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	<title>Arquivos recém-nascidos - SPSP</title>
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	<title>Arquivos recém-nascidos - SPSP</title>
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		<title>Dia Nacional do Teste do Pezinho</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-do-teste-do-pezinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2024 16:30:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-teste-do-pezinho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-teste-do-pezinho-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-teste-do-pezinho-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O &#8220;Dia Nacional do Teste do Pezinho&#8221;, uma data estabelecida para conscientizar a população sobre a importância desse exame essencial para a saúde dos recém-nascidos, é comemorado no Brasil no dia 6 de junho. O “Teste do Pezinho” é o nome que se popularizou para a triagem neonatal de uma série de doenças, sendo realizado a partir de uma gota de sangue retirada do calcanhar do bebê após o nascimento. Esse exame permite a detecção precoce de diversas doenças metabólicas, genéticas e infecciosas que podem comprometer o desenvolvimento infantil. A triagem neonatal no Brasil teve início na década de 1970, inspirada por algumas iniciativas internacionais que já demonstravam a eficácia do teste em outros países. No ano de 1992, o Programa Nacional de Triagem Neonatal foi instituído pelo Ministério da Saúde, regulamentando a obrigatoriedade do Teste do Pezinho em todo o território nacional. Essa determinação tornou o exame uma prática comum e uma importante ferramenta de saúde pública, pois através dele é possível identificar doenças como o hipotireoidismo congênito, a fenilcetonúria, a anemia falciforme, a fibrose cística, entre outras. A detecção precoce dessas condições permite não apenas que o tratamento seja iniciado nos primeiros meses de vida, prevenindo complicações graves e, muitas vezes, garantindo uma melhor qualidade de vida para as crianças afetadas, mas também reduzindo os custos associados às complicações das doenças não diagnosticadas e não tratadas a tempo, o que é importante em países com recursos limitados como o nosso. Um dos aspectos mais importantes do &#8220;Dia Nacional do Teste do Pezinho&#8221; é a conscientização da sociedade sobre a necessidade de realização do exame. Muitas famílias, por desinformação ou falta de acesso aos serviços de saúde, acabam não realizando o teste ou o fazem fora do período ideal. Campanhas de conscientização, promovidas por órgãos de saúde e entidades como a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), são essenciais para informar a população e garantir que os recém-nascidos tenham acesso a esse importante exame. A data também serve para reforçar a importância de investimentos contínuos em pesquisa e tecnologia para a ampliação do escopo do Teste do Pezinho. Atualmente, a versão básica do exame cobre seis doenças, mas versões ampliadas, que detectam até 50 doenças, estão disponíveis em algumas regiões e instituições privadas. A meta é que, no futuro, a versão ampliada seja acessível a toda a população brasileira, garantindo uma cobertura ainda maior e mais abrangente. Essa desigualdade é um importante desafio a ser superado, especialmente nas regiões mais remotas e carentes do país. Esforços para garantir a universalidade e a equidade no acesso ao Teste do Pezinho são essenciais para que todos os bebês brasileiros tenham um início de vida saudável e protegido contra doenças tratáveis.   Relator:Celso Moura RebelloPresidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-teste-do-pezinho-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-teste-do-pezinho-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-teste-do-pezinho-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O &#8220;Dia Nacional do Teste do Pezinho&#8221;, uma data estabelecida para conscientizar a população sobre a importância desse exame essencial para a saúde dos recém-nascidos, é comemorado no Brasil no dia 6 de junho. O “Teste do Pezinho” é o nome que se popularizou para a triagem neonatal de uma série de doenças, sendo realizado a partir de uma gota de sangue retirada do calcanhar do bebê após o nascimento. Esse exame permite a detecção precoce de diversas doenças metabólicas, genéticas e infecciosas que podem comprometer o desenvolvimento infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">A triagem neonatal no Brasil teve início na década de 1970, inspirada por algumas iniciativas internacionais que já demonstravam a eficácia do teste em outros países. No ano de 1992, o Programa Nacional de Triagem Neonatal foi instituído pelo Ministério da Saúde, regulamentando