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	<title>Arquivos Teste da orelhinha - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Teste da orelhinha - SPSP</title>
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		<title>Avaliação auditiva &#8211; Recomendações atuais para recém-nascidos e crianças maiores</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/avaliacao-auditiva-recomendacoes-atuais-para-recem-nascidos-e-criancas-maiores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 18:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Por que a audição do seu filho é tão importante? Vamos conversar sobre um tema fundamental para o desenvolvimento saudável das</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-75x75.jpeg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-Avaliacao-Auditiva-500x500.jpeg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que a audição do seu filho é tão importante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Vamos conversar sobre um tema fundamental para o desenvolvimento saudável das crianças: a audição.</p>
<p style="text-align: justify;">A capacidade de ouvir é a porta de entrada para a linguagem, a fala, a aprendizagem e a interação social. Quando uma deficiência auditiva não é identificada e tratada precocemente, pode impactar significativamente a vida da criança. Hoje em dia, com os avanços da medicina, temos condições de detectar problemas auditivos nos primeiros dias de vida e intervir de maneira eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo principal deste texto é esclarecer, de forma simples e prática, as principais causas da perda auditiva, os indicadores de risco que pediatras e famílias devem observar, os exames de triagem disponíveis e as opções de tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entendendo a perda auditiva: tipos e causas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de tudo, é importante saber que existem diferentes tipos de perda auditiva:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Perda Auditiva Condutiva:</strong> Ocorre quando há um problema no ouvido externo ou médio que impede que o som seja conduzido adequadamente até o ouvido interno. Pode ser causada por acúmulo de cera, infecções (otite) ou malformações. Muitas vezes, esse tipo de perda é temporário e tratável com medicamentos ou cirurgia.</li>
<li><strong>Perda Auditiva Sensorioneural:</strong> É a mais comum das perdas permanentes. Acontece quando há dano no ouvido interno (cóclea) ou no nervo que leva o som ao cérebro. Geralmente é irreversível, mas, com o uso de aparelhos auditivos ou implantes cocleares, pode ser reabilitada.</li>
<li><strong>Perda Auditiva Mista:</strong> Como o nome sugere, é uma combinação das duas anteriores.</li>
<li><strong>Espectro da Neuropatia Auditiva (ENA):</strong> Nesse caso, a cóclea pode estar funcionando, mas o nervo auditivo não transmite o sinal sonoro corretamente ao cérebro. É uma condição mais complexa, que requer avaliação especializada.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>E o que pode causar essas perdas?</strong> As causas são divididas entre congênitas (presentes ao nascimento) e adquiridas (que surgem após o nascimento).</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinais de alerta: os indicadores de risco para deficiência auditiva (IRDA)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas criaram uma lista de situações que aumentam a chance de uma criança ter perda auditiva. São os chamados indicadores de risco para deficiência auditiva (IRDA). Se seu filho se enquadra em algum deles, é preciso redobrar a atenção e garantir que a avaliação auditiva seja feita o quanto antes.</p>
<p style="text-align: justify;">Os principais IRDA são:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A preocupação dos pais é o IRDA mais importante!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este é o ponto número um por um motivo muito simples: os pais são os maiores especialistas em seus filhos. Se você, mãe ou pai, tem <em>qualquer</em> preocupação sobre a audição, a fala ou o desenvolvimento da linguagem do seu bebê ou criança, mesmo que ela tenha passado na triagem auditiva neonatal, deve <strong>procurar um especialista (otorrinolaringologista ou fonoaudiólogo) imediatamente</strong>. Nunca ignore seu instinto.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Histórico familiar</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se existe na família (pais, irmãos, avós, tios) algum caso de surdez ou perda auditiva permanente que começou na infância, o risco é maior. Muitas formas de perda auditiva são hereditárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas durante a gravidez e o parto:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Internação em UTI Neonatal por mais de 5 dias:</strong> Bebês nesta situação têm um risco aumentado. Os motivos são vários: uso de ventilação mecânica, medicamentos, prematuridade, entre outros.</li>
<li><strong>Peso de nascimento muito baixo (menos de 1.500 gramas):</strong> Bebês prematuros e com baixo peso são mais vulneráveis.</li>
