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	<title>Arquivos Proteção solar - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Proteção solar - SPSP</title>
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		<title>Orientações para fotoproteção na infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/orientacoes-para-fotoprotecao-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 13:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem ser expostos diretamente ao sol. Também não devem utilizar fotoprotetores, devido às características de maior absorção da pele e imaturidade das funções hepáticas e renais. A partir dos 6 meses até o primeiro ano de vida, as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados. A exposição solar deve ser feita até às 10h e depois das 16h, pois os raios ultravioleta são mais intensos entre as 10h e 16h. O uso regular de filtros solares deve ser estimulado. Durante exposições solares prolongadas (praias, clubes, piscinas) é importante o uso de chapéu e vestuário adequado (tecidos com fotoproteção). Em crianças maiores e adolescentes, além de tudo descrito acima, é recomendado o uso de óculos de sol. Permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total. Muitas superfícies, como areia, cimento, neve são refletoras das radiações solares lesivas. Nos dias nublados, a fotoproteção também deve ser feita, pois apesar do sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra. Cuidados especiais devem ser tomados em altitudes elevadas e latitudes tropicais. Para cada 1.000 pés acima do nível do mar a radiação solar aumenta 4% a 5% e, quanto mais próximo do Equador, mais forte são os raios solares. Escolha do fotoprotetor O fotoprotetor deve ter amplo-espectro de absorção da radiação UV, ou seja, absorver ou bloquear UVA e UVB. Deve ser apropriado para uso na infância, contendo mais filtros físicos e menos substâncias químicas. O veículo deve ser, de preferência, creme ou loção nas crianças menores, podendo ser spray ou gel nos maiores.&#160; Fotoprotetores em bastão são mais apropriados para áreas sensíveis como lábios, nariz e orelhas. O fotoprotetor deve ser aplicado a cada duas horas de exposição solar e após a imersão na água (sempre com a pele bem enxuta antes da reaplicação). Utilização do fotoprotetor Aplicar o fotoprotetor 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo dele ser absorvido e desempenhar seu efeito protetor. Aplicar o filtro solar generosamente em todas as áreas expostas. Não esqueça de aplicar nas orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés. Aplicar o fotoprotetor cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer eritema (vermelhidão) da conjuntiva ocular, ardor ou irritação, lavar os olhos imediatamente com água. Aplicar o filtro solar sob as roupas, pois a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados. É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, a proteção é ainda menor. ___Relatora:&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Silmara CestariDepartamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Campanha Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem ser expostos diretamente ao sol. Também não devem utilizar fotoprotetores, devido às características de maior absorção da pele e imaturidade das funções hepáticas e renais.</li><li>A partir dos 6 meses até o primeiro ano de vida, as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados.</li><li>A exposição solar deve ser feita até às 10h e depois das 16h, pois os raios ultravioleta são mais intensos entre as 10h e 16h.</li><li>O uso regular de filtros solares deve ser estimulado.</li><li>Durante exposições solares prolongadas (praias, clubes, piscinas) é importante o uso de chapéu e vestuário adequado (tecidos com fotoproteção).</li><li>Em crianças maiores e adolescentes, além de tudo descrito acima, é recomendado o uso de óculos de sol.</li><li>Permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total. Muitas superfícies, como areia, cimento, neve são refletoras das radiações solares lesivas.</li><li>Nos dias nublados, a fotoproteção também deve ser feita, pois apesar do sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra.</li><li>Cuidados especiais devem ser tomados em altitudes elevadas e latitudes tropicais. Para cada 1.000 pés acima do nível do mar a radiação solar aumenta 4% a 5% e, quanto mais próximo do Equador, mais forte são os raios solares.</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Depositphotos_51444561_d-travnikov-1024x668.jpg" alt="" class="wp-image-3570"/><figcaption>d.travnikov | depositphotos.com</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Escolha do fotoprotetor</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>O fotoprotetor deve ter amplo-espectro de absorção da radiação UV, ou seja, absorver ou bloquear UVA e UVB.</li><li>Deve ser apropriado para uso na infância, contendo mais filtros físicos e menos substâncias químicas.</li><li>O veículo deve ser, de preferência, creme ou loção nas crianças menores, podendo ser spray ou gel nos maiores.&nbsp;</li><li>Fotoprotetores em bastão são mais apropriados para áreas sensíveis como lábios, nariz e orelhas.</li><li>O fotoprotetor deve ser aplicado a cada duas horas de exposição solar e após a imersão na água (sempre com a pele bem enxuta antes da reaplicação).</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading">Utilização do fotoprotetor</h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Aplicar o fotoprotetor 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo dele ser absorvido e desempenhar seu efeito protetor.</li><li>Aplicar o filtro solar generosamente em todas as áreas expostas. Não esqueça de aplicar nas orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés.</li><li>Aplicar o fotoprotetor cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer eritema (vermelhidão) da conjuntiva ocular, ardor ou irritação, lavar os olhos imediatamente com água.</li><li>Aplicar o filtro solar sob as roupas, pois a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados.</li><li>É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, a proteção é ainda menor.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relatora:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><br><strong>Silmara Cestari</strong><br><strong>Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Importância da fotoproteção na infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/importancia-da-fotoprotecao-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 18:12:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão O câncer da pele é o mais comum de todos os tipos de cânceres. Mais de um milhão de casos novos são diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos.O sol é a principal causa de 90% de todos os cânceres de pele &#8211; carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.Exposição solar constante e prolongada é o fator ambiental mais importante no aparecimento do câncer da pele e do fotoenvelhecimento.Os carcinomas basocelular e espinocelular são as neoplasias mais frequentes da pele e estão intimamente relacionadas com exposições solares continuadas através dos anos em pessoas de pele clara. As lesões ocorrem quase que exclusivamente em áreas expostas, como face, mãos e antebraços, dorso e pescoço. A tendência a desenvolver melanoma tem sido relacionada à exposições solares intensas com queimaduras solares dolorosas e com bolhas durante a infância ou adolescência.Dentro do espectro solar, o comprimento de onda responsável pela maioria dos efeitos carcinogênicos (qualquer agente que possa causar câncer) corresponde ao da radiação ultravioleta (UV) &#8211; UVB (290nanômetros-nm à 320nm). A radiação UVA (320nm à 400nm) parece estar mais relacionada ao fotoenvelhecimento.Indivíduos com hábitos de exposições frequentes ao sol durante a infância, aos 21 anos já apresentam sinais de danos causados pela radiação UV na pele. Aos 40 anos, todos têm sinais de fotoenvelhecimento: rugas, manchas claras ou escuras, ressecamento e espessamento da pele, lesões cutâneas pré-cancerosas e em alguns casos câncer da pele.Milhões de pessoas desenvolvem câncer da pele a cada ano e esse acaba sendo o resultado final das alterações cutâneas que tiveram início muitos anos antes. Importância da proteção contra o sol&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A infância e a adolescência são os períodos da vida nos quais se passa a maior parte do tempo ao ar livre. Aos 18 anos de idade, a maioria das pessoas já recebeu 50% a 80% da radiação solar de toda a sua