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	<title>Arquivos Sífilis congênita - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Sífilis congênita - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Sífilis na gestante e sífilis congênita: a urgência da prevenção materno-fetal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-na-gestante-e-sifilis-congenita-a-urgencia-da-prevencao-materno-fetal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 12:04:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST), causada pela bactéria Treponema pallidum. Embora seja uma doença com tratamento</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sifilis-na-gestante-e-sifilis-congenita-a-urgencia-da-prevencao-materno-fetal/">Sífilis na gestante e sífilis congênita: a urgência da prevenção materno-fetal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Sifilis-Congenita-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST), causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Embora seja uma doença com <strong>tratamento simples e eficaz</strong> (geralmente com penicilina), sua presença durante a gestação representa um grave risco para a saúde do bebê, podendo levar à <strong>sífilis congênita</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong><strong>Sífilis na gestante: um risco silencioso</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a sífilis afeta a gestante, a bactéria pode atravessar a placenta em qualquer fase da gravidez e infectar o feto. Muitas vezes, a sífilis materna pode ser <strong>assintomática</strong> ou apresentar sintomas leves (como feridas ou manchas na pele, que desaparecem sozinhas), levando a gestante a desconhecer a infecção. Isso torna o <strong>rastreamento pré-natal</strong> uma etapa crucial.</p>
<p style="text-align: justify;">As consequências da sífilis não tratada na gestação são sérias e incluem:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Abortamento espontâneo</strong> ou <strong>natimorto</strong> (morte fetal).</li>
<li><strong>Parto prematuro</strong>.</li>
<li><strong>Hidropsia fetal</strong> (acúmulo de líquido em vários órgãos do feto).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sífilis congênita: as consequências para o bebê</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita ocorre quando o bebê é infectado pela mãe durante a gestação. A doença pode se manifestar de diversas formas e em diferentes momentos após o nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns casos, o bebê pode nascer sem sinais visíveis da doença. No entanto, sem tratamento adequado, a sífilis congênita pode causar <strong>lesões graves e irreversíveis</strong>, como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Problemas ósseos e articulares.</li>
<li>Anemia e icterícia (pele e olhos amarelados).</li>
<li><strong>Neurossífilis</strong> (infecção do sistema nervoso central), podendo causar meningite.</li>
<li>Alterações dentárias e oftalmológicas (visão).</li>
<li><strong>Surdez</strong> ou atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, manifestando-se anos após o nascimento.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A importância crítica da prevenção materno-fetal</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A transmissão da sífilis da mãe para o bebê é <strong>totalmente evitável</strong>. A prevenção reside em três pilares fundamentais: <strong>diagnóstico precoce, tratamento adequado e acompanhamento do parceiro</strong>.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Diagnóstico oportuno e universal:</strong>
<ul>
<li>Toda gestante deve ser testada para sífilis já na <strong>primeira consulta do pré-natal</strong>.</li>
<li>O teste deve ser <strong>repetido</strong> no segundo e no terceiro trimestres da gestação e, novamente, no momento do parto. O teste rápido, de resultado imediato, é uma ferramenta essencial para o diagnóstico rápido em qualquer nível de atenção à saúde.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Tratamento imediato e adequado:</strong>
<ul>
<li>Uma vez diagnosticada, a gestante deve ser <strong>tratada imediatamente</strong> com o esquema correto de <strong>penicilina benzatina</strong>, a única medicação que garante a cura materna e a prevenção da infecção fetal.</li>
<li>É imprescindível que o <strong>parceiro sexual</strong> também seja testado e tratado <strong>simultaneamente</strong> para evitar a reinfecção da gestante.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Acompanhamento pós-tratamento:</strong>
<ul>
<li>A gestante e o parceiro devem ser acompanhados com exames de controle para monitorar a resposta ao tratamento e garantir a cura.</li>
<li>A efetividade do tratamento materno é o fator-chave para que o bebê nasça sem sífilis congênita.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita, celebrado no terceiro sábado de outubro, é importante enfatizar que a luta contra a sífilis congênita passa necessariamente pela <strong>qualidade da assistência pré-natal</strong>. Garantir que todas as gestantes sejam testadas, tratadas de forma completa e imediata, juntamente com o tratamento de seus parceiros, é a estratégia mais eficaz para que os bebês nasçam saudáveis e livres das consequências devastadoras dessa doença.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:</strong></p>
<p><strong>Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck<br />Coordenadora do Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sífilis congênita: um desafio à saúde pública</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-um-desafio-a-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Oct 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, causada pela bactéria Treponema pallidum. Essa transmissão pode ocorrer </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/10/Imagem-Sifilis-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita é uma infecção transmitida da mãe para o bebê durante a gestação, causada pela bactéria <em>Treponema pallidum</em>. Essa transmissão pode ocorrer em qualquer período da gravidez e se não tratada de forma correta pode levar a sérias complicações, incluindo aborto, morte fetal, nascimento prematuro, baixo peso ao nascer e problemas de saúde em longo prazo, como surdez, alterações visuais e atraso no desenvolvimento.</p>
<p style="text-align: justify;">A sífilis congênita é considerada um grave problema de saúde pública por todas essas complicações que ela pode ocasionar à criança, e por ser uma doença evitável, mas que infelizmente vem num aumento crescente do número de casos no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse fato alerta para a necessidade de estratégias contínuas de prevenção, e neste sentido, desde 2016, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), em parceria com o Programa Estadual de IST/Aids de São Paulo, promove a Campanha do “Outubro Verde &#8211; <em>Mês do Combate à Sífilis Congênita</em>”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2017, foi sancionada a Lei nº 13.430, de 31 de março, instituindo o “Dia Nacional de Combate à Sífilis e à Sífilis Congênita”, comemorado no terceiro sábado do mês de outubro. Essas iniciativas têm por objetivo alertar a população sobre a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos principais desafios no combate à sífilis congênita é a falta de acesso a serviços de saúde adequados. Muitas gestantes não realizam o pré-natal, ou não fazem os testes necessários para detectar a sífilis, ou quando fazem o teste, acabam demorando para receber o resultado e consequentemente atrasando o tratamento. O diagnóstico precoce da sífilis na gestante é crucial, pois quando a infecção é identificada e tratada no início da gestação, o risco de transmissão ao bebê é drasticamente reduzido.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso a testagem para sífilis deve ser realizada no início do pré-natal, no meio da gestação e no momento do parto. O tratamento da gestante é realizado com a administração de penicilina, que é altamente eficaz e pode evitar a transmissão da infecção ao feto. Entretanto, é importante a gestante saber que se ela tratar, mas não houver o tratamento das suas parcerias sexuais, ela pode se reinfectar e transmitir a doença para o bebê. É vital que as mulheres em idade fértil e as gestantes sejam informadas sobre a importância do pré-natal, dos exames de sífilis e do tratamento correto da doença para protegerem seus filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é necessário que o bebê da mãe que apresentou sífilis na gestação seja testado ao nascer, para ver se ele tem a doença ou não, pois muitas vezes a doença é traiçoeira e o bebê pode nascer inicialmente sem sinais ou sintomas e vir a desenvolver a doença e suas complicações mais tardiamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento do bebê também é feito com penicilina; o tipo da penicilina a ser utilizada vai depender da clínica do bebê e dos resultados dos exames realizados, que podem incluir hemograma, raio X de ossos longos, exame do liquor, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a alta da maternidade, todos os bebês de mães que tiveram sífilis na gravidez, independente de terem recebido ou não o tratamento, precisam de seguimento pediátrico, para as mães acompanharem o desenvolvimento da criança, repetirem a testagem para sífilis para ter certeza de que estão protegidos da doença e para fazerem outros exames sempre que necessário, incluindo a avaliação da visão e da audição.</p>
<p style="text-align: justify;">A eliminação da sífilis congênita é um desafio porque requer um trabalho conjunto, que vai desde a conscientização das mulheres em idade fértil e gestantes, das suas parcerias sexuais, da realização de um pré-natal de fato adequado, da qualificação constante de profissionais de saúde, da participação ativa da rede de atenção básica no seguimento da gestante e da criança, da atuação das sociedades de classe, da participação de gestores no sentido de priorizarem políticas públicas e linhas de cuidado. Somente desta forma, integrada e consciente, é que conseguiremos modificar o cenário da sífilis congênita no nosso país.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatoras:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Maria Regina Bentlin<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>










