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	<title>Arquivos Momento Saúde - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Momento Saúde - SPSP</title>
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		<title>Momento Saúde: como tratar a asma?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-como-tratar-a-asma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2019 18:31:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos falar sobre: Asma Como tratar a asma? O objetivo do tratamento é obter e manter o controle da doença através de um ciclo contínuo de avaliação do controle, tratamento para alcançar o controle e acompanhamento. Assim, é necessário um seguimento contínuo com o pediatra/pneumologista da criança. Os corticoides inalados em doses baixas (na forma de bombinha ou dispositivos de pó seco) são recomendados como tratamento de controle inicial da asma persistente. As “bombinhas” devem ser sempre usadas com espaçador, independentemente da idade, e os dispositivos de pó seco ficam reservados para crianças a partir dos seis anos de idade. Pacientes e familiares devem estar orientados para reconhecer sintomas e sua gravidade e prontamente iniciar o uso de medicação de alívio (broncodilatadores), preferencialmente na forma de “bombinhas” com espaçador, e providenciar medidas adequadas de higiene ambiental, como evitar exposição a fumaça de cigarro, poeira, ácaros etc. A criança deve ser estimulada a ter uma vida normal e a prática de esportes deve ser incentivada. ___ Relatora: Dra. Miriam Cardoso Neves Eller Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 17/04/2019. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-como-tratar-a-asma/">Momento Saúde: como tratar a asma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-2493 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/MomentoPneumologia-300x200.png" alt="pneumologia" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos falar sobre:<br />
<strong>Asma</strong></p>
<h1>Como tratar a asma?</h1>
<p>O objetivo do tratamento é obter e manter o controle da doença através de um ciclo contínuo de avaliação do controle, tratamento para alcançar o controle e acompanhamento. Assim, é necessário um seguimento contínuo com o pediatra/pneumologista da criança.</p>
<p>Os corticoides inalados em doses baixas (na forma de bombinha ou dispositivos de pó seco) são recomendados como tratamento de controle inicial da asma persistente. As “bombinhas” devem ser sempre usadas com espaçador, independentemente da idade, e os dispositivos de pó seco ficam reservados para crianças a partir dos seis anos de idade.</p>
<p>Pacientes e familiares devem estar orientados para reconhecer sintomas e sua gravidade e prontamente iniciar o uso de medicação de alívio (broncodilatadores), preferencialmente na forma de “bombinhas” com espaçador, e providenciar medidas adequadas de higiene ambiental, como evitar exposição a fumaça de cigarro, poeira, ácaros etc. A criança deve ser estimulada a ter uma vida normal e a prática de esportes deve ser incentivada.</p>
<div id="attachment_2503" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2503" class="size-large wp-image-2503" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/Depositphotos_5645560_xl-photomim-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2503" class="wp-caption-text">photomim | depositphotos.com</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Miriam Cardoso Neves Eller</strong><br />
Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 17/04/2019.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-como-tratar-a-asma/">Momento Saúde: como tratar a asma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: diagnóstico de asma</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-diagnostico-de-asma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2019 18:24:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos falar sobre: Asma São necessários exames para o diagnóstico de asma? O diagnóstico de asma é obtido principalmente através dos sinais e sintomas e exame físico realizado pelo médico. Entretanto, alguns exames podem auxiliar na avaliação da criança com asma. A alergia é bastante frequente nas crianças com asma. A demonstração de sensibilização alérgica, realizada através de testes alérgicos cutâneos e de sangue, é útil para identificação de fatores de risco e tomada de medidas preventivas de controle ambiental. No entanto, a ausência de sensibilização alérgica não exclui o diagnóstico de asma. As medidas de função pulmonar (espirometria) são úteis para verificar a gravidade, reversibilidade e a variabilidade da obstrução ao fluxo aéreo e ajudam a confirmar o diagnóstico em maiores de cinco anos. ___ Relatora: Dra. Miriam Cardoso Neves Eller Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 10/04/2019. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-diagnostico-de-asma/">Momento Saúde: diagnóstico de asma</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img decoding="async" class="alignright wp-image-2493 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/MomentoPneumologia-300x200.png" alt="pneumologia" width="300" height="200" />A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos falar sobre:<br />
