<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos Método canguru - SPSP</title>
	<atom:link href="https://www.spsp.org.br/tag/metodo-canguru/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.spsp.org.br/tag/metodo-canguru/</link>
	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
	<lastBuildDate>Wed, 17 Mar 2021 17:51:42 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.5</generator>

<image>
	<url>https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/cropped-LogoSPSP_circulo-1-32x32.png</url>
	<title>Arquivos Método canguru - SPSP</title>
	<link>https://www.spsp.org.br/tag/metodo-canguru/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Sinais de alerta no bebê prematuro após a alta</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sinais-de-alerta-no-bebe-prematuro-apos-a-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2020 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Alta do prematuro]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê prematuro]]></category>
		<category><![CDATA[Canguru]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados intermediários]]></category>
		<category><![CDATA[Método canguru]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Prematuridade]]></category>
		<category><![CDATA[Prematuro]]></category>
		<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3062</guid>

					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A permanência do filho prematuro na UTI Neonatal e, posteriormente, em Cuidados Intermediários, gera a sensação de que, a qualquer momento, pode ocorrer algo inesperado e fora de controle, o que provoca angústia e ansiedade. Essas emoções podem ficar mais intensas quando se aproxima a alta do bebê, devido ao receio dos pais de não saberem identificar sinais de que algo não esteja bem. A alta segura de um prematuro requer que a mãe, ou um cuidador responsável por ele, esteja na unidade neonatal para conhecer os aspectos físicos e as reações corporais normais do bebê. Se o prematuro estiver no setor de Cuidados Intermediários ou no setor Canguru, procure conhecer sua rotina diária, seu modo de se alimentar, como é seu choro e seu comportamento. Observe o ritmo de eliminação de urina e de fezes. Perceba como é a sua respiração, sua cor de pele e de lábios, aprenda a medir a temperatura corporal. Converse com a equipe multiprofissional que cuida do bebê hospitalizado e tire suas dúvidas. Antes de sair do hospital, saiba quem será o pediatra que fará o seguimento ambulatorial do bebê e verifique qual o setor de emergência mais próximo de casa e que tenha pediatra de plantão. Em casa, é importante saber identificar sinais de alerta, que podem significar alguma doença ou situação de risco, indicando a procura de auxílio médico. Verifique se o bebê: • está com dificuldade em respirar (o peito está subindo e descendo mais profundamente ou de forma mais rápida) ou para de respirar por alguns segundos (diferente do habitual);• está tossindo frequentemente e cada tosse dura muito tempo;• apresenta a pele e os lábios azulados ou muito pálidos &#8211; observe manchas roxas espalhadas no corpo;• está vomitando após as mamadas ou várias vezes, mesmo sem mamar;• adormece ou se sente cansado após pequenas refeições ou tem pausas frequentes na alimentação para recuperar o fôlego;• está tendo convulsões, que podem se manifestar com movimentos corporais diferentes, como esticar e encolher as pernas e braços ou tremores, ou movimentos dos lábios, como se estivesse mamando sem parar. Observe se a coloração da pele ficou mais arroxeada nesse momento;• chora muito e sem parar, com dificuldade de se acalmar ou chora ao engolir, como se estivesse com dor;• está muito agitado, não consegue dormir;• está dormindo muito e é mais difícil de acordar, até mesmo para mamar, ou está muito quieto, sem atividade;• apresenta a temperatura medida com termômetro em axila maior do 38°C ou menor do que 35,5°C;• está com a barriga muito crescida, não elimina gases ou fezes ou, ainda, as fezes estão vermelhas, pretas ou brancas, como massa de vidraceiro;• mostra sinais de desidratação, eliminando pouca quantidade de urina (xixi) e geralmente de coloração amarela mais escura; • está com a boca seca, mais irritado ou mais sonolento. Diante desses sinais de alerta, procure ajuda médica imediatamente. ___Relatora:Dra. Celeste Gomez SardinhaDepartamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sinais-de-alerta-no-bebe-prematuro-apos-a-alta/">Sinais de alerta no bebê prematuro após a alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>A permanência do filho prematuro na <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/desmistificando-a-uti-neonatal/">UTI Neonatal</a> e, posteriormente, em Cuidados Intermediários, gera a sensação de que, a qualquer momento, pode ocorrer algo inesperado e fora de controle, o que provoca angústia e ansiedade.</p>



<p>Essas emoções podem ficar mais intensas quando se aproxima a alta do bebê, devido ao receio dos pais de não saberem identificar sinais de que algo não esteja bem. A alta segura de um <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/a-experiencia-de-ter-um-filho-prematuro/">prematuro</a> requer que a mãe, ou um cuidador responsável por ele, esteja na unidade neonatal para conhecer os aspectos físicos e as reações corporais normais do bebê. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Depositphotos_4018689_icefront-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3063"/><figcaption><em>icefront | depositphotos.com</em></figcaption></figure>