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			</item>
		<item>
		<title>Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-combate-a-sifilis-congenita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 15:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas Home Site]]></category>
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		<category><![CDATA[Sífilis congênita]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 30/09/2024 A sífilis congênita representa um enorme desafio aos médicos pediatras, devido ao aumento progressivo das taxas de transmissão vertical (da mãe para o bebê) da doença. Por isso, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) criou a campanha Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita, que tem por objetivo chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido. “A campanha Outubro Verde tem sido muito importante para alertar a população, uma vez que os números de sífilis congênita no país e no mundo são alarmantes. Esse aumento na incidência de uma doença que é facilmente prevenível e tratada, desde que seja feito o diagnóstico, é realmente preocupante, já que a falta de tratamento pode levar desde sequelas irreversíveis até a morte do bebê, tanto intraútero quanto após o seu nascimento. Devido à alta prevalência da doença, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 1993, um projeto de redução/eliminação da sífilis congênita, entretanto, a despeito desta iniciativa, observou-se um recrudescimento da doença e, além de não se conseguir erradicá-la, houve um aumento no número de casos. Pretendemos, dessa forma, chamar a atenção de todos para a importância do acompanhamento adequado do pré-natal da gestante e, assim, realizar o diagnóstico e o tratamento da sífilis o mais cedo possível. Ao se prevenir a transmissão da doença ao bebê, graves complicações que a criança poderá apresentar posteriormente serão evitadas, bem como o risco de óbito.” Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) “A sífilis congênita é uma doença evitável, causada pela disseminação pelo sangue da bactéria Treponema pallidum, com alto risco de transmissão ao feto quando a gestante contaminada não é testada durante o pré-natal ou na ausência de tratamento adequado. A doença é transmitida através da placenta (transmissão vertical) e, em casos mais raros, durante o nascimento, por contato direto com lesões de sífilis no canal de parto. O diagnóstico e o tratamento da mãe são essenciais, uma vez que a doença pode resultar em aborto, nascimento prematuro e bebês com baixo peso. O prognóstico da sífilis congênita está ligado à gravidade da infecção intrauterina e à época em que o tratamento foi instituído. Entre os sintomas da sífilis congênita precoce estão anemia, aumento do fígado ou do baço, icterícia, lesões de pele nas palmas das mãos e plantas dos pés, meningite e alterações radiológicas, como por exemplo lesões ósseas. Já na sífilis congênita tardia, as manifestações incluem, entre diversas outras, distúrbio auditivo, alterações oftalmológicas e dificuldade de desenvolvimento e aprendizado.  Portanto, quanto mais precocemente tratar, menor será o prejuízo para a criança. Lilian dos Santos R. Sadeck, coordenadora do Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita e da Campanha Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita da SPSP Organização: Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-combate-a-sifilis-congenita/">Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/09/CAMPANHA_outubro24_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Texto divulgado em 30/09/2024</p>
<hr />
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A sífilis congênita representa um enorme desafio aos médicos pediatras, devido ao aumento progressivo das taxas de transmissão vertical (da mãe para o bebê) da doença. Por isso, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) criou a campanha <em>Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita</em>, que tem por objetivo chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico precoce e do tratamento da sífilis na gestante, pois essa é a melhor forma de prevenir que a doença seja transmitida ao recém-nascido.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">“A campanha Outubro Verde tem sido muito importante para alertar a população, uma vez que os números de sífilis congênita no país e no mundo são alarmantes. Esse aumento na incidência de uma doença que é facilmente prevenível e tratada, desde que seja feito o diagnóstico, é realmente preocupante, já que a falta de tratamento pode levar desde sequelas irreversíveis até a morte do bebê, tanto intraútero quanto após o seu nascimento. Devido à alta prevalência da doença, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 1993, um projeto de redução/eliminação da sífilis congênita, entretanto, a despeito desta iniciativa, observou-se um recrudescimento da doença e, além de não se conseguir erradicá-la, houve um aumento no número de casos. Pretendemos, dessa forma, chamar a atenção de todos para a importância do acompanhamento adequado do pré-natal da gestante e, assim, realizar o diagnóstico e o tratamento da sífilis o mais cedo possível. Ao se prevenir a transmissão da doença ao bebê, graves complicações que a criança poderá apresentar posteriormente serão evitadas, bem como o risco de óbito.”</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><em>Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)</em></p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">“A sífilis congênita é uma doença evitável, causada pela disseminação pelo sangue da bactéria <em>Treponema pallidum</em>, com alto risco de transmissão ao feto quando a gestante contaminada não é testada durante o pré-natal ou na ausência de tratamento adequado. A doença é transmitida através da placenta (transmissão vertical) e, em casos mais raros, durante o nascimento, por contato direto com lesões de sífilis no canal de parto. O diagnóstico e o tratamento da mãe são essenciais, uma vez que a doença pode resultar em aborto, nascimento prematuro e bebês com baixo peso. O prognóstico da sífilis congênita está ligado à gravidade da infecção intrauterina e à época em que o tratamento foi instituído. Entre os sintomas da sífilis congênita precoce estão anemia, aumento do fígado ou do baço, icterícia, lesões de pele nas palmas das mãos e plantas dos pés, meningite e alterações radiológicas, como por exemplo lesões ósseas. Já na sífilis congênita tardia, as manifestações incluem, entre diversas outras, distúrbio auditivo, alterações oftalmológicas e dificuldade de desenvolvimento e aprendizado.  Portanto, quanto mais precocemente tratar, menor será o prejuízo para a criança.</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><em>Lilian dos Santos R. Sadeck, coordenadora do Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita e da Campanha Outubro Verde &#8211; Mês do Combate à Sífilis Congênita da SPSP</em></p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;"><strong>Organização:</strong> <strong>Grupo de Trabalho da Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP</strong></p>





