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	<title>Arquivos Z Departamentos - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Z Departamentos - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Orientações sobre a Síndrome de Down</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/orientacoes-sobre-a-sindrome-de-down/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 18:52:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial da Síndrome de Down é celebrado em 21 de março. A síndrome de Down (SD) é uma condição genética que nos ensina lições valiosas sobre amor, inclusão e a beleza</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/orientacoes-sobre-a-sindrome-de-down/">Orientações sobre a Síndrome de Down</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Sindrome-de-Down-500x500.jpg 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Síndrome de Down é celebrado em 21 de março. A síndrome de Down (SD) é uma condição genética que nos ensina lições valiosas sobre amor, inclusão e a beleza da diversidade humana. Sempre nos levando a refletir que cada pessoa é única, com suas próprias habilidades e potenciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é SD?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A trissomia do 21, mais conhecida como síndrome de Down, é uma condição genética causada por uma divisão celular anormal, que resulta em uma cópia extra, total ou parcial, do cromossomo 21. Isso quer dizer que as pessoas com síndrome de Down têm 47 cromossomos em suas células, em vez de 46, como a maior parte da população. Esse material genético extra causa as alterações de desenvolvimento e as características físicas da síndrome.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que o nome síndrome de Down?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O termo &#8220;síndrome&#8221; refere-se a um conjunto de sintomas que tendem a ocorrer juntos. Numa síndrome, existe um padrão de sinais e sintomas diferentes em cada um, e “Down” designa o sobrenome do médico pediatra inglês, John Langdon Down, que a descreveu pela primeira vez.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário enfatizar que a síndrome de Down não é uma doença e não deve ser tratada assim em nenhum momento. Pessoas com essa alteração genética, na maior parte, podem ser saudáveis. Porém, como consequência de baixa resistência imunológica, as crianças com a síndrome, principalmente nos primeiros anos de vida, são mais suscetíveis a infecções, principalmente no sistema respiratório e digestivo e, a depender dos problemas de saúde que apresentam relacionados com a síndrome, tendem a ficar mais doentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinais e sintomas </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não existem “graus” da síndrome. Cada pessoa com SD tem características e habilidades individuais, influenciadas por fatores genéticos e ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">As alterações intelectuais e o desenvolvimento geralmente variam. Alguns têm quadros de saúde leves, enquanto outros apresentam problemas de saúde graves, como exemplo as cardiopatias congênitas.</p>
<p style="text-align: justify;">Crianças e adultos com síndrome de Down apresentam características faciais e corporais distintas. Embora nem todos tenham as mesmas características, <strong>algumas das mais comuns incluem:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Rosto achatado e nariz pequeno, com dorso plano.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Cabeça pequena, pescoço curto.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Língua que tende a ficar para fora da boca.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Pálpebras inclinadas para cima.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Dobra de pele da pálpebra superior que cobre o canto interno do olho.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Orelhas pequenas e arredondadas.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Mãos pequenas e largas, com uma única prega na palma e dedos curtos.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Pés pequenos, com espaço entre o primeiro e o segundo dedo.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Pequenas manchas brancas na parte colorida do olho chamada íris. Essas manchas brancas são chamadas de manchas de Brushfield.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Baixa estatura.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Tônus muscular deficiente na infância.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Articulações frouxas e muito flexíveis.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Bebês podem ter tamanho médio, mas normalmente crescem lentamente e permanecem mais baixos do que outras crianças da mesma idade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Diagnóstico </strong></p>
<p style="text-align: justify;">A suspeita da síndrome pode ser iniciada no pré-natal regular, com a realização de exames de imagem e de sangue na gestação, que nos auxiliam a identificar alterações cromossômicas antes do nascimento, o que permite um planejamento e orientações aos pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nascimento, características faciais na avaliação médica podem levar à suspeita, sendo confirmada com exame de sangue, com o cariótipo que avalia alterações cromossômicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem ser solicitados exames como ultrassom, ecocardiograma e/ou exames laboratoriais para avaliar alterações que alguns pacientes podem apresentar da síndrome.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Seguimento multidisciplinar </strong></p>
<p style="text-align: justify;">O seguimento regular com o pediatra é primordial, incluindo uma equipe multidisciplinar com elo forte no seguimento, dentre os quais: fisioterapia, terapia ocupacional e psicologia.</p>
<p style="text-align: justify;">O seguimento com as especialidades médicas, como neurologia, gastroenterologia, cardiologia, endocrinologia, oftalmologia, pneumologia ou ortopedia dependerá das alterações presentes em cada criança, por isso a necessidade de seguimento periódico com o pediatra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Principais complicações </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Diabetes</p>
<p style="text-align: justify;">Alterações na tireoide: hipotireoidismo</p>
<p style="text-align: justify;">Cardiopatias</p>
<p style="text-align: justify;">Doenças intestinais: doença celíaca, refluxo e constipação</p>
<p style="text-align: justify;">Problemas visuais, como catarata, estrabismo, entre outros</p>
<p style="text-align: justify;">Alteração auditiva</p>
<p style="text-align: justify;">Alterações neurológicas</p>
<p style="text-align: justify;">Problemas respiratórios</p>
<p style="text-align: justify;">Alterações hematológicas</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Inclusão social na SD</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Somos criados para vivermos conectados a outras pessoas. Carregamos dentro de nós uma necessidade de estarmos ligados de alguma forma às pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter convívio social, trabalhar em grupo, estar na escola ou na faculdade, fazer amigos, fazem parte da convivência humana. Não ter isso seria contrário à nossa natureza e à forma como fomos criados por Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Realizar a inclusão das crianças com síndrome de Down na escola é uma forma de conexão. O aprendizado pode ser muito mais efetivo quando o aluno interage com os demais colegas, com os pais e demais educadores capacitados. E com tarefas adaptáveis em seu contexto de desenvolvimento neuropsicomotor; progressivamente, isso fará diferença.</p>