<li><strong>Complicações no parto:</strong> Como falta de oxigênio (anoxia perinatal), Apgar baixo (nota abaixo de 4 no 1º minuto ou 6 no 5º minuto), ou icterícia grave que necessitou de tratamento especial (exsanguinotransfusão).</li>
<li><strong>Infecções congênitas (as famosas &#8220;infecções da gestação&#8221;): </strong>Durante a gravidez, algumas infecções podem ser transmitidas para o bebê e causar problemas, incluindo a perda auditiva. O grupo é conhecido pela sigla <strong>STORCH+Z, </strong>sendo:</li>
<li><strong>S</strong>ífilis</li>
<li><strong>T</strong>oxoplasmose</li>
<li><strong>R</strong>ubéola (felizmente, o Brasil eliminou a rubéola em 2015!)</li>
<li><strong>C</strong>itomegalovírus (CMV) – uma das causas mais comuns de perda auditiva adquirida na infância</li>
<li><strong>H</strong>erpes</li>
<li><strong>HIV</strong></li>
<li><strong>Z</strong>ika Vírus</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O pré-natal é fundamental para prevenir, diagnosticar e tratar essas infecções.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Características físicas e síndromes</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Anomalias craniofaciais:</strong> Bebês com lábio leporino/fenda palatina, microtia (orelha malformada), apêndices pré-auriculares (pequenas &#8220;bolinhas&#8221; perto da orelha) têm maior risco.</li>
<li><strong>Síndromes genéticas conhecidas:</strong> Algumas síndromes, como Down, Waardenburg, Usher e outras, frequentemente estão associadas à perda auditiva.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uso de medicamentos ototóxicos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certos medicamentos, embora necessários para tratar infecções graves ou câncer, podem prejudicar a audição. Os principais são alguns antibióticos e quimioterápicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Causas adquiridas na infância</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Infecções graves:</strong> Meningite bacteriana é uma causa muito importante de perda auditiva pós-natal. Manter a carteira de vacinação em dia é a melhor prevenção!</li>
<li><strong>Traumatismo craniano:</strong> Pancadas fortes na cabeça podem lesionar o ouvido.</li>
<li><strong>Otite média secretora (OMS):</strong> Extremamente comum na infância, é o acúmulo de líquido atrás do tímpano. Pode causar perda auditiva condutiva temporária. Se persistir por mais de três meses, pode precisar de tratamento com cirurgia para colocar tubo de ventilação.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A triagem auditiva neonatal: o primeiro e fundamental exame</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Todas as crianças devem fazer o teste da orelhinha ainda na maternidade, preferencialmente nas primeiras 48 horas de vida. É um exame rápido, indolor e que não incomoda o bebê.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Como é feito?</strong> Coloca-se uma pequena sonda no canal auditivo do bebê, que emite sons e capta a resposta do ouvido interno (as &#8220;emissões otoacústicas evocadas&#8221;).</li>
<li><strong>E se o bebê &#8220;falhar&#8221; no teste?</strong> Isso não significa que ele é surdo. Pode ser que havia líquido no ouvido ou o bebê estava se mexendo muito. O importante é <strong>repetir o teste</strong> em até um mês. Se a falha persistir, a criança deve ser encaminhada para uma avaliação audiológica completa.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lembre-se:</strong> Passar no teste da orelhinha é ótimo, mas não descarta 100% a possibilidade de uma perda auditiva se desenvolver mais tarde. Por isso, a observação contínua dos pais é insubstituível.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que esperar da consulta com o especialista (otorrinolaringologista)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se houver suspeita de perda auditiva, o médico fará uma avaliação completa:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Histórico detalhado:</strong> Perguntará sobre a gravidez, o parto, a triagem auditiva, o desenvolvimento da criança e o histórico familiar.</li>
<li><strong>Exame físico minucioso:</strong> Olhará as orelhas, o rosto e a cabeça do bebê em busca de sinais que possam estar associados à perda auditiva.</li>
<li><strong>Solicitação de exames:</strong> Pode pedir exames de sangue (para investigar infecções congênitas), exames de imagem (como tomografia) e, o mais importante, exames audiológicos específicos para a idade da criança.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Opções de tratamento e reabilitação: </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico de perda auditiva não é o fim da linha. Pelo contrário, é o início de uma jornada de reabilitação com resultados fantásticos, especialmente quando iniciada cedo. As opções dependem do tipo e grau da perda:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Aparelhos de amplificação sonora individual (AASI)</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">São os conhecidos aparelhos auditivos. Eles amplificam o som e são a primeira opção para a maioria das crianças com perda auditiva sensorioneural. A adaptação deve ser feita por um fonoaudiólogo especializado.