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	<title>Arquivos Desfralde - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Desfralde - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Dicas para o desfralde bem-sucedido</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/dicas-para-o-desfralde-bem-sucedido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Nov 2021 14:13:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_336551262_PantherMediaSeller-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_336551262_PantherMediaSeller-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_336551262_PantherMediaSeller-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O controle esfincteriano é um marco importante do desenvolvimento cognitivo e social da criança e deve acontecer de forma adequada. Muitas vezes a expectativa de parentes interferem de forma negativa neste aprendizado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_336551262_PantherMediaSeller-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_336551262_PantherMediaSeller-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Depositphotos_336551262_PantherMediaSeller-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 24/11/2021</p>



<hr class="wp-block-separator"/>



<p>O controle esfincteriano é um marco importante do desenvolvimento neuropsicomotor, cognitivo e social da criança e, portanto, deve acontecer de forma adequada. Muitas vezes a expectativa, a ansiedade e pressões externas de parentes ou escola interferem de forma negativa neste aprendizado.</p>



<p>Para adquiri-lo a criança precisa estar física e emocionalmente preparada e, como qualquer estágio do desenvolvimento infantil, não deve ser forçado ou acelerado. A criança deve aprender a reconhecer a sensação de que precisa esvaziar a bexiga ou o intestino e também como e onde fazê-lo. Tudo isso é fortemente influenciado por fatores educacionais, ambientais, sociais, familiares e psicológicos.</p>



<p>Tanto o início precoce quanto o atraso neste processo podem trazer consequências negativas para a criança &#8211; a retirada inadequada da fralda pode trazer dificuldades e consequências, como: constipação intestinal, disfunção miccional, infecção urinária recorrente, conflitos familiares e repercussões sociais. Os pais devem ser orientados para que a aquisição dessa habilidade transcorra de forma tranquila, sem traumas para a criança.</p>



<p>A criança, na idade entre 18 meses e 3 anos, passa a ter consciência que sua bexiga está cheia, mas ainda não consegue o seu controle. Nesta fase, quando a criança passa a avisar que a fralda está molhada ou suja de fezes, é a idade de iniciar o treinamento.</p>



<p>Idealmente, o processo de retirada da fralda deve começar quando a criança já anda, fala, senta-se por 5 a 10 minutos, tira suas roupas, entende o que significam “xixi e cocô” e sabe que existem locais apropriados, socialmente aceitos, para suas eliminações.</p>



<p>Para muitas crianças é mais fácil iniciar o treinamento usando o penico do que o vaso sanitário, que deve estar equipado com um redutor de assento e uma escadinha ou banco de apoio para os pés.</p>



<p>Em sequência, a criança adquire o controle noturno das fezes, seguido pelo diurno, posteriormente o urinário diurno e finalmente o urinário noturno. O controle noturno da diurese ocorre, em média, um ano após o diurno, mas pode acontecer até os 5 ou 6 anos de idade. O melhor sinal para o desfralde noturno é o fato de a criança acordar com as fralda seca.</p>



<p>Dicas que auxiliam no desfralde bem-sucedido:</p>



<p>&#8211; Compre um penico e comece a colocar a criança aos poucos, em qualquer horário, para que acostume. Faça isso por períodos curtos;</p>



<p>&#8211; Não force a retirada antes que a criança esteja pronta;</p>



<p>&#8211; Converse com a criança, dê exemplos;</p>



<p>&#8211; A alimentação deve ser rica em fibras e água, para evitar a constipação e retenção das fezes. Se ocorrer constipação, esta deve ser tratada antes;</p>



<p>&#8211; Nunca force ou ameace a criança. Punição e castigo só atrapalham;</p>



<p>&#8211; Tenha paciência. Acidentes fazem parte do processo de aprendizado e são normais nos primeiros meses;</p>



<p>&#8211; Se o treinamento e o controle não ocorrerem, devido à fatores familiares, como mudança de residência, nascimento de irmão ou recusa da criança, adie temporariamente.</p>



<p>Após a aquisição do controle esfincteriano, deve-se valorizar a rotina de utilização do penico ou vaso sanitário, com calma e sem adiar ou atrasar. Escolher horários após as refeições, para a criança ficar sentada sem pressa é uma medida importante na formação do hábito intestinal e prevenção da constipação.</p>