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		<title>Campanha Outubro Verde: para eliminação da sífilis congênita</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-para-eliminacao-da-sifilis-congenita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<category><![CDATA[neonatologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_344544750_AndrewLozovyi-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_344544750_AndrewLozovyi-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Depositphotos_344544750_AndrewLozovyi-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sífilis congênita é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria chamada Treponema pallidum. O bebê se infecta pela bactéria ainda na vida intrauterina, quando a mãe com sífilis não é diagnosticada.</p>
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<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 29/10/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Um grande problema de saúde pública que deve ser enfrentado!</p>



<p><strong>O que é sífilis congênita?</strong></p>



<p>A sífilis congênita é uma doença infectocontagiosa causada por uma bactéria chamada <em>Treponema pallidum</em>. O bebê se infecta pela bactéria ainda na vida intrauterina, quando a mãe com sífilis não é diagnosticada ou não é tratada adequadamente.</p>



<p><strong>Como ocorre a transmissão da sífilis congênita?</strong></p>



<p>A transmissão ocorre pela passagem do <em>Treponema pallidum</em> da mãe para o feto, através da placenta. A taxa de transmissão, no caso da gestante não tratada, pode variar de 10-70%, dependendo da fase da doença que a gestante está. Quanto menor o tempo que ela adquiriu a bactéria, maior será a taxa de transmissão.</p>



<p><strong>Como prevenir a sífilis congênita?</strong></p>



<p>A prevenção pode ser feita com o tratamento adequado da gestante. O difícil é saber se a mãe tem ou não sífilis. Muitas gestantes não sabem que estão com a doença, pois, na maioria das vezes, não apresentam nenhum sinal ou sintoma. Portanto, todas as gestantes devem coletar exame de sangue para sífilis, durante o pré-natal no 1º trimestre e, se possível, no 2º e 3º trimestres de gestação.</p>



<p>Se confirmar a sífilis na gestante, seu tratamento e do parceiro devem ser iniciados o mais rápido possível, com injeção de penicilina. O antibiótico deve ser aplicado no serviço de saúde onde ela faz o pré-natal. Depois, a gestante deverá repetir mensalmente o exame, para avaliar se está curada.</p>



<p>Quando a mãe é tratada adequadamente durante a gestação, especialmente quando iniciou a medicação antes do último mês de gravidez, está prevenindo ou diminuindo o risco do seu filho nascer com sífilis congênita.</p>



<p><strong>Quais os sinais e sintomas do bebê com sífilis congênita?</strong></p>



<p>Os sinais mais frequentes ao nascimento são:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Prematuridade</li><li>Baixo peso</li><li>Manchas brancas e vermelhas com descamação da pele</li><li>Descamação das palmas das mãos e plantas dos pés</li><li>Aumento do fígado e do baço</li><li>Icterícia</li><li>Inchaço</li><li>Rinite mucosanguinolenta</li><li>Anemia</li><li>Petéquias (diminuição de plaquetas)</li><li>Problemas respiratórios, podendo haver pneumonia</li></ul>



<p>Geralmente, essas alterações desaparecem após o tratamento adequado. No entanto, alguns bebês podem apresentar quadros mais graves, com risco de morrer.</p>



<p>É importante salientar que mais de 50% dos bebês irão nascer assintomáticos, evoluindo silenciosamente, com o aparecimento de lesões tardias, muitas vezes irreversíveis mesmo com o tratamento adequado. Estas alterações podem aparecer por volta dos dois anos de idade, afetando o sistema nervoso e se manifestando com retardo mental, convulsões, alterações ósseas, dos dentes superiores, da visão e da audição.</p>



