1:5.000 meninos nascidos vivos. Por se tratar de uma doença genética, cujo padrão de herança é recessivo e ligado ao X, o acometimento familiar apenas em meninos pode levantar a suspeita diagnóstica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os sinais de alerta para a DMD podem começar a aparecer em crianças pequenas, geralmente entre dois e cinco anos de idade. Alguns dos sinais mais comuns incluem:<br />1. Atraso no desenvolvimento motor: Crianças com DMD podem demorar mais para atingir marcos motores, como sentar, engatinhar e andar.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li>Dificuldade para correr ou subir escadas: A fraqueza muscular nas pernas pode fazer com que a criança tenha dificuldade em correr, saltar ou subir escadas. Elas podem cair com frequência.</li>
<li>Marcha de pato (marcha anserina): Devido à fraqueza nos músculos da pelve, as crianças podem desenvolver uma marcha característica, em que andam balançando os quadris de um lado para o outro.</li>
<li>Sinal de Gowers: Ao tentarem levantar-se do chão, as crianças com DMD frequentemente usam as mãos para &#8220;escalar&#8221; as pernas e apoiar-se, devido à fraqueza muscular dos quadris e das coxas.</li>
<li>Pseudo-hipertrofia dos músculos da panturrilha: As panturrilhas podem parecer grandes e fortes devido à substituição do tecido muscular por tecido adiposo, um fenômeno conhecido como pseudo-hipertrofia.</li>
<li>Dificuldade para levantar os braços: Fraqueza muscular nos braços pode dificultar levantar os braços acima da cabeça.</li>
<li>Fadiga muscular: Crianças com DMD podem se cansar facilmente durante atividades físicas.<br />8. Alterações cognitivas: Algumas crianças com DMD podem apresentar dificuldades de aprendizado e problemas de atenção, embora esses sintomas não sejam universais.<br />Identificar esses sinais precocemente é crucial para o diagnóstico e para o início do tratamento, que pode ajudar a retardar a progressão da doença e melhorar a qualidade de vida da criança.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas décadas, houve progressos significativos no diagnóstico e no tratamento da DMD, com aumento da expectativa de vida e com qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Historicamente, a expectativa de vida era de apenas até a adolescência ou início da segunda década de vida. No entanto, com os cuidados atuais, muitos pacientes vivem até os 30 anos ou mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Fatores que influenciam a expectativa de vida incluem:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Cuidados respiratórios: Problemas respiratórios com insuficiência respiratória progressiva são comuns em estágios avançados da DMD devido à fraqueza dos músculos respiratórios. O uso de ventilação não invasiva e outros suportes respiratórios têm sido fundamental para prolongar a vida. Também devemos associar cuidados ortopédicos para evitar desvios como a cifoescoliose, prevenir e combater as infecções respiratórias.<br />2. Cuidados cardiológicos: A cardiomiopatia dilatada, uma condição em que o coração se torna dilatado e incapaz de bombear eficientemente, é uma complicação comum e a principal causa de óbito. O monitoramento regular e o uso de medicamentos cardioprotetores ajudam a gerenciar essa condição.</li>
<li>Fisioterapia e mobilidade: Manter a mobilidade pelo maior tempo possível com fisioterapia e, eventualmente, o uso de cadeiras de rodas adequadas impacta a qualidade de vida positivamente e a expectativa de vida.</li>
<li>Nutrição e gerenciamento de peso: Manter uma nutrição adequada é crucial, pois a fraqueza muscular pode levar a problemas de deglutição e desnutrição. O gerenciamento do peso também é importante para evitar complicações adicionais.</li>
<li>Vacinação: Atualização do calendário vacinal, inclusive com vacinas especiais disponíveis nos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (CRIE) para portadores de doenças neurológicas crônicas.</li>
<li>Terapias emergentes: Novos tratamentos promissores, incluindo terapias genéticas e outros medicamentos, estão sendo desenvolvidos e testados, com potencial para melhorar ainda mais a expectativa de vida.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Com os cuidados adequados e um plano de tratamento bem gerenciado, muitos pacientes com DMD podem ter uma vida significativamente mais longa e com melhor qualidade do que era possível no passado.</p>
<p style="text-align: justify;">O aconselhamento genético é uma parte essencial do manejo da DMD, tanto para famílias afetadas quanto para aquelas com risco potencial de terem um filho com a condição, sendo de relevância central discutir essas chances de recorrência em futuras gestações e as opções disponíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem muitas diretrizes internacionais publicadas, diretrizes da SBP com recomendações pautadas em evidências científicas, o que vem facilitando o manejo dessa patologia complexa, progressiva e de acompanhamento multidisciplinar.</p>
<p style="text-align: justify;">O seguimento da DMD deve acontecer com equipes especializadas em tratamento de crianças com doenças neuromusculares, pois a somatória de todas essas frentes de tratamento é que levará ao sucesso do paciente e seus familiares, com uma vida mais longa e com qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Patrícia Salmona<br />Pediatra e Geneticista Clínica<br />Secretária do Departamento Científico de Genética da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/distrofia-muscular-de-duchenne-2/">Distrofia Muscular de Duchenne</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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