<p style="text-align: justify;">É necessário termos enfoque sobre a importância do estudo e inclusão social.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre nos levando a refletir que cada pessoa é única, com suas próprias habilidades e potenciais.</p>



<p><strong>Relatora:</strong><br><strong>Simei Filomena Nhime</strong><br><strong>Pediatra com Complementação Especializada em Genética Médica</strong><br><strong>Secretária do Departamento Científico de Genética da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Central de Notícias das Rádios Comunitárias – Crianças com menos de dez anos já têm interesse por maquiagem, com Silmara da Costa Cestari</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/central-de-noticias-das-radios-comunitarias-criancas-com-menos-de-dez-anos-ja-tem-interesse-por-maquiagem-com-silmara-da-costa-cestari/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 15:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículo: Central de Notícias das Rádios Comunitárias Data: 18/02/2026 A dermatologista pediátrica Silmara da Costa Cestari, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da SPSP, concedeu entrevista para a Central de Notícias das Rádios Comunitárias, para comentar uma pesquisa que apontou que crianças com menos de dez anos já têm interesse por maquiagem. Segundo a especialista, existem muitos riscos do uso de maquiagem na infância, principalmente pela sensibilidade da pele da criança, que não está preparada para utilização dessas substâncias, que podem causar efeitos tóxicos. O levantamento mostrou que 69% das meninas e 50% dos meninos abaixo dos dez anos de idade demonstram interesse por produtos de beleza. Assista à entrevista: </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Central de Notícias das Rádios Comunitárias</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 18/02/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">A dermatologista pediátrica Silmara da Costa Cestari, presidente do Departamento Científico de Dermatologia da SPSP, concedeu entrevista para a Central de Notícias das Rádios Comunitárias, para comentar uma pesquisa que apontou que crianças com menos de dez anos já têm interesse por maquiagem. Segundo a especialista, existem muitos riscos do uso de maquiagem na infância, principalmente pela sensibilidade da pele da criança, que não está preparada para utilização dessas substâncias, que podem causar efeitos tóxicos. O levantamento mostrou que 69% das meninas e 50% dos meninos abaixo dos dez anos de idade demonstram interesse por produtos de beleza.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Assista à entrevista: </strong></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/AWmzzGnyCYk" width="720" height="404" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Revista Kdea 360, Inforbios e Gazeta da Semana &#8211; SPSP dedica o mês de março ao cuidado do recém-nascido prematuro, com SPSP</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/revista-kdea-360-inforbios-e-gazeta-da-semana-spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro-com-spsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 19:08:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Veículos: Revista Kdea 360, Inforbios e Gazeta da Semana  Data: 16/03/2026 Os portais da Revista Kdea 360, Inforbios e Gazeta da Semana divulgaram a campanha Março Lilás &#8211; Atenção ao cuidado do bebê prematuro, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo. Jamil Pedro de Siqueira Caldas, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP e coordenador da campanha, ressaltou que a prematuridade atinge uma proporção significativa dos nascimentos e o recém-nascido prematuro exige alguns cuidados especiais. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, destacou que o acompanhamento pré-natal adequado, a realização das consultas com esclarecimento de dúvidas, solicitação de exames e tratamentos de eventuais patologias que se apresentarem reduzem o risco de um parto prematuro. Leia mais: https://revistakdea360.com.br/noticia/53191/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro https://inforbios.com.br/noticia/4259/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro https://gazetadasemana.com.br/noticia/271361/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/revista-kdea-360-inforbios-e-gazeta-da-semana-spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro-com-spsp/">Revista Kdea 360, Inforbios e Gazeta da Semana &#8211; SPSP dedica o mês de março ao cuidado do recém-nascido prematuro, com SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículos:</strong> Revista Kdea 360, Inforbios e Gazeta da Semana </p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 16/03/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Os portais da Revista Kdea 360, Inforbios e Gazeta da Semana divulgaram a campanha <strong>Março Lilás &#8211; Atenção ao cuidado do bebê prematuro</strong>, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo. Jamil Pedro de Siqueira Caldas, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP e coordenador da campanha, ressaltou que a prematuridade atinge uma proporção significativa dos nascimentos e o recém-nascido prematuro exige alguns cuidados especiais. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP, destacou que o acompanhamento pré-natal adequado, a realização das consultas com esclarecimento de dúvidas, solicitação de exames e tratamentos de eventuais patologias que se apresentarem reduzem o risco de um parto prematuro.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://revistakdea360.com.br/noticia/53191/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://revistakdea360.com.br/noticia/53191/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro&amp;source=gmail&amp;ust=1774608880435000&amp;usg=AOvVaw2VS3xeGfGw5FUBqbp3iTcG">https://revistakdea360.com.br/noticia/53191/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="https://inforbios.com.br/noticia/4259/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://inforbios.com.br/noticia/4259/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro&amp;source=gmail&amp;ust=1774608880435000&amp;usg=AOvVaw0o8kkBghxX0r7XZhfwrA2R">https://inforbios.com.br/noticia/4259/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro</a></p>
<p style="font-weight: 400;"><a href="https://gazetadasemana.com.br/noticia/271361/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://gazetadasemana.com.br/noticia/271361/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro&amp;source=gmail&amp;ust=1774608880435000&amp;usg=AOvVaw2hq9gTd4JQhrZ-qKrOoTan">https://gazetadasemana.com.br/noticia/271361/spsp-dedica-o-mes-de-marco-ao-cuidado-do-recem-nascido-prematuro</a></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Revista Crescer – Riscos de deixar medicamentos ao alcance das crianças, com Fausto Flor Carvalho e Tadeu Fernando Fernandes</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/revista-crescer-riscos-de-deixar-medicamentos-ao-alcance-das-criancas-com-fausto-flor-carvalho-e-tadeu-fernando-fernandes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 19:05:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=55606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: Revista Crescer Data: 13/03/2026 Fausto Flor Carvalho, vice-presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP, e Tadeu Fernando Fernandes, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP, concederam entrevista à revista Crescer, em