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Próteses auditivas ancoradas no osso (PAAO)</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Indicadas para casos em que o som não consegue chegar ao ouvido interno pela via normal, como em algumas malformações de orelha ou após cirurgias. Elas vibram o osso do crânio, que por sua vez estimula a cóclea diretamente.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Implante coclear</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É uma tecnologia incrível para crianças com perdas auditivas severas a profundas, que não se beneficiam suficientemente dos aparelhos convencionais. É um dispositivo eletrônico implantado cirurgicamente que substitui a função da cóclea danificada, enviando sinais elétricos diretamente para o nervo auditivo.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>A idade importa:</strong> O ideal é que o implante seja feito antes dos 12 meses de vida, pois o cérebro está no período de maior plasticidade para aprender a ouvir. Os resultados em termos de desenvolvimento de linguagem são espetaculares.</li>
<li><strong>É um processo:</strong> Após a cirurgia, a criança precisa de uma intensa terapia fonoaudiológica para aprender a interpretar os sons que agora consegue ouvir.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Outros implantes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem também implantes de orelha média e até implantes no tronco cerebral para casos muito específicos em que o implante coclear não é possível.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O papel da família e a importância da intervenção precoce</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A família é o pilar mais importante da reabilitação. O envolvimento dos pais no processo de terapia, a criação de um ambiente rico em estímulos sonoros e linguísticos, muito amor e paciência fazem toda a diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">Estudos mostram que crianças com perda auditiva identificada e tratada <strong>antes dos 6 meses de idade</strong> desenvolvem habilidades de linguagem muito melhores do que aquelas identificadas tardiamente. Cada dia conta!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão: fique atento e converse com seu pediatra</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A audição é um sentido precioso. Conhecer os indicadores de risco e acompanhar de perto o desenvolvimento do seu filho são as melhores formas de garantir que qualquer problema seja detectado a tempo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Em resumo:</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Faça o teste da orelhinha no recém-nascido.</strong></li>
<li><strong>Observe os marcos do desenvolvimento da fala e da audição.</strong></li>
<li><strong>Conheça os IRDA e, se seu filho se enquadrar em algum, converse com o pediatra.</strong></li>
<li><strong>Confie no seu instinto: se desconfiar de algo, procure ajuda especializada sem demora.</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A medicina avança a cada dia, e as possibilidades de reabilitação auditiva são vastas e cheias de sucesso. Com informação, cuidado e apoio, seu filho terá todas as ferramentas para desenvolver todo o seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Este texto tem caráter informativo e não substitui a consulta com o pediatra ou otorrinolaringologista. Para qualquer dúvida específica sobre a saúde do seu filho, procure sempre um profissional de saúde.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Manoel de Nóbrega<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Prevenção da surdez começa no pré-natal</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-da-surdez-comeca-no-pre-natal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 12:04:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-75x75.jpeg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Em 10 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. A prevenção da surdez começa no período pré-natal – saber se existe na família algum caso de surdez</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/prevencao-da-surdez-comeca-no-pre-natal/">Prevenção da surdez começa no pré-natal</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/11/Prevencao-da-Surdez-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Em 10 de novembro é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez. A prevenção da surdez começa no período pré-natal &#8211; saber se existe na família algum caso de surdez presente ao nascimento; se os pais são parentes entre si (parentesco de primeiro e segundo graus). Para estes casos, a orientação do geneticista pode ser muito útil.</p>
<p style="text-align: justify;">No período gestacional é fundamental a realização das consultas pré-natais. O acompanhamento com o obstetra é importante para garantir uma evolução sadia do seu futuro bebê!</p>
<p style="text-align: justify;">Deve-se fazer os testes sorológicos na gestante para afastar o risco de infecções maternas durante a gestação, que podem passar despercebidas. São elas: toxoplasmose, citomegalovirose, rubéola, herpes, Aids, sífilis, zika vírus, chikungunya, Covid-19.</p>
