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	<title>Arquivos máscara facial - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos máscara facial - SPSP</title>
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		<title>A pandemia não acabou. O Hemisfério Norte é logo aí</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2021 16:05:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_361851268_spyrakot-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_361851268_spyrakot-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_361851268_spyrakot-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Pela primeira vez, desde a primeira morte por Covid-19 no Brasil, o dia 7 de novembro pode ser considerado um marco importante dessa pandemia. Essa segunda-feira registrou ZERO óbitos por Covid-19 em São Paulo </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_361851268_spyrakot-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_361851268_spyrakot-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_361851268_spyrakot-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p></p>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br />Texto divulgado em 16/11/2021</p>
<p> </p>
<hr class="wp-block-separator" />
<p> </p>
<p>Pela primeira vez, desde a primeira morte por Covid-19 no Brasil (março de 2020), o dia 7 de novembro pode ser considerado um marco importante dessa pandemia. Essa segunda-feira registrou ZERO óbitos por Covid-19 em São Paulo e em mais outros 8 estados (Acre, Amapá, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rondônia, Roraima e Sergipe). </p>
<p>Sabe-se que às segundas-feiras a notificação é menor, como reflexo da demora aos finais de semana. Mas, 82 semanas após o primeiro óbito por Covid-19 no Brasil, essa é a primeira vez que isso acontece e isso deve ser comemorado, porém, ainda, com muitos cuidados: estamos em plena pandemia. A média de mortes no Brasil atinge 235 por dia (na última semana) &#8211; isso representa 1.645 mortes por semana, 7.050 por mês, 84.600 por ano, um número incomparável dentre as causas mais prevalentes de letalidade no país. </p>
<p>SEMPRE vale reforçar que:</p>
<p>&#8211; Quanto mais pessoas vacinadas, menos doentes e muito menos mortes por Covid-19;</p>
<p>&#8211; Quanto mais completo o esquema vacinal contra Covid-19, menos doentes e muito menos mortes;</p>
<p>&#8211; Uso de máscara protege.</p>
<p>Há alguns dias, o mundo atingiu a marca de 5 milhões de mortes pela Covid-19 (desde março de 2020), mesmo com a vacinação já adiantada em várias regiões, o que não tem sido suficiente para conter o número de casos e mortes recentes.  </p>
<p>A OMS trouxe um alerta (09/11) que a pandemia está tomando novo fôlego na Europa, inclusive em alguns países que tinham os casos mais controlados. É esperado que os países europeus representem o novo epicentro da 4° onda (pela variante Delta) e pela época de inverno que se aproxima. </p>
<p>A França prorrogou o passe de saúde sanitário até 31 de julho pelo aumento de casos acima do limite de alerta (62 casos para cada 100 mil habitantes).</p>
<p>A Alemanha está com taxas em franca elevação, atingindo 200 casos por 100 mil pessoas, considerada a maior desde o início da pandemia. Além disso, instituiu a 3° dose da vacina para todos, 6 meses após a 2° dose.</p>
<p>A Áustria, com o nível mais alto de casos em 2021, anunciou a proibição da entrada em bares, cafés, restaurantes e cabeleireiros de pessoas sem comprovante vacinal.</p>
<p>No Reino Unido, apesar do aumento de 8,2% do número de mortes na última semana, ainda não se cogita um novo <em>lockdown</em>, mas um reforço nas campanhas de vacinação. </p>
<p>No leste europeu, a situação é bem crítica, até pela baixa cobertura vacinal, como na Romênia (40%) e na Bulgária (27%), além de níveis recordes de casos na Ucrânia, Grécia e Rússia.</p>
<p>O Hemisfério Norte é logo ali e, com a liberação das viagens, estará cada vez mais próximo de nós, aumentando o risco dessa transmissão. </p>
<p>Temos motivos para nos sentirmos mais seguros, mas ainda está muito longe a fase de podermos relaxar. Outras experiências mundiais ainda mostram que a Covid-19 está aí, que cuidados ainda precisam ser mantidos e que a vacinação de todos é FUNDAMENTAL para sairmos dessa, juntos, vivos e com esperança.       </p>
<p><strong>Relator</strong></p>
<p><strong>Moises Chencinski    </strong></p>
<p><strong>Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>Foto: spyrakot | <a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://depositphotos.com&amp;source=gmail&amp;ust=1637160672055000&amp;usg=AOvVaw1sWgYI48goM9zPxSL4e46r">depositphotos.com</a></p>
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			</item>
