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	<title>Arquivos Sarampo - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Sarampo - SPSP</title>
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		<title>Vacina é vida: um ato de amor e responsabilidade!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/vacina-e-vida-um-ato-de-amor-e-responsabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 11:25:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 17 de outubro comemoramos o Dia Nacional da Vacinação. A data acende um alerta, especialmente frente às dificuldades que temos enfrentado em escala crescente, desde a pandemia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Dia-da-Vacinacao-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Em 17 de outubro comemoramos o Dia Nacional da Vacinação. A data acende um alerta, especialmente frente às dificuldades que temos enfrentado em escala crescente, desde a pandemia da Covid-19, em relação aos movimentos antivacinas.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas informações falsas têm circulado e assustado os pais, e quando essas declarações vêm de líderes políticos ou profissionais de saúde sem embasamento em literatura científica ou dados mundiais de farmacovigilância, a situação se torna ainda mais preocupante em relação à importância da prevenção por meio da vacinação.</p>
<p style="text-align: justify;">Importante lembrar que a imunização não se trata apenas de uma ação individual e sim coletiva. Vacinar traz consigo amor-próprio e amor ao próximo. Sim, porque a vacina protege quem a recebe e também quem está ao redor e que, por razões variadas, não pode receber a vacina, como bebês em determinadas faixas etárias, pessoas que fazem tratamento oncológico ou reumatológico e idosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos pais não sabem, mas a vacinação é apontada como o segundo maior avanço da humanidade em termos de saúde pública, atrás apenas da ampliação da oferta de água potável.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, vivemos num mundo onde a mortalidade infantil por doenças imunopreveníveis diminuiu de forma significativa, aumentando a nossa expectativa de vida e gerando uma <strong>falsa sensação de segurança</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo de combate às mortes infantis é ainda mais preocupante frente à queda na cobertura vacinal no Brasil e no mundo, que se agravou no período pós-pandemia.</p>
<p style="text-align: justify;">Desde a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), diversas estratégias foram implementadas para reduzir a mortalidade infantil e ampliar a expectativa de vida da população. Nesse processo, a política de vacinação, conduzida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), e apoiada pelas Sociedades Científicas, como a Sociedade de Pediatria de São Paulo, Sociedade Brasileira de Pediatria e Sociedade Brasileira de Imunizações, desempenhou papel central, assegurando avanços significativos na qualidade de vida de crianças, adolescentes e suas famílias em todo o Brasil. Além disso, o setor privado de vacinação, bastante qualificado no país, reforça a possibilidade de melhorar a proteção individual, além da proteção coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar desses resultados, doenças como a poliomielite e o sarampo ainda preocupam, pois são endêmicas em outros países, o que reforça a necessidade de mantermos elevadas coberturas vacinais em todo o território nacional, pois a globalização traz consigo risco de contágio na população não vacinada ou incompletamente vacinada.</p>
<p style="text-align: justify;">Mitos e inverdades precisam ser combatidos com informações seguras e científicas, pois representam risco de adoecimento, sequelas e mortes nas famílias, principalmente <em>“fake news”</em> que relacionam vacinas ao autismo e a outras doenças causadas pelas vacinas de RNAm, vacinas preventivas do câncer, presença de mercúrio ou alumínio nas formulações, sobrecarga do sistema imunológico, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nesse Dia Nacional da Vacinação é importante reforçarmos que: </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Inúmeros estudos científicos bem conduzidos comprovam que <strong>não há relação entre nenhuma vacina e o transtorno do espectro autista (TEA)</strong>, como é conhecido o autismo. O trabalho publicado que deu origem a essa questão foi contestado pela comunidade científica por ter graves falhas metodológicas, sendo o autor acusado de fraudar informações apresentadas no estudo e receber pagamento de escritórios de advocacia envolvidos em processos por compensação de danos vacinais. O autor teve seu registro cassado e a revista <em>Lancet </em>excluiu o trabalho de seus arquivos e a maioria dos colaboradores solicitou a retirada de seus nomes da publicação. Apesar de todas as evidências científicas, grupos antivacinistas ainda reproduzem o discurso, que induz muitas famílias à hesitação ou à recusa vacinal.</li>