a obrigatoriedade do Teste do Pezinho em todo o território nacional. Essa determinação tornou o exame uma prática comum e uma importante ferramenta de saúde pública, pois através dele é possível identificar doenças como o hipotireoidismo congênito, a fenilcetonúria, a anemia falciforme, a fibrose cística, entre outras. A detecção precoce dessas condições permite não apenas que o tratamento seja iniciado nos primeiros meses de vida, prevenindo complicações graves e, muitas vezes, garantindo uma melhor qualidade de vida para as crianças afetadas, mas também reduzindo os custos associados às complicações das doenças não diagnosticadas e não tratadas a tempo, o que é importante em países com recursos limitados como o nosso.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos aspectos mais importantes do &#8220;Dia Nacional do Teste do Pezinho&#8221; é a conscientização da sociedade sobre a necessidade de realização do exame. Muitas famílias, por desinformação ou falta de acesso aos serviços de saúde, acabam não realizando o teste ou o fazem fora do período ideal. Campanhas de conscientização, promovidas por órgãos de saúde e entidades como a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), são essenciais para informar a população e garantir que os recém-nascidos tenham acesso a esse importante exame.</p>
<p style="text-align: justify;">A data também serve para reforçar a importância de investimentos contínuos em pesquisa e tecnologia para a ampliação do escopo do Teste do Pezinho. Atualmente, a versão básica do exame cobre seis doenças, mas versões ampliadas, que detectam até 50 doenças, estão disponíveis em algumas regiões e instituições privadas. A meta é que, no futuro, a versão ampliada seja acessível a toda a população brasileira, garantindo uma cobertura ainda maior e mais abrangente. Essa desigualdade é um importante desafio a ser superado, especialmente nas regiões mais remotas e carentes do país. Esforços para garantir a universalidade e a equidade no acesso ao Teste do Pezinho são essenciais para que todos os bebês brasileiros tenham um início de vida saudável e protegido contra doenças tratáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong><strong><br /></strong><strong>Celso Moura Rebello</strong><strong><br />Presidente do Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-mundial-de-prevencao-da-gravidez-na-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 19:40:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A gravidez na adolescência ou gravidez precoce, é aquela que ocorre antes dos 20 anos. Independentemente de ser planejada, desejada ou não, causará</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/gravidez-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A gravidez na adolescência ou gravidez precoce, é aquela que ocorre antes dos 20 anos. Independentemente de ser planejada, desejada ou não, causará sempre repercussões negativas para a saúde física e psíquica da adolescente, repercutindo também no recém-nascido. O ônus de uma gravidez na adolescência, embora recaia tanto para o adolescente quanto para a adolescente, será sempre maior para a gestante e sua família.</p>
<p style="text-align: justify;">Dados do Ministério da Saúde mostram que, por dia, 1.043 adolescentes se tornam mães no Brasil; por hora, são 44 bebês que nascem de mães adolescentes, sendo que dessas, duas têm idade entre 10 e 14 anos. A taxa está caindo, mas ainda é muito alta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>E por que engravidar antes dos 20 anos causa tantos problemas? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nessa fase da vida, nosso corpo cresce e se desenvolve, preparando-se para a vida adulta. Usando o cálcio como exemplo: na puberdade ocorre seu acúmulo nos ossos. Caso ocorra uma gravidez, o desenvolvimento do feto ao recrutar o cálcio materno, impedirá que se deposite no osso da adolescente, aumentando o risco de osteoporose quando ela estiver na menopausa. Além disso, as demandas psicológicas, sociais e acadêmicas da adolescência, que não são poucas nesses dias atuais, serão sobrecarregadas pelo estresse de estar grávida. Dessas demandas, a primeira a ser impactada será a acadêmica, expressa pelo abandono escolar. Para a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a gravidez precoce continua sendo um dos principais fatores que contribuem para a mortalidade materna e infantil e para o ciclo de doenças e pobreza.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a mulher, ter um filho antes dos 20 anos se relaciona com uma diminuição na escolaridade em 1,3 anos de estudos. Aumenta a chance de ela entrar para o mercado de trabalho mais precocemente, mas esse ingresso, na grande maioria das vezes, ocorrerá por meio do trabalho informal, que exige menos habilidades e é mais flexível no tempo. No entanto, empregos informais não têm a proteção e os benefícios que os formais têm. Comparando os rendimentos de mães adolescentes com mães que tiveram o primeiro filho após os 20 anos, observa-se uma redução de 28% no salário médio por hora. Ainda, se forem pretas ou pardas, bem como aquelas que vivem nas regiões mais pobres do Brasil, as probabilidades de trabalharem e terem salários significativamente mais baixos serão maiores ainda.</p>
