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	<title>Arquivos Meu filho não come - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Meu filho não come - SPSP</title>
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		<title>6 orientações para quando a criança não quer comer</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2019 16:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Meu filho não come]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Recusa alimentar]]></category>
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<p>O jeito de lidar com essa situação faz toda a diferença na construção do hábito alimentar Por Ana Cristina Zollner e Renata Cavalcante Kuhn dos Santos A recusa alimentar gera imensa preocupação e frustração nos pais – não à toa, trata-se de uma das principais queixas em consultas pediátricas. Antes de qualquer coisa, é importante entender que oscilações no padrão de aceitação alimentar são normais e fazem parte do processo de aquisição de autonomia da criança. E a a postura da família frente à situação pode colaborar (ou não) para uma boa relação com a comida na vida adulta. Seguem seis dicas do que fazer e/ou evitar para garantir tranquilidade à mesa – na infância e no futuro. 1. Mantenha o ritmo da criança Se possível até nas férias e aos fins de semana. Um ritmo saudável prevê momentos de maior expansão, com atividades ao ar livre, por exemplo, seguidos de pausas, com prioridade para o descanso. A falta de ritmo e o cansaço excessivo reduzem a aceitação alimentar das crianças. 2. Engolir não é a principal meta Portanto, não use a aceitação como moeda de troca para outros desejos da criança nem utilize distrativos. Muitas vezes, a recusa acontece porque ela está cansada, porque não tem necessidade naquele momento ou porque há alguma doença instalada (ou começando a dar as caras). Em resumo, o pequeno está aprendendo a ouvir seu corpo e suas necessidades. Respeite esse processo. É importante que a criança saiba o que come e perceba com quais alimentos tem maior ou menor afinidade. Engolir a comida diante de uma tela, sem saber exatamente o que está no prato, não colabora para um bom vínculo com as refeições. 3. Estimule a autonomia do seu filho Leve-o à feira e solicite opinião na elaboração do cardápio e na escolha dos ingredientes. Depois, envolva-o no preparo: peça para lavar, separar e misturar os ingredientes, respeitando a fase de desenvolvimento em que ele se encontra. Se possível, cultive uma horta e mostre de onde vêm os alimentos. Deixe-o se servir, comer junto com a família, além de sentir o cheiro, a textura e a consistência da comida. Engolir é a última etapa da aceitação alimentar, e não a mais importante delas. 4. Refeição é mais do que comida Mude a forma de apresentação dos pratos e torne o ambiente em que vocês comem atrativo. Comer é um evento social e cultural. Ele envolve afeto, encontro, conversas, tempo – às vezes, é um dos poucos momentos em que a família pode estar junta. Algumas crianças comem melhor perto de outras crianças, ou ainda com um ou outro utensílio. Outras gostam de rituais, músicas cantadas e ambientes lúdicos que não sejam distrativos. O crucial é que, durante as refeições, a família faça comentários positivos e reforce a importância da alimentação saudável e variada. 5. O caminho mais fácil nem sempre é o melhor Não tente aumentar as chances de aceitação com alimentos de fácil mastigação, calóricos e processados. Para a constituição do hábito alimentar no futuro, é melhor comer pouca comida saudável, e várias vezes ao dia, do que um monte de alimentos desbalanceados. 6. Gerencie as expectativas Crianças variam a aceitação alimentar de acordo com a idade, sendo comum, por exemplo, rejeitarem comida depois de 18 meses, já que a necessidade calórica diminui. O acompanhamento pediátrico e, se necessário, de outros profissionais – como nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo e terapeuta ocupacional – ajuda a família a entender o que está por trás da não aceitação e diferenciar alterações fisiológicas esperadas para as diferentes faixas etárias. ___Texto produzido pela Dra. Ana Cristina Zollner e a Dra. Renata Cavalcante Kuhn dos Santos para o site SAÚDE.Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/ Dra. Ana Cristina Zollner e Dra. Renata Cavalcante Kuhn dos Santos são pediatras e membros do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 20/08/2019</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/">6 orientações para quando a criança não quer comer</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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<p><em><strong>O jeito de lidar com essa situação faz toda a diferença na construção do hábito alimentar</strong></em></p>



<p> Por Ana Cristina Zollner e Renata Cavalcante Kuhn dos Santos</p>



<p>A recusa alimentar gera imensa preocupação e  frustração nos pais – não à toa, trata-se de uma das principais queixas  em consultas pediátricas. Antes de qualquer coisa, é importante  entender que oscilações no padrão de aceitação alimentar são normais e  fazem parte do processo de aquisição de autonomia da criança.</p>



