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	<title>Arquivos Profissionais - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Profissionais - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Cardiopatias congênitas &#8211; importância do diagnóstico precoce</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cardiopatias-congenitas-importancia-do-diagnostico-precoce/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 19:11:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Cardiopatias-Congenitas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Cardiopatias-Congenitas-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Cardiopatias-Congenitas-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Você sabia que as cardiopatias congênitas são as anomalias congênitas mais comuns ao nascimento? Estima-se que a cada 100 bebês nascidos vivos, 1 nasce com algum tipo de defeito</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/cardiopatias-congenitas-importancia-do-diagnostico-precoce/">Cardiopatias congênitas &#8211; importância do diagnóstico precoce</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Cardiopatias-Congenitas-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Cardiopatias-Congenitas-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/06/Imagem-Cardiopatias-Congenitas-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Você sabia que as cardiopatias congênitas são as anomalias congênitas mais comuns ao nascimento? Estima-se que a cada 100 bebês nascidos vivos, 1 nasce com algum tipo de defeito estrutural no coração. Isso representa cerca de 29 mil novos casos por ano no Brasil, segundo o Ministério da Saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional de Conscientização da Cardiopatia Congênita, celebrado em 12 de junho, tem como principal objetivo informar e sensibilizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce, do tratamento adequado e do apoio às famílias que convivem com essa condição.</p>
<p style="text-align: justify;">As cardiopatias congênitas são alterações na formação do coração e dos grandes vasos que ocorrem ainda na fase embrionária, durante a gestação. Essas alterações podem comprometer a oxigenação adequada do organismo e, se não identificadas precocemente, podem levar a complicações graves nos primeiros dias, semanas ou meses de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">E como detectar precocemente?</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico pode ser feito ainda durante a gestação, por meio da ecocardiografia fetal, exame indicado para todos, mas principalmente quando há alterações no ultrassom morfológico, histórico familiar de cardiopatias ou fatores de risco maternos, como diabetes ou uso de medicamentos teratogênicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Após o nascimento, alguns sinais de alerta merecem atenção:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Cianose (coloração arroxeada na pele, lábios ou unhas)</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dificuldade para mamar</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Suor excessivo</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dificuldade de ganho de peso</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Sopros cardíacos detectados na ausculta</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a realização do teste de oximetria de pulso, conhecido como teste do coraçãozinho, é fundamental. Esse exame, obrigatório por lei em todo o território nacional, deve ser feito nas primeiras 24 a 48 horas de vida e pode indicar a necessidade de investigação com ecocardiograma.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda hoje, muitas crianças com cardiopatias congênitas recebem o diagnóstico tardiamente, o que pode comprometer a eficácia do tratamento. Conscientizar profissionais de saúde, pais e cuidadores sobre os sinais clínicos e a importância do rastreio precoce é uma das ferramentas mais poderosas que temos para mudar essa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A maioria das cardiopatias congênitas pode ser tratada, seja por meio de medicações, procedimentos intervencionistas ou cirurgias cardíacas. Crianças com cardiopatias podem sim ter um desenvolvimento dentro da normalidade e levar uma vida saudável quando recebem assistência adequada desde o início.</p>
<p style="text-align: justify;">As famílias que recebem o diagnóstico de uma cardiopatia congênita enfrentam desafios emocionais, logísticos e, muitas vezes, financeiros. Por isso, o acompanhamento multidisciplinar, com equipe composta por cardiopediatra, cirurgião cardíaco, enfermeiros, psicólogos e assistentes sociais, é essencial.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, o acolhimento e a informação clara ajudam a reduzir o medo, fortalecer o vínculo familiar e melhorar os desfechos clínicos. A participação em grupos de apoio também pode ser uma fonte importante de troca e esperança.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse motivo, neste dia 12 de junho renovamos o nosso compromisso com a conscientização, o diagnóstico precoce e o cuidado integral às crianças com cardiopatias congênitas. Que mais profissionais estejam capacitados, mais famílias sejam acolhidas, e mais crianças tenham acesso ao que é seu por direito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Gustavo Foronda<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Cardiologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<item>
