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	<title>Arquivos Hebiatra - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Hebiatra - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Retrospectiva Momento Saúde: autoestima na adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-autoestima-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 17:30:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Apresentamos &#8211; nesta época de férias &#8211; uma retrospectiva de todos os artigos publicados em nossa coluna Momento Saúde, criada em 2017 pela equipe do blog Pediatra Orienta para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Republicando sobre: Autoestima entre adolescentes &#160; Autoestima entre os adolescentes A autoestima é definida por conjunto de atitudes e ideias que cada um tem de si. A forma como o adolescente se percebe afeta diretamente a sua autoestima e esta, por sua vez, influencia sua vida: decisões, relacionamentos e desempenho escolar. Nesse sentido, é importante destacar que uma autoestima baixa pode levar a comportamentos de risco. Uma das bases para o futuro do adulto é a autoestima adolescente, por isso não podemos subestimar ou ignorar sua importância. Pais, educadores, pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) devem ter um olhar atento à autoestima juvenil e contribuir para que ela se restabeleça caso esteja prejudicada. É fundamental que o adolescente desenvolva capacidade de acreditar em si mesmo para se posicionar com firmeza diante dos conflitos e problemas, sem desistir dos seus objetivos. Como ajudá-los nisso? • Comunique-se de maneira leve e aberta: incentive uma relação flexível, onde o responsável exerça sua autoridade sem ser autoritário. Encontre o momento adequado para conversar, sem muita formalidade: pode ser em uma caminhada, por exemplo. Não perca a chance de se comunicar; mesmo que dure pouco, a conversa pode ser produtiva. • Elogie: os pais desejam que os filhos façam o melhor e se superem, mas muitas vezes se concentram no que eles não fizeram bem ou em como podem melhorar. Apesar dos adolescentes precisarem de metas concretas, é importante que saibam que seu esforço e superação são reconhecidos. • Respeite: embora as preferências dos adolescentes nem sempre são iguais, devemos buscar entender seus gostos. • Estimule a formação de opiniões próprias: os jovens gostam de opinar: faz com que se sintam mais maduros e valorizados. Permita que façam o que mais gostam: discutir. É normal e necessário. Exponha seus pontos de vista nessa discussão, faça-o refletir. • Encoraje a tomada de decisões: os adolescentes devem aprender a tomar as suas próprias decisões, a ser responsáveis por elas e decidir de acordo com valores ensinados e pessoais. Os adultos devem permitir, desde que não haja prejuízos, estando ao lado deles sempre que precisarem. Se errarem, mostre oportunidades e alternativas. • Ensine-os a reconhecer seus sentimentos: entender a raiva, a irritação, a angústia, o medo. Compartilhe experiências vividas (dificuldades, medos, angústias) e como fez &#8211; e faz &#8211; para lidar com isso. Seja sincero, transmita e demonstre sentimentos. Se errou, reconheça. A questão dos padrões na adolescência É inegável que qualquer sociedade impõe padrões. O adolescente, na busca pela sua identidade, procura seguir padrões de mídias e redes sociais em busca de um corpo perfeito. Além disso, uma das características nessa fase é a tendência grupal, o que o faz repetir as características vividas em seu grupo por uma necessidade de pertencimento. As garotas buscam um corpo “impecável”, através de dietas restritivas perigosas, que podem levar a distúrbios alimentares; atividade física exagerada também pode ser percebida nessas meninas. Os rapazes buscam um corpo “sarado”, exagerando na musculação, uso de anabolizantes e suplementos alimentares (muitas vezes sem a devida orientação). O que os pais podem fazer para evitar essas situações? • Enxergue seus filhos: mostre os seus pontos positivos, eleve a sua autoestima, independente de aparências físicas. Ensine que ninguém é perfeito. • Esteja atento e vigilante: jovens que surjam com mudanças corporais súbitas podem estar precisando de sua atenção. Procure entendê-los. Observe se estão mais tristes ou isolados, se estão sofrendo bullying por não seguirem o padrão do grupo. • Deixe claro seus valores: coloque limites, estabeleça e discuta as regras. Apesar de não gostarem, os jovens devem respeitar e aprender a enxergar as convenções como forma de cuidado. • Peça ajuda a profissionais: não enfrente sozinho a situação quando existem profissionais que podem ajudá-lo, como o hebiatra, o pediatra, o psicólogo. • Desempenhe seu papel de responsável: não seja omisso, não desista. Não é tarefa fácil. Exige amor, cumplicidade, entrega. Isso não começa na adolescência, mas sim desde antes do nascimento para cuidar e amar. A influência dos amigos na adolescência Com os horários ocupados durante a semana, as pessoas passam boa parte do tempo em grupo, com os chamados “pares”, indivíduos de idade ou maturidade semelhante. O grupo é fonte de informação do mundo fora da família e, a partir da relação com ele, o jovem pode comparar suas vivências e habilidades. O relacionamento do adolescente com seus pares muda de grupo para grupo (escola, prédio etc.) e cada um desses grupos é fonte de comportamentos – adequados ou não – que influenciam em sua autoestima e desenvolvimento psíquico. A influência dos amigos na vida do jovem também depende: • De fatores familiares: a escolha do local de moradia, da escola e a escolha dos próprios amigos influenciam na disponibilidade dos grupos para o jovem; o quanto a família conhece os grupos e como as novidades são abordadas