<p>E a a postura da família frente à situação pode colaborar (ou não) 
para uma boa relação com a comida na vida adulta. Seguem seis dicas do 
que fazer e/ou evitar para garantir tranquilidade à mesa – na infância e
 no futuro.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/08/Depositphotos_4780848_xl-monkeybusiness-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-2912"/><figcaption class="wp-element-caption">monkeybusiness | depositphotos.com</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">1. Mantenha o ritmo da criança</h4>



<p>Se possível até nas férias e aos fins de semana. Um ritmo saudável 
prevê momentos de maior expansão, com atividades ao ar livre, por 
exemplo, seguidos de pausas, com prioridade para o descanso. A falta de 
ritmo e o cansaço excessivo reduzem a aceitação alimentar das crianças.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Engolir não é a principal meta</h4>



<p>Portanto, não use a aceitação como moeda de troca para outros desejos  da criança nem utilize distrativos. Muitas vezes, a recusa acontece  porque ela está cansada, porque não tem necessidade naquele momento ou  porque há alguma doença instalada (ou começando a dar as caras). Em  resumo, o pequeno está aprendendo a ouvir seu corpo e suas necessidades. Respeite esse processo. É importante que a criança saiba o que come e perceba com quais  alimentos tem maior ou menor afinidade. Engolir a comida diante de uma tela, sem saber exatamente o que está no prato, não colabora para um bom vínculo com as refeições.</p>



<h4 class="wp-block-heading">3. Estimule a autonomia do seu filho</h4>



<p>Leve-o à feira e solicite opinião na elaboração do cardápio e na  escolha dos ingredientes. Depois, envolva-o no preparo: peça para lavar,  separar e misturar os ingredientes, respeitando a fase de  desenvolvimento em que ele se encontra. Se possível, cultive uma horta e mostre de onde vêm os alimentos. 
Deixe-o se servir, comer junto com a família, além de sentir o cheiro, a
 textura e a consistência da comida. Engolir é a última etapa da 
aceitação alimentar, e não a mais importante delas.</p>



<h4 class="wp-block-heading">4. Refeição é mais do que comida</h4>



<p>Mude a forma de apresentação dos pratos e torne o ambiente em que  vocês comem atrativo. Comer é um evento social e cultural. Ele envolve  afeto, encontro, conversas, tempo – às vezes, é um dos poucos momentos  em que a família pode estar junta. Algumas crianças comem melhor perto de outras crianças, ou ainda com 
um ou outro utensílio. Outras gostam de rituais, músicas cantadas e 
ambientes lúdicos que não sejam distrativos. O crucial é que, durante as
 refeições, a família faça comentários positivos e reforce a importância
 da alimentação saudável e variada.</p>



<h4 class="wp-block-heading">5. O caminho mais fácil nem sempre é o melhor</h4>



<p>Não tente aumentar as chances de aceitação com alimentos de fácil 
mastigação, calóricos e processados. Para a constituição do hábito 
alimentar no futuro, é melhor comer pouca comida saudável, e várias 
vezes ao dia, do que um monte de alimentos desbalanceados.</p>



<h4 class="wp-block-heading">6. Gerencie as expectativas</h4>



<p>Crianças variam a aceitação alimentar de acordo com a idade, sendo  comum, por exemplo, rejeitarem comida depois de 18 meses, já que a  necessidade calórica diminui. O acompanhamento pediátrico e, se necessário, de outros profissionais  – como nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo e terapeuta ocupacional –  ajuda a família a entender o que está por trás da não aceitação e  diferenciar alterações fisiológicas esperadas para as diferentes faixas  etárias.</p>



<p> ___<br><strong>Texto produzido pela Dra. Ana Cristina Zollner e a Dra. Renata Cavalcante Kuhn dos Santos para o site SAÚDE.</strong><br>Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" aria-label="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/ (opens in a new tab)">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/</a></p>



<p>Dra. Ana Cristina Zollner e Dra. Renata Cavalcante Kuhn dos Santos são pediatras e membros do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados  Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>



<p>Publicado em 20/08/2019</p>



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<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/6-orientacoes-para-quando-a-crianca-nao-quer-comer/">6 orientações para quando a criança não quer comer</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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