<p style="text-align: justify;">Gestação precoce está associada a riscos obstétricos maiores, principalmente em gestantes com menos de 15 anos. Existem maiores chances de anemia, hipertensão na gestação, incluindo pré-eclâmpsia e eclâmpsia, partos prematuros, recém-nascidos pequenos para a idade gestacional e retardo de crescimento fetal. Para quem engravida antes dos 20 anos e tem um bebê prematuro, a chance de na próxima gravidez isso voltar a acontecer é de 37%, enquanto se isso ocorrer em uma gestante com mais de 20 anos, essa chance é de 8%.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos recém-nascidos de mães adolescentes, em decorrência dos problemas acima, eles podem ter nota de nascimento (Apgar) menor que 5, com maior chance de precisarem ficar na UTI neonatal e apresentarem problemas crônicos de saúde, pela prematuridade, baixo peso ou pela necessidade de ventilação mecânica nos primeiros dias de vida. Ainda podem apresentar anomalias ou síndromes congênitas (síndrome de Down, defeitos do tubo neural, gastrosquise entre outras).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como os pais, professores e a sociedade podem atuar para prevenir a gestação precoce?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em casa:</strong> mantenha diálogo com os filhos sobre sexualidade e meios de prevenção. O ideal é iniciar o tema por volta dos 10 anos, adequando o diálogo à compreensão de seu filho. Os ensinamentos sobre prevenção, para serem mais efetivos, deverão ser feitos antes que o(a) adolescente inicie suas atividades sexuais. Dessa forma, saberão o que e como devem fazer quando chegar a hora de tornar a vida sexual ativa, diferentemente daqueles que não tiveram contato ou conversa nenhuma sobre o assunto. É importante que saibam sobre o risco de infecções sexualmente transmissíveis e como se prevenir. Se os pais não se sentirem seguros para falar sobre o tema com sua filha, deverão conversar com seu pediatra e pedir orientações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nas escolas:</strong> a educação em sexualidade deve fazer parte do currículo de todas as escolas. Ela possibilita que adolescentes cuidem de sua saúde e façam escolhas saudáveis, que repercutirão para a vida deles e para a sociedade. As escolas podem fazer parcerias com profissionais de saúde, que esclarecerão os riscos da gravidez precoce e poderão falar sobre métodos contraceptivos e prevenção das infecções sexualmente transmissíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso uma adolescente engravide, é importante ajudá-la a não abandonar os estudos e protegê-la de <em>bullying</em>, o que é relatado por muitas estudantes que engravidam.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Direitos da gestante que estuda</strong></p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, a Lei nº 6.202/1975 garante à estudante grávida o direito à licença maternidade sem prejuízo do período escolar. A partir do oitavo mês de gestação, a gestante estudante poderá cumprir os compromissos escolares em casa, de acordo com o Decreto-Lei nº 1.044/1969. Além disso, o início e o fim do período de afastamento serão determinados por atestado médico a ser apresentado à direção da escola. E, finalmente, é assegurado às estudantes grávidas o direito à prestação dos exames finais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sociedade: </strong>O que previne a gravidez precoce de forma mais eficaz é a perspectiva de um futuro feliz. À sociedade, cabe propiciar aos adolescentes a possibilidade de completar os estudos e realizar seus projetos de vida.</p>
<p>Saiba mais:</p>
<p><a href="https://www.paho.org/pt/topicos/saude-do-adolescente">https://www.paho.org/pt/topicos/saude-do-adolescente</a></p>
<p><a href="https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Adolescencia_-_21621c-GPA_-_Prevencao_Gravidez_Adolescencia.pdf">https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/Adolescencia_-_21621c-GPA_-_Prevencao_Gravidez_Adolescencia.pdf</a></p>
<p> </p>