<p><strong>Relator</strong><br><strong>Regis Ricardo Assad</strong><br><strong>Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



<p></p>



<p>Foto: panther media seller | depositphotos.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O desfralde e a higiene natural</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-desfralde-e-a-higiene-natural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 19:30:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados primários]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desfralde]]></category>
		<category><![CDATA[higiene natural]]></category>
		<category><![CDATA[Puericultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_57360161_lianna_s-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_57360161_lianna_s-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_57360161_lianna_s-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O desfralde é uma importante fase na vida da criança, por isso é essencial que se respeite o tempo individual para que seja um período livre de traumas. É um dos primeiros passos rumo à autonomia, além de um momento de descobertas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_57360161_lianna_s-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_57360161_lianna_s-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2021/04/Depositphotos_57360161_lianna_s-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Sociedade de Pediatria de São Paulo<br>Texto divulgado em 22/04/2021</p>
<hr>
<p>O desfralde é uma importante fase na vida da criança e dos pais, por isso é essencial que se respeite o tempo individual para que seja um período livre de traumas. É um dos primeiros passos rumo à autonomia, além de um momento de descobertas – tanto de suas capacidades, como do seu próprio corpo.</p>
<p>O funcionamento urinário e intestinal depende de um amadurecimento neurológico e esse processo não pode ser acelerado. Além disso, existe o amadurecimento psicológico, que não é necessariamente alcançado junto com o neurológico.</p>
<p>Acredita-se que por volta dos 2 e 3 anos de idade a maioria das crianças esteja em uma etapa do desenvolvimento adequada para iniciar o treinamento de controle do cocô e do xixi, isto é, tem as habilidades necessárias para isso.</p>
<p>A identificação da hora certa para começar o desfralde ocorre a partir da observação dos sinais emitidos por cada criança. Ela deve apresentar bom desenvolvimento neurológico, andar, falar e ter o corpo mais firme, com estabilidade. O sinal mais característico é quando a criança começa a anunciar que irá fazer xixi e/ou cocô.</p>
<p>Os bebês já mostram sinais de suas necessidades desde muito cedo. Quando querem fazer cocô ou xixi podem ficar vermelhos, fazer bico, soltar gases e se espremerem. Podem chorar, ter dificuldade para dormir, ficar irritados e, durante a amamentação, pegar e soltar o peito. São experiências próprias e de aprendizado, sem indicar ainda uma consciência corporal.</p>
<p>Às vezes, esses sinais podem ser confundidos com cólicas ou alguma outra doença. Temos que lembrar que a grande maioria dos bebês não sofrerá com cólicas, constipação intestinal ou dificuldade para dormir. As assaduras, hoje em dia, também são raras, facilmente evitáveis com medidas simples de higiene.</p>
<p>O método da <strong>higiene natural</strong> vem sendo discutido e conta com muitos adeptos. Ele consiste em atender às necessidades de evacuações do bebê e dar uma assistência de banheiro desde o nascimento, podendo ser utilizado em qualquer idade. Os pais e cuidadores devem ficar atentos aos sinais que o bebê emite para auxiliá-los na evacuação e micção, coletando a urina e as fezes em um penico, por exemplo. Famílias adeptas do método dispensam fraldas na maioria do tempo.</p>
<p>Para isso deve haver um cuidador à disposição do bebê com muita paciência e dedicação. Os bebês podem fazer xixi quando estão dormindo e, quando em aleitamento materno, podem evacuar a cada mamada, muitas vezes já “capotados” de sono.</p>
<p>Já nos mais velhos esse método pode causar estresse já que com certeza muitos escapes acontecerão. Vivemos em sociedade, onde não podemos fazer nossas necessidades fisiológicas em qualquer lugar!</p>
<p>Na <strong>higiene natural</strong> alguns pontos merecem uma atenção especial. A questão ambiental, financeira e emocional, por exemplo: cada bebê pode evacuar em média de 6 a 8 vezes ao dia em seu primeiro mês de vida. Isso gera uma enorme quantidade de fraldas descartáveis. Mesmo usando fraldas de pano teria o gasto de água para lavá-las. Esse convívio tão de perto com o bebê, tentando decifrar seus sinais, com certeza aumenta o vínculo mãe-bebê e isso sempre é bom. Mas não há nenhum estudo a longo prazo que comprove que a técnica não apresente riscos para as crianças.</p>