dentro de casa são fatores essenciais para um bom relacionamento entre o adulto e o jovem. • De fatores individuais: a personalidade juvenil, o quanto está aberto às influências dos colegas e sua posição dentro do grupo (isolada, neutra ou de poder) é importante. A maioria dos adolescentes se assemelha aos padrões aceitos pelos amigos. Como nessa fase da vida um maior reconhecimento pelos seus pares é esperado e desejado, e o jovem não se espelha mais na família, a não aceitação por seus semelhantes pode gerar situações de frustração e baixa autoestima. Ser rejeitado ou negligenciado pode desencadear comportamentos hostis e de risco. Por outro lado, os adolescentes podem, através dos amigos, aprender conceitos de igualdade, justiça, de interesses e expectativas, além da capacidade de desenvolvimento de habilidades emocionais perante alguns indivíduos selecionados no grupo, como o melhor amigo, ou...</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-autoestima-na-adolescencia/">Retrospectiva Momento Saúde: autoestima na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-2316 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/MomentoAdolescencia-300x200.png" alt="adolescencia" width="300" height="200">Apresentamos &#8211; nesta época de férias &#8211; uma retrospectiva de todos os artigos publicados em nossa coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong>, criada em 2017 pela equipe do blog Pediatra Orienta para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples.</p>
<p>Republicando sobre:<br />
<strong>Autoestima entre adolescentes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Autoestima entre os adolescentes</strong></h1>
<p>A autoestima é definida por conjunto de atitudes e ideias que cada um tem de si. A forma como o adolescente se percebe afeta diretamente a sua autoestima e esta, por sua vez, influencia sua vida: decisões, relacionamentos e desempenho escolar. Nesse sentido, é importante destacar que uma autoestima baixa pode levar a comportamentos de risco. Uma das bases para o futuro do adulto é a autoestima adolescente, por isso não podemos subestimar ou ignorar sua importância. Pais, educadores, pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) devem ter um olhar atento à autoestima juvenil e contribuir para que ela se restabeleça caso esteja prejudicada. É fundamental que o adolescente desenvolva capacidade de acreditar em si mesmo para se posicionar com firmeza diante dos conflitos e problemas, sem desistir dos seus objetivos.</p>
<p><strong>Como ajudá-los nisso?</strong></p>
<p><strong>• Comunique-se de maneira leve e aberta:</strong> incentive uma relação flexível, onde o responsável exerça sua autoridade sem ser autoritário. Encontre o momento adequado para conversar, sem muita formalidade: pode ser em uma caminhada, por exemplo. Não perca a chance de se comunicar; mesmo que dure pouco, a conversa pode ser produtiva.<br />
<strong>• Elogie:</strong> os pais desejam que os filhos façam o melhor e se superem, mas muitas vezes se concentram no que eles não fizeram bem ou em como podem melhorar. Apesar dos adolescentes precisarem de metas concretas, é importante que saibam que seu esforço e superação são reconhecidos.<br />
<strong>• Respeite:</strong> embora as preferências dos adolescentes nem sempre são iguais, devemos buscar entender seus gostos.<br />
<strong>• Estimule a formação de opiniões próprias:</strong> os jovens gostam de opinar: faz com que se sintam mais maduros e valorizados. Permita que façam o que mais gostam: discutir. É normal e necessário. Exponha seus pontos de vista nessa discussão, faça-o refletir.<br />
<strong>• Encoraje a tomada de decisões:</strong> os adolescentes devem aprender a tomar as suas próprias decisões, a ser responsáveis por elas e decidir de acordo com valores ensinados e pessoais. Os adultos devem permitir, desde que não haja prejuízos, estando ao lado deles sempre que precisarem. Se errarem, mostre oportunidades e alternativas.<br />
<strong>• Ensine-os a reconhecer seus sentimentos:</strong> entender a raiva, a irritação, a angústia, o medo. Compartilhe experiências vividas (dificuldades, medos, angústias) e como fez &#8211; e faz &#8211; para lidar com isso. Seja sincero, transmita e demonstre sentimentos. Se errou, reconheça.</p>
<h1><strong>A questão dos padrões na adolescência</strong></h1>
<p>É inegável que qualquer sociedade impõe padrões. O adolescente, na busca pela sua identidade, procura seguir padrões de mídias e redes sociais em busca de um corpo perfeito. Além disso, uma das características nessa fase é a tendência grupal, o que o faz repetir as características vividas em seu grupo por uma necessidade de pertencimento. As garotas buscam um corpo “impecável”, através de dietas restritivas perigosas, que podem levar a distúrbios alimentares; atividade física exagerada também pode ser percebida nessas meninas. Os rapazes buscam um corpo “sarado”, exagerando na musculação, uso de anabolizantes e suplementos alimentares (muitas vezes sem a devida orientação).</p>
<p><strong>O que os pais podem fazer para evitar essas situações?</strong></p>
<p><strong>• Enxergue seus filhos:</strong> mostre os seus pontos positivos, eleve a sua autoestima, independente de aparências físicas. Ensine que ninguém é perfeito.<br />
<strong>• Esteja atento e vigilante:</strong> jovens que surjam com mudanças corporais súbitas podem estar precisando de sua atenção. Procure entendê-los. Observe se estão mais tristes ou isolados, se estão sofrendo bullying por não seguirem o padrão do grupo.<br />
<strong>• Deixe claro seus valores:</strong> coloque limites, estabeleça e discuta as regras. Apesar de não gostarem, os jovens devem respeitar e aprender a enxergar as convenções como forma de cuidado.<br />