<li>A relação entre o timerosal, substância à base de mercúrio presente em vacinas multidoses desde 1930, e o autismo, também foi amplamente investigada e descartada. O tipo de composto utilizado (etilmercúrio) é degradado e expelido rapidamente do organismo, portanto, <strong>não acumula nos órgãos ou corpo, nem traz qualquer prejuízo à saúde</strong>. A Organização Mundial da Saúde (OMS), a <em>Food and Drugs Administration</em> (FDA), a Academia Americana de Pediatria (AAP), entre outros regulatórios, já emitiram posicionamentos positivos sobre a segurança do timerosal nas vacinas.</li>
<li>Compostos de alumínio, utilizados como adjuvante <strong>em algumas vacinas inativadas</strong>, <strong>não estão associados</strong> ao aumento do risco de distúrbios do neurodesenvolvimento, doenças autoimunes crônicas ou quadros alérgicos e atópicos. Vale destacar que a exposição humana ao alumínio é frequente, uma vez que o metal está presente no solo, em chás e ervas, temperos, utensílios de cozinha, latinhas de bebidas, creme dental, cosméticos e até mesmo na água tratada.</li>
<li>O uso de vacinas combinadas e a aplicação de várias vacinas no mesmo momento para prevenção de mais de uma doença <strong>não é capaz de sobrecarregar o sistema imunológico</strong>. O número de antígenos com o qual o organismo entra em contato devido à vacinação é muito inferior à exposição que acontece naturalmente no dia a dia.</li>
<li>A vacina contra hepatite B administrada já nas primeiras horas após o nascimento tem o objetivo de evitar a doença caso o vírus seja transmitido da mãe para o filho durante a gestação, parto ou por meio da amamentação. <strong>Nove entre dez recém-nascidos infectados pelo vírus da hepatite B, não vacinados,</strong> desenvolvem a forma crônica da doença, que pode evoluir com gravidade e levar à cirrose ou ao câncer de fígado, geralmente na adolescência ou vida adulta.</li>
<li><strong>Vacinas de RNAm</strong> <strong>não alteram o cromossomo nem o DNA das pessoas</strong>. Elas usam uma molécula de RNA mensageiro envolta em pequenas partículas de gordura, para <strong>levar instruções às células e gerar uma resposta imunológica.</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Apesar da <strong>tecnologia de RNA mensageiro ser estudada há décadas</strong>, a aplicação dela só teve repercussão mundial quando foi utilizada para a produção da vacina Covid-19, criando especulações e desinformação. A vacinação contra a Covid-19 teve grande impacto na redução da morbimortalidade da doença, evitando milhares de óbitos e internações no mundo, desde a sua introdução no ano de 2021.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a função do RNA mensageiro vai além; a tecnologia abre a perspectiva de que<strong> vários tipos de câncer </strong>que não respondem bem aos tratamentos convencionais, como quimioterapia e radioterapia<strong>, Aids, doenças genéticas raras ou outros distúrbios associados a proteínas ausentes ou que não funcionem corretamente</strong> possam ser tratados.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avaliação das coberturas vacinais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A análise recente das coberturas vacinais evidencia avanços significativos no país, com destaque para o período a partir de 2023, quando se observou incremento consistente em diversas vacinas ofertadas para os menores de 2 anos, porém ainda precisamos melhorar.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses progressos reforçam a pertinência das ações realizadas, como também a oportunidade estratégica para ampliar o acesso, reduzir desigualdades e assegurar maior homogeneidade das coberturas vacinais no país.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Objetivos principais do Dia Nacional da Vacinação: </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ampliar o acesso da população de crianças e adolescentes à vacinação, conforme o Calendário Nacional de Vacinação;</li>
<li>Contribuir na redução da incidência das doenças imunopreveníveis;</li>
<li>Enfrentar a hesitação vacinal com ações de comunicação e mobilização social;</li>
<li>Oportunizar a vacinação contra epidemias (febre amarela, dengue, sarampo, etc.) em locais de risco;</li>
<li>Possibilitar o resgate de crianças e adolescentes não vacinados;</li>
<li>Proporcionar a vacinação de adultos e idosos, especialmente quando acompanham as crianças ao posto de vacinação;</li>
<li>Monitorar casos de doenças imunopreveníveis já erradicadas no mundo;</li>
<li>Manter o status de eliminação da poliomielite e do sarampo no Brasil e no mundo;</li>
<li>Realizar o monitoramento da segurança das vacinas;</li>
