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	<title>Arquivos Gestante - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Gestante - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Sífilis na gestante e sífilis congênita: a urgência da prevenção materno-fetal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-na-gestante-e-sifilis-congenita-a-urgencia-da-prevencao-materno-fetal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 12:04:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST), causada pela bactéria Treponema pallidum. Embora seja uma doença com tratamento</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sifilis-na-gestante-e-sifilis-congenita-a-urgencia-da-prevencao-materno-fetal/">Sífilis na gestante e sífilis congênita: a urgência da prevenção materno-fetal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST), causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Embora seja uma doença com <strong>tratamento simples e eficaz</strong> (geralmente com penicilina), sua presença durante a gestação representa um grave risco para a saúde do bebê, podendo levar à <strong>sífilis congênita</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Sífilis na gestante: um risco silencioso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a sífilis afeta a gestante, a bactéria pode atravessar a placenta em qualquer fase da gravidez e infectar o feto. Muitas vezes, a sífilis materna pode ser <strong>assintomática</strong> ou apresentar sintomas leves (como feridas ou manchas na pele, que desaparecem sozinhas), levando a gestante a desconhecer a infecção. Isso torna o <strong>rastreamento pré-natal</strong> uma etapa crucial.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências da sífilis não tratada na gestação são sérias e incluem:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Abortamento espontâneo</strong> ou <strong>natimorto</strong> (morte fetal).</li>
<li><strong>Parto prematuro</strong>.</li>
<li><strong>Hidropsia fetal</strong> (acúmulo de líquido em vários órgãos do feto).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sífilis congênita: as consequências para o bebê</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita ocorre quando o bebê é infectado pela mãe durante a gestação. A doença pode se manifestar de diversas formas e em diferentes momentos após o nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, o bebê pode nascer sem sinais visíveis da doença. No entanto, sem tratamento adequado, a sífilis congênita pode causar <strong>lesões graves e irreversíveis</strong>, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Problemas ósseos e articulares.</li>
<li>Anemia e icterícia (pele e olhos amarelados).</li>
<li><strong>Neurossífilis</strong> (infecção do sistema nervoso central), podendo causar meningite.</li>
<li>Alterações dentárias e oftalmológicas (visão).</li>
<li><strong>Surdez</strong> ou atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, manifestando-se anos após o nascimento.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância crítica da prevenção materno-fetal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transmissão da sífilis da mãe para o bebê é <strong>totalmente evitável</strong>. A prevenção reside em três pilares fundamentais: <strong>diagnóstico precoce, tratamento adequado e acompanhamento do parceiro</strong>.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Diagnóstico oportuno e universal:</strong>
<ul>
<li>Toda gestante deve ser testada para sífilis já na <strong>primeira consulta do pré-natal</strong>.</li>
<li>O teste deve ser <strong>repetido</strong> no segundo e no terceiro trimestres da gestação e, novamente, no momento do parto. O teste rápido, de resultado imediato, é uma ferramenta essencial para o diagnóstico rápido em qualquer nível de atenção à saúde.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Tratamento imediato e adequado:</strong>
<ul>
<li>Uma vez diagnosticada, a gestante deve ser <strong>tratada imediatamente</strong> com o esquema correto de <strong>penicilina benzatina</strong>, a única medicação que garante a cura materna e a prevenção da infecção fetal.</li>
<li>É imprescindível que o <strong>parceiro sexual</strong> também seja testado e tratado <strong>simultaneamente</strong> para evitar a reinfecção da gestante.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Acompanhamento pós-tratamento:</strong>
<ul>
<li>A gestante e o parceiro devem ser acompanhados com exames de controle para monitorar a resposta ao tratamento e garantir a cura.</li>
<li>A efetividade do tratamento materno é o fator-chave para que o bebê nasça sem sífilis congênita.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, celebrado no terceiro sábado de outubro, é importante enfatizar que a luta contra a sífilis congênita passa necessariamente pela <strong>qualidade da assistência pré-natal</strong>. Garantir que todas as gestantes sejam testadas, tratadas de forma completa e imediata, juntamente com o tratamento de seus parceiros, é a estratégia mais eficaz para que os bebês nasçam saudáveis e livres das consequências devastadoras dessa doença.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck<br />Coordenadora do Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Importância do pré-natal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/importancia-do-pre-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 18:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, é imprescindível abordarmos a importância do pré-natal para a mãe e seu bebê. Durante a gestação, a mulher passa por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que podem influenciar o seu bem-estar e o desenvolvimento do bebê. O pré-natal é uma oportunidade valiosa para monitorar a saúde da gestante, detectar precocemente possíveis complicações e promover hábitos saudáveis em benefício tanto da mãe quanto da criança. Nas consultas periódicas, o obstetra avalia o progresso da gravidez, solicita e analisa o resultado de exames laboratoriais e de imagem e oferece orientações sobre nutrição, atividade física e bem-estar emocional, entre outros. A detecção precoce de condições como anemia, diabetes gestacional, hipertensão arterial ou infecções pode ser decisiva para a saúde do binômio mãe-bebê, pois muitos problemas podem ser tratados de forma eficaz se identificados a tempo. O pré-natal também tem papel educativo. Durante as consultas, as gestantes devem ser informadas sobre as mudanças que ocorrem em seus corpos, os cuidados necessários para uma gestação saudável e os sinais de alerta a serem observados. Isso contribui para as mães se sentirem mais seguras e preparadas para enfrentar os desafios da gravidez e do parto. A orientação sobre a importância da alimentação equilibrada, do repouso adequado e da prática de atividades físicas seguras é essencial para a manutenção da saúde. A gravidez é um período repleto de ansiedades e preocupações, e o apoio psicológico é fundamental para ajudar a gestante a lidar com essas questões. Profissionais de saúde podem oferecer suporte emocional, abordando temas como o medo do parto e a adaptação à nova