<p><strong>Como saber se o bebê tem sífilis congênita?</strong></p>



<p>Quando o bebê nasce com os sinais descritos acima, deve-se suspeitar de sífilis congênita. Para confirmar o diagnóstico, será necessário coletar exames laboratoriais tanto da mãe, quanto do recém-nascido. O problema é que muitos bebês podem nascer sem sintomas. Nesses casos, o diagnóstico só poderá ser feito através da coleta de exame de sangue do binômio mãe-bebê. Para tentar detectar todos os recém-nascidos com sífilis congênita, na maternidade deve ser coletado exame de sangue para sífilis da mãe e do bebê, cujo resultado deve sair antes da alta hospitalar.</p>



<p><strong>Como tratar o bebê com sífilis congênita?</strong></p>



<p>O tratamento do bebê varia de acordo com o risco de infecção e do comprometimento do sistema nervoso. Será feito com penicilina aplicada na veia ou no músculo, geralmente por 10 dias. O bebê será acompanhado, após a alta hospitalar, com retornos mensais com o pediatra. Serão realizados exames de sangue seriados e avalição do sistema nervoso, da visão e da audição, até os dois anos de idade, para confirmar o tratamento e garantir que não evolua com lesões permanentes.</p>



<p>Para enfrentarmos esse grande desafio, que é a eliminação da sífilis congênita, são necessários a conscientização e o envolvimento dos profissionais da saúde, das gestantes e seus familiares. A gestante deve realizar todos os exames solicitados desde o 1º trimestre e, caso tenha sífilis, fazer o tratamento correto. Essa medida poderá prevenir a doença no seu filho.</p>



<p>Venha fazer parte dessa campanha – Outubro verde!</p>



<p><strong>Relatora:</strong><br><strong>Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck</strong><br><strong>Coordenadora da Campanha Outubro Verde: combate à sífilis congênita – Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p>Foto: andrew lozovyi |&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://depositphotos.com/" target="_blank">depositphotos.com</a></p>
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		<title>Sífilis congênita: o problema não termina na maternidade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-o-problema-nao-termina-na-maternidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2020 13:13:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha Outubro Verde – combate à sífilis congênita O problema da sífilis congênita não termina depois que o recém-nascido recebe alta da maternidade. Uma vez exposto a essa doença, tratada ou não na maternidade, o bebê precisa da avaliação pediátrica para garantir sua cura.A sífilis é uma doença muitas vezes silenciosa, tanto para a mãe quanto para o bebê, pois eles podem já estar com a doença, mas ainda não apresentarem sinais dela. Assim, fica difícil saber, só pela clínica, se o bebê está bem e se está curado ou não. É nesse sentido que o acompanhamento com pediatra se torna tão importante, principalmente nos primeiros dois anos de vida. A sífilis pode afetar a visão e a audição, passando por quadros leves ou até levar à cegueira e surdez. O bebê também pode ter atraso no seu desenvolvimento, como dificuldade para sentar, andar e falar. O pediatra é o profissional adequado para avaliar se o bebê tem algum desses acometimentos e se precisa de algum exame mais específico.Se a sífilis acometeu o cérebro, mesmo ela tendo sido tratada na&#160; maternidade e mesmo sem nenhuma alteração clínica,&#160; um outro exame do líquido da espinha (o líquor) precisará ser coletado até o sexto mês de vida, para saber se de fato ele está curado. Nas consultas, o pediatra ainda deverá solicitar várias vezes o exame que foi feito na maternidade, o chamado VDRL, até que ele seja negativo. Somente após 2 coletas com resultados negativos na sequência podem garantir a cura da doença. Se algum desses exames estiver alterado, a criança deverá ser tratada novamente, para garantir que tenha um bom desenvolvimento.Muitas crianças com quadro de sífilis ao nascimento não têm um acompanhamento adequado. Muitas dessas alterações aparecem apenas após o nascimento e a alta da maternidade e, sem o tratamento inicial e o seguimento, se perdem as chances de que essas crianças tenham uma vida normal e saudável.O pai também deve ser lembrado que existe pré-natal para homens e é importante a sua participação, para realizar exames de sífilis e de outras doenças. Após o nascimento do bebê, a mãe com sífilis durante a gestação precisa continuar o&#160; acompanhamento médico, com exames de VDRL, até receber alta por cura da doença. Assim, será possível quebrar a cadeia de transmissão da sífilis e evitar que bebês nasçam com sífilis congênita.&#160;&#160;Ter conhecimento que a sífilis é doença silenciosa, grave e que pode deixar sequelas por uma vida toda, que tem tratamento disponivel, mas que precisa ser vigiado e acompanhado&#160; nos primeiros dois anos de vida, é a chave&#160; de uma vida saudável para nossas crianças. ___Relatores:Dra. Carmen Silvia Bruniera DominguesDra. Lilian SadeckDra. Maria Regina BentlinDepartamento Científico de Neonatologia e Grupo de Trabalho da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="has-sitetext-color has-text-color wp-block-heading">Campanha <strong>Outubro Verde – combate à sífilis congênita</strong></h4>