que comentaram o caso de um menino de três anos que passou mal e apresentou comportamento agitado após tomar o remédio do irmão para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Segundo Carvalho, os medicamentos usados no tratamento do TDAH costumam ser neuroestimulantes – o que explica a reação agitada do menino. Fernandes ressaltou que a melhor forma de prevenir esse tipo de acidente é deixar as medicações fora do alcance de crianças. Leia mais: https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/03/mae-encontra-filho-alucinado-apos-tomar-remedio-do-irmao-podia-ter-perdido-ele.ghtml</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Revista Crescer</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 13/03/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">Fausto Flor Carvalho, vice-presidente do Departamento Científico de Saúde Escolar da SPSP, e Tadeu Fernando Fernandes, membro do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da SPSP, concederam entrevista à revista Crescer, em que comentaram o caso de um menino de três anos que passou mal e apresentou comportamento agitado após tomar o remédio do irmão para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Segundo Carvalho, os medicamentos usados no tratamento do TDAH costumam ser neuroestimulantes – o que explica a reação agitada do menino. Fernandes ressaltou que a melhor forma de prevenir esse tipo de acidente é deixar as medicações fora do alcance de crianças.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/03/mae-encontra-filho-alucinado-apos-tomar-remedio-do-irmao-podia-ter-perdido-ele.ghtml" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/03/mae-encontra-filho-alucinado-apos-tomar-remedio-do-irmao-podia-ter-perdido-ele.ghtml&amp;source=gmail&amp;ust=1774608880435000&amp;usg=AOvVaw2QKYheawaO4CAlXpbdy6U1">https://revistacrescer.globo.com/maes-e-pais/historias/noticia/2026/03/mae-encontra-filho-alucinado-apos-tomar-remedio-do-irmao-podia-ter-perdido-ele.ghtml</a></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/revista-crescer-riscos-de-deixar-medicamentos-ao-alcance-das-criancas-com-fausto-flor-carvalho-e-tadeu-fernando-fernandes/">Revista Crescer – Riscos de deixar medicamentos ao alcance das crianças, com Fausto Flor Carvalho e Tadeu Fernando Fernandes</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como melhorar o sono das crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/como-melhorar-o-sono-das-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:24:01 +0000</pubDate>
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<p>Aproveitamos o Dia Mundial do Sono, que acontece no dia 14 de março, para dar algumas dicas aos pais e cuidadores das crianças e adolescentes. Primeiro, é importante saber que o padrão do</p>
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<p style="text-align: justify;">Aproveitamos o Dia Mundial do Sono, que acontece no dia 14 de março, para dar algumas dicas aos pais e cuidadores das crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é importante saber que o padrão do sono varia de acordo com cada fase da vida e, por isso, é necessário ter conhecimento das suas diferenças e respeitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, precisamos reforçar que o sono é uma necessidade do corpo humano e não podemos evitá-la. Quanto melhor cuidarmos dele, mais benefícios entregamos aos nossos filhos, melhor vai ser seu desenvolvimento, seu comportamento durante o dia e melhor será sua saúde como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">A respeito das diferenças, é preciso saber que os bebês têm necessidade de dormir durante o dia, além do período noturno, ou seja, necessitam de cochilos diurnos. A quantidade vai reduzindo conforme o passar dos meses e anos, até em torno dos cinco a seis anos, em que já não é mais esperado que as crianças durmam durante o dia. Caso percebam que seu filho sente sono durante o dia a partir dessa idade, é importante conversar sobre isso com o pediatra de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser que esteja ocorrendo algum desajuste na rotina, que poderá ser melhorado com algumas orientações. Dentre elas estão:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Garantir uma regularidade de horários de ir dormir e acordar, tanto durante a semana quanto nos finais de semana e férias. Afinal, o nosso cérebro não sabe quando é segunda-feira ou quando é sábado;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Praticar atividades e brincadeiras relaxantes nos momentos que antecedem o deitar na cama, assim como evitar aquelas que sejam mais intensas e enérgicas. Os adolescentes devem evitar consumir bebidas cafeinadas, como café, refrigerante e energético, de seis a oito horas antes do início do sono;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Evitar exposição a telas antes de dormir e isso inclui: celular, televisão, computador, videogame;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estabelecer uma rotina noturna com atividades sequenciais que ajudem a criança a relaxar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas lembrem-se: os horários de regulação de sono dos bebês são diferentes das crianças, que são diferentes dos adolescentes e também dos adultos. O ideal é que a rotina seja adaptada para cada membro da família de acordo com cada faixa etária.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra informação importante é que todas essas dicas só funcionarão se tivermos o ambiente adequado para uma boa noite de sono, o que inclui:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Quarto escuro</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ambiente silencioso</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Temperatura do quarto fresca</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Colchão confortável e seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">Observem se a noite de sono dos seus filhos será melhor após seguir essas dicas. Caso não percebam melhora, procurem ajuda do pediatra, que poderá indicar um especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons sonhos!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Beatriz Soares de Azevedo Sardano<br />Presidente do Departamento Científico de Medicina do Sono da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
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		<title>Word Day 2026 &#8211; Mais que um diagnóstico, uma jornada de cuidado</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/word-day-2026-mais-que-um-diagnostico-uma-jornada-de-cuidado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 18 de março, unimos forças pelo WORD Day (World Young Rheumatic Diseases Day) – Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-WORD-Day-Artrite-Juvenil-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 18 de março, unimos forças pelo WORD Day (World Young Rheumatic Diseases Day) &#8211; Dia Mundial das Doenças Reumáticas em Jovens. Assim como acontece em outros países, no Brasil, diferentes entidades médicas, entre elas a Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), se reúnem para difundir o conhecimento sobre as doenças reumáticas em crianças e adolescentes, com o objetivo de auxiliar no diagnóstico precoce e realizar encaminhamento aos reumatologistas pediátricos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma data no calendário, é o momento para dar visibilidade aos desafios enfrentados pelos pais e pacientes com doenças reumáticas, além de conscientizar a sociedade sobre condições que, apesar de muitas vezes estarem associadas ao envelhecimento, também atingem pessoas jovens, podendo causar dor, limitações físicas e impacto emocional significativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Relembrar esse dia é fundamental para combater o preconceito, incentivar o diagnóstico precoce e garantir acesso ao tratamento adequado, promovendo mais qualidade de vida e oportunidades para os jovens viverem plenamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desmistificando as doenças reumáticas: conhecer para acolher</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Frequentemente o medo surge do que não conhecemos. Ao ouvir o termo &#8220;reumatismo&#8221;, muitas pessoas imaginam um idoso com mobilidade limitada, mas, na prática, o “reumatismo” não tem idade: crianças, adolescentes e jovens adultos também podem ser afetados, com impactos na vida escolar, profissional e social.