vida. Isso é particularmente importante, pois a saúde mental da mãe está diretamente relacionada ao desenvolvimento do bebê. Durante o pré-natal, é importante que seja elaborado um “plano de parto”, uma ferramenta importante que permite que a gestante expresse suas preferências sobre o trabalho de parto e o nascimento. Durante as consultas de pré-natal, as gestantes podem discutir suas expectativas e preocupações com o obstetra, incluindo opções de alívio da dor, preferências sobre intervenções, ambiente do parto, cuidados imediatos com o bebê, como o contato pele a pele e a amamentação logo após o nascimento. Ter um plano de parto ajuda a gestante a se sentir mais segura e preparada, além de facilitar a comunicação com a equipe da maternidade. Por outro lado, é importantíssimo que a grávida siga as recomendações médicas. Isso inclui não apenas comparecer às consultas de pré-natal, mas também seguir as orientações sobre medicamentos, vacinas e hábitos de vida saudáveis. A automedicação, por exemplo, pode representar riscos sérios tanto para a mãe quanto para a criança em desenvolvimento. As gestantes devem consultar seus médicos antes de tomar qualquer medicação ou suplemento, por mais comum que seja. Do mesmo modo, a gestante deve ser informada sobre os malefícios do consumo de álcool, por menor que seja, para si mesma e, principalmente, para o bebê em desenvolvimento, e orientada a abster-se de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante toda a gestação e a lactação. A adesão às orientações médicas também se estende ao cuidado com a saúde bucal e à realização de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografias. A saúde bucal, em particular, tem sido correlacionada com a saúde geral da gestante, e cuidados adequados nessa área podem prevenir problemas que afetam tanto a mãe quanto o bebê. Esses exames ajudam a monitorar o desenvolvimento do feto, permitindo que os profissionais identifiquem possíveis anomalias ou complicações. Também é imprescindível que a gestante receba apoio da família e da comunidade. A participação do parceiro e de outros membros da família no processo de pré-natal pode promover um ambiente mais seguro e acolhedor, além de ajudar a mãe a sentir-se mais amparada. O envolvimento da família nas consultas e no aprendizado sobre o que esperar durante a gravidez e após o nascimento do bebê é fundamental para o sucesso dessa experiência. Finalmente, lembramos a consulta pré-natal com o pediatra, que deve ocorrer por volta da 32ª semana de gestação. Ela é um complemento importante à atuação do obstetra, pois permite que os pais recebam informações essenciais sobre cuidados com o bebê, vacinas e sinais de alerta de problemas de saúde. Essa consulta ajuda a identificar riscos, proporciona orientações sobre amamentação e desenvolvimento, e estabelece um relacionamento de confiança entre os pais e o pediatra, facilitando o acompanhamento da saúde da criança desde o nascimento. Além disso, preparar os pais para os desafios iniciais da paternidade pode garantir um ambiente mais saudável e seguro para o recém-nascido. Em outras palavras, o pré-natal e o cumprimento das recomendações médicas são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. Esses cuidados não apenas promovem um desenvolvimento saudável durante a gestação, mas também preparam a mãe para a maternidade e ajudam a estabelecer um vínculo afetivo com o recém-nascido. O pré-natal é, portanto, um investimento no futuro, pois uma gestação saudável resulta em um bebê mais forte e em melhores condições para enfrentar os desafios da vida. Assim, é fundamental que todas as gestantes tenham acesso a esses cuidados e sejam encorajadas a buscar e seguir as orientações médicas ao longo de toda a gravidez.   Saiba mais: &#8211; Ministério da Saúde do Brasil. (2021). Cuidado pré-natal: manual de orientações. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sogirgs.org.br/pdfs/manual_assistencia_gestante_2021.pdf (atualização do Manual de 2016, publicado durante a pandemia: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf) &#8211; Organização Mundial da Saúde (OMS). (2016). Diretrizes sobre cuidados durante a gravidez e o parto. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250800/WHO-RHR-16.12-por.pdf?sequence=2&#38;isAllowed=y Do original em inglês: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250796/9789241549912-eng.pdf?sequence=1   Relator: Corintio Mariani NetoMembro do Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo  </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/importancia-do-pre-natal/">Importância do pré-natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/08/Imagem-Dia-da-Gestante.jpeg-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto, é imprescindível abordarmos a importância do pré-natal para a mãe e seu bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a gestação, a mulher passa por intensas transformações físicas, emocionais e sociais, que podem influenciar o seu bem-estar e o desenvolvimento do bebê. O pré-natal é uma oportunidade valiosa para monitorar a saúde da gestante, detectar precocemente possíveis complicações e promover hábitos saudáveis em benefício tanto da mãe quanto da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas consultas periódicas, o obstetra avalia o progresso da gravidez, solicita e analisa o resultado de exames laboratoriais e de imagem e oferece orientações sobre nutrição, atividade física e bem-estar emocional, entre outros. A detecção precoce de condições como anemia, diabetes gestacional, hipertensão arterial ou infecções pode ser decisiva para a saúde do binômio mãe-bebê, pois muitos problemas podem ser tratados de forma eficaz se identificados a tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O pré-natal também tem papel educativo. Durante as consultas, as gestantes devem ser informadas sobre as mudanças que ocorrem em seus corpos, os cuidados necessários para uma gestação saudável e os sinais de alerta a serem observados. Isso contribui para as mães se sentirem mais seguras e preparadas para enfrentar os desafios da gravidez e do parto. A orientação sobre a importância da alimentação equilibrada, do repouso adequado e da prática de atividades físicas seguras é essencial para a manutenção da saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">A gravidez é um período repleto de ansiedades e preocupações, e o apoio psicológico é fundamental para ajudar a gestante a lidar com essas questões. Profissionais de saúde podem oferecer suporte emocional, abordando temas como o medo do parto e a adaptação à nova vida. Isso é particularmente importante, pois a saúde mental da mãe está diretamente relacionada ao desenvolvimento do bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o pré-natal, é importante que seja elaborado um “plano de parto”, uma ferramenta importante que permite que a gestante expresse suas preferências sobre o trabalho de parto e o nascimento. Durante as consultas de pré-natal, as gestantes podem discutir suas expectativas e preocupações com o obstetra, incluindo opções de alívio da dor, preferências sobre intervenções, ambiente do parto, cuidados imediatos com o bebê, como o contato pele a pele e a amamentação logo após o nascimento. Ter um plano de parto ajuda a gestante a se sentir mais segura e preparada, além de facilitar a comunicação com a equipe da maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, é importantíssimo que a grávida siga as recomendações médicas. Isso inclui não apenas comparecer às consultas de pré-natal, mas também seguir as orientações sobre medicamentos, vacinas e hábitos de vida saudáveis. A automedicação, por exemplo, pode representar riscos sérios tanto para a mãe quanto para a criança em desenvolvimento. As gestantes devem consultar seus médicos antes de tomar qualquer medicação ou suplemento, por mais comum que seja. Do mesmo modo, a gestante deve ser informada sobre os malefícios do consumo de álcool, por menor que seja, para si mesma e, principalmente, para o bebê em desenvolvimento, e orientada a abster-se de qualquer quantidade de bebida alcoólica durante toda a gestação e a lactação.</p>