vida.O efeito lesivo da radiação ultravioleta na pele é cumulativo ano após ano. Queimaduras solares intensas na infância provocam o envelhecimento prematuro da pele e podem levar ao aparecimento de câncer cutâneo na idade adulta.Mesmo que se tenha o máximo cuidado com a proteção solar na vida adulta, o dano causado pela radiação solar recebida na infância não pode ser desfeito.Com proteção adequada as crianças e adolescentes podem aproveitar a vida ao ar livre sem prejudicar a saúde da pele. No quadro abaixo estão os principais fatores relacionados ao risco de desenvolver câncer de pele. ___Relatora:&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Silmara CestariDepartamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Campanha <strong>Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">O câncer da pele é o mais comum de todos os tipos de cânceres. Mais de um milhão de casos novos são diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos.<br>O sol é a principal causa de 90% de todos os cânceres de pele &#8211; carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.<br>Exposição solar constante e prolongada é o fator ambiental mais importante no aparecimento do câncer da pele e do fotoenvelhecimento.<br>Os carcinomas basocelular e espinocelular são as neoplasias mais frequentes da pele e estão intimamente relacionadas com exposições solares continuadas através dos anos em pessoas de pele clara. As lesões ocorrem quase que exclusivamente em áreas expostas, como face, mãos e antebraços, dorso e pescoço.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Depositphotos_229215598_candy18-1024x703.jpg" alt="" class="wp-image-3559"/><figcaption>andy | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A tendência a desenvolver melanoma tem sido relacionada à exposições solares intensas com queimaduras solares dolorosas e com bolhas durante a infância ou adolescência.<br>Dentro do espectro solar, o comprimento de onda responsável pela maioria dos efeitos carcinogênicos (qualquer agente que possa causar câncer) corresponde ao da radiação ultravioleta (UV) &#8211; UVB (290nanômetros-nm à 320nm). A radiação UVA (320nm à 400nm) parece estar mais relacionada ao fotoenvelhecimento.<br>Indivíduos com hábitos de exposições frequentes ao sol durante a infância, aos 21 anos já apresentam sinais de danos causados pela radiação UV na pele. Aos 40 anos, todos têm sinais de fotoenvelhecimento: rugas, manchas claras ou escuras, ressecamento e espessamento da pele, lesões cutâneas pré-cancerosas e em alguns casos câncer da pele.<br>Milhões de pessoas desenvolvem câncer da pele a cada ano e esse acaba sendo o resultado final das alterações cutâneas que tiveram início muitos anos antes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Importância da proteção contra o sol&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A infância e a adolescência são os períodos da vida nos quais se passa a maior parte do tempo ao ar livre. Aos 18 anos de idade, a maioria das pessoas já recebeu 50% a 80% da radiação solar de toda a sua vida.<br>O efeito lesivo da radiação ultravioleta na pele é cumulativo ano após ano. Queimaduras solares intensas na infância provocam o envelhecimento prematuro da pele e podem levar ao aparecimento de câncer cutâneo na idade adulta.<br>Mesmo que se tenha o máximo cuidado com a proteção solar na vida adulta, o dano causado pela radiação solar recebida na infância não pode ser desfeito.<br>Com proteção adequada as crianças e adolescentes podem aproveitar a vida ao ar livre sem prejudicar a saúde da pele. No quadro abaixo estão os principais fatores relacionados ao risco de desenvolver câncer de pele.