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	<title>Arquivos Fraturas - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Fraturas - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Dentes manchados? Pode ser HMI!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dentes-manchados-pode-ser-hmi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 14:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coloração]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>→ O que é HMI? É a sigla que significa “hipomineralização molar incisivo”. Os dentes com hipomineralização apresentam manchas de diferentes tonalidades, que podem estar associadas a fraturas. E você sabia que esses dentes já podem nascer mais frágeis? Existem dois tipos de hipomineralização com que nós, dentistas, nos preocupamos muito: &#8211; HMD (Hipomineralização Molar Decíduo): afeta os molares na dentição de leite; &#8211; HMI (Hipomineralização Molar Incisivo): afeta molares e incisivos na dentição permanente. → Como acontece? A hipomineralização, que é um defeito qualitativo,  ocorre devido a uma “falha” na mineralização do esmalte, podendo tornar o dente sensível a diferentes temperaturas, e se manifesta na camada mais externa e dura que protege os dentes, o esmalte dentário. O(s) dente(s) acometidos ficam mais frágeis e suscetíveis a fraturas e, consequentemente, mais vulneráveis à doença cárie, em especial se houver excesso de açúcar na dieta e higiene bucal precária, podendo interferir na qualidade de vida da criança, do adolescente e do adulto. → E como são as manchas? A coloração das manchas varia entre branco-creme até o amarelo-acastanhado. No entanto, seu impacto vai além da aparência. Essas manchas, que partem de uma alteração estrutural do esmalte, fragilizam a estrutura dentária, podendo deixar o dente mais poroso. → O que pode acontecer com os dentes?  Os dentes afetados pela HMD ou HMI são mais suscetíveis a fraturas (quebra de parte do dente) e a lesões de cárie. A porosidade do esmalte também permite a passagem de variações de temperatura, como por exemplo tomar sorvete ou comer algo quente pode implicar em episódios de dor e grande sensibilidade dentária na criança, afetando a sua qualidade de vida. Alguns pacientes podem apresentar sensibilidade até em dias muito frios e não somente ao se alimentar. Além disso, justamente pela sensibilidade, pode também prejudicar a mastigação, influenciando até na nutrição da criança. → Quais as causas da HMI? A HMI acontece no período de formação do dente; se considerarmos os primeiros molares e incisivos permanentes, a alteração sistêmica ocorreu nos primeiros anos de vida da criança. As causas ainda não são totalmente conhecidas, mas sabemos que pode ter influência multifatorial, como fatores genéticos, ambientais e a saúde geral da criança. Condições como nascimento prematuro, dificuldades respiratórias, como asma ou bronquite, amigdalites frequentes, dermatite atópica ou mesmo enfermidades como a doença celíaca podem aumentar o risco desse tipo de hipomineralização. → E quando ela pode se manifestar? Em alguns casos, assim que o dente aparece na boca já é possível observar que há algo diferente nele, que tem coloração diferente; em outros casos, somente pode ser diagnosticado após a erupção completa. → Existe tratamento para HMI? Sim. O tratamento varia conforme a idade da criança, o grau de hipomineralização e os sintomas apresentados. As queixas mais frequentes são dor, sensibilidade e desconforto estético. O objetivo do tratamento é manter a integridade dos dentes afetados e minimizar as chances de sofrerem fraturas ou desenvolverem lesões de cárie e impedir quadros de dor e sensibilidade. O tratamento pode variar desde a utilização de pastas específicas prescritas pelo odontopediatra, aplicações tópicas de flúor, restaurações, uso de produtos específicos para esses casos e laser. Se o dente nasceu manchado, o que fazer? O odontopediatra é o profissional capacitado para diagnosticar, tratar e acompanhar os casos de HMD e HMI. O acompanhamento odontológico é fundamental nesses casos, para evitar que pequenas alterações se tornem grande problemas. Recomendamos que a primeira consulta odontológica deve ser feita  no momento da erupção dos dentes e antes de completar 1 ano de idade. Um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença para formar uma geração com sorrisos mais fortes e saudáveis! Figura 1. HMI em molar permanente (seta azul) e HMD em molar decíduo (seta verde), em paciente prematuro extremo. Observa-se a alteração de coloração de ambos os dentes, demonstrando manchas branco-opacas e acastanhadas, assim como falta de estrutura dentária no dente decíduo (dente de leite) (seta verde). Imagem cedida por Dra. Juliana Arisi.   