<p>É essencial que os pais se informem sobre o método antes de tentar usá-lo nos filhos. Conversar com o pediatra e explicar como está a adaptação da criança é essencial. E sempre lembrar que cada criança tem o seu tempo e, às vezes, o que funciona para uma, não funciona para a outra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Relatora<br></strong><strong style="font-size: inherit;">Adriana Monteiro de Barros Pires<br></strong><strong style="font-size: inherit;">Grupo de Trabalho de Desenvolvimento e Aprendizagem da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br></strong><strong style="font-size: inherit;">Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><br>Foto: lianna_s | depositphotos.com</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-desfralde-e-a-higiene-natural/">O desfralde e a higiene natural</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Respeitar o tempo de cada criança é essencial na hora do desfralde</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/respeitar-o-tempo-de-cada-crianca-e-essencial-na-hora-do-desfralde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 12:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Infância]]></category>
		<category><![CDATA[Sinais e sintomas]]></category>
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		<category><![CDATA[Fralda]]></category>
		<category><![CDATA[Hora de tirar a fralda]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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<p>O desfralde é uma importante fase na vida da criança e dos pais; por isso, é essencial que se respeite o tempo individual para que seja um período livre de traumas. É um dos primeiros passos rumo à autonomia, além de um momento de descobertas – tanto de suas capacidades, como do seu próprio corpo. A identificação da hora certa para começar o desfralde ocorre a partir da observação dos sinais emitidos pelos mais novos. “Acontece quando o pequeno apresenta bom desenvolvimento neurológico, já anda, fala e tem o corpo mais firme. O sinal mais característico que os pais devem prestar atenção é quando começa a anunciar que irá fazer xixi e cocô”, informa a pediatra Ana Cristina Zollner, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP). Erros mais comuns Um dos mais frequente equívocos é antecipar o processo. “Preocupa-nos muito o fato de algumas escolas apenas aceitarem crianças que não usam mais fraldas. Desta forma, muitos pais adiantam esse momento, desrespeitando a natureza individual e, em certos casos, traumatizando. Isso pode acarretar no descontrole da evacuação, além da prisão de ventre e retenção urinária”, explica a Dra Ana. Outra atitude que deve ser evitada é a agressividade e repreensão com os escapes. É normal que durante o desfralde a criança faça xixi na calça; nessas situações, os pais devem manter a calma e não criticar os filhos, alegando que é normal da transição e que os outros dias serão melhores. Assim, a autoconfiança deles não é afetada, colocando em risco todo o processo. A comparação com os irmãos também não deve acontecer, já que pode aumentar a insegurança e trazer o sentimento de frustração. Os conselhos de familiares e amigos também são questionáveis – os pais precisam observar o comportamento dos filhos, independente das dicas de idade certas, por exemplo. Dicas da pediatra Apesar de o redutor de assento ser mais prático, a melhor opção é o próprio penico. Isso porque deixa a criança mais à vontade, em um ambiente próprio, bem como segura, já que as pernas não estão soltas e não há o risco de queda. “Quando estão no vaso sanitário comum, naturalmente há o medo de cair dentro, uma vez que o tamanho é completamente desproporcional”, destaca a Dra Ana. Na época do desfralde o melhor é não usar roupas difíceis de a própria criança tirar, como macacões e cintos – isso facilitará na hora de ir ao banheiro e evitará ‘acidentes’. As fraldas noturnas são retiradas gradativamente, conforme o desenvolvimento individual. A diversão deve ser explorada para tornar todo o processo mais rápido, fácil e prazeroso. Tudo pode ser usado: dar tchau para cocô, cantar musiquinhas e brincar com alguns bonecos enquanto faz xixi. Também é sempre bom incentivar e comemorar quando o filho consegue fazer certo, assim ele terá motivação para a próxima vez. “É sempre bom lembrar aos pais, assim como a todos que estão em volta, que o amor e o respeito devem ser preservados nesse momento. Deixar de a fralda é uma grande conquista para a criança e representa uma importante transição. Entretanto, só será correto e sem prejuízos psicológicos quando a natureza do indivíduo for reconhecida e ouvida. Dê tempo ao tempo, não apresse as coisas e faça o seu filho se sentir acolhido, mesmo nos momentos em que faz xixi ou cocô na calça. A natureza é muito sábia e o carinho é essencial”, conclui a pediatra Ana Cristina Zollner. ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 20/03/2015. photo credit: Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><a href="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2015/03/child-316211_1280.jpg" rel="prettyphoto[26950]"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-868" src="http://localhost/spsp/wp-content/uploads/2015/03/child-316211_1280.jpg?w=253" alt="child-316211_1280" width="253" height="300" /></a>O desfralde é uma importante fase na vida da criança e dos pais; por isso, é essencial que se respeite o tempo individual para que seja um período livre de traumas. É um dos primeiros passos rumo à autonomia, além de um momento de descobertas – tanto de suas capacidades, como do seu próprio corpo.</p>
<p>A identificação da hora certa para começar o desfralde ocorre a partir da observação dos sinais emitidos pelos mais novos. “Acontece quando o pequeno apresenta bom desenvolvimento neurológico, já anda, fala e tem o corpo mais firme. O sinal mais característico que os pais devem prestar atenção é quando começa a anunciar que irá fazer xixi e cocô”, informa a pediatra Ana Cristina Zollner, membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP).</p>
<p><strong>Erros mais comuns</strong></p>
<p>Um dos mais frequente equívocos é antecipar o processo. “Preocupa-nos muito o fato de algumas escolas apenas aceitarem crianças que não usam mais fraldas. Desta forma, muitos pais adiantam esse momento, desrespeitando a natureza individual e, em certos casos, traumatizando. Isso pode acarretar no descontrole da evacuação, além da prisão de ventre e retenção urinária”, explica a Dra Ana.</p>
<p>Outra atitude que deve ser evitada é a agressividade e repreensão com os escapes. É normal que durante o desfralde a criança faça xixi na calça; nessas situações, os pais devem manter a calma e não criticar os filhos, alegando que é normal da transição e que os outros dias serão melhores. Assim, a autoconfiança deles não é afetada, colocando em risco todo o processo.</p>
<p>A comparação com os irmãos também não deve acontecer, já que pode aumentar a insegurança e trazer o sentimento de frustração. Os conselhos de familiares e amigos também são questionáveis – os pais precisam observar o comportamento dos filhos, independente das dicas de idade certas, por exemplo.</p>
<p><strong>Dicas da pediatra</strong></p>
<p>Apesar de o redutor de assento ser mais prático, a melhor opção é o próprio penico. Isso porque deixa a criança mais à vontade, em um ambiente próprio, bem como segura, já que as pernas não estão soltas e não há o risco de queda. “Quando estão no vaso sanitário comum, naturalmente há o medo de cair dentro, uma vez que o tamanho é completamente desproporcional”, destaca a Dra Ana.</p>
<p>Na época do desfralde o melhor é não usar roupas difíceis de a própria criança tirar, como macacões e cintos – isso facilitará na hora de ir ao banheiro e evitará ‘acidentes’. As fraldas noturnas são retiradas gradativamente, conforme o desenvolvimento individual.</p>
<p>A diversão deve ser explorada para tornar todo o processo mais rápido, fácil e prazeroso. Tudo pode ser usado: dar tchau para cocô, cantar musiquinhas e brincar com alguns bonecos enquanto faz xixi. Também é sempre bom incentivar e comemorar quando o filho consegue fazer certo, assim ele terá motivação para a próxima vez.</p>
<p>“É sempre bom lembrar aos pais, assim como a todos que estão em volta, que o amor e o respeito devem ser preservados nesse momento. Deixar de a fralda é uma grande conquista para a criança e representa uma importante transição. Entretanto, só será correto e sem prejuízos psicológicos quando a natureza do indivíduo for reconhecida e ouvida. Dê tempo ao tempo, não apresse as coisas e faça o seu filho se sentir acolhido, mesmo nos momentos em que faz xixi ou cocô na calça. A natureza é muito sábia e o carinho é essencial”, conclui a pediatra Ana Cristina Zollner.</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 20/03/2015.<br />
photo credit:</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width:0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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