<p style="text-align: justify;">O período que envolve o parto e a alta hospitalar do bebê são momentos críticos para a audição. Bebês que nascem prematuros e/ou com baixo peso também podem ter risco para a surdez. Internação em UTI por mais de cinco dias, problemas de oxigenação que necessitam de entubação, aumento da bilirrubina em que existe a necessidade de exsanguinotransfusão, uso de antibióticos ototóxicos, meningite, hemorragia periventricular também são fatores de risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve sempre ser solicitada a avaliação audiológica de seu bebê antes da alta hospitalar – o que é conhecido como o “Teste da Orelhinha”. É seu direito e é lei. Os testes são simples, rápidos, não invasivos, não dolorosos e permitem avaliar com muita precisão se o seu bebê “passou” na triagem auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Se existe suspeita de falha no “Teste da Orelhinha”, seu bebê deve ser encaminhado para as unidades de referência para confirmação da surdez e se iniciar de forma precoce o processo da reabilitação auditiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando um diagnóstico e a reabilitação da perda auditiva são feitos de forma precoce, as chances de o recém-nascido desenvolver a fala e a linguagem são muito maiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante o período pré-escolar e escolar, as infecções de ouvido são mais frequentes e podem causar perda auditiva temporária, que pode afetar o bom desenvolvimento da criança. Por isso o acompanhamento periódico com o pediatra e a realização de avaliações audiológicas seriadas são importantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas crianças maiores é importante estar atento ao uso de fones de ouvido em volume aumentado. Mesmo a música alta pode causar perda auditiva irreversível.</p>
<p style="text-align: justify;">Que a audição de seu filho não se restrinja apenas ao dia 10 de novembro. A audição que nos permite estar na “presença intelectual dos homens” (Hellen Keller). É graças a audição que iremos desenvolver a fala, a linguagem, que iremos aprender e ensinar.</p>
<p> </p>
<p><strong>Relator:</strong></p>
<p><strong>Manoel de Nóbrega<br />Presidente do Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A importância do teste da orelhinha</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-importancia-do-teste-da-orelhinha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Aug 2023 20:09:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Tão logo ocorre o nascimento do bebê, começam os exames diagnósticos: tipagem sanguínea, teste do pezinho, teste da orelhinha e outros. O objetivo é claro: evitar complicações e intervir</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/08/Teste-Orelhinha-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Tão logo ocorre o nascimento do bebê, começam os exames diagnósticos: tipagem sanguínea, teste do pezinho, teste da orelhinha e outros. O objetivo é claro: evitar complicações e intervir precocemente caso exista alguma doença.</p>
<p style="text-align: justify;">O sistema auditivo começa sua formação durante o período gestacional, mas apenas após o nascimento e com a exposição aos diferentes sons é que seu amadurecimento acontece. As informações recebidas pela cóclea, parte interna da orelha, são enviadas via nervo auditivo para o córtex auditivo, área do cérebro responsável pela audição.</p>
<p style="text-align: justify;">É nesse local que as bases do sistema sensorial auditivo serão criadas, conferindo à criança a habilidade de compreender e discriminar os sons. Este aprendizado, no entanto, só é possível nos primeiros três anos de vida, período no qual o cérebro infantil possui grande plasticidade e por isso é capaz de formar conexões e caminhos nervosos para o córtex auditivo. Passado esse período, ocorre uma reorganização neural no cérebro e os estímulos sonoros provindos da cóclea não terão meios de atingir o córtex auditivo com a mesma eficiência, deixando o indivíduo incapaz de reconhecer os diferentes sons.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, não tratar uma perda auditiva precocemente pode implicar prejuízos irreparáveis na audição, além de outras consequências não menos importantes, como distúrbios no desenvolvimento da fala e da linguagem, impactos sociais e emocionais, bem como baixo rendimento escolar e de aprendizagem.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, a Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), conhecida popularmente como “Teste da Orelhinha”, não poderia ficar de fora dos exames diagnósticos essenciais ao recém-nascido. Estatísticas mundiais apontam que 1 a 3 em cada 1.000 recém-nascidos são diagnosticados com perda auditiva moderada a severa nas maternidades e que esta prevalência aumenta para 2 a 4 em cada 100 bebês nas Unidades de Terapia Intensiva. Com esses dados confirmamos o grande impacto dos distúrbios de audição na população infantil e sua clara necessidade de investigação ao nascimento. No Brasil, a Triagem Auditiva Neonatal é obrigatória por lei em todos os hospitais desde 2010 (Lei Federal n<sup>o</sup> 12.303).</p>