Figura 2. HMI em primeiros molares permanentes superiores. Observa-se perda estrutural associada a opacidades amarelo-acastanhadas. Imagem cedida por Dra. Lucia Coutinho.   Figura 3. Manchas branco-creme decorrentes da HMI em incisivos centrais superiores da dentição permanente. Imagem cedida por Dra. Juliana Arisi.   Relatora:Lucia CoutinhoMembro do Núcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo   Colaboradoras:Ana Maria GuimarãesAna Flavia CalvoCristina Giovannetti Del ConteNúcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-HMI-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong><strong> O que é HMI?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É a sigla que significa “hipomineralização molar incisivo”. Os dentes com hipomineralização apresentam manchas de diferentes tonalidades, que podem estar associadas a fraturas. E você sabia que esses dentes já podem nascer mais frágeis? Existem dois tipos de hipomineralização com que nós, dentistas, nos preocupamos muito:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; HMD (Hipomineralização Molar Decíduo): afeta os molares na dentição de leite; &#8211; HMI (Hipomineralização Molar Incisivo): afeta molares e incisivos na dentição permanente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong><strong> Como acontece?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A hipomineralização, que é um defeito qualitativo,  ocorre devido a uma “falha” na mineralização do esmalte, podendo tornar o dente sensível a diferentes temperaturas, e se manifesta na camada mais externa e dura que protege os dentes, o esmalte dentário. O(s) dente(s) acometidos ficam mais frágeis e suscetíveis a fraturas e, consequentemente, mais vulneráveis à doença cárie, em especial se houver excesso de açúcar na dieta e higiene bucal precária, podendo interferir na qualidade de vida da criança, do adolescente e do adulto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong> <strong>E como são as manchas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A coloração das manchas varia entre branco-creme até o amarelo-acastanhado. No entanto, seu impacto vai além da aparência. Essas manchas, que partem de uma alteração estrutural do esmalte, fragilizam a estrutura dentária, podendo deixar o dente mais poroso.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong><strong> O que pode acontecer com os dentes?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Os dentes afetados pela HMD ou HMI são mais suscetíveis a fraturas (quebra de parte do dente) e a lesões de cárie. A porosidade do esmalte também permite a passagem de variações de temperatura, como por exemplo tomar sorvete ou comer algo quente pode implicar em episódios de dor e grande sensibilidade dentária na criança, afetando a sua qualidade de vida. Alguns pacientes podem apresentar sensibilidade até em dias muito frios e não somente ao se alimentar. Além disso, justamente pela sensibilidade, pode também prejudicar a mastigação, influenciando até na nutrição da criança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong><strong> Quais as causas da HMI?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A HMI acontece no período de formação do dente; se considerarmos os primeiros molares e incisivos permanentes, a alteração sistêmica ocorreu nos primeiros anos de vida da criança. As causas ainda não são totalmente conhecidas, mas sabemos que pode ter influência multifatorial, como fatores genéticos, ambientais e a saúde geral da criança. Condições como nascimento prematuro, dificuldades respiratórias, como asma ou bronquite, amigdalites frequentes, dermatite atópica ou mesmo enfermidades como a doença celíaca podem aumentar o risco desse tipo de hipomineralização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong><strong> E quando ela pode se manifestar?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, assim que o dente aparece na boca já é possível observar que há algo diferente nele, que tem coloração diferente; em outros casos, somente pode ser diagnosticado após a erupção completa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>→</strong><strong> Existe tratamento para HMI?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sim. O tratamento varia conforme a idade da criança, o grau de hipomineralização e os sintomas apresentados. As queixas mais frequentes são dor, sensibilidade e desconforto estético. O objetivo do tratamento é manter a integridade dos dentes afetados e minimizar as chances de sofrerem fraturas ou desenvolverem lesões de cárie e impedir quadros de dor e sensibilidade. O tratamento pode variar desde a utilização de pastas específicas prescritas pelo odontopediatra, aplicações tópicas de flúor, restaurações, uso de produtos específicos para esses casos e laser.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se o dente nasceu manchado, o que fazer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O odontopediatra é o profissional capacitado para diagnosticar, tratar e acompanhar os casos de HMD e HMI. O acompanhamento odontológico é fundamental nesses casos, para evitar que pequenas alterações se tornem grande problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendamos que a primeira consulta odontológica deve ser feita  no momento da erupção dos dentes e antes de completar 1 ano de idade. Um diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença para formar uma geração com sorrisos mais fortes e saudáveis!</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Figura-1.-HMI-em-molar-permanente.jpeg" alt="" /></p>