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os sintomas das doenças reumáticas em crianças podem ser confundidos com outras condições mais comuns, o que leva a atrasos no tratamento e agrava o quadro do paciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Entender melhor essas doenças – seus sintomas, desafios e possibilidades de tratamento – é fundamental para combater preconceitos, reduzir o estigma e cultivar empatia. Informação de qualidade gera compreensão, e compreender é o primeiro passo para acolher, apoiar e garantir que quem vive com uma doença reumática receba respeito, acesso ao cuidado adequado e oportunidades de uma vida plena. Isso é especialmente importante para que crianças não percam momentos essenciais de brincar, estudar, praticar esportes e participar de atividades sociais devido à falta de conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao compartilhar histórias de jovens que superam as dificuldades das doenças reumáticas, esse Dia ajuda a mostrar que é possível viver bem com essas condições, desde que se tenha o tratamento adequado e o suporte necessário.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Derrubando os mitos mais comuns:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Vai passar quando crescer&#8221;:</strong> Muitas vezes, elas são confundidas com “dores de crescimento” ou vistas como algo que simplesmente vai passar com o tempo. No entanto, essas condições são doenças reais, que podem ser crônicas e exigir acompanhamento médico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;É só por causa do frio&#8221;:</strong> embora o frio possa aumentar a sensação de dor, ele não é a causa de doenças reumáticas. Essas condições têm origens mais complexas, envolvendo fatores genéticos, ambientais e imunológicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;É doença de idosos&#8221;:</strong> este é, talvez, o mito mais comum. Crianças, jovens e adultos em idade produtiva também podem receber um diagnóstico de doença reumática.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;Não tem o que fazer&#8221;:</strong> no passado, receber um diagnóstico de doença reumática era encarado como um caminho sem retorno, já que essas condições não têm cura. Hoje, a medicina avançou significativamente, e graças a novos tratamentos e pesquisas de ponta, alcançar a “remissão” – quando a doença fica silenciosa e sem sintomas – tornou-se uma realidade possível para muitos pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que o corpo está tentando dizer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas não afetam apenas as articulações; elas englobam várias condições inflamatórias e autoimunes que podem atingir outros tecidos do corpo. Condições como a <strong>artrite idiopática juvenil, o lúpus eritematoso sistêmico juvenil,</strong> <strong>a dermatomiosite juvenil, vasculites e a esclerodermia sistêmica </strong>podem causar dor, inchaço nas articulações, limitações de movimento, fraqueza muscular e fadiga, afetando diretamente a mobilidade e a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Reconhecer esses nomes não é rotular o paciente, mas sim oferecer um mapa para que ele possa navegar com mais segurança. Quando o paciente compreende como a doença afeta o seu organismo, ele passa a assumir um papel ativo no próprio cuidado. Esse entendimento fortalece sua autonomia e contribui para escolhas mais conscientes ao longo do tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O impacto do diagnóstico precoce</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas doenças reumáticas, a janela de oportunidade entre os primeiros sintomas e o início do tratamento pode mudar completamente o rumo de uma vida. O diagnóstico precoce é fundamental, pois permite que a inflamação seja controlada o quanto antes. Quando tratadas a tempo, essas doenças podem ser controladas com medicamentos, fisioterapia e terapias específicas. No entanto, o diagnóstico tardio pode resultar em danos irreversíveis, como deformidades nas articulações ou problemas em órgãos internos, como rins, coração e pulmão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Estilo de vida e adaptação: como viver bem além das limitações</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Receber um diagnóstico não representa o fim do caminho, mas o começo de uma nova etapa. Ajustar o estilo de vida pode ser um dos maiores desafios nesse processo, porém também se torna uma oportunidade de transformação e cuidado consigo mesmo.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>O movimento como remédio</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Pode parecer contraditório recomendar exercícios a quem convive com dor, porém o movimento é um componente fundamental do tratamento. Atividades de baixo impacto, como natação, pilates ou caminhadas leves – sempre respeitando os limites do corpo e com orientação profissional – contribuem para manter as articulações ativas e a musculatura fortalecida. Nesse contexto, o exercício não tem como objetivo o desempenho, mas a manutenção da mobilidade e do bem-estar.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>Alimentação e repouso: repondo as energias</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Uma alimentação equilibrada, com foco em alimentos de ação anti-inflamatória, pode atuar como um importante aliado ao tratamento medicamentoso. Da mesma forma, reconhecer a importância do sono e respeitar os momentos de cansaço fazem parte do cuidado com o corpo. Quando o organismo sinaliza a necessidade de pausa, descansar não significa parar, mas permitir a recuperação necessária para seguir adiante com mais equilíbrio.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;"><strong>A adaptação mental</strong></li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Conviver de forma equilibrada com uma doença reumática exige, antes de tudo, uma adaptação mental. Ajustes simples no dia a dia – seja em casa, na escola ou no trabalho – não apenas facilitam a rotina, mas também fortalecem a sensação de controle e autonomia. Ao reconfigurar nossa forma de pensar sobre limites e possibilidades, mostramos que a doença pode estar presente, mas nunca define quem somos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A rede de apoio: família, amigos e sociedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O impacto das doenças reumáticas vai além do paciente, alcançando toda a família. Ninguém percorre essa jornada sozinho. No caso das doenças reumáticas na infância, o suporte emocional é tão essencial quanto o tratamento medicamentoso. O papel de familiares e amigos não é supervisionar ou sentir pena, mas oferecer um ambiente seguro, onde a vulnerabilidade possa ser expressa sem julgamentos. Pais e responsáveis tornam-se cuidadores fundamentais, garantindo que a criança ou adolescente sigam o tratamento corretamente e participem dos acompanhamentos médicos necessários.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem acompanha, o acolhimento começa com a escuta atenta. A dor reumática muitas vezes não é vista: por fora, a pessoa pode parecer bem, enquanto internamente enfrenta cansaço e desconforto constantes. Reconhecer essa dor e oferecer apoio em pequenas tarefas – abrir um pote, carregar uma mochila, auxiliar na lição de casa ou simplesmente caminhar em um ritmo mais tranquilo – é uma das formas mais sinceras de cuidado e afeto.</p>