<p style="text-align: justify;">A adesão às orientações médicas também se estende ao cuidado com a saúde bucal e à realização de exames laboratoriais e de imagem, como ultrassonografias. A saúde bucal, em particular, tem sido correlacionada com a saúde geral da gestante, e cuidados adequados nessa área podem prevenir problemas que afetam tanto a mãe quanto o bebê. Esses exames ajudam a monitorar o desenvolvimento do feto, permitindo que os profissionais identifiquem possíveis anomalias ou complicações.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é imprescindível que a gestante receba apoio da família e da comunidade. A participação do parceiro e de outros membros da família no processo de pré-natal pode promover um ambiente mais seguro e acolhedor, além de ajudar a mãe a sentir-se mais amparada. O envolvimento da família nas consultas e no aprendizado sobre o que esperar durante a gravidez e após o nascimento do bebê é fundamental para o sucesso dessa experiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Finalmente, lembramos a consulta pré-natal com o pediatra, que deve ocorrer por volta da 32ª semana de gestação. Ela é um complemento importante à atuação do obstetra, pois permite que os pais recebam informações essenciais sobre cuidados com o bebê, vacinas e sinais de alerta de problemas de saúde. Essa consulta ajuda a identificar riscos, proporciona orientações sobre amamentação e desenvolvimento, e estabelece um relacionamento de confiança entre os pais e o pediatra, facilitando o acompanhamento da saúde da criança desde o nascimento. Além disso, preparar os pais para os desafios iniciais da paternidade pode garantir um ambiente mais saudável e seguro para o recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Em outras palavras, o pré-natal e o cumprimento das recomendações médicas são essenciais para garantir a saúde da gestante e do bebê. Esses cuidados não apenas promovem um desenvolvimento saudável durante a gestação, mas também preparam a mãe para a maternidade e ajudam a estabelecer um vínculo afetivo com o recém-nascido. O pré-natal é, portanto, um investimento no futuro, pois uma gestação saudável resulta em um bebê mais forte e em melhores condições para enfrentar os desafios da vida. Assim, é fundamental que todas as gestantes tenham acesso a esses cuidados e sejam encorajadas a buscar e seguir as orientações médicas ao longo de toda a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ministério da Saúde do Brasil. (2021). Cuidado pré-natal: manual de orientações. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://sogirgs.org.br/pdfs/manual_assistencia_gestante_2021.pdf (atualização do Manual de 2016, publicado durante a pandemia: chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cadernos_atencao_basica_32_prenatal.pdf)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Organização Mundial da Saúde (OMS). (2016). Diretrizes sobre cuidados durante a gravidez e o parto. chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250800/WHO-RHR-16.12-por.pdf?sequence=2&amp;isAllowed=y</p>
<p style="text-align: justify;">Do original em inglês:</p>
<p style="text-align: justify;">chrome-extension://efaidnbmnnnibpcajpcglclefindmkaj/https://iris.who.int/bitstream/handle/10665/250796/9789241549912-eng.pdf?sequence=1</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Corintio Mariani Neto<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/importancia-do-pre-natal/">Importância do pré-natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sífilis congênita: um desafio à saúde pública</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-um-desafio-a-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
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<p>A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, causada pela bactéria Treponema pallidum. Essa transmissão pode ocorrer </p>
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<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Essa transmissão pode ocorrer em qualquer período da gravidez e se não tratada de forma correta pode levar a sérias complicações, incluindo aborto, morte fetal, nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e problemas de saúde em longo prazo, como surdez, alterações visuais e atraso no desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita é considerada um grave problema de saúde pública por todas essas complicações que ela pode ocasionar à criança, e por ser uma doença evitável, mas que infelizmente vem num aumento crescente do número de casos no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato alerta para a necessidade de estratégias contínuas de prevenção, e neste sentido, desde 2016, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), em parceria com o Programa Estadual de IST/Aids de São Paulo, promove a Campanha do “Outubro Verde &#8211; <em>Mês do Combate à Sífilis Congênita</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, foi sancionada a Lei nº 13.430, de 31 de março, instituindo o “Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita”, comemorado no terceiro sábado do mês de outubro. Essas iniciativas têm por objetivo alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais desafios no combate à sífilis congênita é a falta de acesso a serviços de saúde adequados. Muitas gestantes não realizam o pré-natal, ou não fazem os testes necessários para detectar a sífilis, ou quando fazem o teste, acabam demorando para receber o resultado e consequentemente atrasando o tratamento. O diagnóstico precoce da sífilis na gestante é crucial, pois quando a infecção é identificada e tratada no início da gestação, o risco de transmissão ao bebê é drasticamente reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso a testagem para sífilis deve ser realizada no início do pré-natal, no meio da gestação e no momento do parto. O tratamento da gestante é realizado com a administração de penicilina, que é altamente eficaz e pode evitar a transmissão da infecção ao feto. Entretanto, é importante a gestante saber que se ela tratar, mas não houver o tratamento das suas parcerias sexuais, ela pode se