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	<title>Arquivos Protetor solar - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Protetor solar - SPSP</title>
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		<title>Alergias a picadas de insetos e medicamentos: o que fazer?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alergias-a-picadas-de-insetos-e-medicamentos-o-que-fazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 15:22:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Seu filho apareceu com bolinhas e vermelhidão na pele que coçam muito? Pode ser sinal de alergia. As alergias cutâneas são frequentes em crianças e podem ser causadas por diversos fatores. O verão chegou, época de multiplicação dos insetos e também de as crianças permanecerem com poucas roupas, por isso os pais devem ficar atentos às picadas. As ferroadas de inseto podem causar, tanto reação tóxica (local ou sistêmica – em várias partes do corpo), como reação alérgica (local extensa ou sistêmica-anafilática). A maioria das crianças apresenta reação inflamatória no local da picada com a introdução do veneno, o que se resolve em algumas horas. No entanto, as crianças que sofrem múltiplas picadas (por exemplo, mais de 30 picadas de abelha) podem apresentar reação sistêmica e perigosa semelhante à alérgica. Quando a criança tem alergia, é possível que ela desenvolva uma resposta à saliva do inseto e apresente vermelhidão, bolinhas e coceira de 12 a 48 horas após a ferroada e que demora em torno de 1 semana para regredir. Essa reação alérgica é chamada de local extensa. O principal problema que pode ocorrer é o fato de a coceira provocar escoriações na pele, formando feridas que podem se infectar com bactérias provenientes da unha das crianças. A maior atenção deve ser às ferroadas no pescoço, pelo risco de inchaço importante na região. Algumas crianças podem apresentar reação muito grave que se inicia rapidamente após a picada, em torno de 15 a 20 minutos, e pode causar: placas vermelhas e fugazes na pele, coceira, mal-estar, chiado no peito, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia, inchaço, rouquidão, fraqueza, confusão mental e até perda de consciência. Os insetos mais envolvidos nas reações graves, chamadas de anafiláticas, são as abelhas, vespas e formigas. Algumas maneiras de prevenir o problema são: colocar telas nas janelas e fechá-las antes das 17 horas, fixar um mosquiteiro sobre a cama da criança e eliminar os formigueiros do quintal. Além disso, vestir a criança com roupas leves de mangas compridas e com punhos fechados para cobrir braços e pernas, ou ainda calçá-las com sapatos fechados e utilizar repelentes nas crianças maiores, caso sejam atóxicos e recomendados pelo pediatra. O local das lesões provocadas pelas picadas de insetos deve ser mantido limpo, lavando com água e sabão. Se não houver melhora, os pais ou responsáveis devem procurar o pediatra. Alergia a medicamentos As reações alérgicas a medicamentos têm uma prevalência na infância de aproximadamente 5% e são, na sua maioria, leves e imediatas com a ocorrência de vermelhidão, coceira na pele, inchaço nas pálpebras, mas podem ser graves quando ocorrem falta de ar, edema de glote, anafilaxia e choque anafilático. Os principais responsáveis por essas reações são os anti-inflamatórios (medicamentos para dor e febre), seguidos por antibióticos da classe das penicilinas e amoxicilinas, amplamente utilizados na faixa etária pediátrica. Quando uma criança apresenta uma reação adversa durante um tratamento medicamentoso, seja para uma otite, amigdalite ou uma simples febre, a insegurança e o medo passam a assombrar a família: “e se ela precisar tomar remédio novamente?”. Mas será que a reação foi mesmo alérgica? Qual foi o medicamento responsável? Quais as orientações para tratamentos futuros? É importante ressaltar que muitas infecções podem causar por si só quadros de vermelhidão e coceira no corpo, que se confundem com processos alérgicos. Também causam confusão as situações nas quais dois ou mais medicamentos estão sendo utilizados ao mesmo tempo no momento em que ocorre a reação. Para se chegar a um diagnóstico preciso, é necessária uma investigação minuciosa que inclui história clínica, exames e testes elaborados pelo médico capacitado para tal. Após a avaliação completa, a família receberá por escrito as orientações sobre qual(is) medicamento(s) são proibidos e quais podem ser utilizados com segurança, evitando-se assim restrições a tratamentos e inseguranças desnecessárias. As informações sobre alergia a medicamentos devem constar de um documento e pulseira de identificação. ___RelatorasVera Esteves Vagnozzi RulloCristina Frias Sartorelli de Toledo PizaDepartamento Científico de Alergia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/alergias-a-picadas-de-insetos-e-medicamentos-o-que-fazer/">Alergias a picadas de insetos e medicamentos: o que fazer?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
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<p>Seu filho apareceu com bolinhas e vermelhidão na pele que coçam muito? Pode ser sinal de alergia. As alergias cutâneas são frequentes em crianças e podem ser causadas por diversos fatores.</p>