<p style="text-align: justify;">A sociedade também precisa ser preparada para oferecer apoio. Promover escolas mais inclusivas e implementar políticas públicas que garantam acesso à saúde são formas coletivas de cuidado. Quando o ambiente entende a natureza flutuante das doenças reumáticas – com dias melhores e outros de crise – o paciente se sente protegido para participar da vida social e, futuramente, contribuir de forma produtiva, sem o peso do estigma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Avanços e esperança: novos horizontes no cuidado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto há alguns anos o diagnóstico de uma doença reumática era encarado com preocupação, atualmente há um otimismo crescente: vivemos a era da medicina de precisão, em que os tratamentos se tornam cada vez mais individualizados e eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">A ciência avançou além dos anti-inflamatórios tradicionais e corticoides. Hoje, os imunobiológicos atuam diretamente nas moléculas responsáveis pela inflamação, possibilitando que muitos pacientes atinjam a remissão completa dos sintomas. Esses avanços vão além do controle da dor: eles têm como objetivo restaurar a rotina e a qualidade de vida – permitindo que uma criança vá à escola e brinque com os amigos, que um adolescente pratique esportes ou que um adulto siga com sua carreira sem limitações.</p>
<p style="text-align: justify;">Além dos avanços nos medicamentos, a biotecnologia tem fornecido ferramentas de monitoramento que auxiliam médicos, familiares e pacientes a prever possíveis crises. Esses progressos resultam de pesquisas clínicas rigorosas e do trabalho constante de equipes de cientistas, dedicadas a criar estratégias cada vez mais eficazes para controlar a inflamação e restaurar a qualidade de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão: você não está sozinho</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>WORD Day</strong> é uma ocasião fundamental para ampliar a conscientização sobre as doenças reumáticas. Porém, não se trata de “comemorar a doença”, e sim de valorizar a resiliência humana e a rede de apoio que nos envolve. Seja pelo cuidado de um familiar, pelo progresso de um novo tratamento ou pelo suporte científico de instituições como sociedades médicas e organizações de pacientes e pais, a mensagem central é de solidariedade e união.</p>
<p style="text-align: justify;">Para pais e familiares, é fundamental se informar sobre a doença, oferecer suporte emocional às crianças e adolescentes, assegurar o tratamento correto e incentivar a inclusão. Com essa rede de apoio, jovens com doenças reumáticas podem levar uma vida plena e ativa, superando os obstáculos impostos pela condição.</p>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas podem trazer desafios, mas não determinam o futuro de uma criança. Com apoio, informação adequada e acompanhamento especializado, a jornada se torna mais tranquila. Que este Dia nos aponte que, mesmo diante da incerteza, é a empatia e o conhecimento que aquecem e fortalecem o caminho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Orientações para os pais e familiares</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Cuidar de uma criança ou adolescente com doença reumática é um desafio, mas com as orientações corretas, é possível proporcionar um ambiente saudável e acolhedor.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui estão algumas dicas úteis para pais e familiares:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Saiba mais sobre as doenças reumáticas</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O conhecimento sobre doença é essencial. Ao entender um pouco sobre as condições e os tratamentos, você poderá tomar decisões mais assertivas e apoiar o seu filho da melhor maneira. Participe de eventos educativos, e em caso de dúvida, consulte especialistas e leia sobre as doenças reumáticas em fontes confiáveis.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Sempre apoie seu filho</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">As doenças reumáticas não afetam apenas o corpo, mas também o bem-estar psicológico. É importante estar atento às necessidades emocionais do seu filho, oferecendo apoio e criando um ambiente seguro e acolhedor. Incentive uma comunicação aberta sobre como ele se sente, seus medos e suas dúvidas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Mantenha a rotina de tratamento sempre que possível</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Siga o plano de tratamento indicado pelos médicos, que pode incluir medicamentos, fisioterapia, consultas regulares e acompanhamento de outros profissionais da área da saúde, como psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais. A adesão rigorosa ao tratamento é fundamental para o controle da doença e para evitar complicações.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Promova um ambiente escolar e social de inclusão</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">É essencial que o jovem se sinta incluído nas atividades sociais e escolares. Trabalhe junto com as escolas para garantir que ele tenha as adaptações e o apoio de outros profissionais, se for o caso. Incentivar a participação em atividades recreativas também é importante para o desenvolvimento físico e emocional.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Busque grupos de apoio</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Participar de grupos de apoio de pais e pacientes com as mesmas doenças reumáticas ou com profissionais especializados é de grande importância para compartilhar experiências e obter orientações. Esses grupos oferecem um espaço seguro para discutir e compartilhar as dificuldades enfrentadas e encontrar soluções em conjunto e mobilizar o poder público na defesa por acesso ao diagnóstico precoce, tratamento adequado e inclusão social; atuando como importantes agentes de informação, combatendo o preconceito e ampliando a conscientização sobre as doenças reumáticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais: https://www.spsp.org.br/wordday-brasil-2026-por-que-falar-sobre-as-doencas-reumaticas-na-infancia/</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora: </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ana Paula Sakamoto</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Presidente do Departamento Científico de Reumatologia da SPSP </strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/word-day-2026-mais-que-um-diagnostico-uma-jornada-de-cuidado/">Word Day 2026 &#8211; Mais que um diagnóstico, uma jornada de cuidado</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Encontro com Especialista &#8211; Impacto das mudanças climáticas na saúde perinatal &#8211; Março Lilás</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-perinatal-marco-lilas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Evento Realizado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=55151</guid>