<p>Se o prematuro estiver no setor de Cuidados Intermediários ou no setor <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/metodo-canguru-no-cuidado-do-bebe-prematuro/">Canguru</a>, procure conhecer sua rotina diária, seu modo de se alimentar, como é seu choro e seu comportamento. Observe o ritmo de eliminação de urina e de fezes. Perceba como é a sua respiração, sua cor de pele e de lábios, aprenda a medir a temperatura corporal. Converse com a equipe multiprofissional que cuida do bebê hospitalizado e tire suas dúvidas. Antes de sair do hospital, saiba quem será o pediatra que fará o seguimento ambulatorial do bebê e verifique qual o setor de emergência mais próximo de casa e que tenha pediatra de plantão. </p>



<p>Em casa, é importante saber identificar sinais de alerta, que podem significar alguma doença ou situação de risco, indicando a procura de auxílio médico. Verifique se o bebê: <br>• está com dificuldade em respirar (o peito está subindo e descendo mais profundamente ou de forma mais rápida) ou para de respirar por alguns segundos (diferente do habitual);<br>• está tossindo frequentemente e cada tosse dura muito tempo;<br>• apresenta a pele e os lábios azulados ou muito pálidos &#8211; observe manchas roxas espalhadas no corpo;<br>• está vomitando após as mamadas ou várias vezes, mesmo sem mamar;<br>• adormece ou se sente cansado após pequenas refeições ou tem pausas frequentes na alimentação para recuperar o fôlego;<br>• está tendo convulsões, que podem se manifestar com movimentos corporais diferentes, como esticar e encolher as pernas e braços ou tremores, ou movimentos dos lábios, como se estivesse mamando sem parar. Observe se a coloração da pele ficou mais arroxeada nesse momento;<br>• chora muito e sem parar, com dificuldade de se acalmar ou chora ao engolir, como se estivesse com dor;<br>• está muito agitado, não consegue dormir;<br>• está dormindo muito e é mais difícil de acordar, até mesmo para mamar, ou está muito quieto, sem atividade;<br>• apresenta a temperatura medida com termômetro em axila maior do 38°C ou menor do que 35,5°C;<br>• está com a barriga muito crescida, não elimina gases ou fezes ou, ainda, as fezes estão vermelhas, pretas ou brancas, como massa de vidraceiro;<br>• mostra sinais de desidratação, eliminando pouca quantidade de urina (xixi) e geralmente de coloração amarela mais escura; <br>• está com a boca seca, mais irritado ou mais sonolento.</p>



<p>Diante desses sinais de alerta, procure
ajuda médica imediatamente.</p>



<p>___<br><strong>Relatora:<br>Dra. Celeste Gomez Sardinha<br>Departamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/03/LogoPrematuro-1024x1024.jpg" alt="março lilás" class="wp-image-1983" width="584" height="584"/></figure>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>




<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sinais-de-alerta-no-bebe-prematuro-apos-a-alta/">Sinais de alerta no bebê prematuro após a alta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Método canguru no cuidado do bebê prematuro</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/metodo-canguru-no-cuidado-do-bebe-prematuro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2020 18:06:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Aleitamento Materno]]></category>
		<category><![CDATA[Canguru]]></category>
		<category><![CDATA[Método canguru]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Portaria Ministerial nº 1.683/2007]]></category>
		<category><![CDATA[Prematuro]]></category>
		<category><![CDATA[UTI Neonatal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.pediatraorienta.org.br/?p=3051</guid>

					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O método canguru é uma maneira de cuidar de recém-nascidos prematuros e/ou com peso menor que 2.500 gramas. Trata-se de atenção qualificada e humanizada que melhora o cuidado à criança com grande preocupação com o ambiente e participação dos pais e da família nos cuidados neonatais. No útero, o feto está numa condição ideal para seu desenvolvimento, contido pela parede uterina, envolto no líquido amniótico e com poucos estímulos visuais e auditivos. Quando ocorre o nascimento prematuro, esse processo se interrompe, a criança é separada de sua mãe e vai, frequentemente, para a incubadora aquecida, na Unidade Neonatal, onde tem muita luminosidade, barulho, equipamentos, monitores, procedimentos dolorosos e outros estímulos desagradáveis. Toda essa tecnologia utilizada é fundamental para a sobrevida da criança. Mas, podemos fazer tudo isso de forma diferente do tradicional e principalmente de forma individualizada? Sim, e o método canguru propõe que na Unidade Neonatal se dê continuidade àquilo que estava acontecendo no útero. O método canguru propõe:• acolhimento aos pais durante a internação da criança, permitindo que eles permaneçam com seu filho o maior tempo possível. Os pais devem ter livre acesso à unidade e precisam se empoderar de seu filho, vivenciar sua rotina e dar os cuidados, tais como troca de fraldas, banho, etc. Recomenda-se, também, a visita de irmãos, avós e familiares próximos. • controle do ambiente com a redução da luminosidade, de ruídos e de outros estímulos desagradáveis. O ambiente deve ser o mais acolhedor possível e minimizar os estímulos que possam provocar dor ou desconforto ao recém-nascido. • contato pele a pele, que começa de forma precoce e crescente desde o primeiro toque dos pais em seu filho até a posição canguru. Ela consiste em manter a criança em contato pele a pele, somente de fraldas, na posição vertical junto ao peito do pai/mãe e pelo tempo máximo que ambos entenderem ser prazeroso e suficiente. Deve ser realizada de maneira orientada e acompanhada por uma equipe de saúde capacitada. A criança deve estar com quadro médico estável, mas pode ser colocada nessa posição mesmo se estiver com suporte respiratório. • posicionamento adequado, deixando-a em flexão e em linha média. Isso pode ser obtido com o uso de rolinhos, fraldas e uma equipe treinada. As vantagens do método canguru:• redução do tempo de separação mãe/pai-filho; • facilitação do vínculo afetivo pai-mãe-filho; • estímulo ao aleitamento materno;• controle térmico e estimulação sensorial adequados;• redução do risco de infecção hospitalar;• redução do estresse e dor;• melhor relacionamento da família com a equipe de saúde;• maior competência e confiança dos pais no cuidado do seu filho. Em resumo, mais do que regras estabelecidas, o método canguru não pode ser visto como um privilégio, mas um direito adquirido de todo recém-nascido. Trata-se de uma política pública garantida pela Portaria Ministerial n° 1.683/2007 e n° 630/2012. ___Relator:Dr. Sérgio MarbaDepartamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/metodo-canguru-no-cuidado-do-bebe-prematuro/">Método canguru no cuidado do bebê prematuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>O método canguru é uma maneira de cuidar de recém-nascidos prematuros e/ou com peso menor que 2.500 gramas. Trata-se de atenção qualificada e humanizada que melhora o cuidado à criança com grande preocupação com o ambiente e participação dos pais e da família nos cuidados neonatais. </p>