		<title>Que tipo de escola comemorar?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/que-tipo-de-escola-comemorar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Mar 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Casa]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-dia-da-escola-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-dia-da-escola-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-dia-da-escola-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>            Dia 15 de março é o Dia da Escola. Para um país continental como é o nosso Brasil, cheio de variações regionais, de diferentes culturas, com diversidade de sotaques, quando falamos em escola, qual escola nós estamos nos referindo?             Existem escolas públicas, particulares, civis, militares, as que estão em regiões nobres, outras em periferias e subúrbios e algumas na zona rural, no sertão ou dentro da floresta. Há escolas com paredes de madeira, outras de alvenaria, algumas em containers de metal, outras quase sem estrutura alguma.             Se queremos realmente um país melhor, mais justo, com mais oportunidades e que se desenvolva com prosperidade, precisamos olhar para dentro das nossas escolas. Infelizmente encontramos nelas profissionais cansados, sobrecarregados, pouco valorizados. Precisamos avaliar as condições de ventilação, de arejamento, de iluminação e de piso onde as nossas crianças estão. Verificar se há banheiros em número ideal, ver como é feita a higiene do ambiente. Saber qual tem sido o envolvimento dos pais e da comunidade com a instituição.             É preciso destacar que ainda existem profissionais dedicados e criativos, que ainda existem alunos interessados, que existe um potencial imenso de criatividade e que o choque de gerações deve melhorar os relacionamentos e não causar distanciamento.             Essencial eleger a leitura como pilar para o desenvolvimento das atividades, de provocar a curiosidade com livros e mais livros. De falar sobre a liberdade de pensar e de se responsabilizar pelo pensamento, de falar sobre como mudar e como transformar o mundo.             Lembramos que escola não é depósito de crianças para os pais poderem trabalhar, a educação deve começar em casa, com o ensino do respeito e da gentileza e que o convívio com pessoas da mesma faixa de idade será importante para os nossos filhos.             Temos muito a fazer. Por isso, convido a todos que estão lendo este texto a conhecer a escola de seus filhos, ou a escola mais próxima de sua casa. Se possível, seja um voluntário. Ajudem a fazer diferença para construir um mundo melhor.   Relator:Fausto Flor CarvalhoPresidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da Sociedade de Pediatria de São PauloCoordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-dia-da-escola-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-dia-da-escola-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/03/Imagem-dia-da-escola-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">            Dia 15 de março é o Dia da Escola. Para um país continental como é o nosso Brasil, cheio de variações regionais, de diferentes culturas, com diversidade de sotaques, quando falamos em escola, qual escola nós estamos nos referindo?</p>
<p style="text-align: justify;">            Existem escolas públicas, particulares, civis, militares, as que estão em regiões nobres, outras em periferias e subúrbios e algumas na zona rural, no sertão ou dentro da floresta. Há escolas com paredes de madeira, outras de alvenaria, algumas em containers de metal, outras quase sem estrutura alguma.</p>
<p style="text-align: justify;">            Se queremos realmente um país melhor, mais justo, com mais oportunidades e que se desenvolva com prosperidade, precisamos olhar para dentro das nossas escolas. Infelizmente encontramos nelas profissionais cansados, sobrecarregados, pouco valorizados. Precisamos avaliar as condições de ventilação, de arejamento, de iluminação e de piso onde as nossas crianças estão. Verificar se há banheiros em número ideal, ver como é feita a higiene do ambiente. Saber qual tem sido o envolvimento dos pais e da comunidade com a instituição.</p>
<p style="text-align: justify;">            É preciso destacar que ainda existem profissionais dedicados e criativos, que ainda existem alunos interessados, que existe um potencial imenso de criatividade e que o choque de gerações deve melhorar os relacionamentos e não causar distanciamento.</p>
<p style="text-align: justify;">            Essencial eleger a leitura como pilar para o desenvolvimento das atividades, de provocar a curiosidade com livros e mais livros. De falar sobre a liberdade de pensar e de se responsabilizar pelo pensamento, de falar sobre como mudar e como transformar o mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">            Lembramos que escola não é depósito de crianças para os pais poderem trabalhar, a educação deve começar em casa, com o ensino do respeito e da gentileza e que o convívio com pessoas da mesma faixa de idade será importante para os nossos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">            Temos muito a fazer. Por isso, convido a todos que estão lendo este texto a conhecer a escola de seus filhos, ou a escola mais próxima de sua casa. Se possível, seja um voluntário. Ajudem a fazer diferença para construir um mundo melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br />Fausto Flor Carvalho<br />Presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br />Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia da “Criança Especial” – quando a terminologia faz a diferença</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-da-crianca-especial-quando-a-terminologia-faz-a-diferenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 18:46:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-crianca-com-deficiencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-crianca-com-deficiencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-crianca-com-deficiencia-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 9 de dezembro é celebrado o Dia da “Criança Especial”. Para iniciar este texto, lanço três questões com o objetivo de gerar reflexões sobre as terminolog</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-crianca-com-deficiencia-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-crianca-com-deficiencia-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/12/Imagem-crianca-com-deficiencia-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 9 de dezembro é celebrado o Dia da &#8220;Criança Especial&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para iniciar este texto, lanço três questões com o objetivo de gerar reflexões sobre as terminologias e as atitudes que temos em nossas práticas de cuidado em saúde.</p>
<p>Quem são as “crianças especiais”?</p>
<p>Quais características uma criança precisa ter ou adquirir para ser especial?</p>
<p>Em nossa sociedade, as “crianças especiais” são respeitadas e valorizadas?</p>