reinfectar e transmitir a doença para o bebê. É vital que as mulheres em idade fértil e as gestantes sejam informadas sobre a importância do pré-natal, dos exames de sífilis e do tratamento correto da doença para protegerem seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é necessário que o bebê da mãe que apresentou sífilis na gestação seja testado ao nascer, para ver se ele tem a doença ou não, pois muitas vezes a doença é traiçoeira e o bebê pode nascer inicialmente sem sinais ou sintomas e vir a desenvolver a doença e suas complicações mais tardiamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento do bebê também é feito com penicilina; o tipo da penicilina a ser utilizada vai depender da clínica do bebê e dos resultados dos exames realizados, que podem incluir hemograma, raio X de ossos longos, exame do liquor, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a alta da maternidade, todos os bebês de mães que tiveram sífilis na gravidez, independente de terem recebido ou não o tratamento, precisam de seguimento pediátrico, para as mães acompanharem o desenvolvimento da criança, repetirem a testagem para sífilis para ter certeza de que estão protegidos da doença e para fazerem outros exames sempre que necessário, incluindo a avaliação da visão e da audição.</p>
<p style="text-align: justify;">A eliminação da sífilis congênita é um desafio porque requer um trabalho conjunto, que vai desde a conscientização das mulheres em idade fértil e gestantes, das suas parcerias sexuais, da realização de um pré-natal de fato adequado, da qualificação constante de profissionais de saúde, da participação ativa da rede de atenção básica no seguimento da gestante e da criança, da atuação das sociedades de classe, da participação de gestores no sentido de priorizarem políticas públicas e linhas de cuidado. Somente desta forma, integrada e consciente, é que conseguiremos modificar o cenário da sífilis congênita no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Maria Regina Bentlin<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>










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		<title>Dia Mundial da Gestante</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-da-gestante-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aleitamento Materno]]></category>
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<p>Em 15 de agosto de 1943 foi apresentado ao mundo o primeiro computador, portanto essa data também é considerada o “Dia da Informática”. Importante? Muito! Já imaginou como seria sem</p>
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<p style="text-align: justify;">Em 15 de agosto de 1943 foi apresentado ao mundo o primeiro computador, portanto essa data também é considerada o “Dia da Informática”.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante? Muito! Já imaginou como seria sem o computador nos dias de hoje?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ele, o computador, não é o tópico de hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2023 tivemos no Brasil 1.400.000 registros de nascidos, ainda com uma assistência pobre às mulheres gestantes e recém-nascidos; 11% dos nascimentos são prematuros.</p>
<p style="text-align: justify;">A confirmação da gestação é revestida de muita emoção e de várias outras sensações, como: surpresa, felicidade, medo e uma enxurrada de palpites. A Internet está repleta de informações, por vezes incorretas, ambíguas e muito “minha opinião” ou “eu acho”, mas também muita informação boa. Em sites oficiais (Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de Pediatria-SBP, Sociedade de Pediatria de São Paulo-SPSP e Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia – FEBRASGO, SOCESP) as famílias conseguem informações adequadas e sérias.</p>
<p style="text-align: justify;">O obstetra é o primeiro profissional a atender a nova família: mãe, pai e bebê ainda embrião. Forma-se um vínculo de confiança. Devem procurar um obstetra que lhes escute, que possam trocar ideias, que mostre as vantagens e desvantagens do parto cirúrgico versus via vaginal, que examine detalhadamente, que oriente os cuidados com as mamas, a vacinação da gestante, do pai e das pessoas que terão contato próximo, que oriente em relação à alimentação, suplementos vitamínicos, atividade física, trabalho, transporte e outros assuntos mais. Afinal, o bebê se desenvolve e utiliza tudo que necessita da mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do mais, verifiquem se o médico é defensor do aleitamento materno. Vencida essa fase, chega mais uma etapa muito importante: encontrar um pediatra para chamar de SEU.</p>
<p style="text-align: justify;">O obstetra acompanha a família durante o período gestacional e após, nas rotinas necessárias. O pediatra vai até a entrada na vida adulta, é alguém que vai estar muito junto da família, compartilhando conhecimentos e expectativas.</p>
<p style="text-align: justify;">A SBP e a SPSP orientam para que seja realizada uma consulta com o pediatra na 32ª semana de gestação. Essa consulta é de extrema importância, pelo menos neste momento. Vocês poderão conhecer o futuro pediatra de seu bebê. Assim como o obstetra, procurem um pediatra defensor do aleitamento materno. Tirem dúvidas quanto a tudo que vai acontecer na maternidade: banho, sono, mamadas, tipo de parto, o que levar para o hospital, quais exames serão realizados, quais vacinas o bebê irá tomar, cadeirinha para o transporte no carro na hora da alta.</p>
<p style="text-align: justify;">“As mães sempre sabem”, conhecem os filhos pelo olhar. E os bebês reconhecem a mãe pelo cheiro. Com dez semanas de gestação, o bebê sente o odor proveniente do líquido amniótico, que varia com a genética da mãe e pelos tipos de alimentos que ela ingere. Experiências mostram que se colocarmos no ombro de diferentes mães leite materno, o bebê acerta direitinho qual é o de sua mãe.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta muito para conseguirmos proteger as mães gestantes e seus filhos. O trabalho informal e as leis trabalhistas, que caminham muito lentamente, colocam em risco nossas gestantes. A criação do Dia da Gestante em agosto, que é o mês do Aleitamento Materno, o Agosto Dourado, poderia trazer um grande reforço na importância da amamentação. Mas o trabalho é de formiguinha, todos fazendo sua parte, para que a soma de esforços faça a real diferença.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Isis Dulce Pezzuol<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-de-prevencao-da-gravidez-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 19:40:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A gravidez na adolescência ou gravidez precoce, é aquela que ocorre antes dos 20 anos. Independentemente de ser planejada, desejada ou não, causará</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A gravidez na adolescência ou gravidez precoce, é aquela que ocorre antes dos 20 anos. Independentemente de ser planejada, desejada ou não, causará sempre repercussões negativas para a saúde física e psíquica da adolescente, repercutindo também no recém-nascido. O ônus de uma gravidez na adolescência, embora recaia tanto para o adolescente quanto para a adolescente, será sempre maior para a gestante e sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados do Ministério da Saúde mostram que, por dia, 1.043 adolescentes se tornam mães no Brasil; por hora, são 44 bebês que nascem de mães adolescentes, sendo que dessas, duas têm idade entre 10 e 14 anos. A taxa está caindo, mas ainda é muito alta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E por que engravidar antes dos 20 anos causa tantos problemas? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nessa fase da vida, nosso corpo cresce e se desenvolve, preparando-se para a vida adulta. Usando o cálcio como exemplo: na puberdade ocorre seu acúmulo nos ossos. Caso ocorra uma gravidez, o desenvolvimento do feto ao recrutar o cálcio materno, impedirá que se deposite no osso da adolescente, aumentando o risco de osteoporose quando ela estiver na menopausa. Além disso, as demandas psicológicas, sociais e acadêmicas da adolescência, que não são poucas nesses dias atuais, serão sobrecarregadas pelo estresse de estar grávida. Dessas demandas, a primeira a ser impactada será a acadêmica, expressa pelo abandono escolar. Para a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a gravidez precoce continua sendo um dos principais fatores que contribuem para a mortalidade materna e infantil e para o ciclo de doenças e pobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a mulher, ter um filho antes dos 20 anos se relaciona com uma diminuição na escolaridade em 1,3 anos de estudos. Aumenta a chance de ela entrar para o mercado de trabalho mais precocemente, mas esse ingresso, na grande maioria das vezes, ocorrerá por meio do trabalho informal, que exige menos habilidades e é mais flexível no tempo. No entanto, empregos informais não têm a proteção e os benefícios que os formais têm. Comparando os rendimentos de mães adolescentes com mães que tiveram o primeiro filho após os 20 anos, observa-se uma redução de 28% no salário médio por hora. Ainda, se forem pretas ou pardas, bem como aquelas que vivem nas regiões mais pobres do Brasil, as probabilidades de trabalharem e terem salários significativamente mais baixos serão maiores ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">Gestação precoce está associada a riscos obstétricos maiores, principalmente em gestantes com menos de 15 anos. Existem maiores chances de anemia, hipertensão na gestação, incluindo pré-eclâmpsia e eclâmpsia, partos prematuros, recém-nascidos pequenos para a idade gestacional e retardo de crescimento fetal. Para quem engravida antes dos 20 anos e tem um bebê prematuro, a chance de na próxima gravidez isso voltar a acontecer é de 37%, enquanto se isso ocorrer em uma gestante com mais de 20 anos, essa chance é de 8%.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos recém-nascidos de mães adolescentes, em decorrência dos problemas acima, eles podem ter nota de nascimento (Apgar) menor que 5, com maior chance de precisarem ficar na UTI neonatal e apresentarem problemas crônicos de saúde, pela prematuridade, baixo peso ou pela necessidade de ventilação mecânica nos primeiros dias de vida. Ainda podem apresentar anomalias ou síndromes congênitas (síndrome de Down, defeitos do tubo neural, gastrosquise entre outras).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os pais, professores e a sociedade podem atuar para prevenir a gestação precoce?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em casa:</strong> mantenha diálogo com os filhos sobre sexualidade e meios de prevenção. O ideal é iniciar o tema por volta dos 10 anos, adequando o diálogo à compreensão de seu filho. Os ensinamentos sobre prevenção, para serem mais efetivos, deverão ser feitos antes que o(a) adolescente inicie suas atividades sexuais. Dessa forma, saberão o que e como devem fazer quando chegar a hora de tornar a vida sexual ativa, diferentemente daqueles que não tiveram contato ou conversa nenhuma sobre o assunto. É importante que saibam sobre o risco de infecções sexualmente transmissíveis e como se prevenir. Se os pais não se sentirem seguros para falar sobre o tema com sua filha, deverão conversar com seu pediatra e pedir orientações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nas escolas:</strong> a educação em sexualidade deve fazer parte do currículo de todas as escolas. Ela possibilita que adolescentes cuidem de sua saúde e façam escolhas saudáveis, que repercutirão para a vida deles e para a sociedade. As escolas podem fazer parcerias com profissionais de saúde, que esclarecerão os riscos da gravidez precoce e poderão falar sobre métodos contraceptivos e prevenção das infecções sexualmente transmissíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso uma adolescente engravide, é importante ajudá-la a não abandonar os estudos e protegê-la de <em>bullying</em>, o que é relatado por muitas estudantes que engravidam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direitos da gestante que estuda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Lei nº 6.202/1975 garante à estudante grávida o direito à licença maternidade sem prejuízo do período escolar. A partir do oitavo mês de gestação, a gestante estudante poderá cumprir os compromissos escolares em casa, de acordo com o Decreto-Lei nº 1.044/1969. Além disso, o início e o fim do período de afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola. E, finalmente, é assegurado às estudantes grávidas o direito à prestação dos exames finais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sociedade: </strong>O que previne a gravidez precoce de forma mais eficaz é a perspectiva de um futuro feliz. À sociedade, cabe propiciar aos adolescentes a possibilidade de completar os estudos e realizar seus projetos de vida.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p><a href="https://www.paho.org/pt/topicos/saude-do-adolescente">https://www.paho.org/pt/topicos/saude-do-adolescente</a></p>
<p><a href="https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Adolescencia_-_21621c-GPA_-_Prevencao_Gravidez_Adolescencia.pdf">https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Adolescencia_-_21621c-GPA_-_Prevencao_Gravidez_Adolescencia.pdf</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Relatores:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Elizete Prescinotti Andrade<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Carlos Alberto Landi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p> </p>
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		<title>Dia Mundial da Gestante</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-da-gestante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 19:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Dia-da-Gestante-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Dia-da-Gestante-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Dia-da-Gestante-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 15 de agosto é celebrado o Dia Mundial da Gestante, desde 1914. É uma data que nos faz lembrar que toda gestante precisa de atenção e cuidados especiais para o seu bem-estar e do seu</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Dia-da-Gestante-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Dia-da-Gestante-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Dia-da-Gestante-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Em 15 de agosto é celebrado o Dia Mundial da Gestante, desde 1914. É uma data que nos faz lembrar que toda gestante precisa de atenção e cuidados especiais para o seu bem-estar e do seu filho. O pré-natal é uma assistência preventiva e terapêutica que associada à assistência adequada ao parto diminui os índices de morbidade e mortalidade materno-fetal.</p>