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Snap-2021-01-12-at-15.02.08.png" alt="" class="wp-image-3560" width="617" height="393"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">___<br><strong>Relatora:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><br><strong>Silmara Cestari</strong><br><strong>Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Proteção solar para os pequenos: quando começar e o que usar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 17:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O verão está chegando e, nessa época, surgem muitas dúvidas sobre a utilização dos fotoprotetores nos bebês e nas crianças Por Silmara Cestari para o site Saúde Não há dúvidas de que a exposição solar moderada é benéfica e desejável para as crianças. Já a exposição excessiva, como as evidências comprovam, é prejudicial e, por isso, deve ser evitada. A pele da criança, principalmente até os 2 anos de idade, não está totalmente desenvolvida. Ela é mais fina que a do adulto, produz menos melanina e, portanto, é bastante vulnerável aos raios ultravioleta. Os principais impactos imediatos da exposição excessiva ao sol são a desidratação e a queimadura solar. Porém, os efeitos das radiações ultravioleta na pele também são cumulativos e podem causar prejuízo à saúde em longo prazo. As radiações ultravioleta A e B são as grandes responsáveis pelas queimaduras, pelo envelhecimento precoce da pele e pelo aparecimento do câncer cutâneo. Mas tudo isso pode ser evitado com o uso dos filtros solares, que têm eficácia comprovada em um grande número de estudos científicos. Até os seia meses de vida esses produtos não devem ser aplicados nos bebês. O U.S. Food and Drug Administration (FDA), órgão que regula os remédios nos Estados Unidos, não recomenda a utilização de filtros solares durante os primeiros 6 meses de vida, quando a pele ainda é muito fina e imatura. Isso porque existe a possibilidade de maior absorção das substâncias químicas presentes nos filtros solares, o que poderia ocasionar problemas sistêmicos. Portanto, evitar a superexposição e usar roupas adequadas com fotoproteção é da maior importância nessa faixa etária. Veja abaixo, as principais recomendações ao expor bebês e crianças ao sol. Até o 6º mês de vida + Evitar exposição solar das 10 às 16 horas, quando 60% da radiação ultravioleta B chega à superfície terrestre. Só essa precaução já resulta em grande diminuição das alterações agudas e crônicas da pele. + Usar vestuário adequado e chapéu com fotoproteção. Após o 6º mês de vida + Usar regularmente o fotoprotetor infantil com FPS 30 ou superior. + Evitar exposição solar das 10 às 16 horas. + Além do protetor, usar vestuário adequado e chapéu quando a exposição ocorrer nesse período entre 10 e 16 horas. + Lembrar que a radiação ultravioleta também atinge a pele em dia nublado e embaixo do guarda-sol. + Areia, neve, concreto e água podem refletir mais de 85% dos raios lesivos à pele. Como utilizar o protetor solar + O fotoprotetor deve ser apropriado para uso na infância. Os produtos para adultos possuem muito mais substâncias químicas – e elas podem ser prejudiciais à criança. + A aplicação deve ocorrer, no mínimo, 30 minutos antes da exposição ao sol para permitir que os ingredientes ativos atuem nas camadas superficiais da pele. + É preciso repassar o protetor a cada duas horas devido à transpiração e também sempre que a criança entrar na água. + Toda superfície corpórea exposta ao sol precisa ser protegida. Não se esqueça de pescoço, pavilhão auricular, além do dorso das mãos e dos pés. + Fotoprotetores labiais também devem ser aplicados frequentemente. + A quantidade de fotoprotetor adequada é de aproximadamente 2,5 ml para face, pescoço, ombro e braço e 5 ml para perna e dorso do pé. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a quantidade de protetor solar indicada para cada parte do corpo é: uma colher de chá do produto no rosto, no pescoço e na cabeça. Uma colher de chá para a parte da frente do tronco e outra para a parte de trás. Quando aplicado em quantidade insuficiente, o produto não promove proteção adequada. + É recomendado ensinar a importância da fotoproteção para as crianças, pois hábitos adquiridos na infância são mais facilmente assimilados e incorporados por toda a vida. ___ Texto produzido pela Dra. Silmara Cestari para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/ Silmara Cestari é presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. ___ Publicado em 13/12/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><em><strong>O verão está chegando e, nessa época, surgem muitas dúvidas sobre a utilização dos fotoprotetores nos bebês e nas crianças</strong></em></p>
<p>Por Silmara Cestari para o site Saúde</p>