<p style="text-align: justify;">Figura 1. HMI em molar permanente (seta azul) e HMD em molar decíduo (seta verde), em paciente prematuro extremo. Observa-se a alteração de coloração de ambos os dentes, demonstrando manchas branco-opacas e acastanhadas, assim como falta de estrutura dentária no dente decíduo (dente de leite) (seta verde). Imagem cedida por Dra. Juliana Arisi.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Figura-2.-HMI-em-primeiros-molares-permanentes-superiores.jpeg" alt="" /><br /><br />Figura 2. HMI em primeiros molares permanentes superiores. Observa-se perda estrutural associada a opacidades amarelo-acastanhadas. Imagem cedida por Dra. Lucia Coutinho.</p>
<p> </p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Figura-3.-Manchas-branco-creme-decorrentes-da-HMI.png" alt="" /><br />Figura 3. Manchas branco-creme decorrentes da HMI em incisivos centrais superiores da dentição permanente. Imagem cedida por Dra. Juliana Arisi.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Lucia Coutinho<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Núcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Colaboradoras:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Ana Maria Guimarães<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Ana Flavia Calvo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Cristina Giovannetti Del Conte<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Lesões esportivas da criança e do adolescente</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/lesoes-esportivas-da-crianca-e-do-adolescente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Thiego Reis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:01:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Lesao-no-Esporte-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Lesao-no-Esporte-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Lesao-no-Esporte-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O esporte é a maneira mais frequentemente utilizada para que a atividade física das crianças e adolescentes seja realizada. A diferença entre a atividade física pura e o</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Lesao-no-Esporte-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Lesao-no-Esporte-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/07/Imagem-Lesao-no-Esporte-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div><p style="text-align: justify;">O esporte é a maneira mais frequentemente utilizada para que a atividade física das crianças e adolescentes seja realizada.</p>
<p style="text-align: justify;">A diferença entre a atividade física pura e o esporte é a competição associada.</p>
<p style="text-align: justify;">Até a faixa etária dos seis a sete anos, essas atividades ocorrem através de escolas de esporte, onde vários tipos de modalidade são apresentados à criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, elas aprendem os cinco gestos esportivos com os quais podemos realizar quase todas as modalidades. São eles: a corrida, o salto, o arremesso, o nadar e o pedalar.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a escolha de uma modalidade, crianças e adolescentes então iniciam a prática nas suas escolas, em escolas específicas ou em clubes. Ultimamente há uma tendência à especialização cada vez mais precoce nas modalidades esportivas, visando competições e maior frequência nos treinos. Isso acaba sendo, por vezes, uma situação ruim, pois quanto mais competitiva é a atividade, mais lesiva ela acaba se tornando. Uma das situações vistas nos consultórios, atendendo esses atletas em formação, é que se ensina técnica e tática do esporte, deixando-se de lado a atividade fundamental, o condicionamento físico.</p>
<p style="text-align: justify;">É um erro supor que as crianças e adolescentes têm condição física já preparada para todas essas atividades: força, resistência, alongamento muscular, assim como o condicionamento cardiorrespiratório, não são especificamente trabalhados previamente ao início da prática da modalidade na formação desses atletas mirins. Com isso, lesões acabam sendo frequentes, principalmente quando ocorre excesso de treinos.</p>