<p>O verão chegou, época de multiplicação dos insetos e também de as crianças permanecerem com poucas roupas, por isso os pais devem ficar atentos às picadas. As ferroadas de inseto podem causar, tanto reação tóxica (local ou sistêmica – em várias partes do corpo), como reação alérgica (local extensa ou sistêmica-anafilática). A maioria das crianças apresenta reação inflamatória no local da picada com a introdução do veneno, o que se resolve em algumas horas. No entanto, as crianças que sofrem múltiplas picadas (por exemplo, mais de 30 picadas de abelha) podem apresentar reação sistêmica e perigosa semelhante à alérgica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Depositphotos_264989896_hannatv-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3579"/><figcaption>hannatv | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>Quando a criança tem alergia, é possível que ela desenvolva uma resposta à saliva do inseto e apresente vermelhidão, bolinhas e coceira de 12 a 48 horas após a ferroada e que demora em torno de 1 semana para regredir. Essa reação alérgica é chamada de local extensa. O principal problema que pode ocorrer é o fato de a coceira provocar escoriações na pele, formando feridas que podem se infectar com bactérias provenientes da unha das crianças. A maior atenção deve ser às ferroadas no pescoço, pelo risco de inchaço importante na região.</p>



<p>Algumas crianças podem apresentar reação muito grave que se inicia rapidamente após a picada, em torno de 15 a 20 minutos, e pode causar: placas vermelhas e fugazes na pele, coceira, mal-estar, chiado no peito, náuseas, vômitos, dor abdominal, diarreia, inchaço, rouquidão, fraqueza, confusão mental e até perda de consciência. Os insetos mais envolvidos nas reações graves, chamadas de anafiláticas, são as abelhas, vespas e formigas.</p>



<p>Algumas maneiras de prevenir o problema são: colocar telas nas janelas e fechá-las antes das 17 horas, fixar um mosquiteiro sobre a cama da criança e eliminar os formigueiros do quintal. Além disso, vestir a criança com roupas leves de mangas compridas e com punhos fechados para cobrir braços e pernas, ou ainda calçá-las com sapatos fechados e utilizar repelentes nas crianças maiores, caso sejam atóxicos e recomendados pelo pediatra. O local das lesões provocadas pelas picadas de insetos deve ser mantido limpo, lavando com água e sabão. Se não houver melhora, os pais ou responsáveis devem procurar o pediatra.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Alergia a medicamentos</strong></h4>



<p>As reações alérgicas a medicamentos têm uma prevalência na infância de aproximadamente 5% e são, na sua maioria, leves e imediatas com a ocorrência de vermelhidão, coceira na pele, inchaço nas pálpebras, mas podem ser graves quando ocorrem falta de ar, edema de glote, anafilaxia e choque anafilático.</p>



<p>Os principais responsáveis por essas reações são os anti-inflamatórios (medicamentos para dor e febre), seguidos por antibióticos da classe das penicilinas e amoxicilinas, amplamente utilizados na faixa etária pediátrica.</p>



<p>Quando uma criança apresenta uma reação adversa durante um tratamento medicamentoso, seja para uma otite, amigdalite ou uma simples febre, a insegurança e o medo passam a assombrar a família: “e se ela precisar tomar remédio novamente?”.</p>



<p>Mas será que a reação foi mesmo alérgica? Qual foi o medicamento responsável? Quais as orientações para tratamentos futuros?</p>



<p>É importante ressaltar que muitas infecções podem causar por si só quadros de vermelhidão e coceira no corpo, que se confundem com processos alérgicos. Também causam confusão as situações nas quais dois ou mais medicamentos estão sendo utilizados ao mesmo tempo no momento em que ocorre a reação.</p>



<p>Para se chegar a um diagnóstico preciso, é necessária uma investigação minuciosa que inclui história clínica, exames e testes elaborados pelo médico capacitado para tal.</p>



<p>Após a avaliação completa, a família receberá por escrito as orientações sobre qual(is) medicamento(s) são proibidos e quais podem ser utilizados com segurança, evitando-se assim restrições a tratamentos e inseguranças desnecessárias.</p>



<p>As informações sobre alergia a medicamentos devem constar de um documento e pulseira de identificação.</p>