<strong>Asma</strong></p>
<h1>São necessários exames para o diagnóstico de asma?</h1>
<p>O diagnóstico de asma é obtido principalmente através dos sinais e sintomas e exame físico realizado pelo médico. Entretanto, alguns exames podem auxiliar na avaliação da criança com asma.</p>
<p>A alergia é bastante frequente nas crianças com asma. A demonstração de sensibilização alérgica, realizada através de testes alérgicos cutâneos e de sangue, é útil para identificação de fatores de risco e tomada de medidas preventivas de controle ambiental. No entanto, a ausência de sensibilização alérgica não exclui o diagnóstico de asma.</p>
<p>As medidas de função pulmonar (espirometria) são úteis para verificar a gravidade, reversibilidade e a variabilidade da obstrução ao fluxo aéreo e ajudam a confirmar o diagnóstico em maiores de cinco anos.</p>
<div id="attachment_2500" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2500" class="size-large wp-image-2500" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/blood_test_1553711290-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2500" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Belova59/">belova59</a> | pixabay.com</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Miriam Cardoso Neves Eller</strong><br />
Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 10/04/2019.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-diagnostico-de-asma/">Momento Saúde: diagnóstico de asma</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: como saber se meu filho tem asma</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-como-saber-se-meu-filho-tem-asma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2019 18:15:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos falar sobre: Asma Meu filho tosse com frequência, como saber se tem asma? Sintomas como tosse e “peito cheio” são queixas frequentes nas crianças, principalmente nas de baixa idade, que apresentam infecções virais recorrentes. Estima-se que metade dos lactentes apresentará pelo menos um episódio de chiado no primeiro ano de vida; alguns apresentarão recorrências e a maioria desses não apresentará sintomas de asma na idade escolar. Entretanto existem sinais de que esses episódios de tosse e chiado, as vezes com respiração rápida e ofegante, possam ser sintomas de asma. Sinais que sugerem diagnóstico de asma (adaptado do GINA &#8211; Global Initiative for Asthma &#8211; 2018): 1. Mais de três episódios de chiado por ano, ou episódios graves. 2. Tosse ou chiado no peito durante ou após atividade física, risada ou choro. 3. Limitação para atividades físicas (cansa antes das outras crianças, corre ou brinca menos do que as outras crianças). 4. Tosse, particularmente noturna, na ausência de infecção viral nas vias aéreas. 5. Sintomas que persistem após três anos de idade. 6. Sintomas que surgem ou pioram na presença de: animais, poeira, pólen, produtos químicos, infecções virais, mudanças climáticas, exercícios, fumaça de cigarro, situações de stress. 7. Os resfriados repetidamente “afetam os pulmões” ou duram mais que 10 dias. 8. Histórico de outras doenças alérgicas (dermatite atópica ou rinite alérgica). 9. Familiares de primeiro grau com asma. 10. Melhora dos sintomas com as medicações de tratamento para asma. ___ Relatora: Dra. Miriam Cardoso Neves Eller Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 3/04/2019. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-como-saber-se-meu-filho-tem-asma/">Momento Saúde: como saber se meu filho tem asma</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2493 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/MomentoPneumologia-300x200.png" alt="pneumologia" width="300" height="200" />A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos falar sobre:<br />
<strong>Asma</strong></p>
<h1>Meu filho tosse com frequência, como saber se tem asma?</h1>
<p>Sintomas como tosse e “peito cheio” são queixas frequentes nas crianças, principalmente nas de baixa idade, que apresentam infecções virais recorrentes.</p>
<p>Estima-se que metade dos lactentes apresentará pelo menos um episódio de chiado no primeiro ano de vida; alguns apresentarão recorrências e a maioria desses não apresentará sintomas de asma na idade escolar. Entretanto existem sinais de que esses episódios de tosse e chiado, as vezes com respiração rápida e ofegante, possam ser sintomas de asma.</p>
<p>Sinais que sugerem diagnóstico de asma (adaptado do GINA &#8211; <em>Global Initiative for Asthma</em> &#8211; 2018):<br />
1. Mais de três episódios de chiado por ano, ou episódios graves.<br />
2. Tosse ou chiado no peito durante ou após atividade física, risada ou choro.<br />
3. Limitação para atividades físicas (cansa antes das outras crianças, corre ou brinca menos do que as outras crianças).<br />