<p>Não há dúvidas de que a exposição solar moderada é benéfica e desejável para as crianças. Já a exposição excessiva, como as evidências comprovam, é prejudicial e, por isso, deve ser evitada. A pele da criança, principalmente até os 2 anos de idade, não está totalmente desenvolvida. Ela é mais fina que a do adulto, produz menos melanina e, portanto, é bastante vulnerável aos raios ultravioleta.</p>
<p><div id="attachment_2399" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2399" class="size-large wp-image-2399" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/12/child_beach_1544621117-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2399" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Darrel/">Darrel</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>Os principais impactos imediatos da exposição excessiva ao sol são a desidratação e a queimadura solar. Porém, os efeitos das radiações ultravioleta na pele também são cumulativos e podem causar prejuízo à saúde em longo prazo. As radiações ultravioleta A e B são as grandes responsáveis pelas queimaduras, pelo envelhecimento precoce da pele e pelo aparecimento do câncer cutâneo. Mas tudo isso pode ser evitado com o uso dos filtros solares, que têm eficácia comprovada em um grande número de estudos científicos.</p>
<p>Até os seia meses de vida esses produtos não devem ser aplicados nos bebês. O <a href="https://www.fda.gov/" target="_blank" rel="noopener">U.S. Food and Drug Administration</a> (FDA), órgão que regula os remédios nos Estados Unidos, não recomenda a utilização de filtros solares durante os primeiros 6 meses de vida, quando a pele ainda é muito fina e imatura. Isso porque existe a possibilidade de maior absorção das substâncias químicas presentes nos filtros solares, o que poderia ocasionar problemas sistêmicos. Portanto, evitar a superexposição e usar roupas adequadas com fotoproteção é da maior importância nessa faixa etária.</p>
<p>Veja abaixo, as principais recomendações ao expor bebês e crianças ao sol.</p>
<h2>Até o 6º mês de vida</h2>
<p>+ Evitar exposição solar das 10 às 16 horas, quando 60% da radiação ultravioleta B chega à superfície terrestre. Só essa precaução já resulta em grande diminuição das alterações agudas e crônicas da pele.</p>
<p>+ Usar vestuário adequado e chapéu com fotoproteção.</p>
<h2>Após o 6º mês de vida</h2>
<p>+ Usar regularmente o fotoprotetor infantil com FPS 30 ou superior.</p>
<p>+ Evitar exposição solar das 10 às 16 horas.</p>
<p>+ Além do protetor, usar vestuário adequado e chapéu quando a exposição ocorrer nesse período entre 10 e 16 horas.</p>
<p>+ Lembrar que a radiação ultravioleta também atinge a pele em dia nublado e embaixo do guarda-sol.</p>
<p>+ Areia, neve, concreto e água podem refletir mais de 85% dos raios lesivos à pele.</p>
<h2>Como utilizar o protetor solar</h2>
<p>+ O fotoprotetor deve ser apropriado para uso na infância. Os produtos para adultos possuem muito mais substâncias químicas – e elas podem ser prejudiciais à criança.</p>
<p>+ A aplicação deve ocorrer, no mínimo, 30 minutos antes da exposição ao sol para permitir que os ingredientes ativos atuem nas camadas superficiais da pele.</p>
<p>+ É preciso repassar o protetor a cada duas horas devido à transpiração e também sempre que a criança entrar na água.</p>
<p>+ Toda superfície corpórea exposta ao sol precisa ser protegida. Não se esqueça de pescoço, pavilhão auricular, além do dorso das mãos e dos pés.</p>
<p>+ Fotoprotetores labiais também devem ser aplicados frequentemente.</p>
<p>+ A quantidade de fotoprotetor adequada é de aproximadamente 2,5 ml para face, pescoço, ombro e braço e 5 ml para perna e dorso do pé. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a quantidade de protetor solar indicada para cada parte do corpo é: uma colher de chá do produto no rosto, no pescoço e na cabeça. Uma colher de chá para a parte da frente do tronco e outra para a parte de trás. Quando aplicado em quantidade insuficiente, o produto não promove proteção adequada.</p>
<p>+ É recomendado ensinar a importância da fotoproteção para as crianças, pois hábitos adquiridos na infância são mais facilmente assimilados e incorporados por toda a vida.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Silmara Cestari para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/</a></p>
<p>Silmara Cestari é presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>___<br />