<strong>• Peça ajuda a profissionais:</strong> não enfrente sozinho a situação quando existem profissionais que podem ajudá-lo, como o hebiatra, o pediatra, o psicólogo.<br />
<strong>• Desempenhe seu papel de responsável:</strong> não seja omisso, não desista. Não é tarefa fácil. Exige amor, cumplicidade, entrega. Isso não começa na adolescência, mas sim desde antes do nascimento para cuidar e amar.</p>
<h1><strong>A influência dos amigos na adolescência</strong></h1>
<p>Com os horários ocupados durante a semana, as pessoas passam boa parte do tempo em grupo, com os chamados “pares”, indivíduos de idade ou maturidade semelhante. O grupo é fonte de informação do mundo fora da família e, a partir da relação com ele, o jovem pode comparar suas vivências e habilidades. O relacionamento do adolescente com seus pares muda de grupo para grupo (escola, prédio etc.) e cada um desses grupos é fonte de comportamentos – adequados ou não – que influenciam em sua autoestima e desenvolvimento psíquico.</p>
<p>A influência dos amigos na vida do jovem também depende:<br />
<strong>• De fatores familiares:</strong> a escolha do local de moradia, da escola e a escolha dos próprios amigos influenciam na disponibilidade dos grupos para o jovem; o quanto a família conhece os grupos e como as novidades são abordadas dentro de casa são fatores essenciais para um bom relacionamento entre o adulto e o jovem.<br />
<strong>• De fatores individuais:</strong> a personalidade juvenil, o quanto está aberto às influências dos colegas e sua posição dentro do grupo (isolada, neutra ou de poder) é importante.</p>
<p>A maioria dos adolescentes se assemelha aos padrões aceitos pelos amigos. Como nessa fase da vida um maior reconhecimento pelos seus pares é esperado e desejado, e o jovem não se espelha mais na família, a não aceitação por seus semelhantes pode gerar situações de frustração e baixa autoestima. Ser rejeitado ou negligenciado pode desencadear comportamentos hostis e de risco. Por outro lado, os adolescentes podem, através dos amigos, aprender conceitos de igualdade, justiça, de interesses e expectativas, além da capacidade de desenvolvimento de habilidades emocionais perante alguns indivíduos selecionados no grupo, como o melhor amigo, ou parceiro(a).</p>
<h1><strong>Autoestima na adolescência: sinais de alerta</strong></h1>
<p><strong>• Falta de respeito por si mesmo:</strong> uma pessoa com baixa autoestima apresenta fortes indícios de falta de respeito por si mesma, não se sente merecedora do amor e respeito por parte dos outros.<br />
<strong>• Desvalorização pessoal:</strong> uma pessoa com baixa autoestima desvaloriza o que sente e, nas escolhas que faz no dia a dia, mostra que não acredita ser possível ter momentos felizes.<br />
<strong>• Destruição:</strong> além de desrespeito pela própria vida, desrespeito pela vida dos outros e pela vida do próprio planeta. E mais: alguém que convive com maus-tratos não compreende facilmente o conceito de preservação e respeito.<br />
<strong>• Desvalorização das qualidades em prol das limitações:</strong> valorizam seus “defeitos” com dificuldade de aceitar elogios, além de receio de desaprovação das ideias e pensamentos, com tendência a escondê-los e se isolar.<br />
<strong>• Falta de iniciativa para atividades de realização pessoal</strong>, muitas vezes alegando falta de tempo.</p>
<p>Esperamos que estes textos possam orientar pais, responsáveis e cuidadores, enfim todos aqueles que lidam com adolescentes, em direção a um melhor entendimento dessa população em relação ao frágil balanço de sua autoestima.</p>
<div id="attachment_2317" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2317" class="size-large wp-image-2317" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/teen_1538570453-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2317" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/PublicDomainArchive/">PublicDomainArchive</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
Departamento Científico de Adolescência da SPSP</p>
<p>Republicado em 23/01/2019.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-autoestima-na-adolescencia/">Retrospectiva Momento Saúde: autoestima na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Contracepção na adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/contracepcao-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Oct 2018 17:10:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O desenvolvimento da sexualidade faz parte do adolescer, porém características próprias dessa fase podem levar a comportamentos de risco, resultando em altos índices de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis (DST). A escolha do método anticoncepcional deve ser individual, reversível, baseada em avaliação clínica e com o conhecimento das contraindicações. As principais escolhas para adolescentes são: Métodos de barreira Os preservativos masculino e feminino são os dois únicos métodos que oferecem comprovadamente proteção contra gravidez e DST (dupla proteção), devendo ser encorajados. O primeiro tem alta eficácia (98%) se utilizado corretamente. O segundo oferece proteção ainda maior, pois protege também a parte externa dos genitais femininos, porém seu uso é mais complexo, uma vez que exige a manipulação genital para colocação correta. Métodos hormonais Existem vários métodos anticoncepcionais hormonais, sendo a pílula o mais comum e aceito. Compostas por estrógeno e progesterona nas mais diversas apresentações, elas devem ser tomadas diariamente conforme a recomendação de cada produto. O início da primeira cartela ocorre idealmente no primeiro dia do ciclo menstrual, mas se o risco de gravidez for alto, pode ser iniciado imediatamente, em qualquer momento