<li>Combater informações falsas, oferecendo referências científicas acessíveis e claras para tranquilizar a população.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional da Vacinação é uma excelente oportunidade para relembrarmos quantas vidas têm sido salvas, quantas sequelas têm sido evitadas, quanto sofrimento e preocupação desapareceram, desde que as vacinas surgiram.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Silvia Bardella<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Pediatra e Infectopediatra<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Imunizações da SPSP</strong></p>
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		<title>Dia Nacional da Imunização</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dia-nacional-da-imunizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 18:56:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-Imunizacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-Imunizacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-Imunizacao-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Na data de 9 de junho comemoramos o Dia Nacional da Imunização. Os programas de vacinação são considerados uma das mais importantes conquistas da saúde pública do mundo. Junto com</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-Imunizacao-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-Imunizacao-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/06/Imagem-Imunizacao-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Na data de 9 de junho comemoramos o Dia Nacional da Imunização. Os programas de vacinação são considerados uma das mais importantes conquistas da saúde pública do mundo. Junto com a água tratada e melhoria do acesso aos serviços de saúde, as imunizações contribuíram de forma definitiva e relevante para o aumento da expectativa de vida na maioria dos países, propiciando ainda reduções nas dramáticas taxas de mortalidade infantil registradas em um passado não distante. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as campanhas de vacinação evitam de 4 a 5 milhões de mortes anualmente no mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">As vacinas, presentes na humanidade há mais de dois séculos, foram essenciais para alcançarmos a erradicação da varíola em 1980, doença que foi responsável pela morte de 300 milhões de pessoas somente no século 20, além de permitirem a eliminação da poliomielite, do tétano neonatal, da rubéola e da rubéola congênita em diversas regiões do mundo. Os programas de vacinação contribuíram ainda para o controle do tétano acidental, da coqueluche, do sarampo, da difteria, das meningites e de diversas outras doenças, responsáveis no passado por elevadas taxas de hospitalizações, sequelas e mortes entre crianças e adolescentes.</p>
<p>A percepção do risco associado a uma determinada doença é um fator muito determinante na adesão às campanhas vacinais pelas famílias de uma maneira geral. A redução do número de casos, hospitalizações e mortes atribuídas a diversas doenças fez com que muitas pessoas achassem que não era mais importante vacinar seus filhos contra essas doenças. Trata-se de um erro, pois já vimos no passado que assim que houve a diminuição das coberturas vacinais contra determinadas doenças, observamos o retorno dessas doenças à nossa realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo recente e emblemático desse fenômeno é o ressurgimento do sarampo. Após muitos anos de eliminação da doença no nosso país, vimos desde 2018 um retorno dos casos, com hospitalizações e mortes. Aproximadamente uma morte ocorreu para cada mil casos que foram confirmados no país nos últimos cinco anos. A maioria dessas mortes em crianças, especialmente no primeiro ano de vida. A boa notícia é que as campanhas de vacinação contra o sarampo incorporando uma dose extra da vacina aos seis meses reduziram novamente as taxas de doença e em 2023 não identificamos ainda novos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, um dos fenômenos observados durante a pandemia e que merece por todos nós uma reflexão profunda foi o crescimento de publicações com informações equivocadas, com diversas motivações, e que acabam trazendo dúvidas e hesitação para as famílias no momento da vacinação. Neste cenário, nossa recomendação é que as famílias busquem sempre a fonte dessas informações recebidas e chequem a sua veracidade. Esse é um hábito que todos nós devemos incorporar.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui no Brasil existem excelentes fontes de informações corretas, idôneas e confiáveis, nos <em>sites</em> das sociedades científicas, como a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), além, é claro, do Ministério da Saúde e da OMS.