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	<title>Arquivos Sepse - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Sepse - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Sepse em crianças: o que os pais precisam saber para salvar vidas</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sepse-em-criancas-o-que-os-pais-precisam-saber-para-salvar-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sepse é uma condição médica grave que pode afetar pessoas de todas as idades, mas é especialmente perigosa em crianças. Apesar de ser pouco conhecida fora do meio médico</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sepse-em-criancas-o-que-os-pais-precisam-saber-para-salvar-vidas/">Sepse em crianças: o que os pais precisam saber para salvar vidas</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A sepse é uma condição médica grave que pode afetar pessoas de todas as idades, mas é especialmente perigosa em crianças. Apesar de ser pouco conhecida fora do meio médico, a sepse é uma das principais causas de morte evitável, desde que seja rapidamente reconhecida pelos familiares e médicos e iniciado o seu tratamento adequado. O reconhecimento rápido dos sinais e sintomas pode literalmente salvar vidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é sepse?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sepse é uma resposta exagerada do organismo a uma infecção causada por vírus, bactérias ou fungos. Quando o organismo detecta uma infecção, ele ativa o sistema imunológico para combatê-la. No caso da sepse, essa resposta é tão intensa (desregulação da resposta do hospedeiro à infecção) que começa a causar danos aos próprios órgãos e tecidos do corpo, acrescendo lesões às agressões iniciais por estes micro-organismos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que a sepse é tão perigosa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sepse evolui rapidamente. Em questão de horas, uma criança que parecia apenas febril pode desenvolver choque séptico, com comprometimento da perfusão de órgãos e tecidos nobres, com risco de falência de órgãos e morte. A taxa de mortalidade varia conforme a gravidade e a rapidez do tratamento, mas pode chegar a <strong>20% ou mais</strong> em casos graves. Além disso, mesmo quando a criança sobrevive, pode haver sequelas – como danos neurológicos, renais ou pulmonares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incidência e mortalidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a sepse é responsável por cerca de <strong>3 milhões de mortes por ano</strong> em todo o mundo. Em crianças, especialmente menores de cinco anos, a sepse é uma das principais causas de morte evitável. No Brasil, estima-se que ocorram mais de <strong>400 mil casos de sepse por ano</strong>, com uma taxa de mortalidade hospitalar que pode ultrapassar <strong>50%</strong> em algumas regiões, especialmente quando o diagnóstico é tardio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reconhecimento rápido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O maior desafio da sepse é que seus sintomas iniciais podem parecer com os de uma gripe ou virose comum. Por isso, é fundamental que pais e cuidadores estejam atentos a sinais de alerta que indicam que algo mais grave pode estar acontecendo. Os principais sinais de alerta podem ser: febre alta persistente, extremidades frias (mãos e pés gelados), respiração rápida ou dificuldade para respirar, como falta de ar, sonolência excessiva ou irritabilidade extrema, com choro inconsolável, pele pálida, azulada ou com manchas, diminuição da quantidade de urina (fraldas secas por horas), vômitos ou diarreia intensos e convulsões. Em menores de seis meses, hipotermia, ou seja, temperaturas muito baixas e “pular refeições” podem ser comumente encontradas. Havendo suspeita clínica, por parte do pediatra ou emergencista, de infecção do sistema nervoso central, será realizada a punção liquórica (coleta do líquido da espinha).</p>
<p><strong>Principais sinais por faixa etária</strong></p>
<p>Recém-nascidos (0 a 28 dias)</p>
<ul>
<li>Dificuldade para mamar</li>
<li>Choro fraco ou ausente</li>
<li>Hipotermia (temperatura corporal baixa)</li>
<li>Letargia (muito sonolento, difícil de acordar)</li>
<li>Respiração irregular ou rápida</li>
<li>Pele acinzentada ou amarelada</li>
</ul>
<p>Lactentes (1 a 12 meses)</p>
<ul>
<li>Febre ou hipotermia</li>
<li>Irritabilidade intensa</li>
<li>Dificuldade para respirar</li>
<li>Diminuição da atividade (não brinca, não reage)</li>
<li>Diminuição da urina</li>
<li>Vômitos persistentes</li>
</ul>
<p>Crianças pequenas (1 a 5 anos)</p>
<ul>
<li>Febre alta</li>