<p><br>___<br><strong>Relatoras</strong><br><strong>Vera Esteves Vagnozzi Rullo</strong><br><strong>Cristina Frias Sartorelli de Toledo Piza</strong><br><strong>Departamento Científico de Alergia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Orientações para fotoproteção na infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/orientacoes-para-fotoprotecao-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jan 2021 13:46:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem ser expostos diretamente ao sol. Também não devem utilizar fotoprotetores, devido às características de maior absorção da pele e imaturidade das funções hepáticas e renais. A partir dos 6 meses até o primeiro ano de vida, as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados. A exposição solar deve ser feita até às 10h e depois das 16h, pois os raios ultravioleta são mais intensos entre as 10h e 16h. O uso regular de filtros solares deve ser estimulado. Durante exposições solares prolongadas (praias, clubes, piscinas) é importante o uso de chapéu e vestuário adequado (tecidos com fotoproteção). Em crianças maiores e adolescentes, além de tudo descrito acima, é recomendado o uso de óculos de sol. Permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total. Muitas superfícies, como areia, cimento, neve são refletoras das radiações solares lesivas. Nos dias nublados, a fotoproteção também deve ser feita, pois apesar do sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra. Cuidados especiais devem ser tomados em altitudes elevadas e latitudes tropicais. Para cada 1.000 pés acima do nível do mar a radiação solar aumenta 4% a 5% e, quanto mais próximo do Equador, mais forte são os raios solares. Escolha do fotoprotetor O fotoprotetor deve ter amplo-espectro de absorção da radiação UV, ou seja, absorver ou bloquear UVA e UVB. Deve ser apropriado para uso na infância, contendo mais filtros físicos e menos substâncias químicas. O veículo deve ser, de preferência, creme ou loção nas crianças menores, podendo ser spray ou gel nos maiores.&#160; Fotoprotetores em bastão são mais apropriados para áreas sensíveis como lábios, nariz e orelhas. O fotoprotetor deve ser aplicado a cada duas horas de exposição solar e após a imersão na água (sempre com a pele bem enxuta antes da reaplicação). Utilização do fotoprotetor Aplicar o fotoprotetor 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo dele ser absorvido e desempenhar seu efeito protetor. Aplicar o filtro solar generosamente em todas as áreas expostas. Não esqueça de aplicar nas orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés. Aplicar o fotoprotetor cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer eritema (vermelhidão) da conjuntiva ocular, ardor ou irritação, lavar os olhos imediatamente com água. Aplicar o filtro solar sob as roupas, pois a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados. É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, a proteção é ainda menor. ___Relatora:&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Silmara CestariDepartamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Campanha Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem ser expostos diretamente ao sol. Também não devem utilizar fotoprotetores, devido às características de maior absorção da pele e imaturidade das funções hepáticas e renais.</li><li>A partir dos 6 meses até o primeiro ano de vida, as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados.</li><li>A exposição solar deve ser feita até às 10h e depois das 16h, pois os raios ultravioleta são mais intensos entre as 10h e 16h.</li><li>O uso regular de filtros solares deve ser estimulado.</li><li>Durante exposições solares prolongadas (praias, clubes, piscinas) é importante o uso de chapéu e vestuário adequado (tecidos com fotoproteção).</li><li>Em crianças maiores e adolescentes, além de tudo descrito acima, é recomendado o uso de óculos de sol.</li><li>Permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total. Muitas superfícies, como areia, cimento, neve são refletoras das radiações solares lesivas.</li><li>Nos dias nublados, a fotoproteção também deve ser feita, pois apesar do sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra.</li><li>Cuidados especiais devem ser tomados em altitudes elevadas e latitudes tropicais. Para cada 1.000 pés acima do nível do mar a radiação solar aumenta 4% a 5% e, quanto mais próximo do Equador, mais forte são os raios solares.</li></ul>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Depositphotos_51444561_d-travnikov-1024x668.jpg" alt="" class="wp-image-3570"/><figcaption>d.travnikov | depositphotos.com</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Escolha do fotoprotetor</strong></h4>



<ul class="wp-block-list"><li>O fotoprotetor deve ter amplo-espectro de absorção da radiação UV, ou seja, absorver ou bloquear UVA e UVB.</li><li>Deve ser apropriado para uso na infância, contendo mais filtros físicos e menos substâncias químicas.</li><li>O veículo deve ser, de preferência, creme ou loção nas crianças menores, podendo ser spray ou gel nos maiores.&nbsp;</li><li>Fotoprotetores em bastão são mais apropriados para áreas sensíveis como lábios, nariz e orelhas.</li><li>O fotoprotetor deve ser aplicado a cada duas horas de exposição solar e após a imersão na água (sempre com a pele bem enxuta antes da reaplicação).</li></ul>



<h4 class="wp-block-heading">Utilização do fotoprotetor</h4>



<ul class="wp-block-list"><li>Aplicar o fotoprotetor 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo dele ser absorvido e desempenhar seu efeito protetor.</li><li>Aplicar o filtro solar generosamente em todas as áreas expostas. Não esqueça de aplicar nas orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés.</li><li>Aplicar o fotoprotetor cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer eritema (vermelhidão) da conjuntiva ocular, ardor ou irritação, lavar os olhos imediatamente com água.</li><li>Aplicar o filtro solar sob as roupas, pois a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados.</li><li>É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, a proteção é ainda menor.</li></ul>