Publicado em 13/12/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/">Proteção solar para os pequenos: quando começar e o que usar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<title>Proteja a pele das crianças durante o verão</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/proteja-a-pele-das-criancas-durante-o-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2014 15:32:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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		<category><![CDATA[Pele]]></category>
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		<category><![CDATA[Proteção solar]]></category>
		<category><![CDATA[Queimadura solar]]></category>
		<category><![CDATA[Queimaduras de sol]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2011/04/112_443_grd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2011/04/112_443_grd-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2011/04/112_443_grd-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No verão, os cuidados com a saúde devem ser redobrados, especialmente com a pele, a hidratação e a alimentação. O consumo frequente de água, suco e isotônicos, a ingestão de frutas, legumes e verduras, e a proteção dos raios de sol, com uso de roupas leves, são fundamentais para aproveitar essa época sem afetar o bem-estar. As queimaduras solares são comuns nos dias mais quentes e a pele sensível das crianças, principalmente durante os dois primeiros anos de vida, é a mais atingida e, portanto, merece mais atenção. Segundo a dermatologista Silmara Cestari, do Departamento de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), aquelas com peles claras, loiras ou ruivas, e de olhos claros são as mais suscetíveis aos efeitos dos raios ultravioletas. Proteja-se Os quadros de queimadura não são causados apenas pela exposição solar desprotegida na praia e piscinas, mas também ao praticar exercícios ao ar livre, por exemplo. A recomendação da é evitar os horários de pico do sol, das 10h à 16h, e manter-se hidratado. Além disso, produtos sensibilizantes como perfume e limão podem catalisar os danos dermatológicos. “Mesmo em dias de céu encoberto, é necessário a aplicação de fotoprotetores e o uso de óculos escuros. Em geral, indicamos protetor fator 30, entretanto, se a criança tem sarda ou mancha na pele deve utilizar aqueles com proteção superior a 50 – ambos reaplicados a cada duas horas”, orienta Dra. Silmara. Camiseta, bonés e chapéus de abas largas, além do guarda-sol nas praias e clubes, são acessórios indispensáveis para os que desejam passar um tempo aproveitando o sol. Queimei-me, e agora? Em todos os casos de queimaduras solares, principalmente em crianças, é importante procurar um médico para avaliar a gravidade e orientar sobre os cuidados necessários. As regiões do corpo que mais sofrem são o rosto e os ombros. A pele avermelhada, sinal de queimadura, só é observada nas crianças após, em média, duas horas da exposição e, após 24h, tende a ficar inchada e dolorida. Algumas medidas caseiras podem amenizar os danos. Para aliviar a ardência, é indicada a aplicação de um pano úmido com água fria no local atingido por aproximadamente 10 minutos. Quando a pele começa a descascar, hidratantes a base de água ou de aloe vera podem ser passados para diminuir a coceira. Queimaduras de segundo grau apresentam bolhas. Nesses casos, não se deve estourar, nem cobrir com curativo, uma vez que facilita o desenvolvimento de infecções. A insolação, causada pela permanência excessiva sob o sol e desidratação é observada em casos graves, quando acompanhada de febre e dor intensa. A criança deve ser encaminhada rapidamente ao pronto-socorro se desmaiar ou vomitar. “A falta de cuidado dermatológico ao sol pode causar complicações na fase adulta. Aproximadamente 80% da exposição solar total acontece nos primeiros 18 anos de vida – os raios ultravioletas são os principais causadores de câncer de pele, patologia que também pode ser desencadeada por queimaduras de segundo grau na infância”, alerta a dermatologista. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 4/12/2014. photo credit: © Choreograph &#124; Dreamstime.com &#8211; Beauty Child Photo Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/proteja-a-pele-das-criancas-durante-o-verao/">Proteja a pele das crianças durante o verão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2011/04/112_443_grd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2011/04/112_443_grd-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2011/04/112_443_grd-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div><p><a href="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2014/12/dreamstime_xs_40339571.jpg" rel="prettyphoto[26933]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-802" src="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2014/12/dreamstime_xs_40339571.jpg?w=300" alt="" width="300" height="199" /></a>No verão, os cuidados com a saúde devem ser redobrados, especialmente com a pele, a hidratação e a alimentação. O consumo frequente de água, suco e isotônicos, a ingestão de frutas, legumes e verduras, e a proteção dos raios de sol, com uso de roupas leves, são fundamentais para aproveitar essa época sem afetar o bem-estar.</p>
<p>As queimaduras solares são comuns nos dias mais quentes e a pele sensível das crianças, principalmente durante os dois primeiros anos de vida, é a mais atingida e, portanto, merece mais atenção. Segundo a dermatologista Silmara Cestari, do Departamento de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), aquelas com peles claras, loiras ou ruivas, e de olhos claros são as mais suscetíveis aos efeitos dos raios ultravioletas.</p>
<p><strong>Proteja-se </strong></p>
<p>Os quadros de queimadura não são causados apenas pela exposição solar desprotegida na praia e piscinas, mas também ao praticar exercícios ao ar livre, por exemplo. A recomendação da é evitar os horários de pico do sol, das 10h à 16h, e manter-se hidratado. Além disso, produtos sensibilizantes como perfume e limão podem catalisar os danos dermatológicos.</p>
<p>“Mesmo em dias de céu encoberto, é necessário a aplicação de fotoprotetores e o uso de óculos escuros. Em geral, indicamos protetor fator 30, entretanto, se a criança tem sarda ou mancha na pele deve utilizar aqueles com proteção superior a 50 – ambos reaplicados a cada duas horas”, orienta Dra. Silmara. Camiseta, bonés e chapéus de abas largas, além do guarda-sol nas praias e clubes, são acessórios indispensáveis para os que desejam passar um tempo aproveitando o sol.</p>
<p><strong>Queimei-me, e agora?</strong></p>
<p>Em todos os casos de queimaduras solares, principalmente em crianças, é importante procurar um médico para avaliar a gravidade e orientar sobre os cuidados necessários. As regiões do corpo que mais sofrem são o rosto e os ombros. A pele avermelhada, sinal de queimadura, só é observada nas crianças após, em média, duas horas da exposição e, após 24h, tende a ficar inchada e dolorida.</p>
<p>Algumas medidas caseiras podem amenizar os danos. Para aliviar a ardência, é indicada a aplicação de um pano úmido com água fria no local atingido por aproximadamente 10 minutos. Quando a pele começa a descascar, hidratantes a base de água ou de aloe vera podem ser passados para diminuir a coceira.</p>
<p>Queimaduras de segundo grau apresentam bolhas. Nesses casos, não se deve estourar, nem cobrir com curativo, uma vez que facilita o desenvolvimento de infecções. A insolação, causada pela permanência excessiva sob o sol e desidratação é observada em casos graves, quando acompanhada de febre e dor intensa. A criança deve ser encaminhada rapidamente ao pronto-socorro se desmaiar ou vomitar.</p>
<p>“A falta de cuidado dermatológico ao sol pode causar complicações na fase adulta. Aproximadamente 80% da exposição solar total acontece nos primeiros 18 anos de vida – os raios ultravioletas são os principais causadores de câncer de pele, patologia que também pode ser desencadeada por queimaduras de segundo grau na infância”, alerta a dermatologista.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 4/12/2014.<br />
photo credit: © <a href="http://www.dreamstime.com/choreograph_info#res359525">Choreograph</a> | <a href="http://www.dreamstime.com/#res359525">Dreamstime.com</a> &#8211; <a href="http://www.dreamstime.com/stock-image-beauty-child-image40339571#res359525">Beauty Child Photo</a></p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/proteja-a-pele-das-criancas-durante-o-verao/">Proteja a pele das crianças durante o verão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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