4. Tosse, particularmente noturna, na ausência de infecção viral nas vias aéreas.<br />
5. Sintomas que persistem após três anos de idade.<br />
6. Sintomas que surgem ou pioram na presença de: animais, poeira, pólen, produtos químicos, infecções virais, mudanças climáticas, exercícios, fumaça de cigarro, situações de stress.<br />
7. Os resfriados repetidamente “afetam os pulmões” ou duram mais que 10 dias.<br />
8. Histórico de outras doenças alérgicas (dermatite atópica ou rinite alérgica).<br />
9. Familiares de primeiro grau com asma.<br />
10. Melhora dos sintomas com as medicações de tratamento para asma.</p>
<div id="attachment_2497" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2497" class="size-large wp-image-2497" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/cough_1553710714-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2497" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Semevent/">semevent</a> | pixabay.com</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Miriam Cardoso Neves Eller</strong><br />
Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 3/04/2019.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-como-saber-se-meu-filho-tem-asma/">Momento Saúde: como saber se meu filho tem asma</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: meu filho tem asma?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-meu-filho-tem-asma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2019 18:13:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos falar sobre: Asma O que é asma? Asma, muitas vezes chamada de bronquite, é uma doença pulmonar crônica resultante da interação de fatores genéticos com exposição ambiental. É caracterizada pela inflamação das vias aéreas que leva à redução da passagem do ar aos pulmões e se manifesta como falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito. Esses sintomas podem ocorrer de forma persistente ou episódica. ___ Relatora: Dra. Miriam Cardoso Neves Eller Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 27/03/2019. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-meu-filho-tem-asma/">Momento Saúde: meu filho tem asma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2493 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/MomentoPneumologia-300x200.png" alt="pneumologia" width="300" height="200" />A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos falar sobre:<br />
<strong>Asma</strong></p>
<h1>O que é asma?</h1>
<p>Asma, muitas vezes chamada de bronquite, é uma doença pulmonar crônica resultante da interação de fatores genéticos com exposição ambiental. É caracterizada pela inflamação das vias aéreas que leva à redução da passagem do ar aos pulmões e se manifesta como falta de ar, tosse, chiado e aperto no peito. Esses sintomas podem ocorrer de forma persistente ou episódica.</p>
<div id="attachment_2494" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2494" class="size-large wp-image-2494" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/03/Depositphotos_65849605_xl-parinyabinsuk-1024x655.jpg" alt="asma" width="838" height="536" /><p id="caption-attachment-2494" class="wp-caption-text">parinyabinsuk | depositphotos.com</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Miriam Cardoso Neves Eller</strong><br />
Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 27/03/2019.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-meu-filho-tem-asma/">Momento Saúde: meu filho tem asma?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Retrospectiva Momento Saúde: vício em games</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-vicio-em-games/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Jan 2019 17:21:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Apresentamos &#8211; nesta época de férias &#8211; uma retrospectiva de todos os artigos publicados em nossa coluna Momento Saúde, criada em 2017 pela equipe do blog Pediatra Orienta para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Agora o assunto é: Vício em games &#160; Vício em games &#8211; quando se preocupar? Jogar videogames pode ser benéfico para o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes por estimular o raciocínio, a estratégia, a tomada de decisão, a atenção e a memória. Além disso, os games são um dos elementos que unem crianças e adolescentes em seus grupos sociais. Quem já não ouviu a frase: “Mas todos os meus amigos jogam! ”, quando se quer restringir o seu uso? Contudo, a constatação de que a dependência pelos jogos está aumentando significativamente nessa fase do desenvolvimento, com sérios prejuízos para os jovens, fez com que, pela primeira vez o vício em games fosse considerado um distúrbio mental pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Por que os games viciam? A principal razão para a dependência é que os jogos propiciam uma gratificação imediata e com pouco esforço para a criança. Aliado a isso, ter sucesso nos jogos faz com que se experimente uma sensação de poder, de força e confiança, que por si só já é um grande estimulador para a criança continuar a jogar e