do ciclo. Nos casos de contraindicação ao uso do estrogênio, podem ser prescritas pílulas com progesterona isolada. Os casos de falha estão relacionados a erros de uso, principalmente ao esquecimento de tomar os comprimidos diariamente. O anticoncepcional transdérmico, composto por estrogênio e progesterona, é uma outra opção e apresenta-se na forma de adesivo, que deve ser aplicado semanalmente, por 3 semanas, com pausa na quarta semana. Os possíveis locais de aplicação são: baixo ventre, nádegas, parte superior do braço e do tronco. Outro método existente é o anel vaginal. Composto de estrogênio e progesterona, trata-se de um dispositivo transparente e flexível, que deve ser inserido na vagina por 3 semanas e removido na quarta. Os métodos injetáveis são recomendados para as jovens com dificuldade de adesão à pílula. A injeção de estrógeno e progesterona é de frequência mensal, existindo também a injeção com progesterona isolada, de frequência trimestral. Essa última tem sido evitada devido ao impacto na densidade óssea das jovens, assim como pelo ganho de peso consequente ao seu uso. A tendência mundial atual é o uso da proteção de longa duração para adolescentes, representada pelo uso dos dispositivos intrauterinos (DIU) e pelo implante subcutâneo, de grande efetividade para o controle da gravidez não planejada. O DIU hormonal, inserido no útero por um médico ginecologista, contém apenas progesterona e deve ser trocado a cada 5 anos. Já o implante, dispositivo também composto por progesterona isolada, é colocado por esse mesmo profissional no tecido subcutâneo do antebraço da paciente, permanecendo ativo por 3 anos. DIU de cobre Não contém hormônio, deve ser inserido no útero por um médico ginecologista e tem duração de 10 anos. Anticoncepção de emergência É um método para ser utilizado em situações excepcionais, como após relação sexual sem proteção ou falha de um método anticoncepcional. A pílula deve ser tomada até cinco dias após relação sexual desprotegida, quanto antes maior a eficácia. Seu mecanismo de ação é fundamentalmente a inibição da ovulação, portanto, não é um método abortivo, pois não interfere na gestação já estabelecida. ___ Relatores: Dr. Alexandre M. Hirata Dra. Andrea Hercowitz Departamento Científico de Adolescência da SPSP. Publicado em 23/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/contracepcao-na-adolescencia/">Contracepção na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>O desenvolvimento da sexualidade faz parte do adolescer, porém características próprias dessa fase podem levar a comportamentos de risco, resultando em altos índices de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis (DST). A escolha do método anticoncepcional deve ser individual, reversível, baseada em avaliação clínica e com o conhecimento das contraindicações.</p>
<p>As principais escolhas para adolescentes são:</p>
<h2>Métodos de barreira</h2>
<p>Os preservativos masculino e feminino são os dois únicos métodos que oferecem comprovadamente proteção contra gravidez e DST (dupla proteção), devendo ser encorajados. O primeiro tem alta eficácia (98%) se utilizado corretamente. O segundo oferece proteção ainda maior, pois protege também a parte externa dos genitais femininos, porém seu uso é mais complexo, uma vez que exige a manipulação genital para colocação correta.</p>
<div id="attachment_2345" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2345" class="size-large wp-image-2345" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/teen_1539872571-1024x705.jpg" alt="" width="838" height="577" /><p id="caption-attachment-2345" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/sasint/">sasint</a> | Pixabay</p></div>
<h2>Métodos hormonais</h2>
<p>Existem vários métodos anticoncepcionais hormonais, sendo a pílula o mais comum e aceito. Compostas por estrógeno e progesterona nas mais diversas apresentações, elas devem ser tomadas diariamente conforme a recomendação de cada produto. O início da primeira cartela ocorre idealmente no primeiro dia do ciclo menstrual, mas se o risco de gravidez for alto, pode ser iniciado imediatamente, em qualquer momento do ciclo. Nos casos de contraindicação ao uso do estrogênio, podem ser prescritas pílulas com progesterona isolada. Os casos de falha estão relacionados a erros de uso, principalmente ao esquecimento de tomar os comprimidos diariamente.</p>
<p>O anticoncepcional transdérmico, composto por estrogênio e progesterona, é uma outra opção e apresenta-se na forma de adesivo, que deve ser aplicado semanalmente, por 3 semanas, com pausa na quarta semana. Os possíveis locais de aplicação são: baixo ventre, nádegas, parte superior do braço e do tronco.</p>
<p>Outro método existente é o anel vaginal. Composto de estrogênio e progesterona, trata-se de um dispositivo transparente e flexível, que deve ser inserido na vagina por 3 semanas e removido na quarta.</p>
<p>Os métodos injetáveis são recomendados para as jovens com dificuldade de adesão à pílula. A injeção de estrógeno e progesterona é de frequência mensal, existindo também a injeção com progesterona isolada, de frequência trimestral. Essa última tem sido evitada devido ao impacto na densidade óssea das jovens, assim como pelo ganho de peso consequente ao seu uso.</p>
<p>A tendência mundial atual é o uso da proteção de longa duração para adolescentes, representada pelo uso dos dispositivos intrauterinos (DIU) e pelo implante subcutâneo, de grande efetividade para o controle da gravidez não planejada. O DIU hormonal, inserido no útero por um médico ginecologista, contém apenas progesterona e deve ser trocado a cada 5 anos. Já o implante, dispositivo também composto por progesterona isolada, é colocado por esse mesmo profissional no tecido subcutâneo do antebraço da paciente, permanecendo ativo por 3 anos.</p>