					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Aconteceu, no dia 12 de março, o&#160;Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&#160;Impacto das Mudanças Climáticas na Saúde Perinatal, atividade em prol da campanha Março Lilás. O evento, que teve como público-alvo pediatras e demais profissionais de saúde que prestam assistência perinatal, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Neonatologia da SPSP, tendo por objetivo discutir o impacto das mudanças climáticas na saúde perinatal. O Encontro foi coordenado por Jamil Pedro de Siqueira Caldas, presidente do DC de Neonatologia da SPSP, que também realizou a abertura e moderou o evento em conjunto com Maria Augusta Bento C. Gibelli, secretária do DC de Neonatologia da SPSP, e teve como palestrante Clery Bernardi Gallacci, membro do DC de Neonatologia da SPSP. Ao final da atividade, houve as considerações finais&#160;e os especialistas responderam perguntas do público enviadas pelo chat. A gravação deste Encontro com o Especialista pode ser acessada no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br). &#8211; Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa &#8211; Mudanças climáticas e o impacto na saúde perinatal Coordenação e Moderação:&#160;Dr. Jamil Pedro de Siqueira Caldas e Dra. Maria Augusta Bento Cicaroni Gibelli 19h30 &#8211; 19h35 &#8211; AberturaDr. Jamil Pedro de Siqueira Caldas 19h35 &#8211; 20h35 – Mudanças climáticas e o impacto na saúde perinatalDra. Clery Bernardi Gallacci 20h35 &#8211; 21h30 &#8211; Considerações finais e respostas às perguntas do chat &#8211; Dr. Jamil Pedro de Siqueira CaldasPresidente do DC de Neonatologia da SPSPProfessor Livre-Docente em Neonatologia pela UNICAMP Dra. Maria Augusta Bento Cicaroni GibelliSecretária do DC de Neonatologia da SPSPDiretora Médica da Maternidade São Luiz Star – Rede D’Or Dra. Clery Bernardi GallacciMembro do Departamento Científico de Neonatologia da SPSPProfessora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-especialista-impacto-das-mudancas-climaticas-na-saude-perinatal-marco-lilas/">Encontro com Especialista &#8211; Impacto das mudanças climáticas na saúde perinatal &#8211; Março Lilás</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/12/ENCONTRO-MARCOLILAS-12MAR-BANNERG-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Aconteceu, no dia 12 de março, o&nbsp;<em>Encontro com o Especialista</em>, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&nbsp;<em>Impacto das Mudanças Climáticas na Saúde Perinatal</em>, atividade em prol da campanha Março Lilás. O evento, que teve como público-alvo pediatras e demais profissionais de saúde que prestam assistência perinatal, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Neonatologia da SPSP, tendo por objetivo discutir o impacto das mudanças climáticas na saúde perinatal.</p>



<p>O Encontro foi coordenado por Jamil Pedro de Siqueira Caldas, presidente do DC de Neonatologia da SPSP, que também realizou a abertura e moderou o evento em conjunto com Maria Augusta Bento C. Gibelli, secretária do DC de Neonatologia da SPSP, e teve como palestrante Clery Bernardi Gallacci, membro do DC de Neonatologia da SPSP. Ao final da atividade, houve as considerações finais&nbsp;e os especialistas responderam perguntas do público enviadas pelo chat.</p>



<p>A gravação deste Encontro com o Especialista pode ser acessada no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/">www.spspeduca.org.br</a>).</p>



<p></p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-c645e628e62f8fbab9d9726851472d16"></p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Programação</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa &#8211; Mudanças climáticas e o impacto na saúde perinatal</strong> <strong>Coordenação e Moderação:</strong>&nbsp;Dr. Jamil Pedro de Siqueira Caldas e Dra. Maria Augusta Bento Cicaroni Gibelli</td></tr><tr><td><strong>19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura</strong><br>Dr. Jamil Pedro de Siqueira Caldas</td></tr><tr><td><strong>19h35 &#8211; 20h35 – Mudanças climáticas e o impacto na saúde perinatal</strong><br>Dra. Clery Bernardi Gallacci</td></tr><tr><td><strong>20h35 &#8211; 21h30 &#8211; Considerações finais e respostas às perguntas do chat</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dr. Jamil Pedro de Siqueira Caldas</strong><br>Presidente do DC de Neonatologia da SPSP<br>Professor Livre-Docente em Neonatologia pela UNICAMP</p>



<p><strong>Dra. Maria Augusta Bento Cicaroni Gibelli</strong><br>Secretária do DC de Neonatologia da SPSP<br>Diretora Médica da Maternidade São Luiz Star – Rede D’Or</p>



<p><strong>Dra. Clery Bernardi Gallacci</strong><br>Membro do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP<br>Professora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Obesidade: um importante problema de saúde pública</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/obesidade-um-importante-problema-de-saude-publica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 14:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial da Obesidade foi criado em 2015 pela Federação Mundial da Obesidade para unir esforços de países, profissionais de saúde e da sociedade no enfrentamento da obesidade</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Obesidade2-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial da Obesidade foi criado em 2015 pela Federação Mundial da Obesidade para unir esforços de países, profissionais de saúde e da sociedade no enfrentamento da obesidade. Desde 2020, a data é celebrada todos os anos em <strong>4 de março</strong>, servindo como um momento global de reflexão, informação e mobilização.</p>
<p style="text-align: justify;">O principal objetivo da data é <strong>chamar a atenção para a obesidade como um importante problema de saúde pública</strong>, incentivar a prevenção e ampliar o acesso ao tratamento. Também busca reduzir o preconceito contra pessoas que vivem com obesidade e estimular governos e instituições a adotarem políticas que promovam ambientes mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Diversas organizações internacionais participam dessa iniciativa, incluindo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Em muitos países, sociedades científicas, universidades e associações de profissionais de saúde organizam campanhas educativas, eventos e ações de conscientização.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada ano, o Dia Mundial da Obesidade apresenta um tema específico para ampliar o debate. As campanhas procuram informar a população sobre os riscos da obesidade, incentivar hábitos saudáveis e mostrar que o problema é complexo, envolvendo fatores biológicos, sociais e ambientais – e não apenas escolhas individuais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desafios para prevenir a obesidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de décadas de campanhas de saúde pública, ainda existem lacunas importantes no conhecimento da população sobre obesidade, suas consequências e formas de tratamento. Estudos mostram que muitas pessoas <strong>não reconhecem corretamente seu próprio peso</strong> ou subestimam o impacto de hábitos como atividade física regular na manutenção da saúde. Além disso, nem sempre os profissionais de saúde abordam o tema de forma ativa nas consultas, o que pode atrasar a identificação do problema e o início de estratégias de controle do peso.