<p style="text-align: justify;">O Teste da Orelhinha é, na realidade, composto por dois exames diferentes. Para bebês sem fatores de risco para perda auditiva, o teste de escolha é denominado Emissões Otoacústicas (EOA). Já nos recém-nascidos com fatores de risco, como histórico familiar de surdez, infecções gestacionais, alterações genéticas e outros, preconiza-se também a realização do Potencial Evocado de Tronco Encefálico (PEATE ou BERA).</p>
<p style="text-align: justify;">Importante ressaltar que ambos os exames são indolores e gratuitos e devem ser realizados dentro dos primeiros 30 dias de vida do bebê, preferencialmente antes da alta da maternidade. Caso apresente alteração, o teste deve ser repetido e, se confirmado qualquer grau de surdez, é de extrema urgência que investigações e tratamentos sejam prontamente iniciados, não ultrapassando os seis meses de idade. Com a identificação precoce da perda auditiva e uma rápida intervenção, é possível proporcionar não apenas uma melhoria na audição e na linguagem, mas também no desenvolvimento global da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Renata Christofe Garrafa<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Departamento Científico de Otorrinolaringologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>23 de Fevereiro dia do Surdo-mudo</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/23-de-fevereiro-dia-do-surdo-mudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2022 14:51:22 +0000</pubDate>
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<p>Os indivíduos com surdez são muito diversos entre si e suas capacidades intelectuais, motoras e emocionais não são iguais. Definir uma pessoa apenas por uma característica, como a dificuldade de usar a audição como meio para comunicação</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Depositphotos_2721239_svitlana10-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Depositphotos_2721239_svitlana10-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/02/Depositphotos_2721239_svitlana10-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 23/02/2022</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>Os indivíduos com surdez são muito diversos entre si e, como todos os seres humanos, suas capacidades intelectuais, motoras e emocionais não são iguais. Definir uma pessoa apenas por uma característica, como a dificuldade de usar a audição como meio para comunicação, é um estereótipo inadequado.</p>



<p>Podem utilizar a comunicação oral (oralizados) ou língua de sinais (sinalizadores) e muitos se utilizam das duas formas. O mais importante é que tenham uma língua introduzida logo nos primeiros meses de vida, não importa qual o canal. Apesar de ainda pouco divulgada, a língua de sinais tem todas as características das línguas orais e permite um desenvolvimento intelectual e emocional adequados.</p>



<p>O importante é o diagnóstico precoce, pois o desenvolvimento cerebral, incluindo a linguagem (que nos permite pensar, falar consigo mesmo, desenvolver nossa inteligência), ocorre predominantemente nos 3 primeiros anos de vida. A Triagem Auditiva Neonatal Universal (TANU), popularmente conhecida como Teste da orelhinha, é fundamental e deve ser realizada nos primeiros 15 dias de vida, de preferência ainda na maternidade.</p>



<p>Quando o teste de triagem está alterado ou há alguma observação por parte da família ou da escola, o diagnóstico deve ser realizado por um médico otorrinolaringologista que, junto com o fonoaudiólogo, vai determinar se há ou não surdez, qual o tipo, o grau e qual método de reabilitação pode ser indicado em cada caso.</p>



<p>Em 23 de Fevereiro é celebrado no Brasil o Dia do Surdo-mudo. A expressão surdo-mudo muitas vezes é usada para se referir aos indivíduos com surdez, porém ela não é correta, os indivíduos com surdez não são mudos!! Tem a capacidade de gerar som (voz) articular (fala), podem apresentar uma dificuldade maior por não terem a referência da audição para aprender e monitorizar sua emissão.</p>



<p>A <a href="https://feneis.org.br/o-que-e/">Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos</a> (FENEIS), fundada em maio de 1987, defende os direitos e a assistência da comunidade surda brasileira. Filiada à Federação Mundial dos Surdos, conta com uma rede de seis Administrações Regionais, e, face à sua importância, suas atividades foram reconhecidas como de utilidade pública federal, estadual e municipal. Uma de suas bandeiras é: “surdo-mudo: apague essa ideia”.</p>



<p><strong>Relatora:</strong><a id="_msocom_1"></a><br><strong>Sulene Pirana</strong><br><strong>Núcleo de Estudos de Desenvolvimento e Aprendizagem e da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p>Foto: svitlana10 |&nbsp;<a href="http://depositphotos.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">depositphotos.com</a></p>



<p><a id="_msocom_1"></a></p>
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		<item>