<p><strong>Relatores:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Elizete Prescinotti Andrade<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Carlos Alberto Landi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Adolescência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p> </p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do teste da orelhinha</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-importancia-do-teste-da-orelhinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 20:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Tão logo ocorre o nascimento do bebê, começam os exames diagnósticos: tipagem sanguínea, teste do pezinho, teste da orelhinha e outros. O objetivo é claro: evitar complicações e intervir</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Tão logo ocorre o nascimento do bebê, começam os exames diagnósticos: tipagem sanguínea, teste do pezinho, teste da orelhinha e outros. O objetivo é claro: evitar complicações e intervir precocemente caso exista alguma doença.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema auditivo começa sua formação durante o período gestacional, mas apenas após o nascimento e com a exposição aos diferentes sons é que seu amadurecimento acontece. As informações recebidas pela cóclea, parte interna da orelha, são enviadas via nervo auditivo para o córtex auditivo, área do cérebro responsável pela audição.</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse local que as bases do sistema sensorial auditivo serão criadas, conferindo à criança a habilidade de compreender e discriminar os sons. Este aprendizado, no entanto, só é possível nos primeiros três anos de vida, período no qual o cérebro infantil possui grande plasticidade e por isso é capaz de formar conexões e caminhos nervosos para o córtex auditivo. Passado esse período, ocorre uma reorganização neural no cérebro e os estímulos sonoros provindos da cóclea não terão meios de atingir o córtex auditivo com a mesma eficiência, deixando o indivíduo incapaz de reconhecer os diferentes sons.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não tratar uma perda auditiva precocemente pode implicar prejuízos irreparáveis na audição, além de outras consequências não menos importantes, como distúrbios no desenvolvimento da fala e da linguagem, impactos sociais e emocionais, bem como baixo rendimento escolar e de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), conhecida popularmente como “Teste da Orelhinha”, não poderia ficar de fora dos exames diagnósticos essenciais ao recém-nascido. Estatísticas mundiais apontam que 1 a 3 em cada 1.000 recém-nascidos são diagnosticados com perda auditiva moderada a severa nas maternidades e que esta prevalência aumenta para 2 a 4 em cada 100 bebês nas Unidades de Terapia Intensiva. Com esses dados confirmamos o grande impacto dos distúrbios de audição na população infantil e sua clara necessidade de investigação ao nascimento. No Brasil, a Triagem Auditiva Neonatal é obrigatória por lei em todos os hospitais desde 2010 (Lei Federal n<sup>o</sup> 12.303).</p>
<p style="text-align: justify;">O Teste da Orelhinha é, na realidade, composto por dois exames diferentes. Para bebês sem fatores de risco para perda auditiva, o teste de escolha é denominado Emissões Otoacústicas (EOA). Já nos recém-nascidos com fatores de risco, como histórico familiar de surdez, infecções gestacionais, alterações genéticas e outros, preconiza-se também a realização do Potencial Evocado de Tronco Encefálico (PEATE ou BERA).</p>
<p style="text-align: justify;">Importante ressaltar que ambos os exames são indolores e gratuitos e devem ser realizados dentro dos primeiros 30 dias de vida do bebê, preferencialmente antes da alta da maternidade. Caso apresente alteração, o teste deve ser repetido e, se confirmado qualquer grau de surdez, é de extrema urgência que investigações e tratamentos sejam prontamente iniciados, não ultrapassando os seis meses de idade. Com a identificação precoce da perda auditiva e uma rápida intervenção, é possível proporcionar não apenas uma melhoria na audição e na linguagem, mas também no desenvolvimento global da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Renata Christofe Garrafa<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>1º de dezembro &#8211; Dia Mundial de Luta Contra a Aids</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/1o-de-dezembro-dia-mundial-de-luta-contra-a-aids/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 11:31:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-Luta-contra-a-Aids-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-Luta-contra-a-Aids-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-Luta-contra-a-Aids-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Temos vivenciado momentos difíceis em relação à saúde, seja pela pandemia pelo coronavírus, seja pela enorme quantidade de outros vírus que “enlouqueceram” desde 2021, com