<p>___<br><strong>Relatora:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><br><strong>Silmara Cestari</strong><br><strong>Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Importância da fotoproteção na infância</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/importancia-da-fotoprotecao-na-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 18:12:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão O câncer da pele é o mais comum de todos os tipos de cânceres. Mais de um milhão de casos novos são diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos.O sol é a principal causa de 90% de todos os cânceres de pele &#8211; carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.Exposição solar constante e prolongada é o fator ambiental mais importante no aparecimento do câncer da pele e do fotoenvelhecimento.Os carcinomas basocelular e espinocelular são as neoplasias mais frequentes da pele e estão intimamente relacionadas com exposições solares continuadas através dos anos em pessoas de pele clara. As lesões ocorrem quase que exclusivamente em áreas expostas, como face, mãos e antebraços, dorso e pescoço. A tendência a desenvolver melanoma tem sido relacionada à exposições solares intensas com queimaduras solares dolorosas e com bolhas durante a infância ou adolescência.Dentro do espectro solar, o comprimento de onda responsável pela maioria dos efeitos carcinogênicos (qualquer agente que possa causar câncer) corresponde ao da radiação ultravioleta (UV) &#8211; UVB (290nanômetros-nm à 320nm). A radiação UVA (320nm à 400nm) parece estar mais relacionada ao fotoenvelhecimento.Indivíduos com hábitos de exposições frequentes ao sol durante a infância, aos 21 anos já apresentam sinais de danos causados pela radiação UV na pele. Aos 40 anos, todos têm sinais de fotoenvelhecimento: rugas, manchas claras ou escuras, ressecamento e espessamento da pele, lesões cutâneas pré-cancerosas e em alguns casos câncer da pele.Milhões de pessoas desenvolvem câncer da pele a cada ano e esse acaba sendo o resultado final das alterações cutâneas que tiveram início muitos anos antes. Importância da proteção contra o sol&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; A infância e a adolescência são os períodos da vida nos quais se passa a maior parte do tempo ao ar livre. Aos 18 anos de idade, a maioria das pessoas já recebeu 50% a 80% da radiação solar de toda a sua vida.O efeito lesivo da radiação ultravioleta na pele é cumulativo ano após ano. Queimaduras solares intensas na infância provocam o envelhecimento prematuro da pele e podem levar ao aparecimento de câncer cutâneo na idade adulta.Mesmo que se tenha o máximo cuidado com a proteção solar na vida adulta, o dano causado pela radiação solar recebida na infância não pode ser desfeito.Com proteção adequada as crianças e adolescentes podem aproveitar a vida ao ar livre sem prejudicar a saúde da pele. No quadro abaixo estão os principais fatores relacionados ao risco de desenvolver câncer de pele. ___Relatora:&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;Silmara CestariDepartamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading">Campanha <strong>Janeiro bronze – cuidados com as crianças no verão</strong></h4>



<p>O câncer da pele é o mais comum de todos os tipos de cânceres. Mais de um milhão de casos novos são diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos.<br>O sol é a principal causa de 90% de todos os cânceres de pele &#8211; carcinoma basocelular, carcinoma espinocelular e melanoma.<br>Exposição solar constante e prolongada é o fator ambiental mais importante no aparecimento do câncer da pele e do fotoenvelhecimento.<br>Os carcinomas basocelular e espinocelular são as neoplasias mais frequentes da pele e estão intimamente relacionadas com exposições solares continuadas através dos anos em pessoas de pele clara. As lesões ocorrem quase que exclusivamente em áreas expostas, como face, mãos e antebraços, dorso e pescoço.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Depositphotos_229215598_candy18-1024x703.jpg" alt="" class="wp-image-3559"/><figcaption>andy | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p><br>A tendência a desenvolver melanoma tem sido relacionada à exposições solares intensas com queimaduras solares dolorosas e com bolhas durante a infância ou adolescência.<br>Dentro do espectro solar, o comprimento de onda responsável pela maioria dos efeitos carcinogênicos (qualquer agente que possa causar câncer) corresponde ao da radiação ultravioleta (UV) &#8211; UVB (290nanômetros-nm à 320nm). A radiação UVA (320nm à 400nm) parece estar mais relacionada ao fotoenvelhecimento.<br>Indivíduos com hábitos de exposições frequentes ao sol durante a infância, aos 21 anos já apresentam sinais de danos causados pela radiação UV na pele. Aos 40 anos, todos têm sinais de fotoenvelhecimento: rugas, manchas claras ou escuras, ressecamento e espessamento da pele, lesões cutâneas pré-cancerosas e em alguns casos câncer da pele.<br>Milhões de pessoas desenvolvem câncer da pele a cada ano e esse acaba sendo o resultado final das alterações cutâneas que tiveram início muitos anos antes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Importância da proteção contra o sol&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></h4>



<p>A infância e a adolescência são os períodos da vida nos quais se passa a maior parte do tempo ao ar livre. Aos 18 anos de idade, a maioria das pessoas já recebeu 50% a 80% da radiação solar de toda a sua vida.<br>O efeito lesivo da radiação ultravioleta na pele é cumulativo ano após ano. Queimaduras solares intensas na infância provocam o envelhecimento prematuro da pele e podem levar ao aparecimento de câncer cutâneo na idade adulta.<br>Mesmo que se tenha o máximo cuidado com a proteção solar na vida adulta, o dano causado pela radiação solar recebida na infância não pode ser desfeito.<br>Com proteção adequada as crianças e adolescentes podem aproveitar a vida ao ar livre sem prejudicar a saúde da pele. No quadro abaixo estão os principais fatores relacionados ao risco de desenvolver câncer de pele.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Snap-2021-01-12-at-15.02.08.png" alt="" class="wp-image-3560" width="617" height="393"/></figure>