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro desafio importante é o <strong>estigma associado à obesidade</strong>. Preconceito, discriminação e mensagens negativas podem causar sofrimento psicológico, isolamento social e até dificultar que as pessoas busquem ajuda ou adotem hábitos saudáveis. Por isso, campanhas de saúde precisam informar sobre os riscos da obesidade sem reforçar estereótipos ou culpabilizar indivíduos, reconhecendo que se trata de uma condição complexa, influenciada por fatores biológicos, sociais e ambientais.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é fundamental considerar o papel dos chamados <strong>“ambientes obesogênicos”</strong> – contextos que favorecem o ganho de peso. Em muitas cidades, há grande oferta de alimentos ultraprocessados e calóricos, porções cada vez maiores, intensa publicidade de produtos pouco saudáveis e poucas oportunidades para atividade física segura. Esse cenário mostra que a prevenção da obesidade não depende apenas de decisões individuais, mas também de <strong>políticas públicas e mudanças no ambiente</strong> que facilitem escolhas mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, o Dia Mundial da Obesidade reforça que enfrentar esse problema exige <strong>informação, empatia e ação coletiva</strong>, envolvendo indivíduos, profissionais de saúde, governos e toda a sociedade na construção de ambientes mais saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Caminhos para o futuro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Especialistas destacam que o enfrentamento da obesidade exige <strong>ações contínuas ao longo de todo o ano</strong>, e não apenas campanhas pontuais. O Dia Mundial da Obesidade deve servir como um ponto de partida para programas permanentes de prevenção, educação e cuidado.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é essencial reduzir desigualdades. A obesidade atinge de forma mais intensa populações socialmente vulneráveis, que muitas vezes vivem em ambientes com menos acesso a alimentação saudável e oportunidades de atividade física. Políticas públicas devem buscar garantir <strong>acesso equitativo à prevenção e ao tratamento</strong> para toda a população.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto importante é avaliar melhor as iniciativas de prevenção. Muitos países realizam campanhas e programas criativos, mas ainda há pouca evidência sobre o impacto real dessas ações no comportamento, no conhecimento das pessoas e nos resultados de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de <strong>combater o estigma e promover abordagens mais humanas e respeitosas</strong>, tratando a obesidade como uma condição de saúde complexa que exige cuidado, apoio e informação – e não julgamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, a cooperação entre países e instituições é fundamental para compartilhar experiências e estratégias eficazes. Trocar conhecimentos e aprender com diferentes realidades pode ajudar a fortalecer ações de prevenção e tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma responsabilidade de todos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A obesidade está associada a diversas doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares e alguns tipos de câncer, além de representar um grande impacto para os sistemas de saúde e para a qualidade de vida das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O <strong>Dia Mundial da Obesidade</strong> reforça que enfrentar esse desafio exige <strong>informação, empatia e ação coletiva</strong>. Mais do que uma data no calendário, ele é um convite para que governos, profissionais de saúde, escolas, famílias e comunidades trabalhem juntos na construção de ambientes mais saudáveis e de um futuro com melhor qualidade de vida para todos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Mauro Fisberg<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Centro de Excelência em Nutrição e Dificuldades Alimentares – CENDA – Instituto Pensi<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Professor Associado (SR) do Departamento de Pediatria EPM-UNIFESP Presidente do Departamento Científico de Nutrição da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Site Farol da Bahia &#8211; Março é dedicado ao cuidado do bebê prematuro, com SPSP</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/site-farol-da-bahia-marco-e-dedicado-ao-cuidado-do-bebe-prematuro-com-spsp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 16:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SPSP na Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[SPSP na Mídia Geral]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.spsp.org.br/?p=55443</guid>

					<description><![CDATA[<p>Veículo: Site Farol da Bahia Data: 03/03/2026 O site Farol da Bahia divulgou a campanha Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo. Quem falou sobre a ação foram Jamil Pedro de Siqueira Caldas, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP e coordenador da campanha, e Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP. A ação visa informar e capacitar equipes médicas sobre os cuidados e desafios relacionados aos bebês prematuros, além de alertar a sociedade como um todo para a realização de pré-natal adequado, desde o início da gestação, uma vez que existem fatores relacionados à saúde da gestante os quais predispõem a um risco maior de prematuridade. Leia mais: https://www.faroldabahia.com.br/noticia/marco-e-dedicado-ao-cuidado-do-bebe-prematuro</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/site-farol-da-bahia-marco-e-dedicado-ao-cuidado-do-bebe-prematuro-com-spsp/">Site Farol da Bahia &#8211; Março é dedicado ao cuidado do bebê prematuro, com SPSP</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p style="font-weight: 400;"><strong>Veículo:</strong> Site Farol da Bahia</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Data:</strong> 03/03/2026</p>
<p style="font-weight: 400; text-align: justify;">O site Farol da Bahia divulgou a campanha <strong>Março Lilás – Atenção ao cuidado do bebê prematuro</strong>, promovida pela Sociedade de Pediatria de São Paulo. Quem falou sobre a ação foram Jamil Pedro de Siqueira Caldas, presidente do Departamento Científico de Neonatologia da SPSP e coordenador da campanha, e Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da SPSP. A ação visa informar e capacitar equipes médicas sobre os cuidados e desafios relacionados aos bebês prematuros, além de alertar a sociedade como um todo para a realização de pré-natal adequado, desde o início da gestação, uma vez que existem fatores relacionados à saúde da gestante os quais predispõem a um risco maior de prematuridade.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Leia mais:</strong> <a href="https://www.faroldabahia.com.br/noticia/marco-e-dedicado-ao-cuidado-do-bebe-prematuro" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.faroldabahia.com.br/noticia/marco-e-dedicado-ao-cuidado-do-bebe-prematuro&amp;source=gmail&amp;ust=1773407381543000&amp;usg=AOvVaw0RIFqMNMbLpXZgBqM_55nl">https://www.faroldabahia.com.br/noticia/marco-e-dedicado-ao-cuidado-do-bebe-prematuro</a></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O papel do médico na prevenção antes da concepção</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-papel-do-medico-na-prevencao-antes-da-concepcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 11:38:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aconselhamento Genético]]></category>
		<category><![CDATA[Concepção]]></category>
		<category><![CDATA[Defeitos Congênitos]]></category>
		<category><![CDATA[defeitos do nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[Defeitos do Tubo Neural]]></category>
		<category><![CDATA[Genéticas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Infecções]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