mudanças</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-Luta-contra-a-Aids-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-Luta-contra-a-Aids-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/12/Imagem-Luta-contra-a-Aids-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Temos vivenciado momentos difíceis em relação à saúde, seja pela pandemia pelo coronavírus, seja pela enorme quantidade de outros vírus que “enlouqueceram” desde 2021, com mudanças na sazonalidade, provocando epidemias fora de época, como o Vírus Sincicial Respiratório (de atenção fundamental para as crianças, principalmente as menores) e o Influenza. Mas não podemos esquecer de um vírus em particular, que desde as décadas de 80 e 90 trouxe uma enormidade de problemas, inclusive gerando intolerância de gênero, que é o HIV.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante mencionarmos que, de situações de intolerância de gênero, hoje o principal grupo acometido pelo HIV são os heterossexuais, ou seja, a população dominante de gênero. E isto representa um risco para outra população, que sequer tem a prerrogativa do gênero para sua contaminação, que são os recém-nascidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Lógico que não devemos tirar nossos olhos das crianças e adolescentes que podem se contaminar por uso de drogas e relações sexuais (hoje o risco nas transfusões é mínimo, devido à triagem no sangue dos doadores), e cabe a todos nós a orientação e o cuidado com estes indivíduos que estão começando suas vidas e, certamente, ainda não têm o discernimento suficiente para entender os riscos de seus atos. Precisamos estar lado a lado com eles, não para reprimi-los, mas para que tenham um caminho com o mínimo de riscos possível.</p>
<p>Mas gostaríamos também de comentar dos recém-nascidos, o que significa falarmos das gestantes.</p>
<p style="text-align: justify;">É essencial que tenhamos cuidados completos no pré-natal, com as consultas e os exames para investigação, não só do HIV, mas de diversas outras doenças, como sífilis e hepatites. O Brasil tem se esforçado para a erradicação do HIV (e sífilis) de transmissão da mãe para o recém-nascido e muitas cidades, inclusive, serão homenageadas no dia 1/12 por conseguirem esse feito!</p>
<p style="text-align: justify;">Nascer com qualquer doença é algo que jamais iremos querer para nossas crianças, e o pré-natal correto é um grande passo que podemos, e devemos, fazer para permitir qualidade de vida para essas crianças no início de suas vidas!</p>



<p><strong>Relator:</strong><br><strong>Marcelo Otsuka</strong><br><strong>Vice-Presidente do Departamento Científico de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>Leite Humano e Prematuridade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/leite-humano-e-prematuridade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Nov 2022 14:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Leite humano]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
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		<category><![CDATA[RNPT]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-prematuro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-prematuro-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-prematuro-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Recém-nascido pré-termo (RNPT) é aquele que nasce com idade gestacional inferior a 37 semanas. No Brasil, cerca de 11,5% dos nascimentos ocorrem prematuramente, ou seja, 340 mil recém-nascidos (RN) por ano prematuridade é a primeira causa de óbito neonatal em nosso país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-prematuro-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-prematuro-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-prematuro-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Recém-nascido pré-termo (RNPT) é aquele que nasce com idade gestacional inferior a 37 semanas. No Brasil, cerca de 11,5% dos nascimentos ocorrem prematuramente, ou seja, 340 mil recém-nascidos (RN) por ano. Prematuridade é a primeira causa de óbito neonatal em nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Novembro é o Mês Internacional de Sensibilização para a Prematuridade, denominado “Novembro Roxo”, pois a cor roxa simboliza Sensibilidade, Individualidade e Transformação. <strong>Comemora-se em 17 de novembro o Dia Mundial da Prematuridade, com o objetivo de elaborar estratégias para a redução das taxas de prematuridade.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os RNPT apresentam maior risco de evoluir com doenças crônicas e cardiovasculares, alterações no padrão de crescimento, atraso no desenvolvimento sensorial, motor e cognitivo. Sua mortalidade é cerca de três ou mais vezes maior quando comparada à de RN de termo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentre as propostas estabelecidas para prevenir ou minimizar os agravos, o uso de leite humano (LH), de preferência da própria mãe, é o padrão ouro de nutrição. O LH produzido por mães de RNPT possui, nas primeiras duas a quatro semanas de lactação, maiores concentrações de nitrogênio, proteínas nutritivas, gorduras e vitaminas, calorias e função imunológica em relação ao leite de mães de RN de termo.</p>