<p style="text-align: justify;">As consultas no pré-natal devem começar logo que o casal resolve engravidar, porque muitas doenças prévias podem levar a risco para o binômio mãe-filho. O Ministério da Saúde do Brasil orienta que a gestante faça no mínimo 6 consultas ao longo da gravidez; entretanto, é desejável que ela faça 1 consulta por mês até o sétimo mês, depois a cada 15 dias no oitavo mês e no último mês semanalmente, segundo a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO).</p>
<p style="text-align: justify;">Durante as consultas de pré-natal devem ser solicitados exames de sangue, como tipagem sanguínea, hemograma, glicemia de jejum e teste de tolerância a glicose, sorologias para sífilis, toxoplasmose, hepatites, rubéola, HIV, covid, exame de urina e cultura e ultrassonografia no primeiro trimestre e outro entre 20-24 semanas, para verificar o crescimento do feto e anormalidades em seus órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante que a gestante tenha esquema de vacinação completo, definido pelo Ministério da Saúde. O apoio paterno e inclusão dos pais neste cuidado é fundamental. E que o obstetra aborde como reconhecer os sinais de início do trabalho de parto e oriente o momento certo de procurar assistência médico-hospitalar.</p>
<p style="text-align: justify;">Fale sobre as possibilidades de analgesia que amenizam os desconfortos do trabalho de parto e a possibilidade de analgesia farmacológica ou uma combinação com anestesia peridural. A analgesia de parto deveria estar disponível a todas as parturientes no nosso meio. É crucial orientar as mães durante o pré-natal sobre a importância da amamentação, lembrando que o sucesso depende da motivação, estímulo e habilidades técnicas: maneira de posicionar o recém-nascido, garantir pega adequada, estabelecer o intervalo entre as mamadas, entre outros. É um momento de muitos desafios, em que a gestante precisará de apoio e informações corretas.</p>
<p>“Proteger a gravidez significa proteger toda a Sociedade”, segundo a Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Helenilce de Paula Fiod Costa<br /></strong><strong>Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São P</strong><strong>aulo</strong></p>
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		<title>9 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/9-de-setembro-e-o-dia-mundial-de-prevencao-da-sindrome-alcoolica-fetal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 18:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Síndrome alcoólica fetal]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-SAF-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-SAF-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-SAF-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Atualmente, admite-se que o álcool (etanol) constitui a principal causa de retardo mental e de anomalias congênitas não hereditárias nos EUA</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-SAF-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-SAF-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-SAF-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, admite-se que o álcool (etanol) constitui a principal causa de retardo mental e de anomalias congênitas não hereditárias nos EUA e que de 5% a 10% dos fetos expostos ao álcool durante a vida intrauterina apresentarão anormalidades de desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil temos poucos dados estatísticos sobre esse tema, mas sabe-se que o consumo de álcool está aumentando entre os adultos jovens e, principalmente, mulheres. De todas as substâncias de abuso (incluindo cocaína, heroína e maconha), o álcool é a droga que produz os efeitos neurológicos, cognitivos e comportamentais mais graves no feto, sendo também o agente teratogênico fetal mais comum, ocasionando más-formações cardíacas, renais, microcefalia, faciais, entre outras, tendo se tornado uma epidemia silenciosa e um problema de saúde pública.</p>
<p style="text-align: justify;">A Sociedade de Pediatria de São Paulo criou o Núcleo de Estudos dos Efeitos do Álcool na Gestante, no Feto e no Recém-Nascido há uma década, que agrega um grupo multiprofissional, cujo objetivo principal é estudar e divulgar para as mulheres em idade fértil, aos obstetras, pediatras e todos os profissionais de saúde os perigos da ingestão de qualquer dose de álcool na gestação e lactação.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia 9 do mês de setembro comemoramos o <strong>Dia Mundial de Prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal</strong> (SAF), para que toda a família que espera a chegada de um bebê, em especial a mãe que gera essa nova criança, lembre-se que durante a gravidez inteira não se deve consumir QUALQUER bebida que contenha teor alcoólico. Tolerância ZERO para a ingestão de álcool na gestação!</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Helenilce de Paula Fiod Costa</strong></p>
<p><strong>Presidente do Núcleo de Estudos dos Efeitos do Álcool na Gestante, no Feto e no Recém-Nascido (SAF) da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong>Foto: @<a href="https://br.freepik.com/autor/stefamerpik" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://br.freepik.com/autor/stefamerpik&amp;source=gmail&amp;ust=1663085456419000&amp;usg=AOvVaw1ErEomlSRlce-zRZbEhL-w">stefamerpik</a> / <a href="http://br.freepik.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://br.freepik.com&amp;source=gmail&amp;ust=1663085456419000&amp;usg=AOvVaw1fQQuNYclADxxCsQDvP9QF">br.freepik.com</a></strong></p>
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		<title>Dia da Gestante. Celebração e Reflexões</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-da-gestante-celebracao-e-reflexoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2022 14:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diversos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestante]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