não conseguir parar. Assim, os jogos atraem mais os meninos do que as meninas; estas se ocupam muito mais com as redes sociais, por envolver diretamente a questão da imagem, que é uma preocupação maior entre as meninas. Para meninos e meninas, muitas vezes o envolvimento com os games é uma forma de escape de problemas encontrados na vida real, uma tentativa de se sair bem ou vitorioso em uma situação de conflito ou de estresse que não encontra solução no dia a dia. Vício em games &#8211; quais são os sinais? É importante observar alterações no comportamento habitual de crianças e adolescentes. Fique atento quando há: • Perda de interesse por outras atividades, sejam com a família ou com os amigos; • Irritabilidade, ansiedade ou tristeza quando se vê impedido de jogar por algum motivo; • Aumento progressivo da necessidade de jogar, com perda de controle da frequência, intensidade e duração dos jogos. O baixo rendimento escolar, as tarefas não realizadas e as notas baixas são o principal alerta de que está havendo um excesso. Além disso, há outras graves consequências para crianças e jovens em desenvolvimento, os quais necessitam exercitar suas competências na interação com outras crianças, adolescentes e adultos, diariamente. A dependência dos games pode gerar: • Afastamento ou isolamento dos relacionamentos sociais, mesmo de amigos próximos, com preferência pelas interações online dos games; • Alguns jogos, como os de luta ou guerras, podem aumentar significativamente a ansiedade e alimentar sentimentos de agressividade, que afetam a percepção da criança ou adolescente sobre as experiências que tem no dia a dia e sua capacidade de encontrar soluções para seus problemas; • O hábito de resolver virtualmente os desafios e problemas pode comprometer o exercício da tolerância, do respeito e do lidar com as diferenças entre as pessoas e com situações da vida real. Como estabelecer limites e lidar com a dependência? Os pais podem e devem cuidar de como os filhos estão se comportando frente ao hábito de jogar. O que é importante? • Determinar quanto tempo é aceitável para o filho jogar, definindo um período para os dias de semana e outro para os finais de semana, quando há menos atividades ou tarefas. O tempo deve estar em acordo com a idade, as várias necessidades da criança ou adolescente (se alimentar, descansar, brincar, dormir, passear, estudar) e deve funcionar tanto para eles quanto para os pais. Portanto, é importante que as razões para os limites estejam claras e que haja um acordo entre pais e filhos. • Ser firme e estabelecer limites que consiga sustentar, porque, com certeza, os filhos insistirão em ultrapassá-los. Limites superestimados têm grande chance de fracassar. Por outro lado, limites muito flexíveis não ajudam as crianças ou adolescentes a entender porque não podem jogar todo o tempo que quiserem. • Estabelecer com a criança e adolescente quais serão as consequências, caso se recusem a aceitar o tempo estipulado. Retirar alguns benefícios, recolher o controle do game ou o celular quando passar dos limites, só devolvendo no próximo período de jogo, pode fazer que o filho entenda que o combinado é a sério, buscando respeitá-lo. • Envolver seu filho em atividades com a família, considerando outros interesses que ele manifeste. Os pais devem procurar observar e perceber outras aptidões, habilidades ou interesses dos filhos que podem ser estimulados em atividades conjunta. &#160; ___ Relator: Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP. Republicado em 2/01/2019. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-vicio-em-games/">Retrospectiva Momento Saúde: vício em games</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2129 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/MomentoMental-300x200.png" alt="saúde mental" width="300" height="200">Apresentamos &#8211; nesta época de férias &#8211; uma retrospectiva de todos os artigos publicados em nossa coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong>, criada em 2017 pela equipe do blog Pediatra Orienta para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples.</p>
<p>Agora o assunto é:<br />
<strong>Vício em games</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Vício em games &#8211; quando se preocupar?</strong></h1>
<p>Jogar videogames pode ser benéfico para o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes por estimular o raciocínio, a estratégia, a tomada de decisão, a atenção e a memória.</p>
<p>Além disso, os games são um dos elementos que unem crianças e adolescentes em seus grupos sociais. Quem já não ouviu a frase: “Mas todos os meus amigos jogam! ”, quando se quer restringir o seu uso?</p>
<p>Contudo, a constatação de que a dependência pelos jogos está aumentando significativamente nessa fase do desenvolvimento, com sérios prejuízos para os jovens, fez com que, pela primeira vez o vício em games fosse considerado um distúrbio mental pela Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<h1><strong>Por que os games viciam?</strong></h1>