<p style="text-align: justify;">Os termos &#8220;criança especial&#8221; e &#8220;crianças com necessidades especiais&#8221; são utilizados dentro e fora da área da saúde para se referirem a crianças com deficiências, autistas e outras diversidades. Hoje, em 2023, essa terminologia é considerada imprópria, redutora, e até pode ser interpretada como uma forma de preconceito, ao fazer pessoas se tornarem especiais pelo seu diagnóstico e não pelo o que são ou o que fazem em sua trajetória de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Discutir a palavra “especial” e outras terminologias, para o Núcleo de Estudos sobre as Crianças e Adolescentes com Deficiências da Sociedade de Pediatria de São Paulo, é algo fundamental, um ponto de partida, pois acreditamos que respeitar a pessoa com deficiência começa pela forma com a qual nos referimos a elas, pelas nossas atitudes diárias e pela luta contra todas as formas de capacitismo, que é o preconceito contra pessoas com deficiência. E se os próprios sujeitos que vivenciam a condição da deficiência questionam o termo “especial” em suas oratórias, por que nós cuidadores faríamos diferente?</p>
<p style="text-align: justify;">O uso da terminologia correta é uma porta de entrada para o cuidado eficaz. Termos inadequados, desatualizados e discriminatórios podem afastar a pessoa com deficiência e a sua família da relação de cuidado, reduzindo a confiança na equipe de saúde e a aderência ao acompanhamento. Para ter sucesso em nossas orientações e prescrições, é fundamental que seja construída uma relação que compreenda a diversidade, valorize as diferenças, respeite as individualidades e acolha cada sujeito, com ou sem uma deficiência.</p>
<p style="text-align: justify;">As crianças especiais são todas as crianças, com e sem deficiências. Especiais pela sua existência, pela sua capacidade de modificação da sociedade, pela sua curiosidade de explorar o mundo, pelas suas habilidades e potenciais, pela sua forma única de ser. Crianças podem ser especiais para as suas famílias e pessoas que as rodeiam pelo que são, e não por um diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas têm algum tipo de deficiência no mundo, sendo 1 em cada 10, criança. Dados do IBGE de 2010 mostram que o Brasil tem cerca de 4 milhões de crianças de 0 a 14 anos de idade com uma deficiência. Pelo Relatório Mundial sobre a Deficiência da ONU de 2011, em todo o mundo, as pessoas com algum tipo de deficiência ainda apresentam piores perspectivas de saúde, níveis mais baixos de escolaridade, participação econômica menor e taxas de pobreza mais elevadas em comparação às pessoas sem deficiência. Esses dados mostram que as crianças e adolescentes com deficiência ainda têm uma vida de lutas por direitos básicos, garantidos no papel pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI), em uma sociedade que contraditoriamente ainda as chama de “especiais”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para avançarmos na temática da criança e do adolescente com deficiência é preciso discutir terminologia, atitude, inclusão, acessibilidade, equidade de cuidados, direitos da pessoa com deficiência, deveres dos profissionais atuantes na infância, capacitismo, individualização da assistência, entre tantas outras temáticas que ainda hoje não são naturalizadas e aplicadas na sociedade em geral, onde se incluem os pediatras e demais profissionais da saúde.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fábio Watanabe<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos sobre a Criança e o Adolescente com Deficiência da Sociedade de Pediatria de São Paulo </strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia do Cirurgião-Dentista e Dia Nacional da Saúde Bucal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-do-cirurgiao-dentista-e-dia-nacional-da-saude-bucal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Oct 2023 17:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-cirurgiao-dentista-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-cirurgiao-dentista-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-cirurgiao-dentista-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 25 de outubro oficializou-se no Brasil a data comemorativa ao Dia do Cirurgião-Dentista (e também da Saúde Bucal) como forma de homenagear a</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-cirurgiao-dentista-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-cirurgiao-dentista-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/10/Imagem-cirurgiao-dentista-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;"><br />No dia 25 de outubro oficializou-se no Brasil a data comemorativa ao Dia do Cirurgião-Dentista (e também da Saúde Bucal) como forma de homenagear a história da criação da primeira Faculdade de Odontologia no Brasil e aos dedicados profissionais voltados à saúde oral.</p>
<p> </p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde define a saúde oral como um estado livre de dor crônica oral e facial, câncer oral e de garganta, infecção e inflamação oral, doença periodontal, cárie dentária, perda dentária e outras doenças e distúrbios que limitam a capacidade de um indivíduo em morder, mastigar, sorrir e falar. A saúde oral interfere com a saúde geral do indivíduo, causando impactos em seu bem-estar e qualidade de vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Desse modo, as ações odontológicas preventivas e curativas são fundamentais, pois têm o objetivo de aumentar o acesso aos cuidados orais e melhorar a saúde oral da população, bem como sua saúde geral. A atenção precoce do paciente, com abordagem iniciando desde a gestação e nos primeiros anos de vida, propicia um momento ímpar de estabelecer ações de promoção de saúde e a instalação de hábitos saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste mês de outubro, o Núcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo congratula todos os cirurgiões-dentistas brasileiros por suas ações científicas e clínicas que promovem saúde oral com alta relevância nacional e internacional.</p>
<p>Os melhores desejos aos cirurgiões-dentistas, que proporcionam sorrisos saudáveis em todos os ciclos da vida do indivíduo!</p>
<p><br /><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Dóris Rocha Ruiz</strong></p>
<p><strong>Revisão:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Ana Maria Guimarães<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Cristina Giovannetti Del Conte<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Núcleo de Estudos de Saúde Oral da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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