<p style="text-align: justify;">As lesões típicas da atividade ocorrem quando crianças e adolescentes são submetidos à capacitação esportiva em escolas diferentes, não sendo as mesmas planejadas e executadas pelo mesmo treinador. Assim, elas são submetidas a atividades que, repetidamente, utilizam as regiões mais exigidas para determinado tipo de esporte.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o corpo dos atletas está em desenvolvimento, em muitas ocasiões eles acabam apresentando lesões nas áreas de crescimento, onde os principais grupos musculares são unidos aos ossos. Essas regiões são chamadas apófises. Como essas áreas estão em desenvolvimento, existe uma menor resistência mecânica. O excesso de uso e tração muscular desproporcional, geram lesões dolorosas, culminando na incapacidade de fazer as atividades antes realizadas, piorando a performance, quando então os pais os levam aos consultórios médicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim sendo, o excesso de treino e a prática em diferentes escolas de esporte ou em diferentes modalidades acabam por se tornar uma das principais causas de lesões ósseas, tendíneas e musculares dos atletas mirins.</p>
<p style="text-align: justify;">A especialização precoce, a não individualização dos atletas e a falta de exame físico dos mesmos, para investigar a condição física, acabam por facilitar a ocorrência de lesões das regiões em crescimento, ósseas ou musculotendíneas e ligamentares, podendo ocorrer fraturas de estresse, inflamações nas regiões de crescimento, lesões musculares por falta de alongamento, aquecimento inadequado e excesso de atividades esportivas, o que acaba retirando o atleta da sua prática, sendo prejudicial a ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Lesões articulares como entorses e lesões ligamentares, assim como fraturas, também ocorrem por uso inadequado dos equipamentos (tamanho de bola, campo e tempo de jogo), assim como pela falta de técnicas protetivas para esportes específicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A própria FIFA, preocupada com lesões ocorridas nas categorias de base, criou, por exemplo, um tipo de aquecimento conhecido como FIFA 11+ Kids, para prevenir lesões que retirassem os jogadores por um ou mais meses do futebol, com êxito de 50% quando colocado em prática.</p>
<p style="text-align: justify;">Em conclusão, em vez de ser uma boa prática, o excesso de atividades oferecidas por muitos pais a seus filhos, no intuito de melhorar a performance deles, acaba por prejudicá-los, necessitando interromper a prática desportiva para que seja feito o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Com isso, o ideal para que a criança e o adolescente diminuam a chance da ocorrência de lesões, é fazer uma atividade esportiva principal, de sua escolha ou em conjunto com sua família, com dias de descanso entre os treinos, para que o sistema musculoesquelético tenha uma recuperação plena e melhora do seu condicionamento físico, o que na verdade é a intenção inicial dessa atividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos como pontos principais para evitar um maior número de lesões nos atletas em crescimento:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Desestimular a especialização precoce; não fazer treinos repetidos por uma ou por várias instituições; escolher apenas um esporte como principal; ter apenas um treinador responsável pela atividade do atleta mirim; realizar exame físico e clínico para detectar eventuais faltas de condicionamento físico, alongamento, resistência e de força muscular; descanso entre as atividades físicas principais e, também, uma vez por ano, não realizar a mesma atividade para que as regiões ósseas e musculares em crescimento possam se refazer.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O treino é gasto (catabolismo), mas o intervalo com repouso é ganho (anabolismo). De qualquer maneira, as atividades físicas dentro dos esportes são benéficas para o ser humano em crescimento. Por outro lado, as lesões advêm do excesso, o que acaba por anular esse benefício.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nei Botter Montenegro </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Médico da Clínica de Especialidades Pediátricas do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e Coordenador do Programa de Esportes para Crianças e Adolescentes do HIAE </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Chefe do Grupo de Ortopedia Pediátrica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vice-Presidente do Departamento Científico de Ortopedia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">
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			</item>
		<item>