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<p>No dia 15 de agosto é comemorado o Dia da Gestante, data para celebração e reflexões. A mulher passa não apenas pela gestação, mas passa pelo chamado ciclo gravídico-puerperal, que inclui</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/ImagemDiaGestante-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/ImagemDiaGestante-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/08/ImagemDiaGestante-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 15 de agosto é comemorado o Dia da Gestante, data para celebração e reflexões. A mulher passa não apenas pela gestação, mas passa pelo chamado ciclo gravídico-puerperal, que inclui a gestação, o parto e o puerpério, momentos de intensas mudanças físicas, emocionais e sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">A reprodução traz, na vida da mulher, inúmeras perspectivas e reflexões quanto ao seu futuro e do novo ser. Preocupações fundamentadas e justificadas que merecem proteção e respeito social. É preciso compreender que esse percurso da gestação até o nascimento é repleto de momentos que não são tão simples, ocorrendo desde limitações físicas que a gravidez impõe até as inquietações com o novo ser e o papel social da nova mãe que também nasce. Uma grande variedade de sentimentos toma conta e invade a grávida.</p>
<p style="text-align: justify;">Também não se deve esquecer que algumas gestações cursam com situações que tornam a gravidez de alto risco. Com todo este cenário, torna-se importante o alerta de que os cuidados de saúde devem ser destinados a todas as gestantes, sendo essenciais e vitais ao binômio materno-fetal. Ainda, a rede de apoio formada pelos profissionais de saúde, companheiro, familiares e amigos é imprescindível para que seja dado o suporte necessário para a superação do grande desafio adaptativo que é a gravidez.</p>
<p style="text-align: justify;">Certamente a gravidez não é um fato corriqueiro e simplório, pois significa pensar a vida e repensá-la em um plano maior. O significado da gestação e a vivência do momento do ciclo gravídico-puerperal são especiais e únicos para a mulher, implicando em ímpar desenvolvimento, aprendizado e emoções. Proteger a grávida significa proteger toda a sociedade.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Mônica López Vázquez<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Ginecologia e Obstetrícia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Foto: </strong>@lookstudio/br.freepik.com</p>
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		<item>
		<title>Álcool e Amamentação</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alcool-e-amamentacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 19:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Depositphotos_219683466_AndrewLozovyi-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Depositphotos_219683466_AndrewLozovyi-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Depositphotos_219683466_AndrewLozovyi-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Tudo que as mamães que estão amamentando precisam saber:O leite de uma mulher que amamenta pode conter álcool ingerido pela mãe? Sim. O álcool consumido por uma lactante é transferido para o leite materna</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Depositphotos_219683466_AndrewLozovyi-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Depositphotos_219683466_AndrewLozovyi-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/Depositphotos_219683466_AndrewLozovyi-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br />Texto divulgado em 29/07/2022</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Tudo que as mamães que estão amamentando precisam saber:<br /><span style="font-size: revert; color: initial;">O leite de uma mulher que amamenta pode conter álcool ingerido pela mãe?<br /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">Sim. O álcool consumido por uma lactante é transferido para o leite c por difusão passiva em 30 a 60 minutos após a ingestão materna.<br /></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: revert; color: initial;">Quais as ações do álcool sobre a amamentação?<br /></span><span style="font-size: revert; color: initial;">O álcool não aumenta a produção do leite materno, ocorrendo mesmo ligeira sua redução, isto porque o álcool inibe o hormônio chamado “prolactina”, que é responsável pela produção do leite encurtando, portanto, a duração da amamentação Além disso, ele também pode alterar o cheiro e o sabor do leite e, por causa disso, ser recusado pela criança promovendo, portanto, um impacto negativo não apenas para a lactação, mas também sobre o desenvolvimento da criança.</span></p>
<p style="text-align: justify;"> Há o mito de que a cerveja Malzbier auxilia as mães/gestantes na lactação. Por que esta informação circula até hoje? Ela é verídica de alguma forma?</p>
<p style="text-align: justify;">Essa informação é realmente um mito e circula até os dias de hoje por “tradição”, por ser veiculada em meios leigos sem se preocuparem com as evidências cientificas a respeito. Na verdade, enfatizamos que o álcool não estimula o aleitamento, mas antes pelo contrário, o inibe. Portanto, a mãe que está amamentado não deve ingerir bebidas alcoólicas de nenhum tipo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quais os efeitos do álcool sobre o recém-nascido amamentado por uma puérpera que ingere bebidas alcoólicas?</p>
<p style="text-align: justify;">São vários. Assim, o recém-nascido pode apresentar sonolência, sudorese, sono profundo, fraqueza, e como consequência ganho anormal de peso e diminuição do crescimento linear. Além do que, como seu cérebro continua em desenvolvimento, o álcool pode atingir seu sistema nervoso provocando lesões irreversíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A mãe que amamenta está proibida de ingerir bebidas alcoólicas?</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade, a resposta correta é não, mas a ingestão de bebida alcoólica pela mãe que amamenta depende da quantidade e dos intervalos. Efetivamente não é recomendada a ingestão de bebidas alcoólicas pela mãe que amamenta, mas se não for possível evitar, alguns cuidados são mandatórios.  Poderá beber, eventualmente, mas sempre com moderação e observando alguns requisitos como por exemplo, a ingestão de bebidas fermentadas (vinho, espumantes ou cervejas) é preferível em relação às bebidas destiladas como cachaça, tequila, vodka e whisky.  Uma recomendação importante é de que a mãe aguarde, no mínimo, duas horas após a ingestão de álcool para oferecer o peito novamente ao bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse período de duas horas recomendado é sempre seguro?</p>
<p style="text-align: justify;">É preciso lembrar que o recém-nascido alimentado em sistema de livre demanda pode ter um ritmo de alimentação bastante irregular, então é preciso ficar atenta a esse fato pois pode ser que o bebê tenha fome antes daquele período/intervalo de duas horas recomendado. Vale lembrar também que o fígado do bebê ainda está imaturo e pode não ser capaz de lidar com a sobrecarga provocada pela metabolização do álcool.</p>
<p style="text-align: justify;">A ingestão de bebidas alcoólicas pela mãe que amamenta pode ter outras consequências?</p>
<p style="text-align: justify;">A Academia Americana de Pediatria alerta que a exposição ao álcool pode prejudicar o julgamento materno e interferir nos cuidados da criança, que vai além além do risco de toxicidade para o lactente amamentado.</p>
<p style="text-align: justify;">Qual seria então uma recomendação geral?</p>