<p>___<br><strong>Relatora:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong><br><strong>Silmara Cestari</strong><br><strong>Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Proteção solar para os pequenos: quando começar e o que usar</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Dec 2018 17:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>O verão está chegando e, nessa época, surgem muitas dúvidas sobre a utilização dos fotoprotetores nos bebês e nas crianças Por Silmara Cestari para o site Saúde Não há dúvidas de que a exposição solar moderada é benéfica e desejável para as crianças. Já a exposição excessiva, como as evidências comprovam, é prejudicial e, por isso, deve ser evitada. A pele da criança, principalmente até os 2 anos de idade, não está totalmente desenvolvida. Ela é mais fina que a do adulto, produz menos melanina e, portanto, é bastante vulnerável aos raios ultravioleta. Os principais impactos imediatos da exposição excessiva ao sol são a desidratação e a queimadura solar. Porém, os efeitos das radiações ultravioleta na pele também são cumulativos e podem causar prejuízo à saúde em longo prazo. As radiações ultravioleta A e B são as grandes responsáveis pelas queimaduras, pelo envelhecimento precoce da pele e pelo aparecimento do câncer cutâneo. Mas tudo isso pode ser evitado com o uso dos filtros solares, que têm eficácia comprovada em um grande número de estudos científicos. Até os seia meses de vida esses produtos não devem ser aplicados nos bebês. O U.S. Food and Drug Administration (FDA), órgão que regula os remédios nos Estados Unidos, não recomenda a utilização de filtros solares durante os primeiros 6 meses de vida, quando a pele ainda é muito fina e imatura. Isso porque existe a possibilidade de maior absorção das substâncias químicas presentes nos filtros solares, o que poderia ocasionar problemas sistêmicos. Portanto, evitar a superexposição e usar roupas adequadas com fotoproteção é da maior importância nessa faixa etária. Veja abaixo, as principais recomendações ao expor bebês e crianças ao sol. Até o 6º mês de vida + Evitar exposição solar das 10 às 16 horas, quando 60% da radiação ultravioleta B chega à superfície terrestre. Só essa precaução já resulta em grande diminuição das alterações agudas e crônicas da pele. + Usar vestuário adequado e chapéu com fotoproteção. Após o 6º mês de vida + Usar regularmente o fotoprotetor infantil com FPS 30 ou superior. + Evitar exposição solar das 10 às 16 horas. + Além do protetor, usar vestuário adequado e chapéu quando a exposição ocorrer nesse período entre 10 e 16 horas. + Lembrar que a radiação ultravioleta também atinge a pele em dia nublado e embaixo do guarda-sol. + Areia, neve, concreto e água podem refletir mais de 85% dos raios lesivos à pele. Como utilizar o protetor solar + O fotoprotetor deve ser apropriado para uso na infância. Os produtos para adultos possuem muito mais substâncias químicas – e elas podem ser prejudiciais à criança. + A aplicação deve ocorrer, no mínimo, 30 minutos antes da exposição ao sol para permitir que os ingredientes ativos atuem nas camadas superficiais da pele. + É preciso repassar o protetor a cada duas horas devido à transpiração e também sempre que a criança entrar na água. + Toda superfície corpórea exposta ao sol precisa ser protegida. Não se esqueça de pescoço, pavilhão auricular, além do dorso das mãos e dos pés. + Fotoprotetores labiais também devem ser aplicados frequentemente. + A quantidade de fotoprotetor adequada é de aproximadamente 2,5 ml para face, pescoço, ombro e braço e 5 ml para perna e dorso do pé. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a quantidade de protetor solar indicada para cada parte do corpo é: uma colher de chá do produto no rosto, no pescoço e na cabeça. Uma colher de chá para a parte da frente do tronco e outra para a parte de trás. Quando aplicado em quantidade insuficiente, o produto não promove proteção adequada. + É recomendado ensinar a importância da fotoproteção para as crianças, pois hábitos adquiridos na infância são mais facilmente assimilados e incorporados por toda a vida. ___ Texto produzido pela Dra. Silmara Cestari para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/ Silmara Cestari é presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. ___ Publicado em 13/12/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><em><strong>O verão está chegando e, nessa época, surgem muitas dúvidas sobre a utilização dos fotoprotetores nos bebês e nas crianças</strong></em></p>
<p>Por Silmara Cestari para o site Saúde</p>
<p>Não há dúvidas de que a exposição solar moderada é benéfica e desejável para as crianças. Já a exposição excessiva, como as evidências comprovam, é prejudicial e, por isso, deve ser evitada. A pele da criança, principalmente até os 2 anos de idade, não está totalmente desenvolvida. Ela é mais fina que a do adulto, produz menos melanina e, portanto, é bastante vulnerável aos raios ultravioleta.</p>
<p><div id="attachment_2399" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2399" class="size-large wp-image-2399" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/12/child_beach_1544621117-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2399" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Darrel/">Darrel</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>Os principais impactos imediatos da exposição excessiva ao sol são a desidratação e a queimadura solar. Porém, os efeitos das radiações ultravioleta na pele também são cumulativos e podem causar prejuízo à saúde em longo prazo. As radiações ultravioleta A e B são as grandes responsáveis pelas queimaduras, pelo envelhecimento precoce da pele e pelo aparecimento do câncer cutâneo. Mas tudo isso pode ser evitado com o uso dos filtros solares, que têm eficácia comprovada em um grande número de estudos científicos.</p>