<h2>DIU de cobre</h2>
<p>Não contém hormônio, deve ser inserido no útero por um médico ginecologista e tem duração de 10 anos.</p>
<h2>Anticoncepção de emergência</h2>
<p>É um método para ser utilizado em situações excepcionais, como após relação sexual sem proteção ou falha de um método anticoncepcional. A pílula deve ser tomada até cinco dias após relação sexual desprotegida, quanto antes maior a eficácia. Seu mecanismo de ação é fundamentalmente a inibição da ovulação, portanto, não é um método abortivo, pois não interfere na gestação já estabelecida.</p>
<p>___<br />
<strong>Relatores:<br />
Dr. Alexandre M. Hirata<br />
Dra. Andrea Hercowitz</strong><br />
Departamento Científico de Adolescência da SPSP.</p>
<p>Publicado em 23/10/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/contracepcao-na-adolescencia/">Contracepção na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: autoestima na adolescência &#8211; sinais de alerta</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-autoestima-na-adolescencia-sinais-de-alerta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Oct 2018 17:28:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Agora vamos tratar de: autoestima entre os adolescentes &#160; Autoestima na adolescência: sinais de alerta • Falta de respeito por si mesmo: uma pessoa com baixa autoestima apresenta fortes indícios de falta de respeito por si mesma, não se sente merecedora do amor e respeito por parte dos outros. • Desvalorização pessoal: uma pessoa com baixa autoestima desvaloriza o que sente e, nas escolhas que faz no dia a dia, mostra que não acredita ser possível ter momentos felizes. • Destruição: além de desrespeito pela própria vida, desrespeito pela vida dos outros e pela vida do próprio planeta. E mais: alguém que convive com maus-tratos não compreende facilmente o conceito de preservação e respeito. • Desvalorização das qualidades em prol das limitações: valorizam seus “defeitos” com dificuldade de aceitar elogios, além de receio de desaprovação das ideias e pensamentos, com tendência a escondê-los e se isolar. • Falta de iniciativa para atividades de realização pessoal, muitas vezes alegando falta de tempo. Esperamos que estes textos possam orientar pais, responsáveis e cuidadores, enfim todos aqueles que lidam com adolescentes, em direção a um melhor entendimento dessa população em relação ao frágil balanço de sua autoestima. ___ Relatores: Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg Dra. Elisiane Elias Mendes Machado Dra. Maíra Pieri Ribeiro Departamento Científico de Adolescência da SPSP Publicado em 24/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-autoestima-na-adolescencia-sinais-de-alerta/">Momento Saúde: autoestima na adolescência &#8211; sinais de alerta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2316 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/MomentoAdolescencia-300x200.png" alt="adolescencia" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Agora vamos tratar de:<br />
<strong>autoestima entre os adolescentes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Autoestima na adolescência: sinais de alerta</strong></h1>
<p><strong>• Falta de respeito por si mesmo:</strong> uma pessoa com baixa autoestima apresenta fortes indícios de falta de respeito por si mesma, não se sente merecedora do amor e respeito por parte dos outros.<br />
<strong>• Desvalorização pessoal:</strong> uma pessoa com baixa autoestima desvaloriza o que sente e, nas escolhas que faz no dia a dia, mostra que não acredita ser possível ter momentos felizes.<br />
<strong>• Destruição:</strong> além de desrespeito pela própria vida, desrespeito pela vida dos outros e pela vida do próprio planeta. E mais: alguém que convive com maus-tratos não compreende facilmente o conceito de preservação e respeito.<br />
<strong>• Desvalorização das qualidades em prol das limitações:</strong> valorizam seus “defeitos” com dificuldade de aceitar elogios, além de receio de desaprovação das ideias e pensamentos, com tendência a escondê-los e se isolar.<br />
<strong>• Falta de iniciativa para atividades de realização pessoal</strong>, muitas vezes alegando falta de tempo.</p>
<p>Esperamos que estes textos possam orientar pais, responsáveis e cuidadores, enfim todos aqueles que lidam com adolescentes, em direção a um melhor entendimento dessa população em relação ao frágil balanço de sua autoestima.</p>
<div id="attachment_2326" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2326" class="size-large wp-image-2326" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/teen_1538571852-1024x687.jpg" alt="" width="838" height="562"><p id="caption-attachment-2326" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Greyerbaby/">Greyerbaby</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatores:<br />
Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg<br />
Dra. Elisiane Elias Mendes Machado<br />
Dra. Maíra Pieri Ribeiro<br />
Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>
<p>Publicado em 24/10/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-autoestima-na-adolescencia-sinais-de-alerta/">Momento Saúde: autoestima na adolescência &#8211; sinais de alerta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: a influência dos amigos na adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-a-influencia-dos-amigos-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Oct 2018 18:15:48 +0000</pubDate>