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática da vacinação rotineira está muito associada à população pediátrica, especialmente nos primeiros cinco anos de vida. Nesse período protegemos as crianças contra diversas doenças, como a paralisia infantil, tuberculose, hepatites A e B, difteria, tétano, coqueluche, diarreia pelo rotavírus, infecções graves causadas pelo meningococo, pneumococo, <em>Haemophilus influenzae</em> b, catapora, sarampo, rubéola, caxumba, febre amarela e gripe. A covid-19 se soma às doenças que são passíveis de prevenção por vacinas, com um destaque para a prevenção de suas formas graves e de suas complicações, a exemplo do que fazem as vacinas de gripe, coqueluche, rotavírus, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, não é só na infância que a vacinação se faz necessária. Adolescentes, adultos e idosos precisam também estar em dia com os programas de vacinação. O tétano, por exemplo, pode acometer indivíduos em qualquer faixa etária e a vacina é uma forma de prevenir a enfermidade, devendo ser repetida a cada dez anos, para manutenção de seu efeito protetor. Há ainda vacinas que devem ser administradas na adolescência, como por exemplo HPV e meningococo. Outras, na idade adulta ou por pessoas que vão viajar para determinadas regiões do Brasil ou do exterior, como por exemplo febre amarela, febre tifoide, hepatite A, meningococo, entre outras. Os idosos também têm um calendário vacinal especial, com programas de vacinação como os da gripe, doença pneumocócica, covid-19 e herpes-zoster, especialmente dirigidos para diminuir o risco de complicações dessas doenças nesta fase da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A Sociedade de Pediatria de São Paulo enfatiza nesta data comemorativa a importância das vacinas e rende a sua homenagem ao exitoso Programa Nacional de Imunizações, orgulho de todos os brasileiros.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Marco Aurélio Palazzi Sáfadi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Futuro em risco: o perigo de não vacinar as crianças</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 18:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Especialistas defendem por que a vacinação infantil é crucial para termos um mundo mais saudável e livre de surtos e epidemias. Por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra Recentemente, no final de uma palestra sobre imunização para uma sala lotada de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, alguém da plateia levantou a mão e nos fez essa surpreendente pergunta: “Mas as vacinas são realmente necessárias?” Poderíamos ter respondido com um monossilábico “sim”, mas preferimos adotar outra tática para sermos mais convincentes. Por isso, devolvemos para a plateia: — Quem de vocês já viu um caso de varíola? Ninguém havia visto. — Quem de vocês já viu um caso de sarampo? Como o encontro ocorreu antes dos recentes surtos dessa doença, a resposta foi unânime: nenhuma pessoa na plateia tinha visto. Continuamos: — E quem de vocês já viu uma criança com pólio? Novamente ninguém se manifestou. Veja só: há coisa de um pouco mais de 50 anos, nossos hospitais abrigavam numerosos casos de varíola em adultos e crianças, com altas taxas de mortalidade. Na década de 1980, havia enfermarias lotadas de crianças com sarampo. O problema era, inclusive, a segunda causa mais frequente de doença infecciosa a vitimar nossa população infantil. E a pólio, então, uma das principais razões por trás de crianças com limitações de movimento até a década de 1960. Como vocês acham que essas doenças, tão comuns e graves, tornaram-se desconhecidas na atualidade? Não adianta pensar em explicações esotéricas ou alternativas. A resposta é uma só: graças ao sucesso das vacinas. Os imunizantes trouxeram, e continuam trazendo, enormes benefícios na prevenção desses e de outros males infecciosos. Onde foi parar a difteria? A rubéola congênita? E o tétano neonatal? Não precisamos nos alongar muito para deixar claro que as vacinas são o maior presente que a Medicina ofereceu à humanidade. No entanto, apesar dos inegáveis resultados positivos, nunca estiveram tão ativos, no mundo todo, grupos contrários às imunizações. Eles vêm incendiando a mídia, especialmente a eletrônica, com informações e orientações contra o uso de vacinas. Suas motivações são variadas: • Religiosas: “Só Deus pode decidir sobre o destino dos homens.” • Filosóficas: “Só o que é natural é bom. As vacinas não são naturais. Logo, não são boas.” • Pseudomédicas: “As vacinas sobrecarregam o sistema imunológico da criança.” Sim, há uma miscelânea de argumentos. Todos, porém, têm algumas características em comum: • A absoluta falta de base científica • O total desconhecimento histórico • A impermeabilidade a provas contrárias a seu ponto de vista • O alarmismo de suas manifestações Como consequência desse movimento, muitas das doenças que poderiam ter sido erradicadas, ou pelo menos controladas, ainda dão origem a surtos e até mesmo epidemias. Se o ressurgimento da difteria e do sarampo na Venezuela, assim como a pólio e o sarampo na Nigéria, no Paquistão e no Afeganistão, pode em grande parte ser atribuído à pobreza, ao descaso das autoridades locais, à falta de infraestrutura no atendimento a saúde e a conflitos civis, os mesmos argumentos não servem para justificar os recentes surtos de sarampo em vários países da Europa. Eles