<li>Sonolência ou confusão</li>
<li>Dificuldade para respirar</li>
<li>Dor abdominal intensa</li>
<li>Diarreia com sangue</li>
<li>Falta de apetite</li>
</ul>
<p>Crianças maiores (6 a 12 anos)</p>
<ul>
<li>Queixa de dor intensa (principalmente abdominal ou muscular)</li>
<li>Confusão mental</li>
<li>Respiração acelerada</li>
<li>Palidez ou manchas na pele</li>
<li>Diminuição da urina</li>
<li>Sensação de desmaio</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> Se a criança apresentar sinais e sintomas de alerta, especialmente febre alta associada a sonolência, dificuldade respiratória ou extremidades frias, é fundamental procurar atendimento médico ou entre em contato com o seu pediatra imediatamente. Algumas crianças com temperatura elevada podem mimetizar uma maior gravidade; portanto, medique com antitérmico e reavalie posteriormente. Não havendo melhora dos sintomas, comunique-se com seu pediatra ou leve seu filho ao pronto-atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico realizado por médico da sepse é clínico, baseado nos sintomas e sinais vitais da criança. Exames laboratoriais ajudam a confirmar a presença de infecção e avaliar o funcionamento dos órgãos que podem ser acometidos secundariamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento da sepse</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais cedo for iniciado, maiores as chances de recuperação. O tratamento inclui internação hospitalar, muitas vezes em unidade de terapia intensiva (UTI). A instituição de acesso intravenoso é fundamental para início do uso de antibióticos, que deve ser iniciado dentro da primeira hora do atendimento. Este acesso também é utilizado para hidratação venosa agressiva e, em alguns casos, uso de medicamentos para manter a pressão arterial. O uso de oxigênio constitui etapa fundamental do tratamento. assim como o suporte respiratório e a monitorização contínua da frequência cardíaca, função respiratória, diurese (quantidade de urina) e medidas frequentes da pressão arterial. A criança será monitorada constantemente para avaliar sinais vitais e a função renal, hepática e neurológica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora nem todos os casos de sepse possam ser evitados, algumas medidas ajudam a reduzir o risco:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Manter a vacinação das crianças em dia</li>
<li>Higiene adequada (lavar as mãos, cuidar de feridas)</li>
<li>Tratamento precoce de infecções comuns</li>
<li>Atenção aos sinais de alerta</li>
<li>Importante a monitorização de crianças que sejam portadoras de doenças que sejam acompanhadas de diminuição da resposta imune, uso de imunossupressores (por exemplo, uso prolongado de corticoides) ou portadores de doenças crônicas, como diabetes, anemia falciforme, epilepsias e doenças pulmonares crônicas, entre outras.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sepse é uma emergência médica que pode ter evolução silenciosa, mas devastadora. Com informação clara e acessível, pais e cuidadores podem se tornar aliados poderosos na luta contra essa condição. Procure seu pediatra ou outra ajuda médica se seu filho apresentar os sinais e sintomas descritos acima.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Relator:</strong></p>
<p><strong>Celso de Moraes Terra<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Terapia Intensiva da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Você já ouviu falar em &#8220;sepse&#8221;?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/voce-ja-ouviu-falar-em-sepse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 11:29:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-dia-mundial-sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-dia-mundial-sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-dia-mundial-sepse-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Provavelmente, muitos pais e cuidadores nunca ouviram esse termo, apesar da sepse ser uma condição antiga e perigosa. É possível que você a conheça como &#8220;septicemia&#8221; ou &#8220;infecção generalizada&#8221;. Mas, afinal, o que é sepse? A sepse é uma condição grave, uma emergência médica que precisa ser reconhecida e tratada rapidamente. Ela ocorre quando o corpo, na tentativa de combater uma infecção, reage de forma descontrolada, causando danos aos próprios órgãos, como o coração, pulmões, cérebro e rins, colocando a vida do paciente em risco. A sepse pode ser causada por infecções comuns da infância, desencadeadas por vírus, bactérias ou protozoários. Você pode se perguntar: &#8220;Todo mundo pode ter sepse? Por que algumas pessoas desenvolvem sepse e outras não?