		<title>Retrospectiva Momento Saúde: desenvolvimento da fala</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-desenvolvimento-da-fala/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 17:30:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Apresentamos &#8211; nesta época de férias &#8211; uma retrospectiva de todos os artigos publicados em nossa coluna Momento Saúde, criada em 2017 pela equipe do blog Pediatra Orienta para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Republicando sobre: Atraso no desenvolvimento da fala &#160; Errando, acertando&#8230; falando! A fala é uma importante manifestação da linguagem (ideias, pensamentos, sentimentos) e depende de um complexo sistema integrativo entre audição e motricidade oral. As primeiras emissões surgem ao redor de 7-8 meses, com o balbucio, e vão evoluindo até o aparecimento das primeiras palavras entre 12 e 18 meses. Aos dois anos, a criança deve ter um vocabulário mínimo de seis a oito palavras, aos três anos usa sentenças e sua fala deve ser compreensível para um estranho. A articulação estará perfeita até o quinto ano de vida. Cerca de 10% das crianças apresenta algum tipo de alteração da produção motora da fala – os transtornos articulatórios – dificuldades na realização de um ou mais sons da língua. Outras alterações podem ocorrer na fluência da fala – a gagueira – quando aparecem repetições, prolongamentos e bloqueios. A apraxia da fala é o quadro em que a programação motora da fala no cérebro está alterada, levando a falhas graves na articulação dos sons, podendo tornar a fala ininteligível. Essas alterações devem ser avaliadas o mais precocemente possível para possibilitar a distinção entre o que é apenas um processo normal dentro da aquisição da fala ou alterações e atrasos do desenvolvimento. Autismo e linguagem A linguagem é o meio pelo qual os seres humanos estabelecem relações sociais, conexões emocionais e profissionais. O transtorno do espectro autista afeta primordialmente a capacidade de estabelecer relações sociais. Sendo assim, tanto a linguagem verbal quanto a não verbal (gestos, expressões faciais, entonação) estarão afetadas. Os autistas têm uma comunicação ineficaz porque não conseguem adaptar a mensagem às necessidades do ouvinte e perceber as sutis informações não verbais, ironias, piadas. Podem adquirir e reconhecer o significado de muitas palavras, mas sua linguagem está limitada a significados concretos. Tendem a compreender a informação de forma literal. Muitas crianças com autismo não desenvolvem a linguagem oral e quase 65% apresentam apraxia de fala (falha na articulação dos sons). O diagnóstico envolve a diferenciação entre autismo e distúrbios de linguagem, onde a interação social também pode estar prejudicada pela dificuldade de entendimento da fala da criança. A avaliação e reabilitação devem centrar nas necessidades comunicativas e sociais levando em consideração os ambientes da vida cotidiana do indivíduo: família, escola e trabalho. Ouvindo e falando A ligação entre ouvir e falar é bem estabelecida. Sabemos que a integridade do sistema auditivo é uma das condições fundamentais para que a fala se desenvolva. Assim como a linguagem, são a comunicação interpessoal e o aprendizado. A criança já é capaz de ouvir desde a vida intrauterina. Ouvindo, a criança começa a estabelecer uma comunicação com a mãe e outros ao seu redor que vai se moldando com o passar do tempo em palavras e orações. A maioria das crianças hoje é submetida ao teste da orelhinha, ainda na maternidade. É apenas uma triagem da integridade da audição naquele momento. Outros problemas auditivos podem aparecer nos primeiros anos de vida comprometendo a audição. Mesmo perdas auditivas leves podem estar associadas ao desenvolvimento das habilidades de comunicação receptiva e expressiva, problemas de aprendizado, dificuldade de comunicação e isolamento, assim como trocas de fonemas na fala e prejuízo do vocabulário. Na presença de atrasos no desenvolvimento da fala é fundamental a avaliação auditiva. A criança nem sempre entende o que ouve Essa situação é uma queixa frequente e caracteriza Distúrbio do Processamento Auditivo (DPA): condição que torna difícil reconhecer diferenças sutis entre sons das palavras e afeta a habilidade de processar/compreender o que se fala. Esse distúrbio afeta a comunicação (atraso no desenvolvimento da fala) e a memória auditiva, trazendo dificuldade em compreender ordens complexas, que se estendem aos problemas escolares, como alfabetização, leitura, soletramento, compreensão de problemas, etc. As crianças apresentam dificuldade nas relações sociais, problemas em contar histórias ou piadas e evitam conversas longas, principalmente ao telefone. Solicitam a repetição do que se fala, usam “Ah”, “Que?”. São, em geral, crianças distraídas, com pobre habilidade musical, dificuldades em decorar letras musicais, ritmos. As causas vão além da perda auditiva, destacando-se, ainda, a prematuridade, baixo peso ao nascer, distúrbios neurológicos, otites de repetição etc. São comumente associadas a perda auditiva o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) e a dislexia. Os testes de diagnóstico devem ser realizados acima dos seis anos. &#160; ___ Relator: Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP. Republicado em 12/12/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-desenvolvimento-da-fala/">Retrospectiva Momento Saúde: desenvolvimento da fala</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1994 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/03/MomentoOtorrino-300x200.png" alt="otorrinolaringologia" width="300" height="200">Apresentamos &#8211; nesta época de férias &#8211; uma retrospectiva de todos os artigos publicados em nossa coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong>, criada em 2017 pela equipe do blog Pediatra Orienta para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples.</p>