<p style="text-align: justify;">A utilização do leite cru da própria mãe resulta em efeitos benéficos inigualáveis para: digestão e absorção de nutrientes; estímulo da imunidade por proteção direta e ação imunomoduladora; desenvolvimento neurológico e cognitivo; proteção contra sepse (redução de 50%), enterocolite necrosante, displasia broncopulmonar e retinopatia da prematuridade; desenvolvimento do sistema sensório-motor oral e redução de má oclusão dentária em 68%; redução da prevalência de doenças atópicas, alérgicas e autoimunes, de obesidade e doenças do adulto; efeito psicológico na relação mãe-filho. Existe ainda um efeito protetor adicional, através do qual a mãe colonizada pelas bactérias da UTI neonatal pode sintetizar anticorpos específicos contra os patógenos hospitalares e excretá-los no leite.</p>
<p style="text-align: justify;">O colostro, leite produzido até o 7º dia de vida, possui reconhecidas propriedades anti-infecciosas e imunomoduladoras. A colostroterapia, também chamada de colostro precoce, consiste na administração de pequenas alíquotas na cavidade oral, desde as primeiras horas de vida, para proteger os RNPT até o início da nutrição “verdadeira”.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, conclui-se que alimentar o RNPT com LH, de preferência da própria mãe ou, na falta deste, pasteurizado em banco de leite humano, torna sua trajetória mais suave, resultando em melhor desenvolvimento.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Valdenise Martins Laurindo Tuma Calil<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Assistente do Centro Neonatal do Instituto da Criança e do Adolescente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Diretora do Banco de Leite Humano do Hospital das Clínicas (FMUSP)<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial; text-align: justify;">Membro do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo </strong></p>
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		<title>Meu bebê nasceu prematuro, e agora?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/meu-bebe-nasceu-prematuro-e-agora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Nov 2020 17:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Fases (Home Blog - Topo)]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O nascimento do bebê é um momento muito esperado, idealizado e sonhado. Mas, infelizmente, nem tudo acontece como planejado e algumas vezes precisamos lidar com situações inesperadas, como a chegada de um filho prematuro. Nem todos os bebês prematuros passarão por uma internação em UTI, mas grande parte deles poderá precisar, principalmente se a gestação for menor de 35 semanas (final do oitavo mês). Mesmo os bebês que ficam com as mãe em alojamento conjunto podem apresentar mais dificuldades pela imaturidade de seus sistemas: sucção pode ser mais difícil, por exemplo, e icterícia (aquele amarelinho da pele e olhos do bebê) mais frequente, o que podem determinar um período de internação maior do que os 2 ou 3 dias habituais após o parto. E se o bebê precisar ir para a UTI? É muito difícil prever quando o bebê terá alta; conforme o bebê amadurece, ele passa a respirar sem precisar de ajuda, sugar com mais eficiência e começa a recuperar seu peso e, assim, sua volta para casa fica mais segura. Em geral, para o bebê ter alta, precisa estar respirando sozinho e sem a necessidade de oxigênio, precisa estar se alimentando adequadamente pela boca (e preferencialmente mamando no seio da mãe) e ter um peso mínimo que varia de hospital para hospital, mas em geral esse peso é por volta de dois quilos. Todos os bebês perdem peso após o parto e levam alguns dias para sua recuperação. Nos prematuros esse processo costuma levar mais tempo. A icterícia, que precisa ser controlada e a avaliação de outras situações relativas à imaturidade do recém-nascido podem alterar os critérios e o tempo da alta. Cada caso é um caso e precisa ser analisado individualmente pela equipe do hospital. O que os pais podem fazer? É uma fase e vai passar. Estar junto ao bebê é importante e pode trazer emoções controversas. Assim como você quer levar seu bebê prematuro para casa, existe a consciência de que ele precisa ainda de suporte médico e que o hospital ainda é o lugar mais seguro para ele. Converse com a equipe do hospital para saber como tirar o seu leite