<p>O problema da sífilis congênita não termina depois que o recém-nascido recebe alta da maternidade. Uma vez exposto a essa doença, tratada ou não na maternidade, o bebê precisa da avaliação pediátrica para garantir sua cura.<br>A sífilis é uma doença muitas vezes silenciosa, tanto para a mãe quanto para o bebê, pois eles podem já estar com a doença, mas ainda não apresentarem sinais dela. Assim, fica difícil saber, só pela clínica, se o bebê está bem e se está curado ou não. É nesse sentido que o acompanhamento com pediatra se torna tão importante, principalmente nos primeiros dois anos de vida.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/10/privilege-l-depositphotos.com_-1-1024x685.jpg" alt="" class="wp-image-3456"/><figcaption>privilege | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>A sífilis pode afetar a visão e a audição, passando por quadros leves ou até levar à cegueira e surdez. O bebê também pode ter atraso no seu desenvolvimento, como dificuldade para sentar, andar e falar. O pediatra é o profissional adequado para avaliar se o bebê tem algum desses acometimentos e se precisa de algum exame mais específico.<br>Se a sífilis acometeu o cérebro, mesmo ela tendo sido tratada na&nbsp; maternidade e mesmo sem nenhuma alteração clínica,&nbsp; um outro exame do líquido da espinha (o líquor) precisará ser coletado até o sexto mês de vida, para saber se de fato ele está curado. Nas consultas, o pediatra ainda deverá solicitar várias vezes o exame que foi feito na maternidade, o chamado VDRL, até que ele seja negativo. Somente após 2 coletas com resultados negativos na sequência podem garantir a cura da doença. Se algum desses exames estiver alterado, a criança deverá ser tratada novamente, para garantir que tenha um bom desenvolvimento.<br>Muitas crianças com quadro de sífilis ao nascimento não têm um acompanhamento adequado. Muitas dessas alterações aparecem apenas após o nascimento e a alta da maternidade e, sem o tratamento inicial e o seguimento, se perdem as chances de que essas crianças tenham uma vida normal e saudável.<br>O pai também deve ser lembrado que existe pré-natal para homens e é importante a sua participação, para realizar exames de sífilis e de outras doenças. Após o nascimento do bebê, a mãe com sífilis durante a gestação precisa continuar o&nbsp; acompanhamento médico, com exames de VDRL, até receber alta por cura da doença. Assim, será possível quebrar a cadeia de transmissão da sífilis e evitar que bebês nasçam com sífilis congênita.&nbsp;&nbsp;<br>Ter conhecimento que a sífilis é doença silenciosa, grave e que pode deixar sequelas por uma vida toda, que tem tratamento disponivel, mas que precisa ser vigiado e acompanhado&nbsp; nos primeiros dois anos de vida, é a chave&nbsp; de uma vida saudável para nossas crianças.</p>



<p>___<br><strong>Relatores:</strong><br><strong>Dra. Carmen Silvia Bruniera Domingues</strong><br><strong>Dra. Lilian Sadeck</strong><br><strong>Dra. Maria Regina Bentlin</strong><br><strong>Departamento Científico de Neonatologia e Grupo de Trabalho da Sífilis Congênita da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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		<title>Campanha Outubro Verde: mês do combate à Sífilis Congênita</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-mes-do-combate-a-sifilis-congenita-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Oct 2019 15:11:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A Campanha Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), foi lançada em 2016 com o objetivo de trazer à discussão a situação da doença, que representa um enorme desafio aos médicos pediatras devido ao aumento progressivo das taxas de transmissão vertical. Desde então, a campanha visa chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico e do tratamento da sífilis congênita na gestante, pois é a melhor forma de prevenir ou tratar a doença. Para a neonatologista Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck, coordenadora do Grupo de Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP e do Outubro Verde, a escolha desse tema para uma das campanhas da SPSP se deve ao fato de que a doença ainda é muito prevalente em nosso meio, apesar dos vários esforços conjuntos de obstetras, pediatras e equipe de enfermagem, que atuam na atenção primária, secundária e terciária. “É necessário ter um momento para rever as estatísticas, quais os pontos que não avançaram e propor novas estratégias”, avalia a médica. Para Lilian, o maior desafio dos pediatras em relação à situação da sífilis congênita é detectar a doença ainda na gestante e tratá-la adequadamente. “Se for diagnosticada no pré-natal, conseguimos evitar a transmissão da sífilis para o feto. Por isso, também temos uma interface com a obstetrícia, por meio de uma parceria com a SOGESP (Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e com a Coordenação Estadual de DST-Aids”, esclarece. Números preocupantes Devido à alta prevalência da doença, o Ministério da Saúde (MS) lançou, em 1993, um projeto de eliminação da sífilis congênita em consonância com a proposta formulada pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS), que definia como meta a redução na incidência da doença a valores menores ou iguais a um caso por mil nascidos vivos (NV). “Mas, a despeito dessa iniciativa, observou-se um recrudescimento da sífilis e, além de não se conseguir erradicar a doença, houve também um aumento no número de casos”, comenta Claudio Barsanti, coordenador das campanhas da SPSP. “Esse aumento na incidência de uma doença que é facilmente prevenível e tratada, desde que seja feito o diagnóstico, é realmente preocupante, uma vez que a falta de tratamento pode levar desde sequelas irreversíveis até a morte do bebê, tanto intraútero quanto após o seu nascimento”, afirma o pediatra, salientando que a campanha visa alertar a população a respeito da doença. “Queremos fazer esse alerta, chamar a atenção para a importância do acompanhamento adequado do pré-natal pela gestante e, assim, realizar o diagnóstico e o tratamento da sífilis o mais cedo possível”, enfatiza. Cenário em São Paulo e ações da campanha Dados atuais (do Sinan-DVE/Covisa; SINASC/CEInfo/SMS-SP) apontam que, no município de São Paulo, a taxa de incidência da sífilis congênita aumentou de 2 em cada mil nascidos vivos em 2007 para 6,8 em 2017. No Estado de São Paulo também se observou esse aumento, porém o último dado é de 2015, com taxa de incidência de 5,4 em cada mil nascidos vivos. Em todas as regiões do&#160;Brasil a taxa de incidência também é elevada. “Dessa maneira, ainda é um grande desafio tentar baixar essa curva ascendente de casos de sífilis congênita. Esperamos ansiosamente por dados de 2018 para verificar se todas as medidas que têm sido tomadas estão realmente surtindo efeito”, ressalta Lilian. Como parte da campanha, a SPSP promoverá uma atividade para a população por meio de gravação pelo Facebook”, conclui Lilian. Publicado em 1/10/2019.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-mes-do-combate-a-sifilis-congenita-2/">Campanha Outubro Verde: mês do combate à Sífilis Congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>A Campanha Outubro Verde &#8211; Combate à Sífilis Congênita, promovida pela Sociedade de Pediatria de  São Paulo (SPSP), foi lançada em 2016 com o objetivo de trazer à discussão a situação da doença, que representa um enorme desafio aos médicos pediatras devido ao aumento progressivo das taxas de transmissão vertical. Desde então, a campanha visa chamar a atenção da população para a importância do diagnóstico e do tratamento da sífilis congênita na gestante, pois é a melhor forma de prevenir ou tratar a doença.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/09/LogoSifilis-1024x548.jpg" alt="sifilis congenita" class="wp-image-1806"/></figure>