&#8221; A evolução para sepse depende do tipo de patógeno (o agente causador da infecção), das condições de saúde do paciente e do ambiente em que ele vive. Certos grupos são mais vulneráveis, como recém-nascidos, pessoas com doenças crônicas, pacientes em terapia imunossupressora, aqueles que foram internados recentemente ou que fizeram uso de antibióticos. Os pacientes com desnutrição e pacientes que vivem em regiões com condições sanitárias precárias também apresentam um risco maior de uma infecção evoluir para sepse. Esses pacientes têm o sistema imunológico enfraquecido e, portanto, são mais suscetíveis à sepse. Os pais podem e devem estar atentos aos sinais de sepse, buscando imediatamente ajuda médica se a criança apresentar febre, respiração acelerada, palpitações (batimentos cardíacos muito rápidos), palidez, extremidades arroxeadas, sonolência excessiva ou manchas pelo corpo. É importante destacar que a sepse pode ser prevenida. Manter a carteira de vacinação das crianças em dia, praticar boa higiene, incluindo a lavagem frequente das mãos, e usar antibióticos apenas quando prescritos por um médico são medidas eficazes para prevenir essa condição. A sepse é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um problema de saúde pública global. Anualmente, mais de 25 milhões de crianças e adolescentes desenvolvem sepse, e mais de 3,5 milhões morrem em decorrência dessa condição. No Brasil, um estudo coordenado pelo Instituto Latino-Americano de Sepse revelou que mais de 42.000 crianças são internadas em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica com sepse a cada ano, e mais de 8.300 delas não sobrevivem. Quando a sepse não leva à morte, ela pode deixar marcas que afetam a mente, o corpo e as emoções dos pacientes e de seus familiares. O Dia Mundial da Sepse, celebrado em 13 de setembro, é uma oportunidade para instituições de vários países realizarem campanhas que visam aumentar o conhecimento sobre essa grave condição. Junte-se a nós no combate à sepse: informe-se e compartilhe o que aprendeu. Saiba mais: https://ilas.org.br/dia-mundial-da-sepse/Rudd KE, Johnson SC, Agesa KM, Shackelford KA, Tsoi D, Kievlan DR, et al. Global, regional, and national sepsis incidence and mortality, 1990-2017: analysis for the Global Burden of Disease Study. Lancet. 2020;395(10219):200-11. de Souza DC, Gonçalves Martin J, Soares Lanziotti V, de Oliveira CF, Tonial C, de Carvalho WB, et al. The epidemiology of sepsis in paediatric intensive care units in Brazil (the Sepsis PREvalence Assessment Database in Pediatric population, SPREAD PED): an observational study. Lancet Child Adolesc Health. 2021;5(12):873-81. Relatora:Daniela Carla de SouzaPresidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS)Membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-dia-mundial-sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-dia-mundial-sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/Imagem-dia-mundial-sepse-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente, muitos pais e cuidadores nunca ouviram esse termo, apesar da sepse ser uma condição antiga e perigosa. É possível que você a conheça como &#8220;septicemia&#8221; ou &#8220;infecção generalizada&#8221;. Mas, afinal, o que é sepse?</p>
<p style="text-align: justify;">A sepse é uma condição grave, uma emergência médica que precisa ser reconhecida e tratada rapidamente. Ela ocorre quando o corpo, na tentativa de combater uma infecção, reage de forma descontrolada, causando danos aos próprios órgãos, como o coração, pulmões, cérebro e rins, colocando a vida do paciente em risco. A sepse pode ser causada por infecções comuns da infância, desencadeadas por vírus, bactérias ou protozoários.</p>
<p style="text-align: justify;">Você pode se perguntar: &#8220;Todo mundo pode ter sepse? Por que algumas pessoas desenvolvem sepse e outras não?&#8221; A evolução para sepse depende do tipo de patógeno (o agente causador da infecção), das condições de saúde do paciente e do ambiente em que ele vive. Certos grupos são mais vulneráveis, como recém-nascidos, pessoas com doenças crônicas, pacientes em terapia imunossupressora, aqueles que foram internados recentemente ou que fizeram uso de antibióticos. Os pacientes com desnutrição e pacientes que vivem em regiões com condições sanitárias precárias também apresentam um risco maior de uma infecção evoluir para sepse. Esses pacientes têm o sistema imunológico enfraquecido e, portanto, são mais suscetíveis à sepse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pais podem e devem estar atentos aos sinais de sepse, buscando imediatamente ajuda médica se a criança apresentar febre, respiração acelerada, palpitações (batimentos cardíacos muito rápidos), palidez, extremidades arroxeadas, sonolência excessiva ou manchas pelo corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante destacar que a sepse pode ser prevenida. Manter a carteira de vacinação das crianças em dia, praticar boa higiene, incluindo a lavagem frequente das mãos, e usar antibióticos apenas quando prescritos por um médico são medidas eficazes para prevenir essa condição.</p>