<p>No útero, o feto está numa condição ideal para seu desenvolvimento, contido pela parede uterina, envolto no líquido amniótico e com poucos estímulos visuais e auditivos. Quando ocorre o nascimento prematuro, esse processo se interrompe, a criança é separada de sua mãe e vai, frequentemente, para a incubadora aquecida, na Unidade Neonatal, onde tem muita luminosidade, barulho, equipamentos, monitores, procedimentos dolorosos e outros estímulos desagradáveis. Toda essa tecnologia utilizada é fundamental para a sobrevida da criança. Mas, podemos fazer tudo isso de forma diferente do tradicional e principalmente de forma individualizada? </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/03/Depositphotos_29307597_GoodOlga-1024x781.jpg" alt="" class="wp-image-3052"/><figcaption><em>goodolga | depositphotos.com</em></figcaption></figure>



<p>Sim, e o método canguru propõe que na Unidade Neonatal se dê continuidade àquilo que estava acontecendo no útero. </p>



<p>O método canguru propõe:<br>• acolhimento aos pais durante a internação da criança, permitindo que eles permaneçam com seu filho o maior tempo possível. Os pais devem ter livre acesso à unidade e precisam se empoderar de seu filho, vivenciar sua rotina e dar os cuidados, tais como troca de fraldas, banho, etc. Recomenda-se, também, a visita de irmãos, avós e familiares próximos. <br>• controle do ambiente com a redução da luminosidade, de ruídos e de outros estímulos desagradáveis. O ambiente deve ser o mais acolhedor possível e minimizar os estímulos que possam provocar dor ou desconforto ao recém-nascido. <br>• contato pele a pele, que começa de forma precoce e crescente desde o primeiro toque dos pais em seu filho até a posição canguru. Ela consiste em manter a criança em contato pele a pele, somente de fraldas, na posição vertical junto ao peito do pai/mãe e pelo tempo máximo que ambos entenderem ser prazeroso e suficiente. Deve ser realizada de maneira orientada e acompanhada por uma equipe de saúde capacitada. A criança deve estar com quadro médico estável, mas pode ser colocada nessa posição mesmo se estiver com suporte respiratório. <br>• posicionamento adequado, deixando-a em flexão e em linha média. Isso pode ser obtido com o uso de rolinhos, fraldas e uma equipe treinada. </p>



<p>As vantagens do método canguru:<br>• redução do tempo de separação mãe/pai-filho; <br>• facilitação do vínculo afetivo pai-mãe-filho; <br>• estímulo ao aleitamento materno;<br>• controle térmico e estimulação sensorial adequados;<br>• redução do risco de infecção hospitalar;<br>• redução do estresse e dor;<br>• melhor relacionamento da família com a equipe de saúde;<br>• maior competência e confiança dos pais no cuidado do seu filho. </p>



<p>Em resumo, mais do que regras estabelecidas, o método canguru não pode ser visto como um privilégio, mas um direito adquirido de todo recém-nascido. Trata-se de uma política pública garantida pela Portaria Ministerial n° 1.683/2007 e n° 630/2012. </p>



<p>___<br><strong>Relator:<br>Dr. Sérgio Marba<br>Departamento de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/03/LogoPrematuro-1024x1024.jpg" alt="março lilás" class="wp-image-1983" width="515" height="515"/></figure>



<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>





<hr class="wp-block-separator is-style-wide"/>




<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/metodo-canguru-no-cuidado-do-bebe-prematuro/">Método canguru no cuidado do bebê prematuro</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