<p>A principal razão para a dependência é que os jogos propiciam uma gratificação imediata e com pouco esforço para a criança. Aliado a isso, ter sucesso nos jogos faz com que se experimente uma sensação de poder, de força e confiança, que por si só já é um grande estimulador para a criança continuar a jogar e não conseguir parar.</p>
<p>Assim, os jogos atraem mais os meninos do que as meninas; estas se ocupam muito mais com as redes sociais, por envolver diretamente a questão da imagem, que é uma preocupação maior entre as meninas.</p>
<p>Para meninos e meninas, muitas vezes o envolvimento com os games é uma forma de escape de problemas encontrados na vida real, uma tentativa de se sair bem ou vitorioso em uma situação de conflito ou de estresse que não encontra solução no dia a dia.</p>
<h1><strong>Vício em games &#8211; quais são os sinais?</strong></h1>
<p>É importante observar alterações no comportamento habitual de crianças e adolescentes. Fique atento quando há:<br />
• Perda de interesse por outras atividades, sejam com a família ou com os amigos;<br />
• Irritabilidade, ansiedade ou tristeza quando se vê impedido de jogar por algum motivo;<br />
• Aumento progressivo da necessidade de jogar, com perda de controle da frequência, intensidade e duração dos jogos.</p>
<p>O baixo rendimento escolar, as tarefas não realizadas e as notas baixas são o principal alerta de que está havendo um excesso. Além disso, há outras graves consequências para crianças e jovens em desenvolvimento, os quais necessitam exercitar suas competências na interação com outras crianças, adolescentes e adultos, diariamente. A dependência dos games pode gerar:<br />
• Afastamento ou isolamento dos relacionamentos sociais, mesmo de amigos próximos, com preferência pelas interações <em>online</em> dos games;<br />
• Alguns jogos, como os de luta ou guerras, podem aumentar significativamente a ansiedade e alimentar sentimentos de agressividade, que afetam a percepção da criança ou adolescente sobre as experiências que tem no dia a dia e sua capacidade de encontrar soluções para seus problemas;<br />
• O hábito de resolver virtualmente os desafios e problemas pode comprometer o exercício da tolerância, do respeito e do lidar com as diferenças entre as pessoas e com situações da vida real.</p>
<h1><strong>Como estabelecer limites e lidar com a dependência?</strong></h1>
<p>Os pais podem e devem cuidar de como os filhos estão se comportando frente ao hábito de jogar.</p>
<p><strong>O que é importante?</strong><br />
• Determinar quanto tempo é aceitável para o filho jogar, definindo um período para os dias de semana e outro para os finais de semana, quando há menos atividades ou tarefas. O tempo deve estar em acordo com a idade, as várias necessidades da criança ou adolescente (se alimentar, descansar, brincar, dormir, passear, estudar) e deve funcionar tanto para eles quanto para os pais. Portanto, é importante que as razões para os limites estejam claras e que haja um acordo entre pais e filhos.<br />
• Ser firme e estabelecer limites que consiga sustentar, porque, com certeza, os filhos insistirão em ultrapassá-los. Limites superestimados têm grande chance de fracassar. Por outro lado, limites muito flexíveis não ajudam as crianças ou adolescentes a entender porque não podem jogar todo o tempo que quiserem.<br />
• Estabelecer com a criança e adolescente quais serão as consequências, caso se recusem a aceitar o tempo estipulado. Retirar alguns benefícios, recolher o controle do game ou o celular quando passar dos limites, só devolvendo no próximo período de jogo, pode fazer que o filho entenda que o combinado é a sério, buscando respeitá-lo.<br />
• Envolver seu filho em atividades com a família, considerando outros interesses que ele manifeste. Os pais devem procurar observar e perceber outras aptidões, habilidades ou interesses dos filhos que podem ser estimulados em atividades conjunta.</p>
<div id="attachment_2130" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2130" class="size-large wp-image-2130" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/games_1528887249-1024x682.jpg" alt="saúde mental" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2130" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/superanton/">superanton</a> | Pixabay</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP.</p>