para oferecer ao bebê e como o pai pode incentivar a mãe nesse sentido. O leite da própria mãe é o melhor alimento para o bebê, mesmo que ele não possa receber esse leite em um primeiro momento. A presença dos pais, sua voz, seu toque também são muito importantes na recuperação do bebê e fazem toda a diferença no tratamento que ele está recebendo no hospital. A equipe do hospital estará com vocês para compartilhar cuidados do bebê e ajudar na alimentação, na troca de fralda, banho e em outros cuidados. Rede de apoio O cuidado de um bebê, prematuro ou não, requer que a mãe seja acolhida e apoiada. Além da família, a equipe que está com seu bebê no hospital pode fazer parte de uma grande rede de apoio. Aproveite o tempo de internação para esclarecer sempre suas dúvidas. Muitas vezes mães e/ou pais na mesma situação ajudam a lidar com todas os desafios que podem surgir (empatia), mesmo sabendo que seu bebê é único sua evolução não será igual a de outros bebês. &#160; ___Relatora:Daniela Testoni Costa NobreDepartamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O nascimento do bebê é um momento muito esperado, idealizado e sonhado. Mas, infelizmente, nem tudo acontece como planejado e algumas vezes precisamos lidar com situações inesperadas, como a chegada de um filho prematuro.</p>



<p>Nem todos os bebês prematuros passarão por uma internação em UTI, mas grande parte deles poderá precisar, principalmente se a gestação for menor de 35 semanas (final do oitavo mês). Mesmo os bebês que ficam com as mãe em alojamento conjunto podem apresentar mais dificuldades pela imaturidade de seus sistemas: sucção pode ser mais difícil, por exemplo, e icterícia (aquele amarelinho da pele e olhos do bebê) mais frequente, o que podem determinar um período de internação maior do que os 2 ou 3 dias habituais após o parto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/11/pixabay-2717347_AndreasWohlfahrt-1-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3500"/><figcaption>andreas wohlfahrt | pixabay.com  </figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>E se o bebê precisar ir para a UTI?</strong></h4>



<p>É muito difícil prever quando o bebê terá alta; conforme o bebê amadurece, ele passa a respirar sem precisar de ajuda, sugar com mais eficiência e começa a recuperar seu peso e, assim, sua volta para casa fica mais segura. Em geral, para o bebê ter alta, precisa estar respirando sozinho e sem a necessidade de oxigênio, precisa estar se alimentando adequadamente pela boca (e preferencialmente mamando no seio da mãe) e ter um peso mínimo que varia de hospital para hospital, mas em geral esse peso é por volta de dois quilos. Todos os bebês perdem peso após o parto e levam alguns dias para sua recuperação. Nos prematuros esse processo costuma levar mais tempo. A icterícia, que precisa ser controlada e a avaliação de outras situações relativas à imaturidade do recém-nascido podem alterar os critérios e o tempo da alta. Cada caso é um caso e precisa ser analisado individualmente pela equipe do hospital.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>O que os pais podem fazer?</strong></h4>



<p>É uma fase e vai passar. Estar junto ao bebê é importante e pode trazer emoções controversas. Assim como você quer levar seu bebê prematuro para casa, existe a consciência de que ele precisa ainda de suporte médico e que o hospital ainda é o lugar mais seguro para ele. Converse com a equipe do hospital para saber como tirar o seu leite para oferecer ao bebê e como o pai pode incentivar a mãe nesse sentido. O leite da própria mãe é o melhor alimento para o bebê, mesmo que ele não possa receber esse leite em um primeiro momento. A presença dos pais, sua voz, seu toque também são muito importantes na recuperação do bebê e fazem toda a diferença no tratamento que ele está recebendo no hospital. A equipe do hospital estará com vocês para compartilhar cuidados do bebê e ajudar na alimentação, na troca de fralda, banho e em outros cuidados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Rede de apoio</strong></h4>



<p>O cuidado de um bebê, prematuro ou não, requer que a mãe seja acolhida e apoiada. Além da família, a equipe que está com seu bebê no hospital pode fazer parte de uma grande rede de apoio. Aproveite o tempo de internação para esclarecer sempre suas dúvidas.</p>



<p>Muitas vezes mães e/ou pais na mesma situação ajudam a lidar com todas os desafios que podem surgir (empatia), mesmo sabendo que seu bebê é único sua evolução não será igual a de outros bebês. &nbsp;</p>



<p>___<br><strong>Relatora:</strong><br><strong>Daniela Testoni Costa Nobre<br>Departamento Científico de Neonatologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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