<p>Até os seia meses de vida esses produtos não devem ser aplicados nos bebês. O <a href="https://www.fda.gov/" target="_blank" rel="noopener">U.S. Food and Drug Administration</a> (FDA), órgão que regula os remédios nos Estados Unidos, não recomenda a utilização de filtros solares durante os primeiros 6 meses de vida, quando a pele ainda é muito fina e imatura. Isso porque existe a possibilidade de maior absorção das substâncias químicas presentes nos filtros solares, o que poderia ocasionar problemas sistêmicos. Portanto, evitar a superexposição e usar roupas adequadas com fotoproteção é da maior importância nessa faixa etária.</p>
<p>Veja abaixo, as principais recomendações ao expor bebês e crianças ao sol.</p>
<h2>Até o 6º mês de vida</h2>
<p>+ Evitar exposição solar das 10 às 16 horas, quando 60% da radiação ultravioleta B chega à superfície terrestre. Só essa precaução já resulta em grande diminuição das alterações agudas e crônicas da pele.</p>
<p>+ Usar vestuário adequado e chapéu com fotoproteção.</p>
<h2>Após o 6º mês de vida</h2>
<p>+ Usar regularmente o fotoprotetor infantil com FPS 30 ou superior.</p>
<p>+ Evitar exposição solar das 10 às 16 horas.</p>
<p>+ Além do protetor, usar vestuário adequado e chapéu quando a exposição ocorrer nesse período entre 10 e 16 horas.</p>
<p>+ Lembrar que a radiação ultravioleta também atinge a pele em dia nublado e embaixo do guarda-sol.</p>
<p>+ Areia, neve, concreto e água podem refletir mais de 85% dos raios lesivos à pele.</p>
<h2>Como utilizar o protetor solar</h2>
<p>+ O fotoprotetor deve ser apropriado para uso na infância. Os produtos para adultos possuem muito mais substâncias químicas – e elas podem ser prejudiciais à criança.</p>
<p>+ A aplicação deve ocorrer, no mínimo, 30 minutos antes da exposição ao sol para permitir que os ingredientes ativos atuem nas camadas superficiais da pele.</p>
<p>+ É preciso repassar o protetor a cada duas horas devido à transpiração e também sempre que a criança entrar na água.</p>
<p>+ Toda superfície corpórea exposta ao sol precisa ser protegida. Não se esqueça de pescoço, pavilhão auricular, além do dorso das mãos e dos pés.</p>
<p>+ Fotoprotetores labiais também devem ser aplicados frequentemente.</p>
<p>+ A quantidade de fotoprotetor adequada é de aproximadamente 2,5 ml para face, pescoço, ombro e braço e 5 ml para perna e dorso do pé. De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, a quantidade de protetor solar indicada para cada parte do corpo é: uma colher de chá do produto no rosto, no pescoço e na cabeça. Uma colher de chá para a parte da frente do tronco e outra para a parte de trás. Quando aplicado em quantidade insuficiente, o produto não promove proteção adequada.</p>
<p>+ É recomendado ensinar a importância da fotoproteção para as crianças, pois hábitos adquiridos na infância são mais facilmente assimilados e incorporados por toda a vida.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Silmara Cestari para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/</a></p>
<p>Silmara Cestari é presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>___<br />
Publicado em 13/12/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/protecao-solar-para-os-pequenos-quando-comecar-e-o-que-usar/">Proteção solar para os pequenos: quando começar e o que usar</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<title>Cuidados com as crianças no verão</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cuidados-com-as-criancas-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2017 17:20:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Já dando os seus primeiros sinais, o verão, que começa oficialmente em dezembro, traz com ele o sol escaldante e as altas temperaturas, que podem trazer sérias complicações à saúde como desidratação, queimaduras e envelhecimento precoce, além de provocar o câncer de pele. Com o período de férias escolares nessa estação, as crianças ficam mais expostas a esses riscos e os cuidados precisam ser redobrados em relação à hidratação, à alimentação, ao vestuário e ao tempo para ficar ao ar livre. As brincadeiras debaixo do sol devem ser realizadas em horários específicos, evitando os momentos de pico. Também é importante um equilíbrio entre a alta temperatura externa e o ar condicionado dos ambientes fechados. “A exposição solar deve ser evitada entre 10h e 16h. Nesse período, predomina a radiação ultravioleta-B, que é responsável pelo desenvolvimento do câncer da pele. Até às 10h e após às 16h, pode haver exposição solar, mas sempre com o uso do filtro, roupa apropriada e chapéu. E, nas crianças maiores, óculos de sol. O ar condicionado deve ser utilizado com cuidado, principalmente se a criança ficar entrando e saindo do ambiente refrigerado”, alerta a professora Dra. Silmara Cestari, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Além da desidratação e da diarreia, os problemas mais frequentes em crianças durante o verão, também é comum o surgimento de doenças de pele como miliária (a popular brotoeja), decorrente do suor, micoses devido à exposição mais frequente aos fungos, larva migrans (conhecida como bicho-geográfico), ocasionada pela penetração na pele de vermes vindos das fezes de cachorros e gatos em terrenos arenosos, e reações de hipersensibilidade a picadas de insetos. Para que esses efeitos nocivos e doenças sejam evitados, é ideal a ingestão sistemática de água e sucos, o consumo de alimentos leves como verduras e frutas, o uso de roupas com tecidos finos de algodão e cores claras, que armazenam menos calor, além do cuidado frequente da pele com o uso do filtro solar. “O protetor deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar, para que possa penetrar e agir adequadamente, e deve ser reaplicado a cada duas horas e sempre que a criança sair do mar ou da piscina”, orienta a dermatologista. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 30/11/2017. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/cuidados-com-as-criancas-no-verao/">Cuidados com as crianças no verão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Já dando os seus primeiros sinais, o verão, que começa oficialmente em dezembro, traz com ele o sol escaldante e as altas temperaturas, que podem trazer sérias complicações à saúde como desidratação, queimaduras e envelhecimento precoce, além de provocar o câncer de pele. Com o período de férias escolares nessa estação, as crianças ficam mais expostas a esses riscos e os cuidados precisam ser redobrados em relação à hidratação, à alimentação, ao vestuário e ao tempo para ficar ao ar livre.</p>