<p style="text-align: justify;">Embora o consumo de álcool durante o período de lactação não seja proibido, deve ser fortemente desaconselhado e, se em último caso for utilizado, o consumo deve ser esporádico, em doses baixas e a ingestão de bebidas fermentadas deve ser preferida à de destilados.</p>
<p><strong>Relator: Conceição Aparecida de Mattos Segre<br /></strong><strong>Núcleo de Estudos dos </strong><strong>Efeitos do Álcool na Gestante, no Feto e no Recém-nascido (SAF)</strong> <strong>da Sociedade de Pediatria de São Paulo  </strong></p>
<p><strong>Foto:</strong> andrew lozovyi | <a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://depositphotos.com&amp;source=gmail&amp;ust=1659207449424000&amp;usg=AOvVaw27VeLaIWIV9yXYbAlfoBIA">depositphotos.com</a></p>
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		<title>Sífilis congênita: o problema não termina na maternidade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-o-problema-nao-termina-na-maternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 13:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Outubro Verde – combate à sífilis congênita O problema da sífilis congênita não termina depois que o recém-nascido recebe alta da maternidade. Uma vez exposto a essa doença, tratada ou não na maternidade, o bebê precisa da avaliação pediátrica para garantir sua cura.A sífilis é uma doença muitas vezes silenciosa, tanto para a mãe quanto para o bebê, pois eles podem já estar com a doença, mas ainda não apresentarem sinais dela. Assim, fica difícil saber, só pela clínica, se o bebê está bem e se está curado ou não. É nesse sentido que o acompanhamento com pediatra se torna tão importante, principalmente nos primeiros dois anos de vida. A sífilis pode afetar a visão e a audição, passando por quadros leves ou até levar à cegueira e surdez. O bebê também pode ter atraso no seu desenvolvimento, como dificuldade para sentar, andar e falar. O pediatra é o profissional adequado para avaliar se o bebê tem algum desses acometimentos e se precisa de algum exame mais específico.Se a sífilis acometeu o cérebro, mesmo ela tendo sido tratada na&#160; maternidade e mesmo sem nenhuma alteração clínica,&#160; um outro exame do líquido da espinha (o líquor) precisará ser coletado até o sexto mês de vida, para saber se de fato ele está curado. Nas consultas, o pediatra ainda deverá solicitar várias vezes o exame que foi feito na maternidade, o chamado VDRL, até que ele seja negativo. Somente após 2 coletas com resultados negativos na sequência podem garantir a cura da doença. Se algum desses exames estiver alterado, a criança deverá ser tratada novamente, para garantir que tenha um bom desenvolvimento.Muitas crianças com quadro de sífilis ao nascimento não têm um acompanhamento adequado. Muitas dessas alterações aparecem apenas após o nascimento e a alta da maternidade e, sem o tratamento inicial e o seguimento, se perdem as chances de que essas crianças tenham uma vida normal e saudável.O pai também deve ser lembrado que existe pré-natal para homens e é importante a sua participação, para realizar exames de sífilis e de outras doenças. Após o nascimento do bebê, a mãe com sífilis durante a gestação precisa continuar o&#160; acompanhamento médico, com exames de VDRL, até receber alta por cura da doença. Assim, será possível quebrar a cadeia de transmissão da sífilis e evitar que bebês nasçam com sífilis congênita.&#160;&#160;Ter conhecimento que a sífilis é doença silenciosa, grave e que pode deixar sequelas por uma vida toda, que tem tratamento disponivel, mas que precisa ser vigiado e acompanhado&#160; nos primeiros dois anos de vida, é a chave&#160; de uma vida saudável para nossas crianças. ___Relatores:Dra. Carmen Silvia Bruniera DominguesDra. Lilian SadeckDra. Maria Regina BentlinDepartamento Científico de Neonatologia e Grupo de Trabalho da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-sitetext-color has-text-color wp-block-heading">Campanha <strong>Outubro Verde – combate à sífilis congênita</strong></h4>



<p>O problema da sífilis congênita não termina depois que o recém-nascido recebe alta da maternidade. Uma vez exposto a essa doença, tratada ou não na maternidade, o bebê precisa da avaliação pediátrica para garantir sua cura.<br>A sífilis é uma doença muitas vezes silenciosa, tanto para a mãe quanto para o bebê, pois eles podem já estar com a doença, mas ainda não apresentarem sinais dela. Assim, fica difícil saber, só pela clínica, se o bebê está bem e se está curado ou não. É nesse sentido que o acompanhamento com pediatra se torna tão importante, principalmente nos primeiros dois anos de vida.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/10/privilege-l-depositphotos.com_-1-1024x685.jpg" alt="" class="wp-image-3456"/><figcaption>privilege | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>A sífilis pode afetar a visão e a audição, passando por quadros leves ou até levar à cegueira e surdez. O bebê também pode ter atraso no seu desenvolvimento, como dificuldade para sentar, andar e falar. O pediatra é o profissional adequado para avaliar se o bebê tem algum desses acometimentos e se precisa de algum exame mais específico.<br>Se a sífilis acometeu o cérebro, mesmo ela tendo sido tratada na&nbsp; maternidade e mesmo sem nenhuma alteração clínica,&nbsp; um outro exame do líquido da espinha (o líquor) precisará ser coletado até o sexto mês de vida, para saber se de fato ele está curado. Nas consultas, o pediatra ainda deverá solicitar várias vezes o exame que foi feito na maternidade, o chamado VDRL, até que ele seja negativo. Somente após 2 coletas com resultados negativos na sequência podem garantir a cura da doença. Se algum desses exames estiver alterado, a criança deverá ser tratada novamente, para garantir que tenha um bom desenvolvimento.<br>Muitas crianças com quadro de sífilis ao nascimento não têm um acompanhamento adequado. Muitas dessas alterações aparecem apenas após o nascimento e a alta da maternidade e, sem o tratamento inicial e o seguimento, se perdem as chances de que essas crianças tenham uma vida normal e saudável.<br>O pai também deve ser lembrado que existe pré-natal para homens e é importante a sua participação, para realizar exames de sífilis e de outras doenças. Após o nascimento do bebê, a mãe com sífilis durante a gestação precisa continuar o&nbsp; acompanhamento médico, com exames de VDRL, até receber alta por cura da doença. Assim, será possível quebrar a cadeia de transmissão da sífilis e evitar que bebês nasçam com sífilis congênita.&nbsp;&nbsp;<br>Ter conhecimento que a sífilis é doença silenciosa, grave e que pode deixar sequelas por uma vida toda, que tem tratamento disponivel, mas que precisa ser vigiado e acompanhado&nbsp; nos primeiros dois anos de vida, é a chave&nbsp; de uma vida saudável para nossas crianças.</p>



<p>___<br><strong>Relatores:</strong><br><strong>Dra. Carmen Silvia Bruniera Domingues</strong><br><strong>Dra. Lilian Sadeck</strong><br><strong>Dra. Maria Regina Bentlin</strong><br><strong>Departamento Científico de Neonatologia e Grupo de Trabalho da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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