<p>Para a neonatologista Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck, coordenadora do Grupo de Prevenção e Tratamento da Sífilis Congênita da SPSP e do Outubro Verde, a escolha desse tema para uma das campanhas da SPSP se deve ao fato de que a doença ainda é muito prevalente em nosso meio, apesar dos vários esforços conjuntos de obstetras, pediatras e equipe de enfermagem, que atuam na atenção primária, secundária e terciária. “É necessário ter um momento para rever as estatísticas, quais os pontos que não avançaram e propor novas estratégias”, avalia a médica.</p>



<p>Para Lilian, o maior desafio dos pediatras em relação à situação da sífilis congênita é detectar a doença ainda na gestante e tratá-la adequadamente. “Se for diagnosticada no pré-natal, conseguimos evitar a transmissão da sífilis para o feto. Por isso, também temos uma interface com a obstetrícia, por meio de uma parceria com a SOGESP (Sociedade de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo) e com a Coordenação Estadual de DST-Aids”, esclarece.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Números preocupantes </h4>



<p>Devido à alta prevalência da doença, o  Ministério da Saúde (MS) lançou, em 1993, um projeto de eliminação da sífilis congênita em consonância com a proposta formulada pela Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) e Organização Mundial de Saúde (OMS), que definia como meta a redução na incidência da doença a valores menores ou iguais a um caso por mil nascidos vivos (NV). “Mas, a despeito dessa iniciativa, observou-se um recrudescimento da sífilis e,  além de não se conseguir erradicar a doença, houve também um aumento no  número de casos”, comenta Claudio Barsanti, coordenador das campanhas da  SPSP.</p>



<p>“Esse aumento na incidência de uma  doença que é facilmente prevenível e tratada, desde que seja feito o diagnóstico, é realmente preocupante, uma vez que a falta de tratamento  pode levar desde sequelas irreversíveis até a morte do bebê, tanto intraútero quanto após o seu nascimento”, afirma o pediatra, salientando  que a campanha visa alertar a população a respeito da doença. “Queremos fazer esse alerta, chamar a atenção para a importância do acompanhamento adequado do pré-natal pela gestante e, assim, realizar o diagnóstico e o tratamento da sífilis o mais cedo possível”, enfatiza.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Cenário em São Paulo e ações da campanha</h4>



<p>Dados atuais (do Sinan-DVE/Covisa; SINASC/CEInfo/SMS-SP) apontam que, no município de São Paulo, a taxa de incidência da sífilis congênita aumentou de 2 em cada mil nascidos vivos em 2007 para  6,8 em 2017. No Estado de São Paulo também se observou esse  aumento, porém o último dado é de 2015, com taxa de incidência de 5,4 em cada mil nascidos vivos. Em todas as regiões do&nbsp;Brasil a taxa de incidência também é  elevada. </p>