<p>Republicado em 2/01/2019.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-vicio-em-games/">Retrospectiva Momento Saúde: vício em games</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: vício em games &#8211; estabelecendo limites</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-estabelecendo-limites/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jul 2018 18:25:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos tratar de: vício em games &#160; Como estabelecer limites e lidar com a dependência? Os pais podem e devem cuidar de como os filhos estão se comportando frente ao hábito de jogar. O que é importante? • Determinar quanto tempo é aceitável para o filho jogar, definindo um período para os dias de semana e outro para os finais de semana, quando há menos atividades ou tarefas. O tempo deve estar em acordo com a idade, as várias necessidades da criança ou adolescente (se alimentar, descansar, brincar, dormir, passear, estudar) e deve funcionar tanto para eles quanto para os pais. Portanto, é importante que as razões para os limites estejam claras e que haja um acordo entre pais e filhos. • Ser firme e estabelecer limites que consiga sustentar, porque, com certeza, os filhos insistirão em ultrapassá-los. Limites superestimados têm grande chance de fracassar. Por outro lado, limites muito flexíveis não ajudam as crianças ou adolescentes a entender porque não podem jogar todo o tempo que quiserem. • Estabelecer com a criança e adolescente quais serão as consequências, caso se recusem a aceitar o tempo estipulado. Retirar alguns benefícios, recolher o controle do game ou o celular quando passar dos limites, só devolvendo no próximo período de jogo, pode fazer que o filho entenda que o combinado é a sério, buscando respeitá-lo. • Envolver seu filho em atividades com a família, considerando outros interesses que ele manifeste. Os pais devem procurar observar e perceber outras aptidões, habilidades ou interesses dos filhos que podem ser estimulados em atividades conjunta. ___ Relatora: Vera Ferrari Rego Barros Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP. Publicado em 4/07/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-estabelecendo-limites/">Momento Saúde: vício em games &#8211; estabelecendo limites</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2129 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/MomentoMental-300x200.png" alt="saúde mental" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos tratar de:<br />
<strong>vício em games</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Como estabelecer limites e lidar com a dependência?</strong></h1>
<p>Os pais podem e devem cuidar de como os filhos estão se comportando frente ao hábito de jogar.</p>
<p><strong>O que é importante?</strong><br />
• Determinar quanto tempo é aceitável para o filho jogar, definindo um período para os dias de semana e outro para os finais de semana, quando há menos atividades ou tarefas. O tempo deve estar em acordo com a idade, as várias necessidades da criança ou adolescente (se alimentar, descansar, brincar, dormir, passear, estudar) e deve funcionar tanto para eles quanto para os pais. Portanto, é importante que as razões para os limites estejam claras e que haja um acordo entre pais e filhos.<br />
• Ser firme e estabelecer limites que consiga sustentar, porque, com certeza, os filhos insistirão em ultrapassá-los. Limites superestimados têm grande chance de fracassar. Por outro lado, limites muito flexíveis não ajudam as crianças ou adolescentes a entender porque não podem jogar todo o tempo que quiserem.<br />
• Estabelecer com a criança e adolescente quais serão as consequências, caso se recusem a aceitar o tempo estipulado. Retirar alguns benefícios, recolher o controle do game ou o celular quando passar dos limites, só devolvendo no próximo período de jogo, pode fazer que o filho entenda que o combinado é a sério, buscando respeitá-lo.<br />
• Envolver seu filho em atividades com a família, considerando outros interesses que ele manifeste. Os pais devem procurar observar e perceber outras aptidões, habilidades ou interesses dos filhos que podem ser estimulados em atividades conjunta.</p>
<div id="attachment_2141" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2141" class="size-large wp-image-2141" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/family_1528903196-1024x534.jpg" alt="saúde mental" width="838" height="437"><p id="caption-attachment-2141" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/White77/">White77</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong>Vera Ferrari Rego Barros</strong><br />
Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP.</p>
<p>Publicado em 4/07/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-estabelecendo-limites/">Momento Saúde: vício em games &#8211; estabelecendo limites</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Momento Saúde: vício em games &#8211; quais os sinais?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-quais-os-sinais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 18:20:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos tratar de: vício em games &#160; Vício em games &#8211; quais são os sinais? É importante observar alterações no comportamento habitual de crianças e adolescentes. Fique atento quando há: • Perda de interesse por outras atividades, sejam com a família ou com os amigos; • Irritabilidade, ansiedade ou tristeza quando se vê impedido de jogar por algum motivo; • Aumento progressivo da necessidade de jogar, com perda de controle da frequência, intensidade e duração dos jogos. O baixo rendimento escolar, as tarefas não realizadas e as notas baixas são o principal alerta de que está havendo um