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	<title>Arquivos Hospital - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Hospital - SPSP</title>
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		<title>O auxílio de pets no tratamento pediátrico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jul 2018 18:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A Terapia Assistida por Animais (TAA) refere-se à utilização de animais no cuidado em saúde. Desde 1860, por meio de registros de Florence Nightingale, observa-se que pacientes na companhia de animais manifestam melhora na saúde, reduzindo a dor, ansiedade, aumentando a socialização e a qualidade de vida. Esta terapia tem sido eficaz no tratamento de diferentes deficiências e problemas de desenvolvimento como paralisia cerebral, desordens neurológicas, ortopédicas e posturais, distúrbios de comportamento, entre outras. A TAA é uma das ações de humanização em hospitais pediátricos produzindo benefícios sociais, pela oportunidade de comunicação, sensação de segurança, socialização, motivação, aprendizagem e confiança. O cão é o principal animal utilizado nesse tipo de terapia, pois é muito afetuoso com as pessoas, facilmente adestrado e responde com carinho e amizade ao ser tocado. Outros animais, no entanto, também podem ser utilizados, como gatos, coelhos, tartarugas, cavalos, peixes ornamentais, golfinhos, aves, animais exóticos e outros. Para o cuidado de crianças e adolescentes com câncer, a introdução do cão, de forma terapêutica, tem colaborado para aumentar a autoestima e a comunicação do paciente com a equipe de saúde, a família e outras crianças, além de compensar déficits afetivos e estruturais. É possível observar o aumento na concentração plasmática de endorfinas e diminuição na concentração plasmática de cortisol, substância que atua diretamente no estado de ansiedade. Isso colabora para uma melhor aceitação da criança aos procedimentos, por se encontrar mais confiante, já que também sente no ambiente hospitalar momentos de prazer, divertimento e alegria. Estudos evidenciam que os índices de infecção hospitalar entre unidades que recebem a visita de cães e aquelas que não recebem são semelhantes, desde que a equipe de profissionais e proprietários dos animais sigam os procedimentos necessários de higiene e vacinação. Existem protocolos para a entrada da equipe no ambiente hospitalar. Para as visitas em hospitais, os animais devem: tomar banho com menos de 24 horas de antecedência; obedecer aos cuidados de higiene com as patas; e estar sempre acompanhados do treinador ou proprietário e dos profissionais da equipe de saúde. Além disso, não podem ter contato com animais na rua nem ter acesso às áreas de alimentos, medicação, lavanderia, isolamento, sala cirúrgica etc. As visitas deverão ser periódicas, fora do horário de alimentação e medicação e com autorização do paciente, dos profissionais responsáveis por seus cuidados, seus familiares e acompanhantes. Além disso, para fazer parte da equipe, os animais devem ser treinados por profissionais após avaliação de seu temperamento, comportamento amigável, entre outras coisas. Dr. Cão e Terapia Cão Carinho As fotos apresentadas são das equipes Dr. Cão e Terapia Cão Carinho, realizando visitas em enfermarias de Pediatria, UTI pediátrica e PS pediátrico de um hospital público desde 2007. As equipes mantêm a proporção de dois voluntários humanos para cada cão terapeuta. Imediatamente antes de entrar no hospital, suas patas são higienizadas com xampu específico e as bocas com antisséptico bucal. O procedimento é repetido antes da entrada na UTI e na enfermaria. Ao final das atividades, a equipe também realiza a higienização das mãos com álcool em gel dos pacientes que tiveram contato com os cães. A interação do cão terapeuta com o paciente ocorre das mais diversas formas. Em alguns casos, a simples curiosidade estimula uma criança desanimada e deprimida a sair do leito. Os cães proporcionam diversão, obedecendo comandos dos voluntários e dos pacientes como sentar, cumprimentar, dar a pata, deitar e rolar, passar por baixo das pernas de uma fila de crianças, buscar e entregar de volta bolinhas lançadas por elas. Alguns cães de porte maior são