foram causados principalmente pela insuficiente cobertura da vacina, ainda que o agente imunizante estivesse amplamente disponível. A atuação dos grupos antivacina foi lamentavelmente decisiva para esses surtos. Pode-se alegar que o temor das reações adversas das vacinas também está por trás de boa parcela dos casos de recusa. De fato, as imunizações são potencialmente acompanhadas de efeitos colaterais indesejáveis. Contudo, eles são muito inferiores, quando aparecem, do que é propagado por aí pelos grupos antivacinas. No balanço entre riscos e benefícios, são incomparavelmente mais brandos do que as doenças evitadas com seu uso. Para reverter a subutilização dessa arma tão segura e eficaz e proteger a população dos sofrimentos impostos pelas enfermidades infecciosas, é necessário conscientizar permanentemente a população sobre as vantagens da vacinação. Para tanto, é importante, inclusive, que os profissionais de saúde — em particular aqueles em maior contato com os pais e responsáveis pelas crianças — conheçam as evidências científicas a respeito para que possam esclarecer as pessoas sobre os benefícios das vacinas e o que fazer diante de eventuais efeitos adversos — e isso precisa ser feito, claro, com paciência e linguagem clara e acessível. Da mesma maneira, é fundamental que os profissionais e a sociedade se empenhem em combater as notícias falsas (tão em moda hoje), divulgadas sem qualquer embasamento científico. A mídia tradicional deve ser uma aliada, como aliás tem se mostrado na maioria das vezes, na luta e na conscientização para uma saúde cada vez melhor. E o campo da vacinação não permite acomodações, sob pena de retrocessos inaceitáveis numa área da medicina cujos benefícios já estão mais que comprovados. O futuro aponta para uma progressiva expansão das imunizações, tanto em termos de alcance quanto no número de vacinas disponíveis. Não há sentido em permitir que a desinformação e movimentos sem sentido comprometam os avanços inestimáveis da vacinação, algo capaz de colocar em risco as crianças e um mundo melhor e mais saudável. ___ Texto produzido por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/ A Dra. Monica Levi é pediatra, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), membro da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coautora do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores). O Dr. Guido Carlos Levi é infectologista, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e coautor do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores). Revisão técnica: Dr. Marco Aurélio Sáfadi, pediatra, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretor do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 26/04/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Especialistas defendem por que a vacinação infantil é crucial para termos um mundo mais saudável e livre de surtos e epidemias.<br />
<em>Por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra</em></p>
<p>Recentemente, no final de uma palestra sobre imunização para uma sala lotada de médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, alguém da plateia levantou a mão e nos fez essa surpreendente pergunta: “Mas as vacinas são realmente necessárias?”</p>
<p>Poderíamos ter respondido com um monossilábico “sim”, mas preferimos adotar outra tática para sermos mais convincentes. Por isso, devolvemos para a plateia:</p>
<p>— Quem de vocês já viu um caso de varíola?</p>
<p>Ninguém havia visto.</p>
<p>— Quem de vocês já viu um caso de sarampo?</p>
<p>Como o encontro ocorreu antes dos recentes surtos dessa doença, a resposta foi unânime: nenhuma pessoa na plateia tinha visto.</p>
<p>Continuamos:</p>
<p>— E quem de vocês já viu uma criança com pólio?</p>
<p>Novamente ninguém se manifestou.</p>
<p>Veja só: há coisa de um pouco mais de 50 anos, nossos hospitais abrigavam numerosos casos de varíola em adultos e crianças, com altas taxas de mortalidade. Na década de 1980, havia enfermarias lotadas de crianças com sarampo. O problema era, inclusive, a segunda causa mais frequente de doença infecciosa a vitimar nossa população infantil. E a pólio, então, uma das principais razões por trás de crianças com limitações de movimento até a década de 1960.</p>
<p>Como vocês acham que essas doenças, tão comuns e graves, tornaram-se desconhecidas na atualidade? Não adianta pensar em explicações esotéricas ou alternativas. A resposta é uma só: graças ao sucesso das vacinas.</p>
<p><div id="attachment_2056" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2056" class="size-large wp-image-2056" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/04/child_smiling_1524066429-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2056" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/ast25rulos/">ast25rulos</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>Os imunizantes trouxeram, e continuam trazendo, enormes benefícios na prevenção desses e de outros males infecciosos. Onde foi parar a difteria? A rubéola congênita? E o tétano neonatal? Não precisamos nos alongar muito para deixar claro que as vacinas são o maior presente que a Medicina ofereceu à humanidade.</p>