excesso. Além disso, há outras graves consequências para crianças e jovens em desenvolvimento, os quais necessitam exercitar suas competências na interação com outras crianças, adolescentes e adultos, diariamente. A dependência dos games pode gerar: • Afastamento ou isolamento dos relacionamentos sociais, mesmo de amigos próximos, com preferência pelas interações online dos games; • Alguns jogos, como os de luta ou guerras, podem aumentar significativamente a ansiedade e alimentar sentimentos de agressividade, que afetam a percepção da criança ou adolescente sobre as experiências que tem no dia a dia e sua capacidade de encontrar soluções para seus problemas; • O hábito de resolver virtualmente os desafios e problemas pode comprometer o exercício da tolerância, do respeito e do lidar com as diferenças entre as pessoas e com situações da vida real. ___ Relatora: Vera Ferrari Rego Barros Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP. Publicado em 27/06/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-quais-os-sinais/">Momento Saúde: vício em games &#8211; quais os sinais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2129 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/MomentoMental-300x200.png" alt="saúde mental" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos tratar de:<br />
<strong>vício em games</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Vício em games &#8211; quais são os sinais?</strong></h1>
<p>É importante observar alterações no comportamento habitual de crianças e adolescentes. Fique atento quando há:<br />
• Perda de interesse por outras atividades, sejam com a família ou com os amigos;<br />
• Irritabilidade, ansiedade ou tristeza quando se vê impedido de jogar por algum motivo;<br />
• Aumento progressivo da necessidade de jogar, com perda de controle da frequência, intensidade e duração dos jogos.</p>
<p>O baixo rendimento escolar, as tarefas não realizadas e as notas baixas são o principal alerta de que está havendo um excesso. Além disso, há outras graves consequências para crianças e jovens em desenvolvimento, os quais necessitam exercitar suas competências na interação com outras crianças, adolescentes e adultos, diariamente. A dependência dos games pode gerar:<br />
• Afastamento ou isolamento dos relacionamentos sociais, mesmo de amigos próximos, com preferência pelas interações <em>online</em> dos games;<br />
• Alguns jogos, como os de luta ou guerras, podem aumentar significativamente a ansiedade e alimentar sentimentos de agressividade, que afetam a percepção da criança ou adolescente sobre as experiências que tem no dia a dia e sua capacidade de encontrar soluções para seus problemas;<br />
• O hábito de resolver virtualmente os desafios e problemas pode comprometer o exercício da tolerância, do respeito e do lidar com as diferenças entre as pessoas e com situações da vida real.</p>
<div id="attachment_2138" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2138" class="size-large wp-image-2138" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/gaming_1528902560-1024x682.jpg" alt="saúde mental" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2138" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/lechenie-narkomanii/">lechenie-narkomanii</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong>Vera Ferrari Rego Barros</strong><br />
Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP.</p>
<p>Publicado em 27/06/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-quais-os-sinais/">Momento Saúde: vício em games &#8211; quais os sinais?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: por que os games viciam?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-por-que-os-games-viciam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jun 2018 18:35:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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		<guid isPermaLink="false">http://www.pediatraorienta.org.br/?p=2132</guid>

					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos tratar de: vício em games Por que os games viciam? A principal razão para a dependência é que os jogos propiciam uma gratificação imediata e com pouco esforço para a criança. Aliado a isso, ter sucesso nos jogos faz com que se experimente uma sensação de poder, de força e confiança, que por si só já é um grande estimulador para a criança continuar a jogar e não conseguir parar. Assim, os jogos atraem mais os meninos do que as meninas; estas se ocupam muito mais com as redes sociais, por envolver diretamente a questão da imagem, que é uma preocupação maior entre as meninas. Para meninos e meninas, muitas vezes o envolvimento com os games é uma forma de escape de problemas encontrados na vida real, uma tentativa de se sair bem ou vitorioso em uma situação de conflito ou de estresse que não encontra solução no dia a dia. ___ Relatora: Vera Ferrari Rego Barros Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP. Publicado em 20/06/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-por-que-os-games-viciam/">Momento Saúde: por que os games viciam?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2129 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/MomentoMental-300x200.png" alt="saúde mental" width="300" height="200">A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos tratar de:<br />