		<category><![CDATA[STORCH]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento, instituído em 3 de março, é uma oportunidade estratégica para reflexão e ação na prática médica. Embora muitos defeitos</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-papel-do-medico-na-prevencao-antes-da-concepcao/">O papel do médico na prevenção antes da concepção</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Defeitos-do-Nascimento-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento, instituído em 3 de março, é uma oportunidade estratégica para reflexão e ação na prática médica. Embora muitos defeitos congênitos tenham base genética ou multifatorial, uma parcela significativa deles pode ser prevenida ou ter seu risco reduzido por meio de intervenções realizadas antes mesmo da concepção e no início da gestação.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, os médicos, especialmente pediatras, obstetras, médicos de família e geneticistas, ocupam um papel central na educação em saúde reprodutiva e no cuidado pré-concepcional.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Defeitos do nascimento: um problema relevante de saúde pública</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os defeitos do nascimento estão entre as principais causas de mortalidade infantil, morbidade crônica e deficiência ao longo da vida. Incluem malformações estruturais, alterações metabólicas, genéticas e funcionais, com impacto não apenas para a criança, mas para toda a família e para os sistemas de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção começa antes da gravidez</strong></p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Aconselhamento genético e riscos da consanguinidade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O casamento ou união consanguínea é um fator de risco bem estabelecido para doenças genéticas autossômicas recessivas e para defeitos congênitos. Em populações com maior prevalência de consanguinidade, observa-se aumento significativo de malformações, erros inatos do metabolismo e síndromes genéticas raras.</p>
<p style="text-align: justify;">O aconselhamento genético deve ser oferecido de forma ética, clara e não diretiva, especialmente quando há:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Grau de parentesco entre os futuros pais</li>
<li>História familiar de doenças genéticas, malformações ou óbitos infantis</li>
<li>Abortamentos recorrentes ou natimortos</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Orientar, informar riscos e discutir alternativas faz parte do cuidado preventivo e humanizado.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Uso de ácido fólico: uma intervenção simples e altamente eficaz</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A suplementação de ácido fólico é uma das medidas preventivas mais bem documentadas na medicina. Seu uso adequado reduz de forma significativa o risco de defeitos do tubo neural, como espinha bífida e anencefalia.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomendações gerais:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Iniciar pelo menos 30 dias antes da concepção idealmente dois meses se o casal estiver tentando engravidar</li>
<li>Manter até o final do primeiro trimestre</li>
<li>Dose padrão: 400 mcg/dia</li>
<li>Doses maiores podem ser indicadas em situações específicas (história prévia de defeitos do tubo neural, diabetes, obesidade, epilepsia, uso de anticonvulsivantes, mutações em genes do metabolismo do folato)</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Esse é um exemplo claro de como prevenção custa pouco e impacta muito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Preparar-se para conceber: saúde parental importa!</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">A concepção de um filho saudável começa com a saúde do casal. A consulta pré-concepcional deve ser incentivada como parte do cuidado médico de rotina.</p>
<p style="text-align: justify;">Pontos essenciais incluem:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Controle de doenças crônicas (diabetes, hipertensão, epilepsia, doenças autoimunes)</li>
<li>Revisão de medicamentos potencialmente teratogênicos</li>
<li>Atualização vacinal</li>
<li>Avaliação nutricional e do estado de micronutrientes</li>
<li>Orientação sobre cessação de álcool, tabaco e outras substâncias</li>
<li>Redução de exposições ambientais e ocupacionais nocivas</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A saúde paterna também merece atenção: idade avançada, tabagismo, álcool, obesidade e exposições ambientais podem impactar a qualidade espermática e o risco de alterações genéticas e epigenéticas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Vacinação materna e prevenção de malformações secundárias a infecções</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Infecções adquiridas na gestação representam causa relevante e potencialmente evitável de malformações congênitas. A síndrome da rubéola congênita, toxoplasmose congênita, sífilis congênita, as complicações associadas ao vírus da varicela, a infecção por citomegalovírus e outras infecções do grupo STORCH exemplificam o impacto teratogênico de agentes infecciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">As letras da sigla STORCH representam as seguintes doenças:</p>
<p style="text-align: justify;">S &#8211; Sífilis (congênita)</p>
<p style="text-align: justify;">T &#8211; Toxoplasmose (<em>Toxoplasma gondii</em>)</p>
<p style="text-align: justify;">O &#8211; Outras infecções (HIV, varicela-zóster, parvovírus B19, hepatite B, zika vírus, Chagas)</p>
<p style="text-align: justify;">R &#8211; Rubéola</p>
<p style="text-align: justify;">C &#8211; Citomegalovírus (CMV)</p>
<p style="text-align: justify;">H &#8211; Herpes Simples (HSV)</p>
<p style="text-align: justify;">A vacinação adequada antes da concepção – e, quando indicado, durante a gestação – constitui estratégia essencial de prevenção primária.</p>
<p style="text-align: justify;">Recomenda-se:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Verificação e atualização do status vacinal no período pré-concepcional, garantindo a administração de vacinas com vírus vivos atenuados (como rubéola e varicela) e respeitando o intervalo adequado para a concepção.</li>
<li>Administração de vacinas recomendadas durante a gestação, como influenza e dTpa, conforme calendários oficiais</li>
<li>Orientação clara quanto à segurança e aos benefícios da imunização materna</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">A prevenção de infecções maternas é, portanto, uma medida concreta de redução do risco de malformações estruturais, déficits neurológicos e outras sequelas congênitas.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O médico como agente de prevenção e transformação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Falar sobre defeitos do nascimento não deve se limitar ao diagnóstico pós-natal. O verdadeiro impacto ocorre quando o médico atua antes do problema existir, promovendo educação, planejamento reprodutivo consciente e intervindo na prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;">No Dia Mundial dos Defeitos do Nascimento, o convite é claro: menos foco apenas na correção, mais ênfase na prevenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Preparar famílias para gerar filhos é, também, uma das formas mais nobres de cuidar da próxima geração.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Patrícia Salmona<br />Médica Pediatra e Geneticista<br />Presidente do Departamento Científico de Genética da SPSP</strong></p>
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