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<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Agora vamos tratar de: autoestima entre os adolescentes &#160; A influência dos amigos na adolescência Com os horários ocupados durante a semana, as pessoas passam boa parte do tempo em grupo, com os chamados “pares”, indivíduos de idade ou maturidade semelhante. O grupo é fonte de informação do mundo fora da família e, a partir da relação com ele, o jovem pode comparar suas vivências e habilidades. O relacionamento do adolescente com seus pares muda de grupo para grupo (escola, prédio etc.) e cada um desses grupos é fonte de comportamentos – adequados ou não – que influenciam em sua autoestima e desenvolvimento psíquico. A influência dos amigos na vida do jovem também depende: • De fatores familiares: a escolha do local de moradia, da escola e a escolha dos próprios amigos influenciam na disponibilidade dos grupos para o jovem; o quanto a família conhece os grupos e como as novidades são abordadas dentro de casa são fatores essenciais para um bom relacionamento entre o adulto e o jovem. • De fatores individuais: a personalidade juvenil, o quanto está aberto às influências dos colegas e sua posição dentro do grupo (isolada, neutra ou de poder) é importante. A maioria dos adolescentes se assemelha aos padrões aceitos pelos amigos. Como nessa fase da vida um maior reconhecimento pelos seus pares é esperado e desejado, e o jovem não se espelha mais na família, a não aceitação por seus semelhantes pode gerar situações de frustração e baixa autoestima. Ser rejeitado ou negligenciado pode desencadear comportamentos hostis e de risco. Por outro lado, os adolescentes podem, através dos amigos, aprender conceitos de igualdade, justiça, de interesses e expectativas, além da capacidade de desenvolvimento de habilidades emocionais perante alguns indivíduos selecionados no grupo, como o melhor amigo, ou parceiro(a). ___ Relatores: Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg Dra. Elisiane Elias Mendes Machado Dra. Maíra Pieri Ribeiro Departamento Científico de Adolescência da SPSP Publicado em 17/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-a-influencia-dos-amigos-na-adolescencia/">Momento Saúde: a influência dos amigos na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2316 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/MomentoAdolescencia-300x200.png" alt="adolescencia" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Agora vamos tratar de:<br />
<strong>autoestima entre os adolescentes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>A influência dos amigos na adolescência</strong></h1>
<p>Com os horários ocupados durante a semana, as pessoas passam boa parte do tempo em grupo, com os chamados “pares”, indivíduos de idade ou maturidade semelhante. O grupo é fonte de informação do mundo fora da família e, a partir da relação com ele, o jovem pode comparar suas vivências e habilidades. O relacionamento do adolescente com seus pares muda de grupo para grupo (escola, prédio etc.) e cada um desses grupos é fonte de comportamentos – adequados ou não – que influenciam em sua autoestima e desenvolvimento psíquico.</p>
<p>A influência dos amigos na vida do jovem também depende:<br />
<strong>• De fatores familiares:</strong> a escolha do local de moradia, da escola e a escolha dos próprios amigos influenciam na disponibilidade dos grupos para o jovem; o quanto a família conhece os grupos e como as novidades são abordadas dentro de casa são fatores essenciais para um bom relacionamento entre o adulto e o jovem.<br />
<strong>• De fatores individuais:</strong> a personalidade juvenil, o quanto está aberto às influências dos colegas e sua posição dentro do grupo (isolada, neutra ou de poder) é importante.</p>
<p>A maioria dos adolescentes se assemelha aos padrões aceitos pelos amigos. Como nessa fase da vida um maior reconhecimento pelos seus pares é esperado e desejado, e o jovem não se espelha mais na família, a não aceitação por seus semelhantes pode gerar situações de frustração e baixa autoestima. Ser rejeitado ou negligenciado pode desencadear comportamentos hostis e de risco. Por outro lado, os adolescentes podem, através dos amigos, aprender conceitos de igualdade, justiça, de interesses e expectativas, além da capacidade de desenvolvimento de habilidades emocionais perante alguns indivíduos selecionados no grupo, como o melhor amigo, ou parceiro(a).</p>
<div id="attachment_2323" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2323" class="size-large wp-image-2323" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/teens_1538571467-1024x731.jpg" alt="" width="838" height="598"><p id="caption-attachment-2323" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Fangirl/">Fangirl</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatores:<br />
Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg<br />
Dra. Elisiane Elias Mendes Machado<br />
Dra. Maíra Pieri Ribeiro<br />
Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>
<p>Publicado em 17/10/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-a-influencia-dos-amigos-na-adolescencia/">Momento Saúde: a influência dos amigos na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: a questão dos padrões na adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-a-questao-dos-padroes-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Oct 2018 18:23:26 +0000</pubDate>