<p>No entanto, apesar dos inegáveis resultados positivos, nunca estiveram tão ativos, no mundo todo, grupos contrários às imunizações. Eles vêm incendiando a mídia, especialmente a eletrônica, com informações e orientações contra o uso de vacinas. Suas motivações são variadas:</p>
<p>• Religiosas: “Só Deus pode decidir sobre o destino dos homens.”<br />
• Filosóficas: “Só o que é natural é bom. As vacinas não são naturais. Logo, não são boas.”<br />
• Pseudomédicas: “As vacinas sobrecarregam o sistema imunológico da criança.”</p>
<p>Sim, há uma miscelânea de argumentos. Todos, porém, têm algumas características em comum:</p>
<p>• A absoluta falta de base científica<br />
• O total desconhecimento histórico<br />
• A impermeabilidade a provas contrárias a seu ponto de vista<br />
• O alarmismo de suas manifestações</p>
<p>Como consequência desse movimento, muitas das doenças que poderiam ter sido erradicadas, ou pelo menos controladas, ainda dão origem a surtos e até mesmo epidemias. Se o ressurgimento da difteria e do sarampo na Venezuela, assim como a pólio e o sarampo na Nigéria, no Paquistão e no Afeganistão, pode em grande parte ser atribuído à pobreza, ao descaso das autoridades locais, à falta de infraestrutura no atendimento a saúde e a conflitos civis, os mesmos argumentos não servem para justificar os recentes surtos de sarampo em vários países da Europa. Eles foram causados principalmente pela insuficiente cobertura da vacina, ainda que o agente imunizante estivesse amplamente disponível. A atuação dos grupos antivacina foi lamentavelmente decisiva para esses surtos.</p>
<p>Pode-se alegar que o temor das reações adversas das vacinas também está por trás de boa parcela dos casos de recusa. De fato, as imunizações são potencialmente acompanhadas de efeitos colaterais indesejáveis. Contudo, eles são muito inferiores, quando aparecem, do que é propagado por aí pelos grupos antivacinas. No balanço entre riscos e benefícios, são incomparavelmente mais brandos do que as doenças evitadas com seu uso.</p>
<p>Para reverter a subutilização dessa arma tão segura e eficaz e proteger a população dos sofrimentos impostos pelas enfermidades infecciosas, é necessário conscientizar permanentemente a população sobre as <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/abril-azul-confianca-nas-vacinas/">vantagens da vacinação</a>. Para tanto, é importante, inclusive, que os profissionais de saúde — em particular aqueles em maior contato com os pais e responsáveis pelas crianças — conheçam as evidências científicas a respeito para que possam esclarecer as pessoas sobre os benefícios das vacinas e o que fazer diante de eventuais efeitos adversos — e isso precisa ser feito, claro, com paciência e linguagem clara e acessível.</p>
<p>Da mesma maneira, é fundamental que os profissionais e a sociedade se empenhem em combater as notícias falsas (tão em moda hoje), divulgadas sem qualquer embasamento científico. A mídia tradicional deve ser uma aliada, como aliás tem se mostrado na maioria das vezes, na luta e na conscientização para uma saúde cada vez melhor. E o campo da vacinação não permite acomodações, sob pena de retrocessos inaceitáveis numa área da medicina cujos benefícios já estão mais que comprovados.</p>
<p>O futuro aponta para uma progressiva expansão das imunizações, tanto em termos de alcance quanto no número de vacinas disponíveis. Não há sentido em permitir que a desinformação e movimentos sem sentido comprometam os avanços inestimáveis da vacinação, algo capaz de colocar em risco as crianças e um mundo melhor e mais saudável.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido por Dr. Guido Carlos Levi, infectologista, e Dra. Monica Levi, pediatra para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/futuro-em-risco-o-perigo-de-nao-vacinar-as-criancas/</a></p>
<p>A Dra. Monica Levi é pediatra, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), membro da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coautora do livro <a href="https://www.amazon.com.br/Vacinar-sim-N%C3%A3o-Guia-Fundamental/dp/8572551298?__mk_pt_BR=%C3%85M%C3%85%C5%BD%C3%95%C3%91&amp;keywords=vacinar+sim+ou+n%C3%A3o&amp;qid=1522940592&amp;sr=1-1-fkmrnull&amp;ref=sr_1_fkmrnull_1" target="_blank" rel="noopener">Vacinar, Sim ou Não?</a> (MG Editores).</p>
<p>O Dr. Guido Carlos Levi é infectologista, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim) e coautor do livro Vacinar, Sim ou Não? (MG Editores).</p>
<p>Revisão técnica: Dr. Marco Aurélio Sáfadi, pediatra, professor da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e diretor do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 26/04/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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