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		<title>Vai acabar a quarentena. E agora?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/vai-acabar-a-quarentena-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 14:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o vislumbre do final da quarentena, há um relaxamento natural e progressivo das medidas de isolamento social. Em paralelo, a previsão é de que o retorno às aulas presenciais ocorra apenas em agosto, ainda que escalonado (a definir).Sendo assim, como flexibilizar, com segurança, saídas e passeios para as crianças? Com o retorno dos pais ao trabalho, com quem deixar as crianças em casa?Os cuidados com a higiene e a etiqueta respiratória adotados durante o período de quarentena continuam valendo: lavagem das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos (ou, se não for possível, uso de álcool em gel), manter a casa ventilada, tirar os sapatos ao entrar em casa, uso de lenços descartáveis para higiene nasal, cobrir o rosto ao tossir ou espirrar, etc. Cuidados necessários nos passeios Em relação aos passeios, os cuidados devem começar mesmo antes de sair de casa. Crianças acima de dois anos devem usar máscaras, desde que não haja contraindicações (ver quadro abaixo). Deve-se conversar com a criança sobre a importância da máscara e dos cuidados com seu uso antes de sair de casa. Importante que qualquer pessoa sintomática não saia de casa, a não ser que seja para atendimento médico. No caso de uso de elevadores, atender ao cuidado de entrar somente se vazio. Evitar que crianças toquem paredes, botões e portas e todos devem higienizar as mãos ao saírem do elevador, pois pode haver contágio através do toque em superfícies contaminadas. Atenção redobrada ao uso de aparelhos celulares enquanto estiverem fora de casa: eles devem ser mantidos higienizados.Passeios ao ar livre, parques e praças são sempre bem-vindos. Escolher locais onde o distanciamento social seja possível, evitando sempre aglomerações. No momento, não se recomenda que crianças brinquem com outras de famílias diferentes. Parquinhos e playgrounds não são indicados, tanto por ser impossível manter os cuidados com as superfícies, quanto por geralmente estarem mais cheios, impossibilitando o distanciamento social.Manter lactentes e pré-escolares no carrinho (ou cangurus) pode ser uma boa maneira de criar um espaço seguro enquanto passeiam.O uso de piscinas é possível, desde que o distanciamento social seja respeitado, uma vez que não há evidência de contágio através de água tratada. A volta dos pais ao trabalho Algumas famílias terão a necessidade da presença de funcionários em casa para que possam retornar ao trabalho, já que creches e escolas ainda não estarão funcionando. Para diminuir os riscos, tanto para os funcionários quanto para as famílias, é aconselhável o uso de máscaras, além de roupas e calçados separados para uso domiciliar e fora dele. Objetos pessoais como carteiras, bolsas, chaves e celulares devem estar guardados em um local específico. Outra medida para aumentar a segurança nesse processo seria planejar turnos alternativos, que propiciem aos funcionários evitar o transporte público nos horários de maior aglomeração. Havendo a possibilidade, considerar o uso de transporte individual alternativo, como aplicativos de transporte ou táxi.Haverá um período de adaptação na retomada das atividades, inclusive na questão de sociabilização da criança, seja com amigos ou com familiares. Os cuidados no contato com os avós devem ser mantidos e, caso a opção seja visitá-los, as medidas de distanciamento social e o uso de máscaras devem ser reforçados. Os adolescentes devem ser orientados a manter o autocuidado mesmo quando seu grupo tiver conduta diferente da preconizada pela família.Importante que a decisões sejam feitas com cautela e segurança. Dessa maneira, protegemos nossas crianças, nossas famílias e, consequentemente, nossa comunidade. USO DE MÁSCARAS Deve ser usada durante todo o período fora de casa, respeitando os protocolos de higiene e distanciamento social. Uso indicado para maiores de dois anos, sendo que de dois a cinco anos o uso correto dependerá da maturidade de cada criança. Cuidado individualizado no uso em crianças portadoras de deficiências. Não utilizar em crianças com dificuldade respiratória. A máscara caseira deve ser feita com três camadas de tecido, sendo a camada exterior impermeável e a camada próxima ao rosto de tecido tipo algodão. Deve cobrir boca e nariz e estar ajustada ao rosto. Trocar a máscara a cada duas horas e sempre que molhar ou sujar. Lavar a máscara após uso. ___Relatores:&#160;&#160;&#160;&#160; Dra. Luciana IssaDra. Regina Sílvia Costa CarnaúbaDepartamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o vislumbre do final da quarentena, há um relaxamento natural e progressivo das medidas de isolamento social. Em paralelo, a previsão é de que o retorno às aulas presenciais ocorra apenas em agosto, ainda que escalonado (a definir).<br>Sendo assim, como flexibilizar, com segurança, saídas e passeios para as crianças? Com o retorno dos pais ao trabalho, com quem deixar as crianças em casa?<br>Os cuidados com a higiene e a etiqueta respiratória adotados durante o período de quarentena continuam valendo: lavagem das mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos (ou, se não for possível, uso de álcool em gel), manter a casa ventilada, tirar os sapatos ao entrar em casa, uso de lenços descartáveis para higiene nasal, cobrir o rosto ao tossir ou espirrar, etc.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Depositphotos_367343248_Intel.nl_-1024x741.jpg" alt="" data-id="3289" data-full-url="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Depositphotos_367343248_Intel.nl_.jpg" data-link="https://www.pediatraorienta.org.br/?attachment_id=3289" class="wp-image-3289"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">ntel.nl | depositphotos.com</figcaption></figure></li></ul></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cuidados