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<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Agora vamos tratar de: autoestima entre os adolescentes &#160; A questão dos padrões na adolescência É inegável que qualquer sociedade impõe padrões. O adolescente, na busca pela sua identidade, procura seguir padrões de mídias e redes sociais em busca de um corpo perfeito. Além disso, uma das características nessa fase é a tendência grupal, o que o faz repetir as características vividas em seu grupo por uma necessidade de pertencimento. As garotas buscam um corpo “impecável”, através de dietas restritivas perigosas, que podem levar a distúrbios alimentares; atividade física exagerada também pode ser percebida nessas meninas. Os rapazes buscam um corpo “sarado”, exagerando na musculação, uso de anabolizantes e suplementos alimentares (muitas vezes sem a devida orientação). O que os pais podem fazer para evitar essas situações? • Enxergue seus filhos: mostre os seus pontos positivos, eleve a sua autoestima, independente de aparências físicas. Ensine que ninguém é perfeito. • Esteja atento e vigilante: jovens que surjam com mudanças corporais súbitas podem estar precisando de sua atenção. Procure entendê-los. Observe se estão mais tristes ou isolados, se estão sofrendo bullying por não seguirem o padrão do grupo. • Deixe claro seus valores: coloque limites, estabeleça e discuta as regras. Apesar de não gostarem, os jovens devem respeitar e aprender a enxergar as convenções como forma de cuidado. • Peça ajuda a profissionais: não enfrente sozinho a situação quando existem profissionais que podem ajudá-lo, como o hebiatra, o pediatra, o psicólogo. • Desempenhe seu papel de responsável: não seja omisso, não desista. Não é tarefa fácil. Exige amor, cumplicidade, entrega. Isso não começa na adolescência, mas sim desde antes do nascimento para cuidar e amar. ___ Relatores: Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg Dra. Elisiane Elias Mendes Machado Dra. Maíra Pieri Ribeiro Departamento Científico de Adolescência da SPSP Publicado em 10/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-a-questao-dos-padroes-na-adolescencia/">Momento Saúde: a questão dos padrões na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2316 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/MomentoAdolescencia-300x200.png" alt="adolescencia" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Agora vamos tratar de:<br />
<strong>autoestima entre os adolescentes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>A questão dos padrões na adolescência</strong></h1>
<p>É inegável que qualquer sociedade impõe padrões. O adolescente, na busca pela sua identidade, procura seguir padrões de mídias e redes sociais em busca de um corpo perfeito. Além disso, uma das características nessa fase é a tendência grupal, o que o faz repetir as características vividas em seu grupo por uma necessidade de pertencimento. As garotas buscam um corpo “impecável”, através de dietas restritivas perigosas, que podem levar a distúrbios alimentares; atividade física exagerada também pode ser percebida nessas meninas. Os rapazes buscam um corpo “sarado”, exagerando na musculação, uso de anabolizantes e suplementos alimentares (muitas vezes sem a devida orientação).</p>
<p><strong>O que os pais podem fazer para evitar essas situações?</strong></p>
<p><strong>• Enxergue seus filhos:</strong> mostre os seus pontos positivos, eleve a sua autoestima, independente de aparências físicas. Ensine que ninguém é perfeito.<br />
<strong>• Esteja atento e vigilante:</strong> jovens que surjam com mudanças corporais súbitas podem estar precisando de sua atenção. Procure entendê-los. Observe se estão mais tristes ou isolados, se estão sofrendo bullying por não seguirem o padrão do grupo.<br />
<strong>• Deixe claro seus valores:</strong> coloque limites, estabeleça e discuta as regras. Apesar de não gostarem, os jovens devem respeitar e aprender a enxergar as convenções como forma de cuidado.<br />
<strong>• Peça ajuda a profissionais:</strong> não enfrente sozinho a situação quando existem profissionais que podem ajudá-lo, como o hebiatra, o pediatra, o psicólogo.<br />
<strong>• Desempenhe seu papel de responsável:</strong> não seja omisso, não desista. Não é tarefa fácil. Exige amor, cumplicidade, entrega. Isso não começa na adolescência, mas sim desde antes do nascimento para cuidar e amar.</p>
<div id="attachment_2320" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2320" class="size-large wp-image-2320" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/mirror_1538570947-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2320" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/StockSnap/">StockSnap</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatores:<br />
Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg<br />
Dra. Elisiane Elias Mendes Machado<br />
Dra. Maíra Pieri Ribeiro<br />
Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>
<p>Publicado em 10/10/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-a-questao-dos-padroes-na-adolescencia/">Momento Saúde: a questão dos padrões na adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: autoestima entre os adolescentes</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-autoestima-entre-os-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 18:33:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pais]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Agora vamos tratar de: autoestima entre os adolescentes &#160; Autoestima entre os adolescentes A autoestima é definida por conjunto de atitudes e ideias que cada um tem de si. A forma como o adolescente se percebe afeta diretamente a sua autoestima e esta, por sua vez, influencia sua vida: decisões, relacionamentos e desempenho escolar. Nesse sentido, é importante destacar que uma autoestima baixa pode levar a comportamentos de risco. Uma das bases para o futuro do adulto é a autoestima adolescente, por isso não podemos subestimar ou ignorar sua importância. Pais, educadores, pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) devem ter um olhar atento à autoestima juvenil e contribuir para que ela se restabeleça caso esteja prejudicada. É fundamental que o adolescente desenvolva capacidade de acreditar