<p><div id="attachment_1887" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1887" class="wp-image-1887 size-large" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/11/child_sun_1511964524-e1511964605207-1024x522.jpg" alt="" width="838" height="427" /><p id="caption-attachment-1887" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Pexels/">Pexels</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>As brincadeiras debaixo do sol devem ser realizadas em horários específicos, evitando os momentos de pico. Também é importante um equilíbrio entre a alta temperatura externa e o ar condicionado dos ambientes fechados.</p>
<p>“A exposição solar deve ser evitada entre 10h e 16h. Nesse período, predomina a radiação ultravioleta-B, que é responsável pelo desenvolvimento do câncer da pele. Até às 10h e após às 16h, pode haver exposição solar, mas sempre com o uso do filtro, roupa apropriada e chapéu. E, nas crianças maiores, óculos de sol. O ar condicionado deve ser utilizado com cuidado, principalmente se a criança ficar entrando e saindo do ambiente refrigerado”, alerta a professora Dra. Silmara Cestari, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).</p>
<p>Além da desidratação e da diarreia, os problemas mais frequentes em crianças durante o verão, também é comum o surgimento de doenças de pele como miliária (a popular brotoeja), decorrente do suor, micoses devido à exposição mais frequente aos fungos, larva migrans (conhecida como bicho-geográfico), ocasionada pela penetração na pele de vermes vindos das fezes de cachorros e gatos em terrenos arenosos, e reações de hipersensibilidade a picadas de insetos.</p>
<p>Para que esses efeitos nocivos e doenças sejam evitados, é ideal a ingestão sistemática de água e sucos, o consumo de alimentos leves como verduras e frutas, o uso de roupas com tecidos finos de algodão e cores claras, que armazenam menos calor, além do cuidado frequente da pele com o uso do filtro solar. “O protetor deve ser aplicado 30 minutos antes da exposição solar, para que possa penetrar e agir adequadamente, e deve ser reaplicado a cada duas horas e sempre que a criança sair do mar ou da piscina”, orienta a dermatologista.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 30/11/2017.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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		<title>Sol e praia: cuidados para desfrutar do verão</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sol-e-praia-cuidados-para-desfrutar-do-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Feb 2017 18:10:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Médica da Sociedade de Pediatria de São Paulo dá orientações preciosas para resguardar a pele das crianças ao longo do período mais quente do ano. Por Dra. Silmara Cestari Durante o verão, a radiação solar incide com maior intensidade na Terra, aumentando o risco de queimadura solar e câncer de pele. Por isso, devemos ter cuidados especiais com a proteção das crianças, especialmente na praia, onde ocorre a maior exposição ao sol. Orientações básicas para a proteção da pele na infância – Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem utilizar filtro solar, pois as substancias químicas da formulação podem ser absorvidas pela pele. Portanto, evitar superexposição e usar roupas adequadas são da maior importância nessa faixa etária. – A partir dos 6 meses de vida as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados. Queimadura solar em crianças abaixo de 1 ano de vida pode ser grave e constituir emergência médica. – Ao longo de toda a infância a exposição solar deve ser feita, sempre, até as 10 horas e após as 16 horas, quando os raios solares são menos intensos. Portanto, passeios e atividades ao ar livre devem ser feitos no início da manhã ou no final da tarde. – Nas exposições solares prolongadas (em praias, clubes e piscinas), além do filtro solar, recomendamos o uso de chapéu e roupas de algodão, porque eles retêm cerca de 90% das radiações solares. A crianças maiores e adolescentes, orientamos o uso de óculos de sol a fim de também prevenir catarata e lesão da córnea. – Orientamos a permanência na sombra ou no guarda-sol pelo maior tempo possível. É importante lembrar que permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total, pois a areia e o cimento são superfícies refletoras dos raios solares. Assim, o uso do filtro continua sendo necessário. – Nos dias nublados o protetor solar também deve ser aplicado. Apesar de o sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra e podem causar queimaduras. Recomendações sobre o uso do filtro solar – Os filtros solares contêm em sua formulação substâncias que absorvem ou bloqueiam as radiações ultravioleta. Porém, o seu uso não deve ser uma desculpa para deixar as crianças expostas ao sol por tempo prolongado. – O produto deve ser adequado à pele mais sensível da criança. Os filtros físicos são mais indicados por terem menos substancias químicas. As versões com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou 20 podem ser usadas no dia a dia e o FPS 30 ou superior é ideal para exposições ao sol mais prolongadas. O pediatra ou o dermatologista podem orientar qual o melhor tipo de filtro solar para cada caso. – O filtro tem de ser aplicado 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo de ser absorvido e desempenhar o efeito protetor. – Devemos aplicá-lo em todas as áreas expostas, inclusive orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés. E passar cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer ardor ou irritação, lave os olhos imediatamente. – Mais um ponto: nas praias, o protetor solar deve ser aplicado também debaixo das roupas, uma vez que a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados. É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, praticamente não apresentam proteção. – Os protetores solares ainda devem ser passados normalmente a cada duas horas de exposição e após a imersão em água, sempre com a pele bem seca antes da reaplicação. – Antes da primeira aplicação, o filtro solar precisa ser testado em uma pequena área da pele para observar se alguma irritação ocorre em 24 horas. O melhor local para o teste é a superfície interna do antebraço. ___ Texto produzido pela Dra. Silmara Cestari para o site SAÚDE. Link original: http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/sol-e-praia-cuidados-para-desfrutar-do-verao/ Dra. Silmara Cestari é dermatologista e presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 21/02/2016. photo credit: sylviebliss &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sol-e-praia-cuidados-para-desfrutar-do-verao/">Sol e praia: cuidados para desfrutar do verão</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1490" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/02/beach-1969831_640-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" />Médica da Sociedade de Pediatria de São Paulo dá orientações preciosas para resguardar a pele das crianças ao longo do período mais quente do ano.<br />
<em>Por Dra. Silmara Cestari</em></p>
<p>Durante o verão, a radiação solar incide com maior intensidade na Terra, aumentando o risco de queimadura solar e câncer de pele. Por isso, devemos ter cuidados especiais com a proteção das crianças, especialmente na praia, onde ocorre a maior exposição ao sol.</p>
<p><strong>Orientações básicas para a proteção da pele na infância</strong></p>
<p>– Durante os primeiros 6 meses de vida, os bebês não devem utilizar filtro solar, pois as substancias químicas da formulação podem ser absorvidas pela pele. Portanto, evitar superexposição e usar roupas adequadas são da maior importância nessa faixa etária.</p>
<p>– A partir dos 6 meses de vida as exposições solares devem ser curtas e em horários apropriados. Queimadura solar em crianças abaixo de 1 ano de vida pode ser grave e constituir emergência médica.</p>
<p>– Ao longo de toda a infância a exposição solar deve ser feita, sempre, até as 10 horas e após as 16 horas, quando os raios solares são menos intensos. Portanto, passeios e atividades ao ar livre devem ser feitos no início da manhã ou no final da tarde.</p>
<p>– Nas exposições solares prolongadas (em praias, clubes e piscinas), além do filtro solar, recomendamos o uso de chapéu e roupas de algodão, porque eles retêm cerca de 90% das radiações solares. A crianças maiores e adolescentes, orientamos o uso de óculos de sol a fim de também prevenir catarata e lesão da córnea.</p>
<p>– Orientamos a permanência na sombra ou no guarda-sol pelo maior tempo possível. É importante lembrar que permanecer na sombra ou sob o guarda-sol não garante proteção total, pois a areia e o cimento são superfícies refletoras dos raios solares. Assim, o uso do filtro continua sendo necessário.</p>
<p>– Nos dias nublados o protetor solar também deve ser aplicado. Apesar de o sol estar encoberto, 80% das radiações ultravioletas atingem a superfície da Terra e podem causar queimaduras.</p>
<p><strong>Recomendações sobre o uso do filtro solar</strong></p>
<p>– Os filtros solares contêm em sua formulação substâncias que absorvem ou bloqueiam as radiações ultravioleta. Porém, o seu uso não deve ser uma desculpa para deixar as crianças expostas ao sol por tempo prolongado.</p>
<p>– O produto deve ser adequado à pele mais sensível da criança. Os filtros físicos são mais indicados por terem menos substancias químicas. As versões com Fator de Proteção Solar (FPS) 15 ou 20 podem ser usadas no dia a dia e o FPS 30 ou superior é ideal para exposições ao sol mais prolongadas. O pediatra ou o dermatologista podem orientar qual o melhor tipo de filtro solar para cada caso.</p>
<p>– O filtro tem de ser aplicado 20 a 30 minutos antes da exposição ao sol, para que haja tempo de ser absorvido e desempenhar o efeito protetor.</p>
<p>– Devemos aplicá-lo em todas as áreas expostas, inclusive orelhas, dorso das mãos e dorso dos pés. E passar cuidadosamente ao redor dos olhos, evitando as pálpebras inferiores e superiores. As crianças têm o hábito de esfregar os olhos e alguns produtos podem ser irritantes. Se ocorrer ardor ou irritação, lave os olhos imediatamente.</p>
<p>– Mais um ponto: nas praias, o protetor solar deve ser aplicado também debaixo das roupas, uma vez que a radiação solar pode penetrar alguns tipos de tecidos, principalmente se estiverem molhados. É importante salientar que camisetas de malha de cor branca conferem pouca proteção, permitindo a passagem da radiação ultravioleta e, se estiverem molhadas, praticamente não apresentam proteção.</p>
<p>– Os protetores solares ainda devem ser passados normalmente a cada duas horas de exposição e após a imersão em água, sempre com a pele bem seca antes da reaplicação.</p>
<p>– Antes da primeira aplicação, o filtro solar precisa ser testado em uma pequena área da pele para observar se alguma irritação ocorre em 24 horas. O melhor local para o teste é a superfície interna do antebraço.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Silmara Cestari para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/sol-e-praia-cuidados-para-desfrutar-do-verao/">http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/sol-e-praia-cuidados-para-desfrutar-do-verao/</a></p>
<p>Dra. Silmara Cestari é dermatologista e presidente do Departamento de Dermatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 21/02/2016.<br />
photo credit: sylviebliss | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
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