<strong>vício em games</strong></p>
<h1><strong>Por que os games viciam?</strong></h1>
<p>A principal razão para a dependência é que os jogos propiciam uma gratificação imediata e com pouco esforço para a criança. Aliado a isso, ter sucesso nos jogos faz com que se experimente uma sensação de poder, de força e confiança, que por si só já é um grande estimulador para a criança continuar a jogar e não conseguir parar.</p>
<p>Assim, os jogos atraem mais os meninos do que as meninas; estas se ocupam muito mais com as redes sociais, por envolver diretamente a questão da imagem, que é uma preocupação maior entre as meninas.</p>
<p>Para meninos e meninas, muitas vezes o envolvimento com os games é uma forma de escape de problemas encontrados na vida real, uma tentativa de se sair bem ou vitorioso em uma situação de conflito ou de estresse que não encontra solução no dia a dia.</p>
<div id="attachment_2133" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2133" class="size-large wp-image-2133" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/gaming_1528890075-1024x682.jpg" alt="saúde mental" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-2133" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/monikabaechler/">monikabaechler</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong>Vera Ferrari Rego Barros</strong><br />
Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP.</p>
<p>Publicado em 20/06/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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		<title>Momento Saúde: vício em games &#8211; quando se preocupar?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-quando-se-preocupar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jun 2018 18:35:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
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<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. Vamos tratar de: vício em games Vício em games &#8211; quando se preocupar? Jogar videogames pode ser benéfico para o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes por estimular o raciocínio, a estratégia, a tomada de decisão, a atenção e a memória. Além disso, os games são um dos elementos que unem crianças e adolescentes em seus grupos sociais. Quem já não ouviu a frase: “Mas todos os meus amigos jogam! ”, quando se quer restringir o seu uso? Contudo, a constatação de que a dependência pelos jogos está aumentando significativamente nessa fase do desenvolvimento, com sérios prejuízos para os jovens, fez com que, pela primeira vez o vício em games fosse considerado um distúrbio mental pela Organização Mundial de Saúde (OMS). ___ Relatora: Vera Ferrari Rego Barros Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP. Publicado em 13/06/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-quando-se-preocupar/">Momento Saúde: vício em games &#8211; quando se preocupar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2129 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/MomentoMental-300x200.png" alt="saúde mental" width="300" height="200" />A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>Vamos tratar de:<br />
<strong>vício em games</strong></p>
<h1><strong>Vício em games &#8211; quando se preocupar?</strong></h1>
<p>Jogar videogames pode ser benéfico para o desenvolvimento cognitivo das crianças e adolescentes por estimular o raciocínio, a estratégia, a tomada de decisão, a atenção e a memória.</p>
<p>Além disso, os games são um dos elementos que unem crianças e adolescentes em seus grupos sociais. Quem já não ouviu a frase: “Mas todos os meus amigos jogam! ”, quando se quer restringir o seu uso?</p>
<p>Contudo, a constatação de que a dependência pelos jogos está aumentando significativamente nessa fase do desenvolvimento, com sérios prejuízos para os jovens, fez com que, pela primeira vez o vício em games fosse considerado um distúrbio mental pela Organização Mundial de Saúde (OMS).</p>
<div id="attachment_2130" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2130" class="size-large wp-image-2130" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/06/games_1528887249-1024x682.jpg" alt="saúde mental" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2130" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/superanton/">superanton</a> | Pixabay</p></div>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong>Vera Ferrari Rego Barros</strong><br />
Departamento Científico de Saúde Mental da SPSP.</p>
<p>Publicado em 13/06/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-vicio-em-games-quando-se-preocupar/">Momento Saúde: vício em games &#8211; quando se preocupar?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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