em si mesmo para se posicionar com firmeza diante dos conflitos e problemas, sem desistir dos seus objetivos. Como ajudá-los nisso? • Comunique-se de maneira leve e aberta: incentive uma relação flexível, onde o responsável exerça sua autoridade sem ser autoritário. Encontre o momento adequado para conversar, sem muita formalidade: pode ser em uma caminhada, por exemplo. Não perca a chance de se comunicar; mesmo que dure pouco, a conversa pode ser produtiva. • Elogie: os pais desejam que os filhos façam o melhor e se superem, mas muitas vezes se concentram no que eles não fizeram bem ou em como podem melhorar. Apesar dos adolescentes precisarem de metas concretas, é importante que saibam que seu esforço e superação são reconhecidos. • Respeite: embora as preferências dos adolescentes nem sempre são iguais, devemos buscar entender seus gostos. • Estimule a formação de opiniões próprias: os jovens gostam de opinar: faz com que se sintam mais maduros e valorizados. Permita que façam o que mais gostam: discutir. É normal e necessário. Exponha seus pontos de vista nessa discussão, faça-o refletir. • Encoraje a tomada de decisões: os adolescentes devem aprender a tomar as suas próprias decisões, a ser responsáveis por elas e decidir de acordo com valores ensinados e pessoais. Os adultos devem permitir, desde que não haja prejuízos, estando ao lado deles sempre que precisarem. Se errarem, mostre oportunidades e alternativas. • Ensine-os a reconhecer seus sentimentos: entender a raiva, a irritação, a angústia, o medo. Compartilhe experiências vividas (dificuldades, medos, angústias) e como fez &#8211; e faz &#8211; para lidar com isso. Seja sincero, transmita e demonstre sentimentos. Se errou, reconheça. ___ Relatores: Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg Dra. Elisiane Elias Mendes Machado Dra. Maíra Pieri Ribeiro Departamento Científico de Adolescência da SPSP Publicado em 3/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-autoestima-entre-os-adolescentes/">Momento Saúde: autoestima entre os adolescentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2316 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/MomentoAdolescencia-300x200.png" alt="adolescencia" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Agora vamos tratar de:<br />
<strong>autoestima entre os adolescentes</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Autoestima entre os adolescentes</strong></h1>
<p>A autoestima é definida por conjunto de atitudes e ideias que cada um tem de si. A forma como o adolescente se percebe afeta diretamente a sua autoestima e esta, por sua vez, influencia sua vida: decisões, relacionamentos e desempenho escolar. Nesse sentido, é importante destacar que uma autoestima baixa pode levar a comportamentos de risco. Uma das bases para o futuro do adulto é a autoestima adolescente, por isso não podemos subestimar ou ignorar sua importância. Pais, educadores, pediatras e hebiatras (médicos de adolescentes) devem ter um olhar atento à autoestima juvenil e contribuir para que ela se restabeleça caso esteja prejudicada. É fundamental que o adolescente desenvolva capacidade de acreditar em si mesmo para se posicionar com firmeza diante dos conflitos e problemas, sem desistir dos seus objetivos.</p>
<p><strong>Como ajudá-los nisso?</strong></p>
<p><strong>• Comunique-se de maneira leve e aberta:</strong> incentive uma relação flexível, onde o responsável exerça sua autoridade sem ser autoritário. Encontre o momento adequado para conversar, sem muita formalidade: pode ser em uma caminhada, por exemplo. Não perca a chance de se comunicar; mesmo que dure pouco, a conversa pode ser produtiva.<br />
<strong>• Elogie:</strong> os pais desejam que os filhos façam o melhor e se superem, mas muitas vezes se concentram no que eles não fizeram bem ou em como podem melhorar. Apesar dos adolescentes precisarem de metas concretas, é importante que saibam que seu esforço e superação são reconhecidos.<br />
<strong>• Respeite:</strong> embora as preferências dos adolescentes nem sempre são iguais, devemos buscar entender seus gostos.<br />
<strong>• Estimule a formação de opiniões próprias:</strong> os jovens gostam de opinar: faz com que se sintam mais maduros e valorizados. Permita que façam o que mais gostam: discutir. É normal e necessário. Exponha seus pontos de vista nessa discussão, faça-o refletir.<br />
<strong>• Encoraje a tomada de decisões:</strong> os adolescentes devem aprender a tomar as suas próprias decisões, a ser responsáveis por elas e decidir de acordo com valores ensinados e pessoais. Os adultos devem permitir, desde que não haja prejuízos, estando ao lado deles sempre que precisarem. Se errarem, mostre oportunidades e alternativas.<br />
<strong>• Ensine-os a reconhecer seus sentimentos:</strong> entender a raiva, a irritação, a angústia, o medo. Compartilhe experiências vividas (dificuldades, medos, angústias) e como fez &#8211; e faz &#8211; para lidar com isso. Seja sincero, transmita e demonstre sentimentos. Se errou, reconheça.</p>
<div id="attachment_2317" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2317" class="size-large wp-image-2317" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/10/teen_1538570453-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2317" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/PublicDomainArchive/">PublicDomainArchive</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatores:<br />
Dra. Bianca Rodrigues de Godoy Lundberg<br />
Dra. Elisiane Elias Mendes Machado<br />
Dra. Maíra Pieri Ribeiro<br />
Departamento Científico de Adolescência da SPSP</strong></p>
<p>Publicado em 3/10/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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