<p>Republicando sobre:<br />
<strong>Atraso no desenvolvimento da fala</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Errando, acertando&#8230; falando!</strong></h1>
<p>A fala é uma importante manifestação da linguagem (ideias, pensamentos, sentimentos) e depende de um complexo sistema integrativo entre audição e motricidade oral. As primeiras emissões surgem ao redor de 7-8 meses, com o balbucio, e vão evoluindo até o aparecimento das primeiras palavras entre 12 e 18 meses. Aos dois anos, a criança deve ter um vocabulário mínimo de seis a oito palavras, aos três anos usa sentenças e sua fala deve ser compreensível para um estranho. A articulação estará perfeita até o quinto ano de vida.</p>
<p>Cerca de 10% das crianças apresenta algum tipo de alteração da produção motora da fala – os transtornos articulatórios – dificuldades na realização de um ou mais sons da língua. Outras alterações podem ocorrer na fluência da fala – a gagueira – quando aparecem repetições, prolongamentos e bloqueios. A apraxia da fala é o quadro em que a programação motora da fala no cérebro está alterada, levando a falhas graves na articulação dos sons, podendo tornar a fala ininteligível.</p>
<p>Essas alterações devem ser avaliadas o mais precocemente possível para possibilitar a distinção entre o que é apenas um processo normal dentro da aquisição da fala ou alterações e atrasos do desenvolvimento.</p>
<h1><strong>Autismo e linguagem</strong></h1>
<p>A linguagem é o meio pelo qual os seres humanos estabelecem relações sociais, conexões emocionais e profissionais. O transtorno do espectro autista afeta primordialmente a capacidade de estabelecer relações sociais. Sendo assim, tanto a linguagem verbal quanto a não verbal (gestos, expressões faciais, entonação) estarão afetadas.</p>
<p>Os autistas têm uma comunicação ineficaz porque não conseguem adaptar a mensagem às necessidades do ouvinte e perceber as sutis informações não verbais, ironias, piadas. Podem adquirir e reconhecer o significado de muitas palavras, mas sua linguagem está limitada a significados concretos. Tendem a compreender a informação de forma literal.</p>
<p>Muitas crianças com autismo não desenvolvem a linguagem oral e quase 65% apresentam apraxia de fala (falha na articulação dos sons).<br />
O diagnóstico envolve a diferenciação entre autismo e distúrbios de linguagem, onde a interação social também pode estar prejudicada pela dificuldade de entendimento da fala da criança.</p>
<p>A avaliação e reabilitação devem centrar nas necessidades comunicativas e sociais levando em consideração os ambientes da vida cotidiana do indivíduo: família, escola e trabalho.</p>
<h1><strong>Ouvindo e falando</strong></h1>
<p>A ligação entre ouvir e falar é bem estabelecida. Sabemos que a integridade do sistema auditivo é uma das condições fundamentais para que a fala se desenvolva. Assim como a linguagem, são a comunicação interpessoal e o aprendizado. A criança já é capaz de ouvir desde a vida intrauterina. Ouvindo, a criança começa a estabelecer uma comunicação com a mãe e outros ao seu redor que vai se moldando com o passar do tempo em palavras e orações.</p>
<p>A maioria das crianças hoje é submetida ao teste da orelhinha, ainda na maternidade. É apenas uma triagem da integridade da audição naquele momento. Outros problemas auditivos podem aparecer nos primeiros anos de vida comprometendo a audição. Mesmo perdas auditivas leves podem estar associadas ao desenvolvimento das habilidades de comunicação receptiva e expressiva, problemas de aprendizado, dificuldade de comunicação e isolamento, assim como trocas de fonemas na fala e prejuízo do vocabulário.</p>
<p>Na presença de atrasos no desenvolvimento da fala é fundamental a avaliação auditiva.</p>
<h1><strong>A criança nem sempre entende o que ouve</strong></h1>
<p>Essa situação é uma queixa frequente e caracteriza Distúrbio do Processamento Auditivo (DPA): condição que torna difícil reconhecer diferenças sutis entre sons das palavras e afeta a habilidade de processar/compreender o que se fala. Esse distúrbio afeta a comunicação (atraso no desenvolvimento da fala) e a memória auditiva, trazendo dificuldade em compreender ordens complexas, que se estendem aos problemas escolares, como alfabetização, leitura, soletramento, compreensão de problemas, etc.</p>
<p>As crianças apresentam dificuldade nas relações sociais, problemas em contar histórias ou piadas e evitam conversas longas, principalmente ao telefone. Solicitam a repetição do que se fala, usam “Ah”, “Que?”. São, em geral, crianças distraídas, com pobre habilidade musical, dificuldades em decorar letras musicais, ritmos.</p>