		<title>Os pula-pulas e parques de trampolim são seguros para crianças?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/os-pula-pulas-e-parques-de-trampolim-sao-seguros-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 11:38:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Gerações de crianças cresceram brincando em pula-pulas no quintal e, hoje, com a popularidade dos parques de trampolim, mais crianças estão</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-pula-pula-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Gerações de crianças cresceram brincando em pula-pulas no quintal e, hoje, com a popularidade dos parques de trampolim, mais crianças estão se aventurando nessa diversão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que essa é uma maneira segura para as crianças se movimentarem e se divertirem? Há muitos pontos a considerar antes de deixar seu filho pular com os amigos ou participar de uma festa de aniversário em um parque de trampolins.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que os pediatras se preocupam com os pula-pulas e camas elásticas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Entre 2009 e 2018, segundo estudo realizado com dados estadunidenses, mais de 800.000 crianças se lesionaram em camas elásticas. Embora lesões como hematomas e arranhões sejam comuns, muitas vezes vemos crianças com fraturas ou entorses devido a quedas no colchão ou fora da cama elástica. Esse estudo ainda identificou risco aumentado em adolescentes e meninas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil, não temos dados oficiais específicos para pula-pulas, porém somente no Estado de São Paulo, nos últimos 2 anos, houve 363 internações hospitalares de crianças de 1 a 19 anos, por quedas relacionadas a equipamentos de parquinhos ou playgrounds.</p>
<p style="text-align: justify;">É comum presumir que essas lesões não sejam um grande problema, afinal, a maioria das entorses ou fraturas se resolvem, certo?</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, as camas elásticas apresentam riscos extremamente altos de lesões graves. Exemplos incluem fraturas ósseas ou lesões nos ligamentos que exigem cirurgia, paralisia e até lesões que podem ser fatais. Mesmo fraturas podem ter efeitos duradouros, incluindo o risco de lesões nervosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como as crianças se machucam em pula-pulas e camas elásticas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas crianças que se machucam em camas elásticas sofrem apenas pequenos arranhões, hematomas ou cortes. Mas das cerca de 110.000 visitas anuais ao pronto-socorro nos EUA relacionadas a acidentes com camas elásticas, milhares envolvem danos graves aos braços, pernas, clavícula, costas ou pescoço da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Concussões são outro tipo comum de lesão causada por colisões nas camas elásticas. Essas lesões cerebrais podem causar dores de cabeça, tontura, náusea e outros sintomas. As concussões também podem afetar o sono, o pensamento e o desempenho escolar das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">As crianças costumam se machucar nas camas elásticas quando:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>São as menores no espaço de salto.</li>
<li>Colidem ou batem em outras crianças pulando ao mesmo tempo.</li>
<li>Pousam de forma errada no colchão.</li>
<li>Caem sem querer da superfície da cama para o chão.</li>
<li>Se envolvem em um “salto duplo”, onde um saltador aterrissa e impulsiona outro para o ar.</li>
<li>Tentam movimentos arriscados, como saltos mortais e acrobacias.</li>
<li>Caem sobre as molas, ganchos ou a estrutura.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Os parques de trampolim são mais seguros do que as camas elásticas em casa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os parques de trampolim são extremamente populares hoje em dia. Em um parque de trampolim espaçoso, as superfícies de salto são maiores e mais elásticas — e muito mais pessoas compartilham as mesmas áreas. Isso aumenta as chances de lesões graves em comparação com as camas elásticas em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os saltadores podem pular de colchão para colchão de maneira imprevisível, o que aumenta as chances de colisões. As superfícies mais elásticas também permitem que os saltadores subam mais alto, o que eleva o risco de lesões, pois eles podem pousar/cair com mais força.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro estudo australiano demonstrou que 11% das crianças e adolescentes que se machucaram em 18 parques de trampolins diferentes, apresentaram lesões significativas.  </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que posso fazer para proteger meu filho?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é importante entender o risco associado ao uso da cama elástica. Como bebês e crianças pequenas enfrentam os maiores riscos de lesões em camas elásticas, crianças menores de seis anos NUNCA devem pular. A Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças de todas as idades evitem camas elásticas, mas se você decidir deixar crianças brincarem ou se exercitarem em pula-pulas, certifique-se de que sigam estas regras de bom senso:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Apenas uma criança pula por vez.</li>