<p>“Dessa maneira, ainda é um grande  desafio tentar baixar essa curva ascendente de casos de sífilis congênita. Esperamos ansiosamente por dados de 2018 para verificar se todas as medidas que têm sido tomadas estão realmente surtindo efeito”, ressalta Lilian. Como parte da  campanha, a SPSP promoverá uma atividade para a população por meio de gravação pelo Facebook”, conclui Lilian.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p>Publicado em 1/10/2019.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/campanha-outubro-verde-mes-do-combate-a-sifilis-congenita-2/">Campanha Outubro Verde: mês do combate à Sífilis Congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<title>Sífilis congênita: com medidas corretas é possível reverter o problema!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-com-medidas-corretas-e-possivel-reverter-o-problema-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Oct 2018 18:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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		<category><![CDATA[Sífilis congênita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 3 anos, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) tem promovido a campanha Outubro Verde com o objetivo de alertar toda a população de que a sífilis congênita ainda representa um grande desafio, com um aumento progressivo das taxas de transmissão vertical, mas que com estratégias de prevenção bem definidas e disponibilidade de tratamento é possível reverter o problema. “A sífilis na gestante é facilmente detectada, basta um exame de sangue &#8211; o VDRL &#8211; que deve ser realizado no 1º, 2º e 3º trimestre de gestação. Se o resultado do exame for positivo, deve ser confirmado com outro exame e, então, iniciado o tratamento. Tratando a gestante conseguimos evitar a transmissão da doença para o feto”, explica a vice-presidente da SPSP, Dra. Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck. A médica ressalta, ainda, que se a doença não for tratada durante a gestação, existe uma grande chance de contaminar o feto, o que pode trazer uma série de repercussões: óbito (ainda intrauterino), quadro de anemia, aumento de baço e fígado, icterícia, lesões de pele, entre outras consequências decorrentes da sífilis. “Vale lembrar que cerca de 50% dos bebês nascem assintomáticos e, se não for feito o diagnóstico logo após o nascimento, a criança poderá evoluir com sequelas, inclusive de ordem neurológica e também lesões auditiva e/ou nos ossos, irreversíveis. Mas, ao contrário, se esse recém-nascido fizer o tratamento adequado logo após o nascimento, durante 10 dias, conseguimos tratar a doença e evitar sequelas”, comenta Dra. Lilian. Segundo o presidente da SPSP, Dr. Claudio Barsanti, a campanha Outubro Verde tem como objetivo conscientizar toda a população com divulgações sobre o risco da sífilis durante a gestação e o risco da sífilis congênita. “Precisamos informar a todos para reduzir a prevalência da doença. É preciso que médicos e profissionais da saúde atentem para o problema, assim como, especialmente gestantes, saibam sobre a importância da realização do pré-natal e dos exames sorológicos para sífilis e da necessidade de tratar, caso a doença seja diagnosticada”, alerta Dr. Barsanti. ___ Publicado em 02/10/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sifilis-congenita-com-medidas-corretas-e-possivel-reverter-o-problema-2/">Sífilis congênita: com medidas corretas é possível reverter o problema!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há 3 anos, a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) tem promovido a campanha <strong>Outubro Verde</strong> com o objetivo de alertar toda a população de que a sífilis congênita ainda representa um grande desafio, com um aumento progressivo das taxas de transmissão vertical, mas que com estratégias de prevenção bem definidas e disponibilidade de tratamento é possível reverter o problema.</p>
<p>“A sífilis na gestante é facilmente detectada, basta um exame de sangue &#8211; o VDRL &#8211; que deve ser realizado no 1º, 2º e 3º trimestre de gestação. Se o resultado do exame for positivo, deve ser confirmado com outro exame e, então, iniciado o tratamento. Tratando a gestante conseguimos evitar a transmissão da doença para o feto”, explica a vice-presidente da SPSP, Dra. Lilian dos Santos Rodrigues Sadeck.</p>
<p>A médica ressalta, ainda, que se a doença não for tratada durante a gestação, existe uma grande chance de contaminar o feto, o que pode trazer uma série de repercussões: óbito (ainda intrauterino), quadro de anemia, aumento de baço e fígado, icterícia, lesões de pele, entre outras consequências decorrentes da sífilis. “Vale lembrar que cerca de 50% dos bebês nascem assintomáticos e, se não for feito o diagnóstico logo após o nascimento, a criança poderá evoluir com sequelas, inclusive de ordem neurológica e também lesões auditiva e/ou nos ossos, irreversíveis. Mas, ao contrário, se esse recém-nascido fizer o tratamento adequado logo após o nascimento, durante 10 dias, conseguimos tratar a doença e evitar sequelas”, comenta Dra. Lilian.</p>
<p>Segundo o presidente da SPSP, Dr. Claudio Barsanti, a campanha <strong>Outubro Verde</strong> tem como objetivo conscientizar toda a população com divulgações sobre o risco da sífilis durante a gestação e o risco da sífilis congênita. “Precisamos informar a todos para reduzir a prevalência da doença. É preciso que médicos e profissionais da saúde atentem para o problema, assim como, especialmente gestantes, saibam sobre a importância da realização do pré-natal e dos exames sorológicos para sífilis e da necessidade de tratar, caso a doença seja diagnosticada”, alerta Dr. Barsanti.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-1806" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/09/LogoSifilis-1024x548.jpg" alt="sifilis congenita" width="838" height="448" /></p>
<p>___<br />
Publicado em 02/10/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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		<title>Momento Saúde: sífilis congênita</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-sifilis-congenita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 18:30:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sífilis congênita]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Sífilis congênita: o que é? A sífilis congênita é uma infecção que resulta da disseminação do Treponema pallidum, da gestante infectada e não tratada ou inadequadamente tratada, para o seu filho. Essa disseminação se dá principalmente por via sanguínea, através da placenta. A gestante infectada pode transmitir a sífilis para o seu bebê em qualquer fase da gestação, mas a probabilidade varia com a fase da doença e o tratamento realizado, sendo tanto maior quanto mais recente a infecção, variando de 30 a 100%. A contaminação também pode ocorrer de forma direta, no canal de parto, se existir lesão genital na mãe. O aleitamento materno não transmite o Treponema pallidum, a menos que exista lesão mamária por sífilis. A sífilis congênita possui estratégias de prevenção bem definidas, bem como tratamento efetivo e de baixo custo disponível. No entanto, tem ocorrido aumento expressivo da doença nos últimos anos, e ela continua sendo um dos grandes desafios para as políticas públicas de saúde. A infecção do feto pode resultar em aborto espontâneo, natimorto, nascimento prematuro ou de baixo peso. Os recém-nascidos acometidos podem apresentar sintomas ao nascimento ou tardiamente, em geral nos primeiros três meses de vida, podendo surgir até os dois anos (precoce) ou após esse período (tardia). Os sintomas podem envolver diversos órgãos e sistemas, desde pele, órgãos internos até sistema nervoso e ossos, podendo resultar em sequelas que perduram por toda a vida. A importância do pré-natal na prevenção da sífilis congênita A sífilis congênita ocorre em recém-nascidos de mães que apresentam sífilis durante a gestação. A transmissão pode ocorrer em