<p>As causas vão além da perda auditiva, destacando-se, ainda, a prematuridade, baixo peso ao nascer, distúrbios neurológicos, otites de repetição etc.</p>
<p>São comumente associadas a perda auditiva o TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) e a dislexia. Os testes de diagnóstico devem ser realizados acima dos seis anos.</p>
<p><div id="attachment_1996" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1996" class="size-large wp-image-1996" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/03/child_singing_1521638538-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558"><p id="caption-attachment-1996" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/Free-Photos/">Free-Photos</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
<strong> Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP.<br />
</strong></p>
<p>Republicado em 12/12/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons"></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/retrospectiva-momento-saude-desenvolvimento-da-fala/">Retrospectiva Momento Saúde: desenvolvimento da fala</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Momento Saúde: ouvindo e falando</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/momento-saude-ouvindo-e-falando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 18:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A coluna Momento Saúde foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados. O assunto é: atraso no desenvolvimento da fala: quando investigar? &#160; Ouvindo e falando A ligação entre ouvir e falar é bem estabelecida. Sabemos que a integridade do sistema auditivo é uma das condições fundamentais para que a fala se desenvolva. Assim como a linguagem, são a comunicação interpessoal e o aprendizado. A criança já é capaz de ouvir desde a vida intrauterina. Ouvindo, a criança começa a estabelecer uma comunicação com a mãe e outros ao seu redor que vai se moldando com o passar do tempo em palavras e orações. A maioria das crianças hoje é submetida ao teste da orelhinha, ainda na maternidade. É apenas uma triagem da integridade da audição naquele momento. Outros problemas auditivos podem aparecer nos primeiros anos de vida comprometendo a audição. Mesmo perdas auditivas leves podem estar associadas ao desenvolvimento das habilidades de comunicação receptiva e expressiva, problemas de aprendizado, dificuldade de comunicação e isolamento, assim como trocas de fonemas na fala e prejuízo do vocabulário. Na presença de atrasos no desenvolvimento da fala é fundamental a avaliação auditiva. ___ Relatora: Dra. Renata C. Di Francesco Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP. Publicado em 4/04/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1994 size-medium" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/03/MomentoOtorrino-300x200.png" alt="otorrinolaringologia" width="300" height="200" />A coluna <strong><em>Momento Saúde</em></strong> foi criada para que você possa ter informações rápidas sobre um determinado tema de relevância para a saúde das crianças e adolescentes, com textos curtos e de linguagem simples. Com uma postagem por semana, esta coluna será seu momento de dicas, alertas e cuidados.</p>
<p>O assunto é:<br />
<strong>atraso no desenvolvimento da fala: quando investigar?</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h1><strong>Ouvindo e falando</strong></h1>
<p>A ligação entre ouvir e falar é bem estabelecida. Sabemos que a integridade do sistema auditivo é uma das condições fundamentais para que a fala se desenvolva. Assim como a linguagem, são a comunicação interpessoal e o aprendizado. A criança já é capaz de ouvir desde a vida intrauterina. Ouvindo, a criança começa a estabelecer uma comunicação com a mãe e outros ao seu redor que vai se moldando com o passar do tempo em palavras e orações.</p>
<p>A maioria das crianças hoje é submetida ao teste da orelhinha, ainda na maternidade. É apenas uma triagem da integridade da audição naquele momento. Outros problemas auditivos podem aparecer nos primeiros anos de vida comprometendo a audição. Mesmo perdas auditivas leves podem estar associadas ao desenvolvimento das habilidades de comunicação receptiva e expressiva, problemas de aprendizado, dificuldade de comunicação e isolamento, assim como trocas de fonemas na fala e prejuízo do vocabulário.</p>
<p>Na presença de atrasos no desenvolvimento da fala é fundamental a avaliação auditiva.</p>
<p><div id="attachment_2019" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2019" class="size-large wp-image-2019" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/04/child_listening_1522779329-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-2019" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/tung256/">tung256</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:</strong><br />
<strong>Dra. Renata C. Di Francesco</strong><br />
Departamento Científico de Otorrinolaringologia da SPSP.</p>
<p>Publicado em 4/04/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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