<li>Sempre haja um adulto supervisionando.</li>
<li>Proibido fazer saltos mortais ou acrobacias, pois essas manobras causam as lesões mais graves no pescoço, cabeça e costas.</li>
<li>Não é permitido pular de telhados ou outros lugares altos para a cama elástica.</li>
<li>A rede de segurança ao redor da superfície de salto deve estar sempre fechada enquanto as crianças pulam.</li>
<li>A escada deve ser retirada quando ninguém estiver pulando, para que crianças pequenas não consigam subir sozinhas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se você decidir comprar uma cama elástica para casa:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Instale a superfície de salto o mais próxima possível do chão.</li>
<li>Posicione-a longe de árvores, paredes, edifícios e outras áreas de lazer.</li>
<li>Cada vez que seus filhos forem pular, verifique as almofadas de proteção ao redor das molas, ganchos, barras de suporte e outras superfícies duras. Inspecione cuidadosamente a rede de segurança em busca de rasgos, furos ou costuras desfeitas.</li>
<li>Substitua redes, almofadas e outros elementos de segurança desgastados antes de permitir que as crianças voltem a pular.</li>
<li>Verifique se o seguro da sua casa cobre lesões relacionadas a camas elásticas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Se seu filho quiser tentar um parque de trampolim:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Espere até que ele tenha pelo menos seis anos. Mesmo locais que parecem seguros — como castelos infláveis e fossos de espuma — podem ser perigosos para os menores.</li>
<li>Leia o termo de responsabilidade e entenda os riscos, além das atividades permitidas e não permitidas.</li>
<li>Evite os horários de pico. Vá quando o local estiver menos lotado e houver menos chances de colisões com outras pessoas.</li>
<li>Fique perto do seu filho. Assim, ele terá menos chance de fazer movimentos extremos enquanto você o observa.</li>
<li>Lembre-o de que as superfícies de salto são mais elásticas e duras do que as camas elásticas de quintal. Incentive-o a testar as coisas antes de se jogar de cabeça. Garanta que ele mantenha os olhos abertos e tente evitar colisões.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>E quanto aos programas supervisionados em academias e escolas com camas elásticas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Toda atividade atlética carrega algum risco de lesão, e os programas com camas elásticas não são exceção. No entanto, pular sob a supervisão de um treinador ou instrutor treinado é muito diferente de pular no quintal ou de brincar em um parque de trampolins.</p>
<p style="text-align: justify;">Os profissionais geralmente trabalham dentro de regras de segurança e inspecionam os equipamentos com frequência. Eles podem usar um arnês especial para ajudar as crianças a aprenderem movimentos específicos (ou simplesmente para protegê-las). Por essas razões, você pode se sentir mais confortável permitindo que seu filho experimente um programa de ginástica, dança ou outro que inclua o uso de camas elásticas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">-Trampoline Park Injury Trends. Disponível em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://publications.aap.org/pediatrics/article/153/1/e2023061659/196177/Trampoline-Park-Injury-Trends">https://publications.aap.org/pediatrics/article/153/1/e2023061659/196177/Trampoline-Park-Injury-Trends</a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">-Trampoline Injuries in Children and Adolescents: A Jumping Threat. Disponível em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34339161/">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34339161/</a>    </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">-Are Trampolines Safe for Kids? Susannah M. Briskin. American Academy of Pediatrics. Disponível em:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><u>https://www.healthychildren.org/English/safety-prevention/at-play/Pages/Trampolines-What-You-Need-to-Know.aspx</u></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Luciana J. Issa<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/os-pula-pulas-e-parques-de-trampolim-sao-seguros-para-criancas/">Os pula-pulas e parques de trampolim são seguros para crianças?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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