<p style="text-align: justify;">A sepse é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um problema de saúde pública global. Anualmente, mais de 25 milhões de crianças e adolescentes desenvolvem sepse, e mais de 3,5 milhões morrem em decorrência dessa condição. No Brasil, um estudo coordenado pelo Instituto Latino-Americano de Sepse revelou que mais de 42.000 crianças são internadas em Unidades de Terapia Intensiva Pediátrica com sepse a cada ano, e mais de 8.300 delas não sobrevivem. Quando a sepse não leva à morte, ela pode deixar marcas que afetam a mente, o corpo e as emoções dos pacientes e de seus familiares.</p>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Sepse, celebrado em 13 de setembro, é uma oportunidade para instituições de vários países realizarem campanhas que visam aumentar o conhecimento sobre essa grave condição. Junte-se a nós no combate à sepse: informe-se e compartilhe o que aprendeu.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">https://ilas.org.br/dia-mundial-da-sepse/Rudd KE, Johnson SC, Agesa KM, Shackelford KA, Tsoi D, Kievlan DR, et al. Global, regional, and national sepsis incidence and mortality, 1990-2017: analysis for the Global Burden of Disease Study. Lancet. 2020;395(10219):200-11.</p>
<p style="text-align: justify;">de Souza DC, Gonçalves Martin J, Soares Lanziotti V, de Oliveira CF, Tonial C, de Carvalho WB, et al. The epidemiology of sepsis in paediatric intensive care units in Brazil (the Sepsis PREvalence Assessment Database in Pediatric population, SPREAD PED): an observational study. Lancet Child Adolesc Health. 2021;5(12):873-81.</p>



<p><strong>Relatora:<br>Daniela Carla de Souza<br>Presidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS)<br>Membro do Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/voce-ja-ouviu-falar-em-sepse/">Você já ouviu falar em &#8220;sepse&#8221;?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sepse: uma prioridade de saúde global</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sepse-uma-prioridade-de-saude-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Sep 2023 12:22:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-sepse-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial da Sepse (DMS), celebrado anualmente no dia 13 de setembro, foi proposto pela Aliança Global para Sepse (Global Sepsis Alliance) em 2012 e, de</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sepse-uma-prioridade-de-saude-global/">Sepse: uma prioridade de saúde global</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-sepse-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Sepse (DMS), celebrado anualmente no dia 13 de setembro, foi proposto pela Aliança Global para Sepse (<em>Global Sepsis Alliance</em>) em 2012 e, desde então, eventos são realizados com o objetivo de aumentar a conscientização sobre sepse em todas as partes do mundo.</p>
<p>Você sabe o que é sepse?</p>
<p style="text-align: justify;">A sepse ocorre em decorrência de uma inflamação exagerada do organismo, em resposta a uma infecção, geralmente causada por uma bactéria. Esta resposta inflamatória pode levar a uma série de complicações e causar danos ao nosso próprio corpo, afetando diversos órgãos e criando uma disfunção generalizada.</p>
<p>É uma emergência médica que precisa de tratamento imediato, uma vez que pode causar danos aos rins, pulmões, cérebro e coração e até a morte.</p>
<p style="text-align: justify;">A sepse foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2017 como uma prioridade de saúde pública global devido ao elevado impacto da doença (elevadas incidência, mortalidade, morbidade&#8230; e impacto financeiro também elevado).</p>
<p>Em 2017&#8230;</p>
<p>&#8211; 48,9 milhões de pessoas tiveram sepse;</p>
<p>&#8211; 11 milhões de pessoas morreram em decorrência da sepse – 1 em cada 5 óbitos que ocorrem no mundo é relacionado à sepse;</p>
<p>&#8211; mais da metade dos casos (25,3 milhões) de sepse ocorre em crianças e adolescentes;</p>
<p>&#8211; mais de 75% dos casos e dos óbitos por sepse ocorrem em países de baixa e média renda, onde nós, Brasil, estamos incluídos.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante dessa realidade, a OMS demanda que seus países membros implementem medidas de prevenção, diagnóstico e tratamento da sepse para reduzir seu impacto. Países com Austrália e Suíça já implementaram Planos Nacionais de Combate à Sepse.</p>
<p>Qual a realidade brasileira?</p>
<p>ADULTOS – Estima-se que:</p>
<p>&#8211; 30% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) são ocupados por pacientes com sepse (letalidade muito elevada, 56%);</p>
<p>&#8211; 420.000 casos de sepse/ano (adultos);</p>
<p>&#8211; 230.000 óbitos/ano (adultos).</p>
<p> </p>
<p>CRIANÇAS – Estima-se que:</p>
<p>&#8211; 25% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica (UTIP) são ocupados por crianças com sepse (letalidade 20%);</p>
<p>&#8211; 42.374 casos de sepse em crianças/ano;</p>
<p>&#8211; 8.305 crianças morrem no Brasil anualmente em decorrência da sepse;</p>
<p>&#8211; fatores associados a elevada mortalidade: status vacinal desconhecido ou atrasado, infecções associadas à assistência à saúde, atraso no diagnóstico e tratamento&#8230; são fatores passíveis de prevenção e intervenção.</p>
<p>Qual o problema da sepse (barreiras).</p>
<p>&#8211; sepse é uma emergência (tempo é vida&#8230; atraso no diagnóstico e início do tratamento leva a aumento de mortalidade&#8230; igual a Acidente Vascular Cerebral (AVC) e infarto;</p>
<p>&#8211; sepse é uma doença desconhecida (não é popular como outras doenças, como infarto e ACV);</p>
<p>&#8211; falta de conhecimento sobre sepse;</p>
<p>&#8211; falta de infraestrutura e recursos;</p>
<p>&#8211; imprensa não fala em sepse&#8230; usa infecção generalizada, disfunção de múltiplos órgãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2021, a cidade de São Paulo, por meio de um mandato, instituiu o PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE SEPSE, no qual todos os Serviços de Saúde devem adotar um protocolo de sepse. Esta ação visa incentivar e promover a participação governamental na luta contra a sepse e defender que o investimento na saúde e na educação é uma medida de solução custo-efetiva.</p>
<p>Mas precisamos fazer muito mais&#8230; Existem exemplos excelentes, como os da <em>Rory Staunton Foundantion</em> (<a href="https://www.endsepsis.org/">https://www.endsepsis.org/</a>)</p>
<p>E como a sepse pode ser prevenida?</p>
<p style="text-align: justify;">Se a criança ficar doente, com febre e com alteração do seu comportamento habitual, procure atendimento médico. Se for detectada uma infecção, deve ser prescrito antibiótico, que será administrado exatamente como indicado – dose, intervalos e tempo total de tratamento. Se a criança não apresentar melhora ou piorar dos sintomas, deverá ser reavaliada.</p>
<p>E devemos fazer o possível para evitar infecções: tomar todas as vacinas recomendadas, lavar as mãos e cuidar de ferimentos, como cortes e arranhões.</p>
<p> </p>
<p>Saiba mais:</p>
<ul>
<li>Global Sepsis Alliance. Disponível em: <u>https://www.global-sepsis-alliance.org/</u></li>
<li>WHO calls for global action on sepsis &#8211; cause of 1 in 5 deaths worldwide. Disponível em: <u>https://www.who.int/news/item/08-09-2020-who-calls-for-global-action-on-sepsis&#8212;cause-of-1-in-5-deaths-worldwide</u></li>
<li>Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS) &#8211; Dia Mundial da Sepse (DMS). SOBRE O DIA MUNDIAL DA SEPSE. Disponível em: <u style="font-size: revert; color: initial;">https://ilas.org.br/dia-mundial-da-sepse/)</u></li>
</ul>
<ul>
<li>The Legacy of Rory Staunton. Disponível em: <a href="https://www.endsepsis.org/">https://www.endsepsis.org/</a></li>
<li>Disponível em: <u>https://kidshealth.org/en/parents/sepsis.html</u></li>
<li>LEI Nº 17.570 DE 8 DE JUNHO DE 2021.Disponível em: <u>https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/lei-17570-de-8-de-junho-de-2021</u></li>
</ul>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Daniela Carla de Souza<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Instituto Latino Americano de Sepse (ILAS)<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Terapia Intensiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sepse-uma-prioridade-de-saude-global/">Sepse: uma prioridade de saúde global</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
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		<title>13 de setembro: Dia Mundial da Sepse</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/13-de-setembro-dia-mundial-da-sepse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 16:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Faixa Etária Pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Infecção]]></category>
		<category><![CDATA[Óbitos]]></category>
		<category><![CDATA[Sepse]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=34346</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sepse-1024x683-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sepse-1024x683-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sepse-1024x683-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Uma pergunta que sempre é feita por todos: afinal, o que é sepse? De maneira bem simples, podemos dizer que sepse é uma situação clínica decorrente de uma infecção – por vírus, bactéria ou qualq</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sepse-1024x683-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sepse-1024x683-1-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/09/Imagem-Sepse-1024x683-1-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Uma pergunta que sempre é feita por todos: afinal, o que é sepse?</p>
<p style="text-align: justify;">De maneira bem simples, podemos dizer que sepse é uma situação clínica decorrente de uma infecção – por vírus, bactéria ou qualquer outro agente infeccioso – onde há uma incapacidade do sistema circulatório em possibilitar um fluxo sanguíneo adequado para atender às necessidades metabólicas dos tecidos e órgãos quanto a nutrientes e oxigênio.</p>
<p style="text-align: justify;">A pergunta seguinte é: e isso é importante?</p>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2020, estimou que ocorreram 48,9 milhões de casos de sepse em 2017, com 11 milhões de óbitos em todo o mundo. Observa-se um elevado número de casos (apesar de haver uma subnotificação significativa), bem como uma alta letalidade, próxima a 20% de óbitos.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, estimam-se 240 mil óbitos por ano. Esses números foram muito ampliados devido à pandemia pelo SARS-CoV-2, diminuindo sobremaneira com o advento da vacinação contra a Covid-19. A taxa de mortalidade é ainda mais elevada, atingindo até 65% (!).</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto dessa situação foi sentido na faixa etária pediátrica, em que se estima, desse total de casos, 20 milhões em menores de cinco anos, com 2,9 milhões de óbitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há, portanto, uma enorme preocupação de todos os pediatras com a sepse em nossos pacientes, em nossos filhos&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">A sepse pode ocorrer em ambiente hospitalar ou na comunidade, ou seja, na escola, em casa&#8230; E a principal medida para o controle da evolução grave dessa doença encontra-se no diagnóstico precoce e na instituição rápida das medidas de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">É preocupante saber que muitos desses óbitos decorrem de sepse por doenças imunopreveníveis, isto é, que possuem vacinação capaz de evitar a doença grave por esses agentes, como observamos após a introdução da vacina para SARS-CoV-2.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo para a redução do número de casos e a gravidade da sepse inicia-se com a ampliação da cobertura vacinal e, fundamentalmente, com o reconhecimento precoce da doença e a instituição das medidas terapêuticas o mais rapidamente possível.</p>
<p style="text-align: justify;">É por essa razão que os serviços de saúde devem utilizar protocolos clínicos institucionais muito objetivos para o diagnóstico e rápida intervenção, reduzindo a letalidade desta situação clínica tão preocupante.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Saiba mais:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><a href="https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/sepsis">https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/sepsis</a></li>
<li><a href="https://portal.fiocruz.br/noticia/sepse-maior-causa-de-morte-nas-utis#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,organismo%20produzidas%20por%20uma%20infec%C3%A7%C3%A3o">https://portal.fiocruz.br/noticia/sepse-maior-causa-de-morte-nas-utis#:~:text=Segundo%20a%20Organiza%C3%A7%C3%A3o%20Mundial%20da,organismo%20produzidas%20por%20uma%20infec%C3%A7%C3%A3o</a>.</li>
<li><a href="https://ilas.org.br/">https://ilas.org.br/</a></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Marcelo Otsuka<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Infectologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo  </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Foto: @</strong><a href="https://br.freepik.com/autor/wavebreakmedia-micro"><strong>wavebreakmedia_micro</strong></a><strong> / br.freepik.com</strong></p>
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