treinados a puxar trenós e da mesma forma puxam cadeiras de rodas pelo corredor, sob estrita supervisão dos voluntários. Vale ressaltar que, para alguns pacientes internados cronicamente, a visita dos cães representa a única oportunidade de contato com o mundo de fora do hospital. A internação da criança em meio hospitalar é sempre uma agressão, contribuindo em muitos aspectos para o agravamento do estado afetivo e emocional, o que, por sua vez, pode retardar a recuperação da saúde física. Conforme já observada e comprovada internacionalmente, a inclusão de animais nesse ambiente hostil traz contribuição significativa para a reabilitação dos pacientes. ___ Relatora: Dra. Maria Teresa Torgi Alves Presidente do Departamento Científico de Cuidados Hospitalares da SPSP. Com a colaboração de: Sunao Nishio Terapia Cão Carinho Publicado em 24/07/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-auxilio-de-pets-no-tratamento-pediatrico/">O auxílio de pets no tratamento pediátrico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>A Terapia Assistida por Animais (TAA) refere-se à utilização de animais no cuidado em saúde. Desde 1860, por meio de registros de Florence Nightingale, observa-se que pacientes na companhia de animais manifestam melhora na saúde, reduzindo a dor, ansiedade, aumentando a socialização e a qualidade de vida. Esta terapia tem sido eficaz no tratamento de diferentes deficiências e problemas de desenvolvimento como paralisia cerebral, desordens neurológicas, ortopédicas e posturais, distúrbios de comportamento, entre outras.</p>
<p>A TAA é uma das ações de humanização em hospitais pediátricos produzindo benefícios sociais, pela oportunidade de comunicação, sensação de segurança, socialização, motivação, aprendizagem e confiança.</p>
<p>O cão é o principal animal utilizado nesse tipo de terapia, pois é muito afetuoso com as pessoas, facilmente adestrado e responde com carinho e amizade ao ser tocado. Outros animais, no entanto, também podem ser utilizados, como gatos, coelhos, tartarugas, cavalos, peixes ornamentais, golfinhos, aves, animais exóticos e outros.</p>
<div id="attachment_2189" style="width: 660px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2189" class="size-full wp-image-2189" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/07/CaoCarinho.jpg" alt="cao carinho" width="650" height="400" /><p id="caption-attachment-2189" class="wp-caption-text">Dr. Cão e Terapia Cão Carinho</p></div>
<p>Para o cuidado de crianças e adolescentes com câncer, a introdução do cão, de forma terapêutica, tem colaborado para aumentar a autoestima e a comunicação do paciente com a equipe de saúde, a família e outras crianças, além de compensar <em>déficits</em> afetivos e estruturais. É possível observar o aumento na concentração plasmática de endorfinas e diminuição na concentração plasmática de cortisol, substância que atua diretamente no estado de ansiedade. Isso colabora para uma melhor aceitação da criança aos procedimentos, por se encontrar mais confiante, já que também sente no ambiente hospitalar momentos de prazer, divertimento e alegria.</p>
<p>Estudos evidenciam que os índices de infecção hospitalar entre unidades que recebem a visita de cães e aquelas que não recebem são semelhantes, desde que a equipe de profissionais e proprietários dos animais sigam os procedimentos necessários de higiene e vacinação. Existem protocolos para a entrada da equipe no ambiente hospitalar.</p>
<p>Para as visitas em hospitais, os animais devem: tomar banho com menos de 24 horas de antecedência; obedecer aos cuidados de higiene com as patas; e estar sempre acompanhados do treinador ou proprietário e dos profissionais da equipe de saúde. Além disso, não podem ter contato com animais na rua nem ter acesso às áreas de alimentos, medicação, lavanderia, isolamento, sala cirúrgica etc. As visitas deverão ser periódicas, fora do horário de alimentação e medicação e com autorização do paciente, dos profissionais responsáveis por seus cuidados, seus familiares e acompanhantes.</p>
<p>Além disso, para fazer parte da equipe, os animais devem ser treinados por profissionais após avaliação de seu temperamento, comportamento amigável, entre outras coisas.</p>
<h2>Dr. Cão e Terapia Cão Carinho</h2>
<p>As fotos apresentadas são das equipes <strong>Dr. Cão</strong> e <strong>Terapia Cão Carinho</strong>, realizando visitas em enfermarias de Pediatria, UTI pediátrica e PS pediátrico de um hospital público desde 2007. As equipes mantêm a proporção de dois voluntários humanos para cada cão terapeuta. Imediatamente antes de entrar no hospital, suas patas são higienizadas com xampu específico e as bocas com antisséptico bucal. O procedimento é repetido antes da entrada na UTI e na enfermaria. Ao final das atividades, a equipe também realiza a higienização das mãos com álcool em gel dos pacientes que tiveram contato com os cães.</p>
<p>A interação do cão terapeuta com o paciente ocorre das mais diversas formas. Em alguns casos, a simples curiosidade estimula uma criança desanimada e deprimida a sair do leito. Os cães proporcionam diversão, obedecendo comandos dos voluntários e dos pacientes como sentar, cumprimentar, dar a pata, deitar e rolar, passar por baixo das pernas de uma fila de crianças, buscar e entregar de volta bolinhas lançadas por elas. Alguns cães de porte maior são treinados a puxar trenós e da mesma forma puxam cadeiras de rodas pelo corredor, sob estrita supervisão dos voluntários. Vale ressaltar que, para alguns pacientes internados cronicamente, a visita dos cães representa a única oportunidade de contato com o mundo de fora do hospital.</p>
<p>A internação da criança em meio hospitalar é sempre uma agressão, contribuindo em muitos aspectos para o agravamento do estado afetivo e emocional, o que, por sua vez, pode retardar a recuperação da saúde física. Conforme já observada e comprovada internacionalmente, a inclusão de animais nesse ambiente hostil traz contribuição significativa para a reabilitação dos pacientes.</p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Maria Teresa Torgi Alves</strong><br />
Presidente do Departamento Científico de Cuidados Hospitalares da SPSP.<br />
Com a colaboração de:<br />
<strong>Sunao Nishio</strong><br />
Terapia Cão Carinho</p>
<p>Publicado em 24/07/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-auxilio-de-pets-no-tratamento-pediatrico/">O auxílio de pets no tratamento pediátrico</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cuidados com as crianças após internação</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cuidados-com-as-criancas-apos-internacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jul 2017 18:40:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Crianças que precisam de internação em hospitais trazem sempre uma enorme preocupação para os pais. E quando ela retorna para casa surgem outras apreensões. Como cuidar? O que fazer para que a recuperação seja total? O que evitar para não atrapalhar o fim do tratamento? “Primeiro é preciso solicitar o Resumo da Internação, um documento onde constam todas as informações importantes sobre o paciente e que deve ser guardado, pois é essencial para a história dele. Ali estarão também as recomendações da equipe de internação para o complemento do tratamento, porque a alta não quer dizer, necessariamente, que o paciente esteja curado, mas que está melhor e deve continuar a terapia”, informa o pediatra Fernando Lyra, membro do Departamento de Cuidados Domiciliares da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). A maioria das crianças que precisa de internação tem até cinco anos, conta o pediatra, e os cuidados variam. “Quando a criança passou por cirurgia, os familiares receberão treinamento para fazer os curativos em casa e também para a utilização de equipamentos. Se for um caso de doença, a informação aos pais será sobre os medicamentos que devem ser ministrados”, afirma Dr. Fernando. Também é preciso estar ciente de que a criança pode estar debilitada, portanto será imprescindível restringir visitas que apresentem alguma enfermidade. “Pessoas com problemas respiratórios, febre, resfriado ou qualquer processo infeccioso não devem visitar a criança”, adverte o pediatra. Importante também é saber quando retornar ao médico. “Febre, volta da dor ou dor exacerbada, vermelhidão em torno da ferida e secreção, em caso de cirurgia, são chamados de sinais de alerta e a criança precisa ser examinada por quem a atendeu ou ser encaminhada ao posto médico. Mas evite procurar atendimento em pronto-socorro desnecessariamente”, destaca Dr. Fernando. E não é só o físico da criança que sofre com uma internação. “Observamos que muitas crianças ficam tristes, não comem, ficam quietas e não querem brincar quando internadas. Após a alta, o paciente pode ter uma rápida recuperação, mas os pais podem ser mais afetados com os problemas de saúde de seus filhos e também apresentar sinais de depressão, principalmente quando a criança esteve internada por doenças graves e necessitou de tratamento em UTI”, explica o pediatra. Nesses casos, tanto pacientes como familiares devem procurar ajuda especializada, pois os pais passam a ter uma percepção da criança mais frágil do que ela é na realidade, e isso vai comprometer a autoimagem que o pequeno tem dele mesmo. “É necessário perceber que o período traumático acabou e mostrar para a criança que ela está de volta ao cotidiano, que o pior já passou. Se possível, ela deve voltar à escola, à convivência com os amigos e ao lazer”, aconselha o médico. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 20/07/2017. photo credit: marcisim &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/cuidados-com-as-criancas-apos-internacao/">Cuidados com as crianças após internação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Crianças que precisam de internação em hospitais trazem sempre uma enorme preocupação para os pais. E quando ela retorna para casa surgem outras apreensões. Como cuidar? O que fazer para que a recuperação seja total? O que evitar para não atrapalhar o fim do tratamento?</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone wp-image-1736" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/07/marcisim_love-746678_1280-300x200.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<p>“Primeiro é preciso solicitar o Resumo da Internação, um documento onde constam todas as informações importantes sobre o paciente e que deve ser guardado, pois é essencial para a história dele. Ali estarão também as recomendações da equipe de internação para o complemento do tratamento, porque a alta não quer dizer, necessariamente, que o paciente esteja curado, mas que está melhor e deve continuar a terapia”, informa o pediatra Fernando Lyra, membro do Departamento de Cuidados Domiciliares da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).</p>
<p>A maioria das crianças que precisa de internação tem até cinco anos, conta o pediatra, e os cuidados variam. “Quando a criança passou por cirurgia, os familiares receberão treinamento para fazer os curativos em casa e também para a utilização de equipamentos. Se for um caso de doença, a informação aos pais será sobre os medicamentos que devem ser ministrados”, afirma Dr. Fernando.</p>
<p>Também é preciso estar ciente de que a criança pode estar debilitada, portanto será imprescindível restringir visitas que apresentem alguma enfermidade. “Pessoas com problemas respiratórios, febre, resfriado ou qualquer processo infeccioso não devem visitar a criança”, adverte o pediatra.</p>
<p>Importante também é saber quando retornar ao médico. “Febre, volta da dor ou dor exacerbada, vermelhidão em torno da ferida e secreção, em caso de cirurgia, são chamados de sinais de alerta e a criança precisa ser examinada por quem a atendeu ou ser encaminhada ao posto médico. Mas evite procurar atendimento em pronto-socorro desnecessariamente”, destaca Dr. Fernando.</p>
<p>E não é só o físico da criança que sofre com uma internação. “Observamos que muitas crianças ficam tristes, não comem, ficam quietas e não querem brincar quando internadas. Após a alta, o paciente pode ter uma rápida recuperação, mas os pais podem ser mais afetados com os problemas de saúde de seus filhos e também apresentar sinais de depressão, principalmente quando a criança esteve internada por doenças graves e necessitou de tratamento em UTI”, explica o pediatra. Nesses casos, tanto pacientes como familiares devem procurar ajuda especializada, pois os pais passam a ter uma percepção da criança mais frágil do que ela é na realidade, e isso vai comprometer a autoimagem que o pequeno tem dele mesmo.</p>
<p>“É necessário perceber que o período traumático acabou e mostrar para a criança que ela está de volta ao cotidiano, que o pior já passou. Se possível, ela deve voltar à escola, à convivência com os amigos e ao lazer”, aconselha o médico.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 20/07/2017.<br />
photo credit: marcisim | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/cuidados-com-as-criancas-apos-internacao/">Cuidados com as crianças após internação</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cãoterapia ajuda no tratamento de crianças em hospitais</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/caoterapia-ajuda-no-tratamento-de-criancas-em-hospitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 03:45:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Cãoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Internação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia com animais]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O portal iG Saúde publicou matéria sobre a cãoterapia aplicada na ala pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Toda segunda-feira, cães da ONG Patas Therapeutas fazem visitam às crianças internadas. No artigo, o diretor da pediatria da Santa Casa, Rogério Pecchini, comenta que a terapia assistida com animais é fantástica, pois o cão, além de trazer alegria durante as visitas e melhorar o humor das crianças, ajuda na adesão ao tratamento e socialização com a equipe do hospital. De acordo com a fundadora da ONG, Silvana Fedeli Prado, a ideia é resgatar o vínculo afetivo e elevar a autoestima das crianças. Na matéria, Silvana comenta que os animais são escolhidos pela ONG pela docilidade e capacidade de serem controlados e, por isso, nunca houve nenhum incidente nas visitas. Portal iG &#8211; Saúde, 25 de fevereiro de 2014 http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-02-25/caoterapia-o-sucesso-da-terapia-de-quatro-patas-na-ala-pediatrica-do-hospital.html Comentários: Dra. Sunao Nishio Dra. Maria Teresa Torgi Alves Departamento Científico de Cuidados Hospitalares da SPSP. A internação da criança em meio hospitalar que muitas vezes é hostil, contribui em muitos aspectos para um agravamento do estado afetivo e emocional e, consequentemente, da saúde física. O emprego de um programa de Atividades Assistidas por Animais promove o bem-estar de acordo com a necessidade e o quadro clínico de cada paciente, contando com a avaliação de uma equipe multidisciplinar para as visitações, contribuindo significativamente para a humanização do tratamento aos pacientes internados ou em passagem pelo pronto-socorro e pelo ambulatório. A Terapia Cão Carinho, por exemplo, acontece desde 2007 no Conjunto Hospitalar Mandaqui, em São Paulo, com a aprovação de todos: pacientes, familiares e funcionários (veja foto). O trabalho baseia-se simplesmente em desfrutar da companhia de um animal doméstico: cão, gato, pássaro. Sendo assim, pode ser desenvolvido em qualquer ambiente, desde que supervisionado por profissionais ou voluntários especialmente treinados, em associação com animais. Conta com a participação de cães escolhidos de acordo com a saúde dos animais, disposição física e emocional, avaliado pelos adestradores no dia anterior à visita. Na véspera da visita os cães são banhados, escovados e antes de entrar nas enfermarias as patas são higienizadas. Os animais utilizados passam obrigatoriamente pela avaliação de profissionais da área de veterinária e da psicologia comportamental. Atendem à todos os requisitos de saúde animal e são reavaliados rotineiramente, passando por testes comportamentais, de obediência, socialização e aptidão para o trabalho. A equipe de trabalho é constituída por profissionais altamente qualificadas e mantenedores de instituições da área da saúde e cinófilos (Equipe Dr. Cão e Equipe Terapia Cão Carinho). A inclusão de animais em instituições, denominada Atividade Assistida por Animais (AAA) contribui significativamente na reabilitação dos pacientes. Graças à comprovação de seus resultados, hospitais e instituições do Brasil e do exterior já utilizam animais como parte do tratamento de crianças e idosos internados. ___ Publicado em 25/04/2014. photo credit: arquivos da enfermaria de Pediatria do Conjunto Hospitalar Mandaqui (SP) Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/caoterapia-ajuda-no-tratamento-de-criancas-em-hospitais/">Cãoterapia ajuda no tratamento de crianças em hospitais</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/04/caoterapia.jpg" rel="prettyphoto[26897]"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-596" src="http://comunidadespsp.files.wordpress.com/2014/04/caoterapia.jpg?w=300" alt="Caoterapia" width="300" height="221" /></a>O portal iG Saúde publicou matéria sobre a cãoterapia aplicada na ala pediátrica da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Toda segunda-feira, cães da ONG Patas Therapeutas fazem visitam às crianças internadas. No artigo, o diretor da pediatria da Santa Casa, Rogério Pecchini, comenta que a terapia assistida com animais é fantástica, pois o cão, além de trazer alegria durante as visitas e melhorar o humor das crianças, ajuda na adesão ao tratamento e socialização com a equipe do hospital. De acordo com a fundadora da ONG, Silvana Fedeli Prado, a ideia é resgatar o vínculo afetivo e elevar a autoestima das crianças. Na matéria, Silvana comenta que os animais são escolhidos pela ONG pela docilidade e capacidade de serem controlados e, por isso, nunca houve nenhum incidente nas visitas.</p>
<p><em>Portal iG &#8211; Saúde, 25 de fevereiro de 2014</em><br />
<a href="http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-02-25/caoterapia-o-sucesso-da-terapia-de-quatro-patas-na-ala-pediatrica-do-hospital.html" target="_blank" rel="noopener">http://saude.ig.com.br/minhasaude/2014-02-25/caoterapia-o-sucesso-da-terapia-de-quatro-patas-na-ala-pediatrica-do-hospital.html</a></p>
<p><strong>Comentários:</strong><br />
<strong> Dra. Sunao Nishio</strong><br />
<strong> Dra. Maria Teresa Torgi Alves</strong><br />
Departamento Científico de Cuidados Hospitalares da SPSP.</p>
<p>A internação da criança em meio hospitalar que muitas vezes é hostil, contribui em muitos aspectos para um agravamento do estado afetivo e emocional e, consequentemente, da saúde física. O emprego de um programa de Atividades Assistidas por Animais promove o bem-estar de acordo com a necessidade e o quadro clínico de cada paciente, contando com a avaliação de uma equipe multidisciplinar para as visitações, contribuindo significativamente para a humanização do tratamento aos pacientes internados ou em passagem pelo pronto-socorro e pelo ambulatório.</p>
<p>A Terapia Cão Carinho, por exemplo, acontece desde 2007 no Conjunto Hospitalar Mandaqui, em São Paulo, com a aprovação de todos: pacientes, familiares e funcionários (veja foto). O trabalho baseia-se simplesmente em desfrutar da companhia de um animal doméstico: cão, gato, pássaro. Sendo assim, pode ser desenvolvido em qualquer ambiente, desde que supervisionado por profissionais ou voluntários especialmente treinados, em associação com animais. Conta com a participação de cães escolhidos de acordo com a saúde dos animais, disposição física e emocional, avaliado pelos adestradores no dia anterior à visita. Na véspera da visita os cães são banhados, escovados e antes de entrar nas enfermarias as patas são higienizadas.</p>
<p>Os animais utilizados passam obrigatoriamente pela avaliação de profissionais da área de veterinária e da psicologia comportamental. Atendem à todos os requisitos de saúde animal e são reavaliados rotineiramente, passando por testes comportamentais, de obediência, socialização e aptidão para o trabalho. A equipe de trabalho é constituída por profissionais altamente qualificadas e mantenedores de instituições da área da saúde e cinófilos (Equipe Dr. Cão e Equipe Terapia Cão Carinho).</p>
<p>A inclusão de animais em instituições, denominada Atividade Assistida por Animais (AAA) contribui significativamente na reabilitação dos pacientes. Graças à comprovação de seus resultados, hospitais e instituições do Brasil e do exterior já utilizam animais como parte do tratamento de crianças e idosos internados.</p>
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Publicado em 25/04/2014.<br />
photo credit: arquivos da enfermaria de Pediatria do Conjunto Hospitalar Mandaqui (SP)</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
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