necessários nos passeios</strong></h4>



<p>Em relação aos passeios, os cuidados devem começar mesmo antes de sair de casa. Crianças acima de dois anos devem usar máscaras, desde que não haja contraindicações (ver quadro abaixo). Deve-se conversar com a criança sobre a importância da máscara e dos cuidados com seu uso antes de sair de casa. Importante que qualquer pessoa sintomática não saia de casa, a não ser que seja para atendimento médico. <br>No caso de uso de elevadores, atender ao cuidado de entrar somente se vazio. Evitar que crianças toquem paredes, botões e portas e todos devem higienizar as mãos ao saírem do elevador, pois pode haver contágio através do toque em superfícies contaminadas. Atenção redobrada ao uso de aparelhos celulares enquanto estiverem fora de casa: eles devem ser mantidos higienizados.<br>Passeios ao ar livre, parques e praças são sempre bem-vindos. Escolher locais onde o distanciamento social seja possível, evitando sempre aglomerações. No momento, não se recomenda que crianças brinquem com outras de famílias diferentes. <br>Parquinhos e playgrounds não são indicados, tanto por ser impossível manter os cuidados com as superfícies, quanto por geralmente estarem mais cheios, impossibilitando o distanciamento social.<br>Manter lactentes e pré-escolares no carrinho (ou cangurus) pode ser uma boa maneira de criar um espaço seguro enquanto passeiam.<br>O uso de piscinas é possível, desde que o distanciamento social seja respeitado, uma vez que não há evidência de contágio através de água tratada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>A
volta dos pais ao trabalho</strong></h4>



<p>Algumas famílias terão a necessidade da presença de funcionários em casa para que possam retornar ao trabalho, já que creches e escolas ainda não estarão funcionando. <br>Para diminuir os riscos, tanto para os funcionários quanto para as famílias, é aconselhável o uso de máscaras, além de roupas e calçados separados para uso domiciliar e fora dele. Objetos pessoais como carteiras, bolsas, chaves e celulares devem estar guardados em um local específico. Outra medida para aumentar a segurança nesse processo seria planejar turnos alternativos, que propiciem aos funcionários evitar o transporte público nos horários de maior aglomeração. Havendo a possibilidade, considerar o uso de transporte individual alternativo, como aplicativos de transporte ou táxi.<br>Haverá um período de adaptação na retomada das atividades, inclusive na questão de sociabilização da criança, seja com amigos ou com familiares. Os cuidados no contato com os avós devem ser mantidos e, caso a opção seja visitá-los, as medidas de distanciamento social e o uso de máscaras devem ser reforçados. Os adolescentes devem ser orientados a manter o autocuidado mesmo quando seu grupo tiver conduta diferente da preconizada pela família.<br>Importante que a decisões sejam feitas com cautela e segurança. Dessa maneira, protegemos nossas crianças, nossas famílias e, consequentemente, nossa comunidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>USO DE MÁSCARAS</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Deve ser usada durante todo o período fora de
casa, respeitando os protocolos de higiene e distanciamento social. </li><li>Uso indicado para maiores de dois anos, sendo
que de dois a cinco anos o uso correto dependerá da maturidade de cada criança.</li><li>Cuidado individualizado no uso em crianças
portadoras de deficiências.</li><li>Não utilizar em crianças com dificuldade
respiratória. </li><li>A máscara caseira deve ser feita com três
camadas de tecido, sendo a camada exterior impermeável e a camada próxima ao
rosto de tecido tipo algodão.</li><li>Deve cobrir boca e nariz e estar ajustada ao
rosto.</li><li>Trocar a máscara a cada duas horas e sempre
que molhar ou sujar.</li><li>Lavar a máscara após uso.</li></ul>



<p>___<br><strong>Relatores:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </strong><br><strong>Dra. Luciana Issa</strong><br><strong>Dra. Regina Sílvia Costa Carnaúba</strong><br><strong>Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/vai-acabar-a-quarentena-e-agora/">Vai acabar a quarentena. E agora?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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