qualquer fase da gestação ou estágio da doença materna, sendo que a probabilidade de sua ocorrência vai variar, principalmente, com o tempo de exposição do feto e do estágio clínico da doença da mãe. Assim, quanto mais recente a infecção materna não tratada, maior o risco. Os fatores associados com alto risco de a gestante contrair sífilis são: ausência ou inadequação de pré-natal, gestante adolescente, uso de drogas ilícitas, múltiplos parceiros sexuais, história de outras doenças transmitidas sexualmente na gestante ou parceiro sexual e baixo nível socioeconômico e cultural. Para diminuir o risco de sífilis congênita é de extrema importância realizar um bom pré-natal, desde o início da gravidez. A assistência pré-natal deve ser oferecida a todas as gestantes, com no mínimo seis consultas de atenção integral qualificada. Na primeira consulta deve-se realizar um exame de sangue para verificar se a gestante é portadora da sífilis e repetir no início do 3º trimestre de gestação. Nos casos em que o exame confirme o diagnóstico de sífilis, deve ser realizado o tratamento com penicilina na gestante e em seu parceiro sexual. Isso pode evitar a passagem da doença para o feto prevenindo sífilis congênita. É fundamental que a gestante realize todos os exames solicitados durante o pré-natal e seja esclarecida sobre os resultados e a necessidade de tratamento. Qual é o tratamento da sífilis congênita? Antes de pensar no tratamento da sífilis no recém-nascido devemos salientar que podemos evitá-la se a mãe com a doença receber o tratamento adequado. O tratamento é realizado na gestante, com injeção intramuscular de penicilina, uma dose por semana durante três semanas. Muito importante: também no parceiro, com uma aplicação, na maioria dos casos. Nos casos em que a gestante não sabia que era portadora da doença &#8211; ou ela e o parceiro não fizeram o tratamento adequado &#8211; o bebê pode ter sífilis congênita. O tratamento do recém-nascido deve começar o mais rápido possível, de preferência durante a internação na Unidade Neonatal. Para o tratamento da sífilis congênita no bebê é recomendado o uso de penicilina também, mas por mais tempo. Dependendo dos exames da mãe e do recém-nascido, a duração pode ser de até 10 dias, por via endovenosa, como o bebê internado. Se for tratado de forma correta o bebê tem grande chance de se curar completamente e evitar as complicações da doença. Após a alta hospitalar, o bebê deverá ser encaminhado para acompanhamento ambulatorial especial. &#160; ___ Relator: Departamento Científico de Neonatologia da SPSP Publicado em 31/01/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-sifilis-congenita/">Momento Saúde: sífilis congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><h1><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1811 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/10/MomentoNeonatologia-300x200.png" alt="neonatologia" width="300" height="200" /><strong>Sífilis congênita: o que é? </strong></h1>
<p>A sífilis congênita é uma infecção que resulta da disseminação do <em>Treponema pallidum</em>, da gestante infectada e não tratada ou inadequadamente tratada, para o seu filho. Essa disseminação se dá principalmente por via sanguínea, através da placenta. A gestante infectada pode transmitir a sífilis para o seu bebê em qualquer fase da gestação, mas a probabilidade varia com a fase da doença e o tratamento realizado, sendo tanto maior quanto mais recente a infecção, variando de 30 a 100%. A contaminação também pode ocorrer de forma direta, no canal de parto, se existir lesão genital na mãe. O aleitamento materno não transmite o <em>Treponema pallidum</em>, a menos que exista lesão mamária por sífilis.</p>
<p>A sífilis congênita possui estratégias de prevenção bem definidas, bem como tratamento efetivo e de baixo custo disponível. No entanto, tem ocorrido aumento expressivo da doença nos últimos anos, e ela continua sendo um dos grandes desafios para as políticas públicas de saúde.<br />
A infecção do feto pode resultar em aborto espontâneo, natimorto, nascimento prematuro ou de baixo peso. Os recém-nascidos acometidos podem apresentar sintomas ao nascimento ou tardiamente, em geral nos primeiros três meses de vida, podendo surgir até os dois anos (precoce) ou após esse período (tardia). Os sintomas podem envolver diversos órgãos e sistemas, desde pele, órgãos internos até sistema nervoso e ossos, podendo resultar em sequelas que perduram por toda a vida.</p>
<h1><strong>A importância do pré-natal na prevenção da sífilis congênita</strong></h1>
<p>A sífilis congênita ocorre em recém-nascidos de mães que apresentam sífilis durante a gestação. A transmissão pode ocorrer em qualquer fase da gestação ou estágio da doença materna, sendo que a probabilidade de sua ocorrência vai variar, principalmente, com o tempo de exposição do feto e do estágio clínico da doença da mãe. Assim, quanto mais recente a infecção materna não tratada, maior o risco.</p>
<p>Os fatores associados com alto risco de a gestante contrair sífilis são: ausência ou inadequação de pré-natal, gestante adolescente, uso de drogas ilícitas, múltiplos parceiros sexuais, história de outras doenças transmitidas sexualmente na gestante ou parceiro sexual e baixo nível socioeconômico e cultural.</p>
<p>Para diminuir o risco de sífilis congênita é de extrema importância realizar um bom pré-natal, desde o início da gravidez. A assistência pré-natal deve ser oferecida a todas as gestantes, com no mínimo seis consultas de atenção integral qualificada. Na primeira consulta deve-se realizar um exame de sangue para verificar se a gestante é portadora da sífilis e repetir no início do 3º trimestre de gestação. Nos casos em que o exame confirme o diagnóstico de sífilis, deve ser realizado o tratamento com penicilina na gestante e em seu parceiro sexual. Isso pode evitar a passagem da doença para o feto prevenindo sífilis congênita.</p>
<p>É fundamental que a gestante realize todos os exames solicitados durante o pré-natal e seja esclarecida sobre os resultados e a necessidade de tratamento.</p>
<h1><strong>Qual é o tratamento da sífilis congênita?</strong></h1>
<p>Antes de pensar no tratamento da sífilis no recém-nascido devemos salientar que podemos evitá-la se a mãe com a doença receber o tratamento adequado. O tratamento é realizado na gestante, com injeção intramuscular de penicilina, uma dose por semana durante três semanas. Muito importante: também no parceiro, com uma aplicação, na maioria dos casos.</p>
<p>Nos casos em que a gestante não sabia que era portadora da doença &#8211; ou ela e o parceiro não fizeram o tratamento adequado &#8211; o bebê pode ter sífilis congênita. O tratamento do recém-nascido deve começar o mais rápido possível, de preferência durante a internação na Unidade Neonatal.</p>
<p>Para o tratamento da sífilis congênita no bebê é recomendado o uso de penicilina também, mas por mais tempo. Dependendo dos exames da mãe e do recém-nascido, a duração pode ser de até 10 dias, por via endovenosa, como o bebê internado.</p>
<p>Se for tratado de forma correta o bebê tem grande chance de se curar completamente e evitar as complicações da doença. Após a alta hospitalar, o bebê deverá ser encaminhado para acompanhamento ambulatorial especial.</p>
<p><div id="attachment_1810" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1810" class="size-large wp-image-1810" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/10/newborn_1507122897-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-1810" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/MaartenB/">MaartenB</a> / Pixabay</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
<strong>Departamento Científico de Neonatologia da SPSP<br />
</strong></p>
<p>Publicado em 31/01/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/momento-saude-sifilis-congenita/">Momento Saúde: sífilis congênita</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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