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	<title>Arquivos Impetigo - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Impetigo - SPSP</title>
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		<title>Picadas de mosquito e lesões na pele facilitam o aparecimento de impetigo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2015 09:00:39 +0000</pubDate>
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<p>Impetigo é uma infecção cutânea, que atinge mais as crianças em idade pré-escolar e escolar, entre dois e seis anos de idade, uma vez que estão mais suscetíveis a quedas, traumas e inflamações. A dermatite pode decorrer da contaminação de ferimentos pré-existentes, tornando-se secundária. Sua contaminação ocorre pela exposição à bactéria, por meio do contato com feridas de alguém que possui a doença, mas, principalmente, pelo uso compartilhado de roupas íntimas, toalhas, lençóis e brinquedos. Segundo o Dr. Eduardo Palandri, membro do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), pessoas com dermatite atópica, enfisemas e escabiose, também conhecida como sarna, formam o principal grupo de risco para o desenvolvimento do impetigo, assim como pacientes que apresentam imunodeficiência, diabetes e deficiência renal. Os sintomas que devem ser observados são: pele avermelhada; pústulas com pus e que coçam; vazamento de pus e formação de crostas em feridas; erupções cutâneas que se espalham pelo corpo conforme coça e lesões dermatológicas, principalmente no rosto, lábios, braços e pernas. Ao identificar qualquer um desses sinais, é importante procurar um médico para o diagnóstico. “Em média, o tratamento dura cerca de dez dias. Entretanto, depende da forma em que a dermatose se apresenta. Se for simples, sem bolhas, a intervenção é local, com aplicação de pomadas de antibióticos. Já para as manifestações mais profundas, o procedimento é sistêmico, com administração via oral”, explica o Dr. Palandri. Quando não tratada adequadamente, pode haver complicações locais ou à distância. No primeiro caso, cria-se um abscesso – acúmulo de pus que provoca inchaço –, ou uma celulite. “O organismo cria anticorpo contra a bactéria e, depois, deposita-o no rim, por exemplo, acarretando o desenvolvimento de uma Glomerulonefrite Difusa Aguda, o GNDA. Tais quadros não são causados pela bactéria em si, mas pelo sistema imunológico do paciente”, informa o pediatra. Previna-se! Quando o clima está quente e úmido, como no verão, a população de mosquitos circulantes cresce consideravelmente, assim como os relatos de impetigo. “A criança portadora da bactéria é picada por um pernilongo e coça o local, facilitando a entrada desse germe na região subcutânea, tornando-se propício para o desenvolvimento da doença. Não coçar é uma forma de prevenção”. A Organização Mundial da Saúde informa que a maior concentração de pessoas infectadas está nos países em desenvolvimento, devido às condições precárias de saneamento. A higiene pessoal também é uma maneira de evitar a infecção e a contaminação. Porém, o Dr. Palandri ressalta que a limpeza também tem limite, já que pode tirar em excesso o sebo que protege a pele. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 3/03/2015. photo credit: photo credit: pixel pro photography south africa via photopin cc Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/picadas-de-mosquito-e-lesoes-na-pele-facilitam-o-aparecimento-de-impetigo-3/">Picadas de mosquito e lesões na pele facilitam o aparecimento de impetigo</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="https://comunidadespsp.files.wordpress.com/2013/12/medium_2313656881.jpg" rel="prettyphoto[26945]"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-376" src="https://comunidadespsp.files.wordpress.com/2013/12/medium_2313656881.jpg?w=300" alt="medium_2313656881" width="300" height="199" /></a>Impetigo é uma infecção cutânea, que atinge mais as crianças em idade pré-escolar e escolar, entre dois e seis anos de idade, uma vez que estão mais suscetíveis a quedas, traumas e inflamações. A dermatite pode decorrer da contaminação de ferimentos pré-existentes, tornando-se secundária. Sua contaminação ocorre pela exposição à bactéria, por meio do contato com feridas de alguém que possui a doença, mas, principalmente, pelo uso compartilhado de roupas íntimas, toalhas, lençóis e brinquedos.</p>
<p>Segundo o Dr. Eduardo Palandri, membro do Departamento de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), pessoas com dermatite atópica, enfisemas e escabiose, também conhecida como sarna, formam o principal grupo de risco para o desenvolvimento do impetigo, assim como pacientes que apresentam imunodeficiência, diabetes e deficiência renal.</p>
<p>Os sintomas que devem ser observados são: pele avermelhada; pústulas com pus e que coçam; vazamento de pus e formação de crostas em feridas; erupções cutâneas que se espalham pelo corpo conforme coça e lesões dermatológicas, principalmente no rosto, lábios, braços e pernas. Ao identificar qualquer um desses sinais, é importante procurar um médico para o diagnóstico.</p>
<p>“Em média, o tratamento dura cerca de dez dias. Entretanto, depende da forma em que a dermatose se apresenta. Se for simples, sem bolhas, a intervenção é local, com aplicação de pomadas de antibióticos. Já para as manifestações mais profundas, o procedimento é sistêmico, com administração via oral”, explica o Dr. Palandri.</p>
<p>Quando não tratada adequadamente, pode haver complicações locais ou à distância. No primeiro caso, cria-se um abscesso – acúmulo de pus que provoca inchaço –, ou uma celulite. “O organismo cria anticorpo contra a bactéria e, depois, deposita-o no rim, por exemplo, acarretando o desenvolvimento de uma Glomerulonefrite Difusa Aguda, o GNDA. Tais quadros não são causados pela bactéria em si, mas pelo sistema imunológico do paciente”, informa o pediatra.</p>
<p><strong>Previna-se! </strong></p>
<p>Quando o clima está quente e úmido, como no verão, a população de mosquitos circulantes cresce consideravelmente, assim como os relatos de impetigo. “A criança portadora da bactéria é picada por um pernilongo e coça o local, facilitando a entrada desse germe na região subcutânea, tornando-se propício para o desenvolvimento da doença. Não coçar é uma forma de prevenção”.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde informa que a maior concentração de pessoas infectadas está nos países em desenvolvimento, devido às condições precárias de saneamento. A higiene pessoal também é uma maneira de evitar a infecção e a contaminação. Porém, o Dr. Palandri ressalta que a limpeza também tem limite, já que pode tirar em excesso o sebo que protege a pele.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 3/03/2015.<br />
photo credit: photo credit: <a href="http://www.flickr.com/photos/albertbredenhann/2313656881/">pixel pro photography south africa</a